Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O presente projeto tem por objetivo a produção e encenação do espetáculo "Ouro Branco", de André Ladeia, a ser encenada, na cidade do Rio de Janeiro. "Ouro Branco" é um texto surrealista, lastreado no teatro do absurdo. A peça faz uma crítica, dentre outros, às Administrações Públicas, ao Poder Judiciário e às relações promíscuas de seus membros com outros poderes. Lida, também, com opressão e exploração num ambiente de trabalho. Os personagens são constantemente perseguidos pelos ocupantes de cargos comissionados, que, a partir de suas inaptidões e devaneios, provocam o verdadeiro caos na condução na administração. O texto se dá de maneira tragicômica, focado, sobretudo, na inamovibilidade da Justiça e na deturpação de seus conceitos e formas de interpretações, que são utilizadas de acordo com o bel-prazer dos magistrados para satisfação de seus interesses pessoais.
SINOPSE A rotina de quatro servidores é alterada pelo desatino do procurador-Geral , que, ao majorar suas jornadas, começa a persegui-los, promovendo uma verdadeira revolução no ambiente de trabalho. Quanto mais os servidores se insurgem, piores vão se tornando suas condições de trabalho. Tudo isso regado a devaneios envolvendo teorias de conspiração em vários períodos da História, calendário Maia, Astronomia e outras excentricidades. Uma tragicomédia que questiona os valores da Justiça e sua relevância nos dias atuais.
Objetivo-Geral: Produzir e realizar o espetáculo "Ouro Branco", de André Ladeia, a ser encenado, na cidade do Rio de Janeiro. Objetivos específicos: - Abordar as noções de surrealismo e teatro do absurdo, possibilitando o debate sobre situações incomuns que afligem a Justiça Brasileira; - Provocar reflexões sobre a inação e descaso dos gestores públicos; - Explicitar as ligações espúrias entre membros do Poder Judiciário e políticos; - Mencionar os malefícios decorrentes de um governo autocrático; - Abordar o assédio moral e formas de abusos e opressão num ambiente de trabalho
A justificativa do presente projeto dá-se de forma objetiva e subjetiva. Objetivamente, podemos ilustrar, dentre outros, a irrealidade política, jurídica e administrativa que vivenciamos no Brasil e em diversos outros países, especialmente os subdesenvolvidos, onde a corrupção, o descaso e a morosidade nos processos, historicamente, são maiores e impactam negativamente na vida da população. Sublinhe-se, também, o perigo e malefícios decorrentes de regimes ditatoriais. Subjetivamente, destaque-se o peso que o tempo e o trabalho possuem nas vidas das pessoas, a importância de se conviver num ambiente laboral sadio e os malefícios de se trabalhar num ambiente hostil e propício a desenvolvimento de diversas doenças de fundo psicológico, tais como burnout, depressão, além da existência de práticas criminosas a ser veementemente combatidas, como o assédio moral.
Duração do espetáculo: 80 minutos. GÊNERO E ANÁLISE ESTÉTICA O espetáculo insere-se dentro do gênero da tragicomédia. Apesar de apresentar-se como comédia, a peça traz contornos de tragédia ao tratar de assuntos caros ao existencialismo e assédio moral e autoritarismo.Apesar das influências surrealistas e inspiradas no teatro do absurdo, a peça se revela hiper-realista ao propor e levantar discussões sobre temas contemporâneos de grande relevância social
O proponente se compromete em cumprir com as determinações estabelecidas pela legislação no sentido de proceder com medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal, como as doravantes descritas: contratações que visem uma melhoria na acessibilidade e maior inclusão social a fim de garantir uma maior participação das minorias no mercado de trabalho, bem como efetivar os princípios constitucionais da democracia participativa, pluralidade, acessibilidade e isonomia material. Para tanto, estarão previstas as seguintes práticas: a) contratação de profissionais de libras a fim de aumentar a acessibilidade e democratizar o acesso nos espetáculos; b) priorização na contratação de profissionais e escritórios da área jurídica e contábil para serviços de consultoria e assessoria ao projeto; c) formação e sensibilização de agentes culturais e demais envolvidos sobre a relevância de termos uma maior inclusão social dos portadores de necessidades especiais na cadeia produtiva social e do teatro; d) reserva de assentos para pessoas obesas e de vagas de estacionamento para idosos e deficientes; e) promoção de recursos para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e deficientes no camarim e no teatro.
Objetivando aumentar a democratização e difusão do acesso,o projeto contará com ações voltadas para o estímulo cultural e a contratação da população local, tais como: a) realização de palestra proporcionando debate acerca do assédio moral e burnout;b) contratação de diversos profissionais liberais e estabelecimentos comerciais para execução das atividades cotidianas do projeto(serviços de hospedagem, alimentação, transporte, contrarregragem, dentre outros). Com tais atividades, o projeto trará um impacto sociocultural na cidade, com aplicação de recursos que movimentarão a economia local.
A produção do espetáculo ficará a cargo da produtora Azparka Produções, com sede no Rio de Janeiro, e experiência em teatro e audiovisual. Um breve curriculum dos participantes: Ernani Moraes é ator, com mais de 40 anos de profissão, e participação em ezenas de novelas , peças de teatro e filmes. Dentre seus trabalhos na televisão, destacam-se a participação nas novelas "Torre de Babel" , "Chocolate com Pimenta", "Nos tempos do Imperador", e a série "Rensga Hits". No teatro, participou do Grupo Galpão, e de diversas peças, com destaque para "Orfaos" ( Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante - APTR), "Megera Domada" (Prêmio Moliere) e "Mandrágora" ( Prêmio Governo do Estado de São Paulo). No cinema, atuou em diversos filmes, como "Lamarca", "Ricos de Amor" e "Memorial de Maria Moura". Erom Cordeiro - Começou a atuar em teatro em 1993, em Maceió. Em 1995, muda-se para o Rio de Janeiro para cursar a faculdade de interpretação e começa a trabalhar também na TV e no cinema. É protagonista das séries Os Ausentes (HBO MAX), Natureza Morta. 1 e 2 (CineBrasilTV), A Divisão 1, 2, 3, 4 (Globoplay). Trabalha também nas séries As Filhas De Eva, Ilha De Ferro 2, Os Últimos Dias De Gilda, Supermax., 1Contra Todos 2 e 3, A Garota Da Moto 2, Reality Z, A Vida Secreta Dos Casais, O Negócio 4 e nas novelas Pantanal, Império, Amor Eterno Amor, Morde & Assopra, América, entre outras. Trabalhou nos filmes Heleno, O Palhaço, Paraísos Artificiais, “Vingança” (Berlinale-Panorama 2009), “Universalove”, (Austría -Winner MaxOlphüsPreis 09; Berlinale-Official), Doutor Gama, A Divisão, O Buscador (melhor ator coadj 2021 CinePE), Um Filme Francês, Quase Samba, entre outros. Em teatro participou de mais de 40 espetáculos em 29 anos de carreira. Charles Essabba (Queens, Nova Iorque, 4 de julho de 1969) é um ator norte-americano naturalizado brasileiro. Participou de inúmeros filmes destacando-se, dentre outros, Cidade de Deus, Chamas da Vingança, De Pernas pro Ar, Farofeiros e Marighella. Na televisão, participou das novelas e séries: Malhação, Rio Heroes, Ilha de Ferro, Cine Holliúdy, Verdades Secretas, Nos tempos do Imperador e Todas as flores. Marcos Flaksman (cenógrafo): Carioca nascido em 1944, formado em arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, trabalhou em montagens teatrais que se tornaram marcos dos anos 1960, como Rasga coração, escrita por Oduvaldo Viana Filho. Começou no cinema em Garota de Ipanema (1967), de Leon Hirszman, e trabalhou ainda em Brasil ano 2000 (1968), de Walter Lima Jr., Os sete gatinhos (1977), de Neville D´Almeida, O mistério de Robin Hood (1990) e Os Trapalhões e a árvore da juventude (1991), ambos de José Alvarenga. Durante os anos 1980, trabalhou em diversas produções estrangeiras filmadas no Brasil, como Feitiço do Rio Blame it on Rio (1984), de Stanley Donen, A floresta das esmeraldas (1985), de John Boorman, e Luar sobre Parador (1988), de Paul Mazursky. Aurélio de Simoni (iluminador): 46 anos de atividade na área de iluminação cênica. Trabalhos executados com renomados diretores teatrais, tais como: Celso Nunes, Amir Haddad, Aderbal Freire Filho, Domingos de Oliveira, Antonio Abujamra, Moacir Chaves, Daniel Herz, Isaac Bernat e muitos outros. Prêmios: Mambembe: 1982, 1989, 1998. Coca Cola: 1991, 1992, 1998, 1999. SATED: 1991, 1994.Shell: 1992, 1995, 1996, 1997, 2003. Festiva Teatro Infantil SESC Friburgo: 1999. Zilka Sallaberry: 2006, 2015. Gralha Azul Curitiba: 2006. Festival de Teatro de Rezende RJ: 2007. Festival de Teatro do RJ: 2009. Prêmio APACEPE: 2013. Prêmio CBTIJ: 2015. Prêmio Botequim Cultural: 2015. Prêmio Cesgranrio de Teatro: 2015. André Ladeia é poeta, dramaturgo e diretor. Publicou os livros "Suave como a Morte"(Ed. Penalux,2014), "Alçapão"(Ed. Oito e Meio, 2016) e "Mordaça" (Ed. Oito e Meio, 2018). Possui poemas publicados em diversos periódicos como Revista Brasileira da Academia Brasileira de Letras, Revista Cult, Suplemento Literário do Estado de Minas Gerais, dentre outros. No teatro, teve sua peça "Ouro Branco" encenada em 2019, no Rio de Janeiro. No cinema, dirigiu, roteirizou e produziu os seguintes curtas-metragens: "O Nada"(adaptado do conto de Leonid Andreiev), "Domingo em Rigel Kent" e "Morfina". Seus filmes foram exibidos em diversos festivais nacionais e internacionais, como Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Festival Internacional de Cinema de Moscow, Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, Festival Internacional de Curtas de Bengaluru, dentre outros. Já teve a oportunidade de dirigir diversos profissionais, destacando-se, dentre outros, Cristina Pereira, Pedro Paulo Rangel, Ernani Moraes, Maria Zilda Bethlem, Dani Barros, Erom Cordeiro e Jaime Leibovitch. Bidi Bujnowski é Diretora de Arte, Figurinista e Cenógrafa, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ em Artes Plásticas - Pintura, e Artes Cênicas - Figurino, e também estudou Direção de Arte para cinema com Marcos Flaksman, na ABC Escola de Cinema. Desde 2014, compôs adereços, cenários e figurinos para mais de 30 espetáculos, óperas, musicais, filmes de curta e longa metragem. Assinou Cenografia e Figurino de espetáculos premiados como "Iroko - A história do meu universo" (2018) e "Vácuo" (2018) quando recebeu o prêmio na categoria Melhor Figurino do Festival Esqueterê 2021 por "Há fogo nas Montanhas". Também foi indicada ao Prêmio APTR de teatro infantil na categoria Adereços em 2019. Como aderecista foi responsável pela criação e confecção de adereços de vitrine para 6 coleções da loja FARM desde 2019. Sua pesquisa também inclui a escultura e estudou no Ateliê do escultor Mario Pitanguy nos anos de 2016 e 2017, quando se especializou em escultura figurativa clássica em oilclay. Seus trabalhos recentes incluem a Direção de Arte do curta “Morfina", e desenvolveu adereços para a vitrine da inauguração da FARM RIO em Milão.
PROJETO ARQUIVADO.