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PRONAC 2415871Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Escola Livre de Artes no Dragão do MAR

AUTOMATICA PRODUCAO CONTEMPORANEA LTDA
Solicitado
R$ 783,8 mil
Aprovado
R$ 783,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-17
Término
2026-12-31
Locais de realização (2)
Fortaleza CearáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A Escola Livre de Artes _ ELÃ, desenvolvida e realizada pelo Galpão Bela Maré e a Produtora Automatica, é uma proposta artístico-pedagógico para jovens artistas oriundos de favelas e periferias. O presente projeto propõe uma edição especial da Escola Livre de Artes no Dragão do Mar, em Fortaleza, no Ceará, em 2025, com a realização de uma residência-formativa para artistas e uma exposição aberta a todos os públicos, com os resultados do processo, que ficará em cartaz no Dragão do Mar.

Sinopse

O presente projeto propõe uma edição especial da Escola Livre de Artes no Dragão do Mar, Ceará, em 2025. A residência-formativa vai contemplar 12 pessoas, que irão se inscrever via chamada pública, sendo 10 artistas residentes em Fortaleza (Ceará) e 2 artistas cariocas (Rio de Janeiro). O programa conta com 10 encontros presenciais mediados por artistas, curadoras/es, educadoras/es entre outras/os agentes do campo da arte e da cultura. Ao final da vivência, os resultados do processo comporão uma exposição que ficará em cartaz no Dragão do Mar. O segundo produto final é a mostra de publicização do processo. Visando tornar público os aprendizados e experiências articulados no processo formativo o projeto prevê a realização de uma mostra ao final do processo, com os projetos inéditos produzidos pelos participantes. Uma exposição gratuita e aberta ao público, com duração de aproximadamente 60 dias. À exposição soma-se um cuidadoso trabalho liderado pela equipe educativa do Centro Cultural Dragão do Mar a fim de garantir visitas mediadas e ativações abertas ao público a partir da exposição. As atividades propostas atuarão como dispositivos estéticos de criação de novas referências de apropriação sensível do território, que configuram os enlaces entre a arte, o território e as pessoas que o habitam, contribuindo para construção de conceitos, metodologias e práticas da arte como bem público e como parte da efetivação de direitos plenos da cidadania.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - Proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; e - Estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria. Objetivos específicos: - Realizar um edital público para seleção das pessoas artistas; - Realizar uma residência-formativa com 12 artistas oriundos de territórios populares cearenses e cariocas; - Realizar encontros online, promovendo trocas entre educadores cariocas (Galpão Bela Maré) e cearenses (Dragão do Mar); e artistas selecionados; - Realizar 10 encontros presenciais de 4h cada com linguagens múltiplas e suportes diversos; - Realizar ao final uma mostra com o resultado do processo da residência, com duração de 60 dias aproximadamente; - Realizar uma publicação pedagógica com textos e imagens das obras apresentadas na exposição.

Justificativa

As formas dominantes de percepção das favelas e periferias, e de seus moradores, em geral, sa~o dominadas por juízos estigmatizantes, paternalistas e/ou criminalizastes, nos quais não se reconhecem a condição de sujeitos de plenos direitos para os moradores. Em cidades marcadas pela dificuldade de muitos em se relacionar com o outro, com o diferente, a arte e´ um importante instrumento para construir mecanismos de convivência, para o reconhecimento do outro como um ser próximo, companheiro de caminhada no mundo humano. Ha´ um sentido contemporâneo no campo artístico que o torna um importante instrumento de desenvolvimento econômico, social e territorial e, assim, ele cumpre um papel central no sentido de ampliar as possibilidades existenciais de múltiplos grupos sociais. Inaugurado em 2011, o Galpão Bela Mare´ vem, ao longo de sua trajetória, promovendo diversas intervenções culturais em seu espaço e no território, além de estimular a criação de novos grupos e iniciativas, presentificando-se como um polo aglutinador dessas experiências, consolidando-se como um espaço de referência na cidade para o debate do papel politico da arte, especialmente no contexto das periferias. Entendemo-lo, portanto, como um potente equipamento para requalificação urbana, através de um olhar lançado a partir da periferia, trazendo intercâmbios e intervenço~es este´ticas que possam fortalecer a potência das favelas e produzir novos modos de representação e leitura dos espaços populares, historicamente estigmatizados no lugar de carência. Construído há 25 anos em uma antiga área portuária de Fortaleza, o CDMAC possui 14,5 mil metros quadrados de área total, onde abriga diversos equipamentos culturais. Com mais de um milhão de visitantes por ano, o CDMAC está consolidado como um dos mais relevantes espaços de arte e cultura, e como um dos principais pontos turísticos do Ceará. Tem como propósito a democratização do acesso à cultura por meio da oferta de uma programação potente, reafirmadora da força cultural e artística do Ceará. Cerca de 90% da programação do Centro Dragão do Mar tem acesso gratuito ou preços simbólicos, com o objetivo de formar plateia nas diversas linguagens artísticas. A parceria proposta neste projeto entre o Galpa~o Bela Mare´/Observatório de Favelas, a produtora Automatica e o Dragão do Mar contextualiza-se na necessidade de promover outras centralidades nos campos da arte. O histórico Centro Cultural localizado em Fortaleza realiza movimentos de democratizaça~o ao acesso e produça~o arti´stica, no momento em que o Bela Mare´, representando outras potências culturais perife´ricas emergentes, se apresenta como catalizador das manifestaço~es arti´sticas gestadas nesses territo´rios que, historicamente, foram distitui´dos de poli´ticas pu´blicas de promoça~o de tais pra´ticas. Realizar uma edição da Escola Livre de Artes da Maré em Fortaleza e´, portanto, reconhecer estes territo´rios como legi´timos em suas potências e contribuir para o fortalecimento tanto do Galpa~o Bela Mare´ quanto do Dragão do Mar como espaços de referência nas cidades para debates, produça~o e difusa~o das artes visuais e suas projeço~es poli´ticas. O projeto dialoga com a Lei n˚ 8313/91 Art. 1˚ nos seguintes aspectos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - Priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Sobre o enquadramento no Artigo 3o da Lei 8.313/91: II - Fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) Realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore;

Estratégia de execução

Atividades previstas - Realizar uma edição da Elã – Escola Livre de Artes, em Fortaleza aprofundando uma parceria iniciada em 2022 com o Dragão do Mar; - Viabilizar processos de formação que dialoguem com as especificidades e demandas de jovens artistas oriundos das periferias; - Criar outros circuitos de formação e circulação da arte contemporânea, descentralizando e redistribuindo as oportunidades de criação e exposição; - Oferecer aos participantes uma bolsa permanência, viabilizando a participação integral dos selecionados; - Realizar encontros online de troca entre os educadores do Galpão Bela Maré e do Dragão do Mar; - Realizar um ciclo formativo em artes composto por 10 encontros-formativos, no Dragão do Mar, a partir de diferentes estratégias artístico-pedagógica; - Realizar, ao final, uma mostra com trabalhos dos 12 artistas a ser montada no Dragão do Mar e a partir dela ativar o trabalho de arte educação e mediação do Programa Educativo do Dragão.

Especificação técnica

Projeto Político-Pedagógico ELÃ 2021 A Escola Livre de Artes – ELÃ, desenvolvido e realizado pelo Observatório de Favelas e a Produtora Automatica, é um experimento artístico-pedagógico para jovens artistas oriundos de favelas e periferias. O programa de residência-formativa conta com encontros presenciais mediados por artistas, curadoras/es, educadoras/es entre outras/os agentes do campo da arte e da cultura. Ao final da vivência, os resultados do processo comporão uma exposição que ficará em cartaz no Galpão Bela Maré. Estão propostos 10 encontros presenciais no contexto de uma residência formativa para 12 jovens artistas, numa concepção ampliada do termo, de linguagens múltiplas e suportes diversos, via Edital Público. As 12 pessoas selecionadas, artistas-bolsistas, serão mensalmente apoiadas para que possam ser parte da residência-formativa, espaço de troca, aprendizagem e produção. Além de terem acesso à recursos para produção de seus trabalhos finais. Os encontros formativos acontecerão no Dragão do Mar e a formação ser composta por diferentes estratégias artístico-pedagógicas, reafirmando o encontro entre educadoras/es e artistas, no desenvolvimento de processos horizontais de aprendizagens e trocas de saberes, que poderão ter o formato de oficinas, mesas-redondas, laboratórios de desenvolvimento de projetos e aulas públicas. Todas essas estratégias foram pensadas para criar um ambiente de residência-formativa, com encontros ora reservado as/aos artistas selecionadas/os, ora aberto e compartilhado com diferentes públicos, ampliando as esferas de interlocução e oportunidades de acesso aos conhecimentos produzidos e mobilizados pelo projeto. Em sua fase final, o projeto consolida uma exposição para ampla visitação e mediada por processos educativos. O ciclo de formação Durante três meses, os 12 artistas-bolsistas selecionados via chamada pública participam de um conjunto de encontros voltados para o debate e a investigação em artes visuais, pautados pelo eixo temático anual em relação com os interesses e processos de cada artista. Os encontros serão concebidos a partir de plano pedagógico elaborado por uma equipe artístico-pedagógica formada por profissionais do Galpão Bela Maré e da Produtora Automatica. O projeto prevê o intercâmbio desses saberes na constituição de um processo formativo consistente, pautado na interação com o território e na circulação de saberes a partir de diferentes experiências. O objetivo é propiciar um panorama técnico das práticas artísticas e um acompanhamento curatorial no desenvolvimento dos projetos individuais e coletivos dos participantes, através de seminários teórico-práticos com artistas, críticos, filósofos, curadores, cientistas sociais e poetas. Somado ao circuito formativo, restrito e reservado aos bolsistas, vamos realizar aulas abertas sobre questões que tangenciam o território (as periferias), as expressões artísticas e as pautas políticas tensionadas no contemporâneo. Gênero, Raça e Sexualidade aparecem aqui como questões centrais de discussão, e contextualizam o processo de desenvolvimento dos projetos artísticos desenvolvidos pelos participantes. O ciclo formativo será composto por 10 encontros A mostra final O segundo produto final é a mostra de publicização do processo. Visando tornar público os aprendizados e experiências articulados no processo formativo o projeto prevê a realização de uma mostra ao final do processo, com os projetos inéditos produzidos pelos participantes. Uma exposição gratuita e aberta ao público, com duração de aproximadamente 60 dias. À exposição soma-se um cuidadoso trabalho liderado pela equipe educativa do Centro Cultural Dragão do Mar a fim de garantir visitas mediadas e ativações abertas ao público a partir da exposição. Ações Educativas À exposição soma-se um cuidadoso trabalho liderado pela equipe educativa do Dragão do Mar a fim de garantir visitas mediadas e ativações abertas ao público a partir da exposição. A perspectiva é a realização de ao menos duas visitas mediadas por semana e uma ação educativa por semana.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO e PRODUTO FORMACAO Desde 2020, o CDMAC vem avançando rumo a uma maior inclusão, debatendo a importância da acessibilidade nos espaços culturais e realizando um grande volume de ações que dão protagonismo a pessoas com deficiência e que lançam uso de recursos de acessibilidade, como interpretação de Libras, audiodescrição e descrição de imagens em posts, com legenda alternativa ou com uso da hashtag #PraTodosLerem. Inaugurado em 1999, o CDMAC foi criado em um contexto anterior à atualização da NBR 9050, norma técnica regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para garantir a acessibilidade em edificações, mobiliários e espaços urbanos a pessoas com deficiência. Desta forma, o complexo cultural, que possui mais 14,5 mil metros quadrados de área construída, vem passando por adequações, de modo a atualizar o espaço para melhor receber não apenas pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, mas também idosos, gestantes, recém-operados e obesos. Acessibilidade para PcD física: O CDMAC dispõe de rampas de acesso com corrimão na entrada principal (onde também há sinal sonoro para travessia de deficientes visuais), na Praça Verde e nas imediações da Praça Almirante Saldanha, contornando o Planetário Rubens de Azevedo, e na área do Ateliê dos Museus. Também existe um elevador em frente ao Museu de Arte Contemporânea do Ceará e uma plataforma elevatória para pessoas com dificuldade de locomoção, além de piso podotátil ao longo de todo o complexo cultural. Tendo em vista a inclusão de indivíduos que necessitam especial atenção, a produção do projeto desenvolverá estratégias de participação, como o atendimento do Programa Educativo ao público de pessoas cegas e/ou surdas, que necessitam de outras abordagens para contemplar e se aproximar da arte. Será elaborado um programa que estimule os diversos sentidos, abrindo as obras de arte para outras maneiras de contemplação fora da visão e da audição, possibilitando a participação deste público. Além disso, para o público com dificuldades motoras, serão feitos percursos pelo espaço que colaborem para seu acesso às obras expostas e atividades do projeto. Acessibilidade física: Rampas de acesso e elevadores nos locais de realização do programa educativo Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição disponibilizada em QR CODE . Acessibilidade para PcD auditivo: disponibilização de monitoria intérprete de LIBRAS e vídeo libras Acessibilidade para PcD intelectual: monitores contratados para acompanhar o público com deficiência intelectual nas iniciativas previstas pelo programa paralelo e educativo.

Democratização do acesso

Todas as atividades propostas neste projeto são gratuitas e a exposição atende a um público diverso: crianças, jovens e adultos sem distinção. A divulgação coletiva entre as três instituições envolvidas, bem como suas redes sociais, amplia o alcance do projeto, permite que mais pessoas acompanhem e acessem o conteúdo que está sendo produzido pelas atividades do projeto. Ações de articulação e mobilização local: serão realizadas parcerias com escolas e organizações locais. Serão realizadas sinalizações e atividades em pontos estratégicos do Dragão do Mar para mobilizar o público. Documentação em foto e vídeo: a documentação será colocada no site e nas redes sociais das instituições e enriquecerá o conteúdo de consulta e pesquisa que permanecerá para além dos períodos de atividade do projeto. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Coordenação geral: Luiza Mello/Automatica Luiza Mello é formada em História pela USP e História da Arte pela Sorbonne (Paris I), possui pós-graduação em História da Arte e Arquitetura do Brasil pela PUC-Rio. Desde 2000, atua como produtora executiva de exposições de arte contemporânea. Em 2006 funda a produtora Automatica e desde então atua como coordenadora de projetos e diretora geral da empresa. Em 2018 foi curadora das exposições Dreaming Awake no Marres, House for Contemporary Culture, em Maastricht, Holanda; Mufa Caos, do artista Barrão, no Jacarandá, Rio de Janeiro e Perpectives on Contemporary Brazilian Art, na Art Berlin, Alemanha. Coordenação de produção: Marisa S Mello/Automatica Especialista em gestão cultural contemporânea (Ampliação do Repertório Poético à Construção de Equipes Colaborativas, Itaú Cultural/Singularidades, 2022). Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (2002), mestrado (2005) e doutorado (2012) em História pela mesma Instituição. De 2013 a 2018, realizou o pós-doutoramento no Programa de Pós Graduação em Cultura e Territorialidades (PPCult), na UFF, onde trabalhou como professora, orientadora e pesquisadora, estudando práticas de leitura em bibliotecas no Rio de Janeiro. Também aborda os seguintes temas: políticas culturais; gestão cultural; história e literatura, cultura, intelectuais, leitura. Dedica-se à criação, elaboração, planejamento, coordenação e gestão de projetos culturais e educativos; produção na área de artes plásticas. Atua também como coordenadora e produtora editorial de publicações, como livros e catálogos, desde 2008. Coordenação técnica: Observatório de Favelas O Observatório de Favelas é uma organização social de pesquisa, consultoria e ação pública dedicada à produção do conhecimento e de proposições políticas sobre as favelas e fenômenos urbanos. Sua característica central é o fato de ter sido fundado por moradores das periferias e favelas cariocas. A partir desse “lugar de origem”, a instituição se dedica a construir um projeto de cidade sustentado no reconhecimento e legitimação das diferenças, na afirmação da igualdade de exercício da dignidade humana e no direito à convivência. Todos os conceitos, metodologias, estudos e proposições políticas do Observatório de Favelas têm, assim, o Direito à Cidade como princípio condutor. A missão da instituição é construir experiências que superem as desigualdades e fortaleçam a democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos e o trabalho está estruturado em cinco eixos: Comunicação, Direito à vida e segurança pública, Políticas Urbanas, Educação e Arte e Território. Curadoria: Jean Carlos Azuos e curador cearense a ser definido Jean Carlos Azuos está Curador na Escola Livre de Artes ELÃ (Galpão Bela Maré/RJ) e Assistente de Curadoria no Museu de Arte do Rio de Janeiro – MAR. É bacharel, licenciado e mestre em artes pela IART/ UERJ e atualmente doutorando no Programa de Pós-graduação em literatura, cultura e contemporaneidade PUC Rio. Desenvolve pesquisas e práticas em curadoria e educação na perspectiva contra-colonial, refletindo sobre as presenças negras, indígenas, lgbt+ na composição política de outras cenas na arte contemporânea.” Coordenação pedagógica: Natalia Nichols e coordenador/a pedagógico cearense a definir Natália Nichols é educadora, historiadora da arte e licenciada em artes visuais, cuja trajetória se destaca pela intersecção entre práticas artísticas, educação, ensino e mediação de arte e cultura. Seu trabalho é dedicado à promoção da democracia cultural e à deselitização da arte e de seus discursos, buscando tornar a arte acessível a todos. Artistas: selecionados via chamada pública Professores: a definir Assistente de produção, educador e produção local: a definir

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.