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O projeto "Biografia de João Donato" irá viabilizar a produção do primeiro livro biográfico sobre o compositor e pianista brasileiro, falecido em julho de 2023 a um mês de completar 89 anos. Com autoria do jornalista Antônio Carlos Miguel, o livro será distribuído em formato convencional em livrarias e como audiolivro em plataforma gratuita.
---Abertura: A obra de João Donato hoje: referência para centenas de artistas (de todas as gerações), aqui e fora do Brasil; discos lançados no Japão, nos EUA e na Europa; shows em todos os continentes, etc. ---Um apanhado das últimas viagens à Amazônia - das homenagens em Rio Branco, sua terra natal; abordando pais, avós paternos e maternos / o nascimento e a infância, até o dia no qual a família vai de Rio Branco a Belém e pega um Ita para o Rio de Janeiro, onde desembarca a 13 de maio de 1946. Capítulo prossegue até a estréia como músico, em 1949. ---O Bossa Nova: seu papel para o nascimento do gênero, a cumplicidade com João Gilberto, a influência de Johnny Alf, os contatos com Tom Jobim, Dolores Duran entre outros. Ícone representante da Bossa Nova, nos 50 anos do estilo, em 2008: a homenagem feita pela nova geração da música brasileira (Marcelo D2, Adriana Calcanhoto, Marcelo Camelo, Bebel Gilberto, Roberta Sá e a Orquestra Ouro Negro) em shows no Theatro Municipal do Rio e no Parque Ibirapuera; o encontro em estúdio com Carlos Lyra, Roberto Menescal e Marcos Valle, também em 2008, quando comemoram os 50 anos da Bossa Nova, será base para outro flashback: voltar a 1949, a estréia profissional do jovem acordeonista (num disco de Altamiro), e seguir até o -- O reencontro com o bossa-nova mor João Gilberto, quando começam uma temporada na Itália, interrompida por problemas físicos do violonista, período em que Donato vem pro Brasil com Patricia, a esposa americana e Jodel, a filha nascida em São Francisco e fonte de inspiração de canções. ---A fase americana (1959-1972): o reencontro com Bud Shank, no Chivas Jazz Festival e o que se seguiu: o disco gravado no estúdio de Sjöstedt, a temporada no Mistura da Lagoa, o ao vivo, filme de Felipe Nepomuceno e Renato Martins etc, servem para outro flashback: detalhes dos primeiros encontros com o saxofonista (que substituiu ao Chet Baker naquela gig em Frisco, depois introduziu Donato em seu disco para o importante selo Pacific Jazz, dos principais trabalhos com a cena de então: Cal Tjader, Mongo Santamaria, Eddie Palmieri, Jonhy Martinez, etc; e de seus discos solo americanos, com Claus Ogerman, Tommy LiPuma, Eumir Deodato. A Bad Donato, o disco que influenciou na criação do que se chamou de discoteque. ---A volta ao Brasil: a influência que Donato exerce, trazendo sua fusão Brasil-jazz-Cuba: os discos com Deodato (ainda nos EUA) e Marcos Valle (“Quem é quem?”); o “Cantar” de Gal, show e disco; as parcerias com Caetano e Gil; o pianista, arranjador e compositor e os trabalhos com Clara Nunes, Martinho da Vila, Nana Caymmi, Alaíde Costa, Joyce, Lisa Ono, Paula Morelenbaum, etc. A presença no Rock in Rio, o prêmio à excelência musical do Grammy Latino e o Grammy Latino pelo álbum Sambolero, que de alguma forma é a síntese de uma carreira de influências e fusões. ---Análise musical: músicos, parceiros, gente com quem Donato trabalhou faz uma radiografia de alquimia de melodia, ritmo, harmonia, simplicidade-sofisticaçã João Donato: conexões musicais O livro pretende mapear o original e sinuoso trajeto de Donato, com pinceladas biográficas, mas sempre focado na música. Quais foram os primeiros estímulos? Quem foram os companheiros iniciais no passeio pelo mundo dos sons? E com quem tocou e gravou desde então? Como chegou ao seu estilo, inconfundível e reconhecível aos primeiros acordes? Como virou uma referência para a música brasileira e o jazz latino? Quais as composições e as parceiras mais significativas? O porquê do apelo cada vez maior de sua música junto aos jovens? Personagem fundamental para o surgimento da bossa nova, com uma forma de tocar que causava estranheza em alguns e encantava tantos outros, quando o estilo finalmente se instalou no Brasil, Donato já estava longe. Em 1959, ele seguiu para uma temporada de três semanas num cassino nos EUA que se prolongou por 13 anos, período no qual se integrou à cena do jazz. Tocou e gravou com, entre outros, Bud Shank e Chet Baker, e ainda alguns dos artistas fundamentais para o jazz latino, como Mongo Santamaria, Cal Tjader e Eddie Palmieri. A partir de 1962, ele também surfou na onda internacional da bossa nova, tocando e gravando com Astrud Gilberto, Sergio Mendes, Eumir Deodato ou fazendo seus próprios discos solo. De volta ao Brasil em 1972, Donato gravou seu primeiro álbum de canções, “Quem é quem”, entregando os temas instrumentais para variados letristas. Desde então, sua obra não parou de ser gravada e regravada pelos principais artistas da MPB. Desde sua volta, também manteve ativa atuação como instrumentista e arranjador, contribuindo para discos de muitos artistas, numa lista que passa por Clara Nunes, Gal Costa, Nara Leão, Milton Nascimento, Leny Andrade, Gilberto Gil, Emílio Santiago, Luiz Melodia, Fagner, Jorge Ben Jor, Alaíde Costa, Lisa Ono, Joyce Moreno, Miúcha, Paula Morelenbaum, Mariana de Moraes, Carlos Lyra, Wanda Sá, Silva, Vanessa da Mata, Marisa Monte, etc. A partir dos anos 1990, Donato também foi redescoberto por aficionados da música brasileira e do jazz no Japão, na Rússia, na Inglaterra e nos EUA. Para contar essa história, teremos um mosaico de entrevistas com Donato e muitos de seus parceiros nessa jornada música adentro; assim como discografia e cronologia de sua carreira. Esses dois últimos itens incluem um levantamento de seu período americano, quando, vivendo entre São Francisco e Los Angeles, ele tocou e gravou com Mongo Santamaria, Cal Tjader, Eddie Palmieri, Bud Shank, Chet Baker, e teve algumas de suas composições gravadas por Wes Montgomery, Tito Puente, Sergio Mendes & Brasil ’66 e Chris Montez. Donato tem um importante papel nesse encontro do jazz e dos ritmos afro-latinos com a música brasileira. Entre os entrevistados está gente que já partiu, como Bud Shank, Johnny Alf, Paulo Moura, Emílio Santiago, Almir Chediak, Eloir de Moraes e Everardo Magalhães Castro. E tantos outros em atividade, numa lista que passa pelo seu irmão e parceiro Lysias Ênio, e por Marcos Valle, Roberto Menescal, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Nana Caymmi, Tommy LiPuma, Alaíde Costa, Nat Chediak, Jaques Morelenbaum, Kassin, Ed Motta, Robertinho Silva, Luiz Alves, Joyce Moreno, Paula Morelenbaum etc. O livro deverá ter cinco partes: 1) Da infância no Acre, juventude no Rio e a viagem para os EUA em 1959 2) Jornada nos EUA (1959 a 1972) 3) Volta ao Rio (1972 a meados dos anos 1990) 4) Retomada da carreira internacional e reconhecimento no Brasil (meados dos anos 1990 até 2023) 5) Discografia comentada
GERAL O objetivo deste projeto é produzir a primeira biografia do músico João Donato. ESPECÍFICOS 1) Produto LIVRO: escrever, publicar e distribuir livro sobre a vida e a obra do músico João Donato. Será produzida uma tiragem de 3.000 unidades do livro com 345 páginas e a seguinte especificação: Livro com Costura; Fechado: 160 x 230 mm; Aberto: 320 x 230 mm; Capa formato 335 x 230 em Triplex 300 g/m2, 4x1 cores; Miolo em Alta Alvura 120 g/m2, 1x1 cores. Dobra, alceamento (Miolo), Costura, colagem e corte (Miolo). 2) Produto AUDIOLIVRO: gravar a biografia em formato de audiolivro, para distribuição gratuita na internet, dando acesso ao conteúdo a pessoas com deficiência visual. 3) Produto RODA DE CONVERSA SOBRE PESQUISA E ESCRITA DA BIOGRAFIA DE UM MÚSICO: Um bate papo do autor do livro, o jornalista Antônio Carlos Miguel, e da coordenadora do projeto e viúva de João Donato, Ivone Chagas Belem Donato, com o público, no auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa, em Botafogo, do Rio de Janeiro. A participação do público será gratuita. O auditório comporta 280 pessoas. O evento será transmitido ao vivo pela plataforma Youtube e ficará disponível para ser assistido após a transmissão. O mailing de convites será direcionado para estudantes de música da UNIRIO e da UFRJ e para profissionais da cadeia produtiva ligada à música (produtores, maestros, arranjadores, escritores e pesquisadores). 4) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realização da roda de conversa do autor do livro com o público com entrada franca.
O projeto se enquadra, entre outros: No inciso III do Art. 1º da Lei 8.313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. No inciso IV do artigo 3º da Lei 8.313/91: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Em agosto de 2024, o músico João Donato completaria 90 anos e, com exceção de reportagens e artigos em revistas, capítulos de livros e dissertações acadêmicas, não há nenhuma biografia que retrate a grandiosidade da obra deste brasileiro nascido no Acre em 1934 e falecido no Rio de Janeiro em julho de 2023, a um mês de completar 89 anos.Um pilar da bossa nova, o músico fez parte da cena do jazz e do latin jazz nos Estados Unidos. No Brasil, influenciou gerações de músicos, trabalhando com artistas de variadas idades e estilos até pouco antes de sua morte. Monumental, original e inovadora, a obra de Donato continua e continuará a influenciar novas gerações de músicos no Brasil e no exterior. Além de internacional, a música de Donato é uma expressão da Amazônia e dos povos originários do Brasil. O compositor acreano João Donato antecipou os primeiros acordes da bossa nova e condimentou suas melodias e harmonias refinadas com temperos caribenhos, de jazz e samba, além do baião, bolero, música de concerto, canção popular, temas instrumentais, sons eletrônicos, funk, hip hop, rock etc. João Donato é indiscutivelmente uma lenda da música, foi criador de um estilo autêntico forjado sob a influência dos barulhos da natureza de sua terra natal e de músicos de diferentes épocas e países que cruzaram seu caminho. Esse mix imprime uma marca com forte personalidade, reconhecida mundialmente como o estilo donatiano de se expressar. A biografia de João Donato é uma síntese da música brasileira das últimas oito décadas, uma música capaz de ser profundamente brasileira sem deixar de dialogar com o mundo, que é simples, descontraída e ao mesmo tempo refinada. Uma música que conversa com João Gilberto, Debussy, Marcelo D2, Gerry Muligan, Maurice Ravel, Caetano Veloso, Gilberto Gil e muitos mais; que traz um Brasil amazônico e internacionalizado; que é rural e urbano; simples e complexo. João Donato era inquieto e capaz de compor com gente, bicho e coisa. Ao escutar um passarinho no Acre, sua terra natal, não perdia a chance de fazer uma nova música. Com a cadeira de shiatsu que comprou num hipermercado nos EUA, fez um tema em parceria com o amigo arranjador Laércio de Freitas e outro com Leo Gandelman. Marisa Monte conta que Donato chegou na casa dela e tocou na campainha uma nova canção. Em 2007, o compositor também aproveitou o "din-don" do aeroporto de Haneda, no Japão, para dar início a uma obra a oito mãos, com mais três pianistas da turnê da época. Nascido em 17 de agosto de 1934 em Rio Branco, capital do Acre, o compositor, pianista e arranjador João Donato de Oliveira Neto fez sua primeira gravação em 1949, aos 15 anos, tocando acordeon, no disco de estreia de Altamiro Carrilho. Em mais de 75 anos de carreira, a sua sofisticada simplicidade vem servindo como referência para músicos, intérpretes, compositores e arranjadores do mundo todo. Sua obra atravessa estilos e gerações. Vai da bossa nova, samba e baião, ao bolero, jazz, música de concerto, canção popular e temas instrumentais, passando também pelo funk, hip hop e rock. Sua viagem por vários gêneros da música torna impossível classificá-lo. É difícil encontrar um nome de peso da música brasileira que não tenha sido envolvido por suas melodias e por seu estilo único. João Donato, ao lado de Dorival Caymmi, Ary Barroso, João Gilberto, Tom Jobim, Moacir Santos, Eumir Deodato, Sergio Mendes, entre outros importantes compositores e músicos brasileiros, forma o time dos que tornaram o Brasil reconhecido internacionalmente por sua música. Dentre os prêmios que reconheceram seu talento, destacam-se; o Latin Grammy Lifetime Achievement Award (pelo conjunto da sua obra, 2010), Latin Grammy pelo discos Sambolero (melhor álbum de jazz latino, 2010) e Serotonina (melhor álbum de música popular brasileira, 2023); o Prêmio da Música Brasileira pelo álbum Sintetizador (2018); a Medalha da Ordem do Mérito Cultural (2004); o Prêmio Tim pelo disco "Emilio Santiago encontra João Donato" (2004) e o prêmio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) como compositor do ano (2003).
Objetivos não-mensuráveis como itens orçamentários: Documentar a vida e a obra de um dos mais importantes criadores musicais do Brasil. Desenhar e estruturar a trajetória de João Donato; Apresentar a obra do artista - referência para vários artistas do Brasil e do mundo; Aprofundar o entendimento das influências de João Donato, seu encontro com a música cubana e o jazz; Apresentar seu papel no nascimento da Bossa Nova e as parcerias musicais com os músicos envolvidos no gênero; Informar a discografia completa de Donato, incluindo suas gravações nos discos de outros artistas.
Produto LIVRO: escrever, publicar e distribuir livro sobre a vida e a obra do músico João Donato. Será produzida uma tiragem de 3.000 unidades do livro com 345 páginas e a seguinte especificação: Livro com Costura; Fechado: 160 x 230 mm; Aberto: 320 x 230 mm; Capa formato 335 x 230 em Triplex 300 g/m2, 4x1 cores; Miolo em Alta Alvura 120 g/m2, 1x1 cores. Dobra, alceamento (Miolo), Costura, colagem e corte (Miolo). Produto AUDIOLIVRO: gravar o produto LIVRO em formato de AUDIOLIVRO, para distribuição gratuita na internet, dando acesso ao conteúdo a pessoas com deficiência visual. Produto RODA DE CONVERSA SOBRE PESQUISA E ESCRITA DA BIOGRAFIA DE UM MÚSICO: Um bate papo do autor do livro, o jornalista Antônio Carlos Miguel, e da coordenadora do projeto e viúva de João Donato, Ivone Chagas Belem Donato, com o público, no auditório da Fundação Casa de Rui Barbosa, em Botafogo, do Rio de Janeiro. A participação do público será gratuita. O auditório comporta 280 pessoas. O evento será transmitido ao vivo pela plataforma Youtube e ficará disponível para ser assistido após a transmissão. O mailing de convites será direcionado para estudantes de música da UNIRIO e da UFRJ e para profissionais da cadeia produtiva ligada à música (produtores, maestros, arranjadores, escritores e pesquisadores).
A biografia será gravada em formato de audiolivro, para distribuição gratuita na internet, dando acesso ao conteúdo a pessoas com deficiência visual.
- Distribuição de 10% da tiragem de 3.000 cópias do livro em papel em faculdades e escolas de música de universidades públicas federais, totalizando 300 unidades doadas, em acordo com o previsto no inciso II do art. 27 da IN nº 11/2024. - Disponibilização do audiolivro totalmente gratuito na plataforma de vídeos online YouTube. - Realização de roda de conversa do autor do livro com o público com entrada franca.
Acre Edições Musicais e Produções Artísticas - Proponente A Acre Edições Musicais e Produções Artísticas é uma editora fundada na década de 80 pelo pianista e compositor João Donato. Atua na produção fonográfica e de shows nacionais e internacionais, na gestão de espaços culturais e na publicação de partituras e materiais musicais impressos. Ivone Chagas Belem Donato - Coordenadora de Projeto É jornalista, com formação pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel). No Rio de Janeiro desde o ano de 2005, trabalha como gestora cultural e de projetos culturais. Atualmente é dirigente da Acre Edições Musicais e Produções Artísticas, onde já produziu discos, DVDs e espetáculos musicais; e fez a gestão de um teatro municipal por 25 meses. Pesquisa e produz conteúdo para redes sociais. Escreve projetos culturais e os inscreve em editais de estatais e em programas de leis de incentivo nas três instâncias governamentais. Faz a execução e a prestação de contas de tais projetos. Fundou – há 13 anos – o Instituto João Donato, que cuida da preservação do acervo do compositor homônimo. Cursou o MBA em Gestão Cultural na FGV-Rio e atualmente faz Mestrado em Engenharia de Produção na Coppe/UFRJ, com foco em gestão e inovação. Como atividade de extensão, integra o corpo de editores executivos do periódico acadêmico Caderno Virtual de Turismo (CVT), do Laboratório Tecnologias, Diálogos e Sítios (LTDS), onde está situada sua linha de pesquisa. Currículo lattes pode ser lido neste link: http://lattes.cnpq.br/5658188816648473 Antonio Carlos Miguel - Autor do produto (livro) Formado em Comunicação (UFRJ); com cursos de cinema na Cinemateca do MAM/RJ, fotografia na Ed. Bloch, iniciação artística no MAM/RJ (com Lygia Pape, Anna Bella Geiger, Antonio Manuel). É jornalista especializado em música, com passagens por “O Globo”, "G1", “Jornal da Tarde”, "Manchete”, "Bizz”, “Som Três”. Autor de “Guia de MPB em CD” (Zahar Editor, 1999), “Morro da Urca: Estação da Música” (Lacre Editora, 2013) e “25 anos Prêmio da Música Brasileira” (Edições de Janeiro, 2014). Participou do livros “MPB: A alma do Brasil"(Inst. Cravo Albin, 2009), “Cobain on Cobain: Interviews and Encounters” (Chicago Review Press, 2016), “101 canções que tocaram o Brasil” (Nelson Motta, Estação Brasil, 2016), “A vida louca da MPB”(Ismael Caneppele, Leya, 2016), "Memórias do rock" (Luiz Oscar Niemeyer, Ed. Francisco Alves, 2022) e "Ebulição da Escravatura: 13 poetas impossíveis" (Civilização Brasileira, 1978). Curador e palestrante das séries “Gosto se discute” (Caixa Cultural, 2016); “Música Popular: O Elogio da Mistura” (Caixa Cultural, 2013); Lapa Jazz Festival (Fundição Progresso, 2013), “MPBC” (nos CCBBs de Rio, Brasília e SP, 2006), “Mercosul musical” (CCBB Brasília, em 2007) e “A Imagem do Som” (oito edições no Paço Imperial). Membro da Academia Latina de Gravações (Grammy Latino), do conselho do Prêmio da Música Brasileira e da Academia Líbano-Brasil de Letras, Artes e Ciências.
PROJETO ARQUIVADO.