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PRONAC 2415711Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER

INSTITUTO PORTO CENICO
Solicitado
R$ 607,9 mil
Aprovado
R$ 607,9 mil
Captado
R$ 5,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Itajaí
Início
2025-07-01
Término
2026-07-01
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalSão Luís MaranhãoSanta Rosa Rio Grande do SulItajaí Santa Catarina

Resumo

O projeto CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER proporciona acessibilidade às artes visuais para pessoas com e sem deficiência, ao levar essa exposição sensorial 3D para o Santa Rosa/RS, Brasília/DF e São Luís/MA, durante 10 dias em cada município. Como formação online será realizado oSeminário Nacional de Produção e Acessibilidade, que resultará na publicação da Revista Porto Cênico, com artigos apresentados no seminário. Como contrapartida social serão realizadas duas Capacitações Presenciais sobre cultura, educação, mediação e acessibilidade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Proporcionar acessibilidade para pessoas COM e SEM deficiência, para que fruam a arte sensorial; criar redes de conexão entre as regiões, oportunizar formação e trabalho criativo, para gerar conhecimento sobre cultura e acessibilidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Realizar a circulação da exposição ARTE PRA CEGO VER, mediada por monitores inclusivos, pelos municípios de Santa Rosa/RS, Brasíia/DF e São Luís/MA, com duração de 10 dias por município; 2. Agendar grupos de até 30 pessoas (alunos, entidades, professores) para a visitação que será seguida de roda de conversapara partilha dos saberes e sensações da experiência, com a presença do consultor de acessibilidade, cego total; 3. Realizar o SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO CULTURAL como ação formativa online, com duração de 3 dias, sobre o tema acessibilidade e produção cultural, com vagas ilimitadas, emissão de certificado, LIBRAS, autodescrição e postagem no Youtube.; 4. Publicar uma nova edição da Revista Porto Cênico, online e impressa , com artigos de autoria dos profissionais participantes do Seminário Nacional de ProduçãoCultural; 5. Realizar 2 ações formativas presenciais em cada município, visando ampliar a discussão sobre arte, acessibilidade e educação, a saber: Arte Sensorial Como Ferramenta Pedagógica, e, Treinamento de Mediação e Monitoria de Exposições Inclusivas, ambas como contrapartidas sociais.

Justificativa

A CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER se justifica por ser um projeto de inclusão cultural, e como tal suas ações visam proporcionar acessibilidade para fruição de pessoas COM diversas deficiências (visual, cognitiva, física, TEA, TDAH, Down e auditiva). Outra justificativa importante é que o projeto visa também ampliar a discussão, conscientização, VIVÊNCIA e empatia das pessoas SEM deficiência sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência para o exercício de seus direitos culturais. O projeto se justifica também por buscar ampliar a abrangência das ações do projeto, no sentido de alcançar maior quantidade e diversidade de público, promover a cidadania cultural e para estimular que a temática da inclusão cultural seja vista sob diversos aspectos, serão realizadas as seguintes ações: a) A realização do Seminário Nacional de Produção Cultural para promover capacitação de profissionais que já atuam nesta área (artistas, produtores(as) e profissionais de acessibilidade), de forma online, trazendo para o debate especialistas do Brasil e intercâmbio com agentes culturais de Portugal. b) Duas capacitações presenciais de agentes culturais, educadores e gestores nos municípios que receberão a exposição. c) Trazer ao público em geral os resultados desses debates e formações por meio da publicação da Revista Porto Cênico, da comunicação acessível nas redes sociais. Outra justificativa significativa é a promoção de acessibilidade para diversos tipos de deficiência e a articulação de público com e sem deficiência. Apesar de a exposição ter sido originalmente criada para pessoas com deficiência visual, ela já se comprovou efetiva para pessoas com deficiência física, cognitiva, TEA e TDAH. O projeto terá comunicação em LIBRAS, audiodescrição, design acessível nas artes gráficas, espaços acessíveis, equipe treinada em acessibilidade atitudinal e comunicacional. O projeto se justifica também pela qualidade e expertise de sua equipe. O IPC tem 20 anos de atuação, equipe artística e de produção com vasta experiência e conhecimento artístico e graduação a nível de mestrado. Ana Clara Marques é mestre em gestão de políticas públicas com ênfase em políticas culturais. É pesquisadora de acessibilidade e inclusão cultural, criando produtos culturais inovadores como a exposição ARTE PRA CEGO VER, que circula desde 2022; o ENCONTRO NACIONAL DE INCLUSÃO CULTURAL, além de ser responsável pelo planejamento de acessibilidade em todos os projetos do IPC. Valéria Oliveria tem 35 anos de carreira como atriz e coordena as pesquisas em artes cênicas e publicação da Revista Porto Cênico. Karoline Gonçalves é Jornalista, mestre em teatro, e criadora do Seminário de Produção Cultural. Ianca Hass é Administradora Pública, com especialização em Produção Cultural, presente na execução de todos nossos projetos. O IPC tem uma rede de prestadores de serviços especializados, incluindo profissionais de acessibilidade, assessoria de imprensa, publicidade, fotografia e produção de vídeos e eventos digitais, garantindo uma abordagem abrangente e qualificada para todas as etapas do projeto. A gratuidade de todas as atividades também justifica esse projeto. Tudo isso só é possível por meio do custeio do projeto via mecenato estabelecido pela lei Rouanet (nº 8313/91). Esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. As ações deste projeto visam alcançar os seguintes objetivos expressos no Art 3º da lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; NO CASO ENTENDA-SE COMO GRATUIDADE PARA AGENTES CULTURAIS PARTICIPAREM DE AÇÕES FORMATIVAS, COM CONTRATAÇÃO DE 3 PESSOAS PARA ATUAÇÃO NO PROJETO, EM CADA MUNICÍPIO. II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; I II - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Estratégia de execução

PLANO DE COMUNICAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE ABRANGÊNCIA DO PROJETO A CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER é um projeto de inclusão cultural, e como tal suas ações visam proporcionar acessibilidade para fruição de pessoas ARTE PRA CEGO VER é um projeto 100% inclusivo. A ação principal é a circulação de uma exposição de artes visuais, pelas cidades, Santa Rosa/RS; Brasília/DF e São Luís/MA, 10 dias em cada. OBJETIVO: Proporcionar acessibilidade para pessoas COM e SEM deficiência, para que fruam a arte sensorial; criar redes de conexão entre as regiões, oportunizar formação e trabalho criativo. A coletânea apresenta 2 lendas folclóricas de cada uma das 5 regiões do Brasil. São 10 quadros sensoriais 3D, confeccionados para serem vistos com as mãos. A visitação é uma experiência que mexe com os sentidos. Para a pessoa com deficiência visual, possibilita-se o acesso à arte pelo tato e pela audiodescrição das obras, contextualizando a história da lenda e a descrição dos elementos representados no quadro. Como apoio são disponibilizados textos acerca das lendas, em tamanho aumentado, para baixa visão e em braile para cegueira total. Pessoas que enxergam usam vendas e são conduzidos por monitores até o quadro, recebem fones com a audiodescrição. O mundo simbólico é estimulado pela obra que está sendo tocada e ouvida. Ao final a pessoa tira a venda e compara sua percepção com a obra real. Pessoas neurodivergentes, com deficiências cognitivas ou físicas têm a experiência adaptada às suas necessidades, quanto ao volume do som, o uso ou não de máscara e a posição dos quadros para adaptar a cadeira de rodas. A visitação será feita por grupos de até 30 pessoas (alunos, entidades, professores). Finaliza-se com uma roda de conversa para partilha dos saberes e sensações da experiência, com a presença do consultor de acessibilidade, cego total. COM diversas deficiências (visual, cognitiva, física, TEA, TDAH, Down e auditiva). O projeto visa também ampliar a discussão, conscientização, VIVÊNCIA e empatia das pessoas SEM deficiência sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência para o exercício de seus direitos culturais. Será contratada assessoria de imprensa profissional nacional. De acordo com o patrocinador será difinido a contratação de empresa de mensuração de métrica e abrangência da divulgação. Para ampliar a abrangência das ações do projeto, no sentido de alcançar maior quantidade e diversidade de público, promover a cidadania cultural e para estimular que a temática da inclusão cultural seja vista sob diversos aspectos, serão utilizadas as REDES SOCIAIS, com as seguintes estratégias: Manutenção de um diário de bordo online, com postagens 3 vezes por semana no Instagram, sobre a circulação nas cidades visitadas e detalhes de todas as ações do projeto. A acessibilidade será com caixa de Libras, audiodescrição e inserção de hashtags. O perfil utilizado será o @inclusaocultural, exclusivo para divulgação de ações culturais inclusivas, mantido pela coordenadora do projeto. Realização de 3 Lives, 1 por região, no sentido de gerar redes de conexão entre entidades de apoio à pessoa com deficiência, as comunidades de PCDs e familiares e fazedores de cultura inclusiva. A transmissão ao vivo será pelo Instagram e canal de youtube.com/@inclusaoculturalpodcast. Os entrevistados serão pessoas das cidades alcançadas, que atuam na inclusão cultural, acessibilidade, habilitação e reabilitação de PCDs. A integra da live será postada no Youtube, bem como cortes com a cessibilidade. Estas serão ações de contrapartida específica. Postagem no Youtube dos vídeos feitos para comprovação da execução. O plano de comunicação do projeto CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER utilizará as seguintes estratégias: ASSESSORIA DE IMPRENSA: Contratação de empresa com 15 anos de atuação em assessoria de imprensa para ações culturais. Todos os releases terão a citação do patrocínio Petrobras. As metas mínimas são: . Publicações no formato programação cultural e/ou reportagem, em 3 jornais impressos, de cada um dos municípios de Santa Rosa/RS, Itajaí/SC, Brasília e Taguatinga/DF e São Luís/MA; . 3 postagens no formato programação cultural e/ou reportagem, nas versões eletrônicas dos jornais eletrônicos supracitados; . 2 Entrevistas (ao vivo ou áudio gravado) em 2 rádios por cidade de execução do projeto; . Divulgação em programa de notícias em 3 rádios por cidade de execução do projeto; . 1 entrevista para canal de TV aberta ou digital em cada cidade de execução do projeto. . Pelo menos 1 publicação por cidade, em site de entidades de apoio à PCDs; . Entrega de relatório detalhado de clipagem com avaliação de cada veículo. GESTÃO DE MÍDIA ORGÂNICA: Instagram e Facebook – 60 postagens de carrossel de fotos e artes gráficas, reels e stories nos perfis: geral do proponente @portocenico, de ações de acessibilidade @inclusaoculturalpodcast e de cada um de seus integrantes. As postagens serão colaborativas com perfis de entidades de apoio à PCD. Manutenção de diário de bordo de todas as ações do projeto durante 12 meses. Todas as postagens com @petrobras e acessibilidade; Whatsapp – listas de transmissão por grupos de interesse (cultura, acessibilidade, educação), divulgando gradativamente as ações mensais do projeto; Youtube – Postagens sincronizadas nos canais @portocenico e @inclusaoculturalpodcast de vídeos feitos durante a viagem de circulação da exposição, com entrevistas, depoimentos e contextualização dos desafios e ações de acessibilidade realizadas em cada cidade. Bem como vídeos sobre o Seminário e a Revista Porto Cênico. A íntegra e cortes editados por assunto, de cada palestra do seminário também serão postadas no youtube para registrar a abrangência e amplitude do projeto. Como contrapartida específica será transmitida ao vivo, uma live de cada cidade sede da exposição. MÍDIA PAGA: Serão contratados anúncios em jornal impresso, rádios e posts patrocinados e impulsionados no Instagram, Facebook e Youtube sempre divulgando o @patrocinador. Jornal de alcance nacional – 1 anúncio por cidade tamanho entre 1⁄4 e 1⁄2 página, divulgando a exposição ARTE PRA CEGO VER; Rádio de alcance regional – 1 rádio por região com 100 inserções distribuídas ao longo de 20 dias, divulgando spot de 30 segundos (por cidade) Youtube – 3 vídeos patrocinados de até 90 segundos: 1 da circulação da exposição, 1 do Seminário e 1 da Revista Porto Cênico; Instagram – 6 vídeos patrocinados de até 90 segundos: 4 vídeos da circulação da exposição (1 geral e 1 por região); 1 vídeo do seminário e 1 da Revista Porto Cênico. O direcionamento de públicos a ser alcançado é o seguinte: 1)Entidades de apoio à pessoas com deficiência, perfis relativos a inclusão, direitos humanos, comunidades de cada tipo de deficiência. O que se busca é difundir essa informação e estimular a geração de rede entre perfis que abordam o tema da acessibilidade. 2) Educadores, perfis de pedagogia, formação continuada, perfis de disciplinas curriculares. O objetivo é chamar a atenção dos educadores de cada região e atraí-los para a formação. 3)Público em geral visitante da exposição: famílias com filhos (da educação infantil à universidade). 4) Artistas e Produtores Culturais, perfis de divulgação de cultura. AVALIAÇÃO DE EXPOSIÇÃO NA MÍDIA: A mensuração da repercussão e exposição na mídia e presença e impacto do projeto será feita por equipe especialista. Análise periódica, de dados do Gerenciador de Negócio dos canais analisados. MATERIAL GRÁFICO E MÍDIA EXTERIOR . Designer gráfico para a criação de identidade visual do projeto e todas as artes; . 10.000 folders, tamanho A5 com uma dobra e 4 faces de texto, papel reciclato, 4 x 4 cores, com frase referente a preservação ambiental, símbolo de Libras e Audiodescrição e QRCode para detalhamento das medidas de acessibilidade; . 3 banners, sendo 1 por cidade de circulação da exposição, 1 por cidade, tamanho 2 x 3m; . 200 camisetas com identidade do evento para equipe trabalhando diretamente no projeto, autoridades, entidades e patrocinador.

Acessibilidade

A CIRCULAÇÃO ARTE PARA CEGO VER, por ser um projeto com foco na inclusão cultural das pessoas com deficiência, apresenta múltiplas ações de acessibilidade. No aspecto COMUNICACIONAL, ATITUDINAL E SENSORIAL: Toda equipe (monitores, coordenação, videomaker, palestrantes, etc) estará treinada e preparada para assumir uma postura acolhedora e proporcionar a acessibilidade que cada visitante precisar, como: mais tempo para visitação, não uso das vendas, alteração da posição dos quadros para adequar-se à deficiência física ou intelectual do visitante. Espaço de regulação sensorial de autistas, pessoas com outras deficiências e bebês. Essa postura é a essência do projeto. É o que faz com que tudo funcione. E estará presente em todas as ações formativas presenciais ou online e no lançamento presencial da revista. A acessibilidade comunicacional se estende para a divulgação – Todo material de divulgação (digital, impresso e mídia exterior) conterão um QRCode descrevendo as ações de acessibilidade que estarão disponíveis em cada atividade e cada cidade. Haverá divulgação em vídeo nas redes sociais para informar as ações de acessibilidade disponíveis, visando atrair públicos PCDs. Os custos da acessibilidade comunicacional, atitudinal e sensorial está incluso nos cachês de todos os profissionais do projeto, pois será executada por toda a equipe. A seguir apresenta-se a acessibilidade por produto cultural deste projeto: CIRCULAÇÃO DA EXPOSIÇÃO ARTE PRA CEGO VER POR 3 MUNICÍPIOS A exposição ficará aberta ao público por 10 dias em cada município, com uma equipe de 3 monitores inclusivos, 1 consultor de acessibilidade e audiodescrição e Coordenadora geral da exposição. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais sede da exposição já disponibilizam acessibilidade física e arquitetônica, como: rampas, banheiros adaptados, vagas de estacionamento reservadas, identificação em braile nas portas de cada ambiente e elevadores. A instalação da exposição será montada com cavaletes especiais de altura regulável e resistência para suportar o impacto do toque sobre o quadro feito por pessoas com deficiências diversas. A rota de visitação será contínua e sem obstáculos ao deslocamento. O espaço para as rodas de conversa também será acessível e sem obstáculos ao deslocamento. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica 47 (custos de instalação da exposição para gerar acessibilidade física) ACESSIBILIDADE VISUAL: Contratação de um profissional audiodescritor, com deficiência visual, para prestar consultoria de acessibilidade visual para todo o projeto, acompanhar os grupos na visitação e nas rodas de conversa. Na exposição, ao lado de cada quadro será afixada a história de cada lenda, em braile (para cegueira total) e em português na fonte 30 (para baixa visão). Junto a cada quadro há um fone com a gravação da história da lenda e audiodescrição dos elementos representados na obra. Na moldura encontra-se um QR Code para acessar esse conteúdo pelo celular. Na alimentação de redes sociais para comunicar as ações executadas ao longo do projeto, o consultor de acessibilidade fará audiodescrição no texto alternativo por trás das imagens, uso de hashtag #paratodosverem com legenda descritiva. Todos os vídeos conterão a autodescrição das pessoas na imagem. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: RUBRICAS 23, 31, 32, 38, 46, 47, 53, 60, 61. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Haverá contratação de consultoria de acessibilidade auditiva para garantir que a comunicação seja acessível, com caixas de Libras em todos os vídeos. Na exposição será colocado um QR Code na moldura de cada quadro para acessar pelo celular, a tradução em Libras da história da lenda e descrição dos elementos representados na obra. Nas Rodas de Conversa em seguida de cada visitação haverá a presença de intérprete de Libras agendados pelo grupo visitante. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: RUBRICAS 28, 43, 57. SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO CULTURAL O seminário será totalmente online, com duração de 3 dias. O tema do evento será Produção Cultural e Acessibilidade. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não existe acessibilidade física a ser proporcionada, pois o evento é online e as pessoas acessam de seu espaço privado. ACESSIBILIDADE VISUAL: Cada palestrante fará sua própria audiodescrição no início de sua fala. Impressão dos certificados em braile PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: RUBRICA 4 ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Presença de 2 intérpretes de Libras durante todo seminário, de modo que o público com deficiência auditiva possa participar. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: RUBRICA 5 PUBLICAÇÃO DA REVISTA PORTO CÊNICO Os artigos a serem publicados serão escritos pelos palestrantes do Seminário Nacional de Produção Cultural, com a temática Produção, Inclusão Cultural e Acessibilidade. A revista terá versão impressa e online com as seguintes medidas de acessibilidade: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de lançamento da revista já disponibiliza acessibilidade física, como: rampas, banheiros adaptados, vagas de estacionamento reservadas, identificação em braile nas portas de cada ambiente e elevadores. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: NÃO EXISTE CUSTO PARA O PROJETO PARA PRESTAR ACESSIBILIDADE FÍSICA. ACESSIBILIDADE VISUAL: Na versão digital da revista haverá áudio narrativo dos textos e audiodescrição das imagens. No evento de lançamento haverá autodescrição das pessoas que tenham fala. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: RUBRICA 11 ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Na versão digital haverá vídeo da intérprete de Libras traduzindo os textos. No lançamento presencial serão contratados 2 profissionais intérpretes de Libras. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: RUBRICA 17 CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Como contrapartidas sociais serão realizadas 2 formações para professores, profissionais de acessibilidade, agentes culturais, em cada município atendido. A ideia é ampliar a discussão sobre arte, acessibilidade e educação. Espera-se inspirar multiplicadores de ações inclusivas nas cidades atendidas. Além de contribuir com a capacitação certificada para o trabalho na economia criativa: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais das formações serão os mesmos das exposições e portanto, já disponibilizam acessibilidade física e arquitetônica, como: rampas, banheiros adaptados, vagas de estacionamento reservadas, identificação em braile nas portas de cada ambiente e elevadores. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: NÃO EXISTEM CUSTOS PARA O PROJETO PARA ACESSIBILIDADE FÍSICA. ACESSIBILIDADE VISUAL: Haverá a presença do consultor de acessibilidade e audiodescrição, que é cego total, para a formação de professores e treinamento de monitores. Participantes com deficiência visual receberão 2 versões do certificado, 1 impressa em português e outra impressa em braile. Todos receberão também a versão digital para anexar ao portfólio. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:71, 72, 73, 78, 79, 80 ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Haverá a presença de intérprete de Libras nas ações formativas presenciais, nos 3 municípios atendidos. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 75, 76, 77

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A democratização de acesso ao projeto “CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER”, se faz em primeiro lugar pela gratuidade de todas as atividades. O projeto tem como foco levar acessibilidade e inclusão cultural para pessoas com deficiência visual, auditiva, física, cognitiva, TEA e TDAH. Além de promover reflexão e capacitação para geração de conhecimento e renda no segmento da acessibilidade cultural. Todas as ações do projeto contribuem para a formação de redes entre profissionais de cultura, entidades e comunidades das pessoas com deficiência. De acordo com o Art. 27 da IN nº 01/2023, o projeto cumpre todas as medidas de democratização de acesso por ter 100% DE GRATUIDADE EM SUAS AÇÕES. I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. E no Artigo 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). ISSO SERÁ A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE DOS EXEMPLARES DA REVISTA PORTO CÊNICO; II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; A GRATUIDADE DE TODAS AS ATIVIDADES DO PROJETO JÁ CUMPREM ESSE ITEM. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; O SEMINÁRIO DE NACIONAL DE PRODUÇÃO CULTURAL SER ONLINE AMPLIA A POSSIBILIDADE DE PARTICIPAÇÃO EM TODO BRASIL. TODAS AS PALESTRAS FICARÃO NO YOUTUBE DO PROPONENTE. POSTAREMOS TAMBÉM VÍDEOS SOBRE A EXPOSIÇÃO E ACESSIBILIDADE REALIZADAS DURANTE A CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; AÇÕES DE FORMAÇÃO, RODAS DE CONVERSA. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; A EXPOSIÇÃO ATENDE PÚBLICO DE 5 a 85 ANOS. IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; AS CAPACITAÇÕES DE CONTRAPARTIDA SOCIAL EXECUTAM ESTE ITEM.

Ficha técnica

O Instituto Porto Cênico (IPC) define suas ações coletivamente e cada integrante contribui com a sua expertise e foco de ação na área cultural. A equipe de realização do projeto CIRCULAÇÃO ARTE PRA CEGO VER será seguinte: ANA CLARA MARQUES – Coordenadora geral e da circulação, ministrante das ações formativas presenciais e mediadora das rodas de conversa. KARIN BUBA – Arista visual, manutenção e reparo das obras JOSÉ CARLOS RODRIGUES – Consultor de acessibilidade cego, presente nas rodas de conversa, ações formativas e atividades de audiodescrição de todo projeto. KAROLINE GONÇALVES – Coordenadora do Seminário e jornalista responsável pela revista IANCA HASS REINERT – Produtora executiva de todas as ações do projeto VALÉRIA DE OLIVEIRA – Coordenadora da Publicação da revista ARLINILSON SOUZA – Videomaker e responsável por transmissões online A CONTRATAR – Comunicação e Profissionais em cada cidade: Produtor local, Monitores Inclusivos, Intérprete de Libras, impressões.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.