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O projeto Margaret Mee: O florescer dos trópicos apresentará um recorte da obra da artista e ilustradora botânica, pioneira na preservação ambiental. De origem inglesa, Margareth Mee se instalou no Brasil apo´s se encantar com a natureza exuberante do pai´s, tendo realizado um importante trabalho de pesquisa das espe´cies botânicas brasileiras. A exposição visa celebrar a obra da artista, assim como a flora brasileira, em busca da difusão de um dos nomes mais relevantes do universo ambiental e artístico do gênero. Com curadoria de Ana Carolina Ralston e co-curadoria de Anderson Santos, a exposição será realizada na Casa Seva, espaço dedicado à sustentabilidade e cultura, localizada na cidade de São Paulo (SP), por um período de três meses.
Não se aplica.
Objetivo Geral O projeto possui como objetivo geral a realização da exposição "Margaret Mee: O florescer dos trópicos" na Casa Seva, espaço expositivo dedicado à sustentabilidade e cultura, localizada na cidade de São Paulo (SP), por um período de 3 meses. Com curadoria de Ana Carolina Ralston, mestra pela Columbia New York University|UB e pós-graduada em arte, crítica e curadoria pela PUC de São Paulo, com exposições já realizadas no Centro Cultural Correios, Biblioteca Mário de Andrade, Pavilhão da Bienal de São Paulo e MIS-SP, e co-curadoria de Anderson Santos, biólogo, botânico, cientista e professor, que há mais de 20 anos se dedica a compreender as plantas brasileiras através de estudos científicos, irá apresentar um recorte da obra da renomada artista e ilustradora botânica, pioneira na preservação ambiental. De origem inglesa, Margaret Mee se instalou no Brasil em 1952, apo´s se encantar com a natureza exuberante do Pai´s, tendo realizado um extenso e importante trabalho de pesquisa e documentaça~o das espe´cies botânicas brasileiras. A exposição visa celebrar a obra da artista, assim como a flora brasileira, em busca da amplificação dos conhecimentos botânicos de um dos nomes mais relevantes do universo ambiental e artístico do gênero. O projeto contará com a exibição gratuita do filme "Margaret Mee e a flor da lua" em uma sessão de cinema open air. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do projeto "Margaret Mee: O florescer dos trópicos" são: I - Apresentar a exposição "Margaret Mee: O florescer dos trópicos" na Casa Seva, espaço expositivo dedicado à sustentabilidade e cultura, localizada na cidade de São Paulo (SP), por um período de 3 meses; II - Celebrar a obra da artista, assim como a flora brasileira, em busca da amplificação dos conhecimentos botânicos de um dos nomes mais relevantes do universo ambiental e artístico do gênero; III - Exibir gratuitamente o filme "Margaret Mee e a flor da lua" em uma sessão de cinema open air em frente ao espaço expositivo, como medida adicional de democratização de acesso, seguida de palestra com a curadora da exposição, Ana Carolina Ralston.
A exposição se justifica culturalmente ao disponibilizar ao público uma profunda pesquisa sobre a vida e obra de Margaret Mee, pioneira na preservação ambiental brasileira, tema este que vem ocupando amplamente as discussões e reflexões nos âmbitos político e social do País. Suas ilustraço~es sa~o material precioso para a ciência botânica, já que nos ajudam a reconstituir a história natural do Brasil. A profunda pesquisa de Mee colaborou e colabora até os dias atuais para o mapeamento e entendimento das inúmeras espécies em processo de extinção. Com obras de sua autoria presentes em importantes coleço~es nos Estados Unidos, Inglaterra, França e Brasil, a mostra tem o intuito de exibir tal material, que em grande parte está fora do alcance do grande público. A contribuição de Mee também se amplia ao entendermos a importância da presença de pesquisadoras, cientistas e artistas do sexo feminino na história ambiental mundial. Revolucionária em seu tempo, Mee é considerada uma das primeiras estudiosas mulheres a desbravar as florestas brasileiras. Sobrevivendo a uma Europa convulsionada por duas grandes guerras, ela muda de continente e confronta de forma poética a natureza exuberante e exo´tica para os padro~es europeus. Assim, Mee na~o tardou a se aventurar primeiramente pela Mata Atlântica e logo depois pela Amazônia, regia~o onde realizou 15 viagens nas mais diversas condiço~es. Reconhecida pelo apuro e delicadeza de sua pincelada, reproduziu com precisa~o em la´pis e aquarela sobre papel as espe´cies estudadas e anotadas em seus cadernos de viagem. Suas ilustraço~es sa~o material precioso para a ciência botânica, sendo equiparada aos grandes ilustradores europeus de todos os tempos. Sua fama e reconhecimento sa~o a ni´vel internacional, com obras de sua autoria presentes em importantes coleço~es nos Estados Unidos, Inglaterra, França e Brasil. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E ainda, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
A parceria entre a Casa Seva e o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), que pertence ao Estado de São Paulo e atualmente abriga cerca de 79 obras de Margaret Mee, já foi devidamente iniciada e está nos processos finais das tratativas de formalização quanto ao acervo iconográfico da instituição. O interesse em apresentar e disponibilizar as obras para a exposição já foi ratificado e está, atualmente, sendo processado pelos departamentos e superintendência de gestão. Sendo assim, devido às burocracias legais e institucionais, a lista de obras ainda está sendo finalizada entre curadoria, instituição e Casa Seva, portanto, não foi possível apresentá-la previamente nesta etapa de enquadramento do projeto. Para exemplificar e representar o seu tão relevante e reconhecido trabalho em nosso país, anexamos um documento* de uma das bibliografias mais relevantes que existem disponíveis online, com uma parte de suas obras. Nós, como proponentes e coordenadores do projeto (N+1 Arte Cultura), acreditamos na importância de disponibilizar ao público uma profunda pesquisa sobre a vida e obra de Margaret Mee, pioneira na preservação ambiental brasileira, tema este que vem ocupando amplamente as discussões e reflexões nos âmbitos político e social do País. Nos comprometemos, portanto, a enviar a lista assim que finalizada. *ANEXO: Margaret Mee - 100 Anos de Vida e Obra
O filme "Margaret Mee e a flor da lua", que será exibido gratuitamente como medida adicional de democratização de acesso, em sessão de cinema open air em frente à Casa Seva, é um documentário sobre a vida e obra da pioneira e visionária ilustradora botânica, uma das mais importantes artistas do século XX. Através de seus diários, depoimentos e narração, o filme mostra o amor de Margaret pela natureza e sua militância ecológica e como, com sua arte, alertou para a necessidade de preservação do meio-ambiente e da flora brasileira. Com direção da documentarista carioca Malu de Martino, o filme possui 1 hora e 28 minutos e será exibido para o público geral ainda em dia a ser estipulado conforme a programação.
Acessibilidade física: A Casa Seva, local selecionado para a apresentação da mostra, dispõe de espaços acessíveis com banheiros adaptados às necessidades de mobilidade, com ampla abertura de entrada (atendendo à medida mínima da largura de vão livre) e rampas móveis para cadeira de rodas. Item orçamentário: Não se aplica. Acessibilidade comunicacional: Para pessoas com deficiência visual - Será disponibilizado audioguide da exposição. Item orçamentário: Audioguide. Para pessoas com deficiência auditiva - A exposição não apresenta elementos sonoros. Para a exibição do filme será disponibilizado intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete de libras. Para pessoas com deficiência intelectual - monitores treinados serão disponibilizados para acompanhar esses visitantes. Item orçamentário: Monitores.
O projeto será totalmente gratuito para o público em geral, e 500 ingressos serão destinados a grupos de estudantes e professores da rede pública de ensino. Além disso, em conformidade com o artigo 30 da IN 14/2024, será implementada a seguinte medida de ampliação de acesso: V - realização gratuita de atividades paralelas ao projeto, incluindo ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. O filme "Margaret Mee e a flor da lua" será exibido em sessão de cinema open air em frente ao espaço expositivo, como medida adicional de democratização de acesso, seguida de palestra com a curadora da exposição, Carolina Ralston, mestre pela Columbia New York University|UB e pós-graduada em arte, crítica e curadoria pela PUC de São Paulo, com exposições já realizadas no Centro Cultural Correios, Biblioteca Mário de Andrade, Pavilhão da Bienal de São Paulo e MIS-SP. Para a realização desse evento, dois ônibus serão disponibilizados para o transporte de estudantes e professores da rede pública de ensino.
N+1 Arte Cultura | Coordenação geral e Administração do projeto A Elétrica Produção Contemporânea LTDA (N+1 Arte Cultura) é uma empresa especializada em conteúdo, criação, desenvolvimento, execução e gestão de projetos focados no universo da arte e da cultura. Ajudamos as Instituições, empresas e marcas a buscarem sua experiência para o desenvolvimento de programas que atendam suas necessidades e especificidades. Suas especialidades contemplam o desenvolvimento e produção de exposições, eventos culturais e publicações; consultoria, planejamento e assessoria de marketing cultural para instituições e marcas; e assessoria ao colecionismo e a filantropia cultural voltado para pessoas físicas e jurídicas. Projetos em destaque: Carlito Carvalhosa - A Natureza das Coisas- (Sesc Pompéia, 2024), Museu do bahia (Arena Fonte Nova - 2020), Rever - Augusto de Campos (Sesc Pompéia, 2017) e Ready Made in Brasil (Fiesp, 2017). Margaret Mee | Artista Margaret Mee foi uma artista botânica inglesa que se mudou para o Brasil na década de 50, se apaixonou pela natureza tropical e se especializou em plantas da Amazônia brasileira. A partir de 1964, iniciou a sua pesquisa nas florestas tropicais brasileiras, criou mais quatrocentas pranchas de ilustrações botânicas em guache e aquarela e se tornou a ilustradora botânica mais conhecida do Brasil. Além de sua contribuição para o estudo botânico científico, ela pretendia armazenar na forma de suas obras o maior número possível de espécies raras brasileiras de plantas, já que possuía o desejo de proteger e conservar essa flora tão rica que poderia vir a ser esquecida devido ao desmatamento intenso nos variados biomas brasileiros. Foi homenageada em 1994 pela Escola de Samba Beija Flor de Nilópolis, cujo enredo era Margareth Mee, a Dama das Bromélias, assinado pelo então carnavalesco Milton Cunha. Casa Seva | Local expositivo A Casa Seva é um espaço expositivo dedicado à sustentabilidade e cultura, criado para gerar impacto positivo no meio da arte e do design, estimular uma rede mais sustentável por parte dos artistas, galeristas e inspirar ações e escolhas sustentáveis no dia a dia de seus visitantes, parceiros e colaboradores. A Casa Seva acredita na arte como uma ferramenta de transformação e conscientização da potência da natureza em suas diversas formas. Por meio de exposições, eventos, palestras e workshops, a Casa Seva busca expressar beleza, provocar reflexão e inspirar ação. Carolina Pileggi | Coordenadora do projeto Carolina, nascida em São Paulo, é arquiteta e mestre em fotografia contemporânea pela renomada Central Saint Martins, em Londres. Desde cedo, foi movida pela paixão pela natureza e a arte, buscando transformar sua visão sensível em ações concretas para a preservação ambiental. Como idealizadora e diretora da Casa Seva, tem o propósito de promover uma consciência ambiental mais profunda. Sua missão é trazer a arte como ferramenta de transformação, capaz de gerar mudanças significativas na relação entre a arte, o homem e o planeta. Viviane Aguiar Galdeano | Produtora executiva Viviane Aguiar Galdeano, carioca, atua há mais de 20 anos no mercado das artes plásticas, participando ativamente de todas as etapas de funcionamento de uma galeria de arte, incluindo pré-produção, produção e pós-produção de eventos culturais. Ela é responsável pela realização de exposições e feiras de arte internacionais, tendo colaborado com artistas renomados como Frans Krajcberg, Anna Letycia, Tomie Ohtake, Ivens Machado, Arthur Luiz Piza, Hilal Sami Hilal, Manfredo de Souzanetto, entre outros em suas exposições individuais e coletivas. Participou de exposições em espaços institucionais e contribuiu para as edições e lançamentos dos livros de Frans Krajcberg e Roberto Magalhães. Após a morte de Krajcberg, ela atuou na fundação da AMAFRANS, iniciativa que visa proteger e organizar a vasta obra do artista. Fabianna Branco Shallcross Linton | Assistente de produção Nascida em São Paulo, com graduação em Publicidade e Propaganda pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e pós-graduação em Roteiro para Cinema pela UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), é uma profissional com ampla experiência em produção de conteúdo, coordenação de eventos e criação publicitária. Atualmente, atua como assistente de produção na Casa Seva ao lado de Carolina Pileggi, seguindo as demandas de pré e pós-produções, organização de exposições e acompanhamento de vendas e pós vendas com clientes. Ana Carolina Ralston | Curadoria Ana Carolina Ralston é pesquisadora e curadora de arte independente. É mestra pela Columbia New York University |UB em jornalismo cultural e pós-graduada em arte, crítica e curadoria pela PUC de São Paulo. Organiza e realiza textos e projetos para instituições, entre elas Pavilhão da Bienal, MIS-SP, Centro Cultural Correios, entre outros; e galerias, como A Gentil Carioca, Raquel Arnaud, Leme, entre outras. Foi curadora adjunta do museu FAMA, em Itu/SP, entre 2018 e 2020, onde assinou exposições de Louise Bourgeois, Tracey Emin, Arthur Bispo do Rosário entre outras; e diretora artística da galeria Kogan Amaro, com unidades em São Paulo e Zurique, durante o mesmo período. Como jornalista, foi redatora-chefe da revista mensal do jornal O Estado de S. Paulo, sobre moda e cultura, entre 2020 e 2023. Sua pesquisa atual trata sobre o universo ambiental e suas relações com a tecnologia. Anderson Santos | Curadoria Anderson Santos é biólogo, botânico, professor, cientista e apresentador. Há mais de 20 anos se dedica a compreender as plantas brasileiras através de estudos científicos. Durante mais de 10 anos desenvolveu diferentes projetos no Jardim de Botânico de São Paulo, dentre eles, o projeto expositivo do museu botânico. É professor de ciência, biologia e botânica e já teve mais de 15.000 estudantes. Fundou a Escola de Botânica e já realizou mais de 100 expedições pelo Brasil, pesquisando a flora da Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia e a relação entre as pessoas e a natureza. É apresentador do programa de natureza Terra Brasil, transmitido pela TV Cultura e disponível no Amazon Prime Video.
PROJETO ARQUIVADO.