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PRONAC 2415741Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Livro Mulheres negras no futebol brasileiro: histórias de resistência

INSTITUTO LUDOPEDIO
Solicitado
R$ 462,1 mil
Aprovado
R$ 462,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-03
Término
2027-03-03
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto objetiva dar continuidade ao livro As pioneiras do futebol pedem passagem: conhecer para reconhecer (Editora Ludopédio, 2022), no qual foram apresentadas histórias de 13 mulheres pioneiras (1980-1990). Este segundo livro pretende narrar a história de mulheres negras de várias gerações com o intuito de visibilizar trajetórias de 11 jogadoras, uma treinadora e uma jornalista. O objetivo é contar essas histórias praticamente invisíveis, mas essenciais para o desenvolvimento do futebol de mulheres no Brasil, abordando o racismo e suas intersecções com gênero e classe. Como contrapartida social, serão realizadas entrevistas com as mulheres que compõem o livro, Webinários com as autoras, protagonistas da obra e outras convidadas visando discutir essas temáticas em prol de uma educação antirracista. O presente livro está alinhado aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: igualdade de gênero (ODS 5), redução das desigualdades (ODS 10) e educação de qualidade (ODS 4).

Sinopse

O livro mostrará 13 histórias de mulheres negras cujas trajetórias marcaram e marcam o futebol de mulheres no Brasil. Serão 11 jogadoras de diferentes gerações, 1 treinadora que foi ex-jogadora da seleção brasileira, e a jornalista que cobriu a participação da seleção brasileira no Torneio Experimental da China, em 1988. A seleção foi feita pelas autoras a partir de uma vasta pesquisa sobre o futebol de mulheres no Brasil considerando o pioneirismo, a atuação e a luta em favor de pautas antirracistas. Contará com um texto introdutório das organizadoras no qual serão abordadas questões relacionadas ao racismo no futebol e seu atravessamento com as questões de gênero e classe social além dos textos sobre as protagonistas e repertório de registros fotográficos.

Objetivos

Objetivos gerais ● Editar e publicar o livro Mulheres negras no futebol brasileiro: histórias de resistência ● Contribuir de forma significativa para a preservação da memória da cultura material e imaterial brasileira; ● Ampliar os conhecimentos e informações acerca da história do futebol de mulheres no Brasil; ● Tornar pública as histórias dessas protagonistas; ● Propor pautas em favor de uma educação antirracista no futebol. Objetivos Específicos ● Publicizar seleção de imagens dos acervos pessoais das ex-jogadoras; ● Publicar 3.000 exemplares do livro; ● Realizar webinários voltados para alunos e professores da rede pública de ensino com as autoras e protagonistas do livro e convidadas visando assim ofertar uma forma de contrapartida social.

Justificativa

É muito comum em nosso cotidiano referirmos o Brasil como país do futebol. No entanto, uma parte dessa história ficou esquecida. Por quase quatro décadas, as mulheres foram oficialmente proibidas de jogar bola (1941-1979) e a regulamentação do futebol feminino aconteceu apenas no ano de 1983. Tal interdição retardou o desenvolvimento da modalidade cujas consequências ainda hoje se fazem notar tais como a falta de profissionalização, visibilidade e reconhecimento. O fortalecimento dos movimentos sindicais e feministas do final da década de 1970 colocou na agenda política de sujeitos, grupos e instituições diversas reivindicações, algumas delas voltadas para a ampliação da participação das mulheres no universo cultural do esporte. Depois de regulamentado, o futebol feminino despontou em vários estados brasileiros e a organização do primeiro campeonato internacional organizado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), em 1988, foi um marco para a criação da primeira seleção nacional. A divulgação do futebol praticado por mulheres foi potencializada a partir de meados da década de 1980, quando alguns jogos passaram a ser transmitidos pela Rede Bandeirantes. Foi nessa década, mais especificamente em 1988 que finalmente foi formada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a primeira seleção brasileira de futebol feminino. Essa equipe foi reunida para disputar o I Torneio Internacional de Futebol Feminino organizado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), sediado na China, na qual o Brasil alcançou a terceira colocação. Três anos depois, em 1991, parte desse grupo compôs a seleção que disputou a I Copa do Mundo FIFA de Futebol Feminino, também realizada na China. A constituição dessa seleção representa um marco da conquista de espaço, de legitimidade e de visibilidade das mulheres no contexto do esporte brasileiro. Diante desse desafio e considerando o cenário ainda pouco estruturado do futebol praticado por mulheres no Brasil, a CBF precisou organizar um grupo com capacidade de defender o país neste torneio inaugural recorrendo a algumas equipes cuja atuação no futebol estava de certo modo em processo de estruturação. Por essa razão, o grupo foi majoritariamente composto por atletas do Rio de Janeiro, de São Paulo, da Bahia, do Distrito Federal e da primeira brasileira a jogar no exterior, no caso, na Itália. Das 18 atletas convocadas, oito eram negras. Considerando a primeira convocação da seleção nacional como um marco para história do futebol de mulheres no Brasil, o livro narra as trajetórias de mulheres negras que fizeram e fazem o futebol acontecer. A seleção das protagonistas advém de uma longa pesquisa sobre a presença das mulheres no futebol brasileiro, já exposto pelas autoras na curadoria de exposições realizadas no Museu do Futebol. Advém, sobretudo da percepção do apagamento sistemático da presença de negros e negras na historiografia brasileira, inclusive a esportiva. Tendo como aporte teórico-metodológico a História Oral e a História Cultural, o livro propõe construir a narrativa biográfica de um grupo de mulheres cuja atuação no futebol está marcado pelas questões de gênero, classe e raça, marcadores sociais que historicamente têm provocado exclusões e hierarquizações entre pessoas e grupos. Se para as mulheres brancas o futebol não foi (e às vezes ainda não é) representado como uma prática de fácil aceitação por ser considerado um esporte masculinizado e masculinizador, para as negras agregam-se outros elementos segregadores como o racismo estrutural (ALMEIDA, 2019) e o colorismo (DEVULSKI, 2021). Somam-se a essa discriminação questões relacionadas à baixa escolarização, às poucas oportunidades de ascensão social, à deficiência de uma estrutura esportiva que permita viver apenas do futebol e, fundamentalmente, à sub-representação das mulheres negras em vários âmbitos sociais. Ao propormos narrar a história de mulheres negras no futebol brasileiro entendemos que estamos reparando uma condição histórica da invisibilidade que reúne aspectos relacionados às questões de gênero, raça/etnia, classe e regionalidade. As mulheres que integraram esse grupo constituem memórias desconhecidas cujo testemunho é revelador de uma época. Os estudos biográficos no campo da pesquisa histórica sobre esportes ainda são incipientes no Brasil, sobretudo, aqueles direcionados às mulheres. Essa é uma das justificativas que sustenta nossa proposta além do caráter político assentado no reconhecimento de um grupo de que colaborou para a construção da história esportiva nacional cuja presença sequer é conhecida. No ano de 2026, prazo de publicação do livro, o Brasil estará às vésperas de sediar a X Copa do Mundo de Futebol Feminino em 2027. Visibilizar a história de mulheres negras no futebol nacional é ato político e pedagógico capaz de ressignificar tanto a história passada quanto as perspectivas para o futuro. A submissão do projeto do livro à Lei de Incentivo à Cultura se justifica como uma iniciativa essencial para a promoção de temas urgentes e historicamente negligenciados no Brasil, como racismo, gênero e classe social no universo do futebol, com foco específico nas mulheres negras. Este livro não apenas aborda questões estruturais da sociedade brasileira e da esfera esportiva, mas também busca criar um impacto cultural e social duradouro, oferecendo uma plataforma de visibilidade para vozes e narrativas que têm sido tradicionalmente marginalizadas. Esse projeto dialoga diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os ODS 4, 5 e 10. A Igualdade de Gênero (ODS 5) é abordada ao evidenciar e registrar as histórias de mulheres negras no futebol, contribuindo para a representatividade e igualdade de oportunidades dentro do futebol, tradicionalmente marcado por preconceitos de gênero. A Redução das Desigualdades (ODS 10) é reforçada ao apresentar trajetórias invisibilizadas pela mídia tradicional e estimular o diálogo sobre racismo e classe social, questões que limitam a inclusão e a valorização dessas mulheres no futebol. A Lei de Incentivo à Cultura permite captar recursos que, além de viabilizarem todas as etapas da produção do livro, ampliam o alcance do projeto por meio de contrapartidas sociais, como entrevistas e webinários. Essas atividades, alinhadas ao ODS 4 (Educação de Qualidade), fomentam uma educação antirracista e promovem a conscientização sobre as desigualdades no futebol de mulheres, especialmente as que envolvem gênero, raça e classe social. Com isso, o impacto da obra se amplia, criando espaços de reflexão e diálogo com o público e incentivando a transformação social por meio de práticas educacionais e de conscientização. Integrando narrativas de mulheres negras e suas trajetórias no futebol em ações literárias e educativas, o projeto reforça o compromisso com a inclusão e o combate ao racismo, à desigualdade de gênero e às divisões de classe. Dessa forma, o livro não só valoriza a diversidade cultural como fortalece o papel da literatura e da educação na promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Por fim, o apoio via Lei de Incentivo à Cultura confere credibilidade ao projeto, destacando-o no cenário cultural brasileiro, e o torna mais atrativo para patrocinadores que desejam associar suas marcas a iniciativas comprometidas com a inclusão, a igualdade e a promoção de direitos humanos. Esse suporte não só potencializa o alcance do livro como fortalece sua relevância, incentivando a formação de um legado cultural e educacional que ultrapassa o produto editorial. Dessa forma, o projeto contribui significativamente para a qualificação do debate público e o fortalecimento da diversidade cultural no Brasil, objetivos que se alinham aos princípios da Lei de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

Tiragem: 3.000 exemplares, aproximadamente 230 páginas. Capa: 335x246mm, 4x0 cores, Padrão Escala em Couche Brilho Design 150g. Saída em CTP. Guarda: 4 folhas, 140x210mm, sem impressão em Off-Set 180g.Miolo: 32 pgs, 140x210mm, 4 cores, Padrão Escala em Polen Natural 80g. Saída em CTP.Miolo: 200 pgs, 140x210mm, 1 cor, Preta em Polen Natural 80g. Saída em CTP. Lombada:15mm, Prova Digital, Plotter, Laminação Bopp Fosca, Frente 1(Capa), Dobrado(Guarda), Dobrado(Miolo), Dobrado(Miolo), Dobrado(Miolo), Capa Dura, Entregue em Caixa de Papelão, Alceamento. A produção editorial, coordenação geral, preparação e revisão de textos e administração financeira estarão a cargo da Editora Ludopédio.

Acessibilidade

Webnário: Como contrapartida, o #Poroutrofutebol de mulheres realizará seu quatro webnários em formato online e contrataremos um intérprete de Libras. O público-alvo dos webnários são: escolas, coletivos de mulheres, escolinhas esportivas, universidades, projetos sociais e demais interessados na temática. Livro: O produto deste projeto será distribuído nas livrarias e por websites de comércio eletrônico, ambientes de livre acesso ao público em geral e adequados aos portadores de necessidades especiais. O local escolhido para o lançamento e as livrarias que receberão exemplares para a venda serão adequados à exigências de atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, inclusive, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei n. 10.741, de 1 de outubro de 2003, e do artigo 46 do decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo da educação, cultura, do desporto, do turismo e do lazer. Mesa redonda: O lançamento do livro e a mesa redonda com as organizadoras e convidados acontecerão em local adequado (ver item anterior), com acesso gratuito e transmissão ao vivo via streaming disponibilizado nas redes sociais, com acesso gratuito. Audiolivro: O objetivo é o acesso à informação com o mínimo de interferência de interpretação de terceiros: conversão do conteúdo textual do livro em arquivo áudio (português e inglês) que será disponibilizado na rede mundial internet, com acesso livre e gratuito, facilitando o acesso de deficientes visuais, entre outros. Os livros serão distribuídos gratuitamente para universidades públicas, museus e centros de documentação, bibliotecas públicas, clubes de futebol, coletivos de torcedores, ex-atletas e ONGs que atuam no campo do futebol. Desse modo, diminui-se a distância física entre os mesmos e os usuários, beneficiando portadores de necessidades especiais.

Democratização do acesso

Um dos objetivos do projeto é possibilitar a leitura e acesso a história de mulheres negras que fizeram e fazem o futebol acontecer. Além desse objetivo, a obra se propõe a ser um instrumento de conscientização do racismo estrutural vigente em nosso país assim como uma ferramenta a favor de uma educação antirracista. Para atender às instruções normativas publicadas pelo MINC, o projeto opta por oferecer o seguinte Plano de Distribuição: ● 10% (300 exemplares) para distribuição em ações promocionais de divulgação do projeto; ● 10% da tiragem (300 exemplares) será distribuído em universidades públicas, museus e centros de documentação, bibliotecas públicas, clubes de futebol, coletivos de torcedores, ex-atletas e ONGs que atuam no campo do futebol, a serem definidas posteriormente; ● 10% da tiragem (300 exemplares) para patrocinadores do projeto; ● 20% da tiragem (600 exemplares) será distribuída para comercialização a título de pré-venda promocional (R$ 42,00); ● 50% da tiragem (1.500 exemplares) será disponibilizada para o público em geral, sem desconto (R$ 84,90), via distribuição e comercialização, permitindo o conhecimento da história, da trajetória e das lutas de mulheres negras que fizeram e fazem o futebol acontecer em nosso país. A editora também promoverá uma palestra gratuita, em local a ser definido, e aberta ao público com as organizadoras do livro e convidadas, visando divulgar a história das atletas retratadas na obra. O evento ocorrerá em local de acesso gratuito, para um público de cerca de 100 pessoas e haverá transmissão ao vivo pelo Youtube. Serão realizados também webinários com participação de autoras, protagonistas e convidados, com inscrição gratuita.

Ficha técnica

Autoras: Silvana Vilodre Goellner: Professora titular aposentada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Coordenadora do Centro de Memória do Esporte da ESEF/UFRGS (2000-2019). Curadora das exposições Futebol e Mulheres no País da Copa de 2014 e Paisagens da memória: cidade e corpos em movimento realizadas em Porto Alegre. Co-curadora das exposições Visibilidade para o Futebol Feminino, Contra-Ataque: as mulheres do Futebol e Rainhas de Copas realizadas no Museu do Futebol em 2015, 2019 e 2013 respectivamente. Coordenadora, juntamente com David Wood (Inglaterra) e Verónica Moreira (Argentina) da Rede de Pesquisa sobre Futebol de Mulheres na América Latina. Escreve para a coluna As Mulheres do Futebol no portal Ludopédio. Integra o Comitê Esportes do Grupo Mulheres do Brasil e o Grupo de Estudos Mulheres do Futebol (GEMF). Sobre Futebol e Mulheres publicou as seguintes obras: Sabe aquele gol que o Pelé não fez? Eu fiz!: a trajetória esportiva de Duda (Drible de Letra, 2018) e Futebol e Mulheres: 7 histórias pioneiras (Editora GRECCO, 2022) e As pioneiras do futebol pedem passagem: conhecer para reconhecer (Editora Ludopédio, 2022) ambas em co-autoria com Juliana Ribeiro Cabral. Juliana Ribeiro Cabral: Ex-capitã da seleção brasileira de futebol, medalhista olímpica em Atenas 2004. Tem Licenciatura em Educação Física pela Universidade Paulista (UNIP) e Especialização em Treinamento Esportivo. Professora efetiva do Colégio Franciscano Pio XII em São Paulo. Co-curadora das exposições Rainhas de Copas (Museu do Futebol, 2023) e Vem jogar com elas (SESC Pompéia, 2023). Escreve para a coluna As Mulheres do Futebol no portal Ludopédio. Integra o Grupo de Estudos Mulheres do Futebol (GEMF). Sobre Futebol e Mulheres publicou as seguintes obras: Futebol e Mulheres: 7 histórias pioneiras (Editora GRECCO, 2022), e o livro As pioneiras do futebol pedem passagem: conhecer para reconhecer (Editora Ludopédio, 2022), ambas em coautoria com Silvana Vilodre Goellner. Atua como comentarista esportiva da Cazé TV. Mulheres cujas histórias serão narradas na obra: Aline Pellegrino (42 anos): É ex-jogadora da seleção brasileira de futebol, sendo a capitã mais longeva da Seleção, inclusive contando os homens. Conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007). Foi Coordenadora do Departamento de Futebol Feminino da Federação Paulista e desde 2022 trabalha na CBF como Gerente de Competições. Ariadina Alves Borges (Ary Borges, 24 anos): Participou da seleção brasileira Sub-20 e da seleção principal. Umas das únicas jogadoras em atuação que se manifesta contra o racismo. Bruna Amarante da Silva (40 anos): Em 2010, jogando na Guiné Equatorial foi convidada a integrar a seleção nacional do país, naturalizou-se como cidadã africana para participar da Copa do Mundo FIFA de 2001. Atualmente joga no São José Esporte Clube e é uma das únicas jogadoras de futebol brasileiro que se manifesta sobre o racismo defendendo publicamente a necessidade de uma educação antirracista. Byanca Beatriz Alves de Araújo (Byanca Brasil, 28 anos): Defendeu a seleção brasileira sub-20 e principal. Conhecida do “Rainha da Lambreta”. Atualmente joga no Cruzeiro de MG e é ativista de causas LGBTQIAPN+, antirracistas e violência contra as mulheres. Cláudia da Silva Jacobs (Rio de Janeiro, 58 anos), Jornalista com passagem pelo Jornal os Sports, Última Hora, O Globo e BBC Londres. Única representante da imprensa nacional na cobertura da participação da seleção brasileira no Campeonato Experimental da China (1988). Foi diretora de comunicação da Riotur e integrou o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. É coautora do livro Futebol Exportação (Senac Rio, 2006). Graziele Pinheiro Nascimento (Grazi, 43 anos): Conquistou a medalha de bronze na Copa do Mundo de futebol Feminino (EUA, 1999), prata nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004), a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007) e a de prata em Guadalajara (2011). Se tornou a primeira mulher a ter seus pés colocados na calçada da fama do Memorial Corinthians. Ativista em prol das questões antirraciais e da inclusão de mulheres no futebol. Kátia Cilene Teixeira da Silva (Kátia Cilene, 47 anos) – Pela seleção brasileira disputou quatro Copas do Mundo (1995, 1999, 2003 e 2007). Participou dos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) e de Sydney (2000) e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007). Foi artilheira dos Jogos Mundiais Militares de 2011 com 9 gols. Mariléa dos Santos (Michael Jackson, 61 anos). Integrou a equipe que disputou o Torneio Experimental da China (1988) e a Copa do Mundo da Suécia (1995). Foi uma das primeiras brasileiras a atuar no exterior quando jogou no Torino (Itália) no início da década de 1990. Fez 1574 gols ao longo da carreira. Atuou em clubes como Radar, SAAD, Santos, Corinthians, Internacional e Vasco. Atualmente é diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino do Ministério do Esporte. Miraildes Maciel Mota (Formiga, 46 anos): Ícone do futebol nacional é a atleta, entre homens e mulheres, com a maior participação em Copas do Mundo, totalizando sete. Na edição de 2015, realizada no Canadá foi a jogadora mais velha a marcar um gol (37 anos) e em 2019 na França a mais velha em campo (41 anos). Medalhista de bronze no Mundial de 1999 (EUA) e de prata em 2007 (China), medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e Pequim (2008), acumula vários títulos nacionais e internacionais. Atuou em várias equipes no Brasil e em países como Suécia, França e EUA. Atualmente integra a seleção brasileira de Futebol 7. Miriam Soares (61 anos): Atuou como goleira da seleção brasileira na Copa do Mundo da China em 1991 e foi campeã sul-americana em 1995. Formada em Arquitetura e Administração de empresas, nunca abandonou o futebol. Trabalhou como técnica de futsal e futebol de campo feminino, sendo uma das mais premiadas treinadoras do interior de São Paulo. Rosana dos Santos Augusto (42 anos). Pela seleção brasileira é medalhista nos Jogos Olímpicos (2004 e 2008) e Pan-Americanos (2007 e 2011), vice-campeã mundial (2007) e campeã sul-americana (2010). Atuando em clubes nacionais conquistou vários títulos como Campeonato Paulista, Campeonato Brasileiro, Copa Brasil, Libertadores da América e Campeonato Mundial de Clubes. No exterior acumula os títulos de campeã da Champions League, da Liga Norte-Americana, do Campeonato Austríaco e da Universíade. Com passagem por vários times nacionais, jogou também na Áustria, Noruega, EUA e França. Atualmente é a treinadora da seleção brasileira feminina Sub-20. Roseli de Belo (55 anos): Participou do Torneio Experimental da China (1988). Da primeira edição da Copa do Mundo (China, 1991) e da primeira edição do futebol feminino nos Jogos Olímpicos (Atlanta, 1996). Foi tricampeã sul-americana (1991, 1995 e 1998) e, nesse último, consagrou-se como artilheira marcando 16 gols. Pela seleção, disputou 76 jogos oficiais marcando 72 gols. Atuou no São Paulo, Vasco da Gama, Corinthians, Saad, São Caetano e Palmeiras, onde encerrou a carreira em 2010. No futebol de salão teve passagem pela Bordon, Euroexport e Associação Sabesp. Jogou ainda no Japão e nos Estados Unidos. Se aposentou com 41 anos e por um tempo atuou em projetos vinculados à Prefeitura Municipal de Osasco. Tânia Maria Pereira Ribeiro (Tânia Maranhão, 50 anos): É uma das jogadoras mais longevas do futebol brasileiro jogando atualmente no Ação, equipe de Santo Antônio de Leveger/MT. Pela seleção brasileira conquistou medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e Pequim (2008), medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003, 2007 e 2011 e o vice-campeonato Mundial em 2007. Foi ainda campeã dos Jogos Mundiais Militares em 2011. Foi capitã da seleção nos Jogos Olímpicos de Pequim.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.