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PRONAC 2415692Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A VAZÃO DO GUERREIRO

RICARDO BAPTISTA MARTINS
Solicitado
R$ 782,0 mil
Aprovado
R$ 782,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-05-05
Término
2026-12-13
Locais de realização (3)
Alto Paraíso de Goiás GoiásBalsa Nova ParanáCuritiba Paraná

Resumo

"A Vazão do Guerreiro" é um projeto cultural que propõe uma exposição de artes visuais, composta por fotografia, vídeo-arte e performance, a partir de dois registros com nove bailarinos em interação entre cultura e natureza. Focado na relação histórica e contemporânea entre as formas culturais ocidentais e seu impacto ambiental, o projeto ocorrerá em dois locais: Chapada dos Veadeiros, representando o Cerrado, e o Campo das Artes, em São Luiz do Purunã, espaço de fusão entre natureza e arte. A proposta busca mapear paisagens brasileiras ameaçadas, unindo arte e meio ambiente como ato político. O projeto inclui um catálogo, uma residência artística, duas oficinas culturais e mesas de diálogo sobre a fragilidade dos ecossistemas e a preservação do patrimônio natural. O Aquífero Guarani é o fio condutor, representando a luta entre preservação ambiental e cultura ocidental, inspirando uma reflexão urgente sobre a conservação e o equilíbrio do Cerrado.

Sinopse

"A Vazão do Guerreiro" é uma obra de arte contemporânea que explora a interseção entre corpo, cultura e natureza, evidenciando o impacto ambiental da cultura ocidental nas paisagens brasileiras. Realizada em cenários simbólicos — a Chapada dos Veadeiros e o Campo das Artes — a obra une dança, fotografia, vídeo e performance para refletir sobre a fragilidade dos ecossistemas e a urgência da preservação ambiental. Com o Aquífero Guarani como metáfora central, o projeto convida o público a enxergar o Cerrado e a natureza como legados a serem protegidos, em uma obra que é ao mesmo tempo denúncia e celebração da beleza natural.

Objetivos

Objetivos GeraisPromover a Conscientização Ambiental: Criar uma plataforma de reflexão sobre a interseção entre cultura e natureza, destacando a fragilidade dos ecossistemas brasileiros e a responsabilidade humana na sua preservação.Fomentar a Produção Artística: Oferecer um espaço para a criação e a exposição de obras que integrem dança, artes visuais e vídeo, explorando as relações entre corpo, cultura e meio ambiente.Mapear Paisagens Naturais: Registrar e valorizar paisagens naturais brasileiras em risco, utilizando a arte como meio de denuncia e resistência cultural. Objetivos EspecíficosRealizar uma Exposição de Artes Visuais: Produzir e apresentar uma exposição que integre fotografias, vídeo artes e performances, resultantes dos registros dos bailarinos em interação com os ambientes escolhidos.Desenvolver um Catálogo da Exposição: Criar um material impresso que documente o processo criativo, as obras apresentadas e os temas abordados, servindo como registro e divulgação do projeto.Implementar uma Residência Artística: Proporcionar um espaço para que artistas possam desenvolver suas criações em contato direto com os ambientes naturais da Chapada dos Veadeiros e Campo das Artes, promovendo troca de experiências e saberes.Promover Oficinas Culturais: Realizar duas oficinas práticas que incentivem a participação da comunidade, explorando a relação entre dança, fotografia, natureza e arte, e sensibilizando os participantes sobre questões ambientais.Organizar Mesas de Diálogo: Facilitar duas mesas de diálogo com especialistas em meio ambiente, cultura e arte, para discutir a relevância da preservação dos ecossistemas e a interdependência entre cultura e natureza.Documentar o Impacto do Projeto: Coletar e analisar feedback dos participantes e visitantes da exposição e das atividades, visando avaliar a eficácia das ações e propor melhorias para futuras edições.Inscrever as obras em festivais e editais de circulação ampliando a visibilidade do projeto e atingindo um público diversificado, para promover a conscientização sobre as questões abordadas.

Justificativa

O projeto "A Vazão do Guerreiro" propõe uma reflexão profunda sobre a relação entre o corpo humano e o meio ambiente, ancorando-se na poesia de João Cabral de Melo Neto, especialmente em sua obra "A Educação pela Pedra". Através da arte, buscamos explorar e desconstruir a fragilidade do mundo contemporâneo, criando uma experiência que não só sensibiliza, mas também provoca questionamentos sobre nossa interdependência com a natureza. 1. Relevância Cultural e Social: A arte, enquanto forma de expressão e reflexão, tem o poder de ampliar horizontes e desafiar percepções. "A Vazão do Guerreiro" se propõe a conectar o público com a realidade de ecossistemas em risco, utilizando a dança, as artes visuais e o vídeo como meios para fomentar um diálogo entre diferentes culturas e contextos geográficos. Este projeto convida os participantes a repensarem seu papel e protagonismo em um mundo em constante transformação.2. Desenvolvimento Artístico e Inclusão: A inclusão de novos artistas no circuito das artes é um dos pilares deste projeto. Ao promover uma equipe diversa em termos de origem, gênero, raça e credo, "A Vazão do Guerreiro" busca não apenas enriquecer a cena artística, mas também criar uma rede de colaboração e troca de experiências. Essa diversidade é essencial para estimular a criatividade e a inovação, além de promover a equidade no acesso às oportunidades artísticas.3. Reflexão sobre a Fragilidade do Mundo: Em um contexto de crises ambientais e sociais, o projeto propõe uma reflexão sobre a vulnerabilidade dos ecossistemas e a responsabilidade humana na sua preservação. Através das performances e das obras expostas, exploraremos a resistência e a fragilidade das nossas realidades, utilizando elementos naturais como a pedra e a água para simbolizar tanto a solidez quanto a vulnerabilidade do mundo. Essa abordagem poética serve como um convite à reflexão e à ação. 4. Um dos motis da nossa pesquisa e trabalho, o Aquífero Guarani se destaca como um espaço vital para a valorização e preservação ambiental, aonde 70% do aquífero esta presente em nosso território e é uma fonte crucial de água doce e um patrimônio natural a ser protegido. Nesse contexto, a arte se transforma em um agente poderoso de problematização, capaz de sensibilizar e mobilizar a sociedade para as questões ambientais que nos cercam. Ao refletir sobre as relações entre natureza e cultura, a produção artística nos convida a repensar nossos hábitos e a importância de conservar esse recurso essencial, promovendo um diálogo crítico sobre a sustentabilidade e a responsabilidade coletiva. "A Vazão do Guerreiro" se posiciona como um agente multiplicador, buscando gerar novas possibilidades, ações que promovam mudanças significativas nas comunidades envolvidas e reflexões importantes sobre questões ambientais. Ao diminuir as distâncias geográficas e sociais, o projeto visa criar um espaço onde a arte funcione como um catalisador para a transformação e a inclusão, estimulando o engajamento da comunidade em torno de questões relevantes. Para atingir esses objetivos, o projeto também considera as diretrizes do Art. 3º da Lei Rouanet, ao incentivar: I - Formação artística e cultural: A realização de oficinas de dança e artes visuais, ministradas por artistas renomados, permitirá a troca de saberes e a formação de novos talentos locais. II - Fomento à produção cultural e artística: A produção da exposição e do catálogo refletirá a diversidade das interações entre corpo e natureza, enquanto as exibições públicas estimularão o debate sobre as questões abordadas. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais: A distribuição do material produzido às Secretarias de Educação promoverá a integração da arte com a educação ambiental, atingindo estudantes em todo o país. A escolha da Lei Rouanet como mecanismo de financiamento para a execução desse projeto, é justificada pela sua capacidade de mobilizar recursos financeiros e promover a cultura e a cidadania. Ao incentivar o apoio de empresas e indivíduos, a lei fortalece o vínculo entre o setor privado e a cultura, promovendo uma cultura de responsabilidade social e contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DIMENSÕES DAS FOTOGRAFIAS E EXPOSIÇÃO Serão 35 imagens no total, sendo 33 imagens (100cmx100cm) e 2 imagens (150cmx100cm ). Todas seguem as mesmas especificações:Impressão fine art, papel Canson Baryta340g, montagem ACM, moldura caixa(4.0cm x1,5cm) em madeira preta DIMENSÕES DO CATÁLOGO Catálogo , 56 páginas , bilíngue( port/ing); papel couché170g, brochura , dimensões: 18.5cmx 25,0cm , com e sem ISBN. TIRAGEM 1000 EXEMPLARES

Acessibilidade

1. Espaços Acessíveis: Garantir que todos os locais da exposição, incluindo áreas de captação de imagens e oficinas, sejam acessíveis a pessoas com deficiência, com rampas, corredores largos e banheiros adaptados. 2. Materiais em Formatos Inclusivos: Produzir catálogos e materiais educativos em formatos acessíveis, como braille, texto ampliado e digital, para atender pessoas com deficiência visual e auditiva. 3. Audiodescrição: Oferecer serviços de audiodescrição durante as visitas à exposição, permitindo que pessoas com deficiência visual possam compreender as obras e a proposta do projeto. 4. Interpretação em Libras:Disponibilizar intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as oficinas e rodas de conversa, garantindo que pessoas surdas possam participar plenamente das atividades. 5. Sensibilização e Formação: Realizar capacitações para a equipe e os artistas envolvidos sobre a importância da acessibilidade e como criar um ambiente inclusivo para todas as pessoas. 6. Programação Inclusiva: Criar horários especiais de visitação e eventos para grupos com necessidades específicas, como escolas com alunos com deficiência, garantindo que tenham acesso em momentos de menor fluxo. 7. Atividades Adaptadas: Desenvolver oficinas e atividades que sejam inclusivas, permitindo que pessoas com diferentes habilidades participem, como adaptações nas danças e formas de interação com as obras. 8. Feedback e Melhorias: Implementar mecanismos de feedback para o público poder sugerir melhorias em relação à acessibilidade, permitindo ajustes contínuos nas ações do projeto. 9. Divulgação Acessível: Garantir que a comunicação sobre o projeto e as atividades propostas seja clara e acessível, utilizando linguagem simples e canais de divulgação que atinjam diversos públicos. 10.Parcerias com Instituições: Estabelecer parcerias com organizações que atuam na inclusão de pessoas com deficiência, para co-desenvolver e promover atividades que atendam a essas comunidades.

Democratização do acesso

Ações de Contrapartida Social O projeto “A Vazão do Guerreiro” se compromete a promover ações de contrapartida social que visam o engajamento da comunidade local e a formação de novos públicos para a arte. As seguintes ações serão implementadas: 1. Oficinas Culturais 1.1 Oficina de Dança para 50 pessoas Objetivo: Explorar a dança como forma de expressão e conexão com a natureza, estimulando a criatividade e o movimento corporal.Conteúdo: Aulas práticas sobre dança contemporânea, improvisação e criação de movimentos inspirados nos espaços naturais.Público-Alvo: Comunidade local, grupos de jovens e estudantes de artes. 1.2 Oficina de Produção Cultural para 50 pessoas Objetivo: Proporcionar conhecimentos sobre a produção e gestão de projetos culturais, incentivando a autonomia dos participantes.Conteúdo: Planejamento de projetos, captação de recursos, e estratégias de divulgação.Público-Alvo: Estudantes de arte e interessados em cultura da comunidade. 2. Participação de Grupos de Estudantes 2.1. Observação do Processo Criativo Objetivo: Envolver grupos de estudantes no processo de criação e execução do projeto, proporcionando aprendizado prático.Ação: Estudantes acompanharão as atividades de criação, documentando suas experiências e reflexões.Resultados Esperados: Desenvolvimento de um olhar crítico sobre o processo artístico e ampliação do conhecimento sobre a relação entre arte e natureza. 3. Rodas de Diálogo 3.1. Temas das Rodas de Diálogo Produção Cultural: Discussões sobre as práticas de produção cultural, desafios e possibilidades no contexto atual.Fotografia: Reflexão sobre a fotografia como forma de arte e ferramenta de documentação e conscientização.Dança: Conversas sobre a dança contemporânea e sua relação com o meio ambiente e a cultura local.3.2. Estrutura das Mesas Formato: Convidar especialistas, artistas e representantes da comunidade para debater e compartilhar experiências.Público-Alvo: Abertas a estudantes, artistas locais e a comunidade em geral, promovendo um espaço inclusivo para troca de ideias. 4. Resultados e Avaliação das Ações4.1. Avaliação das Oficinas Coleta de feedback dos participantes sobre o aprendizado e a relevância das oficinas.Registro de experiências através de relatos escritos e fotográficos.4.2. Documentação das Mesas de Diálogo Gravação e transcrição das discussões para futura referência e aprendizado.Publicação de um resumo das mesas em formato de material impresso ou digital para divulgação.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA EQUIPE PRINCIPAL RICARDO DIREÇÃO GERAL, BAILARINO E PRODUÇÃO DE ELENCO Ricardo Baptista Martins, conhecido artisticamente como Ricardo Martinns, é um profissional da dança e performance com formação em Jazz e Dança Contemporânea pela Escola de Dança Marta Bastos/RJ (2008). Destaca-se como novo produtor cultural com projetos em andamento, como “Corpo/Paisagem”, aprovado e em execução na LPG, Curitiba/PR, e “e.NEGRO.SER”, também aprovado na Aldir Blac II, atualmente em fase de habilitação. Recentemente, realizou a performance “Santos Negros” em 2023, em colaboração com Lara Barusso, e a fotografia/performance “DESNUDO” com Ernesto Baldan em 2022. Ricardo tem um histórico rico em eventos culturais, incluindo sua participação na Comissão de Frente da Escola de Samba Viradouro em 2012, além de ter sido passista-show nas escolas de samba Portela e Mocidade Independente de Padre Miguel entre 2007 e 2012. Sua trajetória inclui a turnê europeia como bailarino principal da Curitiba Cia de Dança em 2014 e a atuação na Cia KHOROS de Dança no Rio de Janeiro. Atualmente, trabalha como modelo fotográfico, desenvolvendo exposições e performances em Curitiba/PR e Rio de Janeiro/RJ, explorando conceitos inovadores e relevantes nas artes visuais. Além disso, está engajado em ações coletivas que promovem a valorização da cultura afro-brasileira. Seu portfólio pode ser acessado em Portfólio. https://ricardomartinns.my.canva.site/portfolio JANNINI DIREÇÃO DE CRIAÇÃO/FOTOGRAFIA, CURADORIA E PESQUISA JANNINI CASTRO é artista visual, com formação em Fotografia contemporânea nas oficinas ‘Iluminação’ (Ateliê CarlosCabera, Rio, 2012) e ‘Fotografia de Moda’ (Ateliê da Imagem, Rio, 2014). Em 2017, faz ‘Styling e Imagem de Moda’ noIstituto Europeo di Design/IED, no Rio; e ‘Fashion Photography’ no Istituto Marangoni, em Paris.Desde 2021 integra o grupo de trabalho da oficina ‘Antiformas de Intervenção’ na Escola de Artes Visuais doParque Lage, no Rio de Janeiro, sob a orientação de David Cury, com foco em conceitualidade e experimentalidade.Em 2019, realiza a mostra individual Muito além do Tempo (IED, Rio), com curadoria de Fabian Albertini e JulianaCurvellano. Dentre outras exposições coletivas, Integra: Naked (Ateliê da Imagem, Rio, 2013), Ocupação EAV (ParqueLage, Rio, 2022) e Territórios Insustentáveis (Galeria de Arte do Consulado Argentino, Rio, 2022). Carioca, vive etrabalha no Rio de Janeiro. MAYRA FERNANDES COORDENAÇÃO DE PROJETOS E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Mayra Fernandes/Cardume Cultural atua como Diretora de Produção (DRT 19208) e Atriz (DRT 30442), é uma profissional multifacetada residente em Curitiba-PR. Graduada em Teatro pela UNESPAR, tem uma pós-graduação em Neurociência, Psicologia e Mindfulness pela PUC-PR, onde desenvolveu a pesquisa "O Estado de Presença do Corpo do Ator". Além disso, possui formação em Cinema pela Fundação Cultural de Curitiba e pela Escola do Ator Cômico de Curitiba-PR. Mayra é fundadora e gestora da Produtora Cardume Cultural, que dinamiza a cena cultural de Curitiba e região. Com vasta experiência em elaboração e gestão de projetos culturais via leis de incentivo, já esteve à frente de aproximadamente 200 projetos. Também atuou como Diretora de Produção e Curadora em eventos culturais importantes, como o Festival Psicodália, Festival Libélula, Festival de Curitiba e a Bienal Internacional de Arte. No Festival Psicodália, Mayra foi responsável por curadoria e direção de produção de Teatro, Cinema e Performance, totalizando mais de 600 espetáculos, 100 performances e 1000 filmes. No Festival de Curitiba, integrou a equipe de produção de grandes espetáculos como "SQUARE" (conexão Brasil-Holanda), a festa de abertura com Fernanda Montenegro e várias outras montagens de destaque. No Festival Libélula, foi produtora geral, responsável por liberações, alvarás, contratações e gestão de staff. Em shows musicais, coordenou produções de artistas como Chico César, Ana Frango Elétrico, Trupe Chá de Boldo, Tuyo e Mulamba. No audiovisual, trabalhou como produtora, diretora, assistente de direção e produção em videoclipes como "Andaluz", "Sentido Animal" e "Tibet"; no longa "Belarmino e Gabriela"; e em curtas como "Bemol", "Tende Piedade de Mim" e o documentário "Mestre Sergipe, Uma História de Luta e Resistência". Em 2024 foi produtora de elenco do Longa Metragem “A primeira Musica” com direção de Andre Gevaerd e Diretora de Produção e Co-Diretora do Documentário que registra a história de mulheres capoeiristas em Curitiba-Pr e Salvador-BA. Com quase 20 anos de carreira, Mayra recebeu vários prêmios, incluindo o Prêmio Prosas-FUNARTE (2020) e Aldir Blanc (2020). Em 2020, foi premiada pela Secretaria de Estado do Paraná por sua trajetória profissional. Como diretora, venceu o prêmio de melhor espetáculo no FERA Festival (2009) com "Tempos Modernos". Últimos trabalhos realizados 2024: Coordenação de Projeto: Festival Folia Caiçara - SEEC Paulo Gustavo Estadual; Ministrante de Oficina: Curso de Produção Cultural para Artistas Emergentes - FCC Paulo Gustavo Municipal; Coordenação de Projeto e Diretora de Produção, Codiretora do Filme: Documentário: Memórias e Histórias das Mulheres Capoeiristas - FCC Paulo Gustavo Municipal; Coordenação do Festival de Jazz em Morretes Mayra Fernandes é uma profissional dedicada, cuja carreira é marcada pela promoção da cultura e pelo empoderamento das mulheres na arte. Sua trajetória é um testemunho de seu compromisso com a inovação e a inclusão cultural. MARTA DIREÇÃO ARTÍSTICA E DE CENA DRT: 8913 /RJ Artista bailarina e coreografa Bailarina e Coreografa com formação em Dança Clássica e Jazz pelo Centro de Dança Rio, aprimorando-se também em Dança Moderna, Dança Contemporânea, Dança Afro, Dança de Salão, Zouk e Canto. Vivencia internacional em cursos na Step on Broadway e Alvin Aylen – NY. 1985 Formação em Dança pelo Centro de Dança Rio. 1989 Universidade Gama Filho - Bacharel em Educação física. Atua como membro da gestão do Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro – SPDRJ desde 2012. Paralelamente, ocupa o cargo de coordenadora e produtora do Espaço Tápias. Coreografa premiada dentro e fora do Rio de Janeiro, dirige a Cia Khoros de Dança desde sua criação em 2002, durante 32 anos dirigiu a Escola de Dança Marta Bastos. Idealizadora do projeto Dança na Calçada (2011 – 2022) e Pátio da Dança SESC RIO (2012,2013,2014) e Meninos de Asas (projeto que oferece aulas gratuitas para alunos da rede pública de ensino da zona oeste do Rio de Janeiro desde 2005. ÚLTIMOS TRABALHOS REALIZADOS 2024 Coordenação La Danse Arte e Cia – RJ Produção Sala Maria Thereza Tápias – Espaço Tápias 2024/2012 Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro – SPDRJ suplente de Vice-presidência, Conselho Fiscal: Supervisão do CAP (Curso de Aperfeiçoamento), e Comissão Artística no SPDRJ 2023 /2022 Produção e coordenação geral do espaço Tápias na Barra da Tijuca-Rio. Bailarinos Vitor Hamamoto • Integrante do Grupo Cena 11 Cia de Dança. • Formação em Educação em Dança pelo IFB-Brasília. • Experiência internacional com a Uppercut Danseteater (Copenhague, 2017-2020) e Focus Cia de Dança (Rio de Janeiro, 2021-2022). • Pesquisa em improvisação e linguagem corporal há 10 anos e estudos em Breakdance na Flórida por 3 anos. Experiência de Ensino: • Conduziu várias residências artísticas e oficinas de improvisação e floorwork, com atuações em eventos e companhias de destaque no Brasil e no exterior, incluindo o Festival Festidança, Congresso Nacional de Dança Contemporânea, e aulas regulares no Danse Kapellet (Dinamarca).Trabalhos Realizados como Intérprete-criador:• Destacou-se em várias apresentações solo e em duo, como no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Stuttgart 2024 (primeiro lugar) e Bienal de Dança SESC 2023. • Atuou como coreógrafo de espetáculos infantis e como intérprete em produções no Brasil e Europa com renomados coreógrafos e companhias, como Focus Cia de Dança e Uppercut Danseteater. Fernando Dallanora Atua há 15 anos como bailarino, professor e coreógrafo. Possui formação em jazz, dança clássica e dança contemporânea, tendo suas primeiras experiências em escolas e Cias de Dança de Balneário Camboriú, São Paulo e Curitiba com diversos professores e coreógrafos. Como coreógrafo e intérprete possui suas primeiras experiências nos mais importantes festivais de dança do Brasil onde já recebeu inúmeras premiações. Como professor de dança contemporânea já ministrou aulas em diversas cidades do Brasil e Argentina, através de workshops e residências artísticas. Seu interesse é no exercício investigativo, improvisação e construção de narrativas e poéticas, através do corpo (dança/performance), som (música) e imagem (fotografia e vídeo). É pesquisador, performer e artista do corpo, trabalha com somas de linguagens experimentais contemporâneas dentro da dança, música e artes visuais. Atualmente idealiza o coletivo artístico Núcleo Corpóreo de Balneário Camboriú - SC, através de projetos de pesquisa continuada com foco na experimentação e criação coletiva em artes integradas. É professor e coordenador artístico do Studio de Dança Adriana Alcântara em Balneário Camboriú (SC). Atua como produtor musical e DJ, desenvolvendo projetos sonoros e trilhas para performances e espetáculos. O artista também trabalha como videomaker criando vídeos para coreografias e pesquisando através de experimentações visuais com registros de paisagens, corpo e movimento. André Oliveira André Rodolfo de Oliveira, conhecido artisticamente como André Oliveira, é um bailarino, professor e coreógrafo de dança contemporânea registrado no SATED. Em 2013, foi bolsista do SESC-SP no 30° ImpulsTanz Vienna International Dance Festival na Áustria e possui formação em Dança Moderna pela UFPR. Atuou como estagiário na Escola de Dança do Teatro Guaíra e na Cia G2. André tem uma ampla experiência internacional, tendo participado de diversos projetos artísticos, incluindo turnês em Israel e Alemanha. Desde 2021, é diretor e coreógrafo do “Porta3 Núcleo Contemporâneo”, onde desenvolve atividades de formação para jovens bailarinos. Em 2019, produziu e coreografou o solo “FULL”, que foi bem recebido no Festival Solos de Stuttgart e no Prêmio Curitiba na Dança em 2022. Recebeu diversos prêmios, incluindo o Prêmio ABABTG em 2021 pelo videodança “O Sol já vem” e várias distinções de melhor coreógrafo entre 2014 e 2018. Seu trabalho na dança é reconhecido por sua capacidade de inovar e inspirar, e ele tem contribuído significativamente para o cenário da dança contemporânea no Brasil. Além de sua carreira artística, André é professor em várias escolas de Curitiba e participou de projetos sociais de dança que atendem jovens em situação de vulnerabilidade, promovendo inclusão e acesso à arte. Leonardo Lino Leonardo Lino, modelo, bailarino e produtor cultural, natural de São Paulo, cresceu no projeto social Meninos do Morumbi. Formado pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, integrou a Cisne Negro Cia de Dança, a Curitiba Cia de Dança e o Balé Teatro Guaíra. Como coreógrafo convidado, atuou em projetos de dança contemporânea e participou de produções audiovisuais ligadas às artes cênicas. Desenvolveu projetos culturais para inclusão social através da dança e realiza workshops de dança clássica e contemporânea em diversas cidades brasileiras. Além disso, colaborou com projetos de dança em instituições culturais de prestígio e atuou como mentor para jovens talentos. Trabalhou em produções internacionais que promovem a dança brasileira no exterior e participou de festivais de dança na Europa e América Latina. Atualmente, também dedica-se à formação de novos bailarinos e bailarinas, promovendo cursos e oficinas que visam a expansão do cenário da dança no país. Marina Cena Profissional com extensa experiência em dança e coreografia. Desde 2024, atua como Assistente de Coreografia e Ensaiadora no Balé Teatro Guaíra, onde coordena ensaios, organiza o repertório e garante a qualidade artística das apresentações. De 2017 a 2022, foi intérprete criadora na Focus Cia de Dança, participando de importantes espetáculos como “Vinte” e “As canções que você dançou pra mim”, além de realizar turnês internacionais nas Américas e oficinas educativas para a rede pública de ensino. Desde 2021, desenvolve criações coreográficas no MAVI, apresentando trabalhos em festivais como SzólóDuó na Polônia e Dança em Trânsito no Brasil, além de dirigir o curta “Penas de Caranguejo”. Em 2012, foi selecionada para o Arsenale della Danza em Veneza, projeto de Ismael Ivo que possibilitou a colaboração com renomados coreógrafos internacionais. Possui graduação em Dança pela UNESPAR e foi premiada no Edital Memorial de Vivências (2022) e indicada ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Bailarina (2019). Ane Addade profissional é bacharel em Dança pela UNICAMP e possui formação em Teatro pelo INDAC-SP, com extensiva experiência como bailarina, atriz, coreógrafa e diretora de movimento. Atua com destaque em produções teatrais e de dança, especialmente no Paraná e São Paulo, com circulação em festivais e projetos como o Festival de Teatro de Curitiba e o Circuito SESI Cultural. Trabalhou com importantes diretores e coreógrafos, incluindo Ana Rosa Tezza, Olga Nenevê e Laura Haddad, em montagens como “Cão Vadio”, “Sonho de uma Noite de Verão” e o longa-metragem “Alma”. Foi coreógrafa e intérprete em projetos incentivados por leis culturais e tem experiência internacional, com performances em festivais e exibições como o Fine Arts Theater em Los Angeles. Como educadora e líder artística, atuou na Cia. Jovem de Dança de São José dos Campos, ministrando cursos e workshops de dança contemporânea e teatro físico. ⁠Luana Nery Artes Cênicas ( Bailarina ) FORMAÇÃO/TITULAÇÃO* Ensino médio completo no ano de 2010. Formada em Dança pela Escola Municipal de Bailados atualmente como Escola de Dança de São Paulo sob a direção de Esmeralda Penha Gazal e Suzana Yamauchi no ano de 2010. ATUAÇÃO PROFISSIONAL Iniciou seu trabalho profissionalmente no Grupo Divinadança 2010 -2011 sob a direção de Andrea Pivatto,dançou a coreografia “Tempo Escasso “ de Gleidson Vigne. Estagiou no Balé da Cidade de São Paulo pela Escola de Dança de São Paulo sob a direção de Suzana Yamauchi no ano de 2011. Em agosto de 2011 foi convidada para fazer parte do elenco do Balé da Cidade de São Paulo, dançou as obras: “A Obra “de Lara Pinheiro,” Cidade Incerta “de André Mesquita, “Na relação com o tempo” de Fernando Martins,”Aquele que vê” Liliane de Grammont, “Offspring” Lukas Timulak, “ T.A.T.O “ Jorge Garcia, “Sagração da Primavera” Luis Arrieta,sob a direção de Lara Pinheiro e Iracity Cardoso. Participou do Trixmix Cabaret no ano de 2012-2013. coreógrafa: Paula Miessa,sob a direção de Emiliano Pedro e Raquel Rosmaninho. Estudou teatro de Bonecos no ano de 2014 pelo Grupo Metamorfaces sob a direção de Hugo Oscar. Lecionou aulas de Ballet Clássico e Jazz no Estúdio de Dança Erica Seccato, Mércia Ballet. Participou do espetáculo de teatro de Bonecos, a peça “ O Jardineiro da Lua” com a companhia “O que de que “ no ano de 2015 -2016, sob a direção de Rodrigo Andrade. No ano de 2016 participou do shows das Olimpiadas , atuando na dança vertical sob a direção de Alessandra Brantes. Em 2014 integra o Núcleo de Pesquisas Mercearia de Ideias, sendo bailarina interprete,dançou as obras - “Nossos Sapatos” 2014,“Breve Compendio para Pequenas Felicidades e Satisfações Diminutas” contemplado pelo Fomento à Dança de São Paulo em 2015 - 2016 . Desde 2017 faz parte do Balé Teatro Guaira como bailarina intérprete. Dançou as obras: Carmen, O Lago dos Cisnes,Caixa de cores ,Lendas Brasileiras de Luiz Fernando Bongiovanni. A Sagração da Primavera de Olga Roriz , Trânsito de Ana Vitória , V.I.C.A de Liliane de Grammont, Piá de Alex Soares , Outras estações de Jorge Garcia, Tempestade de Mário Nascimento, Castelo de Alessandro Pereira, Anima de Allan Keller,Unwaltz de Mathieu Guilhaumon. Atualmente atua como ensaiadora do Porta3 sob a direção de André Oliveira Foi convidada como interprete-criadora por Guilherme Araujo e Sarah Hornsbv pela EMESP no ano de 2013 para a montagem da “A historia do Soldado” https://youtu.be/wELXcABkg-U Recebeu o convite do Jorge Bascunan para apresentar o solo Iamun no Sarau Lines_for_nothing em parceria convidou o músico Jorge Fernandez . Mata - Burro -2021,primeira criação coreográfica para o Balé Guaíra na Pandemia. https://youtu.be/EB0baX1dZG0 Ganha Zumba - 2021 Foi intérprete -criadora e idealizadora do projeto em conjunto com Leonardo Lino e Rodrigo Leopolldo. https://youtu.be/FfC9yg9F6go Hibiscus Mutabilis - 2021,Vídeo dança idealizado por Luana Nery,que tem como principal temática o mês Setembro Amarelo , coreógrafa e criadora convidou 5 músicos da Orquestra Sinfônica do Paraná para compôr a trilha . https://youtu.b/fbD1DMM3wAk https://youtu.be/QdLk2zsMwQ Chamada a cobrar criado em 2023 para a Escola de Dança do Teatro Guaíra. Karin Chaves Karin é nascida em Curitiba, formada pela Escola de Dança Teatro Guaíra em 2002, ano que ingressou da FAP no curso de Dança. Bailarina de Cias de Dança profissionais como São Paulo Cia de Dança (SP), Cia de Dança de São José dos Campos (SP) e Bale Teatro Guaíra onde é contratada desde 2011. Sempre em contato com renomados coreógrafos, atuando em obras importantes da história da dança. Durante o tempo como bailarina. coreografou obras na Escola de Dança Teatro Guaíra (2015 e 2024) e espetáculos no Bale Teatro Guaíra (2016 e 2018). Ministrou diversos workshops pelo Paraná enquanto fazia Júri em Festivais e Mostras de dança, além de um workshop em München (DE) baseado na própria obra coreográfica "Sobre Seus Olhos". Dentro do Bale Guaíra, foi integrante da turnê internacional apresentando "BTG Tanzt Wachter, Winkler e Scafati". Foram 21 dias, 9 cidades e 11 espetáculos no percurso. Participou em 2012 do Internationales Solo Tanz Theater - Festival de solos em Sttutgart (DE) com o trabalho de dança teatro intitulado “Marrie Farrar”, de Júlio Mota. Durante a pandemia, participou de diversas propostas artísticas de mídia dentro da Cia e realizou seu próprio projeto intitulado Pocket Art com colaboração dos colegas do Bale Teatro Guaíra, além de ministrar aulas de ballet remotas com intuito de angariar fundos aos artistas afetados financeiramente pelo Corona Vírus. Em 2024, completou a Residência artística de Teatro, com Eduardo Ramus no Ap da Treze Espaço de Criação com leitura encenada no encerramento bem como o curso de Produção Cultural também no Ap da Treze com Mayra Fernandes.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.