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O projeto ODARA é uma série de pesquisas artísticas que desaguam no espetáculo cênico e coreográfico "ODARA NAS ASAS DE KANARÔ" e num ciclo de oficinas coreográficas. Trata-se de um projeto artístico, apresenta-se em viés estético Afro e Ameríndio e é composto de: espetáculo de Dança Contemporânea, do Coletivo Muanes Dançateatro, sob a direção de Denise Zenicola e direção dramatúrgica de Wilson Rabelo e oficinas de dança com alunos da rede pública em cada cidade. Do espetáculo: composto de 13 cenas e duração de 60’ é constituído de dança, cantos e percussão em instalação sonora. Com projeções Audiovisuais (VJ na cena com projeções ao vivo) conta histórias das entidades de Odara e Kanarô. É o trânsito alado das metamorfoses do humano em buscas políticas por um mundo bom em todo lugar e tempo, por qualquer ser. Na fusão mítica e artística de dança e projeções Audiovisuais, amplia-se o sensorial da experiência, num poético passeio por mitos indígenas do Kanarô e Iorubanas de Odara.
“ODARA NAS ASAS DE KANARÔ” é um espetáculo de DANÇA Afro e Ameríndia Contemporânea nascido da linha experimental de pesquisa corporal e coreográfica do Coletivo Muanes Dançateatro, sob a direção de Denise Zenicola. Em cena, corpos, mentes e almas pensantes e pulsantes dançam e ganham o espaço com a potência dessa entidade nobre, poderosa, tão nossa. Dançamos a paz e a força de ODARA, uma qualidade de EXÚ e que significa também algo infinito, que tem movimento, tem dança. ODARA é um Orixá Exú iorubano, o Senhor da Alegria, aquele que dança e pratica o bem, alegria transgressora, corpo que festeja e gargalha e KANARÔ, pássaro que para os Yawanawá significa saudade, conexão; ambos representam leveza e comunicação criativa. O espetáculo trabalha a fusão mítica e artística desse encontro afroameríndio com projeções Audiovisuais ao vivo, o que amplia o princípio sensorial da experiência, num poético passeio pelas mitologias indígena do Kanarô e Iorubana de Odara. “Kanarô” é Yawanawá, significa muita saudade, saudade demais, daquelas de doer, fazer chorar. Certa vez, na divisão dos continentes e dos povos pela Terra, o primeiro homem Yawanawá, filho do Criador, sentou na beira rio, ao longe, viu rastros de floresta. Ele passou a acreditar que lá morava uma parte sua e de sua história. “Kanarô, tere te in te, kanarô, tere te in te”. ODARA NAS ASAS DE KANARÔ tem 13 cenas, 60’ em coreografias, solos/performances, cantos. Com projeções Audiovisuais (VJ na cena com projeções ao vivo) contaremos essas entidades. É o trânsito alado das metamorfoses do humano em buscas políticas por um mundo bom em todo lugar e tempo, por qualquer ser. Para essa dramaturgia coreográfica chegar em cena, propomos a montagem e um pequeno circuito em 3 espaços públicos da Rede de Espaços Culturais da SMC, contemplando 4 Estados Brasileiros para um escoamento mais horizontal desse processo de pesquisa que desagua em apresentações, mini oficinas e uma Masterclass.
OBJETIVO GERAL: "ODARA NAS ASAS DE KANARÔ" é um projeto de pesquisa e produção coreográfica do Coletivo Muanes Dançateatro com a prática da circulação do espetáculo e de um conjunto de atividades interdependentes pelo corpo do bailarino/pesquisador como corpo contador de histórias, objetivando desenvolver a dramaturgia corporal em danças brasileiras afro ameríndias para a cena e dança para vídeo; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Acessibilizar o espetáculo em circulação artística em 4 equipamentos da Caixa Cultural de forma descentralizada para incentivar a representatividade regional e o desenvolvimento econômico, social e humano; • Difundir os Estudos da Performance, um campo que combina Artes Performáticas, Ecologia e Estudos Culturais e que ressaltam ações numa visão Decolonial, à Dança; • Gerar discussão crítica nas rodas de debates, das ações apresentadas e experiências do público visando o enriquecimento do percurso cênico para a questão dança em trocas e corpo sensível; • Registrar em formato audiovisual e fotográfico as manifestações das danças, cantos e percussão, prática da pesquisa corporal, ensaios e treinamentos, apresentação pública em seu produto final, proporcionando assim, a pluralidade cênica do produto;
O impacto pretendido nesse ODARA NAS ASAS DE KANARÔ é o de praticar a difusão de danças brasileiras afro contemporâneas e ameríndias, ampliando o acesso da população carioca à produção artística de um coletivo local, com pensamentos e pesquisas coreográficas que nos tornem universais. Para tal, pretendemos estratégias que estimulem a aproximação dos cariocas às artes de nossos fazedores de cultura ao proporcionar-lhes, de forma integrada, a diversidade de experiências estéticas e artísticas aqui propostas, nas suas múltiplas formas e expressões, bem como, contribuir para a formação de público em geral. RELEVÂNCIA do ODARA NAS ASAS DE KANARÔ está na produção e criação artística, que contribuirá para a geração de renda de artistas, técnicos, produtores, pesquisadores, dentre outros agentes da rede produtiva das artes. Na justificatica cultural, a exposição das culturas afro e indígenas, estratégias de difusão cultural de ODARA NAS ASAS DE KANARÔ, a partir do espetáculo do Coletivo Muanes Dançateatro, para ratificar ao público a percepção que essas danças são as primeiras formas de comunicação e que até hoje tornam rarefeito o protocolo cerimonial da vida. Nossa motivação é determinada pela importância da fruição deste produto cultural: na apresentação da cultura brasileira, na perspectiva afro diaspórica e ameríndia; na coreografia em estética de danças negras e indígenas; na reflexão sobre identidade cultural em suas histórias a partir da visão da migração, fluxo e identidade ocorridas via diáspora africana e diásporas internas passadas e presentes. As novas formas culturais e os impactos nas diásporas do corpo que dança; o modo da futuridade presente no Afro Futurismo e na estética indígena. O espetáculo propõe discutir a confirmação de potências culturais, identidades e diferenças em danças de diásporas, as chamadas Dança Afro Contemporânea, como também, Danças Ritualísticas dos povos indígenas com questões ligadas ao corpo e à imagem nos projetos de arte socialmente engajados, nas intervenções de videoarte, fotografia, arte tecnológica, entre outras. Isolar um desses aspectos é não compreender todas as ramificações possíveis quando todos esses aspectos se unem para formar essa dança. O dançar, cantar e batucar de Fu Kiau estão presentes, como estética artística e potência por que em Odara existe a concepção global da existência, bem como, a capacidade dinâmica de tudo que tem vida e que tem um sentido de servir para algo bom, belo, de forma integrada e completa de fruição. Somado a isso, a presença mítica do Kanarô como fonte da potência ameríndia, nesse elo estético criado pela possibilidade contemporânea de misturar as existências pela possibilidade virtual, onde as imagens se fundem pelas projeções em tela com a participação especial da multiartista do Norte do pais, Dani Mirini. Dançamos a paz e a força de ODARA e de KANARÔ que significam movimento, trânsito entre fronteiras, jamais limites… tem dança e a presença da diáspora afro ameríndia brasileira. ODARA é o Senhor da Alegria, o que dança e pratica o bem, alegria transgressora, corpo que festeja e se gargalha representa leveza e comunicação criativa. O Senhor das Estripulias. O brincante que festeja o movimento. Odara é Àlàmùlámú-bátà, nome referência ao bom humor. Na vida e arte, é possível relacionar Exu Odara com a roda de samba e o Carnaval, espaços onde o corpo negro encontra acolhimento para mover-se desviando dos desmantelos coloniais (SIMAS, 2020). KANARÔ, pássaro que para os Yawanawá significa saudade, conexão. Certa vez, na divisão dos continentes e dos povos pela Terra, o primeiro homem Yawanawá, filho do Criador, sentou na beira rio, ao longe, viu rastros de floresta. Ele passou a acreditar que lá morava uma parte sua e de sua história. "Kanarô, tere te in te, kanarô, tere te in te" (AQUINO, 2008). Propomos difundir por 4 espaços da Caixa Cultural saberes artísticos nas: de danças Afro Diaspóricas, técnica Mercedes Batista do Rio de Janeiro da qual a diretora Denise Zenicola tem formação ocorrida na Academia Rio e via estéticas dançadas de povos originários Yawanawá do Acre, sob a orientação de Dani Mirini. Culturas brasileiras, direito de todas e todos. Somos filhos desse chão, conexão que nos liga, possibilidade de vivência acima do pensante, no pulsante discutiremos o colonialismo "crônico" da cultura moderna, sem perder memórias passadas. Motumbá Axé! Kanarô, tere te in te! Justificamos, então, um projeto único, inédito, onde o Rio de Janeiro recebe em cena as águas de outro rio... Rio Branco (AC). Um rio distante mas que deságua em nosso palco pelas asas de um Kanarô para esse passeio poético com o Exu Odara, tão ligado com nossas religiosidades e realidades brasileiras em movimentos.
Como exposto, o Projeto Odara serve de base teórica e de experimentações cênicas e coreográficas para o espetáculo ODARA NAS ASAS DE KANARÔ, composto de 24 apresentações totais, sendo 06 apresentações em cada cidade escolhida e de 04 oficinas em cada localidade. Nosso plano de distribuição contempla as apresentações, as oficinas, mas também estão repletas de ações complementares como as de acessibilidade e as de registro desses processos, sempre disponíveis abertamente e gratuitamente em nosso canal do youtube.
Compõe o projeto cultural a montagem com temporada em 4 equipamentos da Caixa Cultural (Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Curitiba), contemplando um escoamento horizontal desse processo de pesquisa que deságua em apresentações, oficinas e debates. Pretendemos levar nossa arte para as regiões a preços populares e atividades integradas gratuitas para formação de plateia, com rodas de conversas, sessões inclusivas e oficinas o que propiciarão fluxo e refluxo de informações, por meios estratégicos de aquisição de potencialização
Realização de ação com temática inclusiva da Pessoa com Deficiência Realização de ação cultural inclusiva para Pessoa com Deficiência Proposta e colaboração para implementação de recursos de acessibilidade ou benfeitoria em equipamento municipal (da SMC ou da SME - Secretaria Municipal de Educação) que ainda não o tenha Audiodescrição, pictograma e/ou Braille de parcial ou total tiragem do produto cultural Linguagem Brasileira de Sinais para deficientes auditivos do produto cultural Contratação de colaboradores sensibilizados e capacitados para o atendimento de visitantes e usuários com deficiências Outra não mencionada PLANO DE ACESSIBILIDADE 500 CARACTERES De acordo com o item 9.2 do edital, apresente um plano de acessibilidade compatível com as características do projeto cultural, prevendo medidas que contemplem e incentivem o protagonismo de agentes culturais com deficiência, nos termos do Estatuto da Pessoa com Deficiência nº 13.146/2015, conforme disposto no § 5º do artigo 9º do Decreto nº 11.740/2023. Até 500 caracteres. Libras: Sessões com intérpretes (presencial) e janela em material audiovisual Assentos preferenciais: Reserva de assentos para cadeirantes com visão privilegiada para o palco. Escolha de espaços arquitetonicamente inclusivos e de democratização de acesso. Receptivo inclusivo: Profissionais aptos a receber a comunidade PCD nas sessões, com cordialidade e usando Libras e/ou placas comunicacionais. Legendagem inclusiva nas divulgações e no vídeo final do evento.
Levaremos Ong´s, Escolas Municipais e Estaduais, Grupos de Danças e Escolas de Dança, Gestores de Casas Culturais e Projetos: Casa Di Benin, Olodum, Aldeia Maracanã, dentre outros para abrilhantar as sessões. Levaremos para os dias de bate papo personalidades convidadas das cidades para agregar junto a direção e elenco do espetáculo; para presença de público das sessões exclusivas vamos levar publico PCD e Estudantes, além de acompanhar toda a mídia e imprensa diretamente com nossas Assessorias locais.
Direção Coreográfica: Denise Zenicola - Preparação Corporal de Dança Contemporânea - DRT- 5.303/RJ - Bailarina, Coreógrafa e Diretora - PCD e MulherDenise Zenicola é bailarina, coreógrafa e diretora formada em Danças Clássica, Contemporâneas e Afro Brasileiras. Dirigiu os grupos Proposta Cia. De Dança e Cio da Dança, em Brasília, onde trabalhou com Dança Contemporânea e destaca os espetáculos “Não Alimente os Animais” (RJ), vencedor do XVII Concurso do Conselho da Dança e “Tempos” (DF), vencedor dos prêmios Montagem-Minc e Caixa Econômica Federal, Prêmio Aluísio Batata e Prêmio Revelação no III Concurso de la Danza -México. Projetos internacionais: Intercâmbio Cultural da USIS 'American Modern Dance', USA; 'III Encontro Iberoamericano de la arte y cultura', Chile; 'IV Encontro Ibero-americano de arte', Lisboa; 'III concurso continental de danza contemporánea', México, Lisboa, Porto, 'Fest Caribe' Colômbia, em Bogotá, Santa Martha, Paypa, Boyacan e Sogamosa, 'Festival Divinités Noires' no Togo e Benin na África. Prêmios e Comendas: 2023 – FAPERJ / Org. livro Robert Farris Thompson, FAPERJ – Pesquisa Máscaras Decoloniais; 2022 – SECEC Retomada Cultural Mask, SECEC - Retomada Cultural Audio visual – Rio de Muane RJ, SMC FOCA Mask Livre, Faperj / APQ3 - Editoração - Livro Performance da Ginga - Samba de Gafieira; 2021/2022 – Pós Doc – Máscaras Decoloniais – UFPA; 2021 – SECEC Auxílio emergencial, lei Aldir Blanc; 2020 – Faperj - Prêmio Editoração - Livro Performance da Ginga - Samba de Gafieira / FAPERJ; 2019 – Faperj /APQ1 - Apoio à Pesquisa no Rio de Janeiro Direção de Dramaturgia: Wilson Rabelo - Homem Negro Ícone do teatro negro no Brasil, e famoso em novelas, Wilson Rabelo dirige com a diretora Denise Zenicola, no Coletivo Muanes. Em 2006, "IYÁ-MI-ÁGBÁ" registro audiovisual. Em 2007/2008, “UBU-AÇÕES”, adaptação de Alfred Jarry (Ubu-Rei), direção e adaptação do texto para dramaturgia da dança. O Rio de Muane em 2012 direção de atores/bailarinos. Em 2017, JANELAS PARA CAROLINA, Canto da Carambola. Em 2022, audiovisual Rio de Muane. Em cartaz, por uma década, com CAROLINA, O LUXO DO LIXO, baseado no livro Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus, direção de Denise Zenicola. CAROLINA, prêmio FUNARTE, Circulação Literária. CINEMA: Os animais mais Fofos e Engraçados do Mundo, dir. Renato Sircilli; Malês, dir. Antônio Pitanga; O Pai da Rita, dir. Joel Zito; Bacurau, dir. Cleber Mendonça e Juliano Dorneles; Dom, dir. Breno Silveira; Convite Vermelho, dir. João Vitor; O Portugal Pequeno, dir. Victor Quintanilha; Arcanjo Renegado, dir. Heitor Dhália; Quando sol se põe, dir. Constância Laviola; O pai da Rita, dir. Joel Zito; Doramundo, dir. João Batista Andrade; Asa Branca, dir. Djalma L. Batista; O Romance da Empregada, dir. Bruno Barreto; A mãe e o Filho da Mãe, dir. Luís Antônio Pilar, com Ruth de Souza; Anjos do sol, dir. Rudi Langeman; TEATRO: 2017 - Carolina, o Luxo do Lixo, Casa de Cultura Laura Alvim e Canto da Carambola; 2016 - Micro Teatro - Empregadix, dir. Alan Ribeiro, Castelinho Flamengo; 2015 - Paulo da Portela, dir. Aduni Benton; 2010/2012 - As Polacas, dir. João das Neves; 2005 /2010 - Besouro cordão de ouro”, de P. Cesar Pinheiro e dir. João das Neves; 2005 - Quixote o dom da loucura, dir. Luiz Vaz; 2004/2005 - Desabrigo de Antonio Fraga, dir. Zeca Ligiéro; 1987 - O homem que Sabia Javanês, dir. Eduardo Wotzik; 1987 - A Estrela Dalva, dir. Roberto Talma; 1981 - Rasga Coração, dir. Zé Renato/SP; 1980 - Calabar, dir. de Fernando Peixoto/SP; 1977 - O Último Carro, dir. João das Neves/SP. TV:GLOBO - Por toda a minha vida - interpretando o Mestre Cartola; A Cura; JK; Agosto; Quem ama não mata. Sol Nascente - Força Tarefa - Sete pecados - Sinhá Moça - Páginas da vida - Sob Nova Direção - América - Linha Direta – Malhação - Mulheres Apaixonadas – A próxima vítima - Linha direta - Amazônia - Sinhá Moça Iluminação: ANA LUIZA DE SIMONI - MULHER PARDA Iluminadora Cênica, atua na área de teatro e show há 19 anos. Ja trabalhou em inúmeros teatros e casas de show em todo país. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grandes nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas e faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais, musicais e shows. Iluminadora da artista Maria Bethânia desde 2019. Em 2023 foi indicada e vencedora do prêmio Shell 2023, pela iluminação do espetáculo FEIO e AZIRA Ì, indicada e vencedora do prêmio CBTIJ em 2018 com o espetáculo A MENINA E A ÁRVORE. Além de ter acumulado 10 indicações pelo seu trabalho: Premio Shell de teatro 2017, 2019 e 2023; Botequim cultural 2019; Prêmio APTR de 2023; Premio CBTIJ de teatro infantil 2016, 2018, 2019 e 2023; e Zilka Salaberry 2018. Figurino: Wanderley GOMES - Homem Lgbtqia+ Negro DRT. Reg, TRABALHO. 99003 Mat 3189 PRÊMIOS 2024 Indicado ao Prêmio APTR de figurino O ADMIRÁVEL SERTÃO DE ZÉ RAMALHO Direção Marcos André Nunes 2023 vencedor dos Prêmios Shell, APTR e Ubuntu Vozes Negras 2020 Indicado ao Prêmio APTR. Oboró Masculinidades Negras 2020 vencedor do PRÊMIO Shell e UBUTUN OBORÓ MASCULINIDADES NEGRAS INDICADO A PRÊMIO 2006 Indicado ao Prêmio Shell de Figurino Cenário e Figurino Wanderley Gomes Else, de Arthur Schnizler Direção José Luiz Jr Teatro Sergio Porto Oboró, Masculinidades Negras Cenário e Figurino Wanderley Gomes Texto Aldalberto Nunes Direção Rodrigo França Teatro Sesi Firjan Teatro João Caetano RJ 2018 O Grande Circo dos Sonhos Texto e Direção Matheus Brito Centro Cultural João Nogueira 2017 Mogli o Musical Cenário e Figurino Wanderley Gomes 2015 A 2019 Samba do Imperator Cenário Wanderley Gomes Produção Imperator Composição Musical: MUATO HOMEM PRETO Vencedor do mais importante prêmio de teatro do Brasil em 2024, o Prêmio Shell de Teatro, na categoria música pelo espetáculo, “Pelada - A Hora da Gaymada”, e também do Prêmio APTR por “Oboró - Masculinidades Negras” em 2020, Muato vem conquistando reconhecimento da classe artística pelo uso criativo da musicalidade seja no teatro, no audiovisual e no próprio mercado da música. Na Alemanha, foi premiado como produtor musical, pelo álbum da cantora Denise Krammer, recebendo seis prêmios pela crítica alemã especializada do AWARDS DEUTSCHER ROCK & POP PREIS 2019, entre eles os de: "Melhor Álbum de World Music", "Melhor Álbum de Pop Latino" e "Melhor Arranjo". Como ator participou de grandes produções como Dona Ivone Lara - Sorriso Negro, Quando a Gente Ama, Andança - Beth Carvalho o Musical, Cartola - O mundo é um Moinho, Rio mais Brasil, Reza, O Encontro, Chega de Saudade, O Admirável Sertão de Zé Ramalho, entre outros. Já trabalhou com nomes como Hildo Hora, Cristovão Bastos, Robertinho Silva, Clarice Assad, Isabel Filardis, Ernesto Picollo, Cris Viana, Flavio Bauraque, Carmen Luz entre outros. PARTICIPAÇÃO ESPECIAL EM PROJEÇÃO: DANI MIRINI - RIO BRANCO-AC Dani Mirini é licenciada e bacharel em Artes visuais, graduanda em Música, com curso de Extensão e Aperfeiçoamento em Gestão Pública da Cultura, pela UFAC/Acre. Mestra e Doutoranda do curso de artes cênicas na UNIRIO. Fundadora e diretora artística do Grupo Experimental de Teatro de Rua e Floresta Vivarte, pesquisadora do Xamanismo, e de diversas manifestações culturais brasileiras, e da América Latina. É estudiosa da oralidade acreana, da ancestralidade feminina, do poder de cura das plantas, e das artes do corpo, da voz e da música, aplicadas como medicinas sagradas, no fluxo da vida. Ayahuasqueira, artista no teatro de rua e da floresta, circense, violoncelista, apaixonada pela cultura popular, contadora de histórias essenciais, narradora guardiã das artes de cura pelas palavras medicinais, vindas de mitos e histórias do feminino sagrado.
PROJETO ARQUIVADO.