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A Proposta Album Rosário de Estrelas , trata da gravação de composições resultantes da busca crescente e profunda docantor, violeiro e compositorAfonso Villasanti.Apresenta canções autorais sobre as sensações e experiências sensoriais que tem encontrado com a música de viola,valorizando a Viola Brasileira enquanto instrumento tradicional,podendo alcançar outras linguagensincluindo a Música Popular Brasileira. Na sequência do album, pretende-se a circulação de lançamento desse repertório em 5 cidades, abarcando região Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.
Classificação indicativa 16 anos O foco inicial será a pré produção e o planejamento da gravação do álbum, os primeiros meses serão de trabalho intenso de gravação em estúdio, com músicos parceiros que também estarão em alguns dias de apresentações. O trabalho da arte da capa do álbum será trabalhado concomitantemente. Entretando o foco principal serão as plataformas streaming. Quando iniciar a gravação do álbum faremos os contatos com os locais já mapeados para a realização do Circuito de apresentações por 05 cidades. Desde o início das gravações faremos o registro de vídeo sobre o trabalho. O álbum, além do aspecto musical tem como importância fundamental para futuras pesquisas de novas linguagem e sobre a produção fonográfica. As composições do artista advém de experiências com o uso religioso da AYUASKA. Portanto abre uma discussão sobre o tema.
Objetivo Geral Realizar a gravação do álbum Rosário de Estrelas e a circulação de lançamento com shows em 5 cidades . Objetivos Específicos Realizar a Gravação, Mixagem e finalização em estúdio Profissional do álbum Rosário de Estrelas; Apresentar 5 espetáculos musicais nas cidades de São Paulo- SP, Campinas-SP, Recife-PE, Diamantina-MG e Brasilia-DF; Oferecer 5 Oficinas Concertos sobre as composições do álbum, aberta ao público em todas as cidades sede do espetáculo como contrapartida social.
Com o nome de música popular brasileira, considera-se que a MPB surgiu em meados dos anos 60, filha da bossa nova e fortemente influenciada pelo folclore brasileiro. O gênero envolve alguns dos músicos mais geniais que passaram pela nossa história e, sem dúvidas, revolucionou a cultura do Brasil. Hoje, outra geração de artistas leva o nome de nova MPB: de Tiago Iorc a Maria Gadú, a música popular brasileira segue tendo nomes importantes e fazendo barulho em festivais afora. Ao contrário de alguns outros gêneros, a MPB não tem características definidas — não é como o rock, que a gente já pensa na guitarra; não é como o samba, que a gente já pensa no violão e no cavaquinho. O nome MPB não diz tanto respeito à sonoridade do estilo: pra gente, pelo menos, MPB é a música cheia de brasilidades que orbita entre o pop e vários outros estilos. Além do mais, é uma tendência nossa colocar um artista inteiro em uma caixinha quando, raramente, ele é uma coisa só. É justamente essa transição entre os estilos, a versatilidade e a vontade de trazer novos sons que nos faz ser fãs de determinadas pessoas. Além disso, o cenário musical mudou como um todo: é impossível ignorar a ascensão de gêneros como o funk, o rap e o sertanejo universitário, por exemplo. Na mesma medida, o rock era um dos maiores expoentes mundiais na época em que a velha MPB surgiu, além da própria bossa nova, que deu raízes ao movimento. Esse cenário sempre influencia os artistas, que "bebem da fonte" de toda a expressão musical em sua volta. A MPB sempre foi um gênero híbrido, com toques de várias outras artes brasileiras — e é por isso que a gente adora! A nova MPB Hoje, não existe um Tropicalismo nem um movimento tão aparente na MPB, mas há vários paralelos que a gente pode observar pra conhecer a galera nova como um todo. Dos principais nomes da nova MPB hoje em dia, notamos algumas fortes influências e relações entre eles. Como mencionamos antes, a hibridez da MPB permanece. E dá pra ver claramente como os gêneros andam se misturando: com Duda Beat, a MPB leva uma pegada mais brega e carrega um olhar pernambucano; já a dupla Ana Vitória tem um quê de rural, meio folk, que flerta com o sertanejo raiz. A força do rap nacional também não passa batida: os grandes Criolo e Emicida mantêm os pés no rap, mas brincam de fazer samba e MPB com frequência. Hoje, uma fração significativa da MPB fala abertamente de questões sociais e se posiciona claramente. Nomes como Liniker, Johnny Hooker e Jaloo fincam o pé em letras fortes e músicas incríveis pra não deixar a MPB sem protesto. Afonso Villasanti Afonso Villasanti é violeiro, cantor, compositor, arranjador e educador. Iniciou seus estudos na música aos 8 anos de idade nas aulas de musicalização da Escola Comunitária de Campinas, tocando flauta doce, e aos 9 anos se introduziu ao violão clássico, tendo seu pai como primeiro professor. Aos 14, inicia seus estudos na guitarra elétrica e violão popular pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas e começa a fazer os primeiros shows e composições, lançando o álbum "Casca Grossa". É bacharel em Música Popular pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e estudou na BIMM _ British and Irish Institute of Modern Music. Em 2015, lança o álbum de guitarra instrumental "Música Metropolitana", encerrando sua carreira como guitarrista, após ter tocado em grandes bandas como Whitesnake Cover (Still of The Night) e Iron Maiden Cover (Infinite Dreams). Como guitarrista, deu aulas presenciais e lançou um método no formato de revista. A viola aparece aos 25 anos, se tornando aos poucos seu instrumento definitivo. O EP "Pindorama", gravado com o violonista Juan Fernandes (Unicamp), o percussionista Alessandro Reiner (Conservatório de Tatuí) e o rabequista Germanno Falcão (Unicamp), conta com uma seleção de músicas instrumentais tradicionais de viola brasileira, resultado de seus primeiros estudos no instrumento. Como os violeiros tradicionalmente cantam e recitam versos, Afonso pela primeira vez começa a cantar. O músico monta então o Afonso Villasanti Trio, fazendo shows pelo interior de São Paulo, SESC, festivais e rádios. O apoio da Lei Rouanet, através do MINC e de empresas parceiras será essencial para a realização e lançamento de mais um grande talento de nossa música, prestigiando um instrumentista e cantor jovem e talentosoe virtuose, o instrumento viola caipira é mostrada de maneira inovadora na MPB.
Oficina Concerto Didático - Duração de 1h30 Apresentada por Afonso Villasanti. Dentro do formato “workshop”, faremos uma conversa com o público com o objetivo de apresentar o instrumento (viola), trazendo a trajetória do instrumento, as características dele e com demonstrações musicais. O artista também contará sobre sua trajetória, suas influências e processo criativo. Será oferecida uma oficina em cada cidade na qual irá se apresentar, com 100% de gratuidade, e oferecida em espaços públicos e/ou que realizem algum trabalho social. O público alvo poderá abarcar grupos específicos de organizações com idade que pode variar entre 15 e 90 anos.
A acessibilidade em eventos culturais é importante porque garante que todas as pessoas possam ter acesso à cultura e às artes, independentemente de suas limitações físicas ou sensoriais. Além disso, é um direito previsto em lei é uma questão de inclusão social e respeito à diversidade. Para isso faremos sempre parcerias com locais pensados e estruturados com essa finalidade. Principais Pontos da Lei de Acessibilidade no Brasil A Lei Nº 10.098, conhecida como Lei da Acessibilidade, estabelece a obrigatoriedade de acessibilidade para pessoas com deficiência.Objetivo principal é assegurar qualidade de vida, promover autonomia e segurança, além de eliminar barreiras.A Constituição Federal de 1988 garante direitos sociais e individuais para pessoas com deficiência.A Lei nº 10.436 reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua oficial do Brasil.Diretrizes e normas para acessibilidade são aplicadas em edificações, transporte, comunicação e outros serviços.O Decreto Nº 5.296 complementa a Lei Nº 10.098 com normas técnicas da ABNT e outras especificações.O Decreto Nº 6.949 alinha a legislação brasileira com a Convenção Internacional sobre o Direito das Pessoas com Deficiência.A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) de 2015 é uma legislação abrangente que assegura direitos fundamentais e acesso à informação.Legislação sobre acessibilidade no Brasil teve um avanço significativo após a Constituição de 1988 e outras leis como a Lei de Cotas de 1991.As leis são fundamentais para garantir a inclusão e o exercício dos direitos das pessoas com deficiência, além de promover igualdade de acesso à informação e comunicação.Faremos a contratação e adequação dos locais, de profissionais de audiodescrição e Libras e outros que se fizerem necessários.
Só faria sentido realizar esse projeto com uma entrada gratuita para todo o público. Devemos atrair escolas, projetos sociais que tenham atuação com com idosos e adolescentes. Entre outros grupos como deficientes visuais, autistas etc. E a possibilidade de pessoas de baixa renda terem acesso ao evento. As oficinas oferecidas como contrapartida social, também fortalecerá a democratização de acesso com 100% de gratuidade.
Afonso Villasanti – Músico protagonista, Diretor Artístico Musical. - É o responsável por todo acompanhamento da parte técnica e artística do projeto, arranjo, repertório,etc Afonso é Violeiro, cantor, compositor, arranjador e educador brasileiro. Iniciou seus estudos na música aos 8 anos de idade nas aulas de musicalização da Escola Comunitária de Campinas, tocando flauta doce, e aos 9 anos se introduziu ao violão clássico, tendo seu pai como primeiro professor. Aos 14, inicia seus estudos na guitarra elétrica e violão popular pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas e começa a fazer os primeiros shows e composições, lançando o álbum “Casca Grossa”. É bacharel em Música Popular pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e estudou na BIMM – British and Irish Institute of Modern Music. Em 2015, lança o álbum de guitarra instrumental “Música Metropolitana”, encerrando sua carreira como guitarrista, após ter tocado em grandes bandas como Whitesnake Cover (Still of The Night) e Iron Maiden Cover (Infinite Dreams). Como guitarrista, deu aulas presenciais e lançou um método no formato de revista. A viola aparece aos 25 anos, se tornando aos poucos seu instrumento definitivo. O EP “Pindorama”, gravado com o violonista Juan Fernandes (Unicamp), o percussionista Alessandro Reiner (Conservatório de Tatuí) e o rabequista Germanno Falcão (Unicamp), conta com uma seleção de músicas instrumentais tradicionais de viola brasileira, resultado de seus primeiros estudos no instrumento. Como os violeiros tradicionalmente cantam e recitam versos, Afonso pela primeira vez começa a cantar. O músico monta então o Afonso Villasanti Trio, fazendo shows pelo interior de São Paulo, SESC, festivais e rádios. Em 2016, foi convidado para gravar a trilha sonora da minissérie “Viola & Carambolas”, produzida no instituto de Midialogia da Unicamp. Mesmo sem experiência ou formação teatral, o músico passa por um intenso preparo de atores e participa das gravações como um dos personagens principais, além de compor e gravar a trilha sonora da minissérie posteriormente. Assim nasce seu segundo trabalho, o EP autoral “Canções de um Arvoredo”, que reúne composições cantadas – seu primeiro trabalho como cantor e compositor de viola brasileira. Aqui, foram gravadas as canções “Serena e o Girassol” e “Canções de um Arvoredo”, compostas para fazer parte da trilha sonora da minissérie Viola & Carambolas. Em 2018, Afonso fecha contrato para ser Endorser da marca de violas Bolla (Valinhos/SP), em que permanece até hoje, lançando a linha de violas AV, que conta com três modelos: AV1 (viola escura de Embuia e Muiracatiara), AV 2 (viola clara de Abeto e Jacarandá da Bahia) e AV3 (viola portuguesa de dois corações). A linha conta com violas modernas, voltadas para execuções virtuosas e alta performance. Também é endorser dos apoios ergonômicos Pompeo. É aprovado e em 2018 no BIMM – British and Irish Institute of Modern Music, onde tem a oportunidade de gravar “O Trenzinho do Caipira” no Windmill Lane Recording Studios. Em sua estadia na Europa, toca em Portugal, Espanha, Irlanda, Itália e Polônia, e é feita uma matéria no Correio Popular, CBN e outros jornais sobre a trajetória do violeiro fora do Brasil. No ano seguinte (2019), retorna à Portugal nas Ilhas Açores para uma sequência de shows instrumentais solo pelo Cordas World Music Festival. Durante sua estadia, convida e grava a música “Serenata Vazia” em Sintra com fadistas locais. Retornando ao Brasil, participa de um encontro de violeiros em São Paulo com Pereira da Viola, Wi lson Dias, Levi Ramiro e Luiz Salgado.Fez parte do trio “Santa Maria”, com alaúde e guitarra portuguesa, que estreou no Sesc Campinas em Dezembro de 2021 tendo Neymar Dias como convidado especial, além de circular com seu show instrumental solo explorando o potencial da viola caipira. Dentro da discografia da viola, lançou o álbum “Primeiro Impulso” (2019), com as gravações feitas durante sua estadia na Europa; o álbum “Salão das Violas Vol. 1”(2022) com as músicas caipiras instrumentais postadas ao longo dos anos no Youtube, como tributo aos grandes Mestres da Viola Caipira Tradicional, e um álbum de música erudita, “Violeiro de Cervantes”, em 2023. Atualmente trabalha em dois álbuns de canção: “A Fantástica Ópera do Cangaço” e “Ayuhuasca”, além de ter composto uma peça para viola e orquestra. Como educador, criou o método Salão das Violas, premiado duas vezes pela Hotmart, além de outros cursos, apostilas e mentorias, onde dá aulas de viola caipira, teoria musical e outros, além de preparar alunos para vestibulares, já tendo alunos aprovados na UNESP, professores de viola formados e vencedores de concursos. O violeiro posta regularmente vídeo-aulas em seu canal no Youtube – Salão das Violas e ministra aulas na Orquestra de Violeiros do SESC Campinas. Júlio José Junior - Produtor Executivo- Profissional responsável pelo acompanhamento de todo projeto e organização dos gastos dentro do orçamento. Júlio Desde 1995 atuando no 3o Setor com a Gestão de Organizações Não Governamentais, realização e Coordenação de Projetos, Eventos e Atividades nas áreas Cultural e Ambiental. Fez Ciências Sociais na PUC-SP, , Escola de Políticas Públicas da USP e participou do Programa FORMATOS 500 do SENAC sendo um dos premiados pela participação. Domina ferramentas como Marketing Social, Planejamento Estratégico, Elaboração de Projetos e Captação de Recursos. Educador e Arte Educador, Violeiro e Produtor Artístico e Cultural. Captou mais de 6 milhões para essas organizações sociais melhorando suas condições de trabalho e qualidade de vida. É ativista cultural e ambiental, compositor e pesquisador autodidata da cultura popular brasileira. Atualmente coordena o Projeto e a Produtora Violas Brasileiras com o objetivo de levar apresentações das Violas Brasileiras para eventos e através de editais para os Centros Culturais espalhados pelo país. Viviane Lopes - Diretora de Produção - Profissional que organiza todas as demandas do processos de produção, alinhando com a coordenação do Produtor executivo. Viviane é Atriz, cantora e artista plástica autodidata. Psicóloga formada há 30 anos, intercalando sua atuação no terceiro setor e privado, trabalhou sempre com psicodrama e ações que pudessem inserir a arte como facilitadora da transformação e aprendizagem utilizando a linguagem da música, dança e teatro. Dirigiu e produziu espetáculos teatrais para e com pessoas idosas, produziu eventos culturais no terceiro setor para captação de recursos e atualmente com sua empresa Artes e Toques realiza parcerias com a Viola Brasileiras Produções se especializando no atendimento aos artistas sertanejos, música raiz, cultura regional, cantadeiros e cantadoras. Recentemente esteve envolvida no Projeto Violas Brasileiras, atuando na produção da I Mostra de Violas Brasileiras em parceria com o SESI 2024
PROJETO ARQUIVADO.