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PRONAC 241581Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

A volta do cavaleiro andante

14.644.604 CAMILO SCHADEN GHANEM
Solicitado
R$ 619,4 mil
Aprovado
R$ 619,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-11-04
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O presente projeto tem como objetivo a realização do espetáculo teatral intitulado "A volta do cavaleiro andante". O projeto também irá oferecer aulas/palestras em escolas públicas como contrapartida social.

Sinopse

A peça A volta do cavaleiro andante se debruça sobre uma cidade fictícia, onde acontecem operações secretas supervisionadas por um presidente que dá tiros para o alto, enquanto a sociedade tem a ilusão de viver na mais perfeita paz – e medidas carcerárias-psiquiátricas são tomadas para evitar que qualquer um deixe de acreditar nessa ilusão. A ação se passa em algum tempo futuro; um futuro imaginado pelo passado. Num ambiente de Guerra Fria – pânico generalizado, espionagem, tensões políticas internacionais, corrida espacial e uma indústria cultural que busca anestesiar a sociedade – uma pequena cidade dos Estados Unidos se torna sede de um misterioso Projeto: um complexo gigantesco, dedicado a controlar a vida dos cidadãos, a inspirar-lhes regras de convivência dentro de um parâmetro conservador e cristão, e a combater ameaças dissonantes – mais precisamente, influências políticas revolucionárias, pessoas de etnia não-branca, mulheres de vida sexual liberal e indivíduos de “comportamento artístico”. Nesse contexto, Gewinner, um excêntrico e melancólico bon vivant, homossexual, retorna à cidade, depois de anos viajando pelo mundo, para reivindicar uma herança deixada pelo pai. Ao chegar, toma conhecimento do que a cidade se tornou, descobre que seu irmão Braden é o chefe do megalomaníaco Projeto e amigo do presidente da República, e trava amizade com sua cunhada Violet, uma mulher divertida, que aprecia bebidas de todos os tipos e que esconde segredos importantíssimos. Classificação Indicativa: 14 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão, produzindo um espetáculo autoral inédito de artistas brasileiros; Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, trazendo por meio da linguagem teatral questões pertinentes à cidadania LGBTQIA+; Apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental, possibilitando a montagem de um texto contemporâneo que dialoga com diversas referências da história do teatro; Apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação, realizando como contrapartida social aulas/palestras sobre a linguagem teatral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 24 apresentações do espetáculo teatral "A volta do cavaleiro andante" com ingressos a R$ 30,00, e meia-entrada a R$ 15,00 para estudantes, professores e idosos (30% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente). Dentre elas, deverá haver: uma apresentação com tradução em Libras; uma apresentação com audiodescrição; uma apresentação antecedida por uma mediação para espectadores com deficiência cognitiva. Em cada apresentação, espera-se alcançar 200 espectadores, totalizando 4.800 ao fim do projeto. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 6 aulas/palestras sobre a linguagem teatral, de 1 hora cada, para alunos e professores da rede pública. Espera-se alcançar, ao todo, 480 pessoas com a atividade.

Justificativa

O presente projeto propõe a criação, montagem e temporada do espetáculo teatral "A volta do cavaleiro andante", texto de Camilo Schaden que traz questões relativas à cidadania LGBTQIA+. Na peça _ livremente inspirada no conto "The knightly quest", do autor norte-americano Tennessee Williams, e no texto "A visita da velha senhora", de Friedrich Dürrenmatt _, um homem de meia idade, homossexual, retorna a sua cidade natal em meio à ascensão de um regime ultraconservador e segregacionista, no qual seu irmão tem grande importância. Num momento em que o Brasil e o mundo vivem uma crise brutal de valores éticos, conhecimentos científicos e históricos são refutados, e a disseminação de notícias falsas pelos novos meios de comunicação apela para a sensação de pânico das populações, enfatizando a existência do "mal" a ser combatido pelo "bem" e gerando terreno fértil para discursos reacionários e conservadores, cria-se uma atmosfera tensa, semelhante à da guerra fria, na qual são atacados grupos sociais que destoam da lógica dominante _ entre os quais, a população LGBTQIA+. Em diálogo com essa atmosfera, o texto nos desperta para o constante desafio de criar alternativas à realidade. Quais são as possibilidades utópicas que se apresentam diante da atualidade? Como semear espaços para a diversidade? O teatro é uma linguagem poderosa para alimentar a imaginação e o pensamento crítico, possibilitando o desenvolvimento de sonhos e a criação de mundos. Assim, a montagem de A volta do cavaleiro andante pretende estimular esse exercício de cidadania por meio de uma criação estética, além de, com a contrapartida social em forma de aulas/palestras, estreitar os laços entre o universo teatral e os jovens estudantes, exercendo formação de público. Os propósitos acima mencionados tornam de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

O coordenador do projeto é autor do texto a ser encenado.

Acessibilidade

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: O local de apresentação será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Item no orçamento: Custos de infra-estrutura. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitaçoes aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Uma das apresentações contará com instrutores treinados no atendimento do público com deficiência, que realizarão também uma mediação antes do espetáculo. Item no orçamento: Instrutor. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: No espaço, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual, e uma placa em braille com informações sobre o espetáculo. Uma das apresentações contará com audiodescrição e instrutores para receber essas pessoas. Itens no orçamento: Custos de infra-estrutura, Instrutor e Audiodescrição. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Uma das apresentações contará com intérpretes de Libras, para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo do espetáculo, e instrutores treinados para recebê-las. Itens no orçamento: Intérprete de Libras e Instrutor. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRAS Acessibilidade Física: As escolas escolhidas para as aulas/palestras deverão ser adequadas a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida, que contem com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Item no orçamento: Custos de infra-estrutura (entre os custos do espetáculo, utilizadas também para as oficinas). Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: No espaço, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. Item no orçamento: Custos de infra-estrutura (entre os custos do espetáculo, utilizadas também para as oficinas). Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Uma das palestrantes é fluente em Libras e realizará mediação, caso necessário. Item no orçamento: Palestrante. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitaçoes aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Caso necessário, as palestrantes realizarão mediação durante a atividade. Item no orçamento: Palestrante.

Democratização do acesso

30% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 29 da IN nº 11/2024. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III do artigo 30 da IN nº 11/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição (A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube).

Ficha técnica

CAMILO SCHADEN – Coordenador do projeto, ator, dramaturgo Bacharel em Direção Teatral pela ECA-USP (2007), cursou também a Escola de Arte Dramática (EAD) na mesma Universidade (2011). Participou dos espetáculos Dark Room, direção de Rafael Truffaut (2005); Projeto Canastra, direção de Diogo Spinelli (2009); O ruído branco da palavra noite, com a Cia. Auto-Retrato (apresentado na Mostra Oficial do Festival de Curitiba, em 2010, e no Porto Alegre em Cena, em 2011; Tebas, direção de Luís Mármora (2010); O homem feio, de Marius von Mayenburg, direção de André Pink (2011); Que aconteceu com Vô Quim, com a Cia. do Fubá (2011); Origem Destino, com a Cia. Auto-Retrato (2013); The queen bee, direção de Fernanda Gama (2014); Cerotinho em Nova Iorque, direção de Bete Dorgam (finalista do Festival de Cenas Curtas dos Parlapatões, 2015); Histórias de depois do fim, direção de Eloá Guirelli (2019); e Ruído, texto de Mariana de Althaus (CCSP e Oficina Cultural Oswald de Andrade, 2022). Colaborou com publicações como a revista A(l)berto, da SP Escola de Teatro, e com a Online-Theaterbibliothek do Goethe Institut. Trabalhou como preparador vocal no Projeto Espetáculo da Fábrica de Cultura Jardim São Luís, em 2015. É professor de Expressão Vocal e Interpretação na escola Incenna desde 2009. O proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e receberá pelas rubricas: Coordenador, Ator (ensaios e apresentações) e pelo direito autoral do texto. DAN NAKAGAWA – diretor e diretor musical Diretor teatral, compositor musical e dramaturgo. Fundador do núcleo Sambeckett. Já escreveu e dirigiu mais de 7 peças de teatro no Brasil e na Suécia, entre elas Não Ia Ser Bonito (Cia da Revista, 2016); Normalopatas (Teatro de Arena. 2017/2018); O Aniversário de Jean Lucca (Teatro Sérgio Cardoso, junho/julho de 2019 e depois circulação pelo estado de São Paulo). A Vida das Bonecas Vivas (Proac Dança 2019) fez temporada no Teatro Sergio Cardoso em 2020 e foi exibida online devido à covid-19, antes de cumprir apresentações presenciais ao longo dos últimos anos (Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto e SESI Viagem Teatral). Na Suécia, em parceria com a cia sueca Darling Desperados, o espetáculo de dança-teatro Wonderful Days (maio de 2019 no MDT Theatre, Estocolmo); a leitura dramática de O Aniversário de Jean Lucca com atores suecos (dezembro de 2018, Estocolmo); colaboração como diretor da montagem da peça Tjuvar de Dea Loher com direção de Ulrika Malmgren na Stockholm Academy of Dramatic Arts em setembro de 2017. Como compositor, já produziu mais de quatorze trilhas sonoras para peças de teatro, dança e filmes como o longa Ralé de Helena Ignez, o espetáculo de dança Resort de Thomas Plischke na Alemanha. Como cantor e compositor já lançou 4 álbuns e três DVDs entre eles O PRIMEIRO CÍRCULO, O OPOSTO DE DIZER ADEUS e o CD e DVD DAN NAKAGAWA CONVIDA NEY MATOGROSSO, lançados pelo Canal Brasil. Nakagawa também teve três de suas músicas gravadas por Ney Matogrosso: Um Pouco De Calor, Todo Mundo O Tempo Todo e O Inominável. Como ator, participou de diversas peças, filmes, telenovelas e séries de TV entre elas: a peça Mistérios Gozosos dirigida por Zé Celso Martinez Corrêa (1995); KILLER DISNEY de Philip Ridley (2012); os longas Ralé de Helena Ignez e Corpo Presente de Marcelo Toledo, Paolo Gregori, e o curta A VIDA DO FÓSFORO NÃO É BOLINHO, GATINHO, de Sérgio Silva (2015). ANDREA TEDESCO - atriz Formada pela ECA/USP e pelo CPT, atualmente é mestranda do Instituto de Artes da UNESP, na área de Estética e Poéticas da Cênicas, com o projeto Relações Interespecíficas na Cena Contemporânea no Contexto de Crise Antropocêntrica. Trabalha e trabalhou com diversas companhias de teatro de São Paulo como OPOVOEMPÉ, Phila 7, Folias D’Arte e Velha Companhia. Em início de 2020 reestreou a peça Na Polônia, Isso é Onde? no Teatro Sérgio Cardoso, com o Coletivo OPOVOEMPÉ, atuou na peça Corpo no Teatro Cemitério de Automóveis com direção de Marcos Gomes e Lucas Mayor, e texto de Carla Kinzo. Recentemente, dedicou-se aos projetos Histórias de Baker, sob direção de Cristiane Zuan Esteves e Vila Itororó-Atacama, memórias e utopias, sob direção de Luiz Fernando Lubi Marques, ambos contemplados pelo Prêmio Zé Renato de Teatro. Atualmente colabora com Marcos Gomes e Lucas Mayor, dramaturgos-diretores do projeto Garganta, tendo atuado nos espetáculos Edifício, Humilhação, Casa Vazia, Corpo, Ao Vivo, A Criança e Trabalho. Em cinema atuou em cinco filmes do diretor Ugo Giorgetti, sendo indicada a melhor atriz, pelo Prêmio Aplauso Brasil por sua atuação em Boleiros 2. ANAYAN MORETTO - produtora Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo/Habilitação em Teatro pela PUC SP. Entre seus trabalhos mais recentes de produção destacam-se: 2023: São Paulo, dir. Isabel Teixeira, com Regina Braga, Sesc Santo André e Teatro Bravo; Dos Prazeres, dir. Ivan Andrade, com Maristela Chelala, Mezanino do Sesi Paulista; A Mulher como Campo de Batalha, dir. Rodrigo Spina, Sesc Belenzinho. 2022: Desmascarados, Uma Desomenagem aos Reis da Vela do Século XXI, dir. Johana Albuquerque, Teatro de Conteiner; Tebas, dir. Marcelo Lazzaratto, Sesc Bom Retiro e Mirada; São Paulo, dir. Isabel Teixeira, com Regina Braga, Teatro Unimed e Teatro Itália; Proac Circulação com o espetáculo Chernobyl; Proac Circulação e Circulação SESI não Inéditos com O Aniversário de Jean Lucca; 2020: Dos Prazeres – Direção de Ivan Andrade – Sesc Vila Mariana; 2019: 45 Graus – Direção Marcos de Andrade – Sesc Avenida Paulista; Chernobyl, texto Florence Valéro e dir. Bruno Perillo, SESC Consolação; Cais Oeste, Texto Bernard-Marie Koltès, dir. Cyril Desclés, SESC Santo Amaro; Três Mudanças, texto Nicky Silver, dir. Mário Bortolotto, SESC Ipiranga e Teatro Itália; O Agora que demora de Cristiane Jatahy, SESC Pinheiros; Argumento Contra a Existência de Vida Inteligente no Cone Sul, texto Santiago Sanguinetti, dir. Marina Vieira CCSP; O Aniversário de Jean Lucca, texto e dir. Dan Nakagawa Teatro Sérgio Cardoso e FUNARTE; Na Polônia, Isso é Onde, grupo OPOVOEMPÉ, dir. e dramaturgia Cristiane Zuan Esteves, SESC Sorocaba; 2019-2017: Romeu & Julieta 80, adap. e dir. Marcelo Lazaratto com Renato Borghi, Miriam Mehler, SESC Ipiranga e circulação; Sala dos Professores, texto Leonardo Cortez, dir. Marcelo Lazaratto, Espaço Elevador e circulação; 2018: Itaca, direção de Cristiane Jatahy, SESC Consolação; 2017: A Mulher que Digita, texto Carla Kinzo, dir. Isabel Teixeira, CCSP; Diásporas (CIA DO ELEVADOR), texto Cássio Pires, dir. Marcelo Lazaratto; Paquiderme, texto Daniel Farias, dir. Johana Albuquerque, SESC Consolação; Hospedeira, texto Fernando Aveiro, dir. Georgette Fadel, SESC Consolação, 2016: Fim de Jogo com Renato Borghi e Elcio Seixas, de Samuel Beckett, dir. Isabel Teixeira, circulação e temporada nas ruínas do Cassino da Urca, RJ; A Floresta Que Anda com direção de Cristiane Jatahy, temporada SESC Pompeia; Produtora executiva do GRUPO OPOVOEMPÉ de 2011 a 2020 participando dos seguintes projetos: Pequenos Gigantes; Nós, os Animais; Possíveis Janelas Para Ver O Tempo Correr; Pausa Para Respirar; Aqui Dentro Aqui Fora; A Máquina Do Tempo (Ou Longo Agora); Fora De Chave; A Batalha Da Maria Antônia. O pagamento da produtora está incluído na porcentagem de custos administrativos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.