Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2415757Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Negra Devoção - Livro

IF GONCALVES EDITORA
Solicitado
R$ 556,1 mil
Aprovado
R$ 556,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-15
Término
2026-01-15
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Livro de valor artístico com fotografias e texto, baseado numa pesquisa de campo de mais de 9 anos e na dissertação de mestrado em Ciência da Religião do fotógrafo Marco Antonio Sá, mostrando a origem e a presença africana dos povos Congo/Angola nas festas dedicadas a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito realizadas em vários estados brasileiros, frequentemente chamadas de Congado ou Reinado.

Sinopse

O Livro de valor artístico, fotografias e textos, e e book com o mesmo conteúdo: O livro se baseia em uma pesquisa de campo do autor, Marco Antonio Sá, fotógrafo, que passou 9 anos fotografando festas dedicadas a N. Sra. do Rosário e São Benedito em vários estados do Brasil. Essa pesquisa de campo foi a base de um mestrado em Ciência da Religião defendida em 2017, cuja dissertação é o texto do livro. “Meu interesse pelas festas de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito começou em Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais e se tornou mais forte quando conheci a mesma festa na cidade de Itaúna, também em Minas. Havia sensíveis diferenças na forma como as duas festas eram organizadas, embora as semelhanças também fossem muitas. Conheci outras festas mineiras e fui aos poucos percebendo as semelhanças e, sobretudo, as diferenças entre elas, muitas de cunho cultural regional ou da origem das pessoas, mas todas com grande presença e influência na cultura brasileira. Acho que foi aí que de fotógrafo eu me tornei também um pesquisador; nesse momento em que eu perguntei – Por que existem essas diferenças? Eu queria de fato, responder a essa pergunta ou encontrar alguém que me ajudasse a fazê-lo. Ao ter a fotografia como base para uma pesquisa de mestrado sobre uma forma específica da religiosidade popular, sua influência na cultura regional e brasileira, eu utilizo seu potencial como fonte de informação a ser partilhada e avaliada em conjunto com um texto muito mais complexo e completo do que uma simples legenda. Isso implica numa enorme responsabilidade. Afinal, estou mostrando o que não foi feito para ser mostrado, divulgando o que não foi feito para ser, prioritariamente, visto. Entendo que a grande diferença entre a cultura popular e a chamada cultura erudita é que a segunda é feita por uma ou mais pessoas, para ser vista e usufruída por outras que em geral não têm nenhuma ligação com as que a produzem, sendo apenas apreciadores. Cinema, teatro, literatura, pintura e mesmo a fotografia tratada como arte são produzidos para serem consumidos por uma plateia ávida de entretenimento ou diversão e eventualmente algum conhecimento. A cultura popular, ao contrário, não é feita para ser vista por outros. Ela é feita para ser vivida por quem a faz. Nem um maracatu nem uma guarda de Congo saem às ruas para serem filmados ou fotografados. Esses brincantes fazem do canto e da dança uma oração, e seu objetivo ao irem para as ruas é unicamente rezar, cantando e dançando. Por isso é enorme a responsabilidade de quem se dedica a mostrar essa cultura, consciente de que ela não é e não quer ser um espetáculo. • Palestras- Realizar 3 palestras como ações de contrapartida social - Palestras Todas alusivas ao livro e em escolas Públicas da Região da Grande São Paulo, as palestras abordarão o tema principal, ou seja, a presença da cultura africana BANTU nas festas dedicadas a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, espalhadas pelos Estados brasileiros. Além disso, o artista / fotógrafo relatará suas experiências para a obtenção das fotos, o conhecimento e a convivência com os grupos fotografados, locais por onde esteve, e a constatação da influência dessas verdadeiras festas na cultura do nosso país.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Edição de livro de arte - fotos e texto - e edição de e book com o mesmo conteúdo. Difusão das manifestações culturais negras, cultura ancestral, cosmologia e cosmovisão. Rituais míticos e místicos. Divulgação do trabalho artístico do fotógrafo Marco Antonio Sá OBJETIVOS ESPECÍFICOS * Incitar a curiosidade, e o desejo de se aprofundar nas origens e na cultura de nossos ancestrais e suas devoções, tornadas populares. * Partilhar o conhecimento com a sociedade de um tema pouco conhecido. * Fomentar o respeito, diminuir o preconceito sobre a raça negra que, de fato, é responsável por muito da forma de viver e entender o mundo na sociedade em que vivemos. * Fazer conhecer / difundir os rituais praticados por negros há séculos, e que influenciaram - ainda influenciam - na cultura brasileira. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: • Realizar 3 palestras como ações de contrapartida

Justificativa

Pelos valores envolvidos, pelos benefícios sociais previstos no PRONAC e pela relevância do projeto, a aprovação do mesmo nos trâmites da Lei de Incentivo e´ essencial para sua viabilidade. O NEGRA DEVOÇÃO - Livro deste projeto cumpre com as seguintes finalidades descritas no Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento dessas finalidades, o projeto se enquadra no indicado no Art. 3° da Lei 8.313/91: II- fomento à produção cultural e artística mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. Além disso, será uma valiosa ferramenta para aplicação da lei 10.639/2003. A Cosmologia Bantu nas festas desde há trezentos e cinquenta anos… Esse foi o tempo da escravidão no Brasil. Contando como início da nossa história à chegada de Cabral, em 1500, temos mais tempo como Nação escravocrata do que como país de homens e mulheres livres. É bem possível que nem os netos das pessoas que estão hoje lendo este texto estejam vivos, quando este tempo chegar a um empate, daqui a 160 anos. A escravidão deixou de fazer parte da nossa vida há tão pouco tempo que é difícil acreditar que muitos de nós já se esqueceram ou nada sabem sobre ela. A história da África faz parte da nossa história e cultura desde que os primeiros homens e mulheres do Congo e de Angola, e que foram chamados de Bantu, foram trazidos para trabalhar nas plantações de açúcar. Foram mais de 4 milhões de africanos trazidos para cá e os Bantu foram a maioria deles. De fato, formamos uma sociedade repleta dos costumes e do saber Bantu, que serviram de base para que outras culturas, de outros povos africanos também trazidos como escravos pudessem encontrar um modo de sobreviver. Quando falamos camundongo, bagunça, cafundó, quiabo, moleque e mais centenas de outras palavras, estamos falando Bantu. Esses mais de 500 povos, que habitavam a África central e que tinham uma raiz linguística comum, tiveram seus primeiros contatos com a cultura portuguesa cerca de 20 anos antes de o Brasil ser encontrado pelos Portugueses, e foram apresentados, como era providência, ao Catolicismo como homens e mulheres livres. Capazes de entender e absorver elementos dessa nova cultura e agregá-los ao seu saber ancestral, os Bantu assumiram esses aprendizados em suas vidas e elaboraram um curioso sistema de crenças que misturava todos os saberes. Eles se tornaram católicos sem deixar de ser Bantu. Os costumes e aprendizados chegaram ao Brasil com os escravizados, e se organizou em Irmandades de Homens Pretos sob a proteção dos Santos Negros: N. Sra. do Rosário, São Benedito, Santa Efigênia. Serviriam como forma de resistência e manutenção de um mínimo de dignidade para, inclusive, enterrar seus mortos. Com rituais míticos e místicos, e a cultura trazida de fora, formaram a base da cultura que hoje aqui está, coroando seus reis e rainhas, dançando e cantando como forma de oração, os Bantus mantinham com eles sua ancestralidade e as memórias trazidas da África e que eram o que a escravidão nunca tirou deles. A maioria das festas celebra um Mito fundador, que nem sempre tem embasamento teológico e que, na maioria das vezes, é a base da devoção e da cultura popular. Este projeto reúne fotografias feitas em vários Estados brasileiros, para mostrar como a cosmologia Bantu se fez presente e se espalhou pelo Brasil. É o resultado de um trabalho que começou há mais de 10 anos em Minas Gerais, e que levou o artista / fotógrafo Marco Antonio Sá a querer saber mais sobre essa emocionante trajetória cultural e africana que está presente em tantos lugares no Brasil. O Projeto prevê o atendimento a: Alinea a do Inciso I, do Artigo 20, da IN n.º 2, de 23.04.19. Incisos III, IV do Artigo 1º da Lei 8313, de 12/91 Alínea b do Inciso II, do Artigo 3º da Lei 8313, de 12/91. Após uma edição criteriosa serão escolhidas as fotos entre as já produzidas na pesquisa de campo, que ilustram as informações do texto. Escolhidas as fotos e revisados os textos, será procedida a produção do livro físico que será impresso e distribuído. O e book será produzido mostrando as mesmas imagens e textos do livro impresso, com o adicional da audiodescrição que permitirá aos portadores de deficiência visual acompanharem o trabalho e conhecerem seu conteúdo. Palestras _ Serão realizadas palestras alusivas ao livro no lançamento do livro e para alunos e professores de escolas Públicas da Região da Grande São Paulo, as palestras abordarão o tema principal, ou seja, a presença da cultura africana BANTU nas festas dedicadas a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, espalhadas pelos Estados brasileiros. Além disso, o artista / fotógrafo relatará suas experiências para a obtenção das fotos, o conhecimento e a convivência com os grupos fotografados, locais por onde esteve, e a constatação da influência dessas verdadeiras festas na cultura do nosso país.

Estratégia de execução

Este é o projeto de um livro com cerca de 130 fotografias feitas em vários estados brasileiros, para mostrar como a cultura e a cosmologia Bantu se fazem presentes e se espalharam pelo Brasil. Resultado de um trabalho que começou há mais de 9 anos, em Minas Gerais sobre essa emocionante devoção católica e africana que está presente em tantos lugares no Brasil. Direitos autorais destinado ao autor do livro -https://www.marcoantoniosa.com.br/quem-sou-eu O Valor descrito como direito autoral inclui também o Direito de uso da imagem dos grupos fotografados e será repassado a eles. (https://www.behance.net/gallery/113504799/Negra-Devocao). Previsto para até 8 grupos.

Especificação técnica

INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE A PUBLICAÇÃO - LIVRO DE VALOR ARTÍSTICO - FOTOS & TEXTOS QUANTIDADE: 1.000 TAMANHO: 24cm x 30cm NÚMERO DE FOTOS: entre 130 a 150, texto inserido NÚMERO DE PÁGINAS: 320 páginas CORES: 4x4 PAPEL DO MIOLO: Couchê fosco Imune, 150g PAPEL DA GUARDA: Couchê fosco Imune, 150g PAPEL DA CAPA: Couchê fosco Imune, 150g

Acessibilidade

LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: o livro não apresenta restrições para pessoas com deficiência física ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Para atender as pessoas com deficiência visual, público que não poderia usufruir do produto livro de artes visuais sem uma medida específica voltada para ele, o projeto propõe a digitalização do livro para formato acessível para PcD , que será disponibilizado on-line, informação que constará em todo material de divulgação do livro; uma divulgação específica para os canais que atingem esse público específico também será empreendida; • Item da planilha orçamentária: audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: o livro não apresenta restrição de acesso a PcD Auditivo. Livro formado prioritariamente por imagens e alguns textos ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: o livro não apresenta restrição de acesso a pessoas com deficiência cognitiva. Livro formado prioritariamente por imagens e alguns textos. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: as palestras serão realizadas em espaço adaptado para o acesso de pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: as palestras não apresentam restrições para pessoas com deficiência visual. As imagens apresentadas serão descritas/ audiodescrição. • Item da planilha orçamentária: audiodescrição ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras durante a realização das palestras • Item da planilha orçamentária: intérprete de libras

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A distribuição da tiragem do livro acontecerá da seguinte forma: - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. A distribuição da tiragem gratuita será realizada através do contato direto com o sistema municipal de bibliotecas em SP, para distribuição pelas bibliotecas da cidade. A central costuma receber até 100 exemplares para a distribuição pelas bibliotecas da cidade. Bibliotecas de outros estados também serão contactadas visando ampliar o alcance da publicação em outras regiões. Também será realizada a doação feita via Organizações da Sociedade Civil que mantém projetos de cunho educacional e artístico para suas bibliotecas. Distribuição via Bibliotecas dos CEU's, via Secretaria Municipal de Cultura. Sobre a venda do livro, ele será vendido pelo preço integral de R$ 80,00 e preço promocional de R$ 42,36. A venda acontecerá via loja virtual e via distribuição em algumas livrarias especializadas em livros de arte na cidade de São Paulo. Realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tal como exposições fotográficas nos eventos de lançamento do livro. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social;

Ficha técnica

Iago Freitas Gonçalves, proponente do projeto, CEO da Editora Recriar-https://www.editorarecriar.com Fundada em 2018 e sediada em São Paulo, a Editora Recriar vem se consolidando como uma referência no mercado editorial brasileiro, com um catálogo completo de 271 livros publicados e comercializados. Sua linha editorial abrange diversas áreas do conhecimento, promovendo obras que incentivam o pensamento crítico, a diversidade de ideias e o acesso à cultura e ao aprendizado. Com uma equipe dedicada à curadoria de títulos relevantes e à qualidade editorial, a Editora Recriar busca impactar positivamente seus leitores, oferecendo conteúdos que educam, inspiram e transformam. Produtor executivo - Marta Xavier -Pós graduação em marketing na Escola Superior de Propaganda e Marketing/ ESPM , formada em Propaganda e Publicidade pela PUC - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Cursou especialização em gestão de negócios -Ufba - universidade federal da bahia . Experiência em projetos corporativos, planejamento de comunicação, ações culturais, promocionais e endomarketing. Portfólio no site -https://diferencialmarketing.my.canva.site/diferencialmarketing .Responsável pela elaboração do projeto culturais, coordenação geral e acompanhamento do cronograma das ações de todas as fases do projeto. Autor do Livro, MARCO ANTONIO FONTES DE SÁ - Fotógrafo / Palestrante Fotógrafo há mais de 30 anos, Mestre e Doutor em Ciência da Religião pela PUC / SP, com pesquisas de campo relacionadas à Cultura e à religiosidade popular brasileiras, uma das quais é a base da elaboração deste Projeto. -https://www.marcoantoniosa.com.br/quem-sou-eu

Providência

PROJETO ARQUIVADO.