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PRONAC 2415641Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NARRATIVA

DE HARO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 999,6 mil
Aprovado
R$ 999,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-12-10
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e temporada do espetáculo teatral, inédito no Brasil, "Narrativa", do dramaturgo escocês contemporâneo Anthony Neilson. Realizaremos 24 sessões do espetáculo na cidade de São Paulo. Ações de contrapartida estão previstas.

Sinopse

Três homens, todos atores. O primeiro recebe o inusitado convite de protagonizar um blockbuster hollywoodiano sobre um super-herói. Outro, seu amigo, peregrina de teste em teste, em busca de comerciais publicitários que paguem suas contas. Um terceiro se divide entre o trabalho em uma série televisiva de sucesso, o desejo de dar voz às suas próprias palavras e as demandas truncadas de alguns produtores executivos. Quatro mulheres. Uma garçonete atormentada pelo fantasma de sua amiga que matou, acidental e inexplicavelmente. Uma mãe devotada a banir do País um remédio para acne, responsável pela depressão e suicídio de seu filho adolescente. Uma aspirante a influencer, em meio a crises que remontam a sua infância, busca incessantemente afeto. À parte: bisões que tomam o palco; uma palestra sobre as pinturas rupestres da caverna de Lascaux; a finitude da vida; vídeos do YouTube; Zoom, WhatsApp, IA; a misteriosa foto de um ânus; Lawrence da Arábia; exercícios militares na Coreia do Norte; David Bowie. Esses são alguns dos elementos que compõem “Narrativa” (2013), texto de Anthony Neilson, profícuo dramaturgo e diretor escocês contemporâneo, frequentemente apontado como um dos precursores da geração britânica chamada de “in-yer-face”. Bem humorado, o espetáculo flerta com diversos gêneros teatrais – que perpassam o teatro do absurdo, o vaudeville e o metateatro; com referências a “Seis Personagens à Procura de um Autor”, de Pirandello, e “O Rinoceronte”, de Ionesco –, criando uma fábula, a um só tempo, irônica e melancólica, que revela o descompasso entre as expectativas que nutrimos e a vida real. Como em um caleidoscópio, estilhaços da vida de figuras autocentradas e nada exemplares se movimentam, constituindo um quadro que pretende discutir se, nos dias atuais, ainda há espaço para se “contar uma história”. E qual o sentido de uma narrativa coesa em um mundo fragmentado – no qual a cultura, cada vez mais, é somente objeto de consumo; no qual os indivíduos se isolam, cada vez mais, em suas supostas singularidades.

Objetivos

Existem crescentes evidências de que o uso da internet e de tecnologias afins está mudando os seres humanos em uma perspectiva neurológica. Este fato, por conseguinte, afetaria diretamente nossa percepção das narrativas, de uma noção de contar (ou escutar, ou ver) uma história. Nesta trilha, "Narrativa" (2013), texto do dramaturgo escocês Anthony Neilson inédito no Brasil, é uma tentativa de criar uma nova forma teatral que assimile as alterações de nosso mundo _ percebendo o indivíduo contemporâneo como um ser multifacetado, alguém que começa a dialogar com seu entorno (e com suas relações) da mesma maneira que navega a web, em frente à tela do computador e do celular, entre janelas e estilhaços de informação. OBJETIVOS GERAIS São objetivos fundamentais deste projeto: - fomentar a discussão e a pesquisa de uma dramaturgia e de uma cena contemporâneas no teatro paulista, paulistano e brasileiro; - estabelecer ponte com as práticas teatrais universais atuais, apresentando ao público espetáculo de um consagrado dramaturgo contemporâneo, representante da nova dramaturgia escocesa, inédito no País; - possibilitar a troca de experiências artísticas entre coletivos e artistas independentes da cidade de São Paulo; - estimular a formação de plateias, com uma peça que pode dizer respeito a um público bastante amplo, por sua temática de caráter universal: o espaço das narrativas no mundo atual; - reconhecer e valorizar a diversidade, pluralidade e singularidade vinculadas às produções culturais em São Paulo; - democratização de acesso a bens culturais, com diminuição das desigualdades sócio-econômico-culturais no município de São Paulo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - realizar a montagem de "Narrativa", texto do aclamado dramaturgo escocês Anthony Neilson, inédito no Brasil, com 24 sessões do espetáculo na cidade de São Paulo em teatro a ser definido; - promover, como contrapartida social, 01 ensaio aberto voltado a estudantes e professores oriundos da rede pública de ensino e/ou escolas de artes; 01 mesa de discussão gratuita (com equipe técnica); - oferecer 04 sessões do espetáculo com tradução em libras; - oferecer 02 sessões do espetáculo com recurso de audiodescrição; - publicar, em rede social específica do espetáculo, material de pesquisa e criação acerca da encenação.

Justificativa

Em seus primeiros trabalhos, o diretor Tato Consorti travou parceria com Daniela Pereira de Carvalho, autora expoente do movimento Nova Dramaturgia Carioca, realizando as bem-sucedidas montagens de "Tudo É Permitido" (2005) _ indicada ao Prêmio Shell de melhor autor _, e "Não Existem Níveis Seguros para Consumo Destas Substâncias" (2006) _ indicada ao Prêmio Shell de melhor autor e vencedora do Prêmio APTR na mesma categoria. Em um segundo momento, voltou-se para a dramaturgia britânica e levou à cena (em parceria com Felipe Vidal) o espetáculo "Rock’n’Roll" (2009), de Tom Stoppard. O projeto recebeu indicações de alguns dos principais prêmios teatrais do Brasil, como Shell, APTR, Arte Qualidade Brasil e Contigo!, tendo cumprido temporadas de sucesso no Rio de Janeiro (Caixa Cultural e Villa-Lobos) e em São Paulo (SESC Pinheiros). Em 2013, aproximou-se da cena contemporânea escocesa com a realização da montagem inédita de "Realismo", de Anthony Neilson _ um dos mais importantes nomes da dramaturgia contemporânea mundial, precursor do "in-yer-face theatre", ao lado de Sarah Kane e Mark Ravenhill. Ainda que provenientes de dramaturgos (e momentos) distintos, os espetáculos acima elencados têm um radical comum: todos surgiram do forte desejo do diretor de discutir politicamente os dias de hoje. Assim, questões como "transgressão na contemporaneidade", "burocratização das relações" ou "a arte como agente de transformação" serviram como questões/motes para os projetos _ fomentando a composição dramatúrgica dos três primeiros espetáculos e estimulando o diretor a pesquisar a obra stoppardiana e de Anthony Neilson. Consonante com esse movimento, o espetáculo, "Narrativa", de Anthony Nielson, inédita no Brasil, é uma fábula amarga que discute as possibilidades narrativas contemporâneas em um mundo multi-fragmentado. O sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman vaticinou que "na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte". Partindo desta premissa, "Narrativa" reflete sobre os impactos da hiper-exposição virtual atualmente imposta à sociedade. E, nesta toada, tenta se questionar sobre quais seriam as novas narrativas a serem criadas para que, a um só tempo, nos conectemos _ mas também sobrevivamos _ à realidade destes novos tempos. A peça estabelece, assim, um debate bastante oportuno sobre tecnologia, desumanização dos indivíduos, ruídos comunicacionais e processos de segregação _ e qual o papel do teatro (e da dramaturgia contemporânea) no contexto vigente. Neste sentido, Neilson reforça que a escrita de "Narrativa" partiu do desejo de experimentar uma forma teatral contemporânea (que acomodasse as mudanças tecnológicas em curso e tentasse recriar em cena a experiência fragmentada da navegação na internet), atraindo para a discussão, principalmente, um público jovem, de "nativos digitais", muitas vezes não habituados a frequentarem o teatro. Para além da pertinência de seu conteúdo no contexto da atualidade, a ficha técnica do projeto se mostra extremamente capacitada em currículo e histórico de realizações, promovendo um encontro de trajetórias de notório reconhecimento na cena teatral com potencialidades artísticas pulsantes e inovadoras. A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 01 Temporada na cidade de São Paulo, com 24 apresentações. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: Conforme orienta o Art. 30. da IN 01/2023 será oferecido ao público: - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Será realizado 01 ensaio aberto do espetáculo, voltado a estudantes e professores oriundos da rede pública de ensino e/ou escolas de artes; Será realizada 01 mesa de discussão gratuita, com a participação dos atuantes, diretor e equipe técnica, sobre o processo de criação do espetáculo, com distribuição via streaming;

Acessibilidade

Diversidade, igualdade e acessibilidade são características preponderantes nas ações empreendidas pela De Haro Produções Artísticas, porque age-se na perspectiva de que a pluralidade e a alteridade são entendidas como fontes de energia e potencial criativo, elementos que quebram paradigmas anacrônicos e provocam transformações socioculturais. A produção pretende intensificar diferentes iniciativas que contemplem pessoas com deficiência auditiva e de espectros ou síndromes, para que todas consigam acessar o conteúdo informativo oferecido pelo projeto. Produto Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: - Escolha prioritária do espaço de apresentações que deverá ser adaptado para o pleno acesso de cadeirantes e contemple a estrutura completa para acessibilidade física, incluindo banheiros e rampas de acesso, conforme NORMAS ABNT NBR 950 ("Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos". Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 2 (duas) apresentações com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais. Planilha Orçamentária item: 11 (audiodescrição) - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #ParaTodosVerem, como forma de atender a deficientes visuais; Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 4 (quatro) apresentações com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos. Planilha Orçamentária item: 28 (interprete de libras). Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais. Auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos pelo espetáculo. Planilha Orçamentária item: 37 (Monitor) e 16 (Consultor) Produto Contrapartida Social Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #ParaTodosVerem, como forma de atender a deficientes visuais; - Audiodescrição na ação de contrapartida social. Planilha Orçamentária item: 54(Consultor) Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras na ação de contrapartida social. Planilha Orçamentária item: 55 (intérprete de libras) Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais na ação de contrapartida social. Auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos. Planilha Orçamentária item: 56 (Monitor)

Democratização do acesso

O projeto respeitará o Art. 29º da IN Nº 11/2024, contendo em seu plano de distribuição: - 10% dos ingressos das atividades para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Sendo assim: - Disponibilizar 10% dos ingressos para o(s) patrocinador(es); - Disponibilizar 10% dos ingressos para divulgação; - Disponibilizar 10% de ingressos ao público exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Disponibilizar 20% de ingressos ao público no valor promocional de R$ 40,00; - Disponibilizar 50% de ingressos ao público no valor (inteira) a partir de R$ 80,00 até R$ 250,00; *O projeto prevê atender um público total de aproximadamente 7.200 pessoas - (média de 300 pessoas por apresentação). Conforme Art. 30º da IN Nº 11/2024, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Será realizada 01 mesa de discussão gratuita, com a participação dos atuantes, diretor e equipe técnica, sobre o processo de criação do espetáculo, com distribuição via streaming; - Publicar, em rede social específica do espetáculo, material de pesquisa e criação acerca da encenação. Inciso IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; A produção irá disponibilizar imagens das apresentações para veiculação, será realizado através da assessoria de imprensa contratada. Inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Será realizado 01 ensaio aberto do espetáculo, voltado a estudantes e professores oriundos da rede pública de ensino e/ou escolas de artes; Será realizada 01 mesa de discussão gratuita, com a participação dos atuantes, diretor e equipe técnica, sobre o processo de criação do espetáculo, com distribuição via streaming;

Ficha técnica

A DE HARO Produções Artísticas Ltda. é uma empresa com identidade própria que busca promover projetos de excelência cultural para atender à sua Cia. Veneno do Teatro, além de parceiros, sempre primando pelo ineditismo na escolha de repertório e concepção artística original. Tendo como sócios proprietários Bartholomeu de Haro e Elen Londero, profissionais oriundos do teatro de pesquisa e com participação efetiva em importantes produções, sua missão é fazer com que seus parceiros realizem um investimento consciente, potencializando os benefícios do marketing social e cultural, levando ao grande público um evento artístico de excelente qualidade e organização. Partindo desta premissa a DE HARO se associa, neste projeto, ao diretor Tato Consorti para realizar a montagem do espetáculo inédito “Narrativa” (24 apresentações), do premiado dramaturgo escocês Anthony Neilson, artista associado do Royal Court, de Londres. Outrossim, salienta-se que uma das propostas primeiras da DE HARO e do diretor é a abertura, o diálogo franco com outros coletivos e artistas independentes. Desta forma, “Narrativa” contará, em sua ficha, com artistas oriundos de diversos coletivos de São Paulo, visando, assim, à aproximação de formações artísticas distintas e à troca de experiências. TEXTO: Anthony Neilson - TRADUÇÃO: Tato Consorti - DRAMATURGISMO: Carla Faour - ASSISTÊNCIA DE DRAMATURGISMO: Danilo Stavale - DIREÇÃO: Tato Consorti - CO-DIREÇÃO E PREPARAÇÃO DE ELENCO: Christian Landi - ELENCO: Bartholomeu De Haro, Bruna Betito, Elen Londero, Felipe Frazão, Higor Campagnaro, Luciana Borghi, Mawusi Tulani - CENOGRAFIA: J.C. Serroni - FIGURINOS: Luiza Fardin - MAQUIAGEM E VISAGISMO: Westerley Dornellas - DESENHO DE LUZ: Guilherme Bonfanti - DRAMATURGIA SONORA: André Abujamra - PROVOCAÇÃO CORPORAL: Kenia Dias - PREPARAÇÃO VOCAL: Camilla Flores - ENGENHARIA DE SOM: André Omote - EDIÇÃO DE VÍDEOS E PROJEÇÕES: Luciana Ramin - PROGRAMAÇÃO VISUAL: Henrique Mello - ASSESSORIA DE IMPRENSA: JS Pontes Comunicação - PRODUÇÃO EXECUTIVA: Elen Londero - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: De Haro Produções Breve currículos: Tato Consorti | DIREÇÃO E TRADUÇÃO Natural de Sorocaba (SP), Tato Consorti é ator, diretor e gestor cultural graduado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Em seus primeiros trabalhos como diretor, Consorti travou parceria com Daniela Pereira de Carvalho, autora expoente do movimento Nova Dramaturgia Carioca, realizando as bem-sucedidas montagens de “Tudo É Permitido” (2005) – indicada ao Prêmio Shell de melhor autor –, e “Não Existem Níveis Seguros para Consumo Destas Substâncias” (2006) – indicada ao Prêmio Shell de melhor autor e vencedora do Prêmio APTR na mesma categoria. Em um segundo momento, voltou-se para a dramaturgia britânica e levou à cena (em parceria com Felipe Vidal) o espetáculo “Rock’n’Roll” (2009), de Tom Stoppard, tendo no elenco nomes como Otávio Augusto, Gisele Fróes, Bianca Comparato e Thiago Fragoso, dentre outros. O projeto recebeu indicações de alguns dos principais prêmios teatrais do Brasil, como Shell, APTR, Arte Qualidade Brasil e Contigo!, tendo cumprido temporadas de sucesso no Rio de Janeiro (Caixa Cultural e Teatro Villa-Lobos) e em São Paulo (SESC Pinheiros). Em 2013, aproximou-se da cena contemporânea escocesa com a realização da montagem inédita de “Realismo”, de Anthony Neilson – um dos mais importantes nomes da dramaturgia contemporânea mundial, precursor do “in-yer-face theatre”, ao lado de Sarah Kane e Mark Ravenhill. A peça, recebida bastante positivamente por crítica e público, cumpriu temporada na cidade do Rio de Janeiro até 2014. Desde 2010, é assessor executivo da SP Escola de Teatro. Christian Landi | CO-DIREÇÃO E PREPARAÇÃO DE ELENCO É ator e diretor, bacharelado em Interpretação Teatral pela UNIRIO. Integrou a equipe de formadores da SP Escola de Teatro, ganhadora do Prêmio Shell São Paulo, 2017, na categoria especial, pela inovação e excelência no ensino das artes cênicas. No audiovisual, participou da série inédita “Cidade de Deus” como o personagem Aranha; da segunda temporada da série “Manhãs de Setembro” como Pablo; e “Todxs Nós" como Ivan. Esteve no elenco do longa-metragem “Enterre seus Mortos” como Assunção. Em teatro, está atualmente dirigindo o espetáculo “Tudo em Volta Está Deserto”, com estreia prevista para agosto de 2024, e idealizou, atuou e co-escreveu o espetáculo "Tubarões" (2017), com direção de Michel Blois. Atuou, ainda, em "Realismo" (2013), de Anthony Neilson; "Não Existem Níveis Seguros para o Consumo destas Substâncias" (2006) e "Tudo É Permitido" (2005), ambas de Daniela Pereira de Carvalho, e todas com direção de Tato Consorti. Integrou também o elenco de “Rock'n'Roll" (2009), de Tom Stoppard, com direção de Felipe Vidal e Tato Consorti. Carla Faour | DRAMATURGISMO Uma das mais conceituadas e premiadas roteiristas e dramaturgas de sua geração. Criadora e roteirista da série “Segunda Chamada” (TV Globo), vencedora dos Prêmios APCA de Melhor Série Drama/2019 e ABRA de Melhor Roteiro de Série Ficção Drama/2019. Colaboradora da novela “Além do Horizonte” (2013/2014), roteirista do seriado “Tapas e Beijos” (2014/2015) e “Malhação – Seu Lugar no Mundo” (2015/2016) (TV Globo), escreveu ainda a série “Amor Veríssimo” (2013) para a GNT. Em cinema, escreveu o roteiro do filme “Chacrinha, O Velho Guerreiro”, indicado a Melhor Roteiro Original no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (2019). Carla escreveu mais de dez peças teatrais, entre as quais se destacam: “A Arte de Escutar”, indicada a melhor texto nos principais prêmios do teatro carioca (Shell, APTR e Contigo); “Açaí e Dedos”, indicada ao Prêmio Contigo de Melhor Autor; “Obsessão”, texto pelo qual recebe os Prêmios APTR e FITA de Melhor Autor, e é indicada novamente ao Prêmio Shell. É ainda autora de “Procópio”, com direção de Dani Barros; do musical “Céu Estrelado”, direção de João Fonseca e Vinicius Arneiro; “Eu, Capitu”, direção de Miwa Yanagisawa. Também é autora de “A Força do Destino” e “Nenê Bonet”, adaptações literárias para o teatro. Carla também já ministrou cursos e palestras em instituições como SESI RJ, SESC RJ e SP, Fundação Oscar Americano, Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro. É mentora do LANANI (Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas – parceria da FLUP com a TV Globo). J.C. Serroni | CENOGRAFIA Desde 1989, realiza projetos de arquitetura e consultorias para elaboração de edifícios teatrais. Dentre outros, participou dos projetos: Novo Teatro Oficina, reformas dos Teatros Paulo Eiró e Artur Azevedo, Teatro do Sesc Vila Mariana, Teatro do Sesc Araraquara, reforma do Teatro São Pedro de São Paulo, Teatro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Teatro do Colégio Santa Cruz, Teatros dos Centros Educacionais Unificados (CEU) da Prefeitura de São Paulo, Espaços Teatrais do Complexo do antigo presídio do Carandiru. Foi coordenador, em junho de1992, no Rio de Janeiro, do 1º Encontro Internacional de Arquitetura Cênica, no projeto Resgate e Desenvolvimento de Técnicas Cênicas promovido pela O.E.A., no Centro Técnico de Artes Cênicas do I.B.A.C. Participou das Quadrienais de Cenografia, Indumentária e Arquitetura Teatral de Praga, República Tcheca, nos anos de 1987, 1991, 1995, 1999, 2003 e 2012; e é o coordenador geral da edição de 2023. Coordenou por dez anos, de 1987 a 1997, o núcleo de cenografia e figurinos do CPT–Centro de Pesquisa Teatral, do Sesc, dirigido por Antunes Filho, e participou de diversos festivais internacionais de teatro com espetáculos do Grupo Macunaíma, sendo sempre o responsável pela cenografia e figurinos. Recebeu diversos prêmios em cenografia e figurinos no Brasil, tais como APCA, Mambembe, Governador do Estado, Shell, Pananco, APETESP e, por quatro vezes, o Molière, considerado um dos mais importantes prêmios de teatro no Brasil; além de outros internacionais, incluindo “Association of Hispanic Critics of New York” e a láurea da ITI – Associação Internacional de Críticos de Teatro da América Latina. Luiza Fardin | FIGURINOS Capixaba, é bacharel em Design de Moda e Vestuário pela FAESA (ES) e pós-graduada em Figurino e Carnaval pela Universidade Veiga de Almeida (RJ). Desde 2004, começou a atuar profissionalmente como figurinista de teatro e cinema, no Espírito Santo. Em 2010, mudou-se para o Rio de Janeiro onde realizou diversos trabalhos no teatro, dentre eles, destacam-se: “Se Eu Fosse Iracema” (2016), de Fernando Nicolau; “Balé Ralé” (2017), de Fabiano de Freitas; “Nunca Fui Canalha” (2017), de Victor Garcia Peralta; “O Abacaxi” (2017), de Débora Lamm; “Le Circo de La Drag” (2017), de Juracy de Oliveira; “Três Maneiras de Tocar no Assunto” (2019), e “A Doença do Outro” (2021), de Fabiano de Freitas; “BU!” (2022), de Cesar Augusto. No cinema assinou os figurinos de: “Teobaldo Morto, Romeu Exilado” (2014), de Rodrigo de Oliveira/Pique Bandeira Filmes; “O Último Virgem” (2016), de Rilson Bacco e Felipe Bretas/Downtown Filmes; “Os Incontestáveis” (2017), de Alexandre Serafini/Horizonte Líquido Produções; “Homem Livre” (2019), de Alvaro Furloni/Segunda Feira Filmes; “Ciclo” (2022), de Ian SBF/Cafeína e Neebla Produções; “CILADA... 10 Anos Depois!” (2023), de Felipe Jofly/CASÉ Filmes; e “Senna”, de Vicente Amorim e produção Netflix/Gullane – em finalização. Como coordenadora de figurino, trabalhou, dentre outros, nos projetos “O Escolhido” (2022, Netflix), com figurino de Inês Salgado; “Conquest” (2022, Netflix), com figurino de Bia Salgado; “A Porta ao Lado” (2021), com figurino de Mel Akerman; “A Magia de Aruna” (2023), figurino de Renata Russo, streaming Disney Channel. Em 2017, recebeu os prêmios Cesgranrio, Shell e APTR na categoria de Melhor Figurino pelo espetáculo “Se Eu Fosse Iracema”. Guilherme Bonfanti | DESENHO DE LUZ Guilherme Bonfanti é designer de iluminação desde 1988. Com intensa carreira internacional, iniciou sua trajetória no espaço OFF. Trabalhou com dezenas de diretores, entre eles Márcio Aurélio, Gabriel Villela, Eduardo Tolentino, José Fernando Peixoto. Colaborou, também, com diversos cenógrafos, incluindo nomes como Gringo Cardia, J.C Serroni, Hélio Eichbauer e Marcos Pedroso. No campo da arquitetura, esteve ao lado de Isay Weinfelde, Paulo Mendes da Rocha, Marcelo Ferraz, entre outros. Com Antônio Araújo, fundou o Teatro da Vertigem, do qual é membro atuante, e ganhou parte de seus inúmeros prêmios. Desenhou luz para óperas e ainda atuou em dança, com os principais coreógrafos do País. Atuou na área de música com artistas como Criolo, Titãs, Zeca Baleiro, Chico Cesar. Tem, também, atuação destacada nas Bienais de São Paulo (artes visuais). Atualmente, exerce o cargo de coordenador do curso regular de Iluminação da SP Escola de Teatro. André Abujamra | DIREÇÃO MUSICAL Em mais de 40 anos de carreira, André Abujamra se firmou como um dos grandes nomes criativos do Brasil. Multiartista, é cantor, compositor, guitarrista, percussionista, pianista, produtor musical, ator, diretor de teatro e cinema. Ao lado de Maurício Pereira, André fez parte, nos anos 1980, da dupla Os Mulheres Negras. Em 1994, estreou como líder, guitarrista e vocalista da banda Karnak, cujo disco de estreia foi considerado pela revista americana Rolling Stones como um dos melhores lançamentos da década. Seus projetos de discos solo incluem “O Infinito de Pé” (2004), “Mafaro”” (2010), O Homem Bruxa” (2015), “Omindá” (2018) e “Emidoinã – Alma de Fogo” (2020). Também arruma tempo para seus projetos experimentais, tais como como AbcyÇwÖk, Fat Marley e Turk. Em 2022, lançou uma série de lançamentos de projetos sonoros, incluindo discos de música eletrônica, trilhas sonoras, álbuns temáticos, entre outros. Alguns serão transformados em NFTs no futuro. Com o compositor de trilhas sonoras para cinema e teatro, André Abujamra ganhou vários prêmios como Kikito, Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e Molière. Tem em seu currículo mais de 75 trabalhos em longa-metragem para cinema, alguns consagrados como “Carandiru”, “Bicho de Sete Cabeças”, “Castelo Ratimbum” e “Trinta e 2 Coelhos”. Foi indicado ao Grammy Latino 2021 na categoria ‘Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa’ pelo álbum “Emidoinã – Alma de Fogo”. Kenia Dias | PROVOCAÇÃO CORPORAL É diretora, performer e professora do Departamento de Artes Cênicas da UnB. O foco de sua pesquisa está em investigar dramaturgias corporais para a cena e analisar registros de processos de criação. Trabalha com diversos artistas, coletivos e companhias de dança e de teatro do País. Em 2023 recebe indicação dos prêmios Cesgranrio e APTR de melhor direção de movimento e, também, APCA de melhor espetáculo com a peça “Sem Palavras”, da Cia. Brasileira de Teatro. Foi diretora de movimento e integrante da equipe de criação de peças como “Vaga Carne”, de Grace Passô; “Stabat Mater”, de Janaína Leite; “Eu de Você”, de Denise Fraga; “Nós” e “Outros”, do Grupo Galpão; “O Filho”, do Teatro da Vertigem; “Contrações”, do Grupo 3 de Teatro, indicada a prêmios de melhor peça e elenco pelo APCA, Shell, Cesgranrio, Bravo!, dentre outros. Já participou como atriz, diretora e ministrante de residências artísticas em festivais nacionais e internacionais, tais como: FITEI/Porto; Cena Contemporânea/DF; Festival de Teatro de Curitiba/PR; Porto Alegre em Cena/RS; Passages TransFestival/FR; Sommerbau Mousonturn/DE; Festival de Teatro Popular de Santiago/Chile; Mirada/SP; Festival Internacional de Dança Contemporânea de SP. Fundou e coordenou, em parceria com Ricardo Garcia, o estúdiofitacrepeSP-ateliê de som e movimento (2014 a 2021), um espaço independente de pesquisa e criação nas artes do som e da cena, voltado a experimentos sonoros e cênicos, ateliês de criação e residências artísticas. Diversos artistas nacionais e internacionais realizaram ações no fitacrepeSP, que teve em torno de 300 experimentos, além da troca de práticas artístico-pedagógicas e de criação. É Doutora em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, mestre em Arte e Bacharel em Interpretação Teatral/UnB. ELENCO Bartholomeu De Haro | ATOR Ator, diretor e produtor cultural. Iniciou sua carreira em 1984 com a peça “A Mãe”, de Brecht, no TBC. Integrou o elenco de várias montagens sob a direção de importantes diretores com destaque para “Rosa de Cabriúna” e “Paraíso Zona Norte”, de Antunes Filho, no Centro de Pesquisa Teatral do SESC; “Rei Lear”, com Raul Cortez e direção de Ron Daniels; “Os Lusíadas”, com direção de Márcio Aurélio e produção de Ruth Escobar; “Hamlet” e “Rei Lear” (com Paulo Autran), direção de Ulysses Cruz. Participou dos seguintes festivais internacionais: Cervantino (México), Caracas (Venezuela), FITEI (Portugal), FILO (Londrina-PR) e São José do Rio Preto (SP). Em TV, integrou o elenco das novelas “Amor à Vida”, “Passione”, “Esperança”; e das minisséries “Força Tarefa”, “Um Só Coração”, “Carandiru – Outras Histórias” (Rede Globo) e “Independências” (Cultura). Em cinema, trabalhou em “O Condomínio”, de Jean Paulo Lasmar; “Hans Staden”, de Luís Alberto Pereira; e “Vôo Cego Rumo ao Sul”, de Hermano Penna. Dirigiu os espetáculos: “Hello, Édipo (Panóptico/Foucault)”, onde também fez a adaptação dramatúrgica; “WNS– World Nelson Shakespeare”, diálogo encenado entre as obras de Nelson Rodrigues e William Shakespeare; e “O Veneno do Teatro”, de Rodolf Sirera (autor espanhol inédito no Brasil). Ministrou aulas de teatro no Centro de Pesquisa Teatral/SESC, EITALC, Indac, Carmina Escola de Atores, SP Escola de Teatro e MT Escola de Teatro. Como curador de mostras teatrais, já produziu a Circulação Teatral Zonal Leste, Jornada Cultural e Mostra Expressões da Leste. É fundador da Cia. Veneno do Teatro e sócio da De Haro Produções Artísticas. Bruna Betito | ATRIZ É atriz e professora. Graduou-se em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014). Trabalha em parceria com diversos artistas, entre eles o Grupo XIX de Teatro, no qual integra o elenco de “Teorema 21” (direção de Luiz Fernando Marques e Janaína Leite) e em outros repertórios do grupo (“Hysteria” e “Hygiene”). Criadora da Al Borde, ao lado de Debora Rebecchi, onde já estrearam dois espetáculos (“VACA” e “Tudo É Lindo em Nome do Amor”), uma performance (“BODA”) e ministram workshops de teatro e dança. Trabalhos recentes: “Parque Industrial”, com direção de Gilka Verana; “Do Improvável”, com a Cia. Fragmento de Dança (indicado ao APCA de Melhor Espetáculo de Dança em 2022); em processo com o espetáculo "Interior", com direção de Clayton Mariano (Tablado de Arruar), pela Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo. Atriz e idealizadora de “Aqui Tem Vida Demais!”, espetáculo infantil indicado ao APCA de Melhor Elenco em 2024 (direção de Rodolfo Amorim). Teve sua dramaturgia "VACA" publicada pela editora Urutau. Elen Londero | ATRIZ E DIRETORA DE PRODUÇÃO Atriz, pesquisadora e produtora cultural. Mestre em Pedagogia do Teatro na ECA/USP. Estudou bacharelado em Artes Cênicas na Universidade Federal de Santa Maria/RS. Atuou em “Mademoiselle Chanel”, texto de Maria Adelaide Amaral estrelado por Marília Pêra, sob direção de Jorge Takla, em “O Veneno do Teatro”, de Rodolf Sirera e “Hello, Édipo (Panóptico/Foucault) com direção de Bartholomeu de Haro. É atriz fundadora e integrante da Cia. Veneno do Teatro. Coordenou, de 2011 a 2013 a reinauguração, gestão artística, logística e técnica do Teatro Aliança Francesa de São Paulo. Foi uma das organizadoras do livro “Projeto Estação SP: Pedagogias da Experiência”, e dos livros “O Sujeito Histórico do Teatro de Grupo na cidade de SP e grande SP” e “Teatro de Grupo em tempos de Ressignificação: Criações Coletivas, Sentidos e Manifestações Cênicas no Estado de São Paulo”, ambos editados pelo Selo Lucias da ADAAP. Colaboradora da SP Escola de Teatro desde 2010, atualmente é responsável pelo Desenvolvimento Institucional, integrante do Conselho de Administração da Instituição e membro do conselho editorial do Selo Lucias. É sócia da De Haro Produções Artísticas. Felipe Frazão | ATOR Felipe Frazão é ator paulistano formado em Atuação pela SP Escola de Teatro no ano de 2011. Fez, dentre outros, os espetáculos: “Museu Nacional – Todas as Vozes do Fogo” (2023/2022), de Vinicius Calderoni (indicado ao Prêmio APTR na categoria ‘ator coadjuvante’); “Névoa” (2022), de Lavínia Pannunzio; “Meu Filho Só Anda um Pouco Mais Lento” (2021), de Rodrigo Portella (indicado ao Prêmio APTR 2021 na categoria ‘jovem talento’ – Troféu Manoela Pinto Guimarães); “Processo Julius Caesar – Cia. dos Atores” (2020), de Rafael Gomes; “Música para Cortar os Pulsos” (2021, 2020, 2019), de Rafael Gomes; “Tudo o que Há Flora” (2017) e “Perdoa-me por me Traíres” (2016), de Daniel Herz; “Terra Papagalli” (2016), de Marcelo Valle; “A Vida de Dr. Antônio Contada por Ele Mesmo” (2016), de Cesar Augusto e Fabiano de Freitas; “Todo Vagabundo Tem seu Dia de Glória” (2015), de Thiago Pach e Adren Alves (indicado como ‘melhor ator’ no 10º Prêmio Zilka Sallaberry); “Garotos” (2014), de Afra Gomes e Leandro Goulart; “Giz” (2013), de Marcelo Valle; “Zona de Guerra” (2011), de André Garolli; “Eu Sou o Samba – O Musical” (2009), de Fábio Pillar ; e “Tieta do Agreste – O Musical” (2009 e 2007), de Christina Trevisan. Higor Campagnaro | ATOR Iniciou formação e deu seus primeiros passos no palco no Espírito Santo, sua terra natal. Em 2010, já residente no Rio de Janeiro, atuou em companhias brasileiras e internacionais de teatro, dentre as quais a Cia. do Latão e a Companhia de Teatro Wunderbaum, da Holanda. Ao longo de sua carreira, vem criando uma relação intensa e reiterada com o cinema e audiovisual. Em 2017, protagonizou dois longa-metragens: “O que Resta”, de Fernanda Teixeira; e “Um Animal Amarelo”, de Felipe Bragança, pelo qual ganhou menção honrosa como ator no Festival de Gramado 2020. Na sequência, vieram “A Fúria”, longa de Ruy Guerra (em finalização); “O Mensageiro”, longa de Lúcia Murat; “Procuro Teu Auxilio para Enterrar um Homem”, de Anderson Bardot; e “Os Primeiros Soldados”, de Rodrigo de Oliveira. Na TV, integrou, entre outros, os elencos de “Os Últimos Dias de Gilda”, de Gustavo Pizzi e Karine Telles, série selecionada para Berlinale 2021; “O Jogo que Mudou a História”, série de Heitor Dhalia para a Globo Play; “Quanto Mais Vida Melhor”, novela com direção Allan Fiterman e Pedro Benelli; “A Revolta dos Malês”, direção de Jeferson De e Belizário Franco; “Brasil Imperial”, série de Alexandre Machafer; “Queima Mufa”, direção Rodrigo Friederischessen; “Desalma”, de Carlos Manga Jr; e “Filhos da Pátria’’, direção Maurício Farias. Luciana Borghi | ATRIZ Luciana Borghi é atriz, com 28 anos de carreira, e trabalha nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo (onde reside) e Bahia. Participou de inúmeros espetáculos sob direção de Amir Haddad, José Celso Martinez Corrêa, Renato Borghi, Renato Santos, Tato Consorti, Felipe Vidal, Renato Icaraí e Moacir Chaves. Integrou elencos de musicais, trabalhos na TV e no audiovisual. No teatro, destacou-se em: "Na Casa do Rio Vermelho", onde interpretava Zélia Gattai; “Molière”, com Matheus Nachtergaele; "Rock’n’Roll", de Tom Stoppard; "Cadela de Vison", direção de Elcio Nogueira; "Macbeth", direção de Mauricio Paroni; "Ovo Frito", de Fernando Bonassi; "Utopia", direção de Moacir Chaves; "Cacilda", de José Celso Martinez Corrêa, entre outros. Em novelas, atuou na Rede Globo em “Pantanal”, "Malhação", "Sol Nascente" e "Tempos Modernos". Na TV Cultura, integrou o elenco da série “Independências”, com direção de Luiz Fernando Carvalho. Mawusi Tulani | ATRIZ Atriz graduada pela Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (EAD/ECA/USP) e graduanda em licenciatura na Faculdade Paulista de Artes (FPA). No período de sua formação, trabalhou com os vários diretores, como: Bete Dorgam, Luís Damasceno, Dagoberto Feliz, José Fernando Azevedo, Celso Frateschi, entre outros que capacitaram não só cenicamente, mas ideologicamente seu interesse por uma pesquisa mais aprofundada na interpretação do ator e nos jogos de cena. É uma das atrizes fundadoras da Cia. Os Crespos, que aborda questões sobre a democracia racial no Brasil, e, atualmente, faz parte do grupo Teatro da Vertigem. Dentre seus últimos trabalhos em teatro, destacam-se: “Decameron” (2024), de Hugo Possolo/Parlapatões; “Agropeça” (2023), de Antônio Araújo/Teatro da Vertigem; e “Na Solidão dos Campos de Algodão” (2022), de Eliana Monteiro. Debutou no cinema com o curta-metragem “Piscina” (2016). Integrou o elenco do drama biográfico “Hebe: A Estrela do Brasil” (2019), de Maurício Farias; dos filmes “Cordialmente Teus” (2022), de Aimar Labaki, e “A Mãe”, de Cristiano Burlan (2022); bem como da série “Da Ponte pra Lá” (2024), de Thais Falcão e Erick Andrade. Obteve destaque internacional como protagonista de “Todos os Mortos” (2020), filme de Marco Dutra e Caetano Gotardo, destaque do Festival de Berlim 2020. A atriz também fez um intercâmbio Brasil-Alemanha, tendo trabalhado com o diretor alemão Frank Castorf, fazendo uma temporada no Volksbühne Berlin, onde vivenciou uma experiência mais brechtiana.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.