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"Efêmeras", texto teatral inédito de Márcio Tavolari, retrata o encontro de duas mulheres durante o frio inverno de São Paulo na década de 70. Durante algumas horas, será travado um grande duelo entre as duas mulheres, trazendo à tona os relatos do passado, quando as duas tornaram-se mortais inimigas. Em narrativa inspirada na linguagem cinematográfica e nos melodramas, hiperbólicos, exagerados e até mesmo absurda e patética, a história traz à cena uma dramaturgia existencial, com forte apelo psicológico, misturando drama e poesia em contraste à imagens oníricas e um certo lirismo sarcástico e humor ácido. Afinal, o espetáculo fala de vidas que se cruzam e que se divergem no imprevisível caleidoscópio humano, tão mutante quanto os seres e suas próprias emoções... nada é para sempre, nem a vida, onde duas mulheres, escondidas por suas máscaras negras travam um duelo diante ao verdadeiro 'espelho das bruxas', com o reflexo cruel de suas personalidades.
EFÊMERAS - A HISTÓRIA: São Paulo, atualidade. O espetáculo começa com o encontro de Eleonora (59 anos) e Lúcia (36 anos), o "grande duelo", onde teremos os reflexos de suas vidas. Duas mulheres, de personalidades fortes, unidas pelo amor e pelo ódio intenso. Depois de anos, o acerto de contas. Uma viagem ao passado, onde virão à tona grandes, alegres e terríveis lembranças. O próprio espelho das bruxas. Num cenário decadente, frio e sombrio, temos o embate final.
A proposta objetiva realizar a primeira montagem do texto teatral EFÊMERAS - MÁSCARA NEGRA, com texto e direção e Márcio Tavolari no segundo semestre de 2025 na Cidade de São Paulo. A montagem, encenado por duas atrizes que travam um embate psicológico sobre os dramas vividos no passado, visa atingir um público estimado de 6.000 (seis mil) espectadores, num total de 48 sessões (4 sessões por semana, de quinta a domingo) durante três meses - de agostos a outubro de 2025.
O espetáculo busca uma releitura de conceitos e padrões morais, diante dos limites emocionais e psicológicos do ser humano. O que é certo? O que é errado? Por que erramos? Por que somos muitas vezes crueis? A que limites somos submetidos diante da emoção humana? Desta forma, o projeto resgata símbolos e mescla linguagens para uma exposição original e expressivamente plástica. Com inspiração no cinema "noir", nos melodramas, radionovelas, em quadros impressionistas, e com evidências características do romance psicológico, o espetáculo tem como principal meta a reflexão do público, expostos a um jogo de emoções. Além disso, a iniciativa do projeto visa stimular e incentivar a produça~o de textos ine´ditos, atrave´s de uma montagem que envolva em sua ficha te´cnica nomes consagrados, e premiados, do Teatro Brasileiro, valorizando as novas ideias e ao fomento da produça~o arti´stica brasileira. Dentro desta o´tica, sera~o propostas sesso~es às quintas-feiras, em hora´rio aproximado às 18h00, com ingressos populares, visando o acesso de estudantes e ao pu´blico da terceira idade. Apo´s as sesso~es, o elenco e, em algumas oportunidades o pro´prio autor, participara~o de um debate com o pu´blico visando aproximar o Teatro de sua plateia.
Espetáculo com 90 minutos de duração, 4 sessões semanais, de quinta a domingo, totalizando 16 sessões mensais e e 48 sessões pela temporada inicial de 3 meses em SP. Plataforma de sustenação do espetáculo fotos, informações pertinentes, nas redes sociais - FACEBOOK e INSTAGRAM. 5.000 folder/programa - papel couchê, 20cm x 60 aberto, duas dobras, fechado 20cm x 20cm, 4/4 cor.
O espetáculo somente será apresentado em salas de espetáculo devidamente adaptadas ao acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais, com rampas de acesso, elevadores e locais reservados à cadeirantes na plateia. A produção também irá realizar, durante toda a temporada, uma sessão por semana (com ênfase na divulgação do espetáculo) que contará com recursos especiais para portadores de deficiência visual e auditiva. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem. O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça terá versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
Além do acesso previsto ao público portador de deficiência, necessidades especiais, a produção terá uma sessão mensal, durante toda a temporada com preço simbólico de R$ 20,00 e 1kg de alimento não perecível (que será destinado à entidades de amparo à idosos). O espetáculo também manterá os descontos especiais com 50% de descontos a estudantes e público acima de 60 anos.
CARLOS MAXIMILIANO TOZELI – Proponente / Produção Executiva Iniciou suas atividades como produtor em 1998, na implantação e execução de diversos espetáculos como Assistente de Produção, Produtor, Produtor Executivo e Administrador, tendo atuado em mais de 40 espetáculos nas seguintes áreas: Teatro, Dança, Ballet e Musica, na Cidade de São Paulo e em outras capitais. Além do Teatro, também atua como Produtor Executivo na área audiovisual em filmes publicitários e programas para canais e emissoras de TV fechadas e abertas desde 2006. Entre seus principais trabalhos na produção teatral destacam-se: “HISTÓRIAS DA CAIXOLA”- Direção Márcio Tavolari, “ATÉ QUE O VIRTUAL NOS AMPARE” – Direção Adrian Stenwey, “AH GODOI”, - Direção Marco Antonio Guerreiro, “TUSP – Teatro da Universidade de São Paulo-USP“, “E DAÍ ISADORA?” – Direção Bibi Ferreira, “ TRÊS HOMENS BAIXOS - Direção Fernando Guerreiro, “CONTAROLANDO” - Direção Frederico Reder, “PALAVRAS” - Direção Lélia Abramo, “O VOO DA ASA BRANCA” – Direção Deolindo Checucci, FOLIAS FELIANAS, CANTOS PEREGRINOS e RESSUSCITA-ME” Direção de Marco Antônio Rodrigues, “A OSTRA DE LINGUA CARECA” - Direção Márcio Tavolari, “ZERÓI – UMA EPOPÉIA PÍCARA” - Direção Hugo Possolo - “AFTER MAGRITE” – Direção Ivam Feijo, “SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA” – Direção Ivonice Satie, “ANIMATTER” - Direção Luiz Queiroz, “TÍPICO ROMANTICO” - Direção Maurício Paroni de Castro, “CAPITÃES DA AREIA” – Direção Eric Nowinsky , “O BAILE” - Direção Dácio Lima “ESPERANDO GODOFREDO...15 ANOS DEPOIS” – Direção Luiz Armando Queiroz. MÁRCIO TAVOLARI - TEXTO E DIREÇÃO Nascido no Rio de Janeiro em 1966 e morando em São Paulo há mais de 10 anos, Márcio Tavolari éformado em Comunicação Social - Publicidade & Propaganda, pela Universidade Gama Filho - UGF. Também foi aluno do curso de graduação em Cinema da Universidade Federal Fluminense - UFF, possuindo cursos de extensão realizados em diversas instituições, entre as quais a Escola Superiorde Propaganda e Marketing - ESPM. Possui trabalhos como diretor, autor-roteirista e produtor em cinema, televisão e teatro. Pesquisador na área de teledramaturgia, como aluno especial do curso de pós-graduação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), desenvolveu o projeto analítico sobre a evolução da obra da novelista Janete Clair – “A FÓRMULA DA TELENOVELA BRASILEIRA – A EVOLUÇÃO DO PROCESSO DE CRIAÇÃO NA OBRA DE JANETE CLAIR – HISTÓRIAS E PERSONAGENS”. Como mestrando, trabalha com o projeto investigativo sobre os rumos da dramaturgia em novas mídias: “A TELEDRAMATURGIA (DRAMATURGIA AUDIOVISUAL) NA ERA HIPERDIGITAL – NOVOS FORMATOS E INTERAÇÃO EM MULTIPLATAFORMAS”. Pós-Graduado pela FAAP em Gestão Executiva de Produção em TV e Meios e Midiaticos. Como estudante secundarista do tradicional Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, incentivado por mestres como o Acadêmico Geraldo França Lima, iniciou sua formação como autor e diretor de teatro, tendo obtido premiações em diversos festivais estudantis. Ingressou na área de TV e Vídeo em 1985, ainda como estagiário do Departamento de Multimídia da Rede Globo, do qual participavam Ricardo Nauemberg, Edson Pimentel, Vicente Lobato e Victor Paranhos. Paralelamente, completou sua graduação em Publicidade e Propaganda, adquirindo também experiência em criação publicitária e gestão de marketing, e desde então vem atuando como Diretor e Consultor de Criação em diversas agências e produtoras. Em 1988 ligou-se ao Núcleo de Dramaturgia da Rede Manchete de Televisão, na qual participou de diversos projetos, entre novelas, seriados e casos especiais, tendo trabalhado com Jayme Monjardim, Jorge Felix, Edson Audi, Wilson Rocha, Regina Braga, José Louzeiro, Eloy Santos, Alexandre Lydia, Carlos Eduardo Novaes, Marcos Schechtman, Newton Travesso, Attílio Riccó, Fernando Barbosa Lima, Mário Meirelles, Marcus Vinícius Cezar e Henrique Martins. Seu primeiro trabalho na Rede Manchete, ainda experimental, foi o especial “Sabor de Fantasia”, programa voltado para o público infanto-juvenil que ficou entre os finalistas do Festival de Nova Iorque de 1989. Em 1993 migrou como diretor de criação para a TV Plus, onde foi realizada a novela “Idade da Loba” (novela de Alcione Araújo e Regina Braga, com direção de Jayme Monjardim, Marcos Schechtman e Luiz Armando Queiroz). Logo após, foi para São Paulo, tendo realizado trabalhos como diretor na Rede Bandeirantes, SBT, Disney Channel e em várias produtoras. Em 2001 retornou à teledramaturgia, como autor da co-produção da Rede Record “Acampamento Legal” – novela voltada para o público infantil. Atuou como diretor artístico e de conteúdo de diversas produtoras em São Paulo, como a SP TELEFILM, para onde desenvolveu diversos projetos para o Grupo HBO, além de roteirizar e dirigir documentários e filmes comerciais e programas para a antiga FASHION TV e LYFE STILE TV – CLAXSON/ARGENTINA. Seu envolvimento com o cinema nasceu paralelamente com sua formação televisiva. Autor de argumentos e roteiros para cinema, foi aluno de Nelson Pereira do Santos no curso de cinema da UFF. Sócio da SBAT - Sociedade Brasileira de Autores Teatrais desde 1983, jamais deixou a paixão pelo teatro, tendo escrito, cenografado, dirigido e produzido, ainda que esporadicamente, diversas peças nos últimos 20 anos, com indicações aos prêmios Mambembe, Coca-Cola e Pedro Veiga – principalmente textos para o teatro infantil como o premiado A OSTRA DE LÍNGUA CARECA, além de HISTÓRIAS DA CAIXOLA, O OUTRO LADO DA LINHA, O SEGREDO DAS MOEDAS DE OURO, UMA HISTÓRIA NOS FIOS DA TEIA, O MENINO QUE QUERIA VOAR, TRÊS PRINCESAS PARA TRÊS CAVALEIROS, NO REINO NA FANTASIA QUEM NÃO SONHA VIRA SAPO, EFÊMERAS, O JARDIM DE HORTÊNSIAS, DULCINÉIA DE MIL AMORES, ILUSIONES entre outros. De 2011 a 2014 foi diretor do programa TODO SEU, apresentado por RONNIE VON na TV GAZETA de São Paulo, além de responsável pela direção de diversos filmes comerciais e consultor em Produção Cultural e Audiovisual. ROGÉRIO FALCÃO - CENOGRAFIA Cenografia Arquiteto, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos, designer e cenógrafo. No teatro, colaborou com montagens de peças e óperas como "A Gaivota", "Madame Butterfly", "Cavaleria Rusticana", "La Bohème". Em 2007, a convite da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, faz seu primeiro trabalho em Teatro Musical em "7 – o Musical", que foi indicado ao Prêmio Shell de 2007 de melhor cenografia. Em 2008, realiza a cenografia de "A Noviça Rebelde", também indicada ao Prêmio Shell de 2008 de melhor cenografia, e ainda "Gloriosa" e "Avenida Q". Em 2009 faz "O Despertar da Primavera", também indicado ao Prêmio Shell de melhor cenografia e ganhou o 4o Prêmio APTR e o Prêmio Contigo de melhor cenografia. Em 2010 realiza cenografia de "Gypsy" e "Hair", em 2011, de "Um Violinista no Telhado" e "Judy Garland – O Fim do Arco-íris". Em 2012, realiza "O Mágico de Oz" e "Milton Nascimento, Nada Será Como Antes". E em 2013, "Como Vencer na Vida sem Fazer Força". Em 2014, assina a cenografia de "Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos" e "Os Saltimbancos Trapalhões - O Musical". Em 2015, faz a cenografia de "Nine - Um Musical Felliniano". PAULO CÉSAR MEDEIROS – Desenho de Luz Da terceira geração de iluminadores cariocas, Paulo César Medeiros destaca-se nos anos 1980 e 1990, desenhando a luz para diversos espetáculos. Parceiro constante nas realizações dos diretores Bibi Ferreira, Márcio Vianna e Gilberto Gawronski. Faz curso de iluminação com Aurélio De Simoni e de fotografia no Liceu de Artes e Ofício, e forma-se, em 1994, em direção teatral pela Uni-Rio. Trabalha com o grupo de Dança DC e o coreógrafo Fabio de Mello, e também na linha de shows com artistas como Rafael Rabelo, Selma Reis, Angela Maria, Paulinho Moska, Maria Bethânia, entre outros. Seu primeiro espetáculo teatral é Palhaçadas, de Tônio Carvalho, 1989. Lá conhece o diretor Gilberto Gawronski com quem realiza uma série de trabalhos de iluminação: de Uma Estória de Borboletas, de Caio Fernando Abreu, 1990, a A Dama da Noite, de Caio Fernando Abreu, 1998, passando por Na Solidão nos Campos de Algodão, de Bernard-Marie Koltès, 1996. Assina a iluminação de Blue Jeans, de Zeno Wilde, e Wanderley Aguiar Bragança, com direção de Wolf Maya, 1992, O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, com direção de Sergio Britto, e O Futuro Dura Muito Tempo, de Márcio Vianna, último espetáculo de Rubens Corrêa, 1993, que lhe vale o Prêmio Shell de iluminação. Seguem-se A Era do Rádio, de Clovis Levi, Carmen, adaptação de Sergio Britto e Fábio de Mello, Dizem de Mim o Diabo e Aldeia, ambos com roteiro e direção de Ana Kfouri, 1994. Entre 1995 e 1998, Medeiros realiza a iluminação de espetáculos dirigidos por Luiz Arthur Nunes, Marília Pêra, Luiz Fernando Lobo, Bibi Ferreira, Sergio Britto, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Marcelo Saback, Ernesto Piccolo, Karen Acioly e Ronaldo Tasso. Segundo o crítico do Jornal do Brasil, a iluminação de Nos Tempos de Martins Pena, de Clóvis Levi, 1996, "aproveita bem a idéia de um palco de teatro do cenário para criar uma luz com variações vibrantes de tonalidades luminosas".1 O mesmo crítico comenta, sobre a luz de Um Equilíbrio Delicado, de Edward Albee, direção de Eduardo Wotzik, em 1999: "A poética iluminação de Paulo César Medeiros vai colorindo de tons azuis e amarelos a passagem do tempo, as noites e o dia que marcam as escaramuças entre sombras e luz".2 Em 2000, ele cria a luz de A Serpente, de Nelson Rodrigues, com direção de Luiz Arthur Nunes, e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, entre outros, e no ano seguinte, entre seus trabalhos destacam-se Company, de George Furth, e Um Dia de Sol em Shangrilá, ambos com dramaturgia e direção de Charles Möeller. OBS.: Elenco em conversação, a ser definidio posterior aprovação do projeto e respectiva estapa de captação de recursos.
PROJETO ARQUIVADO.