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O projeto visa a análise e a preservação da K-3, primeira colhedora de café do mundo, e do Uniport, primeiro pulverizador autopropelido brasileiro. Utilizando-se de uma metodologia científica, o projeto examinará como essas inovações tecnológicas impactaram a cadeia produtiva do café e como elas contribuíram para o desenvolvimento da mecanização agrícola e da adoção da agricultura de precisão no Brasil. Por meio da restauração dos equipamentos históricos e da criação de uma exposição interativa no Museu Shunji Nishimura, o projeto destacará a transformação social e econômica no setor cafeeiro, explorando temas como a sociologia do trabalho, a evolução das relações laborais e a industrialização do interior paulista. A inclusão de recursos de realidade aumentada enriquecerá a compreensão do impacto dessas tecnologias e promoverá um resgate histórico e cultural relevante para a cafeicultura brasileira.
O projeto visa preservar e estudar a história e os avanços da K-3, a primeira colhedora de café do mundo, e do Uniport, o primeiro pulverizador autopropelido brasileiro, ambos desenvolvidos pela Jacto. Essas inovações foram marcos na mecanização da cafeicultura brasileira e são essenciais para entender seu impacto econômico, social e tecnológico. Produtos do Projeto: 1. Exposição Interativa: Criação de uma exposição que destacará a história da K-3 e do Uniport, utilizando recursos de realidade aumentada para proporcionar uma experiência educativa e envolvente ao público. A exposição visa ilustrar a evolução das práticas agrícolas e a importância da mecanização. 2. Restauração de Equipamentos: Restauração das máquinas K-3 e Uniport, garantindo que sejam apresentadas em estado funcional, permitindo ao público uma compreensão prática de sua operação e impacto. 3. Materiais Educativos: Desenvolvimento e distribuição de conteúdos educativos que contextualizem a mecanização na cafeicultura, reforçando o papel dessas inovações na produção agrícola. 4. Bolsas de Estudo para Iniciação Científica: Apoio financeiro para 10 alunos durante 12 meses, estimulando a pesquisa e promovendo a formação de novos pesquisadores na área agrícola e tecnológica. 5. Comunicação Museológica: Elaboração de materiais de divulgação e publicações educativas para promover a nova exposição, maximizando sua visibilidade e engajamento com o público. 6. Reforma do Espaço Expositivo: Obras de reforma e instalação para criar um ambiente adequado e profissional para a exposição, melhorando a experiência do visitante. 7. Desenvolvimento de Recursos de Realidade Aumentada: Implementação de tecnologia de realidade aumentada na exposição, permitindo uma interação dinâmica e educativa com os equipamentos e suas histórias. 8. Atividades de Pesquisa e Divulgação Científica: Pesquisa sobre a história da mecanização na cafeicultura e produção de artigos científicos que contribuam para o avanço do conhecimento nas áreas de história agrícola e tecnologia. 9. Gestão e Planejamento: Organização das equipes científica e técnica para assegurar a execução eficiente de todas as atividades do projeto, garantindo o cumprimento das metas estabelecidas. O projeto não apenas busca preservar um importante patrimônio cultural e tecnológico, mas também promover a educação e a conscientização sobre a importância da mecanização na agricultura brasileira. Através da exposição e das atividades educativas, espera-se que o público compreenda melhor a história e os desafios enfrentados pela cafeicultura, contribuindo para um futuro sustentável e inclusivo. O projeto tem como objetivo preservar e estudar os avanços tecnológicos na cafeicultura brasileira, permitindo uma compreensão mais profunda de seu impacto econômico, social e tecnológico. Além disso, busca oferecer uma perspectiva histórica sobre a evolução das práticas agrícolas. A restauração dos equipamentos e a criação de uma exposição interativa visam educar o público e destacar a importância dessas inovações no contexto histórico e atual da cafeicultura e de outras culturas agrícolas brasileiras. A justificativa para o projeto reside na necessidade de documentar e celebrar essas contribuições históricas, promovendo a educação e o reconhecimento das transformações que solidificaram a posição do Brasil como líder global na produção de café. A cafeicultura brasileira é de grande importância econômica e cultural, sendo responsável por cerca de 38% da produção mundial de café. Equipamentos como a K-3 e o Uniport não apenas melhoraram a produtividade e a qualidade do café, mas também transformaram o cenário agrícola nacional ao introduzir práticas de mecanização e precisão. A mecanização foi um ponto crucial para o desenvolvimento do setor, especialmente durante períodos desafiadores nas décadas de 1970 e 1980, marcados por crises econômicas, a ferrugem do café e fortes geadas. A K-3, primeira colhedora de café do mundo, criada e produzida pela Jacto e idealizada pelo Sr. Shunji Nishimura, representou uma inovação significativa que revolucionou as práticas de colheita, aumentando a eficiência produtiva. O Uniport, também desenvolvido pela Jacto, elevou a mecanização da pulverização a um novo patamar, otimizando a aplicação de insumos e ampliando a capacidade de manejo das lavouras. Estudar e preservar esses equipamentos é fundamental para entender como essas inovações impactaram a cafeicultura e a agricultura brasileira. O projeto propõe uma experiência interativa que promove a descoberta de novos conhecimentos e o desenvolvimento intelectual e cultural dos visitantes. A análise das mudanças nas relações de trabalho, a evolução das práticas agrícolas e a transformação do setor cafeeiro no contexto da modernização tecnológica serão abordadas, ressaltando como essas tecnologias influenciaram não apenas a produtividade, mas também a estrutura social e econômica das regiões produtoras. A criação da exposição interativa no Museu Shunji Nishimura contribuirá para a valorização do nosso patrimônio cultural e tecnológico, permitindo que os visitantes acessem importantes conhecimentos sobre a história agrícola nacional. O desenvolvimento da K-3 e do Uniport é um marco na mecanização e modernização da cafeicultura brasileira, essencial para consolidar a liderança do Brasil na produção e exportação de café. Esses equipamentos simbolizam avanços significativos na tecnologia agrícola e são fundamentais para a construção de uma sociedade sustentável, inclusiva e equitativa.
Objetivo do projeto: O projeto tem como objetivo principal estudar, restaurar, preservar e divulgar a história da criação da primeira colhedora de café do mundo, a K-3, e do primeiro pulverizador autopropelido brasileiro, o Uniport. Por meio de pesquisas científicas e artigos especializados, o projeto visa analisar como a mecanização e a agricultura de precisão contribuíram para o posicionamento do Brasil como líder global na cadeia produtiva do café. Serão realizados estudos sobre o impacto dessas tecnologias na produção, distribuição, qualidade e economia do café, além de investigar como a mecanização e a agricultura de precisão impulsionaram o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. O projeto também promoverá a criação de uma exposição de longa duração e recursos de realidade aumentada que ilustrem a transformação social e econômica resultante dessas inovações. Por meio da restauração dos equipamentos históricos e da criação de uma exposição interativa no Museu Shunji Nishimura, o projeto destacará a transformação social e econômica no setor cafeeiro, explorando temas como a sociologia do trabalho, a evolução das relações laborais e a industrialização do interior paulista. A inclusão de recursos de realidade aumentada enriquecerá a compreensão do impacto dessas tecnologias e promoverá um resgate histórico e cultural relevante para a cafeicultura brasileira. Objetivo Geral: Estudar, restaurar, preservar, divulgar e expor a K-3 e o Uniport, analisando o impacto da mecanização e da agricultura de precisão na cadeia produtiva do café no Brasil, além de promover uma exposição interativa para educar o público sobre essas inovações. Objetivos Específicos:1. Realizar uma pesquisa histórica detalhada sobre a K-3 e o Uniport. 2. Restaurar a K-3 e o Uniport para exibição pública. 3. Desenvolver recursos de realidade aumentada para enriquecer a experiência da exposição. 4. Criar uma exposição interativa que aborde os impactos tecnológicos e sociais das inovações. 5. Promover a divulgação dos resultados do projeto por meio de publicações e eventos educacionais.6. Otimizar o uso do ambiente da "Oficina Conserta-se Tudo", para melhorar a realização das atividades educativa.7. Criar materiais educativos que estimule a criatividade e o aprendizado, que promover a sustentabilidade, e que reflita os valores do museu.
A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para o financiamento deste projeto está claramente justificada pela relevância cultural, social e educacional que ele representa para a sociedade brasileira, especialmente no contexto da mecanização da cafeicultura e suas inovações tecnológicas. A Lei 8313/91, que institui a Política Nacional de Cultura, oferece um importante suporte financeiro para iniciativas que promovam a cultura e a educação, e este projeto se alinha diretamente aos seus objetivos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: 1. Inciso I: "Fomento à produção cultural e artística" _ O projeto busca preservar e divulgar a história da K-3 e do Uniport, equipamentos que foram marcos na inovação tecnológica na agricultura, contribuindo para o fomento à cultura do café e à valorização das práticas agrícolas brasileiras. 2. Inciso II: "Promoção da educação, formação e capacitação" _ A proposta de criar uma exposição interativa e de desenvolver o programa "Escola no Museu" promove a educação e a formação do público, especialmente de crianças e jovens, sobre a história e a importância da mecanização na cafeicultura. 3. Inciso III: "Promoção de ações que visem à inclusão social" _ O projeto tem um foco inclusivo, proporcionando acesso à cultura e ao conhecimento para diversas comunidades, contribuindo para a redução das desigualdades sociais. Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados incluem: 1. Art. 3º, I: "Apoiar a produção e a difusão de bens e serviços culturais" _ O projeto contribui para a produção e a difusão do conhecimento sobre a cafeicultura brasileira, ressaltando suas inovações e a história que moldou o setor. 2. Art. 3º, II: "Fomentar o acesso ao conhecimento e à cultura" _ Ao criar uma exposição interativa e atividades educativas, o projeto possibilita o acesso ao conhecimento cultural e histórico, estimulando a curiosidade e a aprendizagem. 3. Art. 3º, III: "Incentivar a formação de novas audiências" _ A proposta de envolver escolas e comunidades na visitação e nas atividades do museu busca formar novas audiências, aumentando o interesse e a valorização da cultura cafeeira e agrícola. A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar projetos que, de outra forma, poderiam enfrentar dificuldades financeiras. O uso deste mecanismo: - Garante recursos: Proporciona acesso a recursos financeiros essenciais para a execução de um projeto de grande importância cultural e educacional, permitindo a preservação do patrimônio e a promoção de ações que beneficiem a sociedade. - Amplia acessibilidade: Facilita a inclusão de diversos segmentos sociais ao patrimônio cultural, permitindo que comunidades com menor acesso a recursos possam se beneficiar das iniciativas. - Fortalece a identidade cultural: Incentiva o reconhecimento e a valorização da cultura local, especialmente em áreas como a cafeicultura, que têm grande relevância histórica e econômica para o Brasil. - Promove a sustentabilidade: Ao apoiar projetos que educam sobre práticas agrícolas e sustentabilidade, a lei contribui para um desenvolvimento social e econômico mais equilibrado. Dessa forma, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme disposto na Lei 8313/91, é imprescindível para assegurar a implementação bem-sucedida deste projeto, permitindo que ele atinja seus objetivos de valorização da cultura e educação, além de promover a inclusão e o desenvolvimento sustentável na sociedade. A visitação à exposição pode contribuir para conscientizar e mobilizar os visitantes sobre como integrar práticas sustentáveis em seu cotidiano, adotando ações que promovam o bem-estar da comunidade. A experiência proposta alinha-se aos objetivos do governo na promoção do Projeto de Vida, pois proporcionará ao público infanto-juvenil uma vivência motivadora e inovadora que pode despertar sua curiosidade para descobrir novos conhecimentos. O programa Projeto de Vida enfatiza o autoconhecimento, o autodomínio e a autoconsciência, entre outros aspectos, buscando o desenvolvimento pessoal e ajudando as pessoas a alcançarem seus objetivos e sonhos. A publicação de artigos científicos resultantes das pesquisas realizadas no âmbito deste projeto contribuirá para o avanço do conhecimento nas áreas de história agrícola, tecnologia agrícola, museologia e realidade aumentada, enriquecendo o acervo científico disponível sobre o tema. O projeto de experiência museal aqui proposto oferecerá um conhecimento aprofundado sobre a agricultura brasileira. Por meio do contato com tais informações, os visitantes poderão perceber seu interesse pelo assunto. O projeto se alinha aos objetivos de desenvolvimento sustentável em diversos aspectos. No objetivo 4 _ educação de qualidade: considera-se que, por meio do uso de tecnologias educacionais e outras ferramentas, é possível facilitar o aprendizado; neste caso, utiliza-se a realidade aumentada. Ao estabelecer parcerias com instituições de ensino e pesquisa, espera-se desenvolver conteúdos educacionais de qualidade. O projeto também busca promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos, conduzindo a resultados de aprendizagem relevantes e eficazes, ajudando assim na construção de uma sociedade mais inclusiva, equitativa e sustentável. Espera-se que, ao longo do tempo, o projeto contribua para a criação de um ambiente educacional que estimule a aprendizagem inovadora, acolha a diversidade e promova o desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos. No objetivo 9 _ Indústria, Inovação e Infraestrutura: visualiza-se que o projeto fortalece a pesquisa científica e incentiva a inovação, uma vez que apresenta as capacidades tecnológicas dos setores industriais da região. Também busca incentivar a formação de competências digitais e a utilização de novas tecnologias, promovendo assim o uso da tecnologia para o desenvolvimento sustentável. Ao propor a construção de uma situação de aprendizagem inovadora na área agrícola, o projeto visa estabelecer uma parceria de longo prazo entre o museu, instituições de ensino e setores industriais que possam contribuir significativamente para o desenvolvimento da comunidade local. Além disso, novas técnicas e tecnologias surgiram, como a agricultura de precisão, que possibilitou aos agricultores obter maior produtividade com menores custos. Assim, busca-se divulgar esta trajetória em que instituições de ensino, indústria e entidades governamentais operando juntas alcançaram a modernização da agricultura brasileira; além disso, pretende-se mostrar como o acesso dos agricultores a essas tecnologias melhorou as práticas de produção agrícola e incentivou o desenvolvimento econômico e social da população. No objetivo 10 - Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles: considera-se que as ações realizadas neste espaço visam à construção colaborativa do conhecimento e ao empoderamento por meio da promoção de atividades socialmente inclusivas para todos, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião ou condição econômica. Busca-se realizar ações educativas que incentivem novas iniciativas para aumentar o acesso ao conhecimento e à cultura em regiões fora das áreas centrais do circuito cultural. O museu é um espaço de aprendizagem que promove oportunidades ao longo da vida para todos; contribui para o desenvolvimento de um conhecimento profundo e relevante; estimula a inclusão e diversidade; além disso, incentiva o desenvolvimento econômico e o bem-estar humano. Em suma, esse projeto técnico-científico justifica-se pela importância de preservar nosso patrimônio histórico e tecnológico, compreender os impactos das inovações na agricultura brasileira, valorizar nossa cultura e promover o avanço do conhecimento científico em diversas áreas relacionadas ao tema proposto
O museu foi criado em 1998 pelo fundador do Grupo Jacto e é mantido pela FSNT, com o objetivo de preservar a história, a memória e o legado do Sr. Shunji Nishimura. Atualmente, seu acervo já inclui as histórias e contribuições dos membros da segunda geração. Desde sua inauguração, o museu recebeu 62.905 visitantes, dos quais 13.621 prestigiaram o local nos últimos cinco anos (de 2019 a 2023). Além do público brasileiro, o museu atrai visitantes de 64 países, destacando-se Paraguai, Japão, Bolívia, México, EUA, Argentina, Peru, Chile, Colômbia, Rússia, Venezuela e África do Sul, totalizando 2.789 visitantes estrangeiros entre 2012 e 2023. Apenas em 2024 (até agosto), o museu atendeu 3.718 pessoas. O projeto "Escola no Museu" teve início em 2014, com o objetivo de inspirar e incentivar o público infantojuvenil na realização de seus sonhos, baseando-se nos valores de perseverança e trabalho apresentados pelo museu. Ao completar uma década, o projeto já recebeu mais de 6 mil crianças e adolescentes, por meio de parcerias com escolas públicas e particulares de Pompeia e das cidades da região: Herculândia, Oriente, Quintana, Marília, Bastos e Tupã. O projeto de preservação de acervos, proposto neste edital, é de grande relevância para a cafeicultura brasileira, para a história e para a educação agrícola, pois busca preservar e estudar dois marcos tecnológicos importantes: a K-3 e o Uniport. A K-3, primeira colhedora de café do mundo, e o Uniport, primeiro pulverizador autopropelido nacional, são símbolos da inovação e modernização da agricultura no Brasil. O projeto permitirá um entendimento mais profundo do impacto dessas tecnologias na produtividade, qualidade e economia do café, além de destacar a evolução das práticas agrícolas e as mudanças sociais e econômicas associadas. A criação de uma exposição interativa e de recursos de realidade aumentada contribuirá para a educação e sensibilização do público sobre a importância histórica e atual dessas inovações. Atualmente, o Brasil é o maior exportador de grãos do mundo, resultado de muitos anos de investimentos em pesquisa agrícola, que melhoraram a qualidade e a produtividade das culturas, além de aumentar a oferta de insumos necessários para a produção. O futuro da agricultura brasileira dependerá da capacidade de adaptação às novas tecnologias, do desenvolvimento de práticas agrícolas mais eficientes e do avanço no uso de fontes de energia renováveis. Em 2020, a agricultura brasileira foi responsável por mais de 26,6% do PIB nacional; em 1970, esse percentual era de apenas 7,5%. A produção de grãos no Brasil passou de cerca de 38 milhões de toneladas em 1970 para mais de 236 milhões de toneladas em 2017, representando um aumento superior a 621% em 47 anos. Considerando as três principais carnes (bovina, suína e de aves), a produção agropecuária em 1975 era de 2.659 mil toneladas, passando para 17.844 mil toneladas em 2007 e, atualmente, supera 243,3 milhões de toneladas. Esses dados demonstram que a agricultura brasileira passou por importantes transformações nos últimos 50 anos. A mecanização e digitalização na agricultura proporcionaram uma maior produção de alimentos com menores custos, contribuindo para o crescimento econômico do país. Além disso, o Brasil avançou tecnologicamente com a adoção de técnicas modernas, como irrigação, uso de agroquímicos, mecanização e produção de sementes melhoradas. A experiência interativa promoverá a preservação do patrimônio tecnológico e cultural da cafeicultura, fortalecendo a identidade e o reconhecimento do Brasil como líder global na produção de café. Ao criar uma estratégia de comunicação museológica que utilize tecnologia interativa para evidenciar o histórico do desenvolvimento da agricultura e a importância da modernização do agronegócio brasileiro, o projeto demonstra sua relevância educativa, cultural e científica.A Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia e o Museu Shunji Nishimura estão abertos à visitação gratuita para a sociedade. É necessário realizar o agendamento tanto para conhecer as dependências da FSNT quanto para a visita ao museu. Ademais, nas iniciativas educacionais, seja no Colégio Shunji Nishimura ou nas parceiras Fatec e Senai, os alunos, após passarem pelo processo seletivo e estarem devidamente matriculados, têm acesso ao sítio da fundação, às bibliotecas, laboratórios e demais locais de estudo, pesquisa ou extensão.
O projeto tem como foco a preservação e a educação em torno dos marcos tecnológicos na mecanização da cafeicultura brasileira, especificamente em relação aos equipamentos K-3 e Uniport, desenvolvidos pela Jacto. A seguir, serão detalhadas as especificações técnicas de todos os produtos envolvidos no projeto, incluindo os objetivos, metodologias e recursos necessários para sua implementação. 1. Objetivos do Projeto Os objetivos principais do projeto são: - Preservação Histórica: Restauração e conservação dos equipamentos K-3 e Uniport, fundamentais para a história da cafeicultura.- Educação: Criação de uma exposição interativa que permita ao público entender a importância da mecanização agrícola.- Pesquisa: Estudo do impacto econômico, social e tecnológico da mecanização na cafeicultura. 2. Especificações Técnicas dos Equipamentos 2.1 K-3 – Primeira Colhedora de Café do Mundo Descrição Técnica: - Modelo: K-3- Fabricante: Jacto- Ano de Lançamento: 1979- Dimensões: 2,5 metros de largura, 3,0 metros de comprimento, e 2,5 metros de altura.- Motorização: Equipamento autopropelido, com motor a diesel.- Sistema de Colheita: Conjunto de braços mecânicos com sistema de vibração que facilita a retirada dos grãos da planta.- Operação: A K-3 é projetada para operar em terrenos íngremes e pode ser ajustada para diferentes altitudes e condições climáticas. Impacto da K-3: A introdução da K-3 na cafeicultura trouxe uma revolução nas práticas de colheita, permitindo a colheita em massa e reduzindo a dependência da mão de obra manual. 2.2 Uniport – Pulverizador Autopropelido Descrição Técnica: - Modelo: Uniport- Fabricante: Jacto- Ano de Lançamento: 1990- Capacidade do Tanque: 1.500 litros de insumos.- Dimensões: 2,0 metros de largura, 4,0 metros de comprimento, e 2,5 metros de altura.- Peso: Aproximadamente 2.500 kg.- Motorização: Equipamento autopropelido, com motor a diesel.- Sistema de Aplicação: Equipado com tecnologia de bicos reguláveis que permitem a aplicação precisa de insumos em diferentes volumes e intensidades. Impacto do Uniport: A mecanização da pulverização com o Uniport melhorou significativamente a eficácia na aplicação de defensivos agrícolas, promovendo um manejo mais sustentável e seguro. 3. Metodologia de Restauração e Conservação Para garantir a preservação dos equipamentos K-3 e Uniport, o projeto seguirá um plano detalhado de restauração, que inclui: - Avaliação Técnica: Inspeção completa dos equipamentos para identificar áreas que necessitam de reparos.- Limpeza e Manutenção: Remoção de ferrugem, pintura e troca de peças desgastadas. As partes eletrônicas serão testadas e substituídas conforme necessário.- Documentação: Registro fotográfico e documental de todas as etapas da restauração para fins de pesquisa e educação. 4. Exposição Interativa A exposição será dividida em seções que destacam: - História da Cafeicultura: Painéis informativos sobre a evolução da cafeicultura no Brasil, com ênfase nas inovações tecnológicas.- Demonstração de Equipamentos: Área onde os visitantes poderão observar as máquinas K-3 e Uniport em funcionamento, com simulações interativas.- Espaço Educativo: Workshops e palestras sobre a importância da mecanização e práticas agrícolas sustentáveis. 5. Recursos Necessários Para a execução do projeto, serão necessários os seguintes recursos: - Equipamentos de Restauração: Ferramentas manuais e elétricas para a restauração dos equipamentos.- Materiais de Conservação: Tintas, solventes, graxas e peças de reposição.- Espaço para Exposição: Área no Museu Shunji Nishimura, com estrutura adequada para receber os equipamentos e visitantes.- Tecnologia de Realidade Aumentada: Desenvolvimento de aplicativos interativos que permitam aos visitantes explorar os equipamentos em 3D e entender melhor seu funcionamento. Considerações O projeto busca a preservação da história da mecanização na cafeicultura brasileira, e também promover a educação e a conscientização sobre as inovações tecnológicas que moldaram esse setor. A implementação dessas especificações técnicas garantirá que os visitantes possam apreciar e aprender sobre a importância da K-3 e do Uniport, contribuindo assim para a valorização da cultura e tecnologia agrícola no Brasil. Este trabalho irá consolidar a importância do Museu Shunji Nishimura como um centro de conhecimento e formação, onde a história e a inovação se encontram para inspirar as futuras gerações.
O projeto visa a construção e reforma física do Museu Shunji Nishimura, integrando as áreas já existentes com novas exposições e melhorias na infraestrutura. O museu já conta com algumas estratégias de comunicação museológica, como mobiliário, legendas, percursos e narrativas sucintas, que serão aproveitadas e ampliadas. A área expositiva destinada ao percurso com uso de realidade aumentada (RA) ocupa 760 m². Com uma área total de aproximadamente 1.200 m², o museu compreende duas áreas expositivas e uma área de reserva técnica. Essas instalações incluem banheiros, um banheiro acessível, cozinha, saídas de emergência, além de áreas de convivência e de atividades educativas. A infraestrutura do museu é compatível com as normas de acessibilidade universal, como a ABNT-NBR 9050/2015 e a Instrução Normativa nº 1 do Iphan (MinC/2003). Adicionalmente, a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT) possui um sistema de segurança patrimonial com monitoramento 24 horas, garantindo a integridade dos visitantes. A FSNT abrange uma área total de cerca de 370.000 m² e é equipada com dispositivos de segurança que asseguram a proteção física dos visitantes. O espaço conta com rampas, corrimãos e banheiros adaptados, além de uma equipe treinada para gerenciar as atividades e atender às necessidades dos visitantes. Com relação às áreas a serem construídas, a ampliação da exposição de longa duração e a reforma da “Oficina Conserta-se Tudo” serão projetadas com uma abordagem inclusiva, garantindo que todos os visitantes tenham acesso pleno. A nova exposição destinada a colhedora de café e o pulverizador, ocupará uma área de 113 m², que integrará recursos de acessibilidade e interatividade, projetados de forma a facilitar a navegação de pessoas com diferentes tipos de deficiência. A disposição dos elementos, a sinalização clara e o uso de tecnologias assistivas serão priorizados para que todos possam desfrutar das experiências oferecidas. As adaptações incluirão a ampliação de caminhos livres de obstáculos, a instalação de sinais visuais e sonoros, e o treinamento contínuo da equipe para garantir um atendimento sensível e eficaz a todos os públicos. A criação de um ambiente acolhedor e acessível é uma prioridade, refletindo o compromisso do museu em promover a inclusão e a diversidade nas experiências culturais que oferece.
Neste projeto, propõe-se realizar uma variedade de ações de divulgação científica para o fortalecimento da educação em ciência e tecnologia (C&T) no Brasil. A partir dos acervos pesquisados, serão desenvolvidas atividades que promovam uma compreensão mais profunda das inovações tecnológicas, suas implicações sociais e econômicas, além do papel da ciência na transformação do campo. No desenvolvimento do projeto, objetiva-se realizar pesquisas por meio do levantamento de dados históricos, entrevistas com especialistas do setor e análise de documentos que mostram a evolução das máquinas agrícolas, como a K-3 e o Uniport. Essas ações visam contextualizar as inovações tecnológicas dentro das práticas agrícolas ao longo do tempo. O projeto se insere no contexto de C&T ao abordar a mecanização e digitalização da agricultura e ao discutir temas que afetam diretamente a produtividade, a sustentabilidade e a modernização do campo brasileiro. As atividades de divulgação científica serão diversificadas. A primeira delas será a elaboração e implementação de uma exposição de longa duração a partir dos acervos do museu. Essa exposição interativa permitirá que o público vivencie a história da mecanização agrícola de forma imersiva, utilizando tecnologias interativas como realidade aumentada. Os visitantes poderão ver as máquinas em ação e perceber como elas revolucionaram o cultivo do café, além de compreender a importância histórica e social dessas inovações. Essa abordagem torna a ciência mais acessível e promove o engajamento do público em um diálogo sobre os desafios enfrentados pela agricultura moderna. Além da exposição, o projeto prevê a criação de materiais educativos que visem à conscientização sobre as inovações no agro brasileiro. Esses materiais serão desenvolvidos com base nas pesquisas realizadas nas áreas de Ciências Agrárias, Museologia, Educação e Ciências Sociais. Ao integrar diferentes saberes, busca-se promover uma educação multidisciplinar que dialogue com as demandas contemporâneas da sociedade brasileira. O programa Pop Ciência, conforme estabelecido no Decreto 11.754/2023, tem como objetivo fomentar a popularização da ciência entre os diversos segmentos da população. O projeto se alinha a esses objetivos ao propor uma série de ações que visam democratizar o acesso ao conhecimento científico. As atividades planejadas incluem a produção e disponibilização de relatórios de pesquisa, a produção e publicação de artigos científicos, além da realização de eventos científicos, como workshops, palestras e debates com especialistas que abordarão temas como sustentabilidade agrícola e inovações tecnológicas, em parceria com a Fatec Pompeia. Um dos objetivos do projeto é entender como as ferramentas agrárias e a industrialização influenciaram (e ainda influenciam) as relações de trabalho no interior paulista. A pesquisa nas Ciências Sociais permitirá uma análise crítica dessas mudanças ao longo do tempo. Os resultados desse estudo serão apresentados em seminários abertos ao público, promovendo um espaço para discussão sobre as implicações sociais da mecanização na vida dos trabalhadores rurais. Além dessas ações, o Museu Shunji Nishimura, desde 2014, executa o projeto “Escola no Museu”, desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, escolas estaduais e particulares de Pompeia e região. Esta atividade visa integrar os conhecimentos adquiridos em sala de aula à vida das crianças e adolescentes. A proposta educacional, que visa integrar as atividades do museu a partir da nova exposição, inclui visitas à exposição das máquinas K-3 e Uniport, além de atividades práticas relacionadas à mecanização agrícola e à experimentação interativa, com o intuito de estimular o interesse pela ciência desde cedo e promover uma reflexão crítica sobre os desafios enfrentados pelo setor agrícola contemporâneo. O projeto também contempla a utilização das redes sociais e plataformas digitais para ampliar sua visibilidade e alcance. A disseminação de conteúdos informativos sobre as inovações tecnológicas na agricultura será realizada por meio de vídeos educativos, infográficos e postagens interativas que incentivem o compartilhamento de informações científicas relevantes com um público mais amplo. Ao propor a capacitação de jovens no ensino superior por meio da concessão de bolsas, o projeto alinha-se aos objetivos do Programa Nacional de Popularização da Ciência – Pop Ciência. As bolsas solicitadas são essenciais para a execução do projeto e serão oferecidas aos alunos dos cursos de Mecanização na Agricultura de Precisão e Big Data no Agronegócio, oferecidos pela Fatec Pompéia, fruto da parceria entre a FSNT e o Centro Paula Souza do Governo de São Paulo, instalado no campus da FSNT. Essas bolsas permitirão que os alunos participem das etapas de análise histórica, pesquisas sobre os impactos da mecanização e digitalização no agronegócio brasileiro, e do desenvolvimento de recursos de realidade aumentada. Serão oferecidas bolsas para alunos dos cursos superiores de Museologia, Mecanização na Agricultura de Precisão e Big Data no Agronegócio, que participarão da criação, desenvolvimento e montagem da exposição, bem como da elaboração de materiais educativos. A disponibilização dessas bolsas garantirá que o projeto seja realizado com a qualidade e profundidade necessárias para atingir seus objetivos, assegurando a preservação e o estudo detalhado da K-3 e do Uniport. Ao integrar história, tecnologia e sociedade em suas atividades educativas e interativas, o projeto visa informar e inspirar novas gerações a se engajar nos desafios da agricultura contemporânea. O objetivo é influenciar os visitantes e outros públicos impactados pelo projeto a atuarem como agentes transformadores na divulgação científica no Brasil, promovendo o desenvolvimento de uma cultura científica mais sólida e acessível à população. A elaboração de material educativo é fundamental para alcançar esse objetivo, uma vez que o museu adapta suas experiências de acordo com a faixa etária e o nível de conhecimento dos visitantes. Esse enfoque torna as visitas mais proveitosas e agradáveis para o público-alvo, em particular para o segmento infantojuvenil do projeto "Escola no Museu". A utilização de recursos diferenciados, como objetos físicos, fotos, documentos, máquinas originais e réplicas em miniatura, enriquece a experiência, proporcionando aos educandos uma vivência mais significativa e relevante. Esses recursos são essenciais para maximizar o aproveitamento da visita e estimular o interesse pelo conhecimento histórico e cultural.
A equipe do subprojeto apresenta uma diversidade de especialidades que são fundamentais para odesenvolvimento e a execução da temática proposta. Destaca-se a aderência de cada membroconsiderando suas áreas de especialização: Nome completo: Elvis FuscoCPF: 158.215.998-06Sexo: MasculinoFunção no subprojeto: Coordenador geral e PesquisadorVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: DoutorTempo de dedicação (h/semana): 10Área de especialização: 6.07.01.01-3 - Teoria Geral da InformaçãoLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0536251082369220 Resumo das características: Superintendente executivo da Fundação Shunji Nishimura deTecnologia (FSNT). Possui graduação e mestrado na área da Ciência da Computação, doutoradoe pós-doutorado em Ciência da Informação. Atuou na criação e gestão do Centro de InovaçãoTecnológica e do Parque Tecnológico de Marília.Atuação: Meta 01 - liderará as reuniões iniciais, definindo os objetivos gerais e específicos doprojeto. Nome completo: Talita Cristina da SilvaCPF: 034.807.191-47Sexo: FemininoFunção no subprojeto: Sub-Coordenadora e PesquisadoraVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: DoutorandaTempo de dedicação (h/semana): 20Área de especialização: 6.07.01.01-3 - Teoria Geral da InformaçãoLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6561842155060182 Resumo das características: Administradora de Arquivos e Acervosno Museu Shunji Nishimura. Doutoranda em Museologia e Patrimônio. Possui mestrado emCiência da Informação.Atuação: Participará na curadoria da exposição, na criação de materiais educativos que abordem ahistória da mecanização agrícola na pesquisa e divulgação cientifica. Nome completo: Jessica de Castro GonçalvesCPF: 369.350.218-80Sexo: FemininoFunção no subprojeto: PesquisadoraVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: DoutorTempo de dedicação (h/semana): 1Área de especialização: 8.01.06.00-5 - Lingüística AplicadaLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8938635558044178 Resumo das características: Doutorado em Linguística e Língua PortuguesaAtuação: Participará na pesquisa e comunicação científica, e na comunicação dos conceitos doprojeto, garantindo que a linguagem utilizada nas exposições seja acessível ao público-alvo e queas informações sejam transmitidas de forma clara. Nome completo: Fábio Marques MendesCPF: 308.614.698-28Sexo: MasculinoFunção no subprojeto: PesquisadorVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: DoutorTempo de dedicação (h/semana):1Área de especialização: 8.01.06.00-5 - Lingüística AplicadaLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9223622871960331 Resumo das características: Graduação em Ciências Sociais e Doutorado em LetrasAtuação: Participará na pesquisa e comunicação científica com o conhecimento em CiênciasSociais estudará as transformações nas relações de trabalho provocadas pela mecanização,trazendo uma perspectiva crítica e histórica. Nome completo: Luís Eduardo Rissato ZamariolliCPF: 158.215.998-06Sexo: MasculinoFunção no subprojeto: PesquisadorVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: MestreTempo de dedicação (h/semana): 1Área de especialização: 5.01.03.02-4 - Mecanização AgrícolaLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0652065695791609 Resumo das características: Mestrado em AgronomiaAtuação: Participará na pesquisa e comunicação científica com conhecimentos técnicos sobrepráticas agrícolas e a evolução das tecnologias utilizadas no campo, sendo essencial para discutiro impacto da mecanização na produtividade. Nome completo: Sarah da Silva Corrêa GoulartCPF: 147.562.758-00Sexo: FemininoFunção no subprojeto: PesquisadorVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: MestreTempo de dedicação (h/semana) 1Área de especialização: 2.12.02.01-0 - Microbiologia MédicaLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3857884704496410 Resumo das características: Mestrado em Ciências BiológicasAtuação: Participará na pesquisa e comunicação científica com a experiência em microbiologiapode ser aplicada para entender como as práticas agrícolas modernas influenciam o meioambiente, especialmente no que diz respeito à sustentabilidade. Nome completo: Rafael Bermejo AlvesCPF: 405.580.638-88Sexo: MasculinoFunção no subprojeto: PesquisadorVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: MestreTempo de dedicação (h/semana): 1Área de especialização: 8.01.06.00-5 - Lingüística AplicadaLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8804937859606418 Resumo das características: Mestrado em Letras Estrangeiras ModernasAtuação: Participará na pesquisa e comunicação científica, e auxiliará na tradução e adaptaçãodos conteúdos do projeto para um público mais amplo, incluindo visitantes estrangeiros. Nome completo: Francielli Gonçalves RodriguesCPF: 415.163.858-02Sexo: FemininoFunção no subprojeto: PesquisadorVínculo institucional: Professor/pesquisador/técnico com vínculo empregatício na executoraMáxima formação: MestreTempo de dedicação (h/semana): 1Área de especialização: 5.01.03.02-4 - Mecanização AgrícolaLink do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5265749674433379 Resumo das características: Mestrado em Agronegócio e DesenvolvimentoAtuação: Participará na pesquisa e comunicação científica com análises sobre o impactoeconômico das inovações tecnológicas no setor cafeeiro, ajudando a conectar os aspectos sociaise econômicos do projeto. Nome completo: Paulo ValenteCPF: 061.784.188-84Sexo: MasculinoFunção no subprojeto: Apoio administrativoVínculo institucional: AdministrativoMáxima formação: GraduadoTempo de dedicação (h/semana): 10Área de especialização: 6.02.03.00-5 - Administração de Setores Específicos Resumo das características: Coordenação Manutenção e Operação FSNT. Possui graduação emProcessos Gerenciais. Atua na supervisão da área de Facilities. Promove a melhoria contínua dagestão.Atuação: Participará na organização geral do projeto, assegurando que as atividades sejam bemcoordenadas entre os membros da equipe. Nome completo: Marshal Rocha de OliveiraCPF: 157.485.838-60Sexo: MasculinoFunção no subprojeto: Apoio administrativoVínculo institucional: AdministrativoMáxima formação: Pós-GraduadoTempo de dedicação (h/semana): 5Área de especialização: 6.02.01.02-9 - Administração Financeira Resumo das características: Gerente Administrativo da FSNT. Possui graduação emAdministração e Ciências Contábeis e MBA em Gestão Financeira, Controladoria e recursoshumanos, é responsável pela elaboração da prestação de contas para o Ministério Público.Atuação: Participará na gestão financeira do projeto, garantindo que os recursos sejam utilizadosde maneira eficaz.Cronograma e marcos de acompanhamentoCronograma de Execução
PROJETO ARQUIVADO.