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O projeto visa realizar um festival de música instrumental contemporânea na cidade de Ilha Bela, com grupos e artistas da bossa nova, chorinho, eletro jazz e rodas de samba, além de uma exposição de fotos e uma grande instalação artística produzida por artistas locais sob curadoria de um profissional renomado, afim de chamar a atenção do público para uma temática pouco explorada que é a cultura caiçara, considerada patrimônio cultural brasileiro.
A Constituição Federal do Brasil define os povos e comunidades tradicionais como grupos culturalmente diferenciados, que preservam formas únicas de organização social e utilizam seus territórios e recursos naturais para manter suas tradições culturais, sociais e econômicas. A cultura caiçara, rica em músicas, danças, gastronomia e saberes sobre navegação e construção de embarcações, é uma expressão viva dessa herança. O Festival de Cultura Caiçara Dolores & Idalina é um evento musical que celebra essa diversidade, unindo pescadores e suas famílias em uma festa que destaca a música, as danças e o artesanato, enquanto promove a conscientização sobre a importância de preservar o modo de vida caiçara e atrai visitantes para a riqueza dessa cultura litorânea.
Objetivo Geral O objetivo desse projeto é realizar um festival de música instrumental em Ilhabela, cuja temática versa sobre a cultura caiçara, essa representada pelas comunidades costeiras que são consideradas patrimônio cultural brasileiro e desempenham um importante papel na preservação da identidade e costumes tradicionais dos povos que vivem à beira mar e têm como principal atividade a pesca. Objetivo específico 1) Produto FESTIVAL: realizar 8 apresentações musicais com artistas variados da bossa nova, eletro jazz e rodas de samba 2) Produto CURSO/OFICINA realizar 10 oficinas de contos e cantos da região, com duração de 2h cada, para alunos da rede pública de ensino, durante a execução do projeto. 3) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar uma exposição de fotos e uma grande instalação de arte plástica/visual com elementos típicos da cultura caiçara, perfazendo uma área de aproximadamente 200m2, durante a realização do projeto. A exposição ficará disponível para visitação durante todo o evento. Ações em Ilha Bela, São Sebastião- SP Apresentações musicais de artistas e grupos variados a serem selecionados pela curadoria, além de artistas locais (bandas de abertura), como nos exemplos abaixo: 1. Cantos e contos caiçaras (com caiçaras da Ilhabela) 2. Voz e violão MPB (uma dupla, também da Ilhabela) 3. Roda de samba só de mulheres da Ilhabela Instalação artística cujo tema remete aos costumes caiçaras e seus territórios Exposição fotográfica de pinturas do peixe tainha, uma releitura interpretada por seis artistas brasileiros _ Claudia Simões, Fran Luca Simon, Isabelle Tuchband, Maria Lira Marques, Helena Rizzo, Maria Klabin
lhabela, com sua singularidade geográfica e rica biodiversidade, é um território onde a cultura caiçara se destaca como um dos pilares da identidade local. Essa cultura, enraizada na tradição dos pescadores e habitantes da região, é um tesouro que merece ser valorizado e protegido. Promover a defesa do patrimônio artístico, histórico, paisagístico e cultural de Ilhabela através da cultura caiçara é uma estratégia essencial para preservar a memória e as tradições que moldam este município. A ideia de um festival musical instrumental em local aberto, que una diversas vertentes da musica contemporânea com os preceitos da cultura caiçara local visam levar ao público uma experiencia única por meio do encontro dessas manifestações culturais em um ambiente criado para provocar os sentidos, principalmente por meio da música, das instalações e mostra, além de ofertar gastronomia local de qualidade. Raízes e Expressões A cultura caiçara é marcada pela convivência íntima entre os habitantes e a natureza, refletindo um modo de vida que valoriza a pesca, a agricultura familiar e a utilização sustentável dos recursos naturais. As tradições orais, as festas populares, a culinária típica e as manifestações artísticas, como o folclore e a música, são expressões que revelam a essência caiçara. A preservação da cultura caiçara e a valorização dessas comunidades são importantes para a manutenção de suas tradições. Queremos mostrar a importância do conhecimento e costumes tradicionais dos povos que vivem do mar. A proposta é realizar um final de semana de festival caiçara, na Ilhabela, São Sebastião/SP, onde estão 14 dessas comunidades tradicionais que preservam a cultura caiçara, das centenas que existem no Brasil. Sobre o nome do festival, homenageamos as senhoras Dolores e Idalina, mulheres caiçaras nascidas nas comunidades da praia do Bonete e Indaiaúba (localidades praticamente isoladas e de difícil acesso), respectivamente. Há mais de 90 anos vivem e nunca saíram de seus territórios, que são referência da cultura caiçara, preservando e representando o modo de vida local, a pesca artesanal e sustentável. São elas também que detém os conhecimentos sobre contos e cantos objetos das oficinas do projeto. Valorização do Patrimônio Material e Imaterial O patrimônio caiçara não se limita às expressões artísticas, mas também abrange o conhecimento acumulado sobre o mar, a flora e a fauna da região. A defesa desse patrimônio envolve a valorização de práticas sustentáveis, como a pesca artesanal, que não apenas garante a subsistência da maioria dos moradores locais, mas também preserva o equilíbrio ecológico. A promoção de eventos que celebrem as tradições caiçaras, como o Festival de Cultura Caiçara Dolores & Idalina, contribui para fortalecer o laço entre a comunidade e seu patrimônio. Além disso, o registro e a documentação dessas manifestações culturais são essenciais para garantir que sejam transmitidas às futuras gerações. Este projeto desempenha um papel importante na defesa do patrimônio caiçara, ensina sobre a cultura local e sua importância, envolve a comunidade, cria um senso de pertencimento e responsabilidade para que a população, especialmente os jovens, compreenda o valor de suas raízes culturais e a necessidade de preservá-las. Dada a proporção e logística do projeto, precisamos contar com apoio e recursos como o Programa Nacional de Apoio à Cultura PRONAC, para que o mesmo seja viabilizado. Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 que a proposta se enquadra: II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançados com a proposta: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac, atenderá os seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Apresentações exclusivamente instrumentais: 7 Apresentações de música cantada: 1 ➢ apresentações musicais de artistas locais (bandas de abertura): 1. Cantos e contos caiçaras (com caiçaras da Ilhabela) 2. Voz e violão MPB (duplas da Ilhabela) 3. Roda de samba só de mulheres da Ilhabela ➢ Exposição fotográfica dos costumes caiçaras e seus territórios ➢ Exposição fotográfica de pinturas do peixe tainha, uma releitura interpretada por seis artistas brasileiros – Claudia Simões, Fran Luca Simon, Isabelle Tuchband, Maria Lira Marques, Helena Rizzo, Maria Klabin
O local em que se realizará as apresentações será equipado com estrutura adequada a receber portadores de necessidades especiais, tais como: I - No aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas permitindo o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; II - No aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual permitindo o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto.
O projeto promoverá uma ampla campanha de comunicação para toda a região de São Sebastião e adjacências, por meio principalmente de impulsionamentos online e também com assessoria de imprensa especializada, afim de convidar toda a população para que compareça ao evento, este que praticará preços populares e também ingresso social para os moradores locais, que terão direito a gratuidade no ingresso, mediante comprovação de domicilio. Como medidas de ampliação do acesso, serão instituídas as seguintes: III - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, acompanhados com libras e audiodescrição; V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, no caso serão oficinas de contação de histórias com músicas, intitulada Contos e Cantos de Ilhabela.
Rodolfo Vilar é formado em Marketing com especialização em finanças. Apaixonado por pesca desde os 8 anos de idade, é no mar que encontrou sua vocação. Pesquisador de métodos tradicionais de conservação de pescados e defensor da valorização da pesca artesanal , é um dos fundadores do Projeto A.MAR e o principal idealizador do Instituto Projeto A.MAR. A missão do Instituto é promover ações que fortaleçam a cultura caiçara e beneficiem as comunidades pesqueiras de todo o Brasil. Maria Carolina Balro tem bacharel em Jornalismo com pós-graduação em Gestão Social, especialização em aspectos culturais e socioeconômicos do Continente Africano, pela USP e extensão em Sustentabilidade Corporativa/ESG pela FGV. Atuou em grandes empresas com responsabilidade corporativa e gestão de projetos e, nos últimos 7 anos, está consultora com foco em estratégias e inovação para impacto socioambiental positivo. Desenho, execução e gestão de projetos, teoria de mudança, mapeamento de atores e articulação/engajamento de comunidades e redes multissetoriais, atuando em diagnósticos, oficinas de cocriação, processos de facilitação de grupos e inovação/desenvolvimento organizacional. As experiências incluem projetos com o Grupo Carrefour Brasil, Instituto C&A Brasil e Global, Fundação Grupo Boticário, Instituto Socioambiental, WWF / Banco do Brasil, Instituto Peabiru/PPA, Idesam, Anpecom, Embratur, MOVE Social, Projeto A.MAR. Sandra Tiemi é bacharel em Relações Públicas (USP), Gestora Pública (SENAC) e pós-graduação em Administração de Empresas (FGV) e MBA em Finanças Empresariais e Economia (USP), também desenvolve trabalho de apoio em Gestão Administrativa e Financeira focado no terceiro setor, pequenos negócios de impacto social e microempreendedores da periferia. Trabalhou por 16 anos no mercado financeiro, tendo vasta experiência de apoio desde nano, micro e pequenos negócios a grandes corporações. Já desenvolveu conteúdo de eduCação financeira popular e aplicou formações para populações quilombolas de Jambuaçu-PA, facilitou organizações sociais para planejamento estratégico, participou de elaboração e gestão de metodologias participativas para grupo de mulheres comunitárias, ribeirinhas, quilombolas e indígenas, entre outros. Atua como consultora e gestora de projetos de impacto positivo, com desenho estratégico de metodologias, diagnósticos, facilitação e implementação de melhoria em processos, programas de voluntariado corporativo, elaboração de conteúdo, formação e aceleração de empreendedorismo de impacto social positivo, mapeamento de cadeias produtivas, apoio a empreendimentos da sociobiodiversidade, entre outros. Marcela Bacchin é psicóloga, desenvolve estratégias de impacto social e econômico na gestão de fundos e projetos de impacto social e na operação de programas de escala nacional. Já liderou a implementação e operacionalização de grandes parcerias público privadas, com mais de 250 projetos em seu portfólio, desenvolvendo e elaborando metodologias, diagnósticos, estratégias voltadas ao desenvolvimento econômico e associativo de comunidades de baixa renda. Além disso atua em escopos diversificados e alinhados à agenda 2030 e aos ODS’s. Desenvolve estratégia de voluntariado corporativo, no desenho e implementação de portfólio de ações voluntárias, gestão e operação de fundo de investimento para voluntariado e reporte de resultados e impactos do programa. Especializada em estratégias de entradas e saídas do investimento social privado em territórios de gestão de relacionamento e crises entre empresas e a comunidade do entorno. Gestão, coordenação e desenvolvimento de equipes de pequena e grande escala para organizações do terceiro setor e institutos privados. Co-autora do livro Do Lixo à Cidadania Guia para formação de Cooperativa de Catadores de materiais recicláveis. Delegada da 22th Youth Assembly – NYU/ONU e certificada UN4MUN - United Ambassadores, United Nation Headquarter.Ivor Carvalho (Produtor Executivo), profissional com mais de 15 anos de experiencia em produção cultural, produção de eventos e curadoria artística, realizando projetos diversos como espetáculos teatrais, shows, festas, exposições, mostras, livros, dentre outros.EXPOSIÇÃO EXPO ATLÂNTICA- EDIÇÃO +50 ECOS DO FUTURO - Realizado de 15 de junho à 07 de julho de 2024, no Parque Jardim da Luz em São Paulo Capital, falou sobre um futuro imaginado, onde a sociedade humana será remodelada para conviver em harmonia com a natureza, de quem somos parte. A ideia foi mostrar uma evolução na forma de nos relacionarmos com o planeta e seus ecosistemas, esse organismo vivo que nos sustenta e de onde tiramos tudo o que precisamos para manter nossas civilizações. O espaço expositivo foi ocupado por uma grande instalação feita em madeira, de aproximadamente 30 metros de comprimento,em formato de “U”, sendo ocupada também a área externa concava central, totalizando mais de 200m2 de área expositiva, que comportou cinco setores (obras artísticas), onde tentamos imaginar como será o futuro daqui a 50 anos; como ocuparemos o solo de forma mais sustentável, como nos vestiremos, os meios de transporte, as casas e as formas das cidades, sem muros nem ruas de concreto, onde as florestas voltarão a co-habitar nossos espaços urbanos, trazendo a vida de volta ao nosso convívio. Em meio a essa distopia, retratamos os diversos biomas brasileiros, com algumas das mais belas e exóticas espécies de fauna e flora, com destaque para o bioma da Mata Atlântica, representando a riqueza natural brasileira. EXPOSIÇÃO ARTE VIVA (2022): CURADOR E PRODUTORRealizada no Parque Jardim da Luz, contendo sete intervenções artísticas, mesclando elementos naturais vivos e materiais diversos, compondo obras de arte e paisagismo, ambientes lúdicos com temas variados, como “Ponce de Leon e Fonte da Juventude”, “Jardim Gaudí”, “Al Andaluz”, “Eden”, “Mini Pomarium”, “Jardim Potager” e “Agrofloresta Sintropica”. IBRASURF MUSIC FESTIVAL – 2ª EDIÇÃO (2022): PRODUTOR EXECUTIVOFestival Musical relacionado a cultura do surfe, com atividades e performances variadas ao longo do evento que englobam suas raízes e seu estilo de vida. Shows em dois palcos com 8 bandas nacionais como OBMJ, Hotelo, Monty Vibe, Benziê e outros. Pomarium: exposição artística (abril e maio/2017): CURADOR E ARTISTAO Pomarium é uma plataforma artística e sustentável que visa difundir e reinserir as frutas nativas brasileiras no cotidiano da população.Através de uma exposição artística multissensorial os visitantes fizeram uma viagem em todos os biomas Brasileiros por meio de sensações como sons, cheiros, texturas e obras de arte. Este projeto exalta a diversidade e riqueza natural do Brasil, por meio de suas mais de 200 espécies de frutas nativas. O projeto está em fase de pós produção e a exposição aconteceu na cidade de Cotia/SP até o dia 21 de maio de 2017. A exposição contou com obras do artista Paulo Von Poser, acervo do Itaú Brasiliana além de fotografias do Silvestre Silva. Mostra Rios e Ruas (2015): PRODUTOR EXECUTIVOIntervenções artísticas na cidade de São Paulo que destacaram riachos e córregos que hoje fluem invisíveis sob suas ruas, os rios de concreto que hoje tomam conta da cidade. Em parceria com a Corpore (maior entidade de corredores de rua), contará com a curadoria de Marcelo Dantas e intervenções de 4 artistas paulistanos renomados que são Eduardo Srur, Carla Caffe, Paulo Von Poser e Zezão, que sinalizarão de forma única e criativa a existência de diferentes hidrografias soterradas, alertando o público para a natureza e a beleza esquecidas. Atuação na produção e coordenação geral do evento.
PROJETO ARQUIVADO.