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Celebrar os 50 anos da arte cerâmica de alta temperatura em Cunha, a serem completados em 2025, com uma exposição coletiva e o lançamento de um livro comemorativo, documentando a história da cerâmica na cidade, desde os povos indígenas, passando pelas paneleiras até a influência japonesa de fornos Noborigama, e o diálogo entre diferentes gerações, resgatando a Arte do Fogo e a importância de preservar esse patrimônio intangível.
Sinopse da obra Celebrar os 50 anos da Arte Cerâmica em Cunha, documentando sua história, desde os povos indígenas, passando pelas paneleiras, pela influência japonesa de fornos Noborigama, pelos precursores da cerâmica de alta temperatura e o diálogo entre gerações, resgatando a Arte do Fogo e a importância de preservar esse patrimônio intangível. Exposição coletiva em Cunha-SP Reunirá obras das paneleiras, dos mestres precursores da cerâmica de alta temperatura, dos primeiros filhos da Terra, artesãos nascidos e criados em cunha e artistas convidados. A exposição aberta ao público e gratuita destacará a importância e a influência de mestres artesãos na preservação e multiplicação dos saberes da arte cerâmica brasileira. Classificação etária livre.
Objetivo Geral O projeto "[in]tangibilidade da arte cerâmica" tem como objetivo celebrar os 50 anos da arte cerâmica de alta temperatura em Cunha, a serem completados em 2025, com uma exposição coletiva e o lançamento de um livro comemorativo, documentando a história da cerâmica na cidade, desde os povos indígenas, passando pelas paneleiras até a influência japonesa de fornos Noborigama e o diálogo entre gerações, resgatando a arte do fogo e a importância de preservar esse patrimônio intangível. Os ceramistas Augusto Campos e Leí Galvão, filhos da Terra, os primeiros artesãos de cerâmica de alta temperatura cunhenses, serão homenageados e serão o eixo do livro, destacando suas contribuições para a arte cerâmica com uma trajetória de 46 anos, formando novas gerações de ceramistas. A exposição coletiva busca criar um espaço de encontro e troca de experiências, destacando a cerâmica como uma forma de arte que preserva histórias ancestrais e sabedorias milenares, além de estimular a reflexão sobre a importância da pluralidade no fazer cerâmico e do protagonismo de nova gerações de artistas, sobretudo os Filhos da Terra, artesãos nascidos e criados em Cunha. Por meio da Exposição coletiva, espera-se contribuir para o desenvolvimento e a perpetuação da arte cerâmica no Brasil entre novas gerações, valorizando o legado de grandes mestres multiplicadores. Além de promover o diálogo de diversas gerações de artistas e o protagonismo de pessoas negras, indígenas, com deficiência e do público LGBTQIA+, representando assim uma grande diversidade de pessoas, culturas e saberes. Objetivos Específicos 1) Produto "Exposição coletiva" Incentivar o diálogo entre diferentes gerações de ceramistas, desde os precursores desta arte até as gerações mais novas. Promover 3 visitas guiadas gratuitas. Exposição coletiva com duração 45 dias, aberta ao público diariamente, das 10h às 18h, com acesso gratuito. 2) Produto "Livro" Publicar um livro comemorativo dos 50 anos de cerâmica de alta temperatura em Cunha. O livro terá de 180 a 200 páginas. Imprimir 800 unidades do livro para distribuição e comercialização. Distribuir 40% da tiragem dos livros gratuitamente para instituições culturais de cerâmica, bibliotecas, secretarias de cultura, ministérios da cidadania e para projetos que fomentam a indústria criativa, patrocinadores e população, conforme porcentagens estabelecidas na Lei 8.313/1991 e Instrução Normativa 02/2019. Alcançar 800 pessoas com o lançamento do livro impresso. Comercializar o livro durante a exposição coletiva, pela internet ou nos ateliers de cerâmica de Cunha. Garantir que alunos e ex-alunos do Instituto de Cerâmica de Cunha tenham acesso gratuito ao livro. Promover 2 rodas de conversa gratuitas sobre o livro e processo criativo dos artistas.
O projeto "[in]tangibilidade da arte cerâmica" se enquadra no Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet). Esse mecanismo é crucial para viabilizar financeiramente o projeto, permitindo a captação de recursos necessários para realizar uma exposição coletiva, para a publicação do livro comemorativo de 50 anos de arte cerâmica em Cunha e para atividades planejadas. Além disso, esse mecanismo possibilita o envolvimento do setor privado no apoio à cultura, ampliando o alcance e o impacto do projeto. Sem esse Mecanismo de Incentivo, os ceramistas homenageados e eixo da obra, Augusto Campos e Leí Galvão, filhos da Terra, os primeiros artesãos de cerâmica de alta temperatura de Cunha, não teriam condições de promover com verbas próprias o lançamento do livro comemorativo dos 50 anos arte cerâmica em Cunha, que será um legado para novas gerações. Este projeto atende aos incisos I, IV e VIII do artigo Art. 1º da Lei 8.313/91, a saber: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 de fomento à produção cultural e artística, o projeto atende aos Incisos: II - Edição de obra relativas às artes, mediante publicação de um livro comemorativo dos 50 anos de cerâmica de alta temperatura em Cunha; III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante proteção do artesanato com uma exposição coletiva e publicação de um livro; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita de 40% da tiragem do livro publicado, além de acesso gratuíto às exposições e rodas de conversas; Atendendo ainda a Instrução Normativa 02 de 2019 haverá as seguintes contrapartidas sociais: Duas rodas de conversas durante a exposição coletiva para transmissão de conhecimento. Três visitas guiadas e gratuitas na exposição coletiva. Acesso gratuito à exposição coletiva. Distribuição de 40% da tiragem dos livros para instituições culturais de cerâmica, bibliotecas, secretarias decultura, ministérios da cidadania, projetos que fomentam a indústria criativa, polulação e patrocinadores.
Organizar eventos paralelos à mostra que incentivem a participação da população e a troca de conhecimento entre artistas e visitantes, como vernissage aberto ao público e gratuito, visitas mediadas e rodas de conversa gratuitas.
O livro “[in]tangibilidade da arte cerâmica” terá de 180 a 200 páginas e capa dura com ilustração. O livro contará com fotos e textos, editoração e diagramação profissionais e acabamento especial comoverniz localizado ou relevo seco. O livro incluirá uma narrativa do histórico da cerâmica ancestral da cidade de Cunha com uma seleção cuidadosa de fotografias, além de insights sobre técnicas, filosofia artística e contribuições para a arte cerâmica brasileira. Vernissage da Exposição Coletiva com lançamento do Livro. Acesso gratuito à exposição e ao lançamento do livro com sessões de autógrafos, três visitas guiadas e duas rodas de conversa gratuitas. Exposição com duração de 45 dias na cidade de Cunha, berço da cerâmica de alta temperatura.
A proponente se responsabiliza por garantir a acessibilidade física e de conteúdo no espaço contratado para a exposição coletiva, conforme previsto em lei. Acessibilidade Física Será assegurado a acessibilidade de locomoção no espaço físico. Todas as áreas de circulação das exposições serão acessíveis por rotas contínuas e adequadas para cadeiras de rodas, mobilidade reduzida e pessoas idosas, prevendo piso tátil, rampas, banheiros adaptados e adequados, assim como vaga de estacionamento dedicadas a idosos e pessoas com deficiência e iluminação adequada. Acessibilidade de Conteúdo No projeto, é assegurada a acessibilidade para PcD visuais e auditivos. O conteúdo sobre a exposição e uma sinopse sobre o livro será disponibilizado em plataformas digitais, como redes sociais e Youtube, com legendas, audiodescrição e pelo menos um conteúdo com janela de Libras. Todas as obras das exposições terão placa de identificação em Braille, assim como uma descrição da narrativa resumida das exposições. Acessibilidade para PcD intelectuais: Treinar a equipe para atender adequadamente pessoas com deficiência e disponibilizar obras sensoriais para TEA. A gestão do projeto estará atenta a outras demandas eventuais durante as exposições e se responsabiliza pormanter e ampliar a acessibilidade conforme planejamento orçamentário do projeto.
Oferecer acesso gratuito à exposição coletiva, além de inclusão digital, transmitindo o evento, o conteúdo e as obras em mídias sociais para alcançar um público mais amplo. Distribuir 40% (quarenta por cento) dos livros conforme LEI 8.313/1991 e Instrução Normativa 02/2019 para bibliotecas, institutos de formação em cerâmica, Secretarias de Cultura e Ministério da Cidadania e ações promocionais sob responsabilidade da proponente. Disponibilizar registros audiovisuais da exposição e sinopse do livro que será publicado em redes sociais e no canal Youtube. Realizar 3 visitas guiadas abertas ao público e gratuitas. Realizar 2 rodas de conversa gratuitas. Promover a participação de artistas de diferentes gerações, culturas e origens na exposição coletiva e no livro, democratizando a participação e a expressão artística de pessoas negras, indígenas, com deficiência e do público LGBTQIA+.
A proponente, BemTraduz Arte e Cultura, atua no mercado de criação de conteúdo, tradução e artes há 7 anos, tem como dirigente Monica Urasaki, que atuará como gestora administrativa, financeira e de operações do projeto. Bacharel em Letras e Pedagogia e pós-graduada em Psicologia, Monica iniciou sua jornada em artes em 2013. É ceramista, curadora, produtora de eventos e empresária, tem 30 anos de experiência em gestão de projetos. Leí César Galvão, graduado em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora em 1987, será responsável pela expografia e será co-curador da exposição. Nascido em 1961 na zona rural da cidade de Cunha, Leí Galvão carrega o legado ancestral das paneleiras da região e da queima à lenha. Leí aos 62 anos de idade e 47 anos de trajetória na arte cerâmica, não apenas produz cerâmica de forma artesanal, mas também promove ativamente a arte.
PROJETO ARQUIVADO.