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O Festival Cidade 60+ acontece em 3 dias, de sexta a domingo, em espaço cultural da cidade do Rio de Janeiro ou Região metropolitana (a definir). Aborda temas como longevidade, envelhecimento ativo, acessibilidade, mobilidade, sociabilidade, saúde, preconceito e qualidade de vida da população 60+. O projeto engloba uma diversidade de ações intergeracionais que informam e estimulam a conscientização gerando entretenimento para um público amplo. Composto de: exposição artístico-educativa, exibição de filmes, apresentações de música, dança, teatro e feira de gastronomiacom participantes 60+. O evento também inclui o Projeto Cidade 60+ sobre Rodas que garante transporte adaptado para idosos e PcD.Encontros online serão oferecidos com temáticas culturais e artísticas e expansão da expo online integra um grupo de artistas e especialistas 60+. Ferramentas de acessibilidade, como Libras e braille, serão integradas ao Festival assim como mediação treinada em acessibilidade atitudinal.
O Festival Cidade 60+ acontece durante 3 dias, de sexta a domingo, em um espaço cultural da cidade do Rio de Janeiro ou Região metropolitana (a definir), abordando temas como longevidade, envelhecimento ativo, acessibilidade, mobilidade, sociabilidade, saúde, preconceito e qualidade de vida para a população com mais de 60 anos. O Festival propõe criar um ambiente inclusivo e acolhedor, promovendo a conscientização e entretenimento para um público de todas as idades. Em destaque a Exposição Interativa, uma mostra artística e informativa de 50m², que proporciona aos visitantes uma experiência sensorial sobre o envelhecimento, com vídeos de médicos, gerontólogos e artistas. Inclui um projeto educativo com mediação especializada. Promover 6 encontros online de formação profissional no setor cultural e artístico para pessoas 60+, preparar pessoas para processos seletivos, produção de currículos, apresentação no Linkedin e divulgação dos trabalhos artísticos. Formação de uma equipe de atendimento e mediação com treinamento e habilitação para receber diversos tipos de público, inclusive pessoas com deficiência. O treinamento em acessibilidade cultural e atitudinal será estendido aos profissionais do centro cultural onde será realizada a exposição. Ampliação da exposição online com a criação da nova seção Diversiarte que visibiliza artistas 60+ e amplia o alcance do conteúdo do evento e serve de material pedagógico para escolas. Realizar 9 apresentações artísticas de dança, música e teatro e poesia. Todas as apresentações terão interprete de Libras e serão realizadas em tablado com rampas. Promover 3 dias música com DJ e mestre de cerimônias. Realizar 2 rodas de conversa, sobre a diversidade e inclusão dos idosos na produção artística e cultural. Realizar 12 oficinas artísticas para adultos, idosos e crianças (exemplos: pintura mural, contação de histórias, reciclagem artística, Café literário, criatividade na alimentação dos 60+, arte urbana, brincadeiras e jogos, Libras para iniciantes). Projetar 5 filmes com curadoria sobre as temáticas do Festival com ferramentas de acessibilidade. Promover feira de exposição de produtos gastronômicos com 8 barracas focadas em produtores 60+. Oferecer 2 ônibus e 4 vans adaptadas com lanches para transporte de visitantes escolares e de instituições de idosos, incluindo PcD “Cidade 60+ sobre Rodas. Ferramentas de acessibilidade farão parte do Festival, como: audiodescrição, legendagem, Libras, braille, piso tátil na exposição física e mediação treinada em acessibilidade. Promover a coleta seletiva durante o evento incluindo montagem e desmontagem, com disponibilização de lixeiras sinalizadas e correta destinação através de parceria com cooperativa de catadores.
Objetivo Geral Inspiração + integração + experiência A terceira idade já soma 20 milhões de pessoas em todo país, a maioria das cidades e comunidades não estão preparadas para atender as necessidades desta parcela da população. Os "velhos" de hoje não são mais os mesmos que ontem. Promover um evento que aborda questões como; longevidade, envelhecimento ativo, acessibilidade, mobilidade, saúde, preconceito e qualidade de vida relacionado as pessoas 60+ é de grande relevância social e potencializa a conscientização sobre as necessidades e direitos dos idosos nos espaços públicos. O Objetivo é realizar um Festival gratuito e acessível de sexta a domingo com esse tema que pode ser montado em espaços culturais. Com exposição artística e informativas que estimulam a convivência intergeracional pelo entretenimento. Promove a inclusão dos idosos e conscientiza sobre desafios e potencialidades Além de promover a atividade econômica através de feira, divulgar artistas e filmes com o tema do projeto. Acreditamos que esse Festival possa gerar uma mudança positiva nos conceitos e práticas da sociedade em relação ao idoso. Criar uma imagem diferenciada da velhice, reduzindo o medo da população sobre o envelhecimento. Objetivos específicos Realizar um Festival acessível de sexta a domingo com acesso gratuito e irrestrito com destaque para a exposição interativa e artística de 50m2 que aborda o tema do envelhecimento nas Cidades e Revolução da Longevidade através de representações espaciais do cotidiano, interatividades mecânicas digitais e dinâmicas propostas pelos mediadores sêniores e jovens habilitados para receber diversos públicos Promover 6 encontros online de formação profissional no setor cultural e artístico para pessoas 60+, preparar pessoas para processos seletivos, produção de currículos, apresentação no Linkedin e divulgação dos trabalhos artísticos. Formar uma equipe de atendimento e mediação com treinamento e habilitação para receber diversos tipos de público, inclusive pessoas com deficiência. O treinamento em acessibilidade cultural e atitudinal será estendido aos profissionais do centro cultural onde será realizada a exposição. Promover a ampliação da exposição online com a criação da nova seção Diversiarte que visibiliza artistas 60+ e amplia o alcance do conteúdo do evento e serve de material pedagógico para escolas. Realizar 9 apresentações artísticas de dança, música e teatro e poesia. Todas as apresentações terão interprete de Libras e serão realizadas em tablado com rampas. Promover 3 dias música com DJ e mestre de cerimônias. Realizar 2 rodas de conversa, sobre a diversidade e inclusão dos idosos na produção artística e cultural. Realizar 12 oficinas artísticas para adultos, idosos e crianças (exemplos: pintura mural, contação de histórias, reciclagem artística, Café literário, criatividade na alimentação dos 60+, arte urbana, brincadeiras e jogos, Libras para iniciantes). Projetar 5 filmes com curadoria sobre as temáticas do Festival com ferramentas de acessibilidade. Promover feira de exposição de produtos gastronômicos com 8 barracas focadas em produtores 60+. Oferecer 2 ônibus e 4 vans adaptadas com lanches para transporte de visitantes escolares e de instituições de idosos, incluindo PcD: "Cidade 60+ sobre Rodas". Ferramentas de acessibilidade farão parte do Festival: audiodescrição, legendagem, Libras, braille, piso tátil e mediação treinada em acessibilidade. Promover a coleta seletiva durante o evento incluindo montagem e desmontagem, com disponibilização de lixeiras sinalizadas e correta destinação através de parceria com cooperativa de catadores.
O que significa envelhecimento na primeira metade do século XXI nas grandes cidades como o Rio de Janeiro? Todo indivíduo tem direito a ambientes acessíveis com autonomia e qualidade de vida. Nossa cidade está preparada para essa população? Na cultura, no transporte, na sociabilização, na saúde? O envelhecimento da população é uma das questões sociais, econômicas e culturais mais importantes no mundo atual. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2012 e 2017, a população de idosos no País saltou 19,5%, de 25,4 milhões para mais de 30,2 milhões de pessoas. Apesar de o Brasil estar envelhecendo e amadurecendo, a oferta de produtos e serviços não tem acompanhado o ritmo dos 60+ e isso inclui o setor cultural. As instituições, os gestores e produtores culturais devem perceber quais são, na atualidade, as condições de acesso à cultura por parte dos idosos brasileiros e a qualidade dos serviços disponibilizados. A longevidade é uma discussão potente e necessária no setor cultural e na sociedade como um todo e são necessárias ações em relação às demandas desse grupo. Uma vez que em 2050, eles chegarão a 31% da população. Com alguma influência financeira, desejos, necessidades e tempo livre, os 60+ pedem uma mudança no olhar das instituições culturais na oferta de atrações na programação voltadas para esse público além de levantar questionamentos em relação à oportunidade do idoso brasileiro não só de consumir, mas também de participar dos processos de criação artística e produção cultural. A Política Nacional do Idoso, em seu capítulo IV, art. 10, diz que são competências dos órgãos e entidades públicos na área de cultura, esporte e lazer: a) garantir ao idoso a participação no processo de produção, reelaboração e fruição dos bens culturais; c) incentivar os movimentos de idosos a desenvolver atividades culturais; d) valorizar o registro da memória e a transmissão de informações e habilidades do idoso aos mais jovens, como meio de garantir a continuidade e a identidade cultural; e) incentivar e criar programas de lazer, esporte e atividades físicas que proporcionem a melhoria da qualidade de vida do idoso e estimulem sua participação na comunidade. Acreditamos que esse Festival pode ser uma forte influência para a mudança dos estereótipos ligado a velhice através da sensibilização da população para o processo de envelhecimento e o fazer artístico após os 60 anos. O projeto tem relevância e deve ser apoiado por iniciativas públicas de apoio à cultura como a Lei Rouanet, que é responsável pelo fomento à cultura nacional, na qual pleiteamos recursos de Incentivo Fiscal para montagem, uma vez que se coloca como contribuição para que a cidade se torne culturalmente mais dinâmica e socialmente mais digna para os idosos. Além disso, o projeto busca sensibilizar o público para o tema da inclusão e acessibilidade dos idosos através de parcerias com instituições como: UNATI - Universidade do Idoso na UERJ, Programa Renascer do Hospital Universitário Gaffrée e a ONG EternamenteSou que apoia os idosos LGBTQIA+. Também incentiva a ampliação do acesso da população à fruição dos bens culturais, com acesso gratuito, fomenta atividades culturais afirmativas que buscam erradicar todas as formas de discriminação e preconceito; e desenvolve e fomenta atividades que fortalecem e articulam as cadeias produtivas locais. Enquadramento na Lei 8313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Além do artigo 1º e 3º citamos os artigos 2º que reforça a justificativa do presente projeto: Art. 2º §3º Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento. Resumidamente a justificativa para realizar o Festival Cidade 60+ é a crescente demanda por cidades inclusivas e preparadas para atender a população idosa, que está aumentando no Brasil. O Festival busca conscientizar a sociedade sobre as necessidades específicas das pessoas 60+, promovendo debates e experiências que incentivem melhorias em áreas como transporte, moradia e sociabilidade, contribuindo para a criação de ambientes mais inclusivos e acessíveis.
CONTRAPARTIDA SOCIAL Formação profissional para arte e cultura, através de parcerias locais e nacionais o projeto comtempla benefícios para a sociedade em geral maximizando o impacto positivo e contribuindo para o bem-estar social. - 8 encontros online para potencializar o público 60+. Capacitar os idosos para o reingresso ao mercado de trabalho da cultura e da arte e combate ao etarismo. -Treinamento baseado em relações intergeracionais, acessibilidade cultural e atitudinal voltado para a formação dos mediadores. Formação de público -Projeto Cidade 60+ Sobre Rodas disponibilizará transporte gratuito com 2 ônibus e 4 vans adaptadas para alunos da rede pública de ensino e instituições sociais para visitação do festival. CONTRAPARTIDA AMBIENTAL O projeto promove coleta seletiva durante o evento incluindo montagem, desmontagem com disponibilização de lixeiras sinalizadas e correta destinação de resíduos em parceria com cooperativa de catadores.
O Festival Cidade 60+ acontece durante 3 dias, de sexta a domingo, em um espaço cultural da cidade do Rio de Janeiro ou Região metropolitana (a definir), abordando temas como longevidade, envelhecimento ativo, acessibilidade, mobilidade, sociabilidade, saúde, preconceito e qualidade de vida para a população com mais de 60 anos. O Festival propõe criar um ambiente inclusivo e acolhedor, promovendo a conscientização e entretenimento para um público de todas as idades. Em destaque produziremos a Exposição Interativa: Uma mostra artística e informativa de 50m², que proporciona aos visitantes uma experiência sensorial sobre o envelhecimento, com vídeos de médicos, gerontólogos e artistas. Inclui um projeto educativo com mediação especializada. Promover 6 encontros online de formação profissional no setor cultural e artístico para pessoas 60+, preparar pessoas para processos seletivos, produção de currículos, apresentação no linkedin e divulgação dos trabalhos artísticos. Formar uma equipe de atendimento e mediação com treinamento e habilitação para receber diversos tipos de público, inclusive pessoas com deficiência. O treinamento em acessibilidade cultural e atitudinal será estendido aos profissionais do centro cultural onde será realizada a exposição. Promover a ampliação da exposição online com a criação da nova seção Diversiarte que visibiliza artistas 60+ e amplia o alcance do conteúdo do evento e serve de material pedagógico para escolas. Realizar 9 apresentações artísticas de dança, música e teatro e poesia. Todas as apresentações terão interprete de Libras e serão realizadas em tablado com rampas. Promover 3 dias música com DJ e mestre de cerimônias. Realizar 2 rodas de conversa, sobre a diversidade e inclusão dos idosos na produção artística e cultural. Realizar 12 oficinas artísticas para adultos, idosos e crianças (exemplos: pintura mural, contação de histórias, reciclagem artística, Café literário, criatividade na alimentação dos 60+, arte urbana, brincadeiras e jogos, Libras para iniciantes). Projetar 5 filmes com curadoria sobre as temáticas do Festival com ferramentas de acessibilidade. Promover feira de exposição de produtos gastronômicos com 8 barracas focadas em produtores 60+. Oferecer 2 ônibus e 4 vans adaptadas com lanches para transporte de visitantes escolares e de instituições de idosos, incluindo PcD “Cidade 60+ sobre Rodas. Ferramentas de acessibilidade farão parte do Festival: audiodescrição, legendagem, LIBRAS, braille, piso tátil e mediação treinada em acessibilidade. Promover a coleta seletiva durante o evento incluindo montagem e desmontagem, com disponibilização de lixeiras sinalizadas e correta destinação através de parceria com cooperativa de catadores.
O projeto contará com diversas ações de acessibilidade como infraestrutura adaptada, banheiros e rotas acessíveis, tecnologia assistiva e comunicação inclusiva. A equipe de atendimento receberá treinamento em acessibilidade cultural e atitudinal para atender ao público PcD e idosos durante o evento que contará com as seguintes ferramentas de acessibilidades: PESSOAS COM DEFICIÊCIA FÍSICA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA: - O evento será realizado em local com acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, contando com rampas; - Ergonomia universal; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: - Conteúdo audiovisual e textual da exposição contará com legendas e interpretação em Libras; - Teremos intérprete de Libras para as apresentações e atividades do palco (como apresentações de música, poesia, oficinas, palestras, etc.); - Teremos intérprete de Libras também para a tenda de oficinas; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: - Conteúdo audiovisual e textual da exposição contará com legendas e interpretação em Libras; - Teremos intérprete de Libras para as apresentações e atividades do palco (como apresentações de música, poesia, oficinas, palestras, etc.); - Teremos intérprete de Libras também para a tenda de oficinas; PESSOAS COM NEURODIVERGÊNCIA: - O treinamento geral de acessibilidade cultural e atitudinal para a equipe de atendimento e mediação vai incluir aspectos de algumas neurodivergências, como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Dislexia, Síndrome de Tourette, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), para auxiliar na recepção e atendimento desse público durante o evento e especificamente na interação com os conteúdos da exposição; E a exposição online terá ferramentas de contraste de cores, alternância de tamanho da fonte, inserção de informações com AD de imagens e gráficos, interação com ferramenta automática de Libras, vídeos com legendagem, janelas de Libras e audiodescrição. Em todas as etapas contaremos com avaliações de parceiros e consultores especializados, incluindo pessoas com deficiência.
A democratização de acesso aos produtos do Festival Cidade 60+ envolve a criação de estratégias que permitam que pessoas de diferentes regiões, classes sociais e condições físicas tenham acesso ao conteúdo cultural, informativo e educativo gerado pelo festival. Isso pode ser alcançado por meio de: O acesso à exposição será gratuito e aberto a todo público, não havendo restrição ao acesso por classe social, escolaridade ou quaisquer outros fatores. O projeto contará com diversas ferramentas de acessibilidade e equipe de mediação treinada para inclusão do público com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. Promover 6 encontros online de formação profissional no setor cultural e artístico para pessoas 60+, preparar pessoas para processos seletivos, produção de currículos, apresentação no Linkedin e divulgação dos trabalhos artísticos. Formar uma equipe de atendimento e mediação com treinamento e habilitação para receber diversos tipos de público, inclusive pessoas com deficiência. O treinamento em acessibilidade cultural e atitudinal será estendido aos profissionais do centro cultural onde será realizada a exposição. Promover a ampliação da exposição online com a criação da nova seção Diversiarte que visibiliza artistas 60+ e amplia o alcance do conteúdo do evento e serve de material pedagógico para escolas. Realizar 9 apresentações artísticas de dança, música e teatro e poesia. Todas as apresentações terão interprete de Libras e serão realizadas em tablado com rampas. Promover 3 dias música com DJ e mestre de cerimônias. Realizar 2 rodas de conversa, sobre a diversidade e inclusão dos idosos na produção artística e cultural. Realizar 12 oficinas artísticas para adultos, idosos e crianças (exemplos: pintura mural, contação de histórias, reciclagem artística, Café literário, criatividade na alimentação dos 60+, arte urbana, brincadeiras e jogos, Libras para iniciantes). Projetar 5 filmes com curadoria sobre as temáticas do Festival com ferramentas de acessibilidade. Promover feira de exposição de produtos gastronômicos com 8 barracas focadas em produtores 60+. Oferecer 2 ônibus e 4 vans adaptadas com lanches para transporte de visitante escolares e de instituições de idosos, incluindo PcD, “Cidade 60+ sobre Rodas”. Ferramentas de acessibilidade farão parte do Festival: audiodescrição, legendagem, Libras, braille, piso tátil e mediação treinada em acessibilidade. Promover a coleta seletiva durante o evento incluindo montagem e desmontagem, com disponibilização de lixeiras sinalizadas e correta destinação através de parceria com cooperativa de catadores. Essas medidas garantem que o Festival Cidade 60+ amplie seu impacto, levando arte, cultura, e reflexão sobre a inclusão de um público diversificado, independentemente de suas condições etárias, físicas, sociais ou geográficas.
COORDENAÇÃO GERAL E PROJETO EXPOGRÁFICO - Leo Bungarten é arquiteto e urbanista pela UFF, com pós-graduação em gestão e gerenciamento de projetos na escola politécnica da UFRJ. Com atuação nas áreas de gestão, produção, projeto expográfico, acessibilidade, interatividade e coordenação de exposições e eventos. CONSULTOR – Alexandre Kalache é mundialmente reconhecido pela sua contribuição no estudo do Envelhecimento e da Promoção da Saúde ao longo do curso da vida. Médico epidemiologista, pioneiro no estudo do envelhecimento com 40 anos de atividades dedicadas ao tema, atuando como professor e ativista junto a organizações não-governamentais. Foi diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde, em Genebra, na Suíça. Em sua trajetória acadêmica, lecionou nas Universidades de Londres e de Oxford, no Reino Unido. Os principais temas de suas pesquisas são as implicações para a saúde pública do envelhecimento populacional no Brasil e no mundo. OFICINEIRA - Lucília Machado é jornalista, 60+ palestrante e mestra em diversidade e inclusão. Conduz o podcast semanal “Acessando Lucília”. É integrante da comissão permanente de acessibilidade e inclusão da UFF, consultora em acessibilidade e diretora da Acessar Comunicação, Diversidade e Inclusão. REDAÇÃO - Renata Saavedra é jornalista e pesquisadora focada em justiça social e movimentos feministas. Colabora com ONGs como ActionAid e Fundo ELAS+ em prol da equidade e fortalecimento da sociedade civil. Historiadora, é doutora em Comunicação e Cultura (UFRJ), mestre em História (UNIRIO) e pós-graduada em Sociologia Urbana e Gênero e Sexualidade (UERJ). Suas ideias estão em: renatacompartilha.medium.com. DESIGN GRÁFICO - Joyce Oliveira é designer pela ESDI/UERJ com formação técnica em Multimídia e interesse desde pequena por trabalhos manuais. Participou de projetos de arte urbana e dedica-se à produção cultural e diversos projetos de exposições e eventos.
PROJETO ARQUIVADO.