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PRONAC 2415619Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O MAR DE CAYMMI

ILMA DE MATOS NASCIMENTO
Solicitado
R$ 688,5 mil
Aprovado
R$ 688,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-01-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (5)
Salvador BahiaFortaleza CearáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto propõe a circulação do musical O Mar de Caymmi nas cidades de Salvador(BA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), no período de abril a outubro de 2025. Encenado pela Cia. Brasil de Teatro, com texto de Ilma Nascimento e direção cênica de Agamenon de Abreu, o espetáculo teve estreia na capital baiana em setembro de 2024, graças ao edital Gregórios ano III, através de recursos da LPG. Fortalecidos com o grande sucesso de público e crítica desta primeira temporada, propomos a realização de doze apresentações do espetáculo em Salvador e duas apresentações nas demais cidades, todas em locais com acessibilidade arquitetônicas. As apresentações terão preços populares e acessibilidade para pessoas com deficiências visual e auditiva.

Sinopse

O MAR DE CAYMMI, faz um mergulho na obra de Dorival Caymmi a partir da sua poética, com incursões pelos acontecimentos que influenciaram decisivamente o seu trabalho artístico. O espetáculo, criado a partir do texto de Ilma Nascimento, tem o mar como fio condutor e metafórico da vida e obra musical desse grande artista. De atmosfera lírica e imagética, a montagem, que tem estética que valoriza o visual, o plástico, entremeia textos sobre o compositor e canções representativas das várias fases criativas desse gênio baiano, com memórias dos artistas em cena. As canções são executadas ao vivo pelo elenco formado por Ilma Nascimento, Janaína Carvalho, Pedro de Rosa Morais, Sandra Simões, integrantes da Cia Brasil de Teatro, que dividem o palco com a atriz convidada Silara Aguiar e os músicos Gabriel Caldas e Leonardo Bittencourt. Vozes, violão, guitarra, violoncelo, ukulelê, escaleta e percussão compõem a instrumentação deste trabalho que tem direção musical de Luciano Bahia.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar a circulação do musical O Mar de Caymmi em Salvador (BA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), no período de abril a outubro de 2025. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar uma temporada de 12 apresentações do musical O Mar de Caymmi em Salvador (BA) com ingressos a preços populares e em espaços com acessibilidade arquitetônica; Realizar duas apresentações do musical O Mar de Caymmi nas cidades de Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) com ingressos a preços populares e em espaços com acessibilidade arquitetônica; Realizar em Salvador, quatro apresentações do espetáculo O Mar de Caymmi acessíveis para PCDs, sendo duas para pessoas com deficiência auditiva e duas para pessoas com deficiência visual; Realizar em Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), uma apresentação do espetáculo O Mar de Caymmi acessível para pessoas com deficiências auditiva e visual; Em cada apresentação, destinar 20% dos ingressos para alunos de escola pública, assim como PCDs e neurodivergentes assistidos por instituições. Realizar em cada cidade, bate papo após o espetáculo em 50% das apresentações; Tornar conhecido o trabalho da Cia. Brasil de Teatro para além da capital baiana; Contribuir com a difusão da obra do mestre Dorival Caymmi.

Justificativa

O MAR DE CAYMMI faz um mergulho na obra de Dorival Caymmi a partir da sua poética, com incursões pelos acontecimentos que influenciaram decisivamente o seu trabalho artístico. O texto de Ilma Nascimento, que entremeia falas sobre o compositor com canções representativas das várias fases criativas do artista, tem o mar como fio condutor e metafórico da vida e obra desse grande gênio baiano. O espetáculo, dirigido por Agamenon de Abreu, que também assina a direção de arte da montagem, tem como concepção cênica o princípio da visualidade, sendo parte dela os elementos intuídos, cantados e en-cantados por Caymmi, como o mar, as mulheres, a vida na velha São Salvador, o amor, os orixás, que surgem ora mencionados nas músicas e relatos entoados pelo elenco, ora como sobreposições de camadas visuais nos objetos que entram em cena e nas projeções abstratas e figurativas do universo encenado. O espetáculo desperta memórias dos artistas em cena e aspira aguçar a audição, visão e memória de quem assiste. O MAR DE CAYMMI é teatro-imagem e também um misto de teatro e show, onde a música, executada ao vivo pelo elenco formado por Ilma Nascimento, Janaína Carvalho, Pedro de Rosa Morais e Sandra Simões, integrantes da Cia. Brasil de Teatro, tem papel fundamental na encenação. A montagem conta ainda com a atriz Silara Aguiar, especialmente convidada para este trabalho, e os músicos Gabriel Caldas e Leonardo Bittencourt. Vozes, violão, teclado, guitarra, violoncelo, ukulelê e percussão compõem a instrumentação deste trabalho que tem direção de Luciano Bahia. Caymmi, que nasceu em Salvador em 30 de abril de 1914, se utilizou de recursos composicionais à frente de seu tempo, inaugurando a moderna música popular brasileira e angariando inúmeros seguidores. Com seu interesse antropológico pelas manifestações do povo, transpôs para as suas músicas muito da cultura popular de sua terra e com sua inteligência e criatividade fez das suas canções crônicas de uma época. Figuras como Dorival Caymmi, que ajudaram a escrever uma nova página na história da música popular brasileira, merecem ser revisitadas, pesquisadas, estudadas, homenageadas, pois cada vez que olhamos para a sua produção artística, descobrimos algo novo e sua obra ganha um novo significado. É maravilhoso poder mergulhar na produção de um compositor que investe em caminhos criativos tão diversos, cuja poética traduz uma cosmovisão que ainda tem muito por desvendar, que é tão meticuloso na sua criação, tão respeitoso do tempo das coisas. Fazer dialogar todo este repertório no palco, com textos, cenas, imagens, movimento é tentar apresentar Caymmi em múltiplas camadas, fazendo jus à sua complexidade; é buscar capturar do espectador um novo olhar e um novo sentido para a sua obra. Para nós artistas, que nos debruçamos na criação de "O Mar de Caymmi", foi uma grande experiência olhar para as canções de Caymmi a partir de outras perspectivas traduzindo nesta montagem novas teses sobre a produção do compositor. Este projeto, caso venha a ser contemplado, oportunizará a circulação de mais um trabalho da Cia. Brasil de Teatro, que em 2025 completa 23 anos de atividade. Isso seguramente é um grande apoio para a continuidade do trabalho do grupo, que, como boa parte dos coletivos baianos, labutam para se manterem existindo. O musical O Mar de Caymmi, contemplado pelo edital Gregórios ano III, da Fundação Gregórios de Mattos, com recursos da LPG, teve estreia em setembro de 2024, no Teatro Sesi Rio Vermelho, e seguiu temporada neste espaço com todas as sessões lotadas. Os depoimentos após as apresentações e as reverberações do espetáculo nas redes sociais mostram que o espetáculo conquistou o público e a crítica especializada. Daí nasce o desejo dessa circulação. Fazer chegar à mais pessoas, a obra do mestre Dorival Caymmi e também este trabalho, fruto da trajetória e amadurecimento da Cia. Brasil de Teatro. Nunca é demais cantar Caymmi. Nunca é demais falar sobre Caymmi. Embora o imaginário caymmiano continue vivo e pulsante, sua obra ainda não chegou para muitos na diversidade, riqueza e profundidade que lhe são peculiares. O MAR DE CAYMMI busca homenagear a memória desse grande artista da música brasileira, assim como contribuir para a difusão da sua pujante arte afro brasileira.

Especificação técnica

O musical o Mar de Caymmi consiste numa apresentação de forte apelo visual que mistura música e cena. O texto sobre a vida e obra do compositor se mistura às memórias do elenco e é entremeado por canções representativas das várias fases criativas da produção do artista, executadas ao vivo pelo elenco. Com tempo de duração de 1 hora, o espetáculo conta com a seguinte instrumentação: 4 vozes, guitarra, violoncelo, violão, ukulelê, escaleta e percuteria.

Acessibilidade

O projeto acontecerá em locais com acessibilidade física, a exemplo de rampas e áreas de circulação, além de dependências que garantam o acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. No que diz respeito a acessibilidade de conteúdo, estão previstas em Salvador duas apresentações com tradução em LIBRAS e duas com áudio-descrição e visita tátil antes da apresentação e, nas demais cidades, uma apresentação com Libras e áudio descrição. Mediadores capacitados no quesito acessibilidade recepcionarão os espectadores com diferentes deficiências de modo a munir o projeto de acessibilidade atitudinal. Para que a divulgação alcance de forma eficiente as pessoas com deficiência, além da comunicação geral acessível, com legendas para vídeos e textos alternativos para imagem, faremos contato com instituições de atendimento à PCDs para facilitar o acesso destas pessoas ao projeto.

Democratização do acesso

Venda de ingressos a preços populares; Doação de 20% dos ingressos para distribuição gratuita entre estudantes e professores de escola pública, como também instituições que atendem pessoas com deficiência intelectual, auditiva, visual e Transtorno do Espectro Autista (TEA). Este público será formado com a ajuda do mediador cultural contratado para este projeto; disponibilização de transporte (van de 15 lugares) durante os dias de espetáculos, para facilitar o transporte do público mediado.

Ficha técnica

Ilma Nascimento (cantora/atriz/autora) É graduada em Música e Mestra em Cultura e Sociedade, ambos pela UFBA. Produtora cultural, musicista e dramaturga, é autora de diversos textos teatrais, com destaque para “História de uma Caixola” (2003), “Rádio Biruta FM” (2005, Prêmio Braskem de Teatro de Melhor Espetáculo Infantojuvenil), “Comadre Florzinha, Dona Onça e os Cachorros Fujões” (2007, Prêmio Myriam Muniz de Teatro), “As Rimas de Catarina” (2011, Prêmio Braskem de Teatro de Melhor Espetáculo Infantojuvenil), “A Ave” (2013), “Espanca: um drama em flor” (2017), “Xô Xuá - Um Samba Para Riachão” (2021), O Mar de Caymmi (2024, vencedor do Edital Gregórios ano III)). É autora das radionovelas “O Cigano” (2011) e “Dublê de Cantor” (2011), veiculadas pela Rádio Educadora. Escreveu “As Penitentes da Freguesia” (2004), especial produzido pelo Pote (TVEIRDEB), e o roteiro do curta-metragem “Caçadores de Saci” (2005), de Sofia Federico, premiado pelo Curta Criança, do Ministério da Cultura. Agamenon de Abreu (diretor/cenógrafo/figurinista) É ator, produtor, diretor, cenógrafo, maquiador, aderecista, figurinista e designer. Doutor e mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação da UFBA. Ministrou aulas de Movimento, Cenografia, Figurino e Maquiagem na UNB e Unijorge. Atualmente é professor de Cenografia, Teatro de Formas Animadas e Artes Visuais pela Escola de Teatro da UFBA. Como diretor, cenógrafo e figurinista atuou nos seguintes trabalhos: “Dandara na Terra dos Palmares” "XôXuá,Um Samba para Riachão", Teatro La Independencia”, "Mesmo Sem Te Tocar", “Sublime é a Noite”;“Cazumba, a Força do Babaçu”"Avesso"(prêmio Braskem de Teatro de 2016); "As Confrarias” (prêmio Braskem de Teatro em 2015); “The Amazon” (cenógrafo); “O Segredo da Arca de Trancoso”(prêmio Braskem de Teatro em 2013); “Dorotéia”; “O Sapato do Meu Tio” (prêmio Braskem de Teatro, júri oficial, em 2008) e outros. Luciano Salvador Bahia (diretor musical/arranjador) Violonista, pianista e compositor. Desde 1989 produz trilhas sonoras e dirige musicalmente espetáculos de dança e teatro, tendo trabalhado nesta função com Joao Falcão, Omar Porras, Jose Possi Neto, dentre outros. Em 2004 ganha o Troféu Caymmi com a canção “Queda”, e em 2005 recebe o “Prêmio Braskem de Cultura e Arte”, gravando o CD “1”, com a participação da cantora Elza Soares. Em 2014 lança seu segundo álbum "Abstraia, Baby" pelo selo carioca “Dubas”, com distribuição da Universal Music e participações especiais de Eduardo Dussek e Ava Rocha. Esse CD recebe indicação ao Prêmio da Musica Brasileira de 2015 na Categoria MELHOR ALBUM DE CANCAO POPULAR. A música "Tango do Mal" (na gravação de Simone Mazzer) entra para a trilha da novela “Babilônia”, da Rede Globo. Em 2016 passa a integrar o time de curadores nacionais do NATURA MUSICAL em São Paulo. Na área de Audiovisual, Luciano já compôs inúmeras trilhas para curtas-metragens, longa metragens, vídeo-arte, series, documentários, etc. Em 2019 ganha o Premio BRASKEM de Teatro na categoria Especial, pelo conjunto das Direções Musicais do ano de 2018. Sandra Simões (cantora/atriz) Cantora, compositora, atriz, educadora, integrante da Cia. Brasil de Teatro. Lançou o álbum Sou Bamba e Rock in Roll com a participação de grandes nomes da música brasileira. Foi responsável pelos projetos Coletivo Circo dá Samba e o Samba Urbano. Desenvolve carreira solo, tendo em sua trajetória um repertório de shows, a exemplo, de Cantando Veloso e Sou Bamba e Rock'n Roll, show do seu álbum, que abriu o mercado internacional para a cantora que já fez quatro turnês na Europa. Tem se destacado na composição e conquistado outras vozes pelo Brasil. Assina a trilha do musical infantil VILA ABCD; a trilha do curta Facão (selecionado para mostras internacionais como: Nukhu Fest em Nova Iorque EUA); teve 3 canções de sua autoria na trilha da série Pequeno Gigante. Tteve canções gravadas pela cantora Ana Paula Albuquerque no disco Omaremim e pela cantora Fabiana Cozza no disco Dos Santos. Atualmente está na Pré produção do seu novo CD autoral. Janaína Carvalho (cantora/atriz) Cantora e atriz formada pela UFBa, transita pelo canto lírico, música popular e teatro. É integrante da Cia Brasil de Teatro. Como soprano solista, realizou o “Recital Cênico” (2021) e participou do Laboratório de Ópera da UFBA (2018 e 2019). Participou como corista de diversas produções, como a “Ópera dos Terreiros”, do maestro italiano Aldo Brizzi (2020), “Lídia de Oxum”, com regência de Carlos Prazeres (2019), e “I pagliacci” de Leoncavallo (2013), regida por José Maurício Brandão, entre outras. Atuou também em espetáculos musicais como MPB – Mulher Popular Brasileira (2010), Mulheres de Holanda (2002), Potato Pum (2001 e 1994), Do outro lado do mundo (2000). Trabalhou como radioatriz nas radionovelas O cigano, Dublê de cantor e O samba de Lucas (IRDEB, 2010). Na música popular, recebeu o Prêmio de Melhor Intérprete Vocal no VIII Festival de Música da Educadora FM (2010) e participou do 4o Prêmio Visa MPB – Edição Vocal (2002). Pedro de Rosa Morais (cantor/ator) Ator, cantor, produtor cultural e jardineiro. Participou como ator das seguintes produções: Coro de Palhaços (direção de Fernando Guerreiro); Potato Pum (direção de Márcio Meireles); Óperam Negra Lídia de Oxum (direção de Paulo Dourado); A Bússola de Úrsula (direção de Claúdio Simões); Quem não tem cão caça com gato (direção de Fábio Espírito Santo); Fatzer (direção de Márcio Meirelle); História de uma Caixola, Rádio Biruta FM e Comadre Florzinha, Dona Onça e os Cachorros Fujões (direção de João Lima); Uma Mulher Vestida de Sol (direção de Natam Marques). Como cantor participou das seguintes produções:Show “As rosas não falam-100 anos de Cartola” (solo), Show Quem há de Dizer - Homenagem a Lupicinio Rodrigues (solo), Show Naquele Tempo - homenagem ao cancioneiro Popular, Show "Afrobailão" com a cantora Nara Gil, Espetaculo Assis não Fez Bobagem " homenagem a Assis Valente; " Outras Melodias " homenageando Luiz Melodia, dentre outros. Silara Aguiar (atriz) Atriz da cena teatral, estudante do curso: Licenciatura em Teatro na Universidade Federal da Bahia, educadora em teatro, bombeira civil e afro-empreendedora. Silara Aguiar, em suas formações: inicia sua carreira como atriz em 2015 e nunca mais parou. Destacando-se nos espetáculos teatrais: Na Fila, Madame Satã e Frida Kahlo. Tem como missão, fazer/mostrar/sentir a arte. Gabriel Caldas (músico) Músico multi-instrumentista e produtor musical, nascido em Salvador, Bahia. Violonista na orquestra de cordas dedilhadas no Neojiba. Com larga experiência na cena teatral, integrou a banda dos espetáculos Avesso (vencedor prêmio braskem de teatro na categoria “melhor espetáculo infanto- juvenil”), Flor de Julho, Zumbindo, O Jabuti e a Sabedoria do Mundo, Paco e o Tempo, dirigidos por Guilherme Hunder, e Caderno de Rimas do João e sem Rimas da Maria, direção de Débora Landim. Acompanha também artistas da cena contemporânea a exemplo de DAI, Iuna Falcão e Felipe Barros. Participou de gravações com os artistas Chester, Suede Nunes, Aila Menezes, Santes, dentre outros. Leonardo Bittencourt (músico) Músico e produtor musical. Diretor Musical da companhia Tribo, integrante da banda Canto dos Malditos Na Terra do Nunca, Integrou a Confraria da Bazófia, grupo com três álbuns lançados ao longo de sua trajetória e que contou com participações ao lado de artistas como: Tom Zé, Capinam, João Bosco, Gilberto Gil, Roberto Mendes, Lenine, Vânia Abreu, Lazzo, Márcia Short, Jorge Portugal, J. Veloso, entre outros. Como músico instrumentista, trabalhou ao lado de artistas como Jai Uttal, Caetano Veloso, Lázaro Ramos, Carlinhos Brown, além de atuar como músico instrumentista no cenário musical soteropolitano e em diversas peças teatrais. Trabalhou como diretor musical ao lado de diretores como Fernando Guerreiro, Márcio Meirelles, João Falcão.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.