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PRONAC 2415893Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL DE MÚSICA GAÚCHA

DJB PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 4,22 mi
Aprovado
R$ 4,08 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Cachoeirinha
Início
2025-01-02
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Esteio Rio Grande do Sul

Resumo

Realizar um festival musical com a participação de diversos grupos e artistas regionalistas representantes da cultura gaúcha.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar um Festival de música regionalista com a participação de 22 grupos musicais do Sul do país e dois show nacional. Objetivos específicos: APRESENTAÇÃO MUSICIAL - Realizar 30 shows de música regionalista gaúcha; - Realizar 02 shows nacional de música sertaneja;

Justificativa

O Festival de Música Gaúcha vem para consolidar-se como um grande evento mobilizador de público da região metropolitana, tão afetada pelas enchentes deste ano. A musicalidade gaúcho, por meio de seus inúmeros artistas estará sendo evidenciada e valorizada neste projeto, tamanha a sua relevância cultural. A música regionalista gaúcha, a partir da promulgação da Lei Nº 14.568, de 04 de 04 de maio de 2023, passou a integrar o rol de produções culturais que fazem jus ao incentivo previsto no Artigo 18 da Lei 8313, o que possibilita uma maior participação na fatia dos recursos destinados ao Incentivo à Cultura. É um grande momento, portanto, de retomada para a música regional. Por isso, diante do atual cenário econômico que o País possui, buscamos o apoio junto ao Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo, por esta ser hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível para sua realização. O Festival Tchê enquadra-se no Art.1º da Lei nº 8.313/91 Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e tem por finalidade Art. 3º da Lei nº 8.313/91 Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivas de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e Inciso IV estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Este projeto tem vital importância porque movimentará a economia local, tendo nos limites da cidade grandes atrações. O público-alvo envolve o atendimento de todas as faixas etárias e dos mais diversos segmentos da sociedade. A infraestrutura, projetada inclui providências para o acesso dos cidadãos com necessidades especiais.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: estacionamento privativo demarcado próximo aos locais de realização dos eventos e reserva de espaço privilegiado para assistir aos espetáculos, além de instalação de banco de nanismo. Além disso, há que se destacar que o local onde se buscará realizar o evento deverão possuir amplo elementos de acessibilidade físicas como rampas de acesso, travessias elevadas, vagas de estacionamento e piso podotáctil. Teremos ainda cadeiras disponíveis para público prioritário e banheiro químico acessível. Item orçamentários: sinalização. banheiros químicos, locação de cadeiras. Acessibilidade para deficientes auditivos: haverá tradução em libras durante as locuções de apresentação. Item orçamentário: intérprete de libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá capacitação para as pessoas envolvidas no evento, especialmente à equipe de recepcionistas, a fim de melhor recepcionar as pessoas com deficiência e também a disponibilização de monitores sociais identificados e treinados para atendimento a esse público, realizando audiodescrições quando necessário. Itens da planilha orçamentária: instrutor e Monitores; Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessas que desconhecem as lisguagens ou idiomas dos conteúdos: Haverá capacitação para as pessoas envolvidas no evento, especialmente à equipe de recepcionistas, a fim de melhor recepcionar as pessoas com deficiência e também a disponibilização de monitores sociais identificados e treinados para atendimento a esse público. Itens da planilha orçamentária: instrutor e monitores; CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: essa atividade será realizada nas escolas da rede pública as quais já possuem acessibilidade física. Item orçamentários: sem necessidade de alocação de recursos. Acessibilidade para deficientes auditivos: haverá tradução em libras durante as locuções e execuções musicais. Item orçamentário: intérprete de libras. Acessibilidade para deficientes visuais: as escolas possuem monitores para atendimento ao público. Itens da planilha orçamentária: sem necessidade de alocação de recursos; Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessas que desconhecem as lisguagens ou idiomas dos conteúdos: as escolas públicas possuem monitores para atendimento ao público. Itens da planilha orçamentária: sem necessidade de alocação de recursos;

Democratização do acesso

Democratização de acesso (Artigo 29 da IN 11/2024) - distribuição de 5% para patrocinadores; (Inciso I) - distribuição de 10% para população com caráter social ou educativo; (Inciso II) - distribuição de 5% para ações de divulgação; (Inciso III) - comercialização de 20% dos ingressos a valores não superiores ao valor de 3% do salário mínimo atual; (Inciso IV) - garantia da meia entrada atendendo a parametrização no § 3º; Ampliação do acesso (Artigo 30 da IN nº 11/2024); Para atender ao disposto no art. 30 da IN nº 11/2024, serão realizadas as seguintes atividades: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Contrapartida Social (Artigo 32 da IN nº 11/2024) Desenvolveremos o "Projeto Escola", com palestras/show em escolas públicas do município, beneficiando ao menos 500 estudantes da rede pública.

Ficha técnica

Coordenador Geral do Projeto (custos administrativos) - proponente DJB PRODUÇÕES (curriculum anexado nos dados cadastrais da proponente); Captação de recursos: Plena Eventos (sob a coordenação de Marli Petrikowski, foi responsável pela captação de inúmeros projetos na região, como o Natal da Longevidade de Veranópolis, o Festival de Folclore de Nova Prata, dentre outros); Sonorização e iluminação: All Time Serviços para Eventos Eireli - empresa com mais de duas décadas de efetivo trabalho na área e que tem realizado a sonorização e a iluminação nas primeiras edições da programação natalina de Veranópolis; GRUPO REGIONAL - TCHÊ GAROTOS Atualmente formada por Sagüi, Markynhos Ulyian, Léo Bruni, Luiz Cláudio, Alysson Ribeiro, Bruno Bubniak e Cristiano Cubas , a tradicional banda gaúcha Tchê Garotos conquistou o respeito e admiração de milhares de fãs, músicos, críticos e muitos jornalistas, não apenas pelo seu talento que é inegável, mas pelos tabus quebrados e números conquistados. Uma história de sucesso Iniciada em 1995, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a banda Tchê Garotos é uma das pioneiras do estilo novo de tocar Vaneirão ou “Vanera” com muita energia e temas alegres, dançantes e românticos, o Tchê Garotos rompeu as fronteiras do sul do Brasil. Tchê Garotos acumula em sua carreira 18 CDs e 3 DVDs gravados, 1 Biografia, mais de um milhão de discos vendidos, cinco discos de ouro, um DVD de ouro. De sul a norte e de leste a oeste o Tchê Garotos leva a alegria e sua música cheia de energia fazendo de seu show um momento de muita descontração pra quem vai assistir. Tocando um repertório 100% da banda com os maiores sucessos da carreira, o Projeto ORIGENS está na estrada lotando as casas por onde passa , e levando alegria e a satisfação para todos que curtiram o som da banda no passado e hoje tem a oportunidade de “reviver emoções” novamente cantando , dançando e se emocionando. GRUPO REGIONAL - CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO Um filho da fronteira, César Oliveira, o caçula dentre três irmãos, nasceu em 8 de dezembro de 1969 em Itaqui, cidade gaúcha que faz divisa com a Argentina. Porém, foi em São Gabriel, para onde mudou-se aos dois anos e meio de idade, que viveu as melhores lembranças da infância e adolescência e onde iniciou a formação escolar e cultural, esta desenvolvida em CTGs. César saiu aos seus. Assim como os pais Antônio e Terezinha que formavam uma dupla e participavam de "Programas de rádio" ou "Programas de auditório", nasceu para cantar. Por influencia deles, cresceu escutando diversos ritmos e elegeu os de folclore, que retratam os costumes de um povo, como os preferidos. É grande apreciador de Chacareras, Polcas, Chamarras, Vaneiras, Rancheiras, Tangos. Anos 80 - Aos 13 anos começa a aprender - com alguns ensinamentos básicos do irmão mais velho, Sandro - a tocar violão. Aos 14 ganha o primeiro violão, um presente da mãe. Aos 17, passa a fazer parte de invernadas artísticas em São Gabriel como violonista, o que lhe propiciou, mais tarde, o convite para integrar o "Grupo Tupambaé", formação musical dedicada a divulgar a cultura rio-grandense. Aos 20 anos perde a mãe e sente-se desmotivado a continuar carreira. Depois de algum tempo retirado do cenário musical retorna ao meio nativista incentivado pelo amigo, doutrinador e parceiro Edilberto Teixeira. Se inscreve em festivais, ainda como amador e inicia um novo ciclo. No final da década de oitenta tem a primeira música - "Sina Estradeira" - gravada no disco "1a Carreteada da Cançao Nativa de São Gabriel". Este foi o impulso que faltava. Passou a participar de modo mais ativo dos festivais, percebendo-os como a vitrina capaz de alavancar a carreira além fronteiras. Anos 90 - Em 1990 integra o grupo folclórico "Os Chimangos" de Caçapava do Sul e a após cinco anos de permanência sai em turnê com o grupo e percorre cidades da Europa. 1995 também foi o ano em que percebeu a necessidade de se preparar para mais tarde oficializar-se como músico profissional. Ficou próximo de grandes poetas e conquistou grandes amigos. Dentre eles, Enio Medeiros, compositor e instrumentista, com o qual fez parceria profissional e Rogério Villagran, poeta de referência e até hoje um dos principais parceiros musicais. Em 1997 lança o primeiro trabalho solo, chamado "Com a Alma Presa na Espora" (Gravadora Allegreto de São Paulo). Este CD serviu para definir o estilo e marca como representante da música crioula. Em 1998, ainda pela mesma gravadora, traz ao público o segundo CD da carreira, intitulado "Na Hora do Amargo". Neste, as letras são de Roberto Huerta de Caçapava do Sul. Já em 99 assina com a Gravadora ACIT, que até hoje acompanha seu trabalho e lança o terceiro CD, "Coplas de Andarengo". Anos 2000 - No 4° CD da carreira, "De Campo e Alma", César inaugura uma parceria que tinha tudo para dar certo. Ainda como um convidado especial, o amigo de infância Rogério Melo canta em dueto com César Oliveira a música "Machaço Confronto". A consolidação deles como dupla se deu apenas alguns anos depois e após novas participações de Rogério em trabalhos do amigo. Em 2001, César se muda para Porto Alegre e lança o CD "Na Boca da Noite", onde dividiu com Rogério os versos da composição "Sob As Mangas do Aguaceiro". Em maio de 2002, encerra o CD "Lá na Fronteira" cujo nome também se destina a principal música do trabalho, novamente dividida com Rogério. Neste as letras são do poeta Anomar Danúbio Vieira, de Santana do Livramento. Em novembro de 2002, César Oliveira e Rogério Melo finalmente firmam a dupla. Como marca do início do dueto fica o CD "Das Coisas Simples da Gente" e a música, "Pra Bailar de Cola Atada", que trouxe aos palcos a alegria e riqueza do cancioneiro campeiro do Rio Grande do Sul. Em 2003, o álbum "Alma de Fronteira" reafirma a união e mostra a formação com os instrumentistas, Luciano Maia, Marcello Caminha e Diego Caminha. Grava então o CD "Concerto Campeiro", com participação do guitarreiro Lúcio Yanel e letras de Rogério Villagran. Em 2005 lançam os CD's "Retrato de Pampa e Invernada" e "Apaysanado" - este dedicado a obra do poeta Anomar Danúbio Vieira. O primeiro DVD - "Pátria Pampa" acompanhado de CD saiu em 2006. Diferente dos demais trabalhos da dupla, o projeto foi gravado ao vivo e mostrou em imagens aquilo de que retratam suas canções. Em 2007, após a saída de Luciano Maia e Diego Caminha, integram o grupo os instrumentistas Nielsen Santos, Maykell Paiva e Gilnei Oliveira. Lançam então o CD "O Campo" que antecipa também um DVD. As músicas são inéditas, a exceção de algumas regravações de canções nunca antes cantadas em dueto. A novidade é a grande variação de ritmos. Agora apresentam, pela gravadora ACIT, seu mais novo trabalho: o disco Cantiga para o meu chão. O repertório é composto por quinze músicas, algumas do início das carreiras de César e de Rogério e que foram gravadas pela primeira vez em dueto. Desta fase, destacam-se Serenata Campeira, uma típica valsa gaúcha, e o xote Coplas de Tosador. Uma característica marcante da discografia de César e Rogério é a grande variação rítmica e a preocupação em resgatar expressões artísticas e musicais que estão no ostracismo. Neste sentido, se destaca a música A Pior é Minha, uma polquinha, ritmo corrente em gravações antigas de instrumentistas como Antônio Duarte e compositores como José Mendes e os Irmãos Bertussi. No disco, há ainda duas regravações do folclore argentino - com o qual o dueto tem uma forte identificação - Zamba de las Tolderias e Chacarera Del Rancho. Ambas tiveram seus arranjos originais preservados. OUTROS GRUPOS REGIONAIS Pedro Ernesto Dernadin Chiquito Bordoneio Os Fagundes Os Serranos Thê Chaleira ÉH Expresso Banda Vaneira Paulinho Mocelin Estação Fangangueira Thê Barbaridade Nosso Balanço Corpo e Alma Rainha Musical Os Monarcas Thê Guri Guri de Uruguaiana Bochincho JJSV Marcelo Machado Quinto Manancial

Providência

PROJETO ARQUIVADO.