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A presente proposta consiste na realização do XIV Festival de Percussão 2 de Julho, que acontecerá entre os dias 21 e 26 de julho de 2025, na Escola de Música da UFBA, em Salvador/BA. Seminários, palestras, fóruns de discussão, oficinas e concertos de solistas e de grupos internacionais de percussão, colocando em perspectiva a possibilidade de um diálogo efervescente entre o mundo da percussão erudita contemporânea, a riqueza de nossas tradições afro-brasileiras e a leveza da música popular. Considerado um dos maiores da América Latina, o Festival cujo nome homenageia a data em que se comemora a independência da Bahia e o aniversário da UFBA, deu de presente à Salvador treze edições deste grande encontro de artistas baianos, nacionais e internacionais,
Trata-se de 6 dias de evento, com abertura do Grupo de Percussão da UFBA ou da Orquestra Sinfônica da UFBA e no decorrer dos dias, 2 oficinas/masterclasses/palestras e 3 concertos diários, reunindo mais de 40 atrações baianas, nacionais e internacionais. Todos os participantes recebem um certificado emitido pela Universidade Federal da Bahia comprovando sua atuação. Na edição de 2025 o Festival oferece aos seus participantes e a Salvador uma novidade. Será realizado um show da banda Baiana System, top 1 no cenário musical da Bahia e grande representante da musicalidade baiana contemporânea que faz todo show ter sabor de carnaval de Salvador. Esse show será realizado em ambiente aberto, gratuito, no Parque da Cidade, aberto a comunidade. Para integrar os participantes do festival com os foliões soteropolitanos. Na Escola de Música da UFBA terão 3 tabuleiros de Baianas do Acarajé (patrimônio imaterial da Bahia - IPHAN) e no show de Baiana System mais de 15 tabuleiros.
O objetivo do Festival é integrar a Família da Percussão, em sua diversidade de instrumentos, culturas, estilos, gêneros e aplicações. Promover uma comunhão entre música clássica, erudita, contemporânea e popular, enlaçando a tradição oral e a tradição escrita. Conectar pessoas diferentes sob uma perspectiva teórico-metodológica de valorização das identidades Utilizar os princípios de alteridade para ampliar a visão sobre as possibilidades dentro do mundo da percussão, promovendo um diálogo interdisciplinar e intercultural Contribuir para a formação continuada e para o desenvolvimento de carreiras musicais de percussionistas do mundo inteiro, principalmente, da Bahia Realizar 6 dias de programação nos três turnos, entre atividades formativas e apresentações, para percussionistas de diversos lugares do mundo que, tradicionalmente, se encontram em Salvador todo ano no mês de julho. É de reconhecimento nacional e internacional o celeiro de percussionistas de música popular que desenvolvem suas expressões artísticas na Bahia. Influência da musicalidade africana, os tambores ecoam seus ritmos nos blocos afros, afoxés e terreiros de candomblé. A qualidade e oreconhecimento dessa produção artística é inquestionável. Existe, porém, uma outra produção percussiva que não possui o mesmo destaque; uma produção que não deve ficar vedada dentro dos muros das salas de aula da universidade nem restrita a um público pequeno e repetitivo. Este é oprincipal engajamento do Festival de Percussão 2 de Julho: tornar a Bahia um centro de referência também na percussão sinfônica contemporânea.
O festival, através das suas treze edições, mostrou a importância de valorizar a rica e diversa família dos instrumentos da percussão, trazendo artistas representantes de diversas culturas, dentro ou fora do país. Além disso, o evento estimula e promove a conexão entre grupos de percussão, solistas e professores renomados de diversos estados brasileiros, como Pará, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Sergipe, Alagoas, Rio de Janeiro, entre outros, e de países como Estados Unidos da América, Portugal, Alemanha, Colômbia, Equador, Angola, dentre outros. As edições anteriores trouxeram além de artistas externos, músicos e percussionistas mestres nos seus saberes percussivos e musicais para tocarem e compartilharem seus conhecimentos com os convidades, convidadas e convidados. Dito isso, o festival, um dos maiores da América Latina, pode ser considerado um grande movimento cultural. E, como sabemos, todo movimento cultural é imprescindível para o desenvolvimento da sociedade e da cultura. A ideia para o surgimento do festival partiu de uma apresentação final do mestrado do Prof. Dr. Jorge Sacramento, um dos coordenadores do evento, que reuniu mestres de blocos afros da Bahia, os inserindo na academia para uma troca de saberes, culminando assim em uma apresentação dos seus respectivos blocos com outros artistas e o Grupo de Percussão da UFBA. O nome é uma homenagem ao aniversário da UFBA e homenagem a data da independência da Bahia. Após o grande sucesso da primeira edição, feita na Reitoria da UFBA em apenas uma noite, o coordenador desenvolveu a ideia, expandindo para o formato que temos hoje, de 6 dias, com abertura do Grupo de Percussão da UFBA ou da Orquestra Sinfônica da UFBA e no decorrer dos dias, 2 oficinas e 2 concertos diários, reunindo mais de 30 atrações. Por se tratar de um grande encontro de percussionistas de diversos lugares do mundo, do Brasil e da Bahia, o que define este projeto é a unidade da diversidade. Um mosaico de identidades percussivas se integrando e se influenciando mutuamente. Cada grupo de cada lugar tem uma identidade própria, diretamente ligada ao seu território de pertencimento simbólico e conceitual. E todas as identidades são bem recebidas nesse abraço coletivo, que mistura as raças na integração da matriz percussiva popular com a erudita. Cada Grupo de Percussão, artistas solos ou duos e professores têm uma identidade percussiva própria e esse mosaico de influências se apresenta na multiplicidade de expressões artísticas que protagonizam os concertos e as atividades formativas, palestras, oficinas e masterclasses. Cada lugar tem seus ritmos, seus estilos, suas práxis culturais e suas perspectivas teórico-metodológicas de execução nos instrumentos da família percussiva. E aí reside a grande estratégia de ampliação dos horizontes que o projeto oferece aos alunos do curso de Percussão da UFBA e percussionistas baianos ligados às bandas, terreiros e grupos de Cultura Popular que se esperam o ano todo por esse momento de se encontrarem com o mundo através do nosso festival. O Grupo de Percussão da UFBA é o grande anfitrião do Festival 2 de Julho e completa em 2024 seus 60 anos de história e legado. O primeiro grupo de percussão do Brasil, ele possui um enorme respaldo entre os demais a nível internacional, cumprindo um papel fundamental na formação percussiva do estado mais percussivo de nosso país. O FIP2J é a culminância da produção acadêmica do curso de Percussão/Instrumento da Universidade Federal da Bahia. A prática de conjunto é uma atividade de grande importância na formação de um estudante de música, pois, além de fomentar a experiência musical propriamente dita, possibilita que os participantes desenvolvam a consciência das relações hierárquicas e da conduta ética no contato com profissionais e estudantes de diversos lugares do Brasil e do mundo. Ao abrir espaços para as baianas do acarajé montarem seus tabuleiros em nosso evento pretendemos fortalecer a economia local e comunitária, de forma inclusiva à cultura dessas mulheres negras que são reconhecidas pelo IPHAN como patrimônio imaterial da Bahia. Ao realizarmos um show gratuito com a banda mais querida de Salvador e que inaugura um novo tempo na música baiana, Baiana System, nós pretendemos entregar à cidade, às comunidades locais e ao território onde o projeto é realizado um momento de lazer e de integração com os participantes do festival que vai muito além da percussão e abraça as pessoas em suas mais diferentes identidades. Trata-se de 6 dias de evento, com abertura do Grupo de Percussão da UFBA ou da Orquestra Sinfônica da UFBA e no decorrer dos dias, 2 oficinas/masterclasses/palestras e 3 concertos diários, reunindo mais de 40 atrações baianas, nacionais e internacionais. Todos os participantes recebem um certificado emitido pela Universidade Federal da Bahia comprovando sua atuação. Na edição de 2025 o Festival oferece aos seus participantes e a Salvador uma novidade. Será realizado um show da banda Baiana System, top 1 no cenário musical da Bahia e grande representante da musicalidade baiana contemporânea que faz todo show ter sabor de carnaval de Salvador. Esse show será realizado em ambiente aberto, gratuito, na Concha Acústica, aberto a comunidade. Para integrar os participantes do festival com os foliões soteropolitanos. Na frente da Escola de Música da UFBA terão 3 tabuleiros de Baianas do Acarajé (patrimônio imaterial da Bahia - IPHAN) e no show de Baiana System mais de 15 tabuleiros. A ideia para o surgimento do Festival 2 de Julho partiu de uma apresentação final do mestrado do Prof. Dr. Jorge Sacramento, coordenador do evento ao lado do Prof. Dr. Aquim Sacramento, que reuniu mestres de blocos afros da Bahia, os inserindo na academia para uma troca de saberes,culminando assim em uma apresentação dos seus respectivos blocos com outros artistas e com o Grupo de Percussão da UFBA. Após o grande sucesso da primeira edição, feita na Reitoria da UFBA em apenas uma noite, o coordenador desenvolveu a ideia, expandindo para o formato que temos hoje, de 6 dias, com abertura do Grupo de Percussão da UFBA ou da Orquestra Sinfônica da UFBA e no decorrer dos dias,2 oficinas/masterclasses/palestras e 3 concertos diários, reunindo mais de 40 atrações. No decorrer das edições seguintes, o que iniciou apenas como uma atividade complementar tomou uma proporção muito maior e transformou-se em um dos mais importantes eventos de percussão da Bahia e do Brasil. Atualmente, o evento traz à Bahia percussionistas (professores e/ou performers) de vários países; além de estudantes e grupos de percussão de universidades e conservatórios de música de diversos estados brasileiros. Pela primeira vez, em 2015, o projeto rompeu as barreiras da capital Salvador e, em uma parceria com o Teatro da Cidade do Saber e a Bamuca (Banda Marcial de Camaçari), teve parte de sua programação realizada na cidade de Camaçari. O evento teve um expressivo público tanto no concerto realizado no teatro, quanto no masterclass que teve que ter as inscrições ampliadas para atender à demanda de interessados. Foi a primeira vez que a cidade de Camaçari recebeu um festival de percussão internacional e com um alcance de público tão satisfatório. Em 2016, aconteceu a sétima ediçãodo evento. As edições anteriores do Festival de Percussão 2 de Julho, com suas atividades gratuitas e totalmente aberta à sociedade, possibilitaram ao público o acesso à variedade de possibilidades estéticas engendradas pelos instrumentos musicais percussivos, tais como marimba, vibrafone, xilofone,glockenspiel, campana, tímpanos, bombo, pandeiro, triângulos, pratos, caixa, ton-tons, cuíca, ganzá, berra-boi, matraca, tamborim e berimbau.
O projeto conta com a parceria de outras universidades e seus grupos de percussão, seus professores de música e seus estudantes artistas em formação e formados. Dentre eles estão: Clarissa Severo (França), DuoSul (RS), Duo Foz (MG), Duo Duo Augusto Moralez e Kleber Dessoles (AL), Emília Desiré (EUA/Equador), Quinteto de Percussão Afrosinfônico(BA), Grupo de Percussão de Câmara Vale Música (PA), Grupo do Projeto Salto para um Futuro (BA), Movimento Erê na Praça (BA), Grupo de Percussão da UFU (MG), Grupo de Percussão da UFBA (BA), Grupo de Percussão da UFPB (PB), Grupo de Percussão da UFSM (RS), Grupo de Percussão da UPF (RS), Grupo de Percussão Patagônia (Argentina), Grupo de Percussão da UNICAMP (SP), Cine Concerto Olho da Rua (PE), Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Marlene Alves dos Santos (Irará), Grupo PIAP (SP), Manglar Colective Percussion (Costa Rica), Jake Chapman (EUA), Kana Omori (Japão), Orquestra Sinfônica da UFBA, OBADX (BA), Sérgio Boré e Tambores Urbanos (BA e Brasília).
Na Escola de Música da UFBA, durante o XIII Festival de Percussão 2 de Julho, haverá um espaço de formação onde serão oferecidas 8 oficinas/masterclasses/palestras, sendo 3 internacionais, 2 de outros estados e 3 de Salvador. As oficinas serão gratuitas, abertas ao público em geral até o limite de 20 vagas e com duração de 6h, com reserva de 20% das vagas para PCD e oferta de monitores de acessibilidade, apara auxiliar o PCD naquilo que lhe for necessário seja em locomoção ou comunicação.
A inscrições serão gratuitas e pela internet, para incluir todas as classes e localidades. No formulário a pessoa vai informar se é PCD e de qual tipo, para que possamos recebê-la. Por se tratar de um festival instrumental, não há medidas possíveis para incluir as pessoas com deficiência auditiva, o que nos sensibiliza a pensarmos o máximo de soluções para inclusão dos outros tipos de PCDs. Além das medidas de inclusão de deficiências físicas mencionadas acima, nos comprometemos com o fornecimento de fones anti-ruidos para autistas. E para deficiência visual, o projeto oferecerá audiodescrição e uma divulgação nas redes sociais com a hashtag #ParaTodoMundoVer.
A inscrições serão gratuitas e pela internet, para incluir todas as classes e localidades. Estudantes de Percussão da UFBA e de todas as universidades brasileiras e internacionais, principalmente as que tem ligação com os convidados do Festival, ogãs de terreiro, percussionistas profissionais interessados em formação continuada, músicos, artistas, jornalistas, formadores de opinião, apreciadores da música instrumental percussiva, pessoas de todas as idades, localidades, escolaridades e origens, uma vez que o festival acontece gratuitamente e em área central da cidade, portanto de fácil acesso. Um evento diverso sobre diversidade para pessoas diversas.
1 Aquim Sacramento - Diretor Artístico - Graduado na UNESP (2012-2015), Mestre pela UFBA (2016-2018) e Doutorando pela UFMG (2019-), Aquim Sacramento iniciou seus estudos musicais aos quatro anos. Aos nove, tornou-se aluno do Curso Básico de Percussão da Escola de Música da UFBA. Atualmente, além de solista, é docente desta mesma instituição e coordena o Grupo de Percussão da UFBA, junto ao professor Dr. Jorge Sacramento, gravando, compondo, arranjo e estreando diversas obras para percussão. Fundou e faz parte dos grupos MarinGinká, MultiFaces, Duo Sá-Cramento e o Duo Sacramento. No ano de 2022, participou do IV Encontro Percussivo UFPE,da VIII Festa do Ritmo e do XXXIV FIMUPA, ambos em Belém do Pará. Nesse mesmo ano, dirigiu o CD do Duo Repercuti, em Recife – PE, e coordenou o XI Festival de Percussão 2 de Julho, além de lançar o CD Ziriguidum, do mesmo grupo mencionado. Em 2023, ministrou oficinas e concertos em duas universidades dos Estados Unidos, foi convidado para o XXXV Festival Internacional de Música do Pará e para o XXI Festival Internacional de Percusión Patagonia como professor e performer. 2. Jorge Sacramento - Diretor Geral - Possui graduação em Bacharel em Música (Instrumento) pela Universidade Federal da Bahia (1994), mestrado em Educação Musical pela Universidade Federal da Bahia (2004), doutor em Educação Musical pela Universidade Federal da Bahia (2009) e pós-doutorado em Educação Musical pela UFBA. Atualmente é professor da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Instrumentação Musical, atuando principalmente nos seguintes temas: blocos afros, apresentação, percussão, educação musical e musica. 3. Fernanda Lucena - Diretora de Produção - Bacharela Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia (UFOB), pós graduada em Marketing Digital (UNOPAR) e Produção Cultural, Arte e Entretenimento (FACUMINAS). Cursou Produção Cultural no Instituto Thomie Ohtake, pelo Programa Somos Muitas. Em 2021 ganhou o Prêmio Emília Biancardi de Preservação dos Bens Populares, Tradicionais e Identitários da Bahia, via Lei Aldir Blanc, pelo seu projeto "(A)fetos, água de beber e o caminho das flores". Produtora Executiva da Tabuleiro Produções. 4. Beatriz Torres - Produtora Executiva - Produtora cultural, educadora, cantora e compositora carioca. Especialista em Cultura y Educación pela Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO) é Bacharel em Produção e Política Cultural Pela Cândido Mendes. Atua na produção cultural com foco na Música desde o ano de 2013, atuando como assistente de produção em projetos como: Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas, o Palco de Carnaval de Lapa, o NEC - Núcleo de Educação e Cultura da Fundição Progresso. Entre os anos de 2015 e 2017 atuou como assistente de produção na Orquestra Sinfônica Brasileira. Em 2018 passou a integrar a Orquestra Petrobras Sinfônica como produtora executiva da Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica, onde é membro fundadora do setor Educativo da instituição, onde promove concertos didáticos, formação de plateia, ensaios abertos e festivais. 5. Julio Hendrique - Assistente de produção - Graduando em Percussão pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), iniciou seus estudos musicais aos 12 anos em cordas no Projeto Arte de Tocar, em Jacobina, interior da Bahia. Em 2014 foi convidado a participar da banda ReciclaSom, também em Jacobina. Em 2021, ingressou na UFBA e introduziu seus estudos em percussão com os professores Dr. Jorge Sacramento e Me. Aquim Sacramento. No ano de 2022, participou do XI Festival Percussão 2 de Julho com lançamento do CD Ziriguidum, da VIII Festa do Ritmo e do XXXIV FIMUPA, ambos em Belém do Pará. Em 2023, ingressou na Orquestra 2 de Julho do NEOJIBA e participou do XXXV FIMUPA, em Belém do Pará. 6. Zack Nascimento - Começou a estudar percussão em 2015, na Filarmônica 30 de junho da cidade de Serrinha-BA. Atualmente está cursando Bacharelado em Música com Habilitação em Instrumento com especificação em Percussão na UFBA, tendo como orientadores o Dr. Jorge Sacramento e Me. Aquim Sacramento. Atua como chefe de naipe de percussão da Orquestra 2 de Julho, principal orquestra jovem do estado da Bahia. Integra o Grupo de Percussão da UFBA. Participou do X Festival de Percussão 2 de Julho (2019). Foi produtor musical da Rádio – Sarau Encantos da Serra (2021, LAB FUNCEB/BA). Participou do XI Festival de Percussão 2 de Julho como assistente de produção (2022). 7. Davi Dias - Iniciou os estudos da bateria aos 15 anos de idade na igreja., em 2015. No ano seguinte, entrou no Conservatório de Música de Sergipe começando seus estudos de percussão e bateria com o professor Helvio Mendes e Odílio Saminez. O percussionista participou de diversos grupos como Dissonantes (grupo instrumental), Orquestra Jovem do SESC, Grupo de Percussão da Conservatório de Música, Banda de Música 28BC do Exército Brasileiro e o Trio Pacatatu, recém estreante. Em 2019, participou do IX Festival Internacional SESC de Música, tendo aula com os renomados professores Douglas Gutjahr e Clarissa Severo Em 2021, foi aprovado no Bacharelado em Instrumento com Habilitação em Percussão, com os professores Dr. Jorge Sacramento e Me. Aquim Sacramento fazendo parte do respeitado Grupo de Percussão da UFBA, dono de prêmio Caimmy, turnê de 75 cidades, concertos pela cidade de Salvador e 3 CDs gravados. Dentre as apresentações, Davi executa obras solo, duos, trios e com formações de grupo. 8. Yago Luis - Iniciou os estudos de música aos 15 anos de idade no ensino fundamental, em 2015. Dois anos depois, entrou no Ensino Técnico e iniciou os estudos da bateria. Em 2017 e 2018, retornou à escola que cursou ensino fundamental para dar aula de percussão para os alunos mais novos. O percussionista, cantor e multiinstrumentista participou de diversos grupos como Projeto Social Movimento Percussivo, da banda de Samuel Marques, Banda AfroSaga, cofundou a Projeto ZimoBlack, entre outros. Em 2018 e 2019 participou do curso Leitura para Ritmista com Gilberto Santiago e do curso Universo Percussivo Baiano com Gabi Guedes e Letieres Leite. Em 2022, foi aprovado no Bacharelado em Instrumento com Habilitação em Percussão, com os professores Dr. Jorge Sacramento e Me. Aquim Sacramento fazendo parte do respeitado Grupo de Percussão da UFBA, dono de prêmio Caimmy, turnê de 75 cidades, concertos pela cidade de Salvador e 3 CDs gravados. Dentre as apresentações, Yago executa obras solo, duos, trios e com formações de grupo. Em 2022, participou como solista do XI Festival de Percussão 2 de Julho, VIII Conexões Percussivas UPF em Passo Fundo, IX Festival de Inverno de Jacobina. Além disso integrou a orquestra do XXXIV Festival Internacional de Música do Pará (FIMUPA). Em 2023, participou da edição XXXV do último festival mencionado. Atualmente é integrante do Coro do NEOJIBA e Badogue Trio. 9. Amanda Rodovalho -Natural de Salvador-BA, iniciou os estudos na música no IEM (Instituto de Educação Musical) de Carmen Metting, em 2007. Atualmente, cursa Bacharelado em Instrumento com Habilitação em Percussão na Universidade Federal da Bahia, na classe dos Profs. Doutor Jorge Sacramento e Mestre Aquim Sacramento, fazendo parte do Grupo de Percussão da UFBA. Além disso, faz parte do Projeto NEOJIBA desde 2019, atuando como percussionista da Orquestra Castro Alves.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.