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A proposta prevê a produção da obra cinematográfica de média-metragem intitulada "Além do Silêncio", que conta a história de um garoto de 8 anos, alegre e que é apaixonado por aprender, mas que tenta lutar sozinho contra os atos preconceituosos dos outros alunos de sua turma. O projeto tem como destinação principal a TV, sem se limitar unicamente a essa janela de exibição.
De acordo com o Guia Prático de Classificação Indicativa - 4ª Edição da versão de 2021, numa classificação de 16 anos, o produto audiovisual de produção de média-metragem conta uma história que se passa em Nilópolis, Rio de Janeiro. É onde vive Lucas, um garoto de 8 anos, alegre, sorridente, mas com um jeitinho meio tímido, que é apaixonado por aprender. Ele e sua mãe, Simone, uma mão solo, que tem seu filho como seu único incentivo, moram na casa de sua falecida avó, uma casa simples e humilde. Eles precisaram se mudar com urgência. O motivo é a situação financeira de Simone, que veio a piorar após ser demitida do emprego. Com a mudança, Lucas precisou se despedir de seu antigo colégio para iniciar seus estudos numa nova escola. Porém, para sua surpresa e infelicidade, dois dos alunos de sua turma se acham superiores a tudo e todos e o tratam com total desrespeito e preconceito, virando sua vida completamente de cabeça para baixo. Mas, ao invés de procurar por ajuda, Lucas tenta lutar sozinho contra suas emoções, evitando trazer mais preocupações para os outros e principalmente para sua mãe, que vem tentando de tudo para pagar as contas e trazer o sustento para sua família. Com o avançar da história, o bullying se intensifica. Embaixo de diversas agressões, Matheus e Gustavo o fazem acreditar que ele é o problema de tudo o que vem acontecendo, gerando uma tomada de decisão irreversível e dolorosa na vida de Lucas. Como contrapartida, o projeto prevê uma palestra, que abordará temas relacionados ao preconceito, racismo, discriminação... Com palestrantes e psicólogos, será dabatido mais sobre o assunto e gerar uma reflexão na sociedade, para que se possa cada vez mais trazê-lo a tona e minimizar o número de casos.
OBJETIVO GERAL: Esse filme tem como objetivo debater mais sobre o bullying nas escolas, principalmente entre crianças. Mostrar a tamanha indiferença que pessoas podem sofrer ao longo da vida e o quanto elas podem ser frias com o próximo, até mesmo na infância, além de mostrar suas consequências e mostrar o quão sério o preconceito é, trazendo uma reflexão e questionamentos sobre o tema. O projeto também busca chamar mais a atenção de pais, educadores e profissionais da saúde para um assunto tão importante e necessário, mas ao mesmo tempo tão pouco comentado em nossa sociedade. OBJETIVO ESPECÍFICO: Realização da obra cinematográfica de média-metragem, com 15 a 25 minutos de duração, com destinação principal à TV, não excluindo a possibilidade de exibições em festivais e, futuramente, em outras telas e em plataformas digitais como o youtube.
7 de abril: dia nacional de combate ao bullying e à violência nas escolas. Essa data foi criada com a finalidade de promover mais debates sobre os casos de bullying, mas, apesar de se ter um dia destinado a esse tema, o assunto ainda é muito pouco falado. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) no site "Estado de Minas", um percentual superior a 40% dos estudantes adolescentes admitiu ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já ter sofrido com a prática de provocação e intimidação. Em 2009, eram pouco mais de 30%, o que ainda é alto para algo tão sério quanto o bullying. O Brasil é o país com um dos maiores índices de casos de violência escolar. Entre os estudantes de 13 a 17 anos, subiu de 32% para 35,4% o número de casos entre os homens. Já para as mulheres, cresceu 28,8%. No ano de 2023, foram 121 mil casos, uma média superior a mais de 10 mil por mês, de acordo com o site de notícias do UOL e o levantamento inédito feito pelo Colégio Notarial do Brasil. Apesar de dados considerarem mais a faixa de idade da adolescência, o bullying também está inserido entre as crianças, em faixas até mesmo abaixo dos 10 anos, e muitos nem sequer percebem isso, o que é resultado da pouca informação e debate que temos ao nosso redor sobre o tema. Casos como o bullying podem levar a vítima a ter crises de ansiedade, baixa autoestima, depressão, mas também podem acabar as levando até mesmo ao suicídio. Esse é um outro assunto que o projeto trata. O suicídio também é provável de acontecer na infância. O suicídio infantil tem crescido entre crianças de 5 a 14 anos, no Brasil e no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2021, foram 200 casos nessa faixa etária no país. Portanto, diante da tamanha seriedade dos casos, para que se possa chamar mais a atenção dos educadores, pedagogos, psicólogos e pais para então, assim, gerar uma reflexão e debates sobre o tema, se torna imprescindível o Incentivo Fiscal para a realização do projeto, que se enquadra nos princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, 8.313, de 23 de dezembro de 1991: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
O produto principal trata-se de um média metragem, de ficção, com destinação à TV, em canais fechados. O produto tem duração de mais ou menos 15 a 25 minutos. A história conta a vida de Lucas, um garoto de 8 anos, alegre e apaixonado por aprender, que se muda com a mãe após ela perder o emprego e acaba sofrendo preconceito ao iniciar seus estudos na nova escola, mas resolve não preocupar sua mãe, lidando sozinho com as dificuldades que enfrenta. O filme aborda o tema preconceito por ser um assunto necessário a se falar, mas é muito pouco debatido. Por esse motivo, surge o segundo produto. Como forma de divulgar o média metragem, será executada uma palestra para debater sobre o tema, tendo como público-alvo os profissionais que trabalham em escolas como professores, pedagogos... e também aos profissionais de saúde como psicólogos, psicoterapeutas, psiquiatras e assistentes sociais, que estão em contato diariamente com as vítimas, cuidando da saúde mental delas. Além de pais e responsáveis. A palestra será realizada gratuitamente para o público em geral, mas com foco no público-alvo, terá uma duração de mais ou menos 1 hora e será disponibilizada através da internet.
Para assegurar o direito à cultura de Pessoas com Deficiência, como o disposto no art. 42 da Lei nº 13.146, o projeto contará, no média-metragem, com medidas de acessibilidade, garantindo: a) Audiodescrição, descrevendo sons, elementos visuais e quaisquer outras informações relevantes, possibilitando a melhor compreensão da obra; b) Legendagem descritiva: transcrevendo os diálogos, sons e quaisquer outras informações relevantes da obra para possibilitar sua melhor compreensão; e na palestra que será realizada como contrapartida social, será garantida a acessibilidade em libras, traduzindo para a linguagem de sinais quaisquer falas e sons que possam ser reproduzidos.
Conforme estabelecido no Art. 30 da Instrução Normativa n. 11 de 30 de janeiro de 2024, o projeto prevê, além de Making Of das gravações disponibilizadas na internet, uma palestra com psicólogos abordando ainda mais sobre o tema preconceito e discriminação, que também será disponibilizada na internet, adotando o Inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
PRODUTOR - RYAN MARCIO: Estudante de teatro há 2 anos na Usina de Cultura Jornalista Tim Lopes, em Nilópolis, Rio de Janeiro. Já atuou na peça "Memórias de Mim", dirigida por Ludmila Fidelis, e também "Bailei na Curva", dirigida por Marcelo Alonso, ambas para conclusão do ano letivo. Ainda no teatro, trabalhou como iluminador e sonoplasta da peça "A Gaiola das Loucas", em 2023, apresentadas na própria Usina de Cultura, e no musical "Soltarinas em... Simone" em Nova Iguaçu, RJ. É estudante de audiovisual na Colabcine e atua como produtor e diretor do documentário "Do Jeito Que Nós Somos", projeto de sua autoria, inscrito e aprovado no edital municipal da Lei Paulo Gustavo. Além de produzir, também assume as funções executivas do "Além do Silêncio", assim como a direção e o roteiro, sendo remunerado por elas dentro do limite estipulado no Art. 14 da Instrução Normativa n. 11 de 30 de janeiro de 2024.
PROJETO ARQUIVADO.