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PRONAC 2415801Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL BH CHORO - 15ª Edição

IDEAR PRODUCAO CULTURAL E ARTISTICA LTDA
Solicitado
R$ 681,4 mil
Aprovado
R$ 681,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-11
Término
2026-01-11
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O escopo do projeto BH CHORO _ 15ª Edição é a realização de um festival de música, gênero Choro, em praça pública, durante 03 (três) dias, com 2 (dois) shows por dia, totalizando 06 (seis) apresentações musicais, sempre com um grupo local e outro convidado, resultando no desejado intercâmbio cultural e a contrapartida social são 03 oficinas.

Sinopse

SINOPSE O Festival BH Choro é um evento cultural gratuito que celebra o choro, um dos gêneros musicais mais antigos e emblemáticos da música popular brasileira. Realizado em espaço público de Belo Horizonte - Praça Duque de Caxias, o festival oferece uma experiência imersiva e rica em técnica, história e sonoridade, reunindo músicos renomados e novas gerações para homenagear e inovar no choro. Durante três dias, o público poderá apreciar apresentações de artistas consagrados e grupos especializados, que resgatam clássicos e apresentam novas interpretações, contribuindo para a perpetuação e renovação desse patrimônio musical recentemente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Roteiro do Festival BH Choro Sexta-feira: A abertura do festival conta com o Clube do Choro de Belo Horizonte, um grupo local que traz a tradição do choro mineiro. A noite segue com o talento de Ausier Vinicius e seu grupo, conhecidos por sua abordagem vibrante e emotiva do gênero. Sábado: O festival recebe os renomados músicos Henrique Cazes e Rogério Caetano, dois grandes nomes do choro, que encantarão o público com performances que unem técnica e sensibilidade. Ainda no sábado, o grupo Choro na Rua (RJ) traz o frescor da cena carioca com uma apresentação que promete envolver o público e explorar a diversidade do choro. Domingo: No último dia do festival, a virtuosa Nilze Carvalho convida o grupo Abre a Roda – Mulheres no Choro, celebrando o talento feminino na música e a força das mulheres no cenário instrumental. O encerramento fica por conta de Messias Brito, que traz sua interpretação única e apaixonada do choro, proporcionando uma finalização memorável para o evento. O Festival BH Choro convida a todos para uma celebração única da música instrumental brasileira, onde gerações se conectam e o público é transportado para a essência da cultura do choro. É uma oportunidade para vivenciar a riqueza desse gênero musical e desfrutar de uma programação gratuita em um dos cenários mais vibrantes de Belo Horizonte.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Seu objetivo maior é disseminar a cultura e história do Choro e propiciar lazer e entretenimento de qualidade aos habitantes de Belo Horizonte, tendo em vista, sempre, que projeto cultural deve sempre primar pelo apelo social, à disseminação da história do povo e deve ser realizada para o todos, gratuitamente, em praça pública, com acesso democrático. A música instrumental, pela sua forma de apresentação, tem seu espaço reduzido em relação a outros gêneros musicais de apelo imediato, midiático. Neste contexto, é de suma importância a realização de festivais deste tipo, baluartes da musicalidade brasileira, riquíssima e complexa. E musicalmente falando, nada é mais genuinamente brasileiro que o choro. No caso especifico de Belo Horizonte, ele se transformou, felizmente, no gênero musical mais executado ao vivo, na cidade, nos dias de hoje. Possivelmente, não existe uma outra cidade no país onde todos os dias, de segunda a segunda, tenha ao vivo, a execução de choro, em um dos vários locais onde ele tem a liberdade de ser executado. Inegavelmente existe uma profunda relação de amor entre o público com o gênero, confirmando nossa tese que este festival se constitui em uma das mais importantes atividades culturais da cidade de Belo Horizonte. O local previsto para realização do evento é a tradicional praça Duque de Caxias, no coração do bairro boêmio da cidade, o Santa Teresa. Neste formato, estima-se atingir um público de 3.000 (três mil) pessoas por dia, totalizando 9.000 (nove mil) ao fim da realização do festival. Este público é constituído por todas as gerações. Nossa experiência registra que temos plateia de diversas faixas etárias, desde crianças até idosos, de classe social e econômica da mais ampla abrangência. O retorno econômico é obtido com a contração de fornecedores de infra- estrutura e serviços locais, gerando renda e emprego para o terceiro setor. O retorno social será a memória, nos corações e mentes, de um festival de música inesquecível. OBJETIVO ESPECÍFICO 1. Realizar um festival de música, gênero Choro, com 02 apresentações por dia, sempre um grupo local e um grupo convidado. 2. Promover 06 (seis) shows musicais instrumentais, inteiramente gratuitos, em espaço público de 03 (três) dias, de sexta a domingo, o primeiro show terá início às 18h e o segundo, as 20h. No domingo, o primeiro às 16h e o segundo às 18h. 3. Realizar 03 oficinas para formação de platéia e capacitação como contrapartida social, realizada na Escola de Música da UFMG. 4. Valorizar e trabalhar para difundir o trabalho de tombamento do CHORO como patrimônio imaterial 5. Formar plateia para o Choro 6. Proporcionar ambiente para o intercâmbio entre os músicos 7. Fomentar a música instrumental

Justificativa

O projeto atende a legislação conforme o enquadramento abaixo: Art. 1°, Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art. 3°, Lei 8313/91 : .... II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; .... IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. As leis de incentivo são de grande importância para o fomento da cultura no país, pois patrocínios para qualquer ação cultural, são viabilizados na sua maioria pelas leis de incentivo, motivo pelo qual este projeto é apresentado ao mecanismo de incentivo fiscal federal. O mecanismo contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam em todas as regiões do país. Mas os pequenos produtores ainda têm dificuldade em acessar os patrocinadores e conseguir investimento. Por isto a importância é maior para a oferta de cultura de alta qualidade. A despeito da dominante e massacrante produção musical nacional de má qualidade e gosto, secundada pela, também, triste contribuição estrangeira, o Choro, felizmente, mantém suas posições de baluartes da identidade cultural brasileira, principalmente após seu reconhecimento como patrimônio cultura pelo IPHAN. Belo Horizonte é considerada a capital nacional da música instrumental popular. Dentre os gêneros que compõem este cenário, sem nenhuma dúvida, temos uma grande presença do gênero CHORO. Os festivais de música realizados na cidade sempre apresentam um resultado de sucesso artístico e de público. Dentre estes, está o BH CHORO. Por 13 vezes realizado, sempre resultou em um evento de inegável qualidade cultural, bem como de sucesso de público. A 14ª Edição está captada e sua realização será no ínicio de 2025. Pois, a música de qualidade, brasileira, autêntica, sempre se constituirá em um segmento cultural capaz de proporcionar momentos de grande felicidade ao público e artistas. Eventos desta natureza tem o condão de atingir uma grande interativa de resultando em uma verdadeira confraternização de várias gerações, na mais absoluta paz, tranquilidade e alegria. A sua realização vem de encontro a um desejo comum. Preservar o gênero, divulgar o trabalho dos artistas, formar público e plateia, despertar vocações, valorizando os músicos amadores, estimulando o estudo musical, permitir o intercâmbio cultural entre diversos.

Estratégia de execução

PÚBLICO Espera-se atingir um público de 3.000 pessoas em cada dia evento. Portanto no total, o projeto deverá ter um público estimado de 9.000 pessoas presentes. Nas oficinas de CONTRAPARTIDA serão disponibilizadas 300 vagas no total. REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE A remuneração do proponente será em atividades administrativas, algumas funções de produção, eventualmente na captação. Mantendo a remuneração dentro do limite permitido pela legislação. ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO Para desenvolver um plano de mídia e estratégias de comunicação eficazes para o evento BH Choro, algumas diretrizes a seguir estão as principais estratégias que podem ser consideradas: Segmentação de Públicos-Alvo: Identificar e segmentar os diferentes públicos do evento, como amantes da música, músicos profissionais e amadores, além de entusiastas do gênero choro e cultura popular.Consideramos também o público jovem que pode estar interessado em conhecer o choro, um gênero culturalmente relevante e agora reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Utilização de Redes Sociais e Plataformas Digitais: Criar campanhas específicas para redes sociais, incluindo Facebook, Instagram e YouTube, para engajar o público antes, durante e após o evento. Usar teasers, transmissões ao vivo e conteúdos dos bastidores.Invistir em anúncios segmentados nas redes sociais para atrair uma audiência ampla, com especial foco em áreas próximas ao evento e também em nichos específicos de amantes de música instrumental e de choro.Promover vídeos curtos com performances dos artistas participantes para gerar interesse e engajamento, estimulando o compartilhamento e alcançando novos públicos. Assessoria de Imprensa e Parcerias com Mídia: Desenvolver um relacionamento próximo com a imprensa local e nacional, oferecendo releases e conteúdos exclusivos para veículos que cobrem cultura e música.Parcerias com rádios locais, jornais e portais especializados em música e cultura para coberturas exclusivas e transmissões ao vivo de partes do evento. Campanhas de E-mail Marketing: Utilizar e-mails segmentados para promover o evento junto aos participantes de edições anteriores e outros contatos relevantes, como escolas de música e associações culturais.Enviar newsletters com atualizações e destaques do evento para manter o público engajado e lembrá-los das datas e programação. Conteúdo Audiovisual e Marketing de Influência: Produzir conteúdo audiovisual atrativo e de alta qualidade, como entrevistas com os artistas, documentários curtos sobre o choro e materiais sobre a história do evento BH Choro.Convidar influenciadores digitais e personalidades do meio cultural para serem embaixadores do evento, ampliando o alcance nas redes sociais e trazendo relevância ao evento. Ações de Marketing Local: Explorar a cidade de Belo Horizonte como parte da estratégia, utilizando banners, outdoors e mídia em transportes públicos para aumentar a visibilidade local do evento.Realizar parcerias com bares, restaurantes e espaços culturais que tocam choro, ampliando o alcance e engajamento.

Especificação técnica

Plano Pedagógico 1. Objetivo GeralProporcionar uma introdução ao universo do Choro para estudantes de música, abordando aspectos teóricos e práticos, com foco nos principais instrumentos do gênero: Violão Sete Cordas, Trombone e Flauta. As oficinas visam desenvolver habilidades técnicas e musicais, além de promover a valorização cultural desse patrimônio imaterial brasileiro. 2. Público-AlvoEstudantes de música de todos os níveis, interessados em aprender ou aprimorar conhecimentos no Choro, independente de sua familiaridade prévia com o gênero. Total de vagas 300. 3. Estrutura das OficinasCada oficina será dividida em dois módulos: Teórico e Prático. O módulo teórico abordará a história, a estrutura e as características do Choro, enquanto o prático enfocará a execução e técnica instrumental específicas. As oficinas terão duração de três horas cada e serão realizadas em dias consecutivos para facilitar o engajamento dos participantes. 4. Programação Oficina 1: Violão Sete Cordas no Choro - Ministrada por Silvio Sete Cordas (Silvio Carlos)Duração: 3 horasPúblico: Músicos de todos os níveis, com ou sem experiência prévia com violão de sete cordas4.1 Conteúdo ProgramáticoMódulo Teórico (1 hora) História do Violão Sete Cordas no Choro: Origens e evolução, importância no acompanhamento e papel dos baixões.Características do Violão Sete Cordas: Técnica e afinação, escolha das cordas e posicionamento de acordes.Ritmos e Harmonia no Choro: Ritmos característicos e o papel harmônico do violão no conjunto.Módulo Prático (2 horas) Introdução às Técnicas de Baixaria: Execução de linhas de baixo e preenchimentos melódicos no Choro.Estudo de Repertório: Análise e prática de uma peça tradicional de Choro, com foco na harmonia e no acompanhamento.Exercícios Práticos: Exercícios para desenvolver fluidez na execução das baixarias e técnicas de improvisação básicas para o gênero. Oficina 2: Trombone no Choro - Ministrada pelo Prof. Marcos FlávioDuração: 3 horasPúblico: Músicos de todos os níveis, com ou sem experiência prévia com trombone no Choro4.2 Conteúdo ProgramáticoMódulo Teórico (1 hora) O Trombone no Choro: Função, estilo e adaptações técnicas para o gênero.Estilos de Interpretação: Como o trombone complementa outros instrumentos no Choro.Aspectos Melódicos e Rítmicos: Abordagem da melodia, fraseado característico e interações com o conjunto.Módulo Prático (2 horas) Técnicas Específicas do Trombone no Choro: Introdução ao fraseado, ritmo e articulação.Prática de Repertório: Estudo e execução de uma peça de Choro com foco em improvisação e ornamentação melódica.Exercícios de Improvisação e Embocadura: Desenvolvimento do fraseado melódico, controle da embocadura e improvisação no contexto do Choro. Oficina 3: Flauta no Choro - Ministrada pela Professora Raissa AnastasiaDuração: 3 horasPúblico: Músicos de todos os níveis, com ou sem experiência prévia com flauta no Choro4.3 Conteúdo ProgramáticoMódulo Teórico (1 hora) História da Flauta no Choro: A importância histórica e musical do instrumento no Choro.Técnicas e Estilo: Características sonoras da flauta e sua adaptação ao estilo do Choro.Interpretação e Improvisação: Análise de frases e ornamentações típicas.Módulo Prático (2 horas) Técnicas de Articulação e Respiração: Prática de embocadura, respiração e articulação para obter fluidez no Choro.Repertório e Ornamentação: Estudo de uma peça tradicional, focando em improvisação e variações melódicas.Improvisação Prática: Exercícios para aplicar variações melódicas e desenvolvimento do estilo interpretativo. 5. Metodologia de EnsinoDemonstrações Práticas: O professor exemplificará os conceitos e técnicas abordados, convidando os alunos a replicarem e experimentarem.Prática Coletiva e Individual: Os participantes serão incentivados a tocar juntos e individualmente, aplicando as técnicas em tempo real.Feedback Individualizado: Durante a prática, o professor orientará e dará feedback para aprimorar a técnica e o estilo de cada participante. 6. Avaliação e EncerramentoNo final de cada oficina, os participantes terão uma breve avaliação prática onde poderão aplicar o que foi aprendido, seguida de uma roda de conversa para tirar dúvidas e compartilhar experiências.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAS Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida

Democratização do acesso

APRESENTAÇÃO MUSICAL Como medida de democratização complementar de acesso, adotaremos o determinado no Art. 30 da IN nº11, de 10/01/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL Como medida de democratização complementar de acesso, adotaremos o determinado no Art. 30 da IN nº11, de 10/01/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

COORDENADORA GERAL – CRISTINA SABINO (REMUNERAÇÃO PROPONENTE) Formada em Administração de empresas, Pós-graduação em Gestão de Responsabilidade Social —IEC/PUC Minas. Especialização em Gestão Cultural —Fundação Clóvis Salgado e Especialização em Gerenciamento do Setor Público —Fundação João Pinheiro. Atua há 35 ANOS no setor de cultura e arte, iniciou sua carreira no CEAG/MG atual SEBRAE/MG, no setor de feiras, eventos e informações à micro e pequenas empresas nos segmentos de feiras, marcas e patentes. Migrou em seguida para o setor editorial sendo a produtora do Mercado Comum Jornal. Após esta experiência é convidada para ser a promotora de eventos do Minas Tênis Clube, trabalhando diretamente com o diretor Pacífico Mascarenhas, onde obteve a experiência mais rica de sua vida, tendo no Clube o maior orçamento da cultura do estado de MG, realizou no período a produção de 800 eventos, sendo 22 megashows. A experiência foi tão virtuosa que após este período aventurou-se a fundar a IDEAR PRODUÇÕES em 2000. Em paralelo às atividades da IDEAR atuou em outros trabalhos como diretora do MARISTA HALL em sua implantação e implementação como equipamento cultural e desenvolvendo seu projeto estratégico de funcionamento. Terminada esta etapa do trabalho é convidada pela Fundação Assis Chateaubriand do Grupo Diários Associados, que era presidida por Edson Zenóbio – Diretor Geral dos Associados para ser sua assessora direta e desenvolver projetos culturais na FAC em todo o país. Em BH desenvolveu o projeto Festa da Música que realizou em 05 anos, 324 shows com o envolvimento de 2.680 músicos. E para o interior criou o projeto Tela Mágica Cine Grátis que viajou por diversos municípios de MG levando o cinema nacional. Também atuou como parecerista do MINC por 05 anos. Realiza e realizou vários trabalhos pro bono ao longo dos anos, entre as entidades que se destacam: Clube do Choro de Belo Horizonte, Cariúnas, GES.TO, Centro Recreativo de Atendimento e Defesa da Criança e Adolescente. Também foi parecerista da LMIC/PBH por três mandados. Possui experiência em Gestão de Projetos envolvendo-se com as áreas de marketing, comunicação, produção, logística, participando de políticas de investimentos e coordenação de planos corporativos, análise estratégica e definição de posicionamento mercadológico, coordenação administrativa e financeira dos orçamentos de forma a potencializar a aplicação dos recursos. Forte expertise na Gestão de Marketing englobando viabilidade e prospecção de novos negócios, análises de mercado, análise de desempenho, satisfação de clientes: patrocinador, empreendedor e público, planos de marketing, planos de mídia e mídia digital, estruturação de estratégias e políticas gerais em âmbito corporativo, definição de diretrizes e ações estratégicas. COORDENADOR ARTÍSTICO – PAULO RAMOS Diretor Presidente do Clube do Choro de Belo Horizonte, onde é responsável por toda a atividade artística da instituição desde 2015. E atual presidente até 2026. Produtor do Show 10 Anos Clube do Choro, no Palácio das Artes-BH. Produtor executivo do projeto LMIC “O Choro Desta Cidade Sou”, empreendedor Clube do Choro de Belo Horizonte; Integrante da realização do projeto “Festa da Música”, que realizou mais de 350 apresentações em 07 anos de existência. Criador do projeto BH Choro, com realização de 12 edições, com 06 espetáculos, em média, por edição. Curador e Diretor Artístico do projeto Seresta e Serenata – Popular e Imperial, em Mariana/MG, com realização de 15 shows no total; Curador e Diretor Artístico do evento do Clube do Choro de Belo Horizonte, em Mariana, MG, Festival de Choro e Samba em Mariana, com realização de 10 apresentações; Criador e realizador do projeto Choro e Samba, com realização de 06 edições, com média de 10 apresentações por edição. Criador e realizador do projeto Semana Nacional do Choro, com realização de 05 edições, com média de 12 apresentações por edição, realizadas em sua empresa e em parceria com o Clube do Choro de Belo Horizonte. Produtor de 05 edições, em parceria com o SESC/MG, do mês projeto com realização de 20 shows em média, em cada edição, e o evento máster na Praça Santa Teresa/BH, transmissão ao vido pela rádio Itatiaia de BH. Participações de Hamilton de Holanda, Grupo Choro das Três, Izaias de Almeida, Odete Ernest, Luizinho Calixto, Henrique Cazes, Zé da Velha, dentre outros. CURADOR/APRESENTADOR – ACIR ANTÃO Jornalista profissional com registro no Ministério do Trabalho. Radialista profissional com registro no Mistério do Trabalho. Presidente Clube do Choro de Belo Horizonte - Período 2015 a 2022, atual Diretor Cultural do Clube. Idealizador do projeto História Oral e Musical de Belo Horizonte e Nelson Gonçalves - O Eterno Boêmio, realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura em 2023. Artista do Show LUPICÍNIO RODRIGUES com apresentações em 2011, 2012 e 2013. Show no projeto de Carnaval da Unimed-BH no Centro Cultural Padre Eustáquio de 2007 a 2013. Diversas apresentações com o grupo Sarau Brasileiro no projeto Minas ao Luar. Reporter - Redator - Editor Rádio Itatiaia desde 1970 Apresentador dos programas: Programa Acir Antão: semanal 09:00 às 10:00, desde 1980; Programa Acir Antão: dominical 09:00 às 13:00, desde 1980; Programação da Rádio Itatiaia 1978 a 1982; Assessor de Imprensa da Secretaria do Trabalho 1984; Chefe de Gabinete da liderança do PMDB na Assembleia legislativa de Minas Gerais 1983; Assessor de Imprensa e relações públicas da Prefeitura de Contagem 1986 a 1989; Assessor de Imprensa da Secretaria Estadual de Esportes 1987; Locutor do cerimonial da Assembleia Legislativa no ano de 1980 a 1982; Apresentador de Serestas na Praça da Liberdade e do projeto SESC Minas ao Luar em diversas cidades de MG nos últimos 15 anos. PRODUTOR EXECUTIVO - MARCELO RAMOS Entre 2003 e 2005 realiza e produz diversas apresentações musicais de grupos musicais estrangeiros, tais como Moonspell (Portugal), Children of Bodom (Finlândia) entre outros. Em 2004 recebeu uma oferta do Giramundo Teatro de Bonecos para fazer parte da equipe de Gestão de Projetos, permanecendo no grupo até 2007. Durante o período colaborou para a criação da nova Sede oficina/escola e do Museu Giramundo. A partir de 2007 consolida a carreira de produtor executivo/prestador de serviços, especializando em projetos incentivados em todas suas complexidades. Fez parte de diversos eventos e projetos a destacar a Festa da Música que realizou aproximadamente 400 apresentações musicais gratuitas em Belo Horizonte em sete edições (2007-2013) É o produtor do projeto BH Choro desde 2008, inteiramente voltado para o fomento das atividades musicais ligadas ao Choro em Belo Horizonte. Sendo também o produtor executivo das atividades musicais do Clube do Choro de Belo Horizonte que conta com aproximadamente 300 associados. Em Belo Horizonte fez parte da equipe de produção de diversos eventos, tais como: Festival Sarará, Festa Francesa, Festa Peruana, Festa Portuguesa, Oktoberfest Hofbrauhaus, Virada Cultural, Savassi Festival, Festival Planeta Brasil, Arraial de Belo Horizonte, Carnaval de Belo Horizonte, MECA Inhotim entre outros. A partir de 2018 assume a Produção Executiva da Feira Experimente, com a realização de mais de vinte edições desde então. Atualmente atua como prestador de serviço freelance para diversas empresas produtoras de eventos, projetos culturais promocionais e esportivos. ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - JOSÉ FRANCISCO DE OLIVA JUNIOR Estudante de Gestão em Recursos Humanos. Assistente Administrativo - Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais - 1992 a 1997. Supervisor Operacional – SEC/MG - 1997 a 2005. Produtor Cultural - freelancer - 2005 a data atual. Trabalhos executados: 2024 – Especial SESC 60 ANOS – SESC +60; BH Choro - 13ª Edição; Centenário Waldir Azevedo; 2023 – Especial SESC 60 ANOS – SESC +60; Descontorno - PBH; Belo Horizonte Feliz Rua Sacupaí - PBH; O choro Dessa Cidade Sou Eu; BH Choro; Acir Antão Nelson Gonçalves – O Eterno Boêmio; 2022 – Virada Cultural - PBH; Seresta e Serenata – Popular e Imperial; Choro e Samba – Edição Mariana; 2011 a 2023 - Atua como assistente de produção freelancer do Clube do Choro Belo Horizonte; 2006 a 2013 - Atuou como assistente de produção freelancer da Fundação Assis Chateaubriand; 2016/2022 - Semana Nacional do Choro SESC; 2014 a 2019 – Atuou na equipe de produção do Fabinho do Terreiro. FOTÓGRAFO - EDÉSIO MARTINS CONEGUNDES JUNIOR Formado em Designer Gráfico pelo INAP, Fotógrafo formado Pelo SESI MG. Trabalha como fotógrafo freelancer a 12 anos. Tem experiência nas variadas áreas da fotografia com a fotografia de palco e espetáculo, produtos, fotojornalismo, e editoriais. Possui trabalhos publicados em veículos de comunicação como a Revista National Geographic, o jornal Estado de Minas e a Revista Ragga. Expôs seus trabalhos no Museu Memorial Minas Gerais Vale e na Galeria de Arte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais com a exposição "O Democrático Carnaval de BH" participei da amostra coletiva "Travessias" no Centro Cultural São Geraldo. DESIGNER GRÁFICO - FABERT ARAÚJO Bacharelado em Comunicação Social/ Publicidade e Propaganda Universidade Fumec – Conclusão em 2004. Design Gráfico Senai – Conclusão em 2004 profissional com 19 anos de experiência na área de Comunicação/Publicidade, Propaganda, design e Marketing. Possui iniciativa e habilidade na comunicação pessoal, administrativa, competência na criação e desenvolvimento de projetos de comunicação. Habilidade no domínio e manuseio de sistemas voltados para comunicação e design em geral: Pacote Adobe (Todos os principais programas). Interesse e empenho no aprendizado profissional. Experiência em planejamento estratégico de comunicação, conceito e posicionamento de marca, criação e desenvolvimento de Identidade Visual, Branding, peças de comunicação, mídia eletrônica, interface de sites, mídias sociais, marketing digital, comunicação interna e externa, copy. Atualmente estudando, praticando e me especializando em prompts para IA (ChatGPT, Midjourney, Leonardo IA, dentre outras) voltada para as diversas aplicações do design. Atualizado nas mais novas e diversas ferramentas e sites especializados na construção de landing Pages, páginas de venda, e-commerce, cursos online, além de tráfego. ASSESSORIA DE IMPRENSA/ASSESSORIA DE REDES - LILIAN MACEDO 2010, trabalha com produção, assessoria de imprensa, redes sociais e assessoria especializada para os grupos de Choro e Samba, de Minas e outros estados. 2016, trabalha na produção e comunicação de Pereira da Viola e desde 2020, com Bebê Kramer. Alguns trabalhos de destaque na assessoria de imprensa: BH Choro, Festival Choro & Samba, Semana Do Choro BH, Gafieira Em BH, Boa Do Samba BH, O Samba Bate Outra Vez, Sala De Reboco, Admirável Música Nova CCBB BH, lançamento do último livro de João Paulo Cunha, “Lazarillo” peça de João das Neves, dentre outros. CONTADOR - RAFFAELE ALFONSO PRADO PELUSO Graduado em Ciências Contábeis pela FUMEC, inscrito no CRC-MG sob o nº 120.990/O, inscrito no Cadastro Nacional de Peritos Contábeis sob o nº 6868. Pós-graduado em Perícia Contábil pela PUC-MINAS e bacharelando em Direito e Administração de empresas. Atuação como Contador, Auditor, Consultor Contábil, Financeiro e Conttroler, presta consultoria e assessoria no segmento cultural há mais de 15 anos. GRUPOS CONVIDADOS: Os grupos artísticos convidados ficam condicionados a confirmar sua participação após a captação e definição dos dias do evento. Se houver substituição serão por grupos do mesmo padrão e estilo artístico. CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE - O Clube do Choro de Belo Horizonte tem as suas origens nas reuniões semanais das quintas-feiras, no Bar do Bolão, no bairro Padre Eustáquio, onde vários músicos, amadores e profissionais, se reúnem, desde 1993 até hoje, em maravilhosas rodas de choro, abertas a todos os apreciadores de boa música, bom papo, agradável convivência, regadas a cervejas geladas. A partir destas reuniões foi fundado, em 31 de maio de 2006, o Clube do Choro de Belo Horizonte, instituição sem fins lucrativos que, com o quadro inicial de 23 fundadores. Diferentemente de outros clubes de choro, no Brasil e no exterior, a sua manutenção é realizada com as contribuições mensais de seu quadro de associados que, na atualidade, soma 105 sócios. Desde então, ele se mantém como uma instituição totalmente voltada para o incentivo e a divulgação da música – e em especial, o gênero choro – através de atividades de instrumentistas, compositores e intérpretes, que se dedicam ao estudo e apresentações de audições musicais em casas de espetáculos, praças, bares e espaços culturais. MESSIAS BRITO - músico precoce e autodidata, natural de Euclides da Cunha, no sertão baiano, com 12 anos viu um cavaquinho pela primeira vez. Aos 14 anos, conheceu o choro ao ouvir Waldir Azevedo em um disco de vinil, fascinado pelo gênero, formou com amigos o primeiro grupo de choro do sertão baiano, “Os Chorões do Cumbe”. Com 19 anos se mudou para Salvador, a convite do Clube do Choro da Bahia. Na capital, deu aulas práticas de cavaquinho e fez parceria com o SESI, levando o projeto "Cavaquinho na Música Brasileira" para várias escolas, tocando um repertório de choro e MPB. Além do Clube do Choro, Messias fez parte do Grupo Mandaia. Dono de uma musicalidade natural e expressiva, demonstrada com uma técnica própria, ágil e precisa, seu cavaquinho vai além do esperado. Em 2011, o músico foi morar em São Paulo e iniciou um intercâmbio musical, formando o "Quarteto Aeromosca" Junto com os músicos Gabriel Rosário (BA), Gian Correa (SP) e Rafael Toledo (SP). O álbum foi lançado em 2013, contando com as participações especiais de Armandinho Macêdo e Yamandú Costa, ambos admiradores do jovem cavaquinista, que também é admirado pelo grande Paulinho da Viola que faz questão de mencionar Messias como um dos maiores talentos da atualidade. Em 2014 criou o álbum Baianato: Baianato vem de Baiano Nato, título que traz a essência do meu cavaquinho, do meu som e do que eu sou. O repertório passeia por várias influências brasileiras, principalmente a nordestina, que se manifesta de uma maneira muito forte no baião "Tatu e Eu", no frevo "Armando Cedo" e no Ijexá, "Baianato". Nos arranjos, um diálogo constante entre o cavaquinho e os outros instrumentos: Acordeom, violão tenor, piano, bandolim, violão e pandeiro. Em 2016, foi vencedor do Prêmio MIMO e, em 2017, gravou o primeiro disco em que o cavaquinho atua sozinho do início ao fim: Cavaquinho Polifônico. Cavaquinho Polifônico é o primeiro disco em que o cavaquinho atua sozinho do início ao fim, desenvolvendo a chamada polifonia. Fazendo ritmo, harmonia e melodia simultaneamente, com a afinação: ré, sol, si ré, que é utilizada por mais de 90% dos cavaquinistas brasileiros, desde quando o cavaquinho veio de Portugal. O repertório passa pelos mais variados gêneros do nosso país: choro, baião, bossa nova, valsa, samba, música folclórica, música contemporânea, dentre outros. Este trabalho parte da convicção de que o cavaquinho é um instrumento rico e completo. Messias vem se destacando como uma das grandes revelações da música instrumental brasileira. HENRIQUE CAZES - é carioca, Doutor (2019) e Mestre (2011) em Música pela Escola de Música da UFRJ. Desde 1976 exerce atividade de performance em instrumentos de cordas, com destaque para o cavaquinho. Atua também como curador, produtor musical e arranjador em diversos projetos nas áreas de choro, samba, música de concerto e música infantil. Como solista de cavaquinho, lançou álbuns marcantes como "Henrique Cazes" (1988), "Tocando Waldir Azevedo" (1990), "Desde que o Choro é Choro" (1995), "Pixinguinha de Bolso" (2000), "Vamos acabar com o baile" (2007), "Uma história do cavaquinho brasileiro" (2012) e "Música Nova para Cavaquinho" (2019). Dirigiu trabalhos voltados para a ampliação das fronteiras do choro como "Bach in Brazil", a série de 4 CDs "Beatles’n’Choro" e "EletroPixinguinha XXI". Toda essa discografia está disponível nas plataformas digitais. Seus estudos sobre a obra de Pixinguinha, resultaram inicialmente na “Orquestra Pixinguinha”, que recriou arranjos originais, populares e dançantes do Mestre do Choro. Mais tarde, foi convidado pelo neto do Pixinguinha para trabalhar sobre 50 melodias inéditas. Daí surgiu o projeto "Pixinguinha como Nunca", em que assinou a produção, direção e arranjos e que se desdobrou em espetáculos e 4 álbuns lançados nas plataformas digitais em 2023. Compôs a série de "12 Estudos para Cavaquinho Solo", cujos clipes estão disponíveis em seu canal do Youtube, assim como o "Concertino para cavaquinho e cordas" de Ernani Aguiar, peça pioneira no gênero, a ele dedicada. Como pesquisador da área de música popular, publicou os livros “O choro reinventa a roda: 150 anos de uma utopia musical” (Ed. Contracorrente /2023), “Suíte Gargalhadas” (Ed. José Olympio/2002) e “Choro: do quintal ao Municipal” (Ed. 34/1998), que teve a 5ª edição publicada em 2021. Lançou perfis biográficos de Monarco (2003), Chiquinha Gonzaga, Waldir Azevedo e Jacob do Bandolim (2010). Sobre o cavaquinho lançou o método “Escola Moderna do Cavaquinho” (1988), que se encontra na 15ª edição, com uma versão publicada no Japão em 2023 e a sua continuação: “Música Nova para Cavaquinho” (Ed. Vitale/2019). Idealizou e foi o curador do I Festival Internacional do Cavaquinho (FICAV), com participação de artistas do Brasil, Portugal e Ilha da Madeira. É radialista, tendo produzido e apresentado programas radiofônicos sobre o choro nas emissoras Rádio MEC/RJ, Rádio Nacional/RJ, Rádio Roquette Pinto e Rádio MPB FM. Participa desde 2016 do Coletivo Choro na Rua, uma iniciativa que visa levar o choro a um público maior, requalificando os espaços urbanos. Em 2023 foi um dos produtores do 1º álbum do Coletivo, "Obrigado Zé da Velha". É professor no pioneiro bacharelado de cavaquinho na Escola de Música da UFRJ e exerce atividade de docência em cavaquinho e prática de conjunto em oficinas, cursos livres e festivais, dentro e fora do Brasil, trabalhando sempre para a valorização do cavaquinho e do choro. ROGÉRIO CAETANO - Rogério Caetano (Goiânia, 26 de setembro de 1977) é um músico, violonista, arranjador, produtor musical e compositor brasileiro. Bacharel em Composição pela Universidade de Brasília e Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é um premiado virtuose e referência do violão de 7 cordas. Com uma linguagem revolucionária, representa uma nova escola desse instrumento. Possui um método destinado ao instrumento (Sete Cordas, Técnica e Estilo em parceria com Marco Pereira) e uma discografia com 13 álbuns. Foi premiado no Prêmio da Música Brasileira 2016 (Melhor Disco Instrumental e Melhor Grupo), premiado no IMA (Independent Music Awards) nos Estados Unidos em 2015 (best latin jazz álbum), e 2019 (best live performance álbum). Presente na lista dos melhores instrumentistas de 2015 pelo site Embrulhador. premiado no Prêmio Profissionais da Música em 2017 (artista instrumental), 2018 e 2019 (música de rua com o Coletivo Choro na Rua), 2021 (Intérprete de Choro). Indicado ao Grammy Latino 2021 (Melhor Disco Instrumental). Tem como parceiros em seus trabalhos Cristovão Bastos, Marco Pereira, Hamilton de Holanda, Daniel Santiago, Yamandu Costa, Celsinho Silva, Eduardo Neves, Luís Barcelos e Gian Correa. Vem difundindo sua arte no Brasil e Exterior realizando concertos e workshops em países como Alemanha, França, Itália, Espanha, Áustria, Portugal, Holanda, Bélgica, EUA, China, Índia, Israel, Turquia, África do Sul e Equador. Já gravou com Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Ivan Lins, Alcione, Dona Ivone Lara, Monarco, Zélia Duncan, Diogo Nogueira, Teresa Cristina, entre vários outros. Em parceria com Marco Pereira, escreveu o método “SETE CORDAS, TÉCNICA E ESTILO”, trabalho que aborda profundamente a linguagem do violão de 7 cordas principalmente no universo do choro e do samba. Também participou como protagonista da série/documentário Sete Vidas em Sete Cordas que vem sendo exibida com grande sucesso no Canal Brasil e TV Cultura. CHORO NA RUA - O coletivo "Choro na Rua" nasceu espontaneamente na Rua do Rosário, em dezembro de 2016, em frente a extinta livraria AI-Farabi, no lançamento do livro sobre a dupla Zé da Velha & Silvério Pontes. A roda, que aconteceu na rua e cujo vídeo teve mais um milhão de visualizações nas redes sociais, fez com que um núcleo de músicos percebesse que havia demanda por esse tipo de música fora dos ambientes formais. A proposta do "Choro na Rua" é levar a magia da roda de choro para um público maior, fazendo balançar e sorrir, ocupando e requalificando espaços urbanos e fortalecendo esse riquíssimo traço de nossa identidade cultural. O Rio de Janeiro com sonhamos e que gostaríamos de mostrar para aos que nos visitam. Silvério Pontes, que encabeça a iniciativa, explica: O choro começou na rua, na serenata. Daí foi para as casas de família, confeitarias, bares, cabarés, gafieiras, rádios, estúdios de gravação e até salas de concerto. Agora é a hora do choro voltar para rua, enriquecido por toda essa experiência. Apresentando uma formação flexível, capaz de acomodar as agendas de seus solicitados músicos Participantes, o coletivo coloca em prática o a essência da roda de choro: liberdade por princípio, compartilhamento por base e alegria por fim. O coletivo Choro na Rua foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira, uma das mais prestigiadas premiações musicais do país, que celebra a excelência da música nacional em diferentes gêneros e categorias. A indicação do coletivo reconhece a sua dedicação em promover o Choro, um gênero que recentemente foi oficializado como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, reforçando a importância do trabalho cultural e comunitário realizado pelo grupo. A premiação ao coletivo em 2 Categorias destaca não só a excelência musical, mas também o impacto social e cultural de suas ações, que incluem rodas de Choro abertas, oficinas educativas e apresentações que envolvem a comunidade e inspiram novos talentos. Ao receber o Prêmio da Música Brasileira, o Choro na Rua é reconhecido como um dos principais fomentadores da cultura brasileira e um exemplo de como a música pode transformar e unir as pessoas em torno de uma causa cultural rica e acessível. NILZE CARVALHO - Ao ser flagrada pelo irmão mais velho tocando "Acorda Maria Bonita" no cavaquinho, Nilze Carvalho, então com 5 anos, começava uma verdadeira história de amor com a música.Aos 6 anos já se apresentava em público, na Rádio Solimões, na extinta TV-Rio com João Roberto Kelly e no Fantástico da TV-GLOBO. Dos 11 aos 14 anos, gravou, como bandolinista, a série de LPs “Choro de Menina” em quatro volumes, sendo o 1° e o 4° acompanhada pelo conjunto Época de Ouro. Iniciou sua carreira internacional aos 15 fazendo turnês em países como Itália, Espanha, França, Suíça, Holanda, Estados Unidos, Japão, Argentina, China e Austrália. De volta ao Brasil em 2000, Nilze e seus colegas de faculdade fundam o grupo Sururu na Roda, e colecionou 5 CDs e 2 DVDs. O grupo foi eleito o Melhor Grupo de Samba no Prêmio da Música Brasileira 2014. Em 2002, participou do show “O Samba é a Minha Nobreza” de Hermínio Bello de Carvalho e “Lembranças Cariocas” de Lefê Almeida. Nilze lança o CD (cantado) “Estava Faltando Você”, pela gravadora Fina Flor com o qual foi indicada ao Prêmio Tim para melhor cantora de samba.Em 2008 Nilze idealizou e produziu o projeto musical Samba na Universidade, os shows aconteceram na PUC-Rio, UFRJ e Cândido Mendes, com participação de Monarco, Nelson Sargento, Nei Lopes, Ana Costa e Sururu na Roda. Em 2010 lança o CD “O que é Meu” pela gravadora Biscoito Fino e ganhou em duas categorias no Prêmio da Música Brasileira – Samba na Lapa – Melhor CD e melhor cantora. Nos últimos anos Nilze participou do DVD Samba Social Club 2 e 4, do DVD Gafieira, de Zeca Pagodinho, gravou o samba “Acreditar” ao lado de D. Ivone Lara no DVD Cidade do Samba, gravou a faixa de abertura do CD em homenagem a Clara Nunes, gravou participação especial no CD “Palavras de Guerra” da cantora Olívia Hime e também gravou a faixa Já Mandei Botar Dendê no Sambabook Zeca Pagodinho. Fez diversos shows pelo país e no exterior em países como Itália, França, Espanha, EUA, China, Japão, Austrália, Equador, Senegal (Dez/10 - III FESMAN), Portugal (2013 - Ano Brasil-Portugal). Com o Sururu na Roda viajou para Costa Rica, Guatemala, Tunísia, Belize, EUA e Japão. Nilze já cantou e tocou ao lado de grandes nomes da música popular brasileira e internacional, como: Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Jair Rodrigues, Zé da Velha e Silvério Pontes, Martinália, Olívia Hime, Cristina Buarque, Monarco, Nei Lopes, Nelson Sargento, Hamilton de Holanda, Roberto Silva, Elton Medeiros, Hermínio Bello de Carvalho, Dudu Nobre, Zélia Duncan, Fátima Guedes, Zé Menezes, Roberta Sá, Sadao Watanabe, Stefano Bollani, Marvio Ciribelli, Nicolas Krassik, Ana Costa, Dorina, Teresa Cristina entre outros. Recentemente dividiu o palco com o pianista e arranjador Cristóvão Bastos num show em homenagem a Ataulfo Alves, já participou de duas edições do Prêmio da Música Brasileira. O novo CD "VERDE AMARELO NEGRO ANIL foi indicado ao GRAMMY LATINO 2015 pela categoria melhor Álbum de SAMBA/PAGODE e reflete muito da vivência que adquiriu ao longo dos anos de carreira nacional e internacional, além de mostrar toda a versatilidade musical da artista diante da riqueza da música popular brasileira.O CD com 14 faixas produzido por Nilze e Zé Luiz Maia, conta com a participação de grandes músicos e registra além de composições próprias, grandes releituras que mesclam samba com outros ritmos do cancioneiro popular.Hoje Nilze dedica-se quase que exclusivamente a sua carreira solo com o os Shows "VERDE AMARELO NEGRO ANIL" e seu mais recente trabalho de palco chamado "CHORO CANÇÃO" onde ela desfila clássicos do choro vocal desde Callado à Marisa Monte. Além de cantora, instrumentista, compositora e produtora ela fez licenciatura em música pela UNI-RIO e foi apresentadora do programa CENA MUSICAL da TV BRASIL. ABRE A RODA MULHERES NO CHORO - O coletivosurgiu em 2017 com o objetivo de reconhecer e incentivar toda a cadeia em torno da participação da mulher na música. O grupo lança um olhar para as instrumentistas de Belo Horizonte através da criação de uma roda de choro aberta e democrática na qual as mulheres se apresentam como protagonistas. Além disso, o grupo apresenta shows com repertório autoral e de compositoras brasileiras em eventos e festivais. O Abre a Roda é composto por musicistas expoentes da capital mineira: Alice Valle, Bárbara Veronez, Bia Nascimento, Cissa do Cavaco, Cláudia Sampaio, Luciana Alvarenga, Maria Elisa Pompeu, Marina Gomes, Nath Coimbra, Raissa Anastásia, Shari Simpson e Thamiris Cunha. O grupo já realizou um trabalho importante em diversos espaços de Minas Gerais, dentre bares e palcos de festivais, além da participação em três programas televisivos (Globo Horizonte, TV UFMG e TV Horizonte), um curta metragem (Sigo Viva, de Letícia Ferreira e Luciana Brandão), participação em programas de rádio (Rádio Inconfidência) e entrevistas para os jornais da cidade (Jornal O Tempo, Revista do Choro, Jornal do Clube do Choro de BH).Em 2019, o grupo foi convidado a compor a programação do primeiro Festival Circuito do Choro BH. No mesmo ano, iniciou o Projeto Roda Didática, voltado principalmente às instrumentistas iniciantes no gênero. Assim, a roda era organizada de forma que qualquer musicista pudesse apresentar seu repertório de forma acolhedora e segura, com o apoio e representatividade de outras mulheres. Em 2022, o grupo participou do Minas ao Luar Especial Semana do Choro, realizado pelo Clube do Choro e pelo Sesc. Atualmente, o grupo mantém uma roda aberta às terças-feiras em uma bar da capital mineira. Show Brasil de Compositoras - Um Brasil inteiro de compositoras do gênero do choro! Nesse show, o Grupo Abre a Roda Mulheres no Choro apresenta repertório autoral das integrantes Raissa Anastásia e Thamiris Cunha além de músicas de grandes compositoras brasileiras como a pianista mineira Luísa Mitre, Chiquinha Gonzaga, Daniela Spielmann, Naomi Kumamoto e Luciana Rabello. Junte-se ao Abre a Roda nessa amostra da diversidade de composições de Choro produzidas pelas mulheres brasileiras! AUSIER VINÍNICIUS - criou, em 1996, em Belo Horizonte, o ‘Espaço Musical Pedacinhos do Céu’, em homenagem ao mestre do ritmo, Waldir de Azevedo. O objetivo do espaço, templo do choro em Belo Horizonte, era divulgar permanentemente o choro, além de permitir o acesso ao acervo que há anos vem sendo colecionado por Ausier e que é composto, atualmente, por obras ligadas à Música Popular Brasileira, com ênfase no choro. O palco foi também um local aberto às novas gerações de instrumentistas e compositores de choro, para que apresentassem seus trabalhos e troquem experiência com os músicos mais experientes, que por lá, permanentemente, se apresentaram. Palestrantes convidados. RAISSA ANASTASIA - é Mestre em Performance Musical (UFMG), Bacharel em Flauta Transversal (UEMG), Bacharel em Flauta Doce (UEMG) e Licenciada em Artes com ênfase em Música (UNIMONTES). Raissa também foi vencedora dos Prêmios Jovem Instrumentista BDMG (2005) e Jovem Música BDMG (2006). Raissa também teve como professores grandes nomes da Música Brasileira como Nailor Proveta, Itiberê Zwarg, Mauro Rodrigues, Carlos Malta, Dirceu Leite e Gilvan de Oliveira. Na sua trajetória como Flautista, vem atuando e se destacando como uma grande intérprete de choro, frequentando as principais rodas de choro mineiras e festivais de choro pelo Brasil. Raissa vem acumulando experiência ao longo da carreira se renovando frequentemente e participando por vários festivais de música pelo país, como o Festival de Música de Curitiba, Festival de Música de Pelotas, Festival Internacional Sesc de Música, CIVEBRA e outros. A artista vem se descobrindo uma grande multi-instrumentista, além das Flautas, Raissa também domina Violão, Bandolim, Pandeiro e Gaita. Ela também está no comando do grupo de choro “Abre roda mulheres no Choro”, onde além de produtora, é flautista e bandolinista. O grupo vem se destacando em Minas com a proposta de abrir caminho para as mulheres no mundo do choro e da música instrumental. Atualmente é professora da Universidade do Estado de Minas Gerais, atuando principalmente nos seguintes temas: flauta, performance, campo artístico, analise e barroco. MARCOS FLÁVIO AGUIAR - Doutor em Música/Performance pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG - 2017) Mestre em Música/Performance pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG - 2005). Especialista em Práticas Interpretativas da Música Brasileira pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG - 2001). Bacharel em Música/Trombone pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG - 2002). Bacharel em Direito pela Universidade de Itaúna (UI - 1997) SILVIO CARLOS - violonista de 7 cordas, compositor, arranjador, ex-diretor cultural do Clube do Choro de Belo Horizonte, integrante dos grupos 13 Cordas, Flor de Abacate (do qual é fundador e diretor musical) e Choro de Minas. Seu trabalho está registrado em CDs, vídeos e entrevistas à imprensa (Rede Minas, Globo Minas, Jornais O Tempo, Estado de Minas e Hoje em Dia), difundindo o Choro há mais de 30 anos em eventos brasileiros e internacionais (I Semana de Belo Horizonte em Buenos Aires, VI Festival de Choro de Paris, Jornada de Abertura da Temporada 2012-2013 do Club du Choro de Paris e Madrid Fusion). Já dividiu o palco com Hermeto Pascoal, Ademilde Fonseca, Hermínio Bello de Carvalho, Joel Nascimento, Ronaldo do Bandolim, Paulinho Pedra Azul, Zé da Velha, Silvério Pontes, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.