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O projeto "Diáspora Africana" visa realizar uma exposição fotográfica de grande formato para narrar a trajetória histórica e cultural da mulher negra desde a África até sua contribuição à sociedade brasileira contemporânea.A mostra destacará a participação das mulheres negras na construção da identidade e estruturação social do Brasil, desde o período da escravidão até os dias atuais.
O projeto "Diáspora Africana" oferece uma exposição fotográfica de grande formato que narra a trajetória histórica e cultural da mulher negra desde suas origens africanas até sua relevante contribuição à sociedade brasileira contemporânea. Composta por 70 painéis em PVC expandido, a mostra destaca o papel fundamental das mulheres negras na construção da identidade e da estrutura social do Brasil, abordando temas como resistência, ancestralidade e participação sociocultural desde o período da escravidão até os dias de hoje. Além da exposição, o projeto inclui seminários, palestras e oficinas educativas voltados a públicos de todas as idades e faixas etárias, promovendo a compreensão e valorização da diversidade afro-brasileira. De maneira inclusiva e acessível, com classificação indicativa aberta, o projeto visa impactar e envolver toda a sociedade – crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos – reforçando o reconhecimento e a celebração do legado africano na cultura nacional.
OBJETIVO GERAL: APRESENTAR A HISTÓRIA e a cultura africana e afro brasileira SOB A ÓTICA FEMININA, reconhecendo a influência da mulher negra no processo de formação da identidade do povo brasileiro, em consonância com a Lei 10.639, mostrando todas as suas potencialidades culturais, religiosas e artísticas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: RESGATAR A FIGURA FEMININA NEGRA NA NOSSA HISTÓRIA, escrevendo a saga de resistência dos vários grupos étnicos africanos até os dias de hoje no Brasil;CONTRIBUIR PARA ROMPER COM O ENSINO EUROCÊNTRICO que se caracteriza por um olhar enviesado por estereótipos e visões pouco informadas sobre outras realidades, como, por exemplo, sobre os afrodescendentes;Estimular o conhecimento sobre os bens e valores da cultura afro-brasileira, mostrando toda a influência da cultura africana na construção da identidade brasileira enquanto povo;Desenvolver autênticos referenciais, assim como valores éticos e estéticos, distantes da mídia massificadora de opiniões e costumes, convidando escolas públicas e privadas a participarem do evento.Promover a participação da sociedade civil na formulação, negociação e monitoramento de políticas públicas afirmativas;Contribuir para a preservação e difusão do patrimônio histórico, artístico e cultural brasileiro.As comunidades de origem africana enfrentam dificuldades de variada natureza em seus países e um real encontro da Diáspora com suas raízes ancestrais tem papel fundamental na superação dessas dificuldades, podendo os Governos e a sociedade civil contribuir para as soluções por meio de uma maior consciência da cultural africana;CONSOLIDAR O EVENTO que poderá atrair as atenções para Brasília durante o período, mostrando capacidade de realização de um evento de alta relevância e visibilidade.Realizar toda a programação em 30 dia;Apresentar a temática em 70 painéis; Realizar a exposição no Setor de Diversões Sul, local icônico da cidade e contribuir para o seu processo de revitalização cultural;Realizar visitas guiadas;Criar web site;
O projeto "Diáspora Africana " justifica o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais pela sua relevância social e cultural no resgate e valorização das contribuições africanas, sobretudo femininas, para a formação da identidade e patrimônio cultural brasileiro. A proposta atende aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, nos quais se promovem a produção e a difusão de bens culturais e o acesso democratizado à cultura para amplos segmentos da sociedade. Quanto ao Art. 3º, o projeto realiza os objetivos de incentivar e valorizar manifestações culturais, assegurar o direito à memória cultural e promover a democratização do acesso à cultura. Além disso, está alinhado à Lei 10.639/2003, que exige o ensino da história africana nas escolas, complementando o aprendizado formal com experiências práticas, painéis, visitas guiadas e oficinas voltadas à valorização da cultura afro-brasileira. Assim, o projeto se fundamenta na necessidade de fortalecer e disseminar a cultura negra em Brasília, preenchendo a carência de grandes eventos educacionais e formativos sobre a temática, especialmente no contexto da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024). Ainda: A Assembleia Geral da ONU proclamou o período entre 2015 e 2024 como a Década Internacional de Afrodescendentes citando a necessidade de reforçar a cooperação nacional, regional e internacional em relação ao pleno aproveitamento dos direitos econômicos, sociais, culturais, civis e políticos de pessoas de afrodescendentes, bem como sua participação plena e igualitária em todos os aspectos da sociedade. Um dos principais objetivos da Década é ‘promover um maior conhecimento e respeito pelo patrimônio diversificado, a cultura e a contribuição de afrodescendentes para o desenvolvimento das sociedades’; O reconhecimento à cultura negra e toda a bagagem trazida para a cidade de Brasília é algo muito importante e deve sempre ser disseminado, principalmente entre as gerações mais jovens, por isso a importância de se desenvolver projetos culturais/educativos e por essa razão o projeto desenvolveu uma programação durante todo o mês de novembro, com atividades de formação, intercâmbio e reflexão, apresentação de painéis fotográficos, painéis pedagógicos, visitas guiadas, desenvolvimento do portal, oficinas, peças teatrais e outras atividades, que disseminarão conceitos de igualdade, fraternidade e promoverão e fomentarão aspectos da cultura brasileira. A realização de eventos dessa natureza fará com que equilibremos a balança que impulsiona a superar as barreiras históricas da discriminação e do preconceito, reconhecendo o valor de uma raça que ajudou, com suor e sangue, a construir o Brasil. Justifica-se também por conectar as pessoas por meio da arte, da cultura e da história dessa mobilização social e explorar o impacto que as pessoas de ascendência africana tiveram na vida contemporânea brasileira, promovendo uma eterna celebração à força da universalidade humana, dando acesso aos bens culturais nacionais a milhares de pessoas, de forma gratuita. Foi concebido ao se constatar a lacuna existente na capital Federal de grandes eventos formatados para o fortalecimento e difusão da cultura negra. A programação atenderá públicos diversificados, com faixas etárias diversas, perspectivas diversas e promoverá acesso aos bens culturais e intercâmbio de experiências e dessa forma contribuirá para a valorização e reflexão de questões estético-culturais ligadas à presença crítico-criativa da cultura afro-brasileira no mundo contemporâneo.
A exposição cultural de artes visuais "Diáspora Africana" consiste em uma instalação de 70 painéis fotográficos de grande formato, impressos em PVC expandido de alta durabilidade e qualidade. Cada painel contará com imagens e textos que retratam a trajetória histórica e cultural da mulher negra, desde suas raízes africanas até sua contribuição para a sociedade brasileira contemporânea. A montagem foi planejada para uma disposição sequencial e cronológica, permitindo uma experiência imersiva que guiará os visitantes ao longo de temas como ancestralidade, resistência e identidade. A exposição será instalada em um espaço acessível e bem iluminado, com recursos visuais e informativos que buscam alcançar públicos diversos e garantir a acessibilidade para pessoas com necessidades especiais, audiodescrição e visitas guiadas com tradução em Libras.
Para assegurar ampla acessibilidade física e de conteúdo, o projeto "Diáspora Africana" implementará ações inclusivas para que todos os visitantes possam usufruir plenamente dos bens e serviços culturais oferecidos. Na dimensão da Acessibilidade Física, serão disponibilizados rampas de acesso para facilitar a mobilidade no espaço expositivo e nos teatros. Todos os locais de exibição contarão com assentos reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Quanto à Acessibilidade de Conteúdo, os vídeos apresentados na exposição serão legendados para pessoas com deficiência auditiva, e serão oferecidos intérpretes de Libras. Além disso, haverá audiodescrição para obras visuais e performances. O projeto reforça seu compromisso com a democratização do acesso e inclusão cultural.
A exposição "Diáspora Africana" será acessível e gratuita, proporcionando o acesso do público a um conteúdo cultural de grande relevância histórica e social. A proposta inclui a realização de visitas guiadas para grupos escolares e comunidades locais, ampliando a experiência educativa e formativa. Para fortalecer o acesso, o projeto oferecerá oficinas paralelas sobre temas como história africana, fotografia e cultura afro-brasileira, incentivando a participação ativa do público. Além disso, a exposição contará com transmissão pela internet em momentos específicos, incluindo a abertura e algumas visitas guiadas, para que o conteúdo esteja disponível a um público mais amplo, incluindo aqueles que não podem comparecer fisicamente ao evento. O projeto prevê ainda a distribuição de materiais digitais e impressos, possibilitando que os visitantes levem consigo uma experiência de aprendizado contínuo sobre o papel da mulher negra na formação cultural brasileira.
Flávia Helena Portela de Carvalho, como Coordenadora Geral do projeto "Diáspora Africana", será responsável pela supervisão geral, execução e gerenciamento das atividades planejadas. Atuará diretamente na articulação com parceiros institucionais, coordenação da montagem e logística da exposição fotográfica, além de orientar a equipe nas atividades educativas e de mediação cultural. Sua atuação também incluirá o monitoramento e avaliação contínua do projeto para garantir que todas as etapas sejam realizadas conforme planejado e em alinhamento com os objetivos estabelecidos. Flávia será responsável pela integração dos aspectos de acessibilidade e democratização do acesso, bem como pela análise dos indicadores de impacto do projeto. Currículo Resumido de Flávia Helena Portela de Carvalho:Flávia Helena é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB) e possui especialização em recuperação de áreas degradadas pelo Colégio degli Ingegneri della Toscana, Itália. Desde 2006, dirige o Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Cidade, desenvolvendo e coordenando projetos nas áreas de segurança pública cidadã e inovação tecnológica, com um enfoque especial em grupos vulneráveis e Conselhos Comunitários de Segurança (CONSEGs). Preside a Federação dos CONSEGs do Distrito Federal e a Confederação Nacional dos CONSEGs, onde trabalha no mapeamento territorial das desordens e na qualificação dos conselhos comunitários. Concebeu o Programa Anual "Elas com Elas" para enfrentamento da violência contra mulheres e é autora da metodologia CONSEG para segurança cidadã, premiada pelo Prêmio Innovare em 2020. Sua vasta experiência abrange a coordenação de projetos urbanísticos, culturais e sociais, incluindo a atuação como conselheira e relatora em diversos conselhos e grupos de trabalho na capital federal.
PROJETO ARQUIVADO.