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O projeto "OCRJ - Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro" visa dar continuidade às atividades culturais da orquestra, mantendo seu corpo artístico e estrutura física. Inclui cursos de instrumentos e regência, abordando morfologia musical, desenvolvimento de repertório, prática de direção com ensemble, análise de partituras, técnica instrumental, interpretação avançada e masterclasses. O projeto também promove pesquisa, criação de obras inéditas e preservação da história da OCRJ, que completa 72 anos em 2024. Sob a direção musical do renomado Maestro Nelson Nirenberg, o projeto está previsto para ocorrer de janeiro a dezembro de 2025, na cidade do Rio de Janeiro.
. 01 CURSO DE REGÊNCIA – com seleção de até 15 alunos, 01 mestre, 02 pianistas, 10 músicos da OCRJ, 01 classe de alunos com 05 Fellows, 10 alunos, e uma classe de ouvintes aberta ao público em geral – com duração de 6 meses – sendo duas turmas com 15 alunos cada, totalizando 30 alunos. . 08 WORKSHOPS/MASTERCLASSES - com músicos nacionais, duração de até 2h30, no formato presencial. . 02 INTÉRPRETE DE LIBRAS – projeto prevê a contratação de 2 profissionais intérpretes de Libras durante o período de 12 meses para acompanhamento das atividades e eventos a serem realizados. ** Acesso e Classificação livre.
OBJETIVO GERAL: Manter o corpo artístico e a estrutura física da Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro (OCRJ), promovendo ações de acesso livre à formação musical. Oferecer cursos de regência, alta interpretação e masterclasses para jovens talentos musicais de baixa renda e em situação de vulnerabilidade social, provenientes de projetos sociais e comunidades. Realizar pesquisa e recuperação do acervo para a exposição comemorativa dos 72 anos da OCRJ. O objetivo é contribuir para a formação de novas plateias e o desenvolvimento de novos talentos musicais no Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: . Manutenção do corpo artístico e da estrutura física da OCRJ _ por um período de 12 (doze) meses. . CURSO DE REGÊNCIA _ com seleção de até 15 alunos, 01 mestre, 02 pianistas, 10 músicos da OCRJ, 01 classe de alunos com 05 Fellows, 10 alunos, e uma classe de ouvintes aberta ao público em geral _ com duração de 6 meses _ sendo duas turmas com 15 alunos cada, totalizando 30 alunos. . 08 WORKSHOPS/MASTERCLASSES _ com músicos nacionais, duração de até 2h30, no formato presencial.
O projeto de manutenção se justifica pela sua importância, pois representa uma parte valiosa da história cultural brasileira. Ao longo das décadas, a OCRJ testemunhou e participou ativamente de eventos históricos, oferecendo uma trilha sonora única para as vivências da comunidade, tornando-se, inclusive, a Orquestra de Câmara da Rádio Roquette Pinto, onde tinha uma intensa programação radiofônica. A Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro foi fundada em 3 de março de 1952 e registrada em 1954, com a criação e registro do estatuto. Seu diretor fundador foi Sylvio Salema Garção Ribeiro, professor musical e artístico da prefeitura do Distrito Federal. A direção artística ficou a cargo do Maestro Henrique Nirenberg, o secretário foi Dante Fantauzzi, e o tesoureiro foi o técnico musical João Pinheiro da Silva Filho. Atualmente, a OCRJ está sob a direção do Maestro Nelson Nirenberg, criador do Projeto Aquarius, uma série de concertos ao ar livre para toda a população, que completou mais de cinco décadas de existência. O famoso Maestro Jasha Horenstein ao assistir a OCRJ declarou que estava "emocionado pela excelência do trabalho desenvolvido pela orquestra." Entre os destacados músicos que integraram a OCRJ encontram-se o violoncelista Eberhard Finke, que veio a ocupar a posição de spalla da Orquestra Filarmõnica de Berlim sob a regência de Herbert von Karajan, o maestro Henrique Morelenbaum, e os membros do Quarteto Brasileiro da UFRJ. Aclamado pela crítica especializada dos principais periódicos como The New York Times, Guitar World, Los Angeles Times, entre outros, o Maestro Nelson Nirenberg recebeu diversos prêmios no Brasil e no exterior, sendo agraciado por mérito pelo Governo Norte-Americano com a cidadania americana por suas "contribuições à música, cultura, educação e aproximação entre os povos." Ele também recebeu o Prêmio Fulbright e de Mérito da National Association of Music Education. Nascido no Rio de Janeiro, o Maestro Nelson Nirenberg é conhecido por sua destacada carreira na música erudita, tendo se apresentado nos principais palcos internacionais, incluindo Lincoln Center de Nova York, e com importantes orquestras internacionais como a English Chamber Orchestra, Orquesta Sinfonica de México, New York Chamber Symphony. Além de suas atividades artísticas, o Maestro Nirenberg também é um aclamado educador, tendo lecionado em importantes instituições como University of Southern Califonia (USC), Manhattan School of Music, University of California _ Los Angeles (UCLA) e Montclair State University onde foi professor titular de regência e Diretor do Programa Orquestral e de Regência. Com uma regência envolvente, no Brasil o Maestro Nirenberg liderou a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica Brasileira, estreando com esta última, como solista, aos 13 anos de idade, contribuindo significativamente para o cenário musical brasileiro. Condecorado pelo Presidente da República com a Ordem do Rio Branco _ máxima condecoração pátria a cidadãos brasileiros, em reconhecimento de suas contribuições à cultura e educação. Sua dedicação à excelência artística e seu papel como educador consolidam sua influência no cenário cultural do País. A manutenção de uma orquestra de música erudita, com mais de 70 anos de existência, não é apenas uma tarefa, mas um compromisso com a preservação cultural e a transmissão de um legado artístico a futuras gerações. Tal projeto não deve ser visto apenas como uma necessidade mecânica de cuidar de instrumentos e infraestrutura, mas como um investimento no enriquecimento cultural da comunidade e na perpetuação da arte musical erudita. Além disso, a OCRJ serve como um importante centro de formação artística com a criação da Orquestra Jovem do Brasil- primeira do gênero em nossa Nação. Músicos jovens talentosos têm a oportunidade de desenvolver suas habilidades sob a orientação de profissionais experientes, contribuindo não apenas para o desenvolvimento individual, mas também para o enriquecimento do panorama cultural da comunidade. A continuidade desse programa educacional é vital para inspirar futuras gerações de músicos e apreciadores de música erudita e servirá como base para a criação do Centro Brasileiro de Excelência de Formação Musical. Destarte, manter e preservar essa instituição é uma forma de honrar e celebrar a identidade cultural brasileira, construída ao longo dos anos através de sério labor e excelência.
ORQUESTRA DE CÂMARA DO RIO DE JANEIRO (OCRJ) - é uma instituição de grande importância para a cultura musical brasileira, tendo sido fundada em 1952 por Sylvio Salema Garção Ribeiro, com a direção artística do Maestro Henrique Nirenberg, tendo suas origens na Orquestra de Câmara Macabi, fundada em 1948, tornando-se também a Orquestra de Câmara da Rádio Roquette Pinto. Atualmente, a orquestra é dirigida pelo Maestro Nelson Nirenberg, sobrinho de Henrique Nirenberg, e mantém uma tradição de excelência e compromisso com a música erudita. Ao longo de sua história, a OCRJ tem se destacado pela qualidade de suas apresentações e por sua contribuição para o desenvolvimento da música no Brasil. O Maestro Nelson Nirenberg, em especial, tem sido reconhecido internacionalmente por sua regência envolvente e por sua dedicação à excelência artística, conforme os jornais The New York Times, The Star-Ledger e Los Angeles Times, entre outros. O famoso Maestro Jasha Horenstein ao assistir a OCRJ declarou que estava “emocionado pela excelência do trabalho desenvolvido pela orquestra.” Entre os destacados músicos que integraram a OCRJ encontram-se o violoncelista Eberhard Finke, que veio a ocupar a posição de spalla da Orquestra Filarmõnica de Berlim sob a regência de Herbert von Karajan, o maestro Henrique Morelenbaum, os membros do Quarteto Brasileiro da UFRJ. Um dos projetos mais emblemáticos do Maestro Nelson Nirenberg é o “Projeto Aquarius”, uma série de concertos ao ar livre que tem como objetivo levar música de qualidade para toda a população. O antológico concerto do Projeto Aquarius na Quinta da Boa Vista em 14/05/1972, teve como solista e regente Nelson Nirenberg. Esse projeto, que já completou mais de cinco décadas de existência, tem sido fundamental para a democratização da cultura e o enriquecimento da vida cultural do País. Além do Projeto Aquarius, o Maestro Nirenberg desenvolve pela OCRJ diversas outras iniciativas, com o objetivo de gerar inclusão social, desenvolvimento educacional e intelectual para a juventude. A OCRJ busca formar novas audiências e mão de obra especializada, promover o intercâmbio cultural e musical, e difundir a música brasileira e internacional. Com uma programação diversificada, que inclui concertos educacionais em escolas, teatros, clubes e espaços públicos, a OCRJ tem conseguido alcançar um público cada vez mais amplo e diversificado, contribuindo assim para a formação de uma sociedade mais culturalmente rica e plural. A OCRJ também tem desenvolvido, juntamente com a Academia Nacional de Música, o Concurso Nacional de Música de Câmara Henrique Nirenberg, possibilitando que jovens musicistas e novos conjuntos musicais alcancem reconhecimento público. A Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro tem sido uma instituição de grande relevância para o engrandecimento da música brasileira. Através de seus aplaudidos projetos e iniciativas, tem contribuído de forma única para o enriquecimento cultural, educacional e artístico de nossa Nação.
NÃO É O CASO.
AÇÕES DE ACESSIBILIDADE PARA O PLANO ANUAL ORQUESTRA DE CÂMARA DO RIO DE JANEIRO: ACESSIBILIDDE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA Em conformidade com o Art. 25 da IN nº 1, de 10 de abril de 2023, o projeto prevê medidas de acessibilidade nos espaços designados para a realização de atividades culturais. Esses espaços serão providos de rampas, banheiros adaptados, elevadores e fileiras de poltronas especiais para cadeirantes, com o objetivo de possibilitar a participação de pessoas com deficiência motora ou mobilidade reduzida. No caso de ações em formato virtual, onde não é necessário considerar a acessibilidade física, uma vez que o conteúdo pode ser acessado de qualquer lugar, incluindo residências, etc. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAIS Para pessoas com 100% de deficiência visual ou visão reduzida que estejam presentes nas ações presenciais, o projeto prevê a contratação de profissionais capacitados para fornecer o suporte necessário, possibilitando assim sua participação nas atividades culturais do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIENCIAS AUDITIVAS Durante a realização das atividades presenciais, caso haja participantes surdos ou com audição reduzida, serão disponibilizados intérpretes de Libras para possibilitar sua participação nas atividades culturais e nos eventos realizados pelo projeto. Além disso, o projeto prevê a inclusão de acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como para pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos. A OCRJ planeja disponibilizar monitoria especial e inclusiva para atender casos de participantes/pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiência intelectual. AÇÕES DE ACESSIBILIDADE PARA O PRODUTO: CURSO/OFICINA/WORKSHOP E CONCERTO: ACESSIBILIDDE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA Os espaços destinados à realização de atividades do projeto serão equipados com rampas, banheiros adaptados, elevadores, teatro e fileiras de poltronas especiais para cadeirantes, a fim de possibilitar a participação de pessoas com deficiência motora ou mobilidade reduzida. No caso de ações em formato virtual, onde não é necessário prever acessibilidade física, uma vez que o conteúdo pode ser acessado de qualquer lugar, incluindo residências, etc. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAIS: Assim como nas ações gerais, o projeto prevê a contratação de profissionais capacitados para atender pessoas com 100% de deficiência visual ou com visão reduzida, que estejam presentes nas atividades presenciais. O item citado acima está previsto na rubrica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS AUDITIVAS: Durante as atividades presenciais, caso haja algum participante surdo ou com audição reduzida, serão disponibilizados intérpretes de Libras para possibilitar sua participação nas atividades culturais e nos eventos realizados pelo projeto. Da mesma forma, o projeto contempla a acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos, assim como para pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos. A OCRJ planeja disponibilizar monitoria especial e inclusiva para atender esse público específico durante as atividades presenciais. O item citado acima está previsto na rubrica CONTRAPARTIDA- o projeto prevê a contratação de 2 profissionais intérpretes de Libras durante o período de 12 meses para acompanhamento das atividades e eventos a serem realizados. O projeto incluirá a realização de um curso de regência para 30 alunos, com duração de seis meses e encontros de até 2h30, com acesso livre para todos os públicos, especialmente jovens e 08 WORKSHOPS/MASTERCLASSES – com músicos nacionais, duração de até 2h30, no formato presencial.
Em conformidade com o Art. 27 da IN nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto prevê o atendimento às medidas de democratização do acesso aos produtos e às ações do projeto. Visando cumprir as diretrizes estabelecidas pelo referido artigo, embora o projeto preveja atividades com acesso gratuito e atividades com cobrança a preço popular, o projeto contempla: - Atividades gratuitas, com acesso livre para todos os públicos, estimando a participação de 200 a 500 pessoas diretamente envolvidas nas ações do projeto, tanto no formato presencial quanto online. Essa estimativa visa avaliar o impacto do projeto na sociedade. I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta; § 1o As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessões exclusivas; § 2o Os ingressos ou produtos culturais poderão ser comercializadas de forma adicional ao plano de distribuição aprovado, desde que com recursos não incentivados; I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003; § 4o Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), sendo estudantes 15,00 (quinze reais). E como medida de ampliação, o projeto prevê a disponibilização de conteúdo nos sites e redes sociais da OCRJ, com registros audiovisuais de eventos, concertos e apresentações musicais em todo o território nacional e internacional. § 7o Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei no 12.761, de 2012. § 8o A distribuição gratuita prevista no inciso II do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural. No Art.28 em complemento, o proponente prever as medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3o do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e . No mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Pode-se ainda, dizer que, em atendimento ao Art.28 IN nº1, de 10 de abril de 2023, estão adotados no projeto também: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.
NOME: ORQUESTRA DE CÂMARA DO RIO DE JANEIROFUNÇÃO: PROPONENTE E COORDENAÇÃO GERALCNPJ: 03.852.489/0001-18 CURRÍCULO RESUMIDO: A Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro foi fundada em 3 de março de 1952, com a criação e registro do estatuto. Seu diretor fundador foi Sylvio Salema Garção Ribeiro, professor musical e artístico da prefeitura do Distrito Federal. A direção artística ficou a cargo do maestro Henrique Nirenberg, o secretário foi Dante Fantauzzi, e o tesoureiro foi o técnico musical João Pinheiro da Silva Filho. Atualmente, a orquestra está sob a direção do Maestro Nelson Nirenberg, criador do Projeto "Aquarius", uma série de concertos ao ar livre para toda a população, que completou mais de cinco décadas de existência. O Maestro Nirenberg recebeu diversos prêmios no Brasil e no exterior, sendo agraciado com mérito pelo Governo Norte-Americano com a cidadania americana por suas contribuições à música, cultura, educação e aproximação entre os povos. Ele também recebeu o Prêmio Fulbright. O maestro brasileiro é conhecido por sua destacada carreira internacional na música erudita. Com uma regência envolvente, ele liderou a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e a Orquestra Sinfônica da Bahia, contribuindo significativamente para o cenário musical brasileiro. Sua dedicação à excelência artística e seu papel como educador consolidam sua influência no cenário cultural do país, sendo condecorado com a Ordem de Rio Branco pelo então presidente da República, Fernando Henrique, a mais alta condecoração que um brasileiro pode receber. NOME: NELSON NIREMBERGFUNÇÃO: MAESTRO TITULAR, PRESIDENTE E DIRETOR ARTÍSTICOCURRÍCULO RESUMIDO O Maestro Nelson Nirenberg é detentor de aclamada carreira internacional, tendo ocupado diversas posições de destaque como Regente Titular e Diretor Artístico no cenário musical e atuado com importantes orquestras nos Estados Unidos, Europa, América Latina e Israel, recebendo excelentes críticas e artigos nos principais jornais, incluindo The New York Times, The Star-Ledger, Los Angeles Times, Israel Today. Criador do Projeto Aquarius, série de concertos ao ar-livre para toda a população, que completou mais de cinco décadas de existência, o Maestro Nirenberg recebeu diversos prêmios no Brasil e no exterior sendo agraciado por mérito pelo Governo Norte-Americano com a cidadania americana por suas contribuições à música, cultura, educação e aproximação entre os povos e o Prêmio Fulbright. A convite do Prefeito Tom Bradley, foi membro do Comitê de Notáveis para o planejamento da Cidade de Los Angeles para o Século 21. Convidado pelo Maestro Mehli Mehta, pai de Zubin, regeu o Concerto Comemorativo dos 85 anos do mesmo. Diretor artístico e regente do antológico concerto de música brasileira em Londres à frente da English Chamber Orchestra, e do Festival Villa-Lobos no Lincoln Center de Nova York. Condecorado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso como Cavaleiro da Ordem do Rio Branco, insígnia máxima do Brasil, pelos 30 anos de serviços prestados à Nação. Nirenberg foi professor titular e Diretor da Universidade Estadual de Nova Jersey (Montclair State University), docente da UFRJ e UNIRIO, e lecionou em diversas instituições estrangeiras como UCLA, USC, School for Social Research, City University of New York. Apresentou mais de 50 obras em primeira audição de célebres compositores como Penderecki, Laderman, Krenek, e De La Veja e Lalo Shifrin que lhe dedicaram suas obras. NOME: IVAN SÉRGIO NIRENBERG FUNÇÃO: Maestro CURRÍLUM RESUMIDO Professor da Disciplina Música de Câmara da Escola de Música da UFRJ por concurso público, integrou o renomado Quarteto Brasileiro da UFRJ, além do ensino e pesquisa, sendo autor de “Música de Câmara: música de conjunto ou música em conjunto?”. Detentor de intensa atividade artística em nosso cenário musical, exercendo as funções de primeira viola (spalla) da Orquestra Filarmônica do RJ, e concertino do naipe de violas da Orquestra Sinfônica Brasileira, com a qual também excursionou em concertos pelo exterior, atuando regularmente em todas as suas temporadas desde 1977. Foi também spalla do naipe de violas da Orquestra Petrobrás Pró-Música. Obteve inúmeros prêmios, atuando tanto como camerista, como solista à frente de diversas orquestras como Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra de Câmara do Brasil, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ, Academia Antiqua Pro-Arte, entre outras. Participou de Cursos e Festivais Internacionais no Brasil e no exterior. Membro Titular da Academia Nacional de Música, pertence a uma família de músicos conceituados. Nascido no Rio de Janeiro, realizou seus estudos musicais com seu pai, Professor Jaques Nirenberg. Aos 13 anos de idade fundou o Quarteto Vivaldi com seu irmão Nelson Nirenberg. Formou ainda nessa ocasião, também com seu irmão, o Duo Nirenberg (violino e viola), viajando por diversas cidades brasileiras em projeto cultural de divulgação da música de câmara. Formado em Violino e Viola pela UFRJ, e Mestre em Musicologia, dedica-se intensamente à atividade camerística, participando como instrumentista a convite de inúmeros conjuntos de câmara. NOME: HELENA BUZACK FUNÇÃO: Violinista e Violista CURRÍLUM RESUMIDO Helena Iavelberg Buzack participou da fundação da Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro, como violinista e violista. Teve efetiva atuação, por mais de 50 anos, na vida musical brasileira, tanto na música de concerto como na popular. Estudou violino com os Professores Jaques Nirenberg e Henrique Nirenberg, seus tios, tendo recebido o título de Bacharel em violino e viola da Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Formou-se, também, em Musicoterapia pelo Conservatório Brasileiro de Música, e cursou Arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Participou desde os primórdios da Orquestra de Câmara do Rio de Janeiro - a Orquestra Macabi, e integrou como violinista e violista a Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro, Orquestra Sinfônica Brasileira, por 40 anos, do conjunto Música Antiga, e foi fundadora da Orquestra Sinfônica Petrobras. Paralelamente, atuou como violinista da Rede Globo de Televisão, e como contratada da casa de shows Canecão, atuou em espetáculos e turnês com luminares da música popular como Roberto Carlos, Gal Costa, Caetano Velloso, Maria Betânia e Tom Jobim.
PROJETO ARQUIVADO.