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PRONAC 2415622Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Boca de Ouro

CLG - CLAUDIA GONDOMAR PROMOCOES LTDA
Solicitado
R$ 2,74 mi
Aprovado
R$ 2,74 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-03
Término
2026-01-31
Locais de realização (3)
Salvador BahiaRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto prevê criação, montagem,e apresentações do espetáculo "Boca de Ouro", de Nelson Rodrigues, um clássico da Dramaturgia Nacional. Em atendimento a atividade de contrapartida social, será realizada palestra/bate-papo.

Sinopse

Boca de Ouro foi parido num reservado de gafieira, e seu primeiro berço foi uma pia de banheiro onde a mãe o deixou, sob a torneira aberta, num batismo cruel e pagão. O menino cresce e se torna bicheiro temido e respeitado – uma figura quase mitológica na comunidade onde vive. Boca mandara arrancar todos os dentes, e implanta novas facetas feitas de ouro. Ele acreditava que seria enterrado em um caixão todo de ouro. Diziam que ficava com as mulheres de homens casados, e derretia suas alianças para fazer o caixão. Poderoso e carismático, mantinha o autocontrole desde que não falassem de sua mãe e de como nasceu numa pia de gafieira. O personagem é descrito através de três relatos diferentes, depois de sua morte. Fascinado com a história do contraventor, o jornalista Caveirinha procura uma ex amante do criminoso, D. Guigui para colher material para uma matéria. Os relatos dela refletem seu estado emocional. No primeiro momento, sem saber que Boca de Ouro está morto, ela o pinta como um homem cruel e insensível, capaz de matar o pobre diabo, inofensivo e covarde, Leleco, para ter a sua mulher, Celeste, fiel. Ao saber da morte do ex amante, ela chora e passa a elogiá-lo. Representa-o como um homem rigoroso que mata, mas não sem motivo, ao mesmo tempo em que difama seu atual marido. Conta a mesma história, mas, desta vez, revela uma Celeste nada fiel, e um Leleco não tão inofensivo. A forma elogiosa como passa a tratar o Boca de Ouro irrita o marido, que faz as malas e decide deixar a casa. Com a interferência do repórter Caveirinha, que se sente responsável pela separação, os dois se reconciliam. D. Guigui conta, então, uma terceira versão da mesma história sobre Boca de Ouro, na qual se revelam não só o seu poder e crueldade, mas também suas inseguranças. A exemplo de outras narrativas tipicamente rodrigueanas (como em Vestido de Noiva, Toda Nudez Será Castigada e Valsa Nº 6), Boca de Ouro também não apresenta a verdade objetiva dos fatos e, sim, a ótica distorcida pela emoção de sua ex amante.

Objetivos

Conforme o artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade:V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais.Objetivos gerais:- Valorizar a dramaturgia nacional como importante expressão artística;- Gerar oportunidades de trabalho no mercado cultural aonde o espetáculo se apresentar;- Propiciar ao espectador um espetáculo de excelência e qualidade;- Contribuir para o enriquecimento cultural dos espectadores;- Propor entretenimento e diversão às classes com acesso cultural restrito;- Incentivar a profissionalização do setor em todo o país.- Ampliar o acesso de pessoas com deficiência a atividades culturais com acessibilidade;- Divulgar amplamente o espetáculo como fonte de conhecimento e cultura através das redes sociais e jornais, mostrando a importância da lei de incentivo para realização desse tipo de evento.Objetivos específicos:- Construção, montagem e apresentações do espetáculo "Boca de Ouro"- Realizar no total de 59 apresentações, sendo temporadas nas cidades de São Paulo (24 apresentações), Rio de Janeiro (32 apresentações) e Salvador (03 apresentações)- Fomentar a cultura garantindo ingressos para formação de plateia;- Gerar empregos diretos e indiretos na ordem de aproximadamente 500 pessoas;- Visando atender a contrapartida social serão realizadas 02 palestras/bate-papo para um total de 500 alunos da rede pública de ensino, onde serão debatida as particularidades da montagem, a importância da obra de Nelson Rodrigues um dos maiores nomes da dramaturgia Brasileira.

Justificativa

Ao longo das décadas, a obra de Nelson se mostrou atemporal, dialogando sempre com temas pertinentes à realidade brasileira. Com Boca de Ouro não é diferente. E a inovação dramatúrgica apresentada neste texto é a narração da trajetória do protagonista, a partir de três pontos de vista distintos, que se alteram de acordo com as emoções da narradora, Dona Guigui, ex-amante do personagem título. Conforme seus sentimentos por Boca se modificam, ela apresenta uma nova versão deste "mitológico bicheiro". Aqui, Nelson propõe que não há uma verdade incontestável, mas inúmeras facetas de um personagem ou de uma situação, considerando que somos capazes de condenar ou absolver, dependendo do nosso vínculo afetivo. Depois do sucesso do espetáculo A Falecida, este projeto consolida o trabalho de uma equipe artística e técnica, capitaneada pelo Diretor Sergio Módena, sobre a obra de Nelson Rodrigues. Nessa montagem do clássico Boca de Ouro, propomos uma encenação atemporal para a peça, originalmente escrita em 65, trazendo Nelson para novas plateias, confirmando que além da crônica carioca, ele radiografa a miséria da alma humana, presente nos mais diversos lugares e épocas. A montagem revela uma dramaturgia Rodrigueana que transcende ao tempo, e nos faz compreender traços das nossas próprias angústias como indivíduos e como sociedade.Considerando a relevância do projeto, sua aprovação na Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização. Por se tratar de um espetáculo de excelência em qualidade teatral, o incentivo permitirá a execução plena do espetáculo. Desse modo, seguiremos contribuindo para fomentar a cultura e desenvolver a atividade cultural, econômica e artística de nosso país, conforme os objetivos e requisitos da Lei nº 8.313:Art. 1. Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.Art. 3. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;A referida proposta está enquadrada no segmento de artes cênicas e se enquadra no Artigo 18 da referida lei.

Estratégia de execução

Serão realizadas pelo proponente as seguintes funções remuneradas: Programação Visual: Cacau Gondomar (SÓCIA DA EMPRESA PROPONENTE) Direção de Produção: Ana Velloso e Cacau Gondomar (SÓCIA DA EMPRESA PROPONENTE) Coordenação Geral: Cacau Gondomar (SÓCIA DA EMPRESA PROPONENTE)

Especificação técnica

Espetáculo de artes cênicasRealização de 59 apresentações, sendo - 32 apresentações no Rio de Janeiro, 24 apresentações em São Paulo, 03 apresentações em Salvador.Duração do Espetáculo - Aproximadamete 120 minutosContrapartida socialVisando atender a contrapartida social serão realizadas 02 palestras para alunos e professores de redes públicas de ensino, sobre as particularidades doespetáculo.As palestras terão carga horária de 60 minutos.Público-alvo total – 500 alunos e professores da rede pública de ensino

Acessibilidade

Espetáculo de artes cênicasAcessibilidade física: Os teatros onde o espetáculo se apresentar atenderão à todas as exigências previstas por lei, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) e Decreto nº 9.404, de 2018, sobre a reserva de espaços e assentos, rampas de acesso e banheiros adaptados. Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física.Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais:Contratação do serviço de audiodescrição (em 13 apresentações, sendo 06 no Rio de Janeiro, 06 em São Paulo, 01 em Salvador)Item orçamentário: Serviço de audiodescriçãoAcessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos:Contratação do serviço de intérprete de libras (no mínimo em 13 apresentações, sendo 06 no Rio de Janeiro, 06 em São Paulo, 01 em Salvador)Item orçamentário: Intérprete de librasAcessibilidade de conteúdo para deficientes intelectuais:Monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.Item orçamentário: AssistentesContrapartida socialAcessibilidade física: O teatro selecionado para a realização da contrapartida social atenderá à todas as exigências previstas por lei, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) e Decreto nº 9.404, de 2018, sobre a reserva de espaços e assentos em teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares para pessoas com deficiência.Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física.Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais:Contratação do serviço de audiodescrição.Item orçamentário: Serviço de audiodescriçãoAcessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos:Contratação do serviço de intérprete de libras.Item orçamentário: Intérprete de librasAcessibilidade de conteúdo para deficientes intelectuais:Contratação de monitores treinados.Item orçamentário: Assistentes

Democratização do acesso

Espetáculo de artes cênicasAdotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso:- 10% dos ingressos serão destinados para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, conforme Art. 29, inciso II da IN 11/2024;- Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme Art. 29, inciso I da IN 11/2024;- Disponibilizaremos até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente, conforme Art. 29, inciso III da IN 11/2024;- 20% dos ingressos serão comercializados a preços populares em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente, conforme Art. 29 Inciso IV da IN 11/2024.Além disso, em cumprimento ao Artigo 32, inciso II da Instrução Normativa Nº 11 de 30 de Janeiro de 2024, adotaremos a seguinte medida:- Realização de 02 ensaios abertos, sendo 01 no Rio de Janeiro e 01 em São PauloContrapartida socialA contrapartida social conforme prevê a IN nº 11/2024 é uma ação formativa obrigatoriamente gratuita. Nesse sentido, será realizada uma palestra contandosobre as particularidades da montagem e a importância da dramaturgia de Nelson Rodrigues cena teatral Brasileira.

Ficha técnica

Autor: Nelson Rodrigues Idealização e direção: Sergio Módena Elenco Protagonista: Marcos PalmeiraElenco Principal: Ana Velloso, Gustavo Wabner e Carol CostaElenco Coadjuvante: 04 atores coadjuvantes serão selecionados em audiçõesCenário: André Cortez Direção Musical: Marco França Iluminação: Renato Machado Figurinos: Karen Brustollin Programação Visual: Cacau Gondomar (SÓCIA DA EMPRESA PROPONENTE) Produção Executiva: Ana Velloso e Vera Novello Direção de Produção: Ana Velloso e Cacau Gondomar CLG Promoções (SÓCIA DA EMPRESA PROPONENTE) Coordenação Geral: Cacau Gondomar (Cacau Gondomar SÓCIA DA EMPRESA PROPONENTE) Sobre Nelson Rodrigues Nelson Rodrigues foi jornalista, cronista, romancista e um dos maiores dramaturgos brasileiros. Nascido no Recife, Pernambuco, mudou-se em 1916 para a cidade do Rio Foi repórter policial durante longos anos, de onde acumulou uma vasta experiência para escrever suas peças a respeito da sociedade. Sua primeira peça foi A Mulher sem Pecado, que lhe deu os primeiros sinais de prestígio dentro do cenário teatral. O sucesso veio com Vestido de Noiva, que trazia, que iniciou uma renovação nunca vista nos palcos brasileiros. A consagração se seguiria com vários outros sucessos, transformando-o no maior dramaturgo brasileiro do século vinte. Sergio Módena Diretor – Idealizador - Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são “ A Falecida”, de Nelson Rodrigues, “Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene O’Neill, “As Cangaceiras Guerreiras do Sertão” (de Newton Moreno), “O Musical da Bossa Nova” (Aventura Entretenimentos) “Os Vilões de Shakespeare” (com Marcelo Serrado), “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Forró Miudinho” - pelo qual recebeu o Prêmio de Melhor Direção, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche. Seus espetáculos receberam mais de trinta indicações e treze prêmios nas principais premiações do Rio e em São Paulo. Marcos Palmeira Ator Protagonista - Um dos atores mais talentosos e queridos do Brasil. Fez sua estreia na Globo, no início da década de 1980, no 'Chico Anysio Show' ao lado tio humorista. Atuou pela primeira vez em uma novela da Globo em 1986, fazendo uma participação em 'Roda de Fogo' (1986), de Lauro César Muniz. O primeiro papel, foi em 'Mandala' (1987), de Dias Gomes, na qual interpretou Creonte. Em seguida fez o jornalista Mário Sérgio, de 'Vale Tudo' (1988), de Gilberto Braga, e, depois, o Solon, um dos filhos de Euclides da Cunha e Anna de Assis na minissérie 'Desejo' (1990), de Gloria Perez. A trajetória na TV, marcada por muitas novelas, minisséries e outros programas, foi acompanhada por uma significativa carreira no cinema, além de incursões pelo teatro, onde atuou pela primeira vez, aos 11 anos, em Édipo Rei. Gustavo Wabner Ator e diretor teatral. Trabalhou com alguns dos mais importantes nomes do teatro brasileiro, como Gerald Thomas, Naum Alves de Souza, Gabriel Villela, Sergio Módena, Pedro Brício, Gilberto Gawronski e Deborah Colker. Dirigiu a montagem do clássico "NAVALHA NA CARNE - Uma homenagem a Tônia Carrero", de Plínio Marcos em 2018. Em 2019 "O CEGO E O LOUCO", sucesso de público e crítica, "SYLVIA", comédia romântica de A.R. Gurney, e "AYRTON SENNA - O MUSICAL". Idealizou e dirigiu "COPACABANA PALACE - O MUSICAL", em parceria com Sergio Módena. Carol Costa Bailarina profissional formada pela Escola Petite Danse (2003); estudou Artes Cênicas na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) em 2004 e 2005; cursou Cinema e TV no Artcênicas entre 2005 e 2009. Destacou-se por seus papéis como Chiquinha em Chaves - Um Tributo Musical e Roxie Hart em Chicago (musical). Ana Velloso Atriz coadjuvante e Co-Produtora. Com 29 anos de experiência em diversas vertentes culturais, realizou mais de 140 projetos. Destaques em Teatro nos últimos 10 anos: “A Falecida” – Direção de Sergio Módena, com Camila Morgado; “Copacabana Palace - O Musical“ Direção Gustavo Wabner e Sergio Módena; “Atlântida – Uma Comédia Musical” – Direção Ana Velloso e Édio Nunes, Prêmio de Melhor Musical Original e Melhor Dupla Cômica – Milton Filho e Patrícia Costa; “Olga e Luiz Carlos – Uma História de Amor” – com Direção de Isabel Cavalcanti e Silvio Tendler; “Vianinha Conta O Último Combate Do Homem Comum” – De Oduvaldo Vianna Filho, Direção Aderbal Freire-Filho - Prêmio Questão de Crítica e Cesgranrio de Melhor de Ator e Cenário. ANDRÉ CORTEZ - CENÓGRAFO Oito vezes indicado para o Prêmio Shell e vencedor em três ocasiões. Seu primeiro trabalho em Teatro foi a peça "Dois Perdidos Numa Noite Suja", de Plínio Marcos, que realizou um tempo depois. Também dividiu projetos com a cenógrafa e diretora Daniela Thomas, além de trabalhar com Jô Soares, Antônio Fagundes, Paulo Autran, Cristiane Tricerri, Aderbal Freire-Filho e Emílio Di Biasi. Com Daniela, levou o prêmio Shell de melhor cenário pela peça "Pai", em 1999, além do APCA. Karen Brustolin Figurinista, consultora de moda e imagem. Como consultora de imagem, assinou vários editoriais e capas de revistas nacionais. Na TV Globo é consultora de moda do programa “É de Casa". Figurinista premiada com o Prêmio Shell pelo espetáculo “O Grande Sucesso", foi responsável também pelo figurino do programa “O País do Cinema", com apresentação da atriz Andreia Horta no Canal Brasil. Assinou o figurino da remontagem da peça "O mistério de Irmã Vap", pela qual foi indicada ao Prêmio Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio Aplauso Brasil. Marco França Diretor Musical - Ator, músico, compositor, arranjador, produtor musical, multi-instrumentista e diretor musical: Participou do grupo de teatro Clowns de Shakespeare, em Natal, entre 2000 e 2015, onde atuou como diretor, ator e diretor musical. Participou de diversos festivais de teatro, como o FIT (BH), Cena Contemporânea (Brasília), FILO (Londrina/PR), Festival Internacional de São José do Rio Preto, e Festival de Teatro de Curitiba. Participou de espetáculos como Muito Barulho por Quase Nada (2003), Roda Chico (2005), Fábulas (2006), O Casamento (Do Pequeno Burguês) (2006), O Capitão e a Sereia (2009), A Farsa da Boa Preguiça (2010), Sua Incelência, Ricardo III (2010), e Hamlet (Um Relato Dramático Medieval) (2013). Participou da novela Mar do Sertão (2022) como Fubá Mimoso. RENATO MACHADO Iluminador. Fez sua formação como assistente de Aurélio De Simoni. Iluminou espetáculos do Sobrevento, grupo de teatro de animação. E ainda os da Cia Teatro Autônomo, da Cia Ensaio Aberto e da Cia Dramática de Comédia. Trabalhou ao lado dos diretores Miguel Vellinho, André Paes Leme, Jefferson Miranda. Participou de diversas turnês no exterior, tanto com espetáculos de dança quanto de ópera e teatro. Ganhou vários Prêmios. Das centenas de trabalhos, destacam-se os premiados: Suassuna – O Auto do Reino do Sol; Agosto; Guanabara Canibal; Chica da Silva – O Musical. Atualmente em cartaz com A Falecida, com Camila Morgado e Direção de Sergio Modena. Cacau Gondomar Diretora de Produção, Coordenadora Geral e Programadora Visual é produtora cultural, atriz e programadora visual. Após trabalhar em diversas produtoras, como Lúdico, Axion, Aventura e Musickeria abriu, em 2012, sua própria produtora - a CLG “Canteiro de Ideias”, dedicada a produção e design gráfico para projetos culturais. Com 16 anos de experiência profissional, recebeu os Prêmios CBTIJ de Melhor Programação Visual por “Bossa Novinha” e “Forró Miudinho” e o Prêmio CBTIJ de Melhor Produção por “Makuru” (2017). Em programação Visual destacam-se: “Uma Professora Muito Maluquinha”, “Marlene Dietrich – As Pernas do Século” – Com Sylvia Bandeira, “A Aurora da Minha Vida – Musical Brasileiro” Texto e direção Naum Alves de Souza, “A Revista do Ano – O Olimpo Carioca” Direção - Sérgio Módena;

Providência

PROJETO ARQUIVADO.