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Esta será a segunda edição do Festival Folia Caiçara, que celebra a diversidade da cultura caiçara e o patrimônio de Morretes. Com uma programação variada, o evento incluirá apresentações de grupos locais, danças e músicas tradicionais. O festival também contará com oficinas que exploram a cultura local, como samba, fandango e outras manifestações artísticas, promovendo aprendizado e participação ativa da comunidade. Com acesso gratuito, será realizado na Praça do Porto de Cima, criando um ambiente inclusivo e acolhedor. A iniciativa envolve artistas locais e colaborações com a Secretaria de Cultura de Morretes, buscando fortalecer a identidade morretense e impulsionar o desenvolvimento territorial sustentável. Uma segunda parte do projeto, como contrapartida social, é composta por um ciclo de 12 oficinas de Fandango Caiçara, patrimônio imaterial do Paraná,que serão realizadas a cada 15 dias nos meses posteriores ao festival, de forma a fomentar a cultura polular durante o ano na cidade de Morretes
Sinopse do Festival Folia Caiçara O Festival Folia Caiçara é um evento cultural destinado a celebrar e revitalizar as tradições caiçaras de Morretes, promovendo a valorização das manifestações artísticas locais e o fortalecimento da identidade cultural da comunidade. Com uma programação diversificada, o festival reúne apresentações musicais, oficinas interativas, exposições e feiras, criando um espaço para a troca de saberes e experiências entre artistas, educadores e o público. A proposta inclui homenagens a figuras importantes da cultura local, garantindo uma conexão entre as gerações e o reconhecimento da riqueza cultural da região. Atrações:Abertura do Festival (Duração: 10 min)Fala da proponente e da equipe principal, trazendo pontos relevantes da proposta e um breve resumo dos resultados da pesquisa de dissertação da proponente.Oficina de Cerâmica (Duração: 2h)A oficina ensinará técnicas básicas de modelagem, incentivando a criatividade por meio de contos e histórias, com foco na criação de um apito cerâmico.Roda de Capoeira Angola (Duração: 2h)O Grupo de Estudos de Capoeira Angola de Morretes realizará uma Roda Aberta, celebrando a riqueza cultural desta arte marcial afro-brasileira, reunindo capoeiristas do litoral e da capital.Filarmônica Antoninense (Duração: 1h30)Formada por alunos e músicos convidados, a Filarmônica mantém a tradição das bandas centenárias, buscando atuar na vanguarda da música para este tipo de grupo.Bora Rolê (Duração: 2h)Show com uma das melhores bandas de pagode do litoral paranaense, conhecida por sua energia positiva e repertório diversificado.Oficina Fazê Fuá (Duração: 2h)Danças e ritmos brasileiros, promovendo a conexão com as tradições culturais.Oficina Cerâmica 2 (Duração: 1h)Continuação da oficina de cerâmica, aprofundando as técnicas aprendidas.Coral Indígena (Duração: 1h)Apresentação do Coral Indígena Nhe’e Porã - Nbya Guarani, trazendo a expressão do povo originário por meio de cantos e danças.Fuá da Serra (Duração: 1h30)Apresentação que mistura ritmos brasileiros populares, trazendo alegria e interação.Taiobas (Duração: 1h30)Show que une batuque da cultura popular, groove experimental e poesia marginal do rap.Janine Mathias (Duração: 1h30)Show "Samba da Nega", celebrando a ancestralidade negra e a história da música brasileira.Fandango (Duração: 2h)Encontro de Fandangueiros de Paranaguá, Guaraqueçaba e Curitiba, celebrando as raízes caiçaras e dando visibilidade a essa cultura.Oficina Mana na Roda (Duração: 1h30)Ministrada pela Roda das Manas, esta oficina promove o empoderamento antes da roda de capoeira.Oficina Montanhismo (Duração: 1h)Exploração do montanhismo como modalidade esportiva, de lazer e turismo.Baquetá (Duração: 1h30)Espetáculo que mescla música e teatro, voltado para o público infantil.Gaia Piá (Duração: 1h30)Show da banda autoral de reggae, com uma mensagem de reconexão com a natureza.Ellen Be (Duração: 1h30)Show que mistura brasilidades ao jazz, destacando a versatilidade da artista.Ciclo de Oficinas de FandangoComo parte da contrapartida do festival, será realizado um Ciclo de Oficinas de Fandango, com duração de 6 meses e encontros quinzenais. Totalizando 12 encontros de 2 horas cada, o ciclo visa resgatar e valorizar a cultura caiçara através da dança e da música do fandango. Sob a condução de facilitadores locais, incluindo o Mestre Marinho e Josi, as oficinas abordarão a história do fandango, técnicas de dança e prática musical, culminando na criação de uma coreografia coletiva. Esse espaço promoverá a interação entre os participantes, permitindo a troca de saberes e fortalecendo os laços comunitários. Exposição e FeiraO festival contará com uma exposição de artes visuais e artesanato, com participação exclusiva de moradores de Morretes e Antonina. Também haverá uma feira gastronômica, oferecendo pratos tradicionais com ingredientes nativos e orgânicos, respeitando a proposta do festival. ConclusãoO Festival Folia Caiçara se propõe a ser um espaço de celebração, aprendizado e inclusão, promovendo a rica cultura local e a interação entre a comunidade. Através de suas atividades, o evento busca fortalecer a identidade, criar oportunidades de aprendizado e proporcionar uma experiência enriquecedora para todos os participantes. Com a implementação do Ciclo de Oficinas de Fandango, o festival não apenas resgata tradições, mas também incentiva o envolvimento da comunidade, garantindo que as raízes caiçaras sejam preservadas e celebradas para as futuras gerações
Objetivo Geral Promover e celebrar as tradições culturais caiçaras, como o fandango, fortalecendo a identidade de Morretes e garantindo a transmissão dessas tradições às gerações futuras. Para isso, o festival irá: - Homenagear figuras icônicas, como o Professor Eric Hunzicker, que contribuíram para a preservação cultural.- Dar visibilidade aos artistas locais e proporcionar oportunidades de inserção no mercado cultural.- Fomentar uma cena cultural vibrante, destacando as vozes e talentos locais.- Atrair visitantes e turistas, incentivando o turismo cultural e contribuindo para o desenvolvimento econômico sustentável da cidade.- Fortalecer o sentimento de identidade e pertencimento da comunidade, celebrando suas expressões artísticas e tradições.- Revitalizar a manifestação cultural do fandango em Morretes, promovendo a prática e a transmissão dessa tradição por meio de um ciclo de oficinas quinzenais ao longo de seis meses.- Promover a inclusão, garantindo a participação de todas as minorias e criando um ambiente acolhedor para a comunidade.- Implementar um plano de acessibilidade, assegurando que o festival seja inclusivo e ofereça atividades para todas as faixas etárias. O festival busca criar um evento cultural significativo que não apenas celebra a cultura caiçara, mas também promove a inclusão e o desenvolvimento cultural e econômico de Morretes, transformando o Carnaval em uma rica celebração de diversidade. Objetivos especificosProgramação Cultural Integrada: Realizar 3 dias de festival, totalizando 18 horas de programação cultural que incluirá:- 11 apresentações musicais de artistas locais, abrangendo diversos estilos e tradições.- 4 oficinas culturais que ensinarão práticas tradicionais, como samba e fandango.- Homenagem ao Professor Eric Hunzicker, destacando sua contribuição para a preservação das tradições caiçaras.- Um Espaço Piá com programação lúdica voltada para crianças, incluindo atividades de educação ambiental e cultural.Exposições e Feiras: - Organizar uma exposição com a participação de 8 artistas locais.- Realizar uma feira gastronômica com pelo menos 5 empreendimentos da produção local.- Promover uma feira de economia criativa que inclua 10 artesãos locais, aumentando a visibilidade e as oportunidades de venda de seus produtos.Inclusão e Acessibilidade: - Garantir que todas as atividades do festival sejam inclusivas e acessíveis a todas as faixas etárias e públicos, com especial atenção para pessoas com deficiência, através da implementação de um plano de acessibilidade abrangente e ação de formação de publico.Ciclo de oficinas de Fandango: - Implementar um ciclo de oficinas quinzenais com duração de seis meses, focando na prática do fandango.- Capacitar e engajar a comunidade local na aprendizagem e execução do fandango.- Promover apresentações abertas ao público ao final do ciclo de oficinas, para demonstrar o aprendizado e incentivar a valorização do fandango.- Estabelecer parcerias com grupos de dança e artistas locais para enriquecer as oficinas e promover intercâmbio cultural.Criar um ambiente de colaboração e troca de saberes entre os participantes, promovendo a interação intergeracional.Impacto e Participação: - Mobilizar cerca de 80 trabalhadores locais para a equipe artística e de produção, reforçando o compromisso com a economia local e a geração de empregos.- Participação de 2.000 pessoas nas apresentações musicais e de 100 pessoas nas oficinas, utilizando avaliações pós-evento para medir a satisfação e o engajamento do público.- Envolver ao menos 50 participantes ao longo do ciclo de oficinas de fandango.Fortalecimento de Redes: - Estabelecer parcerias com a Secretaria de Cultura de Morretes, Conselho de Cultura Municipal e a Prefeitura, além de colaborar com grupos comunitários e educacionais, visando criar uma rede de apoio e fortalecimento das iniciativas culturais locais.Sustentabilidade: - Implementar práticas sustentáveis durante o festival, como gestão de resíduos, uso de materiais recicláveis e promoção de práticas ecológicas, com o objetivo de reduzir o impacto ambiental do evento.
A segunda edição do Festival Folia Caiçara surge para revitalizar e promover as tradições culturais caiçaras, em um contexto onde o patrimônio imaterial enfrenta desafios. A Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91) é essencial para viabilizar este projeto, permitindo que o festival atinja seus objetivos de promoção cultural, incentivo à participação da comunidade e atração de visitantes para Morretes. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é crucial por várias razões: Preservação Cultural: O festival destaca tradições como o fandango, essenciais para a identidade local. Sem ações de valorização, essas manifestações correm o risco de serem esquecidas. O financiamento garantirá atividades que transmitam essas tradições às novas gerações, cumprindo o inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91.Fomento à Economia Local: O festival promoverá o turismo cultural, incentivando visitantes a conhecer Morretes e suas tradições, impactando diretamente a economia local. Essa ação está alinhada com o inciso II do Art. 1º.Inclusão e Diversidade: O evento será uma plataforma para a inclusão de grupos diversos, como artistas locais, ribeirinhos, indígenas e representantes de minorias, fortalecendo a coesão social, conforme o inciso IV do Art. 1º.Formação e Capacitação: As oficinas e atividades educativas proporcionarão aprendizado, especialmente para os jovens, em conformidade com o inciso III do Art. 1º.Valorização da Identidade Cultural: O festival homenageará figuras icônicas, como o Professor Eric Hunzicker, reforçando a importância do reconhecimento dos agentes culturais locais, em consonância com o inciso V do Art. 1º.Os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, que preveem o desenvolvimento cultural e a democratização do acesso à cultura, serão amplamente alcançados com este festival: Acesso à Cultura: O evento será gratuito, permitindo a participação de todas as faixas etárias, reforçando o compromisso com a democratização do acesso.Desenvolvimento Cultural Sustentável: O festival contribuirá para o desenvolvimento cultural sustentável de Morretes, promovendo atividades com impacto positivo a longo prazo.Interação e Formação de Redes: O festival será um ponto de encontro para artistas e visitantes, promovendo redes culturais que podem resultar em colaborações futuras.O ciclo de oficinas sobre o fandango, parte da programação do festival, é fundamental para revitalizar essa tradição. Este projeto busca: Revitalização Cultural: As oficinas proporcionarão espaço para prática e aprendizado do fandango, assegurando que essa manifestação cultural seja vivenciada por um público diverso.Inclusão e Participação Comunitária: As oficinas abrirão espaço para diversas faixas etárias, promovendo o pertencimento e a identidade cultural.Educação e Capacitação: As oficinas ensinarão práticas do fandango, capacitando os participantes a se tornarem multiplicadores dessa cultura, culminando em uma apresentação pública.Integração Social: As oficinas promoverão o intercâmbio de saberes entre participantes e artistas locais, fortalecendo os laços comunitários.Desenvolvimento Cultural Sustentável: A iniciativa promoverá o acesso à cultura e contribuirá para o desenvolvimento cultural de Morretes, reintroduzindo o fandango na vida cotidiana da comunidade.As oficinas serão conduzidas por mestres do fandango, que ensinarão os passos e a história dessa dança, culminando em um evento onde os participantes poderão se apresentar para a comunidade. Essa iniciativa representa um passo importante para a preservação da cultura caiçara e a promoção de um ambiente cultural ativo em Morretes. A relevância da Lei de Incentivo à Cultura para o sucesso deste projeto é clara, tornando-o uma oportunidade única de transformação cultural e social para Morretes. Pretende-se que este festival seja um marco na mudança de paradigma na cultura de Morretes, dentro de uma proposta de cultura popular e local, em um município com um grande potencial para tal, mas que sofre com a ausência de políticas publicas e coletivos que consigam garantir que esta data seja melhor aproveitada para o turismo cultural da cidade. Ao dar destaque à cultura caiçara, indigena e local, o festival proporcionará um meio para a preservação e transmissão dessas tradições e manifestações contemporâneas às gerações futuras. Ao vivenciar e apreciar essas manifestações culturais autênticas, a comunidade terá a oportunidade de se conectar com suas raízes e valorizar sua identidade local. Sabe-se também que eventos culturais que destacam a autenticidade e diversidade local têm um potencial atrativo para turistas que buscam vivenciar experiências culturais autênticas. O festival de cultura popular durante o carnaval em Morretes pode se tornar um ponto de referência para visitantes interessados em conhecer e celebrar as tradições da região, gerando impactos positivos na economia local. Em suma, o Festival Folia Caiçara e seu ciclo de oficinas não apenas preservam tradições, mas também promovem inclusão, capacitação e desenvolvimento econômico. A Lei de Incentivo à Cultura é essencial para o sucesso desta empreitada, que fortalecerá a identidade cultural e social da comunidade morretense.
Para mais informações sobre a primeira edição do Festival, acessar: https://www.instagram.com/foliacaicara?igsh=dWlhc29yMjhtd213
Local: Praça do Porto de Cima em Morretes/PR. Público estimado: 1000 pessoas por dia. O espaço contará com feira de economia criativa e feira gastronômica com devidas licenças sanitárias. Será montada uma estrutura de tendas, banheiros e assistência médica conforme solicitação dos Bombeiros. Contrapartida: Ciclo de oficinas de Fandango a ser executado em Morretes durante 6 meses com encontros quinzenais, totalizando 12 encontros de 2 horas cada. O projeto conta com plano de divulgação virtual e presencial. A estrutura do projeto será feita conforme itens abaixo: 1. ESTRUTURA GERAL DO PROJETO Nome do Projeto: Festival Folia CaiçaraDuração Total: 170 diasPré-produção: 90 diasExecução do Festival: 20 diasPós-produção: 60 diasCiclo de Oficinas de Fandango: 6 meses (início após o festival)2. PRODUTOS DO PROJETO a. Apresentações e Oficinas Culturais Duração: 3 dias de atividades durante o festival Folia CaiçaraAtividades culturais: 4 grupos/artistas por dia de apresentação musical; 2 oficinas culturais por dia.Material: Palco, tendas, sistema de som, iluminação, ambulância, banheiros.Atividades para o Público Infantil: Apresentações específicas, incluindo teatro de bonecos e contação de histórias. b. Exposições, Feiras de Economia Criativa e Gastronômica Duração: 3 dias de feira durante o festivalPaginação: Aproximadamente 30 expositores por diaMaterial: Estruturas para estandes, mesas, cadeiras e materiais de divulgação.Projeto Pedagógico: Capacitação de expositores em práticas sustentáveis e comercialização justa. c. Registro Audiovisual do Evento Duração: Registro contínuo durante o festivalMaterial: Câmeras, microfones, equipamento de edição de vídeo.Projeto Pedagógico: Produção de material audiovisual com entrevistas, coberturas e depoimentos.d. Homenagem ao Professor Duração: Cerimônia especial durante o festivalMaterial: Plaquetas, certificados e homenagens personalizadas.Projeto Pedagógico: Valorização da educação e cultura local.3. Acessibilidade Duração: Implementação contínuaMaterial: Rampas, sinalizações, banheiros adaptados, materiais em Braille, intérpretes de Libras.Projeto Pedagógico: Treinamento da equipe sobre inclusão e acessibilidade.4. Comunicação e Divulgação Duração: 150 diasMaterial: Artes gráficas, banners, releases, conteúdo para redes sociais e imprensa.5. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Ciclo de Oficinas de Fandango Número de Vagas: 30 participantesPúblico-Alvo: Aberto a todas as idades, focando em jovens e adultos.Ementa:Introdução ao Fandango: História e importância; variações regionais.Técnicas de Dança: Aprendizado dos passos básicos; prática em grupo.Música e Ritmo: Instrumentos típicos e exercícios práticos.Coreografia: Desenvolvimento de uma coreografia coletiva.Apresentação Final: Preparação para apresentação final.Duração: 12 encontros quinzenais, 2 horas cada (total: 24 horas)Material: Apostilas, vídeos, instrumentos musicais.Projeto Pedagógico: Metodologia ativa, com aulas práticas e avaliações contínuas.
A segunda edição do Festival Folia Caiçara reafirma nosso compromisso com a inclusão e a acessibilidade, garantindo que todas as pessoas possam participar e usufruir das atividades oferecidas. Para isso, implementaremos medidas que atendem às necessidades de acessibilidade física e de conteúdo, tendo como experiencia prévia a primeira edição que foi um verdadeiro exemplo de sucesso de evento acessivel. Acessibilidade FísicaEspaço Acessível: A Praça do Porto de Cima será totalmente adaptada para garantir a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida. Isso inclui: Rampas: Todas as áreas do festival terão rampas de acesso, permitindo que cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade se desloquem com facilidade.Caminhos demarcados: As rotas de acesso serão claramente sinalizadas, garantindo que todos possam navegar pelo espaço sem dificuldades.Banheiros Adaptados: Serão disponibilizados banheiros acessíveis, equipados com barras de apoio e espaço adequado para usuários de cadeiras de rodas.Guias Táteis: Para auxiliar na orientação de pessoas com deficiência visual, serão instalados guias táteis no chão e sinalização em alto relevo ao longo do festival, facilitando a locomoção.Acessibilidade de ConteúdoInterpretação em Libras: Todas as apresentações e oficinas contarão com intérpretes de Libras, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam participar ativamente.Audiodescrição: As atividades principais do festival terão audiodescrição para pessoas com deficiência visual, permitindo que tenham uma compreensão completa das performances e atividades.Legendas Descritivas: As exibições audiovisuais incluirão legendas descritivas, proporcionando informações adicionais sobre o conteúdo apresentado.Material em Braille: Serão disponibilizados materiais informativos em Braille, como folhetos e programações, para que pessoas com deficiência visual possam acessar informações sobre o festival.Visita Sensorial: Ofereceremos uma visita sensorial guiada, onde os participantes poderão explorar as atrações do festival através de todos os sentidos, promovendo uma experiência inclusiva e imersiva.Essas iniciativas visam não apenas garantir que o Festival Folia Caiçara seja um espaço acessível, mas também promover um ambiente acolhedor onde todos possam celebrar e vivenciar a riqueza da cultura caiçara. Estamos comprometidos em fazer do festival uma experiência inclusiva e memorável para todos os participantes.
O Festival Folia Caiçara prioriza a democratização do acesso à cultura, assegurando que todos possam participar, aprender e desfrutar das diversas atividades e produtos oferecidos. A seguir, apresentamos as estratégias de distribuição, comercialização e ampliação do acesso: Distribuição e Comercialização dos ProdutosEntrada Gratuita: O festival será totalmente gratuito, permitindo que todos os membros da comunidade, independentemente de sua condição socioeconômica, possam participar das apresentações e oficinas.Feira Gastronômica e de Economia Criativa: Os produtos da feira gastronômica, com foco na produção local, e a feira de economia criativa, que reunirá artesãos e artistas locais, serão oferecidos a preços acessíveis. Isso promove a valorização da cultura local e estimula a economia da região.Comercialização Justa: Os artistas e artesãos participantes do festival terão condições justas de comercialização de seus produtos, garantindo que recebam uma parte justa das vendas e incentivando a sustentabilidade de suas atividades.Medidas de Ampliação de AcessoCiclo de Oficinas de Fandango: Serão realizadas oficinas quinzenais sobre o fandango, abertas a todos os interessados. Essas oficinas não apenas ensinarão a prática dessa manifestação cultural, mas também promoverão a interação e a troca de saberes entre os participantes, resgatando e revitalizando a tradição local.Transmissão pela Internet: Para ampliar ainda mais o alcance do festival, todas as atividades principais, incluindo apresentações musicais e oficinas, serão transmitidas ao vivo pela internet. Essa medida garantirá que aqueles que não puderem comparecer presencialmente possam acompanhar as atividades em tempo real.Registro em Vídeo: As atividades do festival, incluindo as oficinas, serão registradas em vídeo e disponibilizadas em plataformas digitais, permitindo que o conteúdo seja acessado posteriormente por um público mais amplo.Contratação de Estagiários de Produção: O festival irá oferecer vagas de estágio para estudantes de áreas relacionadas à produção cultural. Este processo não apenas capacitará os jovens, mas também incentivará a diversidade na equipe, promovendo a inclusão de talentos locais. Os estagiários terão a oportunidade de aprender e contribuir ativamente na organização do evento, fortalecendo seu envolvimento com a cultura local. Essas ações visam garantir que o Festival Folia Caiçara não apenas celebre a cultura local, mas também promova a inclusão e a participação ativa de todos os segmentos da sociedade, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura.
Proponente: Júlia Moretti Pereira Função: Idealizadora e Diretora do Festival Folia Caiçara.Atividades: Coordenação Geral: Supervisiona todas as etapas do festival, da pré-produção à avaliação pós-evento, garantindo que as atividades estejam alinhadas com os objetivos culturais e sociais.Gestão de Parcerias: Principal ponto de contato com a Prefeitura, a Secretaria de Cultura e grupos locais, fortalecendo colaborações e redes de apoio.Planejamento e Execução: Lidera reuniões de planejamento, define cronogramas e delega tarefas, além de avaliar propostas artísticas e oficinas.Pesquisa e Articulação: Utiliza os resultados de sua dissertação de mestrado, que abordou as manifestações culturais em Morretes, como base para a articulação de ações que culminaram na realização do Festival Folia Caiçara. Essa pesquisa identificou potenciais locais e fomentou o diálogo entre os agentes culturais da região.Acessibilidade: Coordena a implementação das diretrizes de acessibilidade, assegurando que todas as atividades sejam inclusivas.Avaliação Pós-Evento: Participa da análise de resultados e impactos, contribuindo para relatórios finais e avaliação de contrapartidas.Júlia Moretti é uma profissional com formação em Ecologia pela UNESP e mestrado em Desenvolvimento Territorial Sustentável pela UFPR. Além de sua formação acadêmica, possui cursos em Políticas Públicas Culturais, Turismo de Base Comunitária, Mediação Cultural e Acessibilidade em Eventos Culturais. Atuando nas áreas de música, produção cultural, pesquisa, fotografia, educação ambiental e oficinas de cultura popular, Júlia tem uma sólida experiência na produção cultural. Ela é idealizadora e diretora de projetos como o Festival Folia Caiçara e o projeto "Fuá Costura", além de ter realizado diversas oficinas de cultura popular e ritmos tradicionais em escolas e instituições, como na APAE de Morretes. Sua trajetória inclui a produção de eventos com Mestres da Cultura Popular, como Nilton Junior e Tião Carvalho, produção da Festa Literária de Morretes e da feira de artes gráficas Mamute. Em sua carreira fonográfica, Júlia participou de singles e lançou o álbum “Natureza Cantada” com a banda Samba de Canteiro. Ela foi reconhecida com o prêmio “Memorial de Vivências” da Universidade Estadual do Paraná em 2022. Atualmente, Júlia continua sua atuação em projetos culturais, destacando-se na direção de produção do projeto “Fuá Costura” em 2024 e realizando shows com Fuá da Serra em festivais e eventos culturais. Ela também integra coletivos musicais, como Roda das Manas, Abya Baila e Fuá da Serra, dedicando-se a promover a cultura popular e a inclusão social. MAYRA FERNANDES - RUBRICA DE Coordenação de projeto. Irá fazer toda a coordenação do projeto, planilhamento das despesas, organização dos pagamentos e notas fiscais, certificando que o projeto ocorra dentro das normas da Lei Rouanet. Mayra Fernandes/Cardume Cultural atua como Diretora de Produção (DRT 19208) e Atriz (DRT 30442), é uma profissional multifacetada residente em Curitiba-PR. Graduada em Teatro pela UNESPAR, tem uma pós-graduação em Neurociência, Psicologia e Mindfulness pela PUC-PR, onde desenvolveu a pesquisa "O Estado de Presença do Corpo do Ator". Além disso, possui formação em Cinema pela Fundação Cultural de Curitiba e pela Escola do Ator Cômico de Curitiba-PR. Mayra é fundadora e gestora da Produtora Cardume Cultural, que dinamiza a cena cultural de Curitiba e região. Com vasta experiência em elaboração e gestão de projetos culturais via leis de incentivo, já esteve à frente de aproximadamente 200 projetos. Também atuou como Diretora de Produção e Curadora em eventos culturais importantes, como o Festival Psicodália, Festival Libélula, Festival de Curitiba e a Bienal Internacional de Arte. Com quase 20 anos de carreira, Mayra recebeu vários prêmios, incluindo o Prêmio Prosas-FUNARTE (2020) e Aldir Blanc (2020). Em 2020, foi premiada pela Secretaria de Estado do Paraná por sua trajetória profissional. Como diretora, venceu o prêmio de melhor espetáculo no FERA Festival (2009) com "Tempos Modernos". BARBARA RIBAS - RUBRICA DE COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO. Função: Tabulação de dados, elaboração de planilhas de acompanhamento, contato com prestadores de serviço, deliberações junto à direção, agendamentos, acompanhamento do artístico, demais tarefas para garantir a perfeita execução do projeto, elaboração de relatórios. Cantora, guitarrista, produtora cultural e formada em Ciências Sociais pela UFPR. Atuando na área da música desde 2016, fez trabalhos que também envolvem logística, vendas, e administrativo. Possui participação em projetos musicais de cultura popular (Banda Fuá da Serra), samba (Roda das Manas), e Blues (Gralha Blues e Boogie Jump). Faz toda a negociação com o contratante, logística de equipamentos, e a apresentação em si. Também promove eventos desde 2017 como 3 edições do Constelar Sarau em Curitiba (2016 e 2017), Festa Julina da ADEMADAN em Antonina (07/07/2023), Blues da Lua Cheia em Antonina (2022), Palco Minas Jazz no Circuito Jazz de Paranaguá 2023, e festival Folia Caiçara como produtora executiva, festival contemplado na Lei Paulo Gustavo pelo edital estadual "Paraná Festivais", projeto “ Fuá costura” em Curitiba 2024, festival “ Quintal do Pretin - Edição Especial” em Curitiba 2024, e projeto “ Fuá no Litoral” em Guaraqueçaba 2024. Possui curso em acessibilidade pela casa consultoria e já trabalhou em projetos na APAE de morretes. TATIANA MATTOS FERREIRA. RUBRICA DE COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO Função: Elaboração do plano de divulgação, estratégias de distribuição de conteúdo, gerente de comunicação do projeto como um todo. Fará toda a parte de comunicação e social media, incluindo tráfego pago. Tatiana é estrategista de marca, produto e comunicação, designer/social media e projetista mecânica, atuou por mais de 20 anos na iniciativa privada e terceirizada contratos de estatais como designer de produto/mobiliário, desenhista/projetista mecânica de tubulações/equipamentos. Em 2016 paralelo às atividades profissionais, encontrou em grupos de estudos da cultura africana, afro brasileira e popular, uma forma de se envolver ativamente como projetos, atividades e comunidades para promover a educação antirracista por meio da representatividade étnica. Desenvolveu alguns trabalhos de forma voluntária e social onde teve contato, no decorrer dos últimos anos, com materiais, cursos e apresentações que possibilitaram o aprimoramento de algumas habilidades técnicas e profissionais, além de fomentar o desejo de trabalhar com a Arte Cultura/Eventos, Impacto Social e Empreendedorismo. Em 2021 criou o Ateliê Iroko, um empreendimento individual voltado para o Design, Branding e Comunicação, onde atende empreendedores, eventos, iniciativas culturais e demandas de editais. Atualmente dedica-se integralmente ao aprimoramento e crescimento do Ateliê Iroko que, em todas as demandas, busca unir a atenção à ancestralidade, respeito ao tempo e habilidades individuais, além da diversidade cultural e étnica dos contratantes e envolvidos. Como pessoa física, é participante ativa e fomentadora da educação antirracista, enfrentamento de discriminações raciais, promoção da arte e cultura popular.
PROJETO ARQUIVADO.