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PRONAC 2415763Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NADO PARA NAO VIRAR MAR

REGINA MARIA PESSOA DANTAS
Solicitado
R$ 249,2 mil
Aprovado
R$ 249,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 4,3 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-11-11
Término
2026-02-11
Locais de realização (2)
Fortaleza CearáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa realizar a exposição de artes "NADO PARA NÃO VIRAR MAR" que irá caminhar por três ambientes, sendo eles: uma série de desenhos a nanquim sobre papel seguido de objetos em ciclogravura, fechando com uma instalação interativa.

Sinopse

A exposição contará com obras da artista Regina Pessoa, dividida em três momentos, passando primeiro por desenhos em nanquim e técnicas mistas se expandindo para outras linguagens de artes visuais, boa parte delas realizados a partir da interlocução da artista com artesãos cearenses. O tema da exposição gira em torno de questões relacionadas à ideia de pertencimento, mobilidade e sustentabilidade. RELAÇÃO PRELIMINAR DE OBRAS DA PROPONENTE -TEIA, Desenho, Nanquim sobre papel, 70 x 70 cm; -ENTRENÓS, Desenho, Nanquim sobre papel, 70 x 100 cm; -VÓRTICE, Desenho, Nanquim sobre papel, 64 x 80 cm; -DUO OU DUALIDADE, Desenho, Nanquim sobre papel, 100 x 70 cm; -VÔO Desenho, Nanquim sobre papel, 70 x 50 cm; -CORRENTE, Desenho, Nanquim sobre papel, 140 x 70 cm; -TROPICAL, Desenho, Nanquim sobre papel, 54 x 40 cm; -RAÍZES, Desenho, Nanquim sobre papel, 57 x 100 cm; -POR UM FIO, Desenho, Nanquim sobre papel, 55 x 43 cm; -DRAGÃO, Desenho, Nanquim sobre papel, 70 x 50 cm; -DESERTO, Técnica Mista, 41 x 60 cm; -CAMINHOS CRUZADOS, Técnica Mista, 50 x 66 cm; -PERFURA, Técnica Mista, 50 x 66 cm Outras obras serão produzidas e acrescentadas à exposição durante a execução desta proposta cultural.

Objetivos

Objetivos Gerais - Promover o contato entre artesa~os cearences e a arti´sta Regina Pessoa; - Disseminar a te´cnica de ciclogravura origina´ria de artesanato local; - Democratizar o acesso a galeria de artes, promovendo exposiça~o gratuita para toda a comunidade; - Gerar empregos diretos e indiretos com a produça~o da exposiça~o. Objetivos Especi´ficos 1) Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS. Realizar a exposição NADO PARA NÃO VIRAR MAR (título provisório) ao longo de 2 meses. Estima-se um pu´blico total de 1.000 pessoas. 2) Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL. Realizar 2 laborato´rios/oficinas e 2 conversas sobre o processo da artista e a te´cnica de ciclogravura para público total de 100 pessoas.

Justificativa

NADO PRA NÃO VIRAR MAR, e´ um projeto para exposiça~o de Regina Pessoa que pretende apresentar ao pu´blico uma viagem imersiva ao universo criativo da artista, num percurso sensi´vel, proposto para ativar o pensamento. Assim, o fluxo da exposiça~o sera´ dividido em três momentos, iniciando com os desenhos em nanquim sobre papel, seguido de objetos em ciclogravura e fechando com uma instalaça~o interativa. Um importante desdobramento deste projeto se dara´ pela interlocuça~o da artista com artesa~os cearenses, visando novos desdobramentos de trabalhos em ciclogravura, também conhecida como silicografia - te´cnica origina´ria do artesanato local onde se usa areia das dunas da praia para produça~o de souvenirs. A aça~o visa uma troca de saberes, propondo novas narrativas focadas nos processos e experimentações com acrescimo de material descartável, em especial oléo residual automotivo, abrindo caminhos que poderão ser incorporados pelos profissionais que fazem desse ofício sua principal fonte de renda. O projeto possibilitara´ tambe´m a reconexa~o de Regina, que e´ candanga e cearense, com suas origens nordestina de forma a viabilizar dia´logos entre diferentes territo´rios expressivos (contemporâneo e popular), visando a elacobracao de obras que dialogam com questo~es de sustentabilidade e preservaça~o do meio ambiente. Com proficiência em várias linguagens artísticas, Regina Pessoa entrega uma experiência estética e crítica, articulando diálogos entre o público e o patrimônio ambiental, entre memória e ação, e entre os diferentes territórios expressivos que costuram o passado e o presente. Esta exposiça~o e´ de grande importância por promover cultura gratuita a comunidade e por estar voltada para um pu´blico de diferentes faixas eta´rias e classes sociais. Ale´m disso, encoraja outras pessoas a se tornarem ativas incentivando o despertar do olhar e o desejo de se expressar. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte e espeta´culos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

ARQUIVOS ANEXADOS: 1. Novo_PROJETO NADO PARA NAO VIRAR MAR.pdf 2. Novo_CURRICULO ARTISTA PROPONENTE.pdf 3. Novo_CURRICULO EQUIPE.pdf 4. Novo_CLIPPING PROPONENTE.pdf 5. Novo_PORTFOLIO DA REGINA PESSOA.pdf 6. Novo_PLANO MUSEOGRAFICO.pdf OBS: NAO CONSIGO ANEXAR OS ARQUIVOS EM PDF. PROVÁVEL PROBLEMA NO SISTEMA SELIC. FIZ VÁRIAS TENTATIVAS.

Especificação técnica

PROPOSTA MUSEOGRÁFICA ANEXADA

Acessibilidade

Acessibilidade: Exposição de Artes Acessibilidade Física: A exposição será realizada em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos, como assentos preferenciais, piso de borracha tátil para deficientes visuais, banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: Parte da linguagem visual da exposição será adaptada com letras em fonte aumentada, dessa forma, contemplando pessoas com deficiência visual, além de monitores com capacidade de comunicação em libras para atender pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade: Oficinas: Acessibilidade Física: O local de realização das 2 oficinas será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade de conteúdo: As 2 conversas contará com um intérprete de libras, em caso de participantes com deficiência auditiva e monitores para auxiliar pessoas com deficiência visual e cognitiva.

Democratização do acesso

Atividades para Exposição: Disponibilizar conteúdos digitais gratuitos (vídeos explicativos, fotografias e textos sobre o impacto ambiental e o conceito do projeto) acessíveis via QR Codes espalhados pela exposição, permitindo acesso direto a informações complementares. Atividades em Redes Sociais: Criar uma conta no instagram em nome do projeto para democratizar os conteúdos da exposição, incluindo posts educacionais sobre a técnica de silicografia e o processo artístico com resíduos. Lives e vídeos curtos podem ser realizados com a artista ou curadores falando sobre as obras, estimulando a interação com o público online.

Ficha técnica

Regina Pessoa - Coordenadora-Geral e Artista Regina Pessoa é artista visual, candanga, nasceu em Icó (CE), e atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ). Possui formação multidisciplinar com ênfase em Comunicação e Artes Visuais. Desenvolve trabalhos em diferentes linguagens, tais como como desenho, pintura, ciclogravura e performance. Selecionada no edital do ArtResist com exposição em Saarbrucken, Alemanha e no 1° edital de artista independentes da Artsoul ambos em 2021. Teve seu projeto Calçadas elegido pelo FAC, Fundo de Apoio à Cultura-DF. Em 2011 foi premiada em 1° lugar no II Salão de Artes Plásticas das Regiões Administrativas do DF. Neste mesmo ano, realiza a videoinstalação “corpoalma”, na Casa da Cultura da América Latina - CAL (Brasília - DF), projeto também selecionado pelo FAC/DF. Foi roteirista do filme “Cora Coralina, Todas as Vidas”, vencedor na categoria Melhor Documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e no 49° Festival de Cinema de Brasília do Cinema Brasileiro (2018). Possui obras no acervo do Museu de Arte do Rio-MAR (Rio de Janeiro-RJ), Museu Nacional (Brasília-DF), SeCult - Secretaria da Cultura (Brasília-DF), Casa do Brasil (Madri-Espanha), além de coleções particulares. Tem participado de exposições coletivas e individuais com destaque paras as individuais “Calçadas” (2016) apresentada no Museu Nacional da Republica (Brasília-DF) e “EntreNós” (2019) na galeria Andrea Rehder Arte Contemporânea (São Paulo-SP), bem como as coletivas “Brasilia, Arte e Democracia” na FGV.Arte, “Poéticas do Agora” (2024), no CCJF, Centro Cultural da Justiça Federal (Rio de Janeiro - RJ) e “Não Matarás” (2017) no Museu Nacional Honestino Guimarães (Brasília-DF). Clarissa Diniz - Curadora Clarissa Diniz (1985) nasceu em Recife e atualmente reside no Rio de Janeiro. É crítica de arte e curadora. Graduada em Lic. Ed. Artística/Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, mestre pelo Programa de Pós- Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Entre 2006 e 2015, foi editora da Tatuí, revista de crítica de arte. Publicou diversos livros e realizou inúmeras curadorias, dentre as quais destacam-se “Contrapensamento selvagem” (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP), “Zona tórrida – certa pintura do Nordeste” (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Santander Cultural, Recife), “Ambiguações” (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013), “Pernambuco Experimental” (Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro, 2013), “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” (cocuradoria com Rafael Cardoso, Museu de Arte do Rio – MAR, 2014), “Todo mundo é, exceto quem não é” – 13° Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belenzinho, 2017) e “Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena” (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017). Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP. Membro do Comitê de Indicação PIPA 2019. Luis Sardá - Expografia Licenciado em Belas Artes, com especialização em Desenho pela Universidade Complutense de Madri (Espanha). Cursou o Master de Arquitetura Bioclimática e Meio Ambiente na Universidade Politécnica de Madrid. Em 1981, iniciou sua experiência profissional como designer gráfico no estúdio TAU Design em projetos de imagem e identidade visual. Luis Sardá, tem uma longa trajetória profissional em design, com estúdios em Espanha, Madri, Suíça, Estados Unidos e Brasil. Em 2013 iniciou uma nova etapa profissional no Brasil, fundando o Estúdio OkaLab - Design e Comunicação, Ltda. em parceria com a jornalista Conchita Rocha www.okalab.com.br.. Em 2011, a convite da Unesco, desenvolveu os projetos de redesenho do escritório da Unesco no Distrito Federal e de direção artística e expográfica do Museu de Congonhas, Minas Gerais, inaugurado em dezembro de 2015. Luis Sardá é especialista em desenho gráfico, design de ambientes efêmeros e permanentes, e design de interiores. Durante sua carreira profissional desenvolveu projetos de sinalização, projetou museus; exposições; pavilhões em expos internacionais; espaços públicos; stands; pontos de informação; e projetos de identidade visual. Entre os projetos mais importantes de sinalização no Brasil, constam a Sinalização do Patrimônio Mundial no Brasil com a criação da publicação “Orientações Técnicas para Aplicação”.Também desenvolveu os projetos de sinalização para o Patrimônio do Mercosul e para o Patrimônio Imaterial da Humanidade no Brasil para o IPHAN. Também realizou outros projetos como a sinalização do prédio do Museu de Congonhas, do prédio do Conselho Federal de Odontologia, e para o SENAR o projeto de sinalização dos Centros de Excelência e para os Polos de Ensino. Marisa Melo - Produtora Marisa S. Mello é doutora em História pela UFF. De 2013 a 2018, realizou o pós-doutorado no Programa de Pós Graduação em Cultura e Territorialidades (UFF), desenvolvendo pesquisa sobre práticas de leitura em bibliotecas; atuando como professora; e ainda como orientadora de projetos acadêmicos. A partir de 2008, começou a trabalhar na criação e gestão de projetos culturais e educativos. Produtora na área de artes visuais, é diretora de planejamento da Automática Produção Contemporânea e da Automática Edições.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.