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PRONAC 2415850ArquivadoMecenato

FESTIVAL ESPELHO DAGUA MULHERES EM PAUTA - VOZES NEGRAS

ESPELHO DAGUA PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 684,9 mil
Aprovado
R$ 684,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-01
Término
2025-05-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto pretende fomentar e difundir a arte de mulheres intérpretes negras através da realização do II Festival Espelho D’água Mulheres em Pauta, nesta edição dedicado às Vozes Negras, com 6 apresentações musicais de 6 cantoras. Como atividades complementares às apresentações, serão oferecidas: 3 oficinas/cursos de economia criativa em parceria com o SEBRAE; 1 palestra com a cantora Indiana Nomma; 1 concerto didático; 1 exposição fotográfica; 1 oficina com a iluminadora Brisa.

Sinopse

PRODUTO APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Serão realizados 6 shows com 6 cantoras e suas respectivas bandas. Cada apresentação terá 1 hora de duração. O cachê de cada cantora (e banda) será de R$ 20.000. A classificação de todas as apresentações é livre. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar, no Teatro de Câmara, 1 concerto didático com a cantora e instrumentista Nilze Carvalho, com duração de 1h, para 400 alunos do ensino fundamental de uma escola pública localizada na zona oeste do RIo de Janeiro. O cachê será de R$5.000. Serão disponibilizando 10 ônibus para o transporte dos alunos com distribuição de lanches para todos. Classificação : Livre Realizar 1 apresentação da cantora e instrumentista Negadeza, com 1 hora de duração, no Instituto Benjamin Constant para seus alunos. O cachê será de R$ 5.000. Total de alunos atendidos: 50 alunos. Classificação: Livre Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage: Realizar a palestra “Vivendo da Música: Realidades e Desafios”, na sala de leitura da Cidade das Artes, ministrada pela cantora Indiana Nomma, com duração de 2h. Público alvo: cantoras e/ou instrumentistas negras. O cachê será de R$ 5.000. Pretende-se atingir cerca de 50 pessoas. Classificação: 16 anos Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Realizar 3 cursos/oficinas sobre economia criativa em parceria com o SEBRAE, na Cidade das Artes. Remuneração dos consultores do SEBRAE: R$ 6.000. O curso/oficina terá duração de 3h/aula. Público alvo: mulheres negras, LGBTQIAPN+ e 60+. Cada curso atenderá 50 pessoas, totalizando 150 participantes. Classificação: 16 anos Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Realizar 1 oficina com a iluminadora Brisa Lima. Duração: 3h30. Público alvo: mulheres negras, mulheres negras, LGBTQIAPN+ e 60+. O cachê será de R$ 1.000. Cada curso atenderá 50 pessoas. Classificação: 16 anos Produto Exposição Cultural / de Artes: Realizar a exposição INTIMIDADE da fotógrafa Kryka Pujol, que reúne 10 fotos, ampliadas em tamanho 20 x 21cm, que terá como suporte camisetas de malhas brancas penduradas em um varal cenográfico. Custo: R$ 5.000. Público-alvo: participantes do shows. Total estimado: 439 pessoas. Classificação: Livre

Objetivos

O objetivo deste projeto é realizar o II Festival Espelho D’Água Mulheres Em Pauta no Teatro de Câmara da Cidade Das Artes nos dias 6, 7 e 8 de março de 2025 em celebração ao dia internacional das mulheres. Objetivos Específicos: Produto APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Realização de 6 shows, com 1h de duração cada um, com 6 cantoras negras e suas respectivas bandas, durante 3 dias, com 2 apresentações por dia e ingressos vendidos a preços populares. Pretende-se atingir 439 pessoas por show, totalizando 2.634 pessoas. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar, no Teatro de Câmara, 1 concerto didático com a cantora e instrumentista Nilze Carvalho, com duração de 1h, para 400 alunos do ensino fundamental de uma escola pública localizada na zona oeste do RIo de Janeiro. Serão disponibilizando 10 ônibus para o transporte dos alunos com distribuição de lanches para todos. Realizar 1 apresentação da cantora e instrumentista Negadeza, com 1 hora de duração, para alunos do Instituto Benjamin Constant. Total de alunos atendidos: 50 alunos Seminário/ Simpósio/ Encontro/ Congresso/ Palestra/ Vernissage: Realizar a palestra "Vivendo da Música: Realidades e Desafios" ministrada pela cantora Indiana Nomma, com duração de 2h. Público alvo: cantoras e/ou instrumentistas negras. Pretende-se atingir cerca de 50 pessoas. Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Realizar 3 cursos/oficinas sobre economia criativa em parceria com o SEBRAE. Cada curso/oficina terá duração de 3h/aula. Público alvo: mulheres negras, LGBTQIAPN+ e 60+. Cada curso atenderá 50 pessoas, totalizando 150 participantes. Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Realizar 1 oficina com a iluminadora Brisa Lima. Duração: 3h30. Público alvo: mulheres negras, mulheres negras, LGBTQIAPN+ e 60+. Cada curso atenderá 50 pessoas Produto Exposição Cultural / de Artes: Realizar a exposição INTIMIDADE da fotógrafa Kryka Pujol, que reúne 10 fotos, ampliadas em tamanho 20 x 21cm, que terá como suporte camisetas de malhas brancas penduradas em um varal cenográfico. Público-alvo: participantes do shows. Total estimado: 439 pessoas

Justificativa

As mulheres negras compõem o maior grupo da sociedade brasileira. Contudo, de acordo com o Pnud, "é exatamente esse grupo (...) o que fica mais longe dos ganhos em desenvolvimento humano no país" (https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/05/28/maioria-no-pais-mulheres-negras-sao-o-grupo-menos-beneficiado-por-avancos-sociais-diz-pnud.ghtml) Em muitas indústrias culturais, incluindo a música, artistas negras frequentemente enfrentam barreiras significativas para alcançar visibilidade e reconhecimento. Um festival dedicado a cantoras negras pretende ser parte no esforço de corrigir essa desigualdade, oferecendo uma plataforma onde essas artistas possam brilhar e alcançar um público mais amplo A mulher negra desempenha um papel vital na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Políticas que levem em conta suas condições de vida são fundamentais para superarmos a imensa desigualdade que infelizmente se atualiza desde o período colonial até o presente. A herança do colonialismo ainda afeta as relações sociais contemporâneas, embora a resistência persista, insista. É por isso que este projeto pretende ser um espaço para a expressão de mulheres negras cantoras. Além disso, em vez de procurarmos a "mulher-tema" nas letras de música, que tal lançarmos um olhar para as protagonistas: as intérpretes, as musicistas, as compositoras? E, da mesma forma, almejamos que este projeto seja um espaço de oportunidades para mulheres trabalhadoras da cadeia criativa, ao contratá-las para as equipes de produção, técnica e de comunicação. Investir em seu empoderamento tem um impacto significativo nos indicadores sociais e econômicos do país, além de criar possibilidades de superação das desigualdades raciais e de gênero. Embora haja um aumento no número de mulheres associadas à música, ainda enfrentamos desafios. O relatório da UBC "Por Elas Que Fazem A Música" de 2021, mostra que, desde 2018, o número de mulheres na música cresceu 68%. No entanto, quase 80% das entrevistadas relatam ter sofrido algum tipo de discriminação, desde subestimação até objetificação do corpo. Além disso, a presença de mulheres negras em cargos de chefia na indústria musical é baixa, com apenas 4,9% ocupando essas posições. É essencial valorizar financeiramente o trabalho dessas artistas e promover maior diversidade em todos os aspectos da música. Com base nesse estudo, desenhamos o Festival Espelho D’água Mulheres em Pauta - Vozes Negras, celebrando o Dia Internacional da Mulher, como forma de nos unirmos às iniciativas de reparação, tendo em vista que essa parcela da população é a mais atingida tanto pela opressão quanto pela discriminação de raça e gênero. Ao público, pretendemos oferecer uma programação eclética, plural, primando pela qualidade e compromisso com a diversidade humana e musical, abrindo espaço para os discursos e expressões artísticas femininas, abrindo espaço para a qualidade do trabalho dessas cantoras negras e ampliando a difusão das músicas por elas interpretadas. Através da palestra e das oficinas poderemos refletir sobre o papel da mulher negra na sociedade brasileira, seus desafios e perspectivas, buscando abrir novos caminhos e oportunidades profissionais e gerando maior autonomia financeira e menor sujeição a situações de violência. A participação das cantoras Áurea Martins, Rosa Marya Colin, Nilze Carvalho, Ana Costa, Indiana Nomma e Negadeza nesse festival de música dedicado a mulheres negras almeja ser um tributo à diversidade e à riqueza da música brasileira. Áurea Martins, com sua voz marcante e trajetória que atravessa décadas, é um ícone da música popular brasileira. Conhecida por sua interpretação emotiva e profunda, Áurea traz ao festival uma conexão direta com a história e a tradição da MPB. Rosa Marya Colin é outra lenda viva, com uma carreira que abrange jazz, bossa nova, blues e soul. Sua versatilidade e talento a tornaram uma figura respeitada e admirada, e sua presença no festival é uma celebração de sua contribuição inestimável para a música. Nilze Carvalho é uma virtuose do cavaquinho e uma sambista de renome. Sua habilidade musical e carisma no palco fazem dela uma representante perfeita do samba, um dos gêneros mais emblemáticos do Brasil. Ana Costa é uma cantora e compositora que também se destaca no samba. Com uma voz poderosa e uma presença de palco cativante, Ana traz uma energia vibrante ao festival, conectando o público com as raízes do samba e da música popular brasileira. Indiana Nomma e Negadeza representam a nova geração de artistas que estão redefinindo a música brasileira com suas influências contemporâneas e inovadoras. Indiana Nomma, com sua voz potente e estilo único, e Negadeza, com suas letras impactantes e ritmos modernos, mostram a evolução e a diversidade da música negra no Brasil. Desta forma, entendemos que nossa proposta se enquadra nos incisos II, III, IV, V, VI e VIII do Artigo 1º da Lei 8313/91, por difundir a Música Brasileira e preservar a sua história através da voz de 6 mulheres negras cantoras que transformam o palco em um espaço para sua expressão musical, estimulando o interesse da nova geração pela cultura brasileira, suas raízes, histórias e lutas. Tornar este projeto em um espaço de oportunidades para mulheres trabalhadoras da cadeia criativa, investindo em seu empoderamento, criando possibilidades de superação das desigualdades raciais e de gênero. Transcrevemos assim os incisos que embasam a nossa argumentação, a seguir: . inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; • Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; • Inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; • Inciso V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; • Inciso VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; . Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Com relação ao atendimentos dos objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91, entendemos que o projeto se enquadra nos seguintes Incisos e seus respectivos objetivos transcritos da lei, a seguir: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Justificativa de enquadramento: Realização de apresentações de música e exposição fotográfica. Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Justificativa de enquadramento: Em parceria com as secretarias municipais de Educação, Cultura, Assistência Social, da mulher e instituições privadas, serão distribuídos ingressos gratuitos para os shows

Estratégia de execução

A primeira edição deste festival aconteceu no dia 8 de março de 2021, durante a pandemia de Covid-19, através do edital Fomenta Festival da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. Foram realizados 7 shows, alem de performances poéticas e uma entrevista com a Secretária de Cultra e Economia Criativa, Danielle Barros. Durante 7h, no palco da Sala Paulo Moura, no Centro da Mùsica Carioca, 7 mulheres instrumentistas e cantoras apresentaram seu trabalho artístico para o publico que assistiu em transmissão ao vivo pelo canal da Espelho Dagua Produções. Todos os shows foram abertos por uma performance poética de uma integrante do Slam das Minas. A abertura do festival foi uma entrevista com a secretária de cultura e economia criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros. Para visualização desta primeira edição , utilizar o link https://www.youtube.com/live/gtAP0tpruJ8?si=lkqZ3MR6iOnU_rfH

Especificação técnica

O festival é composto por 6 shows com diferente cantoras negras, que terão duração de 1h cada. Para cada apresentação o cachê das artistas e sua banda será de R$20.000,00. A cada dia, 2 shows serão realizados com ingressos vendidos a preços populares. Os dois concertos didáticos terão duração de até 1h, cada um deles. A instrumentista e cantora Nilze Carvalho realizará a apresentação para 400 alunos de escolas publicas municipais, no Teatro de Camara da Cidade das Artes. Serão disponibilizados 10 onibus para o transporte dos alunos O cachê da artista será R$5000,00. A cantora Negadeza se apresentará para alunos cegos do Instituto Benjamin Constant no teatro da instituição. O cachê da artista será R$5000,00. A palestra da cantora Indiana Nomma será realizada na Sala de Leitura da Cidade das Artes, no dia que antecede a abertura do festival. Terá duração de 2h e o cache da artistas para esta ação será de R$5000,00 Os cursos/oficinas sobre economia criativa em parceria com o SEBRAE, realizado na Cidade das Artes terá, cada um, duração de 3h/aula. Remuneração total dos consultores do SEBRAE: R$ 6.000. A oficina realizada pela iluminadora Brisa Lima terá duração de 3h30. O cachê será de R$ 1.000. Sobre a oficina Gambiologia: Esta oficina nasce da necessidade de iluminar espaços cênicos alternativos dispondo de poucos recursos. A oficina trata da produção de refletores de luz com materiais reutilizáveis e/ou de baixo custo. Ele se direciona a profissionais ou amadores interessados em iluminação cênica. A exposição INTIMIDADE, da fotógrafa Kryka Pujol, reúne 10 fotos produzidas com câmera analógica e ampliadas digitalmente em papel fotográfico, no tamanho 20 x 21cm, tendo como suporte camisetas de malhas brancas, de seu uso pessoal, penduradas em um varal cenográfico, no foyer do Teatro de Câmara. Custo: R$ 5.000,00.

Acessibilidade

O Festival Espelho D’água Mulheres em Pauta - Vozes Negras é uma iniciativa que visa promover a inclusão e a valorização da cultura negra através da música. Para garantir que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades físicas ou intelectuais, possam participar e se beneficiar das atividades do projeto, é essencial um plano de acessibilidade abrangente e eficaz. Este plano contempla diversas áreas, desde a infraestrutura física até a comunicação e a metodologia pedagógica, assegurando que todos os participantes tenham uma experiência enriquecedora e inclusiva. Medidas de Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico (para todos os produtos): É essencial garantir que os espaços onde ocorrem as atividades do projeto sejam fisicamente acessíveis. Isso inclui a adaptação de rampas, elevadores e banheiros para pessoas com mobilidade reduzida. É fundamental que os locais sejam sinalizados de forma clara e compreensível, utilizando placas em braile e sinalização tátil no piso para orientar pessoas com deficiência visual. Além disso, é importante garantir que os espaços sejam amplos o suficiente para permitir a circulação de cadeiras de rodas e outros dispositivos de mobilidade. Para atender a todas estas necessidades, escolhemos um teatro que está preparado para receber adequadamente a todos os públicos, o Teatro de Câmara da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Medidas de Acessibilidade para PcD Visual (para todos os produtos): Contratação de produtora cultural com deficiência visual para compor a equipe de produção do projeto. No início de cada apresentação, as artistas farão a sua autodescrição e do espaço de onde estão, para que todo o público compreenda quem são, como estão e onde estão. Será impresso um programa em braile para o público com deficiência visual em uma parceria com o Instituto Benjamin Constant. A divulgação realizada nas redes sociais contará com descrição de conteúdo junto à Hashtag #PraCegoVer. Medidas de Acessibilidade para PcD Auditivo (para todos os produtos): Inclusão de legendas nos vídeos e materiais audiovisuais produzidos. Contratação de intérpretes de LIBRAS para as apresentações musicais, palestra e oficinas. Medida de Acessibilidade para Idosos e PcD Intelectual (para todos os produtos): Contratação de Monitores treinados para auxiliar o público com deficiência durante as ações do projeto. Serão reservados assentos de fácil acesso, próximo às entradas/saídas para Pessoas com Deficiência Intelectual e Idosos, com gratuidade e reserva de lugar também aos seus acompanhantes. A utilização de linguagem inclusiva e respeitosa estará presente em todas as comunicações do projeto. As divulgações das ações nas redes sociais informarão sobre a existência e disponibilização dessas medidas de acessibilidade. Para garantir a eficácia do plano de acessibilidade, será implementado um sistema de monitoramento e avaliação. Isso inclui a realização de pesquisas de satisfação com os participantes, a coleta de feedbacks e a análise de dados para identificar áreas de melhoria. Com base nessas informações, o Plano de Acessibilidade poderá ser ajustado e aprimorado, caso se mostre necessário, de acordo com o retorno dado pelo público foco, assegurando que as necessidades de todos sejam atendidas de maneira eficaz.

Democratização do acesso

Respeitando os limites indicados no Art. 29 da IN nº 11/2024, o Produto Principal do Plano de Distribuição, único que conta com venda de ingressos, irá prever 30% dos ingressos para distribuição gratuita, sendo: 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;10% para distribuição gratuita com caráter social e educativo, direcionados para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social e professores e alunos da rede pública de ensino, através de parcerias com as Secretarias de Cultura, de Educação, Mulheres e Assistência Social das cidades visitadas;10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. O valor máximo de venda dos ingressos será de R$ 30,00, sendo então 100% de sua distribuição enquadrada no inciso IV também do Art. 29 que diz “mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta”. De acordo com as medidas sugeridas no Art. 30 da IN nº 11/2024, serão adotadas as medidas de democratização de acesso e seus respectivos Incisos referentes, a seguir: Filmagem e veiculação gratuita na Internet, com tradução em LIBRAS, das apresentações musicais do festival, em referência ao Inciso III: “disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição”; Divulgação pela Assessoria de Imprensa com foco em meios de comunicação gratuitos, em referência ao inciso IV: “garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos”; Realização de oficinas/cursos, ensaios abertos e palestra, com entrada gratuita, como atividade paralela às apresentações musicais, destinados a mulheres, brancas, negras, LGBTQIAPN+, cis e trans, que atuam na área cultural, em referência ao Inciso V: “realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas” e ao Inciso X: “oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis”; Realização de oficinas/cursos gratuitos de Economia Criativa, em parceria com o Sebrae, para capacitação de mulheres atuantes na área da cultura, em referência ao inciso VIII: “estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público”; Em referência ao Inciso IX do Art. 30: “outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC”, buscamos: Criar um espaço inclusivo, diversificado e representativo, com uma equipe de profissionais formada apenas por mulheres, negras e brancas, cis e trans, LGBTQIAP+, 50+ e PcD, proporcionando-lhes oportunidades de trabalho, desenvolvimento artístico e profissional e visibilidade no mercado criativo. Firmar parcerias com instituições educacionais e culturais (IBC, INES, ONGs, Secretarias de Cultura, Educação, Mulher e Assistência Social), não apenas para a distribuição de ingressos gratuitos aos shows com venda de ingresso, mas também para a reserva de vagas nas outras ações gratuitas oferecidas pelo projeto. Essas parcerias visam ampliar o alcance do projeto, permitindo que mais pessoas tenham acesso às oportunidades oferecidas, buscando também influenciar políticas públicas que promovam a inclusão e a valorização da cultura negra e feminina.

Ficha técnica

Espelho D’água Produções (Proponente): Responsável pela Direção de Produção, pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, do projeto em toda a sua execução. PRINCIPAIS PARTICIPANTES Coordenadora Geral e Idealizadora: Ana Cristina de Castro Pujol (Kryka Pujol) Produtora cultural há mais de 20 anos e diretora da Espelho D’água Produções. Realizou projetos com patrocínio de empresas como BNDES, CAIXA,CULTURAL, SESCs, SESI e VIVO além de editais públicos municipais, estaduais e nacionais. Realizou diversos projetos nas áreas de música, literatura, dentre os quais o “Circuito de Concertos Didáticos”, o I Festival Mulheres em Pauta, o programa Bora Proseá?, o I Festival Gaita Rio. Fez a coordenação geral dos projetos Clube de Leitura CCBB 2022, 2023 e 2024, Lá Vem História,turnês de lançamento do duo Marcel Powell e Gilson Peranzzetta-Sesc Pulsar e do disco Armoriando-Selo Sesc/Sesc SP e em 2024 do lançamento do álbum “Musicalidade Negra por Marcel Powell”-Edital Funarte Retomada 2023-Música. Coordenadora de Produção: Christiani Pires Alves Ferreira Profissional com ampla experiência em planejamento, pré-produção, produção executiva e artística, com habilidades consolidadas em gerência de produção e execução de eventos culturais e corporativos de grande porte. Atuou na coordenação de pré-produção e produção para eventos nacionais e internacionais, coordenando equipes, gerenciando logística e estabelecendo parcerias com fornecedores, sempre com foco em resultados e excelência de entrega. Entre suas principais realizações, destacam-se a produção do Disney in Concert (São Paulo), a Tour da Taça da Copa do Mundo FIFA em parceria com a Coca-Cola, e as Convenções de Vendas da VIVO 2013 (BA e SP). Possui também sólida experiência como produtora executiva e artística para grandes empresas e marcas, incluindo Natura, Land Rover e Ambev, e na organização de eventos como a Cerimônia de Encerramento da Copa das Confederações FIFA 2013. Além disso, tem experiência na produção musical e artística para artistas renomados, como Boca Livre, Francis Hime e Lobão, coordenando lançamentos e a produção de álbuns para importantes gravadoras. Assistente de Produção: Mariana Dullens Neiva Formada em Administração pela UERJ, trabalha como assistente de produção para a Espelho D’Água Produções, organizando e produzindo projetos de música e literatura. Em 2022, 2023 e 2024 participou da produção do Clube de Leitura CCBB. Em 2022 participou da produção do CineLivro, realizado pelo Instituto Estação das Letras. Em 2023 fez parte da produção da turnê de lançamento do duo Pro Tião de Marcel Powell e Gilson Peranzzetta através do edital Sesc Pulsar. Em 2024 faz a assistência de produção do lançamento do álbum “Musicalidade Negra por Marcel Powell” pelo Edital Funarte Retomada 2023-Música. Produtora Executiva: Eurydice Botelho Moschkovich (Memeca Moschkovich) Empresária e produtora PcD no ramo da Cultura, atua em eventos e agencia artistas no segmento da Música. Desde 2002 é a empresária responsável por todos os shows e realização de projetos e cds do artista Zé Renato, grupos Boca Livre e Dobrando a Carioca. A partir de 2020 também dos músicos Marcelo Menezes, Augusto Martins e desde 2023 de Thalma de Freitas e Patrícia Mellodi. De 2004 a 2009 empresária e prod.executiva da artista Joyce Moreno. Na área de eventos, coordenação de prod.artística e prod.executiva para empresas e prefeituras como: Em 2002, Shows Capital Inicial, Zezé di Camargo e Luciano, Marina e Sandy e Júnior; Neguinho da Beija Flor, Orquestra Tabajara, Leila Pinheiro, Zélia Duncan, João Bosco e Toquinho; Camarote Brahma Carnaval RJ/2002 a 2004; Em 2003, show Emmerson Nogueira;Senna in Concert; 60 anos Banco Bradesco; Adriana Calcanhotto, MPB4, Ana Carolina, Jorge Aragão. Assessora de Imprensa: Márcia Vilella de Azevedo Sócia-diretora da Target Comunicação,graduada Relações Públicas com especialização em Comunicação Integrada pela ESPM-Rio e Gestão do Relacionamento com o Cliente pelo Senac-SP. Possui 25 anos de experiência no planejamento e execução de projetos de comunicação para causas sociais,direitos humanos e ações afirmativas, especialmente para organizações com trabalho nos campos do respeito à diversidade, direitos das mulheres, acesso à saúde, educação e formação profissional. A Target é uma agência de comunicação integrada,atuante há 30 anos, especialista no desenvolvimento de projetos e soluções nos campos das Relações Públicas, Assessoria de Imprensa, Planejamento e Conteúdo Digital, Design Gráfico, Gestão de Imagem e Reputação. Artista: Aldima Pereira dos Santos (Áurea Martins) Áldima Pereira dos Santos se transformou em Áurea Martins na primeira metade da década de 1960, por iniciativa de Mário Lago(1911–2002) e de Paulo Gracindo(1911–1995), ator e radialista que levou a então emergente crooner para a Rádio Nacional. Tem seis CDs lançados, dois LPs, um DVD e participações em CDs de vários artistas da MPB. Artista: Rosa Maria Batista de Souza (Rosa Marya Colin) Cantar por prazer fez de Rosa Marya Colin uma das mais respeitadas artistas de seu tempo. Seus trabalhos fonográficos até hoje mostram sua voz com brilhantismo em temas de grandes nomes da MPB, standards do jazz, blues, pop e spirituals. Uma cantora singular no panorama musical brasileiro. Artista e Palestrante: Indiana Martins de Morais (Indiana Nomma) Morou no México, Portugal, Nicarágua, Alemanha Oriental, Brasília, Rio de Janeiro e atualmente radicada em São Paulo, é conhecida no cenário do jazz e da música latino-americana. Com 6 CDs produzidos e lançados desde 2015, dos quais dois, o cd UNEXPECTED e o LESSONS IN LOVE, foram finalistas do 27°e 29° Prêmio da Música Brasileira em 2016 e 2018 e o homônimo INDIANA NOMMA foi top 10 em vendas em Israel no iTunes em 2017, no álbum latino, MERCEDES SOSA: A VOZ DOS SEM VOZ. Cantou com artistas como Milton Nascimento, Daniela Mercury, Leny Andrade, Áurea Martins, Jane Duboc, Gilson Peranzzetta, Osmar Milito, Bruno Arias (Argentina), Ananda Jyoti (Índia), e abriu shows de Glória Gaynor, Billie Paul, Ney Matogrosso, Jorge Aragão, Alceu Valença, entre outros. Cantou com orquestras, big bands e participou de festivais internacionais e nacionais de jazz. Artista: Andreza Carla de Assis Souza (Negadeza) Há 30 anos no mercado musical, Negadeza aos 10 anos, iniciou ao lado da sua avó, Selma do Coco e sua mãe Aurinha do Coco, e com o passar do tempo, explorou novos instrumentos percussivos. Hoje, Nega é uma das principais referências do Pandeiro nacional, representando as Mulheres, o Povo Negro e os batuques da Cultura Popular Pernambucana. Entre suas influências musicais, estão as Mestras e Mestres da Cultura Popular pernambucana. Artista: Albenise de Carvalho Ricardo (Nilze Carvalho) Artista negra, iniciou sua carreira aos 5 anos de idade. Aos 15, fez sua 1ª turnê internacional. Cantora, compositora e instrumentista virtuosa, toca cavaquinho, bandolim e violão. Atua também como produtora/diretora musical e arranjadora. Seu último CD, produzido pela própria Nilze e pelo baixista José Luis Maia, Verde Amarelo Negro Anil foi indicado ao GRAMMY LATINO na categoria melhor Álbum de SAMBA/PAGODE. Artista: Ana Cristina da Costa (Ana Costa) Indicada 4 vezes como a melhor cantora de samba no Prêmio da Música Brasileira e eleita Revelação no Prêmio Rival Petrobras, Ana Costa é uma talentosa cantora, compositora, violonista e produtora musical que ganhou destaque pela revitalização do samba em terras cariocas. Com um legado de 5 CDs, 1 DVD e 2 projetos especiais lançados, sua música é uma verdadeira ode à cultura brasileira. Seja nos palcos, compondo ou empoderando outras mulheres artistas, Ana é uma fonte constante de inspiração que continua a nos encantar com sua paixão pela música brasileira.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.