Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto In-Palco é uma iniciativa cultural inclusiva que realizará uma mostra gratuita de dança em Caraguatatuba, visando a inclusão social e a acessibilidade de pessoas com deficiência. O evento, em comemoração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, acontecerá em 21 de setembro de 2025, reunindo pessoas com e sem deficiência em um ambiente acessível e inclusivo. Além das apresentações, haverá arrecadação de alimentos para instituições locais e incentivo financeiro para coletivos culturais, por meio do Bolsa In-Palco. O projeto busca eliminar barreiras arquitetônicas, comunicacionais e atitudinais, oferecendo um espaço acessível para cadeirantes, audiodescrição, capacitação da equipe e intérpretes de LIBRAS. In-Palco também visa fortalecer a inclusão e sensibilizar a sociedade, promovendo um impacto duradouro na comunidade, estimulando a cultura inclusiva e a responsabilidade social na região do Litoral Norte.
O In-Palco - Mostra de Dança Inclusiva acontecerá no Teatro Municipal Mário Covas, em Caraguatatuba, no dia 21 de setembro de 2025, com início às 13h e encerramento às 17h. O evento, de classificação livre, é gratuito e terá ampla divulgação nas rádios locais, redes sociais e outros canais de comunicação para alcançar toda a comunidade. A estrutura do evento contará com acessibilidade comunicacional, arquitetônica e atitudinal, garantindo que todos possam participar. Durante o evento, grupos de dança inclusiva irão se apresentar, com coreografias que celebram a diversidade e a inclusão. Esses grupos, compostos por pessoas com e sem deficiência, promovem a mensagem de que a dança é para todos. O público poderá participar de atividades de conscientização sobre acessibilidade e inclusão, e haverá apoio médico e ambulância no local para garantir a segurança dos participantes. Além disso, opções de bebidas e lanches estarão disponíveis para compra, oferecendo maior conforto para uma experiência completa. Este evento é uma celebração da inclusão e da diversidade através da arte, sensibilizando a comunidade para uma sociedade mais acolhedora e integrada.
Objetivo Geral O projeto In-Palco tem como objetivo principal promover a inclusão social e a acessibilidade de pessoas com deficiência no Litoral Norte de São Paulo, por meio de uma mostra de dança inclusiva e gratuita. O evento busca criar um espaço cultural acessível, eliminando barreiras arquitetônicas, comunicacionais e atitudinais, oferecendo oportunidades de participação ativa para todos, com e sem deficiência, e promovendo a celebração da diversidade. A proposta também visa conscientizar a comunidade local sobre a importância da inclusão, utilizando a dança como ferramenta de expressão artística e integração social. Além disso, o projeto contribuirá para o fortalecimento da economia criativa local, incentivando coletivos culturais e gerando renda para os envolvidos, ao mesmo tempo em que se posiciona como um catalisador de mudanças para práticas inclusivas em toda a região. Objetivos Específicos Realizar uma mostra de dança inclusiva: Organizar um evento de até 4 horas de duração, que será realizado no dia 21 de setembro de 2025, no Teatro Municipal de Caraguatatuba _ Mário Covas, com a participação de até 10 grupos de dança, incluindo ao menos 10% de integrantes com deficiência em cada grupo participante, assim como na equipe técnica. O evento será acessível e gratuito para o público em geral, com expectativa de receber cerca de 600 espectadores.Garantir acessibilidade arquitetônica e comunicacional: Adaptar o local do evento para garantir total acessibilidade para pessoas com deficiência. Isso incluirá rampas de acesso, corrimãos, intérpretes de LIBRAS, audiodescrição, legendas em tempo real e materiais impressos em Braille. A previsão é que 100% das instalações e conteúdos do evento sejam acessíveis.Capacitar a equipe organizadora e os artistas: Oferecer treinamentos de acessibilidade e inclusão para a equipe de produção e para os artistas participantes. O objetivo é formar uma equipe de 30 pessoas, das quais pelo menos 10% serão compostas por pessoas com deficiência. Serão realizadas 3 capacitações prévias, abordando atendimento inclusivo, sensibilização e boas práticas para eventos acessíveis.Promover oficinas de dança inclusivas: Realizar oficinas de dança com duração de 6 meses abertas ao público, com o objetivo de envolver a comunidade local e capacitar os dançarinos que participarão da mostra. Espera-se que aproximadamente até 100 pessoas participem dessas oficinas. Fomentar a economia criativa: Incentivar a participação de coletivos culturais do Litoral Norte de São Paulo e da região do Vale do Paraíba (até 80 km de distância do município de Caraguatatuba) por meio da distribuição de 10 bolsas no valor de R$ 1.250,00 para grupos artísticos selecionados via edital. O objetivo é beneficiar diretamente 150 pessoas, entre artistas e técnicos, estimulando o empreendedorismo cultural na região.Realizar uma campanha de arrecadação solidária: Durante o evento, promover a arrecadação de alimentos não perecíveis, com o objetivo de arrecadar pelo menos 600kg de alimentos, que serão doados para instituições filantrópicas da região. Paralelamente, serão coletados lacres de alumínio, com a meta de arrecadar o suficiente para trocar por uma cadeira de rodas para doação.Desenvolver ações de sensibilização e conscientização: Implementar atividades educativas e interativas, como simulações de barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência, promovendo a conscientização do público sobre acessibilidade durante o evento.Divulgar o projeto de forma inclusiva: Desenvolver uma ampla campanha de divulgação acessível, utilizando redes sociais, rádios, TV e materiais impressos em formatos acessíveis, como Braille e audiodescrição. Espera-se alcançar um público de pelo menos 100 mil pessoas por meio das ações de comunicação e marketing do projeto. Criar uma cartilha de boas práticas para eventos inclusivos: Desenvolver e distribuir uma cartilha digital educativa com orientações para a realização de eventos culturais acessíveis, com o objetivo de estimular outras iniciativas na região a adotarem práticas inclusivas.Realizar uma pesquisa de satisfação: Coletar feedback dos participantes, tanto do público quanto dos artistas, por meio de uma pesquisa de satisfação aplicada durante e após o evento e gerar um relatório que servirá como base para futuras edições e iniciativas inclusivas.Oferecer apoio assistencial durante o evento: Disponibilizar transporte gratuito para os participantes com deficiência de Caraguatatuba, garantir alimentação para os artistas e providenciar um plantão médico com profissionais da saúde, incluindo enfermeiros e socorristas solicitados via ofício para o município, para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos. Apoiar a sustentabilidade ambiental e responsabilidade social: Além da coleta de alimentos e tampinhas, promover a conscientização ambiental por meio de uma ação voluntária de coleta de lixo nas praias de Caraguatatuba para promoção do evento, integrando a comunidade em práticas de responsabilidade social e sustentabilidade. Criar impacto duradouro na comunidade: Estimular a replicação de práticas inclusivas em eventos futuros na região, utilizando o In-Palco como referência e catalisador de mudanças.
A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, estabelecido pela Lei 8.313/91, conhecida como Lei de Incentivo à Cultura ou Lei Rouanet, é fundamental para o financiamento e viabilização do projeto In-Palco. Este projeto visa promover a inclusão e a acessibilidade de pessoas com deficiência por meio de uma mostra de dança inclusiva, gratuita e acessível, na região do Litoral Norte de São Paulo. A abrangência e o impacto social do projeto exigem recursos financeiros significativos, que garantam a implementação de medidas de acessibilidade, capacitação de equipe e promoção de ações culturais, conforme descrito em seus objetivos. A Lei de Incentivo à Cultura oferece a possibilidade de captar esses recursos por meio de renúncia fiscal, permitindo que empresas e cidadãos direcionem parte de seu Imposto de Renda para apoiar iniciativas culturais como esta. O financiamento através da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para garantir que o projeto seja acessível a todos os públicos, especialmente considerando as demandas estruturais e tecnológicas que tornam o evento inclusivo para pessoas com diferentes tipos de deficiência. Além disso, a captação de recursos por meio dessa lei permite que o evento seja gratuito para o público, garantindo maior alcance e impacto social, além de promover a inclusão cultural de forma ampla. Enquadramento Legal O projeto In-Palco se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, que estabelece os princípios e diretrizes para a promoção da cultura nacional. Especificamente, o projeto atende os seguintes incisos: Inciso II: "A preservação e a expansão do patrimônio cultural". O In-Palco contribui diretamente para a preservação e ampliação do patrimônio cultural brasileiro ao valorizar a dança como forma de expressão artística e inclusão social, destacando a cultura acessível e inclusiva.Inciso III: "A produção, promoção e difusão de bens culturais". O projeto promove a difusão de bens culturais ao oferecer um evento gratuito e acessível, que aproxima diferentes públicos e garante que pessoas com deficiência tenham pleno acesso e participação na produção e consumo cultural.Inciso V: "O respeito e o fomento à diversidade cultural, étnica e regional". O projeto valoriza a diversidade cultural ao reunir artistas com e sem deficiência em uma mesma mostra, além de promover a inclusão de coletivos culturais locais do Litoral Norte, respeitando a diversidade regional.Objetivos da Lei de Incentivo à Cultura De acordo com o Art. 3º da Lei 8.313/91, a Lei Rouanet tem como objetivos "contribuir para facilitar, a todos os níveis da sociedade, o acesso às fontes da cultura nacional". O projeto In-Palco atenderá diretamente a esse objetivo ao garantir que o público, incluindo pessoas com deficiência, tenha acesso irrestrito às atividades culturais. Além disso, o projeto visa "incentivar a produção e a difusão de bens culturais", ao oferecer uma mostra de dança que visa ampliar a participação de pessoas com deficiência no cenário cultural, estimulando a produção artística inclusiva e acessível. Os objetivos específicos do projeto, que incluem a realização de uma mostra de dança inclusiva, a capacitação de equipe para atendimento acessível, a criação de ações educativas e a promoção de uma campanha solidária, estão alinhados com os objetivos do Art. 3º da Lei, como: Inciso I: "Contribuir para facilitar, a todos os níveis da sociedade brasileira, o acesso às fontes da cultura". A gratuidade do evento e a implementação de medidas de acessibilidade garantem que o público, especialmente pessoas com deficiência, tenha pleno acesso às atividades culturais oferecidas.Inciso II: "Incentivar a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O In-Palco promove a dança como bem cultural, reforçando o valor da inclusão e da diversidade como elementos centrais da cultura.Inciso III: "Priorizar o produto cultural originário do País". O projeto valoriza a cultura brasileira ao promover a inclusão social por meio da dança, um importante elemento da cultura nacional, e ao fomentar a participação de coletivos culturais locais.Inciso IV: "Estimular a presença dos bens culturais no mercado interno e externo". A proposta de divulgar o evento e suas boas práticas inclusivas por meio de cartilhas e relatórios pode estimular a replicação de eventos culturais acessíveis em outras regiões, aumentando a circulação de bens culturais acessíveis no país.Inciso VI: "Salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver". O projeto busca garantir a sobrevivência e o florescimento de formas inclusivas de produção artística, estimulando o desenvolvimento de novos talentos e o fortalecimento da economia criativa na região, além de promover uma cultura de respeito e inclusão.Metas Alcançadas pela ODS O projeto In-Palco está alinhado com vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, especialmente: ODS 4 - Educação de Qualidade: O projeto promove a educação inclusiva ao oferecer oficinas e palestras que atendem a todos os públicos, garantindo que pessoas com deficiência tenham acesso à educação e cultura.ODS 10 - Redução das Desigualdades: O evento visa reduzir desigualdades ao promover a inclusão de pessoas com deficiência, garantindo que tenham as mesmas oportunidades de participação nas atividades culturais.ODS 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis: Ao implementar medidas de acessibilidade no evento, o In-Palco contribui para a criação de comunidades mais inclusivas e sustentáveis, onde todos têm a oportunidade de participar ativamente.ODS 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes: A promoção da inclusão e do respeito à diversidade cultural no projeto contribui para a construção de sociedades pacíficas e justas, onde todas as vozes são ouvidas e respeitadas.ODS 17 - Parcerias e Meios de Implementação: A captação de recursos por meio da Lei de Incentivo à Cultura estabelece parcerias entre o setor público e privado, fortalecendo as iniciativas culturais e ampliando o alcance social do projeto.Impacto Social e Cultural O impacto do projeto In-Palco vai além da simples realização de uma mostra de dança. O evento tem um forte potencial transformador, ao sensibilizar o público sobre a importância da inclusão e da acessibilidade em todas as suas dimensões _ arquitetônica, comunicacional, atitudinal e tecnológica. O projeto se propõe a influenciar positivamente a comunidade local, promovendo a conscientização sobre a importância de espaços culturais inclusivos e acessíveis para todos. Além disso, o projeto pretende deixar um legado duradouro na região, com a criação de uma cartilha de boas práticas para eventos acessíveis, que servirá de referência para outras iniciativas culturais. Dessa forma, o In-Palco não só atende aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, mas também se posiciona como uma iniciativa pioneira na promoção de eventos culturais inclusivos, servindo como modelo para futuras ações culturais no Brasil.
O In-Palco teve sua primeira edição em 2019, no município de São Borja, no Rio Grande do Sul. A proponente, que na época estava em período de graduação, criou o projeto como trabalho de conclusão de curso. O projeto recebeu um prêmio nacional no Expocom – Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação, além de menções honrosas na Câmara Municipal de Vereadores do Município de São Borja. A primeira edição contou com a criação da marca; desenvolvimento de oficinas; formação de parcerias e patrocinadores; criação do regulamento; criação da plataforma de inscrição; produção de social media; divulgação; assessoria de imprensa; produção de material; capacitação da equipe de apoio e ambientação do local. A divulgação do projeto deu-se de forma acessível por mídias on e off-line, disponibilizando vídeos em Libras, audiodescrição (antes e durante o evento) além da descrição das imagens veicula-das nas redes sociais digitais, aderindo à campanha #pracegover. A campanha #pracegover consistiu em despertar a atenção dos usuários para que coloquem uma descrição detalhada da imagem utilizada em suas publicações em mídias sociais. Essas infor-mações foram disponibilizadas em todas as produções visuais, sendo útil para pessoas com dislexia, deficiência intelectual, deficiência visual ou com déficit de atenção. O evento foi realizado no dia 10 de agosto de 2019, das 13h às 20h30min, no auditório do Colégio Sagrado Coração de Jesus. A entrada foi franca com a opção da doação de alimento, o qual foi destinado para a Casa da Acolhida de São Borja, local que abriga crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Salienta-se que uma equipe preparada para receber e orientar o público esperado - pessoas com deficiência - auxiliou durante a organização e execução do In-Palco. A Mostra contou com o apoio de 39 empresas locais, a presença da intérprete de libras, enfermeiros do SAMU e também do Hospital Ivan Goulart, além de rampa acessível e local para deficientes auditivos sentirem a vibração sonora. Em números, os resultados podem ser percebidos na participação de 9 cidades, entre elas as gaúchas: São Borja, Santiago, São Luiz Gonzaga, Cruz Alta, Saldanha Marinho, Passo Fundo, Porto Alegre; e duas Argentinas: Posadas e Santo Tomé. O evento contou com a apresentação de 400 bailarinos, sendo 40 com deficiência. Além do mais, 64 coreografias foram apresentadas para uma plateia de mais de 500 pessoas. E 328 kg de alimentos foram arrecadados e doados para instituição social. . Link do vídeo da primeira edição: https://www.youtube.com/watch?v=e7SGbEvTC9M
O projeto de oficinas de dança abrange a criação de um plano de aula com duração de seis meses, com aulas programadas duas vezes por semana, totalizando 1h30min por sessão. As aulas incorporarão diversas técnicas de dança, como danças urbanas, jazz, ballet, contemporâneo, estilo livre e dança de salão. Essa abordagem diversificada não apenas enriquece a experiência dos alunos, mas também atende às diretrizes estabelecidas pela Lei 13.146 de 2015, que assegura direitos fundamentais de acesso à informação, trabalho, saúde e lazer para pessoas com deficiência. A inclusão de todos os participantes será priorizada, e as aulas serão adaptadas conforme as necessidades de cada aluno, garantindo um ambiente de aprendizado acolhedor e acessível. Para garantir a capacitação da equipe e a eficácia do projeto, serão realizados três treinamentos de acessibilidade ao longo de sete meses, cada um com duração de três horas. Esses treinamentos abordarão aspectos de acessibilidade comunicacional, arquitetônica, atitudinal e digital. O objetivo é conscientizar e preparar todos os envolvidos no projeto para a inclusão efetiva de todos os participantes. Os conteúdos dos treinamentos serão fundamentados em estudos de autores renomados, como Soraya F. Alves, Veryanne C. Teles e Tomás V. Pereira, cujas obras discutem a importância da audiodescrição e a promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência, conforme apresentado em sua pesquisa na "Revista Tradução e Comunicação" (2011). Essa base teórica garante que os treinamentos serão abrangentes e relevantes, contribuindo para uma prática de dança inclusiva. Além das oficinas e dos treinamentos, o projeto culminará em uma mostra inclusiva marcada para o dia 21 de setembro de 2025, no Teatro Municipal de Caraguatatuba, Mário Covas. O evento será realizado das 13h às 17h e seguirá as diretrizes do Dia Nacional do Teatro Acessível, estabelecido pela Lei 13.442 de 2017. Este evento visa promover a participação ativa de pessoas com deficiência e assegurar sua autonomia nas práticas culturais, alinhando-se às iniciativas da Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, que defende a acessibilidade em eventos artísticos. A mostra será projetada com base no Decreto Federal nº 5.296/04 e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, que enfatizam a necessidade de uma oferta diversificada de acessibilidade. Como parte do projeto, será desenvolvida uma cartilha de acessibilidade e inclusão voltada para eventos culturais, em conformidade com o artigo 2º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência Comentada. Esta cartilha dialogará diretamente com a produção acessível, apresentando uma visão abrangente do conceito de comunicação. A comunicação, conforme estabelecido pela convenção, abrange não apenas as línguas e a visualização de textos, mas também o Braille, a comunicação tátil, os caracteres ampliados e dispositivos de multimídia acessível. Além disso, será enfatizada a importância da linguagem simples, tanto escrita quanto oral, assim como os sistemas auditivos e os meios de voz digitalizada, além dos modos, meios e formatos aumentativos e alternativos de comunicação, incluindo tecnologias de informação e comunicação acessíveis. A elaboração dessa cartilha será um passo fundamental para garantir que os eventos culturais sejam verdadeiramente inclusivos, proporcionando a todos os participantes as condições necessárias para um acesso pleno e efetivo às atividades propostas A integração de referências teóricas e práticas assegura que todas as atividades, desde as oficinas de dança até os treinamentos e a mostra inclusiva, serão conduzidas de maneira a respeitar e promover os direitos de todas as pessoas, independentemente de suas habilidades. Com uma abordagem pedagógica robusta e embasamento legal e teórico, o projeto In-Palco se propõe a ser um exemplo de como a arte e a inclusão podem caminhar lado a lado, transformando a cena cultural local.
Plano de acessibilidade Para o projeto In-Palco, é essencial garantir que todas as fases do evento — pré-evento, durante o evento e pós-evento — sejam totalmente acessíveis para pessoas com deficiência. O plano de acessibilidade abrange as áreas comunicacional, arquitetônica, tecnológica e atitudinal, baseada na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Acessibilidade Comunicacional Intérpretes de LIBRASDisponibilização de intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) durante todo o evento, incluindo apresentações, oficinas, palestras e interações com o público.Tradução simultânea em LIBRAS nas transmissões ao vivo e gravações do evento. Audiodescrição e LegendasAudiodescrição para todas as apresentações e vídeos exibidos durante o evento, garantindo que pessoas com deficiência visual possam acompanhar.Legendas em tempo real durante as apresentações e transmissões ao vivo, beneficiando pessoas com deficiência auditiva. Material Impresso e Digital AcessívelProdução de materiais impressos em Braille, incluindo programas, folhetos e cartilhas distribuídas no evento.Criação de conteúdo digital acessível com legendas, audiodescrição e versões em alto contraste para pessoas com baixa visão, Orientações e SinalizaçãoSinalização acessível em todo o local do evento, com textos em Braille e cores contrastantes. Acessibilidade Arquitetônica Acessibilidade Física do LocalRealização de vistorias no local do evento para garantir que todas as áreas sejam acessíveis a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Além de vagas exclusivas no estacionamento e placas de sinalização. Rampas de acesso com inclinações adequadas, corrimãos, elevadores acessíveis e banheiros adaptados. Espaços ReservadosÁreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes nas áreas de apresentações e oficinas, garantindo visão adequada e segurança.Espaço de descanso para pessoas com deficiência, com assentos confortáveis e acessíveis.Espaço no palco para pessoas com deficiência visual possa sentir as vibrações. Acesso à Palco e BackstageAdaptações no palco e backstage para garantir que artistas com deficiência possam se apresentar sem barreiras, incluindo rampas, elevador e corrimãos.Visita sensorial. Acessibilidade TecnológicaDisponibilização de fones abafadores de ruídos para pessoas com sensibilidade auditiva. Acessibilidade Atitudinal Capacitação da EquipeTreinamento de todos os membros da equipe, voluntários e fornecedores em acessibilidade e atendimento inclusivo, com foco em respeito e empatia.Vídeos sobre acessibilidade atitudinal para artistas e organizadores, para promover um ambiente inclusivo e acolhedor. Ambientação InclusivaAções de sensibilização para o público sobre inclusão e respeito às diversidades, através de cartazes, vídeos educativos e atividades interativas.Uso de comunicação inclusiva em todos os canais do evento, incentivando uma abordagem positiva e respeitosa com todas as pessoas. Formação de equipeContratação de profissionais qualificados para cada área específica, garantindo que pelo menos 10% da equipe seja composta por pessoas com algum tipo de deficiência. Acessibilidade nas Ações SolidáriasCampanhas de arrecadação de tampinhas e lacres para envolver pessoas com deficiência, como pontos de coleta acessíveis e comunicação inclusiva sobre a ação solidária. Monitoramento e Avaliação Avaliação ContínuaMonitoramento contínuo da acessibilidade durante o evento, com ajustes imediatos se necessário, como resposta rápida a feedback de participantes.Pesquisa de satisfação acessível para participantes, coletando feedback sobre a experiência de acessibilidade. Relatório de AcessibilidadeProdução de um relatório pós-evento que documenta todas as medidas de acessibilidade implementadas, com sugestões de melhorias para futuros eventos. Esse plano de acessibilidade visa garantir que o projeto In-Palco não apenas cumpra com os padrões de acessibilidade, mas também se destaque como um modelo de inclusão e respeito aos direitos das pessoas com deficiência, promovendo um ambiente onde todos possam se expressar e participar plenamente.
O projeto In-Palco será gratuito e acessível a todo o público. Para garantir ampla distribuição e alcance, diversas medidas de democratização de acesso e divulgação foram estabelecidas: Distribuição de Convites Gratuitos: Para garantir uma ocupação inclusiva e representativa, convites gratuitos serão distribuídos por meio de parcerias com ONGs, associações locais e centros de apoio a pessoas com deficiência. Parte dos ingressos será disponibilizada para retirada online, permitindo que qualquer pessoa interessada possa participar.Produtos Digitais e Cartilhas Acessíveis: Além das apresentações ao vivo, o evento resultará em uma cartilha de boas práticas sobre acessibilidade em eventos culturais, disponível gratuitamente em formato digital, com versões em PDF acessível e em áudio para pessoas com deficiência visual. Esse material será distribuído a instituições culturais, escolas e organizações voltadas à inclusão.Conteúdos Audiovisuais: Vídeos de entrevistas, bastidores e pontos altos das apresentações serão disponibilizados gratuitamente nas redes sociais do projeto, possibilitando que o conteúdo artístico e educativo seja acessado por um público mais amplo.Oficinas Paralelas: Serão realizadas oficinas acessíveis para o público em geral, abordando temas como dança inclusiva, expressão corporal para pessoas com deficiência. Essas oficinas visam fomentar a inclusão e sensibilizar os participantes para a importância da acessibilidade no contexto cultural. Transmissão pela Internet: Para ampliar o alcance, o evento contará com uma transmissão ao vivo das apresentações principais, permitindo que pessoas de outras regiões também acompanhem o espetáculo. A transmissão incluirá recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, audiodescrição e legendas em tempo real. Os vídeos das apresentações também estarão disponíveis online, para consulta posterior.Com essas ações, o projeto In-Palco visa não apenas proporcionar uma experiência cultural de qualidade, mas também promover a inclusão e democratização do acesso a todos os públicos, especialmente para aqueles que enfrentam barreiras no acesso a atividades culturais.
A proponente irá ministrar as oficinas de dança inclusiva, treinar a equipe e assumir a direção completa do projeto. CAROL MOREIRA Função no Projeto: Diretora Geral RELAÇÕES PÚBLICAS, PRODUTORA CULTURAL & DANÇARINA Formação acadêmica:Universidade Federal do Pampa: Relações Públicas com ênfase em Produção CulturalEspecializações:Gestão de eventosAudiodescriçãoProdução culturalAcessibilidade e InclusãoPolítica culturalEconomia criativaGestão de espaços culturaisMarketing culturalExperiência profissional: 2021 - Trama Comunicação: Comunicação interna/externa, gestão de contas, produção de conteúdo, relatórios, coordenação de equipe, produção de podcast, criação de campanhas, gestão de eventos e atendimento. Atual Cargo: Analista de Comunicação 2018 - Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer de São Borja: Produção de eventos institucionais e culturais, cerimonial e protocolo, assessoria de imprensa e produção audiovisual.Conquistas acadêmica: Vencedora Nacional da XXVII Exposição de Pesquisa Experimental e Comunicação - 2020 com o projeto "In-Palco - Mostra de Dança Inclusiva"Trajetória na dança: Iniciou com aulas de Jazz nas Oficinas Culturais da Fundacc, no ano de 2008. Em 2012, seguiu dançando nas oficinas de Danças Urbanas. Atuou no grupo de dança, Cia Geração Futuro, como dançarina no período de 2013 a 2016. Trabalhou como instrutora de Danças Urbanas, na Escola Paidéia de 2015 a 2016 e na Cia de Dança Mara Cabral de 2016 a 2019. Em 2017, ganhou o prêmio como Bailarina Destaque do XVIII São Borja em Dança. Em 2019, trabalhou como instrutora de dança voluntária na APAE São Borja. Participou de diversos cursos e workshops tendo como mestres: Carlinhos de jesus, Ana botafogo, Marcelo Chocolate, Eládio Prádio, Sheila Aquino e outros. Atualmente, faz parte do coletivo Passo 13, que oferece oficinas culturais de dança duas vezes por semana.Principais conquistas em dança: 1º Show de Talentos Municipal – Caraguatatuba - SP | 2014 - 1º lugarVII Circuito Nacional de Dança | 2014 - 1º lugar2º DUNADA Street Dance | 2014 - 1º lugarFestival Danzas Del Mercosur – Puerto Iguazú - ARGENTINA | 2015 - 3º lugarXVII São Borja em Dança | 2016 - 1° lugar - Coreografia destaqueXVIII São Borja em Dança | 2017 - 1° lugar - Bailarina destaqueXIX São Borja em Dança | 2018 - 1º lugarV Encontro Estadual de Dança | 2019 - 1º lugar Produções e participações em editais: In-Palco - Mostra de Dança Inclusiva (2019)O projeto "In-Palco" foi criado com o objetivo de fomentar a inclusão, eliminando barreiras que impedem pessoas com deficiência de exercerem seus direitos. A iniciativa buscou sensibilizar o público sobre a importância da inclusão através da dança, ganhando o Prêmio Nacional Expocom na categoria Projeto de Relações Públicas: Eventos.Bronx no Texas (2017 a 2019)Este evento foi voltado à promoção da cultura Hip-Hop em um modelo competitivo, englobando modalidades como competições de skate, grafite, dança, batalhas de rap e basquete.Jornada da Consciência Negra (2018)Realizado em parceria com o Programa Educacional Tutorial - PET (História da África), o evento teve o intuito de promover a inclusão cultural e a valorização da cultura afro-brasileira, destacando tradições gastronômicas, artísticas e religiosas.Obra: Maria João (2022) | Incentivo Lei Paulo Gustavo Espetáculo idealizado para promover a reflexão sobre questões de gênero e desconstruir estereótipos. A coreografia foi desenvolvida em colaboração com Davi Silva, com apresentações em Caraguatatuba.Obra: Pele (2024) | Incentivo PNABO projeto "PELE" é um espetáculo autoral de dança que aborda o tema da identidade e das camadas impostas socialmente sobre os indivíduos. A pele é usada como metáfora para explorar como as pessoas são definidas por suas características: origens étnicas, gênero, orientação sexual, idade e outras, com apresentações em Caraguatatuba. DAVI SILVA Função no Projeto: Coordenador de Projeto Davi Silva é bacharel em Arquitetura e Urbanismo e pós-graduado em Design de Interiores. Iniciou sua trajetória artística em 2012, nas oficinas culturais da FUNDACC, em Caraguatatuba, com foco em danças urbanas. Desde então, vem promovendo a cultura local, atuando como executor e orientador artístico de projetos culturais.Ao longo dos anos, Davi aprimorou suas habilidades com mestres renomados e participou de importantes festivais culturais. Entre 2012 e 2016, foi dançarino e coreógrafo da Cia Geração Futuro, obtendo prêmios internacionais. Em 2017, fundou o coletivo Passo13 e, em 2019, colaborou com o projeto "Incognição" dirigido por Henrique Bianchinni.Entre suas conquistas, destacam-se as premiações em diversos editais. Em 2020 e 2021, junto ao coletivo Passo13, foi contemplado pela Lei Aldir Blanc no edital de Seleção de Propostas de Conteúdo Digital Artístico e/ou Cultural em Caraguatatuba. Em 2022, ele atuou como curador dos projetos de conteúdos digitais do edital 192/21 da mesma lei. Além disso, sua trajetória cultural foi premiada em 2023 pelo edital 21/2023 da Lei de Incentivo Paulo Gustavo, reconhecendo sua contribuição para a cultura local. No mesmo ano, foi contemplado pelo edital 24/2023 do Fundo Municipal de Cultura, com o projeto de dança "Pele", onde atuou como dançarino e coreógrafo.Em 2024 teve sua trajetória artística outra vez reconhecida com o titulo de mestre de Cutura municipal de Caraguatatuba pelo incentivo do Plano Nacional de cultura Aldir Blanc.Davi continua dirigindo o coletivo Passo13, dedicando-se à criação de trabalhos autorais e à expansão da arte em Caraguatatuba. Recentemente recebeu uma prêmiação como Mestre de Cultura pela PNAB. WILTON PORFÍRIO Função no Projeto: Produtor Cultural e Executivo Conhecido como Will, é um produtor cultural e executivo com 19 anos de experiência no setor. Formado pelo Senac em Produção Cultural e Artística, possui especializações em marketing e gestão de empreendimentos comunitários. Ele atuou em diversas áreas do teatro, desde ator e diretor até produtor executivo e coordenador de equipe, além de trabalhar em projetos de audiovisual e redes sociais. Comprometido com sustentabilidade e inclusão social, Will desenvolve projetos em comunidades carentes e lidera o desenvolvimento de uma cooperativa cultural que visa criar uma fintech para financiamento de iniciativas culturais. Suas formações incluem cursos por instituições como Senac, Embrapa e Sebrae, e ele se mantém atualizado participando de palestras e workshops. SABRINA MARÍNS Função no Projeto: Social Media Sabrina é publicitária formada em Publicidade e Propaganda e tem perda auditiva bilateral. Alegre, dinâmica, resiliente e proativa, Sabrina possui excelente relacionamento interpessoal e é focada em resultados. Com experiência em agências de comunicação, ela pôde adquirir uma visão ampla dos diversos setores comunicacional. Entusiasta da diversidade e inclusão, Sabrina busca continuamente a satisfação na experiência comunicacional de seus públicos.
PROJETO ARQUIVADO.