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O presente projeto trata do lançamento do livro de Naira Pennacchi, que registra e documenta a produção visual da artista desde o início de sua trajetória artística. Com organização de Mario Gioia e textos críticos de Ana Avelar e Bianca Coutinho, o livro pretende preservar, reunir e difundir a memória do corpo de trabalho poético de Pennacchi, que explora os limites entre o urbano e rural por meio de materialidades distintas. O livro promove reflexões acerca dos limites da abstração e figuração, no contexto da produção de mulheres nesse estilo dentro e fora do Brasil, e analisa o corpo de obras sob um viés próximo ao da psicanálise. Com tiragem de 1500 exemplares, olivro contará em sua produção gráfica com a editora Cristina Fino e a designer Luciana Facchini. Como contrapartida social, será realizada uma palestra com a artista e o curador para alunos e professores da rede pública de ensino.
O livro de Naira Pennacchi registra e documenta a produção visual da artista desde o início de sua trajetória artística. Com organização de Mario Gioia, curador independente e crítico de arte, além de textos críticos de Ana Avelar, professora da UnB (Universidade de Brasília) e curadora, e Bianca Coutinho Dias, psicanalista e crítica de arte, o livro pretende preservar, reunir e difundir a memória do corpo de trabalho poético de Pennacchi, que explora os limites entre o urbano e rural por meio de materialidades distintas. O livro promove reflexões acerca dos limites da abstração e figuração, no contexto da produção de mulheres nesse estilo dentro e fora do Brasil, e analisa o corpo de obras sob um viés próximo ao da psicanálise. O livro contará em sua produção gráfica com a editora Cristina Fino e a designer Luciana Facchini.
Objetivos gerais - Tornar disponível para o público o trabalho artístico da artista Naira Pennacchi, com um livro referencial e inédito sobre sua produção e trajetória; - Ampliar os conhecimentos e informações sobre a arte contemporânea com análises críticas da obra de Pennacchi, que explora os limites entre o urbano e rural por meio de materialidades distintas; - Promover reflexões acerca dos limites da abstração e figuração, no contexto da produção de mulheres dentro e fora do Brasil, e analisar o corpo de obras sob um viés próximo ao da psicanálise. Objetivos específicos - Pesquisar, curar e editar um livro referencial e inédito com imagens da obra da artista Naira Pennacchi; - Imprimir e publicar 1.500 exemplares do livro; - Realizar uma palestra com a artista Naira Pennacchi e o curador Mario Gioia voltada para alunos e professores da rede pública de ensino como medida de contrapartida social.
A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo, hoje, é uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o país. A publicação do livro da artista Naira Pennacchi (Jacutinga, MG, 1980) registra e documenta a produção visual da artista desde o início de sua trajetória artística e se destaca por ser um projeto conceitualmente coerente com a contemporaneidade. Com organização de Mario Gioia, curador independente e crítico de arte, além de textos críticos de Ana Avelar, professora da UnB (Universidade de Brasília) e curadora, e Bianca Coutinho Dias, psicanalista e crítica de arte, o livro pretende preservar, reunir e difundir a memória do corpo de trabalho poético de Pennacchi, que explora os limites entre o urbano e rural por meio de materialidades distintas. O livro promove reflexões acerca dos limites da abstração e figuração, no contexto da produção de mulheres nesse estilo dentro e fora do Brasil, e analisa o corpo de obras sob um viés próximo ao da psicanálise. O livro contará em sua produção gráfica com a editora Cristina Fino e a designer Luciana Facchini. Portanto, pleitear recursos de Incentivo Fiscal pela obtenção de benefícios da Lei Rouanet, um dos principais mecanismos de fomento à cultura, se justifica na medida em que se entende a importância de realização de ações como esta para promover, estimular e disponibilizar ao público novas pesquisas da arte brasileira. O apoio para o projeto é fundamental para a realização desse projeto, que se enquadra nos seguintes incisos definidos no art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Os seguintes objetivos elencados no art. 3º da Lei 8.313/91 serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Trechos de deslocamento:Lisboa (Portugal) - São Paulo - SP (Brasil) - Lisboa (Portugal) - 01 trecho para a artista (Naira Pennacchi)
LIVROAutoria: Naira PennacchiTextos de: Mario Gioia, curador independente e crítico de arte; Ana Avelar, professora da UnB (Universidade de Brasília) e curadora; e Bianca Coutinho Dias, psicanalista e crítica de arte.Conteúdo: três textos críticos com tradução em inglês, fotos das obras e vistas de exposição. Imagens: 150 à 200 imagensTotal de páginas: 260Formato fechado: 20 x 26 cmTiragem / Quantidade: 1.500 exemplares MIOLOFormato fechado: 18 x 20 cmFormato aberto: 36 x 20 cmPapel: couche fosco 150gImpressão: 4 x 4 coresAcabamento: costura CAPAFormato fechado: 20 x 26 cmFormato aberto: 40 x 26 cmPapel: papelão 15 com revestimento em saphirImpressão: 4 x 0 coresAcabamento: laminação fosca
Produto LIVRO Acessibilidade física: Não se aplica. Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, serão adotadas as seguintes medidas: I - Referente à deficiência visual (a), será disponibilizada gratuitamente na internet a versão do livro narrado completo, por tempo indeterminado. Item orçamentário: Narrador de Audiodescrição. II - Referente à deficiência auditiva (b): Não se aplica. III - Referente à deficiência intelectual (c), a áudiodescrição será narrada de forma clara e pausada, de forma a possibilitar a escuta e a compreensão de portadores de deficiência intelectual. Item orçamentário: Narrador de Audiodescrição. Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: a palestra ocorrerá em espaço acessível a pessoas com deficiência, em conformidade com o artigo 27 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11 DE 2024: acessibilidade I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação. Acessibilidade comunicacional: I - Referente à deficiência visual (a), a proponente prevê a disponibilização de audiodescrição, caso a palestra inclua a apresentação de elementos visuais. Item orçamentário: Audiodescrição. II - Referente à deficiência auditiva (b), a palestra contará com intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete de libras. III - Referente à deficiência intelectual (c), a palestra será ministrada fazendo uso de linguagem simples e clara, de forma pausada, possibilitando a escuta e a compreensão de portadores de deficiência intelectual. Item orçamentário: Não se aplica.
Como medida de ampliação de acesso, o projeto oferece uma conversa entre a artista Naira Pennacchi e o curador Mario Gioia em espaço aberto gratuitamente ao público em geral. Em atendimento ao artigo 29 da IN nº 11/2024, os seguintes percentuais de distribuição serão observados: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Como medida adicional, a seguinte ação prevista no artigo 30 da IN 11 de 2024 será adotada: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Proponente (Coord. do projeto): Roberto Bertani Bacharel em Desenho Industrial pela Faculdade Armando Álvares Penteado, Especialista em Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Mestre em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista e Doutor em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é Diretor Geral na empresa Gabinete de Cultura - RBV3B Comunicação e Eventos Ltda. É Diretor Geral do Museu Belas Artes de São Paulo, foi Diretor Executivo do Instituto de Cultura Contemporânea, Superintendente Geral e Curador Artístico da Fundação José e Paulina Nemirovsky, Diretor Executivo do Instituto de Arte Contemporânea, e Diretor Executivo da Fundação Estudar. É o Coordenador do curso de Pós-Graduação em Arte e Mercado, e do Bacharelado em Artes Visuais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, Professor Titular da graduação e pós-graduação da Fundação Armando Álvares Penteado. É membro do ICOM - International Council of Museums. Tem larga experiência nas áreas de Arte, Cultura, Marketing e Comunicação, com ênfase em gestão, atuando principalmente nos seguintes campos: artes visuais, marketing, publicidade, relações públicas, memória e gestão cultural. Artista (Direitos Autorais): Naira Pennacchi (Jacutinga, MG, 1980) Naira Pennacchi, artista visual multidisciplinar desde 2017, vive e trabalha em Ribeirão Preto (SP) e São Paulo (SP). Sua produção se concentra na pintura, além de abarcar vídeo, objeto, instalação, desenho e obra sonora. Teve projetos selecionados em editais como os do Museu de Arte Contemporânea de Campinas (2022), Museu de Arte de Blumenau (2021) e 18º Programa de Exposições do Marp (2021). Participou de residências e diversas exposições coletivas e individuais, incluindo Travessias (Galeria Gare, São Paulo, 2023) e Ornamento Cósmico (CAC W, Ribeirão Preto, 2023). Também integrou grupos de estudos com artistas como Paulo Pasta e Thiago Honório. Administração do projeto: Júlia Hallal (Ribeirão Preto, 2000) Júlia Hallal é Produtora Cultural e Artista Visual, natural de Ribeirão Preto (SP). Atua profissionalmente naárea da cultura e vive em São Paulo (SP) desde 2019. É graduada pela FEBASP (Centro Universitário Belasartes de São Paulo) e trabalha atualmente na empresa N+1 Arte Cultura, empresa de produção cultural, comTêra Queiroz e Daniel Rangel, além de realizar projetos independentes. Como assistente de produção, decuradoria e produtora executiva, esteve presente em importantes exposições e projetos culturais como aexposição como "The Square", organizada pela marca Bottega Veneta e a empresa Iguatemi, realizada naCasa de Vidro, do Instituto Bardi; "O Mergulho - Renata Adler", no Farol Santander; "Arte é Bom", no MIS-SP; "A Natureza das Coisas - Carlito Carvalhosa", no SESC Pompeia; "Sem Sinal - João Bandeira", no CentroUniversitário Maria Antônia; e "Linhas de Força, Superfícies de Contato", na Gare Galeria. Além disso,também participa através da empresa que trabalha da produção, comunicação e curadoria do Prêmio Museué Mundo, premiação nacional. Com significativa experiência em diversas áreas do setor cultural e costuma realizar projetos com o arquiteto Álvaro Razuk, o diretor do Centro de Estudos do Memorial da América Latina, Roberto Bertani, e a produtora / advogada Patrícia Galvão, da Ponto de Produção. Textos curatoriais: Mario Gioia (São Paulo, 1974) Curador independente e crítico de arte, é graduado pela ECA-USP. Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP e fez, na mesma instituição, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015, no CCSP, fez a curadoria de Ter Lugar para Ser, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Em 2011, passou a integrar o grupo de críticos do Paço das Artes, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Exercícios Cosmopolíticos, de Gustavo Torrezan, Luz Vermelha, de Fabio Flaks, Black Market, de Paulo Almeida, e A Riscar, de Daniela Seixas, além de Ateliê Fidalga no Paço das Artes. Em 2019, iniciou o projeto Perímetros no Adelina Instituto, em SP, dedicado a artistas ainda sem mostras individuais na cidade, que contou com 5 exposições solo de artistas de BA, DF, RS e interior de SP. Em 2016, a mostra Topofilias, com sua curadoria, no Margs (Museu de Arte do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, foi contemplada com o 10º Prêmio Açorianos. Na feira ArtLima 2017 (Peru), assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil, intitulada Sul-Sur, e fez o texto crítico de Territórios forjados (Sketch Galería, 2016), em Bogotá (Colômbia). Em 2018, assinou a seção curatorial dedicada ao Brasil na feira Pinta (Miami, EUA) e a curadoria de Esquinas que me atravessam, de Rodrigo Sassi (CCBB-SP). Já fez a curadoria de mostras em cidades como Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador, entre outras. É colaborador de periódicos de artes como Arte al Día. Produtora gráfica: Luciana Francchini Designer gráfica formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) em 2000, trabalhou na editora Cosac Naify entre 2005 e 2009. Dirige desde 2010 seu próprio estúdio, com trabalhos focados na área de cultura, especialmente na área editorial e de exposições, com clientes como Instituto Moreira Salles, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Sesc, Masp, VideoBrasil, entre outros. Coordenação editorial (Editora): Cristina Fino Cristina Fino é formada em ciências sociais pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp (1986), com especialização em design e produção de livros pela London School of Communication, Londres (1992). Foi editora-assistente da Edusp (1995-2000), editora nas áreas de arte e arquitetura da Cosac Naify (2000-2008) e coordenadora editorial da Fundação Bienal de São Paulo (2010-2022). Atualmente desenvolve projetos como editora e tradutora autônoma. Pesquisa: Bianca Coutinho (1979) Psicanalista, escritora, ensaísta e crítica de arte, atua no território multidisciplinar da psicanálise, literatura, filosofia, teoria e prática artística. Mestre em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense - UFF (2017). Especialista em História da Arte pela Faculdade Armando Alvares Penteado - FAAP (2011). Graduada em Psicologia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora - CES (2002). Fundou e coordenou o Núcleo de Investigação em Arte e Psicanálise do Instituto Figueiredo Ferraz - IFF (Ribeirão Preto/SP 2012-2015). Participou do grupo Redes de Pesquisas Escritas da Experiência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ. Co-coordenou o Projeto de Cinema e Psicanálise Cine-Cult USP Ribeirão Preto, em parceria com o Centro Lacaniano de Investigação da Ansiedade - CLIN-A. Pesquisa: Ana Avelar (1977)Ana Avelar é professora de Teoria, Crítica e História da Arte na Universidade de Brasília (UnB). Especialista em crítica de arte brasileira, possui interesse por arte abstrata. É curadora de arte moderna e contemporânea com exposições realizadas no Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte (CCBB-BH), Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), Museu Nacional da República, Brasília, e SESC-SP, entre outros. Integra, ainda, júris de prêmios nacionais e internacionais artísticos e acadêmicos. Editora (Impressão): IPSIS A Ipsis destaca-se pela inovação em tecnologias de impressão, como Fullblack, +Color, 4Gray e 2Black, oferecendo alta qualidade para o mercado editorial e de arte. A empresa investe em papéis de qualidade superior e na modernização de seu parque gráfico com equipamentos de ponta. Visando o mercado internacional, a Ipsis busca ser referência global na impressão editorial e de arte, comprometendo-se com a inovação e a excelência para consolidar sua presença global. Já realizou projetos para instituições como MASP e inúmeras exposições e artistas consagrados no cenário artístico atual, além de marcas reconhecidas como referência pelo mercado.
PROJETO ARQUIVADO.