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PRONAC 2415592Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Turnê Circo e Carimbó

ASSOCIACAO CULTURAL COMPANHIA DE CIRCO NOS TANTOS
Solicitado
R$ 499,9 mil
Aprovado
R$ 499,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-03-01
Término
2026-06-01
Locais de realização (5)
Cachoeira do Arari ParáPonta de Pedras ParáSalvaterra ParáSoure ParáSão Sebastião da Boa Vista Pará

Resumo

Circulação do espetáculo "Circo e Carimbó" com oficinas (circo, teatro de rua e carimbó). O carimbó possui elementos com características peculiares que além de mostrarem o imaginário e mitologia do universo amazônico e das culturas afro-indígenas e ribeirinha. Trazem consigo referências da utilização sustentável e preservação da fauna e flora amazônica. Em poucas palavras este projeto será a materialização da junção entre a cultura do carimbó e um espetáculo de circo e teatro de rua. Há muito tempo percebo que a grande maioria dos trabalhos artísticos de diversas linguagens, se concentra em Belém. E mesmo a cidade de Belém, urbana, possui as suas ilhas e áreas rurais. Por esse motivo e também por minha trajetória de vida como artista, professor e educador popular. Percebo e gostaria de contribuir um pouco para a mudança deste quadro. Levando meus espetáculos e oficinas para mais comunidades periféricas e rurais, especialmente ribeirinhas, indígenas e quilombolas.

Sinopse

O espetáculo "Circo e Carimbó" é uma experimentação artística. Uma fusão de circo, teatro de rua e carimbó com suas danças, batuques, ritmos e histórias melodiosas. Conta a história de dois ribeirinhos, trabalhadores do campo, moradores das margens do rio Amazonas e do interior da Amazônia e que são vitimados pela ganância de homens ricos e poderosos. Zé é um agricultor, que teve suas terras roubadas por homens armados. Seu irmão gêmeo, Chico, é um pescador que não tem mais peixe para pescar. Já que os peixes morreram por venenos do garimpo e pesca industrial. Resilientes e obstinados como todo representante dos povos da floresta, resolvem tentar a vida na cidade grande fazendo a única coisa que sabem além de trabalhar no campo: cantar e tocar alegremente sobre a vida dos povos da floresta através das batidas contagiantes do carimbó! O espetáculo foi montado de forma remota com apoio do Edital de Teatro da Lei Aldir Blanc-Secult Pará em 2020-21. Em 2022 o espetáculo circulou por ilhas, feiras e praças com os prêmios "Prêmio de Artes da Fundação Palmares" (2021) e Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22), tem marcado presença em circuitos do Sesc-Pa, participou do I Festival de Teatro do Tapajós, Santarém-Pará (2023)

Objetivos

Objetivo Geral: realizar a circulação Gratuita do espetáculo "Circo e Carimbó" em 5 comunidades no Estado do Pará bem como 5 oficinas Objetivos específicos: - Selecionar as 5 comunidades; - Viabilizar logistica de hospedagem, alimentação e transporte nas 5 localidades; - Viabilizar 1 produtor local em cada comunidade; - Realizar 10 apresentações (2 em cada cidade); - Realizar 5 oficinas; Esta Circulação do espetáculo "Circo e Carimbó" se dará por comunidades tradicionais e/ou de periferias das cidades escolhidas, estas localidades foram selecionadas por motivos de serem rurais, quilombola, apresentarem um baixo IDH e/ou receberem poucos projetos culturais. Este espetáculo é uma experimentação artística, baseada em teatro de rua e circo. Pensamos as tradicionais esquetes de circo a partir dos versos e batidas dançantes do Carimbó. Desenvolvemos um espetáculo que é ao mesmo tempo de teatro de rua, circo e carimbó. Partimos de trechos das tradicionais melodias ou de determinados versos para construirmos nossas cenas. O espetáculo não é apenas cênico, é também interativo e educativo. Ao apresentar um pouco dos saberes de nossos indigenas e dão o tom da brincadeira, pois o carimbó é antes de tudo uma enorme brincadeira popular da qual fazem parte idosos, adultos, crianças e toda e qualquer pessoas que queira participar. Ao introduzir a temática do carimbó em um espetáculo de teato de rua com elementos circenses oportunizamos a valorização da cultura regional, valorização das mulheres e da cultura popular. Tratamos, dentro das linguagens circo e teatro de rua sobre a vida de povos tradicionais, principalmente ribeirinhos, comunidades do interior, questões ambientais e a cultura paraense. Ao mesmo tempo oferecemos uma experiência que brinca com aquilo que é tradicional dos circos, transitar rapidamente entre a tensão (com números complexos e muito técnicos) e a comicidade (principalmente focada em figuras regionais como o "Matuto" do Pássaro Junino e os "Caboclos" do Boi Bumbá). Além de se ter números de malabarismo (pião, diabolo e claves), palhaçaria, equilibrismo e roda cyr. Como pretendemos realizar nosso projeto em localidades menos urbanas. Esperamos ajudar essas comunidades na formação de plateias críticas que tenham o desejo de consumir produtos e atividades artísticas, culturais e de lazer através da popularização do acesso a cultura. Uma vez que estas localidades que escolhemos, dificilmente recebem programações culturais (em especial das linguagens cênicas). Esperamos assim fomentar as produções culturais locais e realizar trocas com grupos e artistas das comunidades. Como o espetáculo dialoga diretamente com a cultura do carimbó e preservação do meio ambiente, também pretendemos estimular boas prática em relação a natureza. Buscamos na medida do possível apresentar o circo como elemento de cultura popular, mesclando com as figuras de representação regional do caboclo e do ribeirinho (como se comunicam, onde moram e sobre a realidade que ali pertence: a vida pelos rios e matas, as casas de palafita e outros elementos da vida Amazônica); e cultura urbana contemporânea: com a figura do palhaço, do espontâneo e do riso, de forma lúdica e natural para que as pessoas possam se identificar e se reconhecer ali no palco. Enquanto povos da floresta, sempre buscamos fortalecer as nossas origens afro-ameríndias. O nosso grupo já tem 13 anos de trabalho com 7 espetáculos produzidos. Estamos com o espetáculo circo e carimbó apresentando desde 2021 que foi montado graças ao prêmio Aldir Blanc secult PA. Prêmios: I Prêmio Palmares de Artes - Fundação Cultural Palmares (2021); Cidades Amazônicas - Floresta Viva em movimento - Fundo Dema (2022); Participação no Festival do Tapajós (2023) e II Festival Ecoar (2023). Temos o objetivo geral de realizar a circulação do Espetáculo "Circo e Carimbó"; conseguir alcançar públicos que tem pouco acesso a artes cênicas - principalmente o circo; realizar apresentações em locais que são considerados de vulnerabilidade socioeconomica e baixo IDH; e criar uma formação plateia e apreciadores das artes circenses; levar a cultura circense paraense para outros estados. Nosso grupo preza pelas medidas de acessibilidade, contando com intérprete de libras fixamente na nossa equipe de trabalho e também na tradução do nosso espetáculo, além de contar com apoio de para pessoas que precisarem como idosos, cadeirantes, pessoas com dificuldades de locomoção e neurodivergentes. Nosso trabalho busca dar visibilidade e potencializar as pessoas das diversas gêneros, religiosidades, cores e marcadores sociais através das artes circenses. Sendo que nossa equipe é composta por mulheres, afroreligiosos, mães, lgbtqiapn+, e a maioria são pessoas negras. Visamos que nossos prestadores de serviços também tenha esses marcadores sociais e também priorizamos a contratação de pessoas trans e travestis, quilombolas e indígenas. Por assim queremos mostrar que o circo é um lugar de todos e para todos, que está sempre de portas abertas respeitando, dialogando e trazendo representações da maior diversidade possível.

Justificativa

Somos pequenos produtores culturais. Trabalhamos com linguagens que raramente alcançam os grandes circuitos culturais. Nosso projeto trabalha com a cultura do carimbó possui elementos com características bastante peculiares e que lhe são ímpares. Elementos que além de mostrarem o imaginário e a mitologia do universo amazônico e das culturas afro-indígenas e ribeirinha. Trazem consigo diversas referências da utilização sustentável e preservação da fauna e flora amazônica. Nós nos apropriamos dessas linguagens para dar uma roupagem diferenciada ao nosso espetáculo de teatro de rua e circo de rua. É uma forma composta de diversas linguagens artísticas, característica históricas e da cultura de nosso estado, de nossos povos ancestrais e que fazem o circo se aproximar ainda mais da cultura amazônida e da cultura paraense. Há milênios, em diversas culturas se vê pelas ruas acrobatas, malabaristas e outros tipos de artistas que se convencionou chamar de circenses, a pouco mais de dois ou três séculos. Assim como suas artes, o circo, o teatro e também o nosso carimbó tem na rua as suas raízes. O mercado de entretenimento tem consumido de tudo quando se trata de coisas que se relacionam ao circo. Hoje é muito mais comum se ver artistas circenses trabalhando pela cidade, seja em apresentações de rua, campanhas publicitárias, comerciais de televisão ou mesmo em eventos sociais. É muito comum vermos malabaristas, palhaços, pernas de pau, monociclistas, acrobatas e acrobatas aéreos em algum momento de nosso cotidiano. E ao menos nas duas últimas décadas, o carimbo vem passando pelo mesmo fenômeno. Se popularizar, expandir-se amplamente para outras regiões e países. O que este projeto de espetáculo em constante experimentação e pesquisa propõe é fundir o universo e as tradições do carimbó com elementos do circo e teatro de rua. Há alguns anos eu venho produzindo meus próprios espetáculos de circo e teatro de rua. E nos últimos quatro anos venho fazendo experimentos que misturam a cultura do circo e do carimbó. O carimbo é um tipo de música, ritmo percussivo e de dança tipicamente amazônidas e natural do Estado do Pará. Em poucas palavras este projeto será a materialização da junção entre a cultura do carimbó e um espetáculo de circo e teatro de rua. Os grandes centros urbanos, costumam aglutinar também a maior parte das produções culturais. Dadas as proporções dessa realidade para nosso estado, há muito tempo percebo que a grande maioria dos trabalhos artísticos de diversas linguagens, se concentra em Belém. E mesmo a cidade de Belém, urbana, possui as suas ilhas e áreas rurais. Por esse motivo e também por minha trajetória de vida como artista, professor e educador popular. Percebo e gostaria de contribuir um pouco para a mudança deste quadro. Levando meus espetáculos e oficinas para mais comunidades periféricas e rurais, especialmente indígenas, ribeirinhas e/ou quilombolas. Os municípios paraenses do região do Marajó selecionados para esse circulação tem um dos piore Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Pará e do país, são locais que não costumam estar em circuitos de circulação cultural. São cidades que estão de fora do grande rol de mostras de circo e artes no geral, algumas dessas cidades não tem nenhuma ou pouquíssimas apresentações culturais, apresentando um baixo índice de IDH. Por consideramos a arte um direito universal e que todos devem ter acesso justamente por este motivo foram as selecionas, pois no nosso entendimento são elas que mais carecem nesse momento de incentivos como esse.

Especificação técnica

Espetáculo: O espetáculo "Circo e Carimbó" é uma experimentação artística. Uma fusão de circo, teatro de rua e carimbó com suas danças, batuques, ritmos e histórias melodiosas. Conta a história de dois ribeirinhos, trabalhadores do campo, moradores das margens do rio Amazonas e do interior da Amazônia e que são vitimados pela ganância de homens ricos e poderosos. Zé é um agricultor, que teve suas terras roubadas por homens armados. Seu irmão gêmeo, Chico, é um pescador que não tem mais peixe para pescar. Já que os peixes morreram por venenos do garimpo e pesca industrial. Resilientes e obstinados como todo representante dos povos da floresta, resolvem tentar a vida na cidade grande fazendo a única coisa que sabem além de trabalhar no campo: cantar e tocar alegremente sobre a vida dos povos da floresta através das batidas contagiantes do carimbó! Duração: de 40 a 60 minutos com música ao vivo. Montagem e Desmontagem: 120 minutos. Iluminação: Constante Sonorização: 4 microfones labiais, 1 microfone para instrumentos de corda (banjo), 1 microfone para tambor (curimbó, tambor tradicional do carimbó) Oficinas: 2 oficinas de circo e comicidade; 1 oficinas de danças regionais (carimbó e outros ritmos da Amazônia); 2 oficinas de percussão popular (carimbó e outros ritmos da Amazônia). Cada local de execução do projeto receberá uma oficina, totalizando 5 ações formativas. As oficinas serão dadas pelos artistas do grupo, todos arte educadores com curso de graduação em áreas das artes ou ligadas a cultura corporal e cultura popular. As oficinas focarão na ancestralidade do carimbó e do circo, dos saberes dos mestras e mestras da cultura popular em relação com o fazer artistico e valorização da cultura popular e dos povos ancestrais da floresta.

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica:Rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, Vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, Iluminação adequada, Assentos para pessoas obesas * Medidas de acessibilidade empregadas no projeto: Todas as artes de divulgação do projeto terão legenda, descrição e audiodescrição; As apresentações terão interpretes de libras; os locais de apresentação terão espaços reservados para pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção; todas as peças audiovisuais do projeto terão legendas e versão com audiodescrição; todo material impresso terá versões com alto contraste e fontes grandes para pessoas com baixa visão; as ações do projeto terão profissionais na função de facilitadores para pessoas com necessidades especiais; os locais de apresentação terão vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência, dificuldade de locomoção, idosos e/ou neuro divergentes. * Acessibilidade comunicacional:Língua Brasileira de Sinais - Libras, Legendas, Audiodescrição, Linguagem simples, Textos adaptados para leitores de tela * Acessibilidade atitudinal:Contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural, Formação e sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural As medidas de acessibilidade serão implementadas e disponibilizadas no decorrer de toda a execução do projeto. Tanto nas peças para redes sociais quanto nas etapas presenciais de finalização do projeto seguindo o Manual de Adaptações de Acessibilidade do Governo Federal, §2º do art. 4 º da Portaria Interministerial nº 323, de 10 de setembro de 2020, dos Ministérios da Economia e dos Direitos Humanos e Cidadania.

Democratização do acesso

Público-alvo prioritário: professores, crianças e adolescentes de escolas públicas, pessoas em situação de vulnerabilidade, idosos, quilombolas, indígenas, pessoas vítimas de violência, pessoas em situação de rua (moradores de rua), pessoas com deficiência, Mulheres, Povos e comunidades tradicionais, Ciganos. Nosso projeto não é voltado especificamente para um perfil, é aberta para todos, no sentido de ser o mais universal que for possível. Dando prioridade também para pessoas em situação de pobreza, Pessoas em sofrimento físico e/ou psíquico, Gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transgêneros e transexuais, Negros e/ou negras. Este projeto está direcionado para pessoas de todas as idades visando atender públicos de fora dos centros das cidades, preferencialmente nas periferias. Nas regiões que visamos apresentar a maioria do público são crianças e jovens. E todas as atividades do projeto serão gratuitas (apresentações e oficinas). Regiões selecionadas: municípios do interior do Estado do Pará. Boa parte da produção artistica do Estado está concentrada nas principais cidades como Belém, Santerém e Marabá. Nesse sentido, a escolha por localidades mais afastadas dos grandes centros culturais da região já é democrática em si. Faremos contratação de profissionais locais de cada teritório buscando impactos positivos na economia local.

Ficha técnica

YURE LEE ALMEIDA MARTINS; CPF 928.212.512-20; Função: coordenador do projeto, direção geral e elenco (palhaço, malabarista, equilibrista e acrobata aéreo); Raça/Cor/Etnia: branco/mestiço; Gênero: Homem. Artista circense a 20 anos. Trabalha profissionalmente desde 2007. Membro fundador da Companhia de Circo Nós Tantos em 2010. Atualmente além de artista é pesquisador vinculado ao Curso de Doutorado em Artes (PPGARTE-UFPA) e bolsista Fapespa, pesquisando sobre o circo de rua em Belém. Graduado e Mestre em História-UFPA. Recentemente concluiu a Graduação em Educação Física-UFPA, pesquisando práticas corporais e circo além de se tornar Especialista em Educação Física Escolar e Artes (pesquisa sobre circo no currículo escolar). Inicialmente autodidata e depois aluno de malabaristas de rua, fez inúmeros cursos em circos e escolas de circo através dos anos, inclusive o curso de Arte-Educação para Circo Social oferecido em parceria pela Escola Circo Laheto e escritório sul americano do Cirque du Soleil. Principais Prêmios recebidos: - Agente Jovem do Ministério da Cultura (2011); - Funarte Petrobrás Carequinha de Circo (2012);- Lei de Incentivo do Município de Belém (2014);- Seiva Pauta aberta da FCP/Secult-PA (primeiro semestre 2018); - Edital de Teatro da Lei Aldir Blanc – Pará (2020);- Mostra Aldir Blanc do SESC Pará (2020);- Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22);- Pauta Livre da FCP (2022); Principais participações em eventos: - Natal da Prefeitura de Benevides (2010-2011);- Festival Pixirum da Secult-Pará (2011);- Festival de Circo de Taquaruçu, Palmas-Tocantins (2017 e 2019);- Festival insolus Tucujus, Macapá-Amapá (2019);- XX Convenção Brasileira de Malabares e Circo, Euzébio-Ceará (2020);- Festival Encena na Rua Edição Especial Pará (2022);- Festival de Solos do Pará, Santarém-Pará (2023);- Festival de Teatro do Tapajós, Santarém-Pará (2023); Picadeiro Móvel - Sesc RJ (2024). GABRIELLY ALCÂNTARA CARDOSO; CPF 014.734.422-06; Função: direção de arte e elenco (palhaça, bailarina, ginasta e acrobata aérea); Raça/Cor/Etnia: negra; Gênero: mulher; Sou mulher, preta e periférica! Artista circense, artistas das danças, do teatro de rua, da ginastica e da cultura popular. Trabalho dialogando com múltiplas linguagens através do circo. Principais Prêmios recebidos: - Edital Aldir Blanc Juventude Ativa, República de Emaús (2020); - Edital de Circo Aldir Blanc da Prefeitura de Belém (2020); - Prêmio de Artes da Fundação Palmares (2021); - Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22); - Prêmio PREAMAR de incentivo á Cultura FCP (2022); - Funarte Retomada Circo (2023); Funarte de circo carequinha (2023); LPG -Secult PA; Edital de apoio a projetos “II Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2024) Principais participações em eventos: - Natal da Prefeitura de Castanhal (2018-2020); - Festival de Circo de Taquaruçu, Palmas-Tocantins (2017 e 2019); - XX Convenção Brasileira de Malabares e Circo, Euzébio-Ceará (2020); - Festival Encena na Rua Edição Especial Pará (2022); - Festival de Solos do Pará, Santarém-Pará (2023);- Festival de Teatro do Tapajós, Santarém-Pará (2023); Picadeiro Móvel - Sesc RJ (2024). NIELSON RODRIGO BARROS (RODRIGO ETHNOS, TATA KAFUNGUEGI NO CANDOMBLÉ); CPF 710.258.982-49; Função: Direção Musical, percussionista, cantor, malabarista e palhaço; Raça/Cor/Etnia: branco; Gênero: homem; Nome artístico: Rodrigo Ethnos. Nome de Terreiro Tata Kafungueji. Foi titular pelo Pará do colegiado do setorial circo da CNPC 2015-2017; DIEGO ALESSANDRO SILVA DOS SANTOS (DIEGO VATTOS/LAPERCUSSA). CPF 770.560.602-00; Função: percussionista, ator e palhaço; Raça/Cor/Etnia: pardo; Gênero: homem; Principal Prêmio: Edital Tamba-Tajá - Pauta Residência - FCP (2023). YAN LUYD ALMEIDA MARTINS; CPF 025.438.972-40; Função: iluminador, bailarino profissional, cenógrafo e intérprete de libras; Raça/Cor/Etnia: pardo; Gênero: homem; Membro do Colegiado Estadual de Dança do Estado do Pará; LGBTQIa+ Premiações: - Edital Aldir Blanc Juventude Ativa, República de Emaús (2020); - Prêmio Aldir Blanc do Sesc-Pa (2020)- Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22); MARCIA MARIA PINTO DE ALMEIDA, CPF: 189.693.132-49, Função: figurinistas, aderecista, artesã e cenografa; Raça/Cor/Etnia: parda; Gênero: mulher; Premiações: - Edital Aldir Blanc Juventude Ativa, República de Emaús (2020); - Prêmio Aldir Blanc do Sesc-Pa (2020)- Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22); Prêmio de Artesanato da Lei Paulo Gustavo (2023), Secult-Pa. Trabalhos relevantes: Ambientação/decoração do Hangar Centro de Convenções para o MICBR 2023, cenografia da série Matriarcas da Amazônia (2024).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.