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Sob a temática A Cidade se Faz no Caminho, propomos um projeto de fotografia que busca capturar a essência dinâmica das cidades capixabas. Este projeto visa explorar como as cidades são moldadas por aqueles que percorrem suas ruas e como esses caminhos se entrelaçam para revelar a alteridade urbana presente no tempo. A II Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho, pretende dar visibilidade ao trabalho de fotógrafos capixabas, profissionais ou amadores, com fotografias que revelem o cotidiano das cidades do Espírito Santo, contribuindo com a valorização de artistas iniciantes, incentivando o turismo e fortalecendo assim, a imagem do Estado, sua história e cultura. Este projeto cultural visa criar uma exposição fotográfica colaborativa e integrativa, reunindo diversas linguagens sobre a mesma temática: A cidade e seus caminhos. A Mostra também fortalece o desenvolvimento de iniciativas no campo das artes visuais no Sul do Espírito Santo.
A II Mostra de Fotografia Capixaba: A Cidade se Faz no Caminho convida o público a uma reflexão visual e sensorial sobre as cidades do Espírito Santo, suas identidades, e os caminhos que as moldam. Inspirada na ideia de que a cidade é um organismo vivo, composto pela história e pelos percursos de seus habitantes, a Mostra apresenta uma seleção de fotografias que revelam a beleza cotidiana e os contextos urbanos capixabas – desde metrópoles até os espaços menos explorados do interior. Este projeto promove o encontro entre fotógrafos capixabas, tanto profissionais quanto amadores, e a riqueza do Espírito Santo, oferecendo ao público imagens que enaltecem a memória, o movimento e a alteridade das cidades. Com raízes em um projeto premiado anteriormente no XVI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, proposto pela fotógrafa Taynara Barreto, a proposta agora se expande, trazendo novos olhares e ampliando a visibilidade de narrativas sociais que, embora não integrem o circuito turístico tradicional, carregam o simbolismo e a poesia dos relicários urbanos. A mostra inclui ações formativas e caminhada fotográfica para moradores de Alegre, integrando a comunidade na criação artística e no registro das memórias coletivas. A Cidade se Faz no Caminho é mais do que uma exposição; é uma valorização do pertencimento e do orgulho capixaba, um resgate cultural para além dos grandes centros. Ao promover a arte no espaço público e democratizar o acesso a ela, a mostra busca fortalecer a identidade capixaba, incentivar o turismo cultural e abrir novos caminhos para a preservação e o reconhecimento das expressões culturais locais.
Objetivos Específicos Realizar uma exposição fotográfica nas ruas de Alegre com 30 fotografias, impressas em estrutura especial em formato de móbiles, que capturem diferentes contextos urbanos capixabas. A exposição, ao ar livre, visa fomentar a apreciação pública de arte urbana e destacar os talentos dos artistas selecionados. As placas informativas sobre as fotografias incluirão tradução em Braille e QR Codes para audiodescrição, garantindo o acesso inclusivo ao conteúdo. Desenvolver um site informativo e acessível, contendo informações detalhadas do projeto, perfis dos fotógrafos participantes e descrições das cidades retratadas. O site incluirá ferramentas de acessibilidade digital, como VLibras, legendas alternativas (#ParaTodosVerem), entre outras que visem democratizar o acesso e ampliar o impacto do projeto no ambiente digital, garantindo que pessoas com limitações possam apreciar o conteúdo de maneira inclusiva. Publicar um catálogo impresso da II Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho, com as fotografias, descrições das cidades e informações sobre os artistas participantes. O catálogo será distribuído gratuitamente ao público, sendo 5% da tiragem destinada ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), promovendo o registro documental e cultural do projeto. Expandir a exposição para outra cidade do Sul capixaba, através da exibição em formato lambe-lambe e distribuição gratuita dos catálogos, em uma localidade carente de ações culturais. Essa iniciativa tem o objetivo de levar o conteúdo e os valores do projeto a novas audiências, promovendo o reconhecimento cultural e incentivando a apreciação artística em municípios interioranos do Espírito Santo. Realizar oficina formativa de mobgrafia e caminhada fotográfica com moradores de algum bairro periférico do município de Alegre, dando acesso prioritário a mulheres, pessoas negras ou indígenas, PCDs ou pertencentes da comunidade LGBTQIAP+. A oficina proporcionará noções técnicas de fotografia e fotografia com o celular, dispositivo democrático e ao alcance de todos, buscando evocar a reflexão sobre a temática do projeto e a comunidade. A caminhada fotográfica será uma maneira de criar o elo entre a reflexão abordada durante a formação na prática. As fotografias produzidas pelos participantes serão incluídas no site do projeto, como forma de publicizar o trabalho prático dos alunos e impressas em formato de cartão-postal para serem distribuídas gratuitamente no município de Alegre.
Com Base na Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91) a II Mostra de Fotografia Capixaba: A Cidade se Faz no Caminho, se fundamenta nos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91), ao buscar a valorização da cultura capixaba por meio da fotografia urbana. A proposta almeja resgatar e documentar aspectos do cotidiano das cidades do Espírito Santo, fomentando a inclusão social, o acesso democrático à arte e a criação de produtos culturais acessíveis. De acordo com o Art. 1º, incisos I, II, e V da Lei 8313/91, este projeto se enquadra em: - Inciso I: Contribuir para a preservação do patrimônio cultural brasileiro. A II Mostra enfatiza os elementos urbanos e culturais das cidades capixabas ao documentar visualmente seu patrimônio social e arquitetônico. Por meio de fotografias que capturam o cotidiano e a essência de cada local, a exposição revela a memória viva e o valor simbólico das cidades do Espírito Santo, incluindo aquelas que não costumam ser vistas como destinos turísticos tradicionais. Dessa forma, o projeto amplia o entendimento sobre a identidade capixaba, valorizando e preservando aspectos fundamentais do patrimônio urbano, social e histórico do estado. - Inciso II: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal. Ao incentivar fotógrafos profissionais e amadores a participar, o projeto promove a criação e circulação de bens culturais (fotografias, catálogos, produtos digitais e catões postais) que documentam e interpretam a vivência urbana capixaba, difundindo imagens que, além de locais, têm um valor universal pela temática do cotidiano urbano. - Inciso V: Facilitar, a todos os meios e incentivos, o livre acesso do público aos bens culturais. A proposta inclui diversas medidas de acessibilidade, como descrições em Braille e QR Codes para áudiodescrição, bem como a utilização de legendas alternativas no site (#ParaTodosVerem). Dessa forma, possibilita que um público mais amplo e diverso acesse e interaja com o conteúdo cultural. Alinhamento com os Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91Além de seu enquadramento nos incisos do Art. 1º, o projeto atinge diretamente os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei: - Objetivo I: Estimular e fomentar a produção cultural em suas diversas formas, em todo o território nacional.A II Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho valoriza a produção fotográfica espiritosantense, oferecendo uma plataforma inclusiva e acessível para novos artistas e fotógrafos. Ao proporcionar um espaço para esses trabalhos, especialmente em uma cidade interiorana como Alegre, o projeto cumpre esse objetivo ao estimular a diversidade cultural e artística local e regional. - Objetivo IV: Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.O projeto preserva e valoriza o patrimônio cultural capixaba ao registrar e divulgar imagens que capturam a identidade local e as memórias urbanas. Essas fotografias transformam-se em registros imateriais que contribuem para a preservação e o fortalecimento das expressões culturais dos habitantes do Espírito Santo, valorizando aspectos da vida cotidiana e da história local que reforçam o pertencimento e a memória coletiva da região. - Objetivo VII: Propiciar aos criadores de arte e de cultura, inclusive aos novos, os meios e incentivos necessários à produção e à difusão de suas obras e de seus produtos. A II Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho acolhe tanto fotógrafos amadores quanto profissionais, incentivando a participação e a valorização de artistas emergentes. O suporte oferecido aos participantes e a ampla divulgação da obra no espaço urbano e digital representam um estímulo concreto ao desenvolvimento de novos talentos na fotografia. - Objetivo IX: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira.Este projeto se realiza inteiramente no Espírito Santo, promovendo a produção artística e cultural local em uma região que carece de iniciativas culturais na área de artes visuais. A mostra fomenta o turismo cultural, atrai a atenção para contextos urbanos pouco explorados e contribui para o fortalecimento de uma identidade regional específica, ampliando a valorização e a visibilidade do Espírito Santo no cenário cultural brasileiro.O projeto se justifica plenamente no âmbito da Lei 8313/91, pois atende ao seu propósito de fortalecer a produção, preservação e difusão cultural em contextos regionais. Ao promover a inclusão, acessibilidade e descentralização cultural, a "II Mostra de Fotografia Capixaba: A Cidade se Faz no Caminho" contribui para a democratização do acesso à arte e ao patrimônio, atuando em conformidade com os princípios e objetivos fundamentais da Lei de Incentivo à Cultura.
A Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho é um projeto idealizado pela fotógrafa e artista visual, Taynara Barreto. A pesquisa de desenvolvimento do projeto nasceu durante a pandemia da covid-19, em 2020. A nossa relação com a cidade foi alterada por conta das medidas de isolamento social. Desde então, ao estar na cidade, refizemos nosso olhar para entender quais as mudanças, memórias, histórias e significados estes espaços passaram a ter. Em sua primeira edição, realizada em 2021, a artista reuniu um grupo de pessoas, interessadas pela fotografia, para caminhar pela cidade de Alegre, no sul do Estado, para observarem os espaços urbanos do município. Estes não fotógrafos, se viram conhecendo uma nova maneira de se expressar. Como resultado, a exposição virtual consagra novos olhares e observâncias a partir da fotografia. A pesquisa, também foi alvo de estudo dos alunos da CEEFMTI São Pedro Dr. Agessandro da Costa Pereira, em Vitória. Sobre o encontro, o participante do projeto, que esteve com os alunos relata: “realmente, a cidade contempla caminhos que, frequentemente, nos levam a bons encontros. Em 2023, ampliamos o projeto com recursos da Lei Paulo Gustavo - Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Estado do Espírito Santo - Ministério da Cultura - Governo Federal. O projeto se mostrou perene, uma vez que os espaços expositivos do Estado, principalmente do interior, estão cada vez mais escassos. A ideia, era decentralizar a produção fotográfica capixaba e inserir novos artistas no cenário. Com convocatória estadual, mais de 170 fotógrafos, amadores e profissionais, enviaram fotografias de todos os cantos do Estado. São imagens que definem uma nova maneira de se entender capixaba. Com curadoria da artista, e proponente da iniciativa, o projeto, que a princípio, exibiria o trabalho de 30 fotógrafos, publicou fotografias de 40 criadores. A Mostra também priorizou o acesso com vagas afirmativas, garantindo inclusão e valorização. Como resultado, entregamos a sociedade, uma linda exposição virtual e uma intervenção urbana no município de Alegre, com cartazes lambe lambe espalhos pela cidade com as fotografias que compõe a Mostra. A Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho também oportunizou ações formativas na intenção de despertar o olhar da sociedade pela literatura e pela mobgrafia. Com a oficina de mobgrafia, ofertada na Casa da Cultura de Alegre, os participantes se viram desafiados a repensar a cidade através do celular. Item indispensável no cotidiano das pessoas e que pode ser utilizado para além dos automatismos já conhecido. Esta reflexão nos obriga a usar as telas com uma nova ótica, uma ótica poética, capaz de comunicar um novo jeito de entender a cidade. Já a oficina de literatura, ofertada de maneira virtual, ampliando o acesso à discussão para todo o Brasil, revelou o ES pelas palavras de Rubem Braga e Carmélia Maria de Souza. Pelo Espírito Santo dos autores, imergimos em uma proposta de pertencimento. Evocando nos alunos, o despertar para suas próprias atuações no cotidiano. Em números: Mais de 170 inscritos na edição de 2023. 15.1% dos inscritos são homossexuais. 12% dos inscritos são bissexuais. 3,6% dos inscritos são pansexuais. 16% dos inscritos são pessoas pretas. 24,1% dos inscritos são pessoas pardas. 1,8% dos inscritos são pessoas indígenas. 32 cidades capixabas foram retratadas. 57,2% consideram a oferta de propostas voltadas para fotografia como RARA. 78,2% dos inscritos nunca haviam participado de projetos voltados para fotografia. O alcance do projeto nas redes sociais alcançou mais 18.526 contas, totalizando 45.220 impressões, somente na primeira semana de divulgação. A oficina de literatura foi ofertada para 69 pessoas via Google Meet, pela plataforma do projeto Descolonize Educação Antirracista. A oficina de mobgrafia foi ofertada para 20 pessoas presencialmente na Casa da Cultura de Alegre. Como medidas de acessibilidade, utilizamos a linguagem de fácil acesso, #ParaTodosVerem nos conteúdos digitais do projeto, VLibras no site do projeto e Braile no material impresso de divulgação. A equipe do projeto é composta, majoritariamente, por pessoas negras. O site da primeira edição ainda está acessível ao público, basta acessar: https://acidadesefaznocaminho.com
Catálogo: 120 páginas, colorido, formato brochura colado, tamanho ainda não previstoCartão-postal: impresso em braille, tamanho 10x15cm, papel couchê 300g, coloridoExposição cartazes lambe-lambe: 100 cartazes, coloridos, tamanho A2Exposição física: duração de 30 dias, 40 móbiles criados em Q30, impressão colorida em pvc adesivado instalado no Q30, placas informativas impressas em braille. Tamanho ainda não previsto. A exposição contará com três visitas guiadas, acompanhamento de intérprete de libras. Projeto Pedagógico da Oficina de Mobgrafia e Caminhada Fotográfica Título da Oficina: A Cidade se Faz no Caminho Público-Alvo: Jovens e adultos moradores de alguma localidade periférica de Alegre (ES), com prioridade para mulheres, pessoas negras ou indígenas, pessoas com deficiência (PCDs) e membros da comunidade LGBTQIAP+. Duração Total: 10 horas (divididas em dois dias, com 5 horas diárias)Objetivos Gerais- Promover a valorização da identidade e das narrativas locais através da fotografia.- Democratizar o acesso ao fazer artístico por meio da mobgrafia (fotografia com celular), incentivando a expressão individual e comunitária.- Estimular a reflexão sobre o cotidiano e o pertencimento aos espaços urbanos, destacando a singularidade de cada local.- Conectar os participantes ao contexto cultural e histórico da cidade de Alegre e do Espírito Santo, favorecendo a preservação da memória urbana. Objetivos Específicos- Ensinar técnicas básicas de fotografia e composição por meio da mobgrafia.- Realizar uma caminhada fotográfica orientada para a prática e o desenvolvimento do olhar fotográfico.- Promover a troca de experiências e o debate sobre os conceitos de alteridade urbana e memória coletiva.- Selecionar fotografias que farão parte dos produtos culturais deste projeto. Conteúdo Programático Introdução à Mobgrafia e à Fotografia Urbana Conteúdos: - Apresentação e introdução à oficina: importância da fotografia como expressão cultural e pessoal. - História e possibilidades da mobgrafia: como o celular tornou-se uma ferramenta democrática para o registro de imagens. - Conceitos básicos de fotografia: composição, enquadramento, iluminação e perspectiva. - Técnicas específicas para mobgrafia: uso da câmera do celular, edição básica com aplicativos gratuitos. - Exercício prático: registro de objetos pessoais ou espaços próximos (ex.: interiores das casas) como forma de explorar o olhar artístico inicial. - Reflexão sobre a temática “A Cidade se Faz no Caminho”: discussão em grupo sobre o que os participantes percebem como "identidade" e "memória" de seus bairros e cidade. - Orientações para a caminhada fotográfica: como registrar o cotidiano, valorizar o comum e o cotidiano, e construir narrativas visuais. - Caminhada fotográfica pelo bairro: participantes documentam o entorno sob orientação dos facilitadores, explorando locais como praças, comércios, casas históricas e cenas da vida diária. - Coletiva de avaliação: reflexão inicial sobre os registros, observando a diversidade de olhares sobre o espaço urbano.Seleção, Edição e Compartilhamento das Fotografias - Seleção das melhores fotografias de cada participante: análise e feedback coletivo. - Técnicas de edição básica para mobgrafia: ajuste de cor, brilho, contraste e retoques com aplicativos gratuitos. - Apresentação final das fotografias, destacando como cada participante capturou sua visão sobre a cidade e o que cada imagem representa. - Publicação das fotos no site do projeto e escolha de algumas imagens para impressão em postais, que serão distribuídos no município de Alegre. - Encerramento e entrega de certificado de participação. Metodologia A oficina será dividida entre momentos teóricos e práticos, de forma a integrar o aprendizado técnico com a prática em campo. A metodologia é centrada na experiência dos participantes e na construção de um ambiente colaborativo de aprendizado, favorecendo o diálogo e a troca de ideias. A abordagem prática da caminhada fotográfica visa proporcionar a experiência do "fazer artístico" na comunidade, permitindo que os participantes experimentem a fotografia no contexto do próprio bairro, com orientação técnica e apoio de profissionais. A edição final e a seleção das fotografias valorizam a visão particular de cada participante, incentivando a expressão pessoal. Ferramentas e Materiais - Celulares com câmera (os participantes podem usar seus próprios dispositivos, e a organização terá dispositivos extras).- Acesso a aplicativos de edição gratuitos.- Computador e projetor para apresentação das técnicas e análise das fotos.- Blocos de notas, canetas Avaliação A avaliação será processual e participativa, com feedback constante ao longo das atividades. No final da oficina, os participantes serão convidados a compartilhar suas experiências, e haverá uma breve sessão de depoimentos sobre o impacto do projeto. Além disso, a publicação das fotos no site e a distribuição dos postais proporcionam um retorno concreto do aprendizado, ampliando a visibilidade do trabalho dos participantes. Resultados Esperados Empoderamento dos Participantes: proporcionar conhecimentos técnicos e um canal de expressão artística acessível e democrático.Registro e Valorização do Cotidiano Local: as fotografias produzidas representam um importante registro das vivências locais, contribuindo para o fortalecimento da identidade e memória da comunidade.Exposição Virtual das Fotografias: as imagens serão publicadas no site do projeto e transformadas em postais, possibilitando que a comunidade e outras regiões do Espírito Santo conheçam o olhar dos participantes sobre seu próprio espaço. A oficina visa a formação de novos olhares, estimulando os participantes a utilizarem a mobgrafia como ferramenta de expressão contínua. A proposta também inclui a ampliação do acervo visual da comunidade local, com potencial de futuras edições e novas oficinas em outras cidades do Estado.
Para garantir a acessibilidade plena e inclusão de todos os públicos, o projeto pode implementar diversas ferramentas e recursos de acessibilidade nas etapas de exposição, oficinas, catálogo, e plataforma digital. Abaixo, segue uma lista das possibilidades: 1. Acessibilidade Física: Exposição Fotográfica (Lambe-lambe e Estruturas Móveis)Audiodescrição via QR Code: Cada fotografia exposta pode incluir um QR Code que direciona para uma audiodescrição detalhada, descrevendo a imagem, o contexto e a história por trás dela.Placas Informativas em Braille: Informações básicas sobre cada fotografia e os artistas podem ser disponibilizadas em Braille, possibilitando que pessoas com deficiência visual leiam diretamente na exposição.Espaço público com acesso facilitado com rampas, plano e sem elevações.Guias que possam fazer tradução em Libras durante as visitas guiadas ao público.Oficina Formativa: Ambiente Físico Acessível: Realização das oficinas em locais com acessibilidade física, incluindo rampas, banheiros adaptados, e espaço suficiente para circulação de cadeirantes. 2. Acessibilidade de ConteúdoSite:Legendas Alternativas (Alt Text e #ParaTodosVerem): Todas as imagens publicadas no site podem incluir descrições detalhadas (#ParaTodosVerem) para que usuários de leitores de tela possam acessar as informações visuais.Audiodescrição das Imagens no Site: Um arquivo de áudio com descrições detalhadas de cada imagem no site pode ser oferecido para pessoas com deficiência visual.Leitores de Texto em Voz: Inclusão de ferramentas de leitura automática que transformam o texto do site em áudio, auxiliando pessoas com deficiência visual ou dificuldades de leitura.Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais): Ferramenta VLibras, explicando o projeto e apresentando informações principais, podem ser integrados ao site para acessibilidade de pessoas surdas.Contraste e Ajuste de Fontes: Ferramentas para aumentar o contraste, redimensionar o tamanho das fontes e mudar a paleta de cores para facilitar a leitura a pessoas com baixa visão ou dislexia. Catálogo:QRCode disponível para audiodescrição do conteúdo da publicação impressa.Contraste e Fonte Legível: Impressão do catálogo com fontes em tamanho maior, alta definição de imagens e contraste adequado para leitura acessível.Cartão Postal Caminhada Fotográfica:Impresso em Braille. Comunicação:Impresso com chamada para a exibição da Mostra impresso em Braille.
A proposta criada para acontecer exclusivamente em âmbito urbano é uma forma de garantir amplo acesso do público a este bem cultural. Desde a exposição fotográfica, a distribuição dos catálogos, participação da chamada fotográfica, inscrição nas ações formativas e acesso ao conteúdo digital será gratuito, ao alcance de todos.O catálogo da II Mostra de Fotografia Capixaba será distribuído gratuitamente ao público presente nos eventos, com uma reserva de exemplares direcionada para instituições culturais alegrenses, como bibliotecas, espaços culturais, entre outros, e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).Uma versão digital do catálogo será disponibilizada gratuitamente no site do projeto. Os cartões-postais impressos com as fotografias produzidas na oficina de mobgrafia serão distribuídos em pontos estratégicos do bairro escolhido para a atividade, incentivando a circulação da arte local e a valorização dos novos talentos. O site do projeto será um canal central para a democratização do acesso, apresentando todas as fotografias expostas, audiodescrições, biografias dos artistas, textos explicativos e legendas acessíveis para pessoas com deficiência visual.Além do conteúdo das exposições, o site será uma plataforma de consulta para aqueles que não puderam estar presencialmente nos eventos, ampliando o impacto e o alcance do projeto.
Taynara dos Santos Barretoproponente da proposta, atuará como oficineira, na ação formativa proposta pelo projeto. Ela que já desenvolveu cinco edições da oficina de mobgrafia em Alegre, ofertará a formação para a comunidade escolhida. Na primeira edição da Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho, Taynara também realizou o papel de curadora das imagens enviadas pelos artistas. Para a segunda edição, ela buscará atuar com a mesma função de curadora, considerando que como idealizadora da reflexão deverá manter a coesão artística trabalhada até aqui. Devido a sua formação em Comunicação Social e por já ter um diálogo estabelecido com a imprensa capixaba a respeito da proposta, Taynara também realizará a função de Coordenadora de COmunicação do projeto, ficando em sua responsabilidade a aprovação de todas as peças de designer e gráfica, assessoria de imprensa e mídias sociais. De maneira voluntária, Taynara também acompanhará a produção executiva do projeto, auxiliando na coordenação de todas as tomadas de decisão no andamento das atividades. Bio: Fotógrafa, produtora cultural e comunicadora. Atua no desenvolvimento de ações e ferramentas culturais desde 2011. Em seu currículo constam diferentes prêmios e realizações com foco na cultura popular e valorização territorial capixaba. Redes Sociais: @barretotay Ryan Brambilla: FilmakerResponsável pela gravação de imagens durante todo o desenvolvimento do projeto para material de divulgação em vídeo e áudio, a ser veículado em redes sociais, sites parceiros e veículos de comunicação.Bio: capixaba, criador de imagem e vídeo desde 2017. Trabalhou em projetos como Descolonize: Educação Antirracista, Fertival Moqueca Pop, Festival Reencontros, Mostra de Fotografia: A cidade se faz no caminho. Atualmente, está à frente da Nyxlab, empresa especializada em motion designer. Redes Sociais: @ryanbrambilla 028 Produtora: FotografiaResponsável pela cobertura fotográfica de todo andamento do projeto para criação de materiais de divulgação em redes sociais, sites parceiros e veículos de comunicação.Bio: empresa alegrense especializada em cobertura de eventos, acompnhamento de projetos culturais e audiovisuais. Redes Sociais: @zero28produtora Hyfen Designer: Identidade VisualResponsável pela criação da identidade visual de todo projeto, diagramação de peças gráficas e digitais.Bio: empresa especializada em designer gráfico. Atua no Rio Grande do Norte e é gerenciada pelas empreendedoras Elisa Sampaio, Manuela Lamartine e Lucélia Stevenin. Em seu portfólio estão clientes como Zeitlight, estúdio de arquitetura e iluminação na Áustria, festival de cultura popular capixaba Reencontros, entre outros projetos. Redes Sociais: hyfendesign Produção Executiva, Captação de Recursos e Produção Geral: Jupter Produção Cultural CapixabaResponsável pela captação de recursos, gerenciamento da produção executiva e geral do projeto.Bio: Empresa de desenvolvimento de projetos culturais no cenário capixaba. Sendo eles o Festival Cultural Moqueca Pop, Mostra Luz Del Fuego de Fotografia, Festival Reencontros. Redes Sociais: @jupter.es Gestão Financeira: Hyperion AssessoriaRealizar o controle financeiro do projeto, mantendo a transparência no uso de recursos. Gerenciar o orçamento, documentar as despesas e elaborar os relatórios para a prestação de contas, conforme as exigências dos financiadores.Bio: empresa do Caparaó Capixaba, criada para assessorar e acompanhar projetos financeiros de empresas e parceiros. Comandada por João Paulo e Angélica Barreto, a empresa atua como facilitadora da melhor gestão financeira de diversos segmentos de negócios. Produção Local: Liziete OliveiraResponsável pela produção local, atuando como articuladora comunitária para ações do projeto, assim como diligências nos órgãos públicos municipais. Bio: agente cultural alegrense, membra do Grupo Cultural Tradicional Caxambu do Horizonte, atua desde a concepção de ideias em projetos, como coordenação e acompanhamento no desenvolvimento de atividades culturais locais.Redes Sociais: @liziette Assistente de Produção e Criação Textos Acessíveis: Maria Gabriela VeredianoResponsável pelo acompanhamento de montagens de estruturas, cumprimento de prazos junto aos fornecedores, distribuição dos produtos culturais do projeto, coordenação de equipes e cumprimento dos cronogramas estipulados em cada ação. Além disso, será responsável pela criação dos textos acessíveis do projeto.Bio: professora, produtora de eventos, agente cultural e criadora de conteúdo na página Descolonize educação antirracista.Redes Sociais: @mariaverediano Expografia: Reforma DesignResponsável pelo desenho dos móbiles e disposição da exposição física no ambiente urbano escolhido.Bio: empresa capixaba gerenciada por David Trindade. Atua com produção de eventos, cenografia, expografias, montagem fina em arte.Redes Sociais: @reforma.prod Webdesigner: Higor FerraçoResponsável pela criação do espaço dogital do projeto e implementação das ferramentas de acessibilidade digital do projeto.Bio: designer gráfico formado pela UFES. Com experiência na área, seu portfólio abrange trabalhos em criação de identidades visuais, materiais de comunicação corporativa, tanto impressos quanto digitais. Além disso, tenho habilidades sólidas na construção de websites institucionais.Redes Sociais: @higorferraco Ação Urbana Colagem Lambe-lambe: Iam OliveiraResponsável pela coordenação e execução da ação de colagem dos cartazes lambe-lambe previstos no projeto.Bio: arquiteto, foi responsável pela coordenação de montagem e colagem a ação urbana da Mostra de Fotografia Capixaba: A cidade se faz no caminho, realizada em Alegre. Equipe de acessibilidade (libras, braille e demais): a ser contratada Consultoria Jurídica: a contratar
PROJETO ARQUIVADO.