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PRONAC 2415870Expirado o prazo de captação totalMecenato

Cozinha das Tradições: Memória, Saberes Ancestrais e Performance.

AJEUM SOCIEDADE LTDA
Solicitado
R$ 1,98 mi
Aprovado
R$ 1,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-04-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisBelém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto propõe a continuidade da proposta artística e cultural da Cozinha das Tradições, realizada no ano de 2023 no Rio de Janeiro, promovendo a circulação da exposição em mais três estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pará. Em sua primeira edição, foi a partir da experiência da Ajeum, empresa proponente, que percorremos o estado do Rio, pelas suas oito regiões, onde houve o mapeamento de povos e comunidades tradicionais. Estes puderam experienciar a interface entre memória e a performance, oferecida de forma interativa entre público presente e mestras e mestres na exposição.ACozinha das Tradições é compreendida como um dispositivo pedagógico que tem as práticas e os saberes em torno das cozinhas, da cultura alimentar e das comidas tradicionais dos territórios em sua centralidade. Um ambiente conjugado através da preparação, reflexão e divulgação de receitas e alimentos tradicionais. As CdTs se estruturam como um lugar de materialização da memória alimentar dos territórios.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

DESCRIÇÃO DO PROJETO Este projeto propõe a continuidade da proposta artística e cultural da Cozinha das Tradições, realizada no ano de 2023 no Rio de Janeiro, promovendo o processo de criação e realização da Cozinha das Tradições nos estados que contemplam da nascente a foz do Rio São Francisco: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Em sua primeira edição, foi a partir da experiência da Ajeum, empresa proponente, que percorremos o estado do Rio, pelas suas oito regiões, onde houve o mapeamento de povos e comunidades tradicionais. Estes puderam experienciar a interface entre memória e a performance, oferecida de forma interativa entre público presente e mestras e mestres na exposição Cozinha das Tradições. Através de contato com apoiadores será realizado o mapeamento prévio de territórios e Mestres e Mestras detentores dos saberes ancestrais. Em seguida, uma etapa de oficinas territórios permitirá o encontro com mulheres agricultoras, indígenas, quilombolas , ribeirinhas, e a identificação das memórias ancestrais e dos elementos que materializam a memória e expressão dos territórios. Reforçando a Brasilidade em seus elementos afrobrasileiros e indígenas como eixo central da exposição. O projeto pretende mobilizar e envolver representantes, mestres e mestras de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas como artistas integrantes da exposição. A exposição possui como elemento central a instalação de uma cozinha a partir de elementos da memória:com fornos, fogões e utensílios ancestrais, também conta com instalações artísticas visuais que compõem a cenografia do ambiente e uma instalação audiovisual. O espaço memória consiste nesta instalação audiovisual que tem como objetivo promover a conexão do ancestral com o contemporâneo na experiência do participante. A exposição tem duração de 1 mês e segue o conceito de exposição viva com interface na performance, onde o próprio processo de construção coletiva dos elementos e instalações artísticas faz parte da experiência do visitante. Dessa forma, em um processo performance - experiência o visitante interage e colabora diretamente na construção da arte. A exposição é dividida em dois tempos: O Tempo Terra é composto por oficinas de técnicas construtivas ancestrais conduzidas por mestres e mestras. O Tempo Terra compreende as 3 primeiras semanas da exposição viva, onde de forma colaborativa com os visitantes serão construídos os elementos que irão compor a estética e funcionalidade da Cozinha das Tradições. Serão construídos fornos, fogões e utensílios utilizando materiais naturais como o barro, palha, madeira e bambu, através das técnicas da arquitetura ancestral e suas artesanias. O Tempo Alimento-memória consiste em uma semana com programação diária de oficinas e trocas de saberes de memória alimentar conduzidas por mestres e mestras. Neste momento da exposição os visitantes serão convidados a interagir com a exposição acionando o paladar, relembrando e construindo memórias gustativas. O projeto também prevê a produção do Catálogo de saberes e fazeres de mestres e mestras participantes com o objetivo de divulgar os trabalhos e serviços oferecidos pelas comunidades e fomentar a economia e o empreendedorismo local. A produção de um curta-metragem com o objetivo de promover maior visibilidade ao projeto. A promoção de um intercâmbio de troca de saberes em cada estado onde o projeto irá circular com o objetivo de fortalecer circuitos e redes entre os agentes culturais. O projeto conta com apoio, assim como em sua primeira edição, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), IPHAN, em diálogo com pesquisadores das instituições, contribuindo fundamentalmente na etapa de pesquisa e mobilização de comunidades participantes do projeto. Este projeto esta sendo apresentado ao edital Petrobras Cultural Novos Eixos, 2024. Objetivo Geral Promover a valorização, preservação e difusão dos saberes e fazeres ancestrais de comunidades tradicionais brasileiras, fortalecendo identidades culturais e ampliando o acesso à diversidade cultural por meio da circulação da exposição "Cozinha das Tradições" em novos territórios, integrando memória, performance e sustentabilidade em um processo colaborativo e educativo. Objetivo específico Produto 1: Exposição cozinha das tradições Montar e disponibilizar, 3 exposições com progarmação de 1 mês cada, uma exposição interativa que inclua uma cozinha tradicional, instalações visuais e um espaço audiovisual para conexão entre ancestralidade e contemporaneidade. Produto 2: Oficinas territoriais Identificar e mobilizar mestres e mestras detentores dos saberes ancestrais em três estados através de realização de 10 oficinas territoriais de memoria alimentar em cada estado. Produto 3: Catalogo Cozinha das Tradições Criar e distribuir um catálogo ilustrado com informações sobre os mestres(as), suas técnicas e serviços, para distribuição digital. produto 4: Curta metragem Cozinha das Tradições Registrar as etapas do projeto, as histórias dos participantes e os resultados em um curta-metragem de até 15 minutos para ampliar a visibilidade do projeto.

Justificativa

É possível perceber que a proposta apresentada consegue se enquadrar em vários incisos do Art.1° da Lei 8.313/91. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto descrito é de grande importância por englobar aspectos culturais, sociais, ambientais e econômicos, promovendo a valorização e a preservação de saberes e práticas ancestrais de comunidades tradicionais. Primeiramente, a iniciativa fortalece a identidade cultural brasileira ao propor um diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade, destacando as heranças afro-brasileiras e indígenas. A inclusão de mestres e mestras das comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e agricultoras reforça o reconhecimento dessas culturas como parte essencial da formação da identidade nacional. Além disso, o projeto atua na preservação de saberes tradicionais por meio de oficinas e performances que promovem a transmissão de conhecimentos construtivos e alimentares. Essas práticas, que frequentemente enfrentam o risco de desaparecimento, são compartilhadas de forma colaborativa, assegurando sua continuidade para as próximas gerações. A geração de renda e a valorização econômica das comunidades participantes são outro destaque do projeto. A produção de um catálogo e de um curta-metragem amplia a visibilidade dos trabalhos dessas comunidades, potencializando o empreendedorismo local e fortalecendo a economia regional. Essa visibilidade também contribui para a criação de novas oportunidades de mercado e intercâmbios culturais. O projeto também desempenha um papel educativo ao sensibilizar o público por meio de uma "exposição viva" que conecta memória, performance e práticas alimentares. Essa interação proporciona uma experiência transformadora, que promove o respeito e a valorização da diversidade cultural brasileira. Outro aspecto crucial é o fortalecimento de redes culturais. A circulação da exposição por diferentes estados amplia o alcance do projeto, promovendo a troca de saberes entre mestres e mestras de diferentes territórios e criando laços entre comunidades e agentes culturais. Essa articulação reforça o protagonismo dos detentores de saberes ancestrais e cria novas oportunidades de intercâmbio cultural. Além disso, o projeto contribui para a sustentabilidade ao utilizar materiais naturais e técnicas de construção tradicionais que respeitam o meio ambiente. A parceria com instituições como a Fiocruz e o IPHAN assegura o alinhamento do projeto com políticas públicas de proteção ao patrimônio cultural e ambiental. Por fim, o projeto tem um potencial transformador ao promover inclusão social e o empoderamento de mulheres agricultoras, indígenas, quilombolas e ribeirinhas. Ele também incentiva o respeito e a valorização da diversidade cultural, criando conexões significativas entre público, comunidades tradicionais e territórios. Trata-se de uma iniciativa que transcende o âmbito artístico, atuando como um instrumento de transformação social, fortalecimento cultural e promoção da sustentabilidade.

Estratégia de execução

Histórico e repercussão de edições anteriores Inaugurada no contexto do 12° Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), evento que reuniu por três dias (21, 22 e 23/11/2023) mais de sete mil pessoas de diversos segmentos: estudantes, pesquisadores, fazedores de arte e cultura. A cozinha das tradições reuniu cozinhas tradicionais do estado do Rio de Janeiro - como a cozinha de roça, indígena e quilombola, a de rua, a agroecológica, a de referência nordestina, a de santo - em uma instalação artística interativa, em espaço criado especialmente para e por nós na Escola Superior de Design Industrial (ESDI/UERJ), na Lapa, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Na entrada da Cozinha, duas cabines de pau-a-pique - a Casa da Fala e a Casa da Escuta - conformavam a instalação sonora Barracão da Memória, de compartilhamento de recordações gustativas e territoriais. Em volta de uma grande mesa e de cinco fornos tradicionais, mestras e mestres detentores dos saberes da tradição indígena do RJ e Norte do país, quilombola, caiçara, povos de terreiro, comunidade de favela, se distribuíram em dois turnos para transmitir suas memórias, suas vivências, seus gostos e suas ciências, por meio de rodas de conversa e oficinas culinárias. A entrada foi gratuita, e durante os 3 dias de instalação cerca de 3000 pessoas participaram da programação do espaço. Nesta edição, o projeto foi financiado com recursos do XII Congresso Brasileiro de Agroecologia em parceria com Fiocruz e Associação Brasileira de Agroecologia (ABA). A Cozinha das Tradições é um espaço que foi sendo construído coletivamente. Coordenada pela artista, pesquisadora e cozinheira Patrícia Brito e pela pesquisadora e confeiteira Danielle Theodoro, o projeto da Cozinha das Tradições teve início em abril de 2023, com visitas em diversos territórios tradicionais - comunidades quilombolas, caiçaras, indígenas, agricultoras urbanas - em oito regiões do Rio de Janeiro, para o reconhecimento e o mapeamento das comunidades: 1) Quilombo da Dona Juju, em Magé (Baixada Fluminense); 2) Favela Orgânica, nas comunidades da Babilônia e Chapéu Mangueira (Zona Sul do Rio de Janeiro); 3) Quilombo Cafundá Astrogilda, em Vargem Grande (Zona Oeste do Rio); 4) Quilombo Dona Bilina, em Campo Grande (Zona Oeste do Rio); 5) Quilombo do Campinho, Caiçaras em Paraty (Costa Verde); 6) Quilombo Conceição do Imbé, em Campos dos Goytacases (Região Norte); 7) Quilombo Cruzeirinho, em Natividade (Região do Norte); 8) Quilombo Baía Formosa, em Búzios (Região dos Lagos) Essas imersões in loco dedicaram-se especialmente na investigação da memória ancestral dessas localidades e na mobilização para a participação dos sujeitos e mestres dos saberes da terra, tornando possível o entendimento desse patrimônio material e imaterial, os mapas alimentares e os seus desdobramentos no território, para trazê- los criativamente para comporem a instalação do espaço da Cozinha, de modo a sensibilizarem os cinco sentidos dos participantes durante o evento público.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Nos principais espaços que acolherão as exposições será garantido medidas de acessibilidade arquitetônicas de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos (conforme NBR 9050/2015) para participantes e artistas, como rampas e elevadores de acesso. Além disso, o layout dos espaços será desenhado no sentido de garantir acessibilidade e permitir a mobilidade. Serão confeccionados materiais de identificação e sinalização, facilitando a localização e o trânsito dos/as participantes. Os materiais de comunicação serão elaborados com fonte ampliada para facilitar a leitura de pessoas com baixa visão e parte dos materiais terão a ferramenta de audiodescrição, permitindo o acesso ao conteúdo por parte das pessoas cegas e com baixa visão. Reconhecendo a oralidade como a principal forma de transmissão de saberes utilizada pelos povos e comunidades tradicionais, buscando expandir o acesso a estes saberes e possibilitar a interação entre surdos (usuários de Libras) e ouvintes serão contratados profissionais intérpretes de libras. Os vídeos e materiais audiovisuais contarão com legendagem, permitindo o acesso ao conteúdo para pessoas com surdez e também irão contar com a ferramenta da audiodescrição e a tradução para a linguagem de libras. PARA CADA PRODUTO CADASTRADO no plano de distribuição foram acrescentadas as medidas que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência FÍSICA, VISUAL E AUDITIVA. Para expandir o acesso e atender as pessoas com deficiências visuais, restrições de locomoção e deficiências auditivas, o planejamento prevê a mobilização de instituições sociais, educacionais que atendem este público com uma divulgação ampliada para que esse público possa acessar a atividade. A programação inteira do projeto será aberta a todos os públicos, sem nenhuma restrição. PRODUTO 1 - EXPOSIÇÃO COZINHA DAS TRADIÇÕES Acessibilidade física: Rampas e áreas reservadas próximas ao palco para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; Banheiros adaptados, Os espaços utilizados durante o Festival serão adequados para proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; Acessibilidade para deficientes visuais:Audiodescrição e guias para assistir aos espetáculos, explicando expressões e detalhes visuais das apresentações. item orçamentário: Audiodescrição, Acompanhante. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérpretes de Libras em apresentações ao vivo. Item orçamentário: intérprete de Libras. PRODUTO 2 - OFICINAS Acessibilidade física: Para atender as pessoas com restrições de locomoção, a programação pedagógica prevê que o estabelecimento de parcerias com espaços já sejam adaptados e disponibilizar sua programação pedagógica convidando o público de espaços sociais, tais como CRAS, Postos de saúde, escolas, creches e a divulgação será ampliada para que esse público possa acessar a atividade. Acessibilidade para deficientes visuais: Para atender as pessoas com deficiências visuais, a programação pedagógica prevê momentos de trocas, bate papo e encontros pedagógicos entre instituições sociais, educacionais para público atendido por elas e a divulgação será ampliada para que esse público possa acessar a atividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para atender as pessoas com deficiências auditivas, a programação pedagógica prevê momentos de trocas, e encontros pedagógicos entre instituições sociais, educacionais para o público atendido por elas e a divulgação será ampliada para que esse público possa acessar a atividade. Uma das oficinas pós festival poderá ser direcionada à uma instituição que atenda a esse público PRODUTO 3 - CATALOGO Acessibilidade física: Para atender as pessoas com restrições de locomoção, a programação pedagógica prevê que o estabelecimento de parcerias com espaços já sejam adaptados e disponibilizar sua programação pedagógica convidando o público de espaços sociais, tais como CRAS, Postos de saúde, escolas, creches e a divulgação será ampliada para que esse público possa acessar a atividade. Acessibilidade para deficientes visuais: Para atender as pessoas com deficiências visuais, a programação pedagógica prevê momentos de trocas, bate papo e encontros pedagógicos entre instituições sociais, educacionais para público atendido por elas e a divulgação será ampliada para que esse público possa acessar a atividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para atender as pessoas com deficiências auditivas, a programação pedagógica prevê momentos de trocas, e encontros pedagógicos entre instituições sociais, educacionais para o público atendido por elas e a divulgação será ampliada para que esse público possa acessar a atividade. Uma das oficinas pós festival poderá ser direcionada à uma instituição que atenda a esse público PRODUTO 4 - CURTA METRAGEM 15'' Acessibilidade física: Para atender as pessoas com restrições de locomoção, a programação pedagógica prevê que o estabelecimento de parcerias com espaços já sejam adaptados e disponibilizar sua programação pedagógica convidando o público de espaços sociais, tais como CRAS, Postos de saúde, escolas, creches e a divulgação será ampliada para que esse público possa acessar a atividade. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: legendagem e libras.

Democratização do acesso

Segue abaixo os itens do artigo 28 previsto em cada um dos Eixos previstos na programação: PRODUTO 1 - Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). PRODUTO 2 - OFICINAS Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). PRODUTO 3 - CATALOGO Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). PRODUTO 4 - CURTA METRAGEM 15'' Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).

Ficha técnica

A Ajeum, produtora fundada por Patricia Brito, vem desenvolvendo ao longo de sua trajetória no campo da cultura debates sobre patrimônio cultural, memória ancestral, cultura alimentar a partir de memórias, sejam elas indígenas ou quilombolas; oficinas com mestras e mestres dos saberes tradicionais em diálogos com os modos de vida e saber dos povos e comunidades tradicionais; construção de espaços performáticos utilizando tecnologias ancestrais em diálogos com as contemporâneas; trabalhos voltados para a agroecologia, com formação no campo da memória e da história alimentar, além disso, a equipe que compõe o projeto em trajetória coletiva com a Ajeum, já desenvolveu ou desenvolve ações artísticas e culturais como continuidade do projeto Cozinha das Tradições realizado pelo Congresso Brasileiro de Agroecologia - CBA. Produção - Amanda Costa (RJ) - Arquiteta, com mestrado em artes visuais. Desenvolve projetos de exposição em espaços de arte. Produção - Leandra Lambert (RJ) - Artista, pesquisadora, escritora, redatora. Doutora em Artes. Atua com curadoria e produção técnica das instalações sonoras. Produção executiva - Amanda Torres (MG) Produtora e agroecologa. Formada em Administração, trabalha na gestão e produção executiva de projetos com ênfase na agroecologia e cultura. Comunicação - Vanessa Cancian (RJ) jornalista e mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe. Especialização em Gestão de Empreendimentos Criativos e em Produção Cultural. Pesquisa e mobilização - Daniel Menezes, (MG) Arquiteto Urbanista, Mestre em Arquitetura , Atua com Pesquisa, é mobilizador de Povos e Comunidades Tradicionais. Pesquisa e mobilização - Rafael Dias Seabra (PA). Cozinheiro e administrador. Coordena as ações de Gastronomia do Programa “Pará Profissional” do Governo do Estado do Pará. Atua em projetos de salvaguarda da gastronomia paraense

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.