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Apresentar a Mostra Cultural "MAKWINYI AYADI KYA MIVU NI KULOMBOLOLOKA" _ 25 Anos de Existência e Resistência do Bloco Afro Bankoma no Carnaval 2025, objetivando visibilizar as produções culturais afro-referenciadas da comunidade do Terreiro São Jorge Filho da Goméia, valorizando e celebrando o legado e a identidade negra como um direito humano essencial, fortalecendo e perpetuando nossa rica tradição cultural.
O Bloco Afro Bankoma nasceu na comunidade do Terreiro São Jorge Filho da Goméia com o propósito de dar visibilidade às produções culturais locais, promovendo a valorização, difusão e preservação dos saberes dos povos da diáspora africana, especialmente dos povos bantu. Em 2025, o Bloco Afro Bankoma celebra 25 anos de fundação com o tema "MAKWINYI AYADI KYA MIVU NI KULOMBOLOLOKA – 25 ANOS DE EXISTÊNCIA E RESISTÊNCIA". As apresentações acontecerão nos dias 27 de fevereiro e 1 de março de 2025, com banda, trio elétrico, carro de apoio, ala de dança, rainha, ala de baianas, ala quilombola e associados no Circuito Osmar, em Salvador, Bahia. O Bankoma chega ao Carnaval 2025 reluzindo esplendor e equilíbrio conquistados ao longo desses 25 anos. É a flor da comunidade negra, o furacão da alegria e os primeiros tambores afro da avenida. Sob a proteção de Nzazi, o general que lidera batalhas e advoga pelas leis e tradições, o Bankoma colhe os louros da memória comunitária e do saber ancestral. O carnaval do Afro Bankoma é cultura e Ngunzo. Convida todos a celebrar a trajetória singular que começa no território sagrado de Lauro de Freitas, protegido pelo Candomblé fundado por Mametu Mirinha de Portão e abençoado por Tatetu João da Goméia. Guiados por Martim Pescador e Mametu Kamuricy, o povo negro permanece presente no cenário cultural da Bahia, celebrando a existência e convocando a união dos povos de terreiro. A existência e resistência do Bankoma são marcadas por lutas e louvor, com conquistas de união e harmonia. O desfile é definido pela cor vermelha do nkice Nzazi, com fantasias elaboradas em tecido de algodão, personalizadas com a identidade visual e simbologia do tema, destacando o OXE, ferramenta do nkice. As mulheres usam vestidos e turbantes, enquanto os homens vestem bata e calça, seguindo as características ancestrais do povo negro. As Alas de Dança, Banda e Baianas possuem figurinos diferenciados, usando indumentária e adereços ricamente elaborados a partir da estética africana, com materiais diversos como búzios, conchas, palha e cordões, criados nas oficinas da instituição. Tudo isso reflete a luta pela valorização da identidade negra e por justiça social. Nzazi é invocado para garantir os direitos do povo, enquanto o Bankoma reinventa a vida e a alegria diariamente, mantendo a comunidade ativa e vibrante, com cada membro emanando a herança e cultura afro-brasileira.
O Bloco Afro Bankoma tem como objetivo dar visibilidade às produções culturais oriundas das comunidades de terreiros, em especial, às produções das oficinas realizadas pela Associação São Jorge Filho da Goméia junto à comunidade, através do desfile no Carnaval de Salvador, no circuito Osmar, nos dias 27 de fevereiro e 01 de março de 2025.O Bankoma, desse modo, oportuniza a participação dos povos tradicionais e de pessoas das periferias no grande evento que é o Carnaval de Salvador, promovendo a inclusão sociocultural como direito humano fundamental, além do fortalecimento do pertencimento étnico e a promoção do empreendedorismo, com vistas a realçar e difundir as manifestações culturais africanas, colocando-a em destaque.Com isso, além de valorizar as produções artísticas protagonizadas por pessoas negras da comunidade local, a inserção do Bankoma no Circuito do Carnaval de Salvador proporciona o fomento cultural e econômico-financeiro da região não apenas durante o período e local do festejo, mas durante todo o intercurso anual de preparação para o desfile. Em sendo assim, ficam os nossos objetivos específicos, como sendo: Desfilar no carnaval de Salvador nos dias 27/02/25 e 01/03/2025, no Circuito Osmar, com o tema "Makwinyi Ayadi Kya Mivu Ni Kulombololoka _ 25 Anos de Existência e Resistência", em que celebraremos os 25 anos de fundação do Bloco Afro Bankoma, com a proteção de Nzazi, senhor da justiça. Promover a democratização e o exercício pleno da cidadania das comunidades de terreiros e das periferias, com a inclusão da cultura negra, através do Bloco Afro Bantu Bankoma; Valorizar e incentivar a economia da comunidade local em que se encontra inserida a Associação São Jorge Filho da Goméia; Valorizar as produções artísticas das comunidades periféricas, negras, de terreiros, estabelecendo o protagonismo dessas pessoas como agentes da cultura.
O projeto do Bloco Afro Bankoma se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1 da Lei Rouanet: Artigo 1: Política Nacional de Cultura Inciso I: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, através do apoio a promoções culturais e projetos que valorizem e difunda a cultura das diversas regiões do país. O Bankoma valoriza e difunde as tradições culturais afro-brasileiras, específicas da comunidade do Terreiro São Jorge Filho da Goméia, fortalecendo a diversidade cultural da Bahia.Inciso II: Facilitar a circulação de bens culturais entre as diversas regiões do país. O desfile do Bankoma no Carnaval de Salvador não só facilita a circulação das tradições culturais da comunidade local, mas também apresenta essas tradições a um público nacional e internacional, promovendo o intercâmbio cultural.Inciso III: Promover e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto destaca as produções culturais das oficinas da Associação São Jorge Filho da Goméia, promovendo os criadores locais e suas obras, e assegurando que suas manifestações culturais recebam a atenção e o reconhecimento que merecem.Esses incisos reforçam como o projeto do Bloco Afro Bankoma está alinhado com os objetivos principais da Política Nacional de Cultura, contribuindo para a valorização e promoção da cultura afro-brasileira em diversos níveis.
O Bloco Afro Bankoma é fruto de um trabalho coletivo, desenvolvido pelo Terreiro de São Jorge Filho da Goméia/Associação junto à comunidade e, portanto, carrega consigo os marcadores da cultura de matriz africana bantu e dos saberes e fazeres próprios das comunidades de terreiro. Assim, o conjunto da sua produção cultural, seja a música, seja a dança, sejam as fantasias, sejam as indumentárias e acessórios, seja o próprio tema, tudo está devidamente fundamentado nessa cultura, que é cuidada e preservada e difundida, e se constitui no tecido que une pessoas e comunidade.Os desfiles do Bloco Afro Bankoma são marcantes, pois se constituem em um espetáculo de cores, presentes nas fantasias, indumentárias e acessórios, ricamente elaboradas, criadas a partir da estética africana; como também pelas composições musicais, todas autorais, e ritmos percussivos, cuja sonoridade é constituída pela trama musical dos terreiros; e finalmente as coreografias belíssimas e originais, desenvolvidas a partir das danças dos mkices, que são executadas com precisão pela Ala de Dança e pelos mais de três mil foliões.Desse modo, o Bloco Afro Bankoma desfilará nos dias 27/02/25 e 01/03/2025, com o tema Makwinyi Ayadi Kya Mivu Ni Kulombololoka – 25 Anos de Existência e Resistência, no Circuito Osmar, com a seguinte composição:• Ala de Dança. Constituída por pessoas da comunidade, jovens, mulheres, LGBTQIAPN+, que desfilam portando indumentárias ricamente elaboradas, portando os símbolos e cores do tema.• Ala das Baianas. É constituída por membros da associação e baianas de acarajé, igualmente vestidas, irão abrir o cortejo, com os seus trajes ricamente adornados com a simbologia do tema.• Ala Quilombola. É constituída por pessoas da comunidade quilombola de Tijuaçu, situado na cidade de Senhor do Bonfim.• Foliões. Constituído por pessoas das comunidades de terreiro da Região Metropolitana de Salvador, num total de 3.000 foliões.Esse espetáculo é resultado das práticas culturais do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia, e das oficinas da Associação, que envolvem a comunidade na criação de arte com estética afro-referenciada, valorizando a identidade e pertencimento ancestral. Nosso tecido, símbolo da nossa identidade, é elaborado pela comunidade sob orientação de Martim Pescador. Para ilustrar a grandiosidade e a matriz africana do Bloco Afro Bankoma no Carnaval, anexamos vídeos do YouTube e Instagram e registros fotográficos de carnavais anteriores. Instagram: https://www.instagram.com/afrobankomaoficial/Youtube: https://www.youtube.com/c/AfroBankomaOficial O tema Makwinyi Ayadi Kya Mivu Ni Kulombololoka – 25 Anos de Existência e Resistência, que celebra Nzazi, traz a predominância da cor vermelha na composição da identidade gráfica do tecido e todos os acessórios e vestimentas. E mais, No Carnaval de 2025, as alas e Rainha do Bloco Afro Bankoma desfilarão com trajes produzidos a partir de materiais sustentáveis como búzios, conchas, palha, cordões, algodão, madeira, sementes e penas.As fantasias dos foliões são elaboradas em tecido de algodão, personalizadas com o tema. As mulheres usarão vestidos e ojás customizados, e os homens, calças verdes e batas de algodão customizadas. A Ala das Baianas utilizará suas tradicionais indumentárias, balangandãs, pano da costa e ojás, todas customizadas conforme o tema.Os músicos e cantores também vestirão figurinos específicos, criados com base nos símbolos e cores do tema, em tecidos customizados e com adereços. O Trio Elétrico e o Carro de Apoio serão decorados com palhas, folhas, cordões e luzes, e um LED projetará a imagem símbolo do tema, o OXE símbolo da Justiça de Nzazi.Os músicos e cantores também vestirão figurinos específicos, criados com base nos símbolos e cores do tema, em tecidos customizados e com adereços. O Trio Elétrico e o Carro de Apoio serão decorados com palhas, folhas, cordões e luzes, e um LED projetará a imagem símbolo do tema, o OXE símbolo da Justiça de Nzazi.O tecido do Bloco, elaborado com grafismos da identidade visual e tema de 2025, será utilizado em todas as indumentárias, figurinos e elementos decorativos
Para os ensaios do Bloco Afro Bankoma, é essencial manter as mesmas diretrizes de acessibilidade: Intérpretes de Libras: Disponibilizar intérpretes durante os ensaios e desfile para garantir a compreensão total de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Sinalização Clara: Implementar sinalização adequada e inclusiva no local dos ensaios e desfile.Banheiro com Acessibilidade Essas ações garantirão que os ensaios sejam inclusivos e acessíveis a todos os integrantes e participantes do bloco, promovendo uma experiência enriquecedora e justa.
O Bloco Afro Bankoma promove uma democratização abrangente do acesso às atividades culturais que realiza. Todas as oficinas oferecidas à comunidade são gratuitas e abertas a todos, garantindo ampla participação. Além disso, o bloco fornece gratuitamente as fantasias aos associados das comunidades de terreiro, assegurando que todos possam participar plenamente e sem barreiras financeiras. Essa abordagem inclusiva reflete o compromisso do Bankoma com a valorização e disseminação da cultura afro-brasileira de forma acessível e democrática.
1.Maria Lúcia Santana Neves. Função: Direção Geral Presidenta de Honra da Associação São Jorge Filho da Goméia em 1995. Presidenta da Associação São Jorge Filho da Goméia desde 2011.Presidenta do Bloco Afro Bankoma desde 2011, Membro integrante da Equipe Multidisciplinar do Museu Comunitário Mãe Mirinha de Portão desde 2007 — responsável pelo acervo material e imaterial, coordenação de ações socioeducativas e exposições. Coordenadora e Gestora do Projeto Mauanda Bankoma - Rede de 17 comunidades tradicionais para realização e comercialização de produtos criados e desenvolvidos dentro das comunidades.Coordenação do Projeto Kula Tecelagem, projeto empreendedor de confecção e preservação do Pano da Costa sendo responsável pela implantação do projeto, capacitação de artesãs e facilitadora do processo de comercialização. Coordenação da Caminhada Tembwa Ngeemba, Tempos de Paz, Pelos Direitos Humanos, Liberdade de Consciência, contra o racismo religioso. Em parceria com a Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas e CESE.Assina a direção artística, direção geral e concepção dos desfiles do Bloco Afro Bankoma desde 2011. 2.Jander Silva Neves. Função: Direção Musical e Vocalista. Mobilizador cultural que tem atuado como multiplicador de conhecimento por meio das oficinas percussivas do Projeto Cultural Bankoma, desenvolvendo oficinas de canto, percussão e confecção de instrumentos artesanais. As oficinas transcendem o projeto social do Afro Bankoma, uma vez que são verdadeiros motores de conhecimento e capacitação, objetivando a prática de uma atividade autossustentável, bem como a interação de crianças e jovens da comunidade de Portão no projeto, agregando valores e desenvolvendo a elevação da autoestima. Sua atuação denota uma capacidade no entendimento da técnica de repasse do saber, o que contribui de forma significante no processo de ensinamento. Vocalista da Banda Bankoma, 2005 até o presente. Instrutor das Oficinas e Ponto de Cultura Bankoma, 2004.Instrutor da oficina de percussão na Áustria (Aulas e mostra cultural) 2010, 2011, 2012 e 2013. Projeto Ausbramov.Apresentação artística em palco com o cantor Gil do Carmo em África o percussionista Miguel Trovoada — Portugal - 2009.Apresentação em palco com o Porto Riquenho José Ritmo e o Brasileiro Austríaco Ita Moreno e o percussionista Norte Americano Kalid — Áustria 2012. 3.Géssica Catarina Santana Neves Santos. Função: Coordenação Dança Coordenadora da Ala de Dança do Bloco Afro Bankoma. Instrutora de Dança Bloco Afro Bankoma Dançarina Mestra Grupo de Dança Bankoma Coordenadora de ações socioeducativas da Associação São Jorge Filho da Goméia Produtora Cultural do Bloco Afro Bankoma. Produtora dos Encontros Mauanda Bankoma. Produção Executiva dos Projetos Sociais e Educativos da Associação São Jorge Filho da Goméia. Conselheira do Conselho Municipal de Cultura de Lauro de Freitas/BA, 2023/2025. Conselheira no Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Lauro de Freitas/BA, 2012-2023, e 2023-2025. Membra da Academia de Letras de Lauro de Freitas/2023. 4.Laís Santos. Função: Coordenação de Costura Sócia-proprietária da Monalay Moda Étnica. 2016. Mestre Griô - Preservação e Confecção de Pano da Costa. Mestre Bordado Barafunda, Instrutora de Corte e Costura, Coordenação da Confecção do Bloco Afro Bankoma, 2000-2023. Elaboração e Confecção das Indumentárias das Rainhas do Bloco Afro Bankoma. Estilista Moda Afro. Coordenadora dos Cursos de: Corte e Costura, Bordado Barafunda, Kula Tecelagem, 2016/2018.Projeto Bagerê — Capacitação em Estética Afro 2005 Monitora do Curso de Kula Tecelagem ,2004/2008. Instrutora Minicurso - Introdução ao Bordado Barafunda - UFBA/FACED-2021.Prémio Palmares das Artes/Artesanato, 2021, Projeto "Linhas da Ancestralidade-Curso Básico de Barafunda". 5.PEDRO PIRES MONTEIRO CORTEZ DE LOBÃO. Função: Compliance Produtor Executivo do Bloco Afro Bankoma desde 2012. Membro do comitê de projetos sociais da Associação São Jorge Filho da Goméia Membro da equipe multidisciplinar do Museu Comunitário Mãe Mirinha de Portão. Membro do núcleo da Biblioteca Comunitária Mãe Mirinha de Portão. Produção Executiva do Bloco Afro Bankoma desde 2012. Participante do Seminário "Empreendedorismo Negro, Desenvolvimento e Políticas Públicas - Subsídios para a elaboração da política estadual para incentivo e fomento ao empreendedorismo negro na Bahia" — 2012. 6.Dora Moreira Barreto Cavalcante. Função: Coordenação do Projeto Professora do IHAC Milton Santos/UFBA, Doutora pelo Pipgla/UFRJ, pesquisa cultura, anticolonialidade e raça. Mestra em Artes pela UFF, com ênfase em estudos dos sons, raça, gênero e afeto. Graduada em Comunicação Social pela UFC. É Crocheteira, diretora e produtora criativa na sua empresa, Guará, trabalhando em parceria com instituições como Sesc-SP, CCSP, SECULT/Ce, Secultfor, Secult/RJ, Secult/SP, Minc, Goethe-Institut, dentre outros. Dirigiu e coordenou o projeto artístico Ressoar (Goethe-Institut/RJ) e o projeto Antro (Secult-Ce). É mentora no Projeto Sons e Imagens da Bahia - Fiocruz. Produção Executiva do Bloco Afro Bankoma desde 2022. 7.Soraia Rita Gama Gonçalves. Função: Produção Administrativa Atuou durante 20 anos no varejo nas áreas de gestão de negócios, gestão de pessoas, gestão da qualidade e desenvolvimento organizacional. Membro do Comité de Projetos da Associação São Jorge Filho da Goméia. Membro da equipe de produção executiva do Bloco Afro Bankoma; Membro da equipe multidisciplinar do Museu Comunitário Mãe Mirinha de Portão. Membro do núcleo pedagógico da Biblioteca Comunitária Mãe Mirinha de Portão. Coordenação Pedagógica de Projetos Socioeducativos da Associação São Jorge Filho da Goméia. Administração de projetos culturais da Associação São Jorge Filho da Goméia: Ouro Negro, Projetos LAB, Projetos PNAB, 9 Lumena Costa Addad . Função: Designer Gráfico Desde 2018 atua profissionalmente como designer gráfico e multimídia da Associação São Jorge Filho da Goméia. A partir de 2020 passou a participar da criação da arte do tecido do Bloco Afro Bankoma, onde também atua como designer gráfica do bloco. Possui experiência no campo das artes plásticas, atuando como curadora da Exposição "Criaturas", de Daniel Mendes, promovida pelo SESC Caixeral, Parnaíba, Piauí, entre 2017 e 2018. Há 15 anos, realiza trabalhos nas áreas de ilustração e design gráfico. 10. Ravena Maia. Função: Produção Audiovisual Audiovisual, Videoclipe “Dorme e Voa” – direção, câmara e montagem – Banda Nectar Brasil – Lei Paulo Gustavo, 2024. Audiovisual, Cobertura do Carnaval do Bloco Afro Bankoma – direção de fotografia, câmera e edição – Associação Terreiro São Jorge Filho da Goméia, 2023. Audiovisual, Samba Vivo! Memórias e Legados do Mestre Paizinho – direção de fotografia, câmera e edição – Associação Terreiro São Jorge Filho da Goméia, 2021. Audiovisual, Memórias e Legados: Ala de Dança do Bloco Afro Bankoma – direção de fotografia, câmera e montagem – Associação Terreiro São Jorge Filho da Goméia, 2021. Audiovisual, Viajantes de Papel – câmera e edição – Associação Terreiro São Jorge Filho da Goméia, 2021. Audiovisual, Imagem e Edição dos vídeos para live da 2ª Caminhada Tembwa Ngeemba - Tempo de Paz – Associação Terreiro São Jorge Filho da Goméia, 2020. Exposição, obra fotográfica Âmago, na Projeção “Por dentro de um tempo suspenso” – 10° Festival de Fotografia de Tiradentes, 2020. Exposição, videodança “RAJM” com Rubi Raio – Exposição virtual “1,5m”pelo Goma
PROJETO ARQUIVADO.