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PRONAC 2415616Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Transmissões: Diálogos Contínuos

SOMOS - COMUNICACAO, SAUDE E SEXUALIDADE
Solicitado
R$ 362,0 mil
Aprovado
R$ 362,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

"Transmissões: Diálogos Contínuos" propõe a seleção de artistas locais contemporâneos para criar obras em diálogo com o legado de artistas brasileiros cujas trajetórias foram atravessadas pela epidemia de HIV/Aids. O projeto contará com uma exposição no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul - MACRS, apresentando criações contemporâneas ao lado de obras históricas. O projeto inclui também um curso teórico, a publicação de um catálogo da exposição, a documentação do processo de criação em arquivo digital, além de atividades de mediação e democratização de acesso. O objetivo é fomentar a reflexão sobre o impacto contínuo do HIV/Aids no contexto nacional e a relevância da arte como veículo para a visibilidade, enfrentamento de estigmas e compreensão da epidemia desde seu início e até os dias atuais.

Sinopse

“Transmissões: Diálogos Contínuos” considera uma Exposição que estabelece diálogos entre passado e presente da arte brasileira em relação ao HIV/Aids, através de dois núcleos principais: um histórico, que reconstrói a importante exposição "Arte Contra Aids" (MACRS, 1994), e outro contemporâneo, apresentando novas produções de artistas locais contemporáneos. O projeto expositivo inclui instalações multimídia, fotografias, vídeos e obras em diversos suportes, além de rico material documental, proporcionando uma experiência reflexiva sobre arte, memória e ativismo.O projeto também considera uma Residência Artística colaborativa que reúne três artistas vivendo com HIV ou trabalhando com o tema para desenvolvimento de uma instalação audiovisual imersiva. Utilizando tecnologias digitais e arte generativa, os participantes trabalham com arquivos históricos do MACRS para criar novas narrativas sobre memória e experiência contemporânea do HIV/Aids.Além disso, será realizado o Curso teórico “Amor, desejo, morte”, que analisará as obras de Rafael França, Leonilson e Caio Fernando Abreu, artistas que emergiram no final dos anos 1970 e foram vitimados pela Aids. O curso explora como estes criadores abordaram temas como corpo, desejo e sexualidade em suas produções, estabelecendo conexões entre artes visuais e literatura brasileira.Considera também a publicação de um Catálogo bilíngue português/espanhol que documenta e expande o projeto através de ensaios críticos, entrevistas e amplo material visual. A obra reúne textos de pesquisadores e artistas sobre arte e HIV/Aids no Brasil, incluindo documentação histórica da exposição de 1994 e reflexões sobre práticas artísticas contemporâneas. Contém recursos de acessibilidade.Também, considera uma plataforma para Arquivo Digital do projeto, das obras, conteúdos, registros fotográficos e audiovisuais do processo de desenvolvimento e exposição, além de recursos digitais acessíveis para pessoas com deficiência (PcD), material de mediação para download, notícias e novidades e transparência do projeto.Além disso, será desenvolvido um programa de Mediação, facilitando o contato do público com a arte contemporânea e histórica, além de promover a saúde, cuidado, direitos e enfrentamento do HIV/Aids. Será desenvolvido um programa digital em pdf com esses conteúdos e metodologia de trabalho dirigido a educadores, o qual ficará disponível na plataforma digital do projeto. Além disso, serão oferecidas três (3) visitas guiadas com atividade de mediação e transporte gratuito para as comunidades beneficiárias.

Objetivos

Objetivo Geral: Fomentar o diálogo artístico intergeracional sobre HIV/Aids, promovendo reflexão crítica sobre seu impacto contínuo na arte e na sociedade, e contribuindo na preservação da memória artística relacionada ao enfrentamento da epidemia no contexto do Rio Grande do Sul e do Brasil. Objetivos Específicos: 1. Realizar uma (1) exposição no MACRS, no segundo semestre de 2025, apresentando obras contemporâneas, juntamente com acervo de obras históricas relacionadas ao tema do HIV/Aids. Oferecer 3 visitas guiadas com mediação, sendo uma (1) para Pessoas Com Deficiência (PcD) e 2 para pessoas de comunidades com menor acesso a equipamentos culturais. 2. Selecionar 3 artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul para o programa de residência artística, priorizando artistas LGBTI+, mulheres e grupos sub-representados, para criar novas obras em resposta ao legado de artistas vivendo com HIV/Aids ou afetados pela epidemia. 3. Produzir e publicar um catálogo bilíngue (português/espanhol) da exposição com uma tiragem impressa de 500 exemplares. 4. Realizar um (1) curso teórico aberto para estudantes, artistas e público interessado sobre as obras e os artistas Rafael França, Leonilson e Caio Fernando Abreu. 5. Realizar 2 mesas-redondas com artistas, profissionais de saúde e ativistas para discutir o impacto do HIV/Aids na arte e na sociedade. 6. Oferecer 5 oficinas de arte em comunidades com menor acesso a equipamentos culturais, destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, atingindo um total de 260 participantes. 7. Criar um arquivo digital acessível em formato de website e redes sociais, documentando o processo criativo dos artistas e a exposição, disponibilizando-o online para acesso público.

Justificativa

O projeto "Transmissões: Diálogos Contínuos" requer o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet) devido à sua natureza complexa e abrangente, que envolve múltiplos aspectos da produção cultural e artística. O financiamento através deste mecanismo é essencial para viabilizar um projeto que não apenas fomenta a criação artística contemporânea, mas também promove, preserva e reinterpreta um importante legado cultural relacionado ao HIV/Aids. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto promove o acesso à cultura através da exposição gratuita e do programa educativo, facilitando o contato do público com a arte contemporânea e histórica relacionada à promoção da saúde, direitos e enfrentamento do HIV/Aids. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Ao focar em artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul, o projeto valoriza e estimula a produção cultural regional. III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto apoia e difunde tanto o trabalho de artistas contemporâneos quanto o legado de artistas afetados pelo HIV/Aids, valorizando diversas manifestações culturais. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Ao priorizar artistas LGBTI+, mulheres e grupos sub-representados, o projeto protege e promove expressões culturais diversas e plurais. V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; O projeto contribui para a salvaguarda da memória artística relacionada ao HIV/Aids, preservando um importante aspecto da história cultural brasileira. VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Através da documentação e do arquivo digital, o projeto preserva importante patrimônio cultural imaterial relacionado à arte e ao HIV/Aids. VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; A abordagem do tema HIV/Aids nas artes é uma questão global, promove a consciência internacional e o diálogo cultural. IX - Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto foca exclusivamente na produção artística brasileira, tanto histórica quanto contemporânea. Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto alcançará: I - Incentivar a formação artística e cultural, mediante: b) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; O projeto oferece apoio financeiro e técnico aos artistas selecionados para criar novas obras. II - Fomentar a produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentários, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O projeto inclui a produção de uma exposição, a publicação de um catálogo e a criação de um arquivo digital. III - Preservar e difundir o patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O projeto contribui para a preservação e difusão do patrimônio artístico relacionado ao HIV/Aids. IV - Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto oferece acesso gratuito à exposição e às atividades educativas. V - Apoiar outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; O projeto envolve a contratação de serviços especializados para sua realização e pode incluir intercâmbios culturais.Portanto, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para viabilizar este projeto multifacetado, que contribui significativamente para os objetivos da Lei Rouanet em termos de produção, preservação e difusão cultural.

Estratégia de execução

Na data de envio desta adequação, o projeto conta com uma data definida pelo Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS) para a realização da exposição, que ocorrerá de 19 de junho a 10 de agosto de 2025.

Especificação técnica

1. EXPOSIÇÃO PRINCIPALA exposição, com duração de 52 dias na galeria Sotero Cosme do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, articula dois núcleos expositivos que estabelecem diálogos temporais sobre arte e HIV/Aids: um núcleo histórico, apresentando documentação original da exposição "Arte Contra Aids" (MACRS, 1994) em vitrines climatizadas e paineis expositivos, incluindo catálogo, fotografias, material de divulgação e documentos do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA-RS); e um núcleo contemporâneo, que abriga obras em diversos suportes e linguagens (instalações multimídia, séries fotográficas, videoinstalações, pinturas, esculturas e objetos) desenvolvidas por artistas que lidam com as questões tratadas na exposição através das lentes do presente, contando com infraestrutura técnica completa e recursos de acessibilidade, estabelecendo assim um diálogo direto entre passado e presente, memória e criação contemporânea no contexto da arte brasileira.Duração: 52 diasLocal: MACRS, Casa de Cultura Mario QuintanaEspaço: Galeria Sotero CosmePúblico-alvo: Público geral Classificação: Livre Conteúdo programático:Núcleo 1 - Documentação histórica da exposição Arte Contra Aids (1994)Núcleo 2 - Remontagens e revisitas de obras históricas de artistas que participaram originalmente da mostra, como Edilson Viriato (PR), Elida Tessler (RS), Leopoldo Plentz (RS), Vicente de Mello (RJ)Núcleo 3 - Acervo MACRS em diálogo, com obras de artistas como Mário Rohnelt (RS) e Rogério Nazari (RS)Núcleo 4 - Diálogos contemporâneos2. RESIDÊNCIA ARTÍSTICAA residência artística propõe o desenvolvimento de um trabalho colaborativo em arte e tecnologia, culminando em uma instalação audiovisual imersiva. O processo criativo se estrutura através de 6 encontros presenciais de 2 horas cada, nos quais os participantes trabalharão com material de arquivo do MACRS, especialmente relacionado à exposição "Arte Contra Aids" (1994). A metodologia baseia-se no conceito de "Matchmaking in the archive", estabelecendo diálogos entre arquivos históricos e criação contemporânea através de técnicas de arte generativa e tecnologias digitaisDuração: 3 mesesParticipantes: 3 pessoas convivendo com HIV e/ou artistas que trabalham com o temaClassificação: 18 anos Especificações técnicasa. Estrutura dos encontros- 6 encontros quinzenais de 2 horas- Local: MACRS- Capacidade: 3 artistas participantes + coordenadorb. Equipamentos necessários por encontro:- 2 projetores de alta definição (4000 lumens)- Sistema de som quadrifônico (4 caixas)- 20 placas de material plástico translúcido (3m cada)- Kit Arduino completo com: Sensores de presença Módulos de áudio digital Cabos e fonte de alimentação- HD externo SanDisk Extreme PRO V2 (1TB)c. Necessidades Técnicas Adicionais- Acesso ao acervo do MACRS- Espaço de trabalho com mesas e computadores- Conexão de internet estáve- Sistema de backup- Ferramentas básicas para montagem- Suportes para projetores e caixas de som 3. CATÁLOGOPúblico-alvo: Pesquisadores, artistas, educadores e público interessado Classificação: Livre Tiragem: 500 exemplares impressos e versão digitalIdiomas: Português e espanholEspecificações técnicas: Formato: 21 x 28 cm Páginas: 100 Estrutura editorial:1. Textos Curatoriais- Apresentação institucional (MACRS)- Texto curatorial principal pelos curadores- Texto histórico sobre a exposição Arte Contra Aids (1994)- Texto sobre a residência artística- Textos de parede e legendas ampliadas da exposição2. Ensaios Críticos- Dois ensaios sobre arte e HIV/Aids no Brasil- Um (1) ensaios sobre arquivo e memória- Um (1) ensaios sobre práticas artísticas contemporâneas- Um (1) ensaio sobre o programa educativo- Entrevistas com artistas participantes3. Documentação Visual- Registro fotográfico da exposição- Documentação da residência artística- Reprodução de obras- Material de arquivo histórico- Registro do programa público- Registro das ações educativas4. Material Educativo- Glossário de termos e conceitos- Propostas de atividades pedagógicas- Recursos de acessibilidadeAcabamento:- Capa dura com sobrecapa- Miolo em couché fosco 150g- Impressão 4/4 cores- Encadernação costurada- Guardas em color plus- Marcador de página em fitaConteúdo bilíngue:- Textos em português e espanhol- Revisão especializada- Tradução profissional- Revisão técnica de termos específicosProjeto gráfico:- Design contemporâneo- Hierarquia clara de informações- Amplo uso de imagens- Recursos gráficos de acessibilidade- Índice remissivo- Bibliografia comentadaDistribuição:- 250 exemplares para venda- 200 exemplares para contrapartidas sociais e distribuição institucional- 50 exemplares para divulgação e patrocinadoresVersão digital:- Ebook em formato PDF e ePub- Versão acessível para leitores de tel- Disponibilização gratuita online- QR codes ligando conteúdo impresso e digital 4. CURSO TEÓRICOO Curso teórico “Amor, desejo, morte”, analisará as obras de Rafael França, Leonilson e Caio Fernando Abreu, artistas que emergiram no final dos anos 1970 e foram vitimados pela Aids. O curso explora como estes criadores abordaram temas como corpo, desejo e sexualidade em suas produções, estabelecendo conexões entre artes visuais e literatura brasileira.Carga horária: 12 horas (4 encontros de 3 horas cada)Ministrante: Veronica StiggerPúblico-alvo: Estudantes, artistas e público interessado Classificação: 16 anos Conteúdo programático:Rafael França: Amor, desejo e morteCorpo e erotismo na obra de LeonilsonA escrita do desejo em Caio Fernando AbreuDiálogos e interseções entre os três artistas5. MESAS REDONDASO projeto prevê a realização de duas mesas-redondas com a participação de artistas, profissionais de saúde e ativistas, com o objetivo de discutir o impacto do HIV/Aids na arte e na sociedade brasileira. Esses encontros proporcionarão um espaço de diálogo interdisciplinar, onde diferentes perspectivas poderão ser compartilhadas, promovendo uma reflexão profunda sobre as interseções entre saúde, cultura e direitos humanos.Público-alvo: público geral, pessoas das artes, da saúde e ativistas.Classificação: Livre.Composição das mesas: Representantes de ONGs que trabalham com direitos humanos, HIV/Aids, população LGBTQIPNA+, representantes coletivos artísticos, representantes dos órgãos da Prefeitura e ou do Estado.6. OFICINAS DE ARTE E MEDIAÇÃOSerão realizadas oficinas de arte em comunidades com menor acesso a equipamentos culturais, destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. O programa de mediação ficará disponível para os mediadores das instituições públicas e também para demais interessados como artistas, educadores e pessoas com interesse nos temas do HIV/Aids a partir da arte. O cerne deste programa é partir da materialidade das obras para desencadear debates socioculturais.Público-alvo: Educadores e estudantes de instituições públicas de ensino, outros educadores, artistas, e estudantes de artes, história e áreas afins. Classificação: 16 anosConteúdo programático oficinas e programa- História da Aids na arte brasileira- Técnicas de mediação em arte contemporânea- Práticas de acessibilidade em exposições- Desenvolvimento de roteiros de mediação6. ARQUIVO DIGITALSerá criada uma plataforma digital própria online dedicada ao projeto, onde serão disponibilizados diferentes recursos, conteúdos e registros do projeto com o objetivo de preservar material de alta relevância histórica. O arquivo visa cumplir com as medidas de acesso e democratização do acesso, contendo:- Documentação sobre o processo criativo dos artistas.- Catálogo em versão digital.- Vídeos do curso, mesas-redondas e oficinas, além de registros das atividades de residência artística, exposição, e visitas guiadas.- Galeria de imagens das obras e registros das atividades.- Material de mediação para download.

Acessibilidade

O projeto "Transmissões: Diálogos Contínuos" implementará medidas abrangentes de acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, garantindo que Pessoas com Deficiência (PCD) possam participar plenamente da exposição e das atividades relacionadas. Acessibilidade Física: 1. Espaço Expositivo MACRS, Galeria Sotero Cosme:- Verificação e adequação de todas as entradas com rampas de acesso- Elevador caso haja mais de um andar- Instalação de piso tátil direcional e de alerta- Garantia de circulação adequada entre obras (mínimo 90cm)- Altura apropriada para obras e textos (entre 0,90m e 1,40m do piso)- Bancos de descanso ao longo do percurso expositivo- Mapas táteis da exposição- Sinalização visual clara e contrastante- Banheiros acessíveis- Barras de apoio em sanitários instaladas conforme norma ABNT NBR 9050- Lavatórios e acessórios em altura adequada 2. Espaço oficinas e mesas redondas:- Verificação e adequação de todas os acessos com rampas- Rotas acessíveis: corredores e portas com mínimos de largura- Elevador caso haja mais de um andar- Mesas e cadeiras adaptadas- Distribuição do mobiliário- Sinalização em braille- Banheiros acessíveis- Barras de apoio em sanitários instaladas conforme norma ABNT NBR 9050- Lavatórios e acessórios em altura adequada Acessibilidade de Conteúdo: 1. Recursos para Pessoas com Deficiência Visual:- Audiodescrição profissional de todas as obras- Maquetes táteis de obras selecionadas- Visitas guiadas com experiências sensoriais 2. Recursos para Pessoas com Deficiência Auditiva:- Intérprete de Libras em todas as atividades programadas- Vídeos com legendas- Atividades de mediação em Libras- QR codes junto às obras com texto descriptivo. 3. Recursos para Pessoas com Deficiência Intelectual:- Textos em linguagem simples e clara- Visitas guiadas específicas 4. Capacitação da Equipe:- Treinamento da equipe para atendimento a pessoas com deficiência- Preparação de mediadores para diferentes públicos- Orientação sobre uso adequado dos recursos de acessibilidade 5. Comunicação e Acervo Digital:- Website acessível seguindo diretrizes WCAG 2.1- Vídeos com legendas e audiodescrição- Textos descriptivos para imagens- Compatibilidade com leitores de tela 6. Agendamento Especial:- Horários específicos para visitas de grupos com necessidades especiais- Atendimento personalizado mediante agendamento- Flexibilidade para adequar a visita às necessidades específicas 7. Catálogo- Tipografia e formatação: fonte legível e espaçamento adequado- Contraste e cores- Elementos visuais: descrições textuais para imagens - Organização e navegação- Formato físico: papel fosco, encadernação prática- Recursos compkementares: QR codes e audio descrição- Versão digital acessível O projeto seguirá todas as normas técnicas pertinentes (ABNT NBR 9050, NBR 16537, entre outras) e contará com consultoria especializada em acessibilidade para garantir a adequação de todos os recursos e serviços. Será realizada avaliação contínua das medidas implementadas, com possibilidade de ajustes e melhorias durante a execução do projeto.

Democratização do acesso

O projeto "Transmissões: Diálogos Contínuos" adotará múltiplas medidas de ampliação de acesso, conforme o artigo 28 da IN nº 01/2023, visando garantir a maior democratização possível do acesso à exposição e às atividades relacionadas. As principais medidas são: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal: Será criada uma plataforma online (site e Instagram) dedicada ao projeto, onde serão disponibilizados: a. Vídeos do curso, mesas-redondas e oficinas, além de registros das atividades de residência artística, exposição, e visitas guiadas.b. Documentação sobre o processo criativo dos artistas disponível virtualmente.c. Galeria de imagens das obras.d. Material de mediação em PDF para download.VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas: As seguintes atividades paralelas gratuitas serão realizadas: a. Duas (2) mesas-redondas com artistas, profissionais de saúde e ativistas.b. Cinco (5) oficinas de arte em comunidades com menor acesso a equipamentos culturais.c. Três (3) visitas guiadas com mediação e transporte gratuito para as comunidades.I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento): a. 40% dos catálogos produzidos (200 unidades) serão doados para bibliotecas públicas, escolas e organizações culturais e de saúde do Rio Grande Sul. Além disso, o projeto implementará as seguintes medidas adicionais de ampliação de acesso: a. Gratuidade total: A entrada para a exposição no MACRS será gratuita durante todo o período, garantindo acesso irrestrito ao público.b. Ações educativas inclusivas:- Visita guiada em Libras para a comunidade surda- Audiodescrição da exposição para pessoas com deficiência visualc. Programa de mediação jovem:- Visitas guiadas para pessoas de comunidades com menor acesso a equipamentos culturais.- Treinamento de jovens da comunidade local como mediadores da exposição, promovendo engajamento e formação profissionald. Parcerias com organizações de saúde:- Colaboração com outras ONGs e serviços de saúde para realização de ações de conscientização sobre HIV/Aids durante a exposiçãoe. Programa de voluntariado:- Oportunidades para membros da comunidade participarem ativamente na realização do projeto Forma de distribuição e comercialização: a. A exposição principal no MACRS será de acesso totalmente gratuito.b. O catálogo da exposição será distribuido gratuitamente na loja do museu. 20% da tiragem será destinada à divulgação e patrocinadores.c. As atividades paralelas: curso, mesas e oficinas, serão gratuitas, com inscrição prévia para controle de capacidade.d. O conteúdo digital será disponibilizado gratuitamente na plataforma online do projeto.Através destas medidas, o projeto "Transmissões: Diálogos Contínuos" busca garantir amplo acesso do público à exposição e suas atividades relacionadas, promovendo a democratização cultural e alcançando diversos segmentos da sociedade, especialmente aqueles com menor acesso a equipamentos culturais.

Ficha técnica

Caio Klein - ONG SomosFunções: Direção executiva. Articulação com comunidade.Currículo: Advogado e diretor-executivo da Somos - Comunicação, Saúde e Sexualidade. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais (2013) e Mestre em Ciências Criminais (2016) pela PUCRS, Doutor em Saúde Coletiva (2023) pela Unisinos. Presidente do Conselho Estadual de Promoção dos Direitos LGBT do Rio Grande do Sul, da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. Atua desde 2012 em atividades de educação em direitos humanos, com ênfase em diversidade sexual e de gênero, e tem experiência na abordagem do tema com diferentes públicos, como profissionais de saúde e educação, segurança pública e sistema prisional, membros do Poder Judiciário e sistema de justiça, além de empresas e outras organizações sociais. Na área da cultura, atuou junto à Somos nos projetos Transviados (SES/RS), Qual é a sua? (Schörer Fundation), Close - Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual (MinC); e coordenou o projeto Plural Lab+ (Fundação Marcopolo - Lei Aldir Blanc).João de FreitasFunções: Direção artística. Pesquisa e documentação, articulação internacional.Currículo: Realizador audiovisual e pesquisador, com formação em Direito (PUC-SP) e Mestrado em Estudos Liberais (The New School - NY). Dirigiu "Heterotopias" (2020), premiado como Melhor Filme na categoria Entre Rios no 4º Festival de Cinema Latino-Americano 3 Margens, e selecionado para festivais internacionais, incluindo o 11º Festival Internacional de Cinema de Pequim. Como pesquisador, atua na intersecção entre artes visuais e memória cultural, tendo trabalhado no Vera List Center for Art and Politics (NY) e no 9/11 Memorial Museum. Atualmente desenvolve o projeto de documentário "Vermelho Como Fogo", sobre a preservação da memória cultural brasileira.Sebastián InostrozaFunções: Produção executiva. Coordenação geral.Currículo: Comunicador audiovisual, formado pelo DUOC UC de Chile, diplomado em Gestão Cultural da PUC Chile e Criativo Publicitário da Underground Escola de Criativos, da Argentina. Residente em Porto Alegre, há 4 anos. Trabalhou junto com a direção do Santiago Festival Internacional de Cinema de Santiago, SANFIC e mais tarde na difusão e comunicação de vários filmes da distribuidora de cinema independente, Storyboard Media. Em 2015 fundou o AMOR Festival Internacional de Cinema LGBT+, onde atualmente permanece como diretor artístico e curador. Atualmente também trabalha no desenvolvimento de projetos e eventos audiovisuais para a cidade de Porto Alegre.Ricardo AyresFunções: Curadoria geral. Coordenação editorial da publicação.Currículo: Historiador da Arte, professor e artista visual. Doutor (2020) e Mestre (2015) em Artes Visuais pelo (PPGAV/UFRGS, Porto Alegre). Bacharel (2013) em Artes Visuais (FURG, Rio Grande), com período de mobilidade acadêmica (2012) em Antropologia (ISCSP/UTL, Lisboa). Licenciado (2023) em Artes Visuais (IFSUL, Pelotas) Professor do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas. Suas pesquisas poéticas e teóricas orbitam o corpo, o cotidiano e a sexualidade: no âmbito acadêmico, dedica especial atenção ao tema do HIV/aids em relação ao campo das artes visuais, desenvolvendo pesquisas que relacionam o contexto brasileiro com o estadunidense, europeu e latino-americano. Participa regularmente de exposições coletivas além de atuar eventualmente como curador. Foi produtor e fundador, junto à Claudia Paim, do ruído.gesto ação e performance, evento de performance realizado na cidade de Rio Grande, que contou com cinco edições entre os anos de 2011 e 2016. Trabalha principalmente com fotografia, colagem, desenho, objetos, performance e com cruzamentos entre essas e outras linguagens. Colabora com a curadoria e produção do FUNDO – Festival Internacional de Performance (2023-), realizado em Pelotas em parceria com Martha Gofre. Entre suas curadorias se destacam Jogar Verde para Colher Maduro, Caiza Cultural Curitiba (2024); Isabela Picheth – Despir a pele, vestir o corpo, Caixa Cultural Curitiba, (2023); Reflexos, de Verônica Vaz, Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, Porto Alegre (2019); Abaixo, Espaço de Arte Mello da Costa – Museu da Bibliotheca Pública Pelotense, Pelotas (2017); ruído.gesto: e as cinco edições do festival ruído.gesto/ação& performance, em colaboração com Claudia Paim, ncorpoimagem, Rio grande (2016, 2015, 2014, 2013, 2011). Vive e trabalha em Pelotas. Matheus Da RochaFunções: Artista convidado. Coordenador de residência artísticaCurrículo: Nascido em Caxias do Sul, Brasil, em 1996, formou-se em tecnologias digitais em 2018 na Universidade de Caxias do Sul. Entre 2016 e 2017 realizou um período de estudos na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em Portugal, onde iniciou a sua produção artística em arte e tecnologia. Em 2020 concluiu o mestrado em artes visuais pela Universidade de São Paulo, instituição na qual atualmente desenvolve sua pesquisa de doutorado, com período na Universidad Politénica de Valencia, Espanha. É membro do grupo Poéticas Digitais e do Laboratório de Antropologia Multimídia da Universidade de Londres. Desenvolve trabalhos na interseção entre arte, ciência e filosofia, investigando formas de repensar a tecnologia a partir da arte. Ele está interessado em diversidades cosmotécnicas e em combinar pensamento ecológico decolonial com know-how técnico. Recentemente tem desenvolvido sua prática em colaboração com as comunidades indígenas Guarani e Kaiowá no Brasil. Já expôs no Brasil e no exterior, em países como: Argentina, Portugal, Áustria, China e Itália. Recebeu o prêmio da categoria web arte do 67º Salão de Arte Contemporânea do Paraná.Veronica StiggerFunções: Palestrante. Texto curatorial para publicação.Currículo: Escritora, crítica de arte, curadora independente e professora universitária. Doutorou-se em Teoria e Crítica de Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e realizou pesquisas de pós-doutorado junto à Università degli Studi di Roma “La Sapienza”, ao Museu de Arte Contemporânea da USP e ao Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp. Foi curadora, entre outras, das exposições Maria Martins: metamorfoses e O útero do mundo, ambas no Museu de Arte Moderna de São Paulo (2013 e 2016). Com Eucanaã Ferraz, assinou a curadoria da exposição Constelação Clarice (2021-2022), no Instituto Moreira Salles (IMS), e com Eduardo Sterzi e Marta Mestre, a da Desvairar 22 (2022), no Sesc Pinheiros. Com a exposição sobre Maria Martins, angariou o Grande Prêmio da Crítica da APCA e o Prêmio Maria Eugênia Franco, concedido pela ABCA, para melhor curadoria do ano. Pela exposição O útero do mundo, foi uma das três finalistas do Prêmio Maria Eugênia Franco. Entre seus 14 livros de ficção publicados, estão Opisanie świata (2013), Sul (2016), Sombrio ermo turvo (2019) e Krakatoa (2024). Com Opisanie świata, seu primeiro romance, recebeu os prêmios Machado de Assis, São Paulo (autor estreante) e Açorianos (narrativa longa). Com Sul, ganhou o Prêmio Jabuti. Sombrio ermo turvo, por sua vez, foi finalista dos prêmios Jabuti, Oceanos, AGEs e Minuano.Caio MeirellesFunções: Pesquisador convidado. Texto para publicação. Currículo: Arquiteto e museólogo, desenvolve projetos relacionados à gestão de acervos híbridos e pesquisa curatorial. Após 10 anos trabalhando com exposições, escritórios e galerias de arte, atualmente faz parte do Núcleo de Informação & Difusão Digital do Itaú Cultural e, paralelamente, organiza cursos e presta consultorias referentes à conservação de instalações e outras obras de arte multimídia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.