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A proposta é de artistas e produtores nativos e radicalizados na Amazônia e trata de um espetáculo circense e uma oficina para comunidades periféricas. Tras questões importantes para nós e as gerações futuras como desrespeito pela vida, guerras, violência urbana, exploração desenfreada da Amazônia... nossa linguagem é bem leve e delicada ao inserir essas questões em um espetáculo de palhaçaria e circo. Produzimos obras com censura livre, para todos os públicos. E pretendemos ir para fora das grandes cidades, logo nossa lingagem têm que ser super acessível. Lidamos uma dramaturgia simples, clara e alegre. Alternândo entre momentos tensos (números complexos e/ou perigosos) seguidos de descontração, normalmente apresentados pela figura do palhaço de uma comicidade nortista inspirada na "matutagem". Matuto é uma figura cômica típica do Norte do Brasil presente no Boi bumbá e outros Cortejos Populares de Bichos, como Pássaro Junino de Belém e Botos encantados do interior do Pará.
O espetáculo conta a história de um palhaço que perdeu a fé na humanidade devido as guerras, destruição da natureza e fascismo contemporâneo. E de uma palhacinha animada, que com ajuda das crianças o faz reencontrar a alegria de viver, o riso e a esperança! O Espetáculo "Redescobrindo a Graça" teve sua montagem em 2022 com fomento do Edital Preamar da Secult-Pará; foi apresentado no Dia das Crianças 2022 do Sesc Ananindeua e do Sesc Castanhal; Apresentação no II Festival Pyracema da Prefeitura de Belém na Ilha de Cotijuba. O espetáculo “Redescobrindo a graça” trata-se de um espetáculo circense que apresenta um palhaço triste que perdeu a fé na humanidade e uma palhacinha feliz que tenta ajudar seu amigo. De forma lúdica o espetáculo discute inúmeras questões muito importantes para nossas vidas e as gerações futuras como desrespeito com os seres humanos e o planeta, guerras, violência urbana e outras questões... nossa linguagem é bem leve e delicada ao inserir essas questões em um espetáculo de palhaçaria e circo com elementos da cultura regional inspirados pela "matutagem". Primeiro porque sempre produzimos obras com censura livre, ou seja, para todos os públicos. Logo todas nossas mensagens têm que ser facilmente entendíveis para qualquer pessoa e em qualquer lugar. Fundamentalmente trabalhamos em uma dramaturgia simples, clara e alegre. Trazendo aquilo que é uma constante em espetáculos de circo: a alternância entre momentos tensos (números complexos e/ou perigosos) seguidos de descontração, normalmente apresentados pela figura do palhaço. A oficina de ecomalabares trabalha com a conscientização da preservação da natureza ao ensinar formas de construir brinquedos circenses com materiais recicláveis e materiais orgânicos regionais.
Redescobrindo a graça (Espetáculo de circo e teatro de rua) é um projeto relevante por ser proposto por artistas e produtores nativos e radicalizados na Amazônia além de trazer em seu enredo um palhaço nortista em luto, triste com a situação do mundo, destruição da floresta e guerras pelo mundo. E uma palhacinha esperançosa que o ajuda a recuperar a fé na humanidade. Ela tenta mostrar ao amigo palhaço que quando o povo se junta, podem mudar as coisas ... O projeto é um projeto proposto por artistas e produtores nativos e radicalizados na Amazônia e trata de um espetáculo circense e uma oficina de técnicas de circo para comunidades periféricas, rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas. Trata ludicamente de questões importantes para nós e as gerações futuras como desrespeito com a vida, guerras, violência urbana, exploração desenfreada da Amazônia... nossa linguagem é bem leve e delicada ao inserir essas questões em um espetáculo de palhaçaria e circo. Primeiramente produzimos obras com censura livre, para todos os públicos. E segundo, pretendemos levar nosso trabalho para comunidades carentes de fora das grandes cidades locais, logo todas nossas mensagens têm que ser facilmente entendível para qualquer pessoa em qualquer lugar. Fundamentalmente tratamos de uma dramaturgia de forma simples, clara e alegre. Trazendo aquilo que é uma constante em espetáculos de circo: a alternância entre momentos tensos (números complexos e/ou perigosos) seguidos de descontração, normalmente apresentados pela figura do palhaço dentro das particularidades de uma comicidade nortista inspirada na "matutagem". Matuto é uma figura cômica típica do Norte do Brasil presente no Boi bumbá e outros Cortejos Populares de Bichos, como Pássaro Junino de Belém e Botos encantados do interior do Pará. O espetáculo propõe de forma lúdica reflexões sobre a natureza das coisas, nossa relação com a vida no planeta e diversas formas de exploração (econômica e social). Além de incentivar a formação de plateia em localidades que raramente são foco de ações culturais (particularmente de políticas públicas para cultura e de outras áreas). A oficina de técnicas de circo além de materiais e técnicas tradicionais (como claves, bolinhas, bastões e acrobacias aéreas) se propõe a explorar a comicidade regional através da "matutagem" tão forte na cultura popular do Norte do Brasil. E ensinar sobre a confecção de ecomalabares. Ecomalabares são brinquedos circenses (como bolinhas, claves, argolas e etc) construídos com materiais reciclados ( ex. papel, papelã, garrafas pet) e materiais orgânicos típicos da Amazônia Brasileira (como talos de açaizeiro, fibras de palmeira, juta e etc). Objetivo Geral: CIRCULAÇÃO E OFICINAS DO ESPETÁCULO "REDESCOBRINDO A GRAÇA" por 10 municípios brasileiros em comunidades periféricas, ribeirinhas, indígenas e quilombolas Objetivos Específicos: 10 apresentações do espetáculo; 10 oficinas do espetáculo; utilizar de forma lúdica a linguagem artística como forma de educação ambiental nas apresentações e oficinas
Somos pequenos produtores culturais. Trabalhamos com linguagens que raramente alcançam os grandes circuitos culturais. Nosso projeto trabalha com a cultura do circo e possui elementos com características únicos por ser todo executado e concebido por artistas do Norte do Brasil-Amazônia. Elementos que além de mostrarem o imaginário e a mitologia do universo amazônico e das culturas afro-indígenas e ribeirinha. Trazem consigo diversas referências da utilização sustentável e preservação da fauna e flora amazônica. Nós nos apropriamos de elementos cotidianos que herdamos de nossos povos ancestrais para dar uma roupagem diferenciada ao nosso espetáculo de teatro de rua e circo de rua. É uma forma composta de diversas linguagens artísticas, característica históricas e da cultura de nosso estado, de nossos povos ancestrais e que fazem o circo se aproximar ainda mais da cultura amazônida e da cultura paraense. Há milênios, em diversas culturas se vê pelas ruas acrobatas, malabaristas e outros tipos de artistas que se convencionou chamar de circenses, a pouco mais de dois ou três séculos. O espetáculo "Redescobrindo a Graça" faz uma polimerização de elementos da linguagem circense com a comicidade e culturas do Norte do Brasil-Amazônia. O mercado de entretenimento tem consumido de tudo quando se trata de coisas que se relacionam ao circo. Hoje é muito mais comum se ver artistas circenses trabalhando pela cidade, seja em apresentações de rua, campanhas publicitárias, comerciais de televisão ou mesmo em eventos sociais. É muito comum vermos malabaristas, palhaços, pernas de pau, monociclistas, acrobatas e acrobatas aéreos em algum momento de nosso cotidiano. E ao menos nas duas últimas décadas, a cultura popular do Norte do Brasil-Amazônia Brasileira vem passando pelo mesmo fenômeno. Se popularizar, expandir-se amplamente para outras regiões e países. O que este projeto de espetáculo em constante experimentação e pesquisa propõe é fundir o universo e as tradições da cultura paraense com elementos do circo e teatro de rua ao mesmo tempo em que discute a relação de nossas populações amazônidas com a preservação da floresta. Há alguns anos eu venho produzindo meus próprios espetáculos de circo e teatro de rua. E nos últimos seis anos venho fazendo experimentos que misturam a cultura do circo e do carimbó. O carimbo é um tipo de música, ritmo percussivo e de dança tipicamente amazônidas e natural do Estado do Pará. Os grandes centros urbanos, costumam aglutinar também a maior parte das produções culturais. Dadas as proporções dessa realidade para nosso estado, há muito tempo percebo que a grande maioria dos trabalhos artísticos de diversas linguagens, se concentra em Belém. E mesmo a cidade de Belém, urbana, possui as suas ilhas e áreas rurais. Por esse motivo e também por minha trajetória de vida como artista, professor e educador popular. Percebo e gostaria de contribuir um pouco para a mudança deste quadro. Levando meus espetáculos e oficinas para mais comunidades periféricas e rurais, especialmente indígenas, ribeirinhas e/ou quilombolas. Os municípios paraenses do região do Marajó selecionados para esse circulação tem um dos piore Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Pará e do país, são locais que não costumam estar em circuitos de circulação cultural. São cidades que estão de fora do grande rol de mostras de circo e artes no geral, algumas dessas cidades não tem nenhuma ou pouquíssimas apresentações culturais, apresentando um baixo índice de IDH. Por consideramos a arte um direito universal e que todos devem ter acesso justamente por este motivo foram as selecionas, pois no nosso entendimento são elas que mais carecem nesse momento de incentivos como esse.
Espetáculo: “Redescobrindo a graça” trata-se de um espetáculo circense que apresenta um palhaço triste que perdeu a fé na humanidade e uma palhacinha feliz que tenta ajudar seu amigo. De forma lúdica o espetáculo discute inúmeras questões muito importantes para nossas vidas e as gerações futuras como desrespeito com os seres humanos e o planeta, guerras, violência urbana e outras questões... nossa linguagem é bem leve e delicada ao inserir essas questões em um espetáculo de palhaçaria e circo com elementos da cultura regional inspirados pela "matutagem". Duração: de 40 a 60 minutos com música e sonoplastia ao vivo. Montagem e Desmontagem: 120 minutos. Iluminação: Constante Sonorização: 4 microfones labiais, 1 microfone para instrumentos de corda (banjo), 1 microfone para tambor (curimbó, tambor tradicional do carimbó) Oficinas: 10 oficinas de circo e comicidade e confecção e manuseio de ecomalabares.
Acessibilidade arquitetônica: Rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, Vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, Iluminação adequada, Assentos para pessoas obesas * Medidas de acessibilidade empregadas no projeto: Todas as artes de divulgação do projeto terão legenda, descrição e audiodescrição; As apresentações terão interpretes de libras; os locais de apresentação terão espaços reservados para pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção; todas as peças audiovisuais do projeto terão legendas e versão com audiodescrição; todo material impresso terá versões com alto contraste e fontes grandes para pessoas com baixa visão; as ações do projeto terão profissionais na função de facilitadores para pessoas com necessidades especiais; os locais de apresentação terão vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência, dificuldade de locomoção, idosos e/ou neuro divergentes. * Acessibilidade comunicacional: Língua Brasileira de Sinais - Libras, Legendas, Audiodescrição, Linguagem simples, Textos adaptados para leitores de tela * Acessibilidade atitudinal: Contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural, Formação e sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural As medidas de acessibilidade serão implementadas e disponibilizadas no decorrer de toda a execução do projeto. Tanto nas peças para redes sociais quanto nas etapas presenciais de finalização do projeto seguindo o Manual de Adaptações de Acessibilidade do Governo Federal, §2º do art. 4 º da Portaria Interministerial nº 323, de 10 de setembro de 2020, dos Ministérios da Economia e dos Direitos Humanos e Cidadania.
Público-alvo prioritário: professores, crianças e adolescentes de escolas públicas, pessoas em situação de vulnerabilidade, idosos, quilombolas, indígenas, pessoas vítimas de violência, pessoas em situação de rua (moradores de rua), pessoas com deficiência, Mulheres, Povos e comunidades tradicionais, Ciganos. Nosso projeto não é voltado especificamente para um perfil, é aberta para todos, no sentido de ser o mais universal que for possível. Dando prioridade também para pessoas em situação de pobreza, Pessoas em sofrimento físico e/ou psíquico, Gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transgêneros e transexuais, Negros e/ou negras. Este projeto está direcionado para pessoas de todas as idades visando atender públicos de fora dos centros das cidades, preferencialmente nas periferias. Nas regiões que visamos apresentar a maioria do público são crianças e jovens. E todas as atividades do projeto serão gratuitas (apresentações e oficinas). Regiões selecionadas: municípios do interior do Estado do Pará. Boa parte da produção artistica do Estado está concentrada nas principais cidades como Belém, Santerém e Marabá. Nesse sentido, a escolha por localidades mais afastadas dos grandes centros culturais da região já é democrática em si. Faremos contratação de profissionais locais de cada teritório buscando impactos positivos na economia local.
YURE LEE ALMEIDA MARTINS; CPF 928.212.512-20; Função: coordenador do projeto, direção geral e elenco (palhaço, malabarista, equilibrista e acrobata aéreo); Raça/Cor/Etnia: branco/mestiço; Gênero: Homem. Artista circense a 20 anos. Trabalha profissionalmente desde 2007. Membro fundador da Companhia de Circo Nós Tantos em 2010. Atualmente além de artista é pesquisador vinculado ao Curso de Doutorado em Artes (PPGARTE-UFPA) e bolsista Fapespa, pesquisando sobre o circo de rua em Belém. Graduado e Mestre em História-UFPA. Recentemente concluiu a Graduação em Educação Física-UFPA, pesquisando práticas corporais e circo além de se tornar Especialista em Educação Física Escolar e Artes (pesquisa sobre circo no currículo escolar). Inicialmente autodidata e depois aluno de malabaristas de rua, fez inúmeros cursos em circos e escolas de circo através dos anos, inclusive o curso de Arte-Educação para Circo Social oferecido em parceria pela Escola Circo Laheto e escritório sul americano do Cirque du Soleil. Principais Prêmios recebidos: - Agente Jovem do Ministério da Cultura (2011); - Funarte Petrobrás Carequinha de Circo (2012);- Lei de Incentivo do Município de Belém (2014);- Seiva Pauta aberta da FCP/Secult-PA (primeiro semestre 2018); - Edital de Teatro da Lei Aldir Blanc – Pará (2020);- Mostra Aldir Blanc do SESC Pará (2020);- Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22);- Pauta Livre da FCP (2022); Principais participações em eventos: - Natal da Prefeitura de Benevides (2010-2011);- Festival Pixirum da Secult-Pará (2011);- Festival de Circo de Taquaruçu, Palmas-Tocantins (2017 e 2019);- Festival insolus Tucujus, Macapá-Amapá (2019);- XX Convenção Brasileira de Malabares e Circo, Euzébio-Ceará (2020);- Festival Encena na Rua Edição Especial Pará (2022);- Festival de Solos do Pará, Santarém-Pará (2023);- Festival de Teatro do Tapajós, Santarém-Pará (2023); Picadeiro Móvel - Sesc RJ (2024). GABRIELLY ALCÂNTARA CARDOSO; CPF 014.734.422-06; Função: direção de arte e elenco (palhaça, bailarina, ginasta e acrobata aérea); Raça/Cor/Etnia: negra; Gênero: mulher; Sou mulher, preta e periférica! Artista circense, artistas das danças, do teatro de rua, da ginastica e da cultura popular. Trabalho dialogando com múltiplas linguagens através do circo. Principais Prêmios recebidos: - Edital Aldir Blanc Juventude Ativa, República de Emaús (2020); - Edital de Circo Aldir Blanc da Prefeitura de Belém (2020); - Prêmio de Artes da Fundação Palmares (2021); - Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22); - Prêmio PREAMAR de incentivo á Cultura FCP (2022); - Funarte Retomada Circo (2023); Funarte de circo carequinha (2023); LPG -Secult PA; Edital de apoio a projetos “II Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2024) Principais participações em eventos: - Natal da Prefeitura de Castanhal (2018-2020); - Festival de Circo de Taquaruçu, Palmas-Tocantins (2017 e 2019); - XX Convenção Brasileira de Malabares e Circo, Euzébio-Ceará (2020); - Festival Encena na Rua Edição Especial Pará (2022); - Festival de Solos do Pará, Santarém-Pará (2023);- Festival de Teatro do Tapajós, Santarém-Pará (2023); Picadeiro Móvel - Sesc RJ (2024). NIELSON RODRIGO BARROS (RODRIGO ETHNOS, TATA KAFUNGUEGI NO CANDOMBLÉ); CPF 710.258.982-49; Função: Direção Musical, percussionista, cantor, malabarista e palhaço; Raça/Cor/Etnia: branco; Gênero: homem; Nome artístico: Rodrigo Ethnos. Nome de Terreiro Tata Kafungueji. Foi titular pelo Pará do colegiado do setorail circo da CNPC 2015-2017; DIEGO ALESSANDRO SILVA DOS SANTOS (DIEGO VATTOS/LAPERCUSSA). CPF 770.560.602-00; Função: percussionista, ator e palhaço; Raça/Cor/Etnia: pardo; Gênero: homem; Principal Prêmio: Edital Tamba-Tajá - Pauta Residência - FCP (2023). YAN LUYD ALMEIDA MARTINS; CPF 025.438.972-40; Função: iluminador, bailarino profissional, cenógrafo e intérprete de libras; Raça/Cor/Etnia: pardo; Gênero: homem; Membro do Colegiado Estadual de Dança do Estado do Pará; LGBTQIa+ Premiações: - Edital Aldir Blanc Juventude Ativa, República de Emaús (2020); - Prêmio Aldir Blanc do Sesc-Pa (2020)- Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22); MARCIA MARIA PINTO DE ALMEIDA, CPF: 189.693.132-49, Função: figurinistas, aderecista, artesã e cenografa; Raça/Cor/Etnia: parda; Gênero: mulher; Premiações: - Edital Aldir Blanc Juventude Ativa, República de Emaús (2020); - Prêmio Aldir Blanc do Sesc-Pa (2020)- Edital de apoio a projetos “Cidades Amazônicas: Floresta viva em movimento” da Fase/Fundo Dema (2021-22); Prêmio de Artesanato da Lei Paulo Gustavo (2023), Secult-Pa. Trabalhos relevantes: Ambientação/decoração do Hangar Centro de Convenções para o MICBR 2023, cenografia da série Matriarcas da Amazônia (2024)
PROJETO ARQUIVADO.