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PRONAC 2415935Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Nas Batalhas

JADE DA SILVA LYRIO DOS SANTOS 33945188806
Solicitado
R$ 991,5 mil
Aprovado
R$ 991,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-01
Término
2026-03-01
Locais de realização (4)
Manaus AmazonasBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Nas Batalhas Resistência" tem como objetivo promover a cultura Hip Hop e as danças urbanas, valorizando a diversidade racial, de gênero e a inclusão social como já vem realizando em São Paulo desde 2022, porém a busca é ampliar para outros estados. Serão realizados eventos gratuitos em quatro cidades brasileiras: São Gonçalo (RJ), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Manaus (AM). O projeto inclui batalhas de dança, oficinas de graffiti e danças urbanas, rodas de conversa, mostras virtuais e aulas abertas, com foco em temas como resistência afro-diaspórica, a representatividade além da heteronormatividade voltadas para mulheres e LGBTQIAPN+. Cada evento precisará de uma tempo de organização, preparação e cada etapa durará 3 meses, contemplando fases de pré-produção, execução e pós-produção. As ações serão acompanhadas por contrapartidas sociais, transmissões online e estratégias de acessibilidade para ampliar o acesso do público.

Sinopse

1. Oficinas Oficina de MCsA oficina de MCs será um espaço dedicado à prática da rima e do improviso, pilares fundamentais da cultura HipHop. MCs experientes serão convidados para compartilhar suas técnicas e habilidades com os participantes,promovendo um ambiente de aprendizado focado em flow, construção de letras e articulação vocal. A oficina teráfoco tanto em quem já tem alguma experiência quanto em iniciantes que desejam desenvolver suas habilidades.Será oferecida gratuitamente e terá intérprete de Libras, garantindo acessibilidade total. Oficina de GraffitiEsta oficina de graffiti visa desmistificar e aproximar o público dessa forma de arte. Quatro grafiteirosreconhecidos trabalharão com os participantes para ensiná-los sobre a técnica, história e a importância do graffiticomo uma ferramenta de empoderamento social e cultural. A oficina será uma atividade lúdica, aberta parapessoas de todas as idades, permitindo que pais e filhos possam participar juntos. Será realizada durante o evento,de forma gratuita e com acessibilidade, incluindo intérprete de Libras. 2. Batalhas Primeiro Dia: Batalhas All Style e Batalha de MCs O evento contará com batalhas "All Style", em que os participantes poderão competir em diferentes estilos dedança urbana, como Popping, Locking, Breaking e outros. Esta diversidade busca celebrar a amplitude da culturade Street Dance, reforçando a inclusão de diferentes corpos e estilos de dança. Além das batalhas de dança, oprimeiro dia contará com uma batalha de MCs, onde os competidores irão demonstrar suas habilidades em rima eimproviso, representando a essência da arte verbal do Hip Hop. Formato das Batalhas:-All Style: Dançarinos competem em uma batalha aberta, onde podem mostrar suas habilidades em qualquer estilode dança urbana.-Batalha de MCs: Uma competição de rimas improvisadas, onde a criatividade, habilidade com as palavras epresença de palco serão os critérios principais de avaliação.-Essas competições contam com DJs que garantem a trilha sonora das batalhas, MCs que fazem a narração, ejurados especializados para escolher os vencedores. Ambas as batalhas serão abertas ao público com entradagratuita e intérprete de Libras disponível. Segundo Dia: Batalha e PremiaçãoO segundo dia do evento será dedicado as batalhas e à premiação dos vencedores. Além das competições dança erima, haverá um live paint de graffiti, em que artistas realizarão uma pintura ao vivo, criando uma obracolaborativa que reflete as temáticas abordadas ao longo do evento. Essa atividade envolverá a comunidade etrará um elemento visual vibrante, celebrando a arte urbana como parte integrante da cultura Hip Hop. 3. Rodas de Conversa Street Dance como Cultura Afro-Diaspórica de ResistênciaEsta roda de conversa abordará a Street Dance como uma forma de resistência e expressão afro-diaspórica.Originadas em contextos de racismo e marginalização, as danças urbanas têm raízes profundas na cultura negra esão um instrumento de luta e afirmação. Três pesquisadores convidados discutirão como essas danças representama negritude e a resistência, trazendo insights sobre os fundamentos históricos e culturais da Street Dance. Abertaao público, a roda de conversa será gratuita e contará com acessibilidade total, incluindo intérprete de Libras. Street Dance para Além da HeteronormatividadeEste debate visa refletir sobre a presença e a inclusão de pessoas LGBTQIA+ e mulheres na cena de danças urbanas.A comunidade de Street Dance é majoritariamente masculina e, muitas vezes, não acolhe adequadamente essasminorias. A roda de conversa contará com dançarinas e pesquisadores que trabalham ativamente na inclusão erepresentação desses grupos nas competições e eventos de dança. O objetivo é promover a diversidade e garantirque os eventos de dança urbana se tornem cada vez mais espaços seguros e acolhedores. Aberto ao público,gratuito e com intérprete de Libras. Muito Funky – Roda de Conversa: “Depois de Amanhã é Ontem”As danças urbanas vêm enfrentando um processo de embranquecimento, no qual as contribuições dos pioneirosnegros muitas vezes são apagadas ou desvalorizadas. Esta roda de conversa terá como foco a importância demanter a memória e a ancestralidade dessas danças vivas. Discutirá como a afrodiáspora influencia as técnicas e4. Aulas Abertas 4.Aula Aberta de Danças Urbanas Esta aula aberta visa democratizar o acesso à dança urbana, proporcionando um ambiente acolhedor para todas asidades. Serão ensinadas diferentes técnicas de danças urbanas, com foco especial no Breaking, mas tambémexplorando outras vertentes como o Popping e o Locking. A aula será interativa e inclusiva, com atividades lúdicaspara envolver crianças e suas famílias. Aberta ao público de forma gratuita, com intérprete de Libras disponívelpara garantir a acessibilidade. 5. Mostra Virtual A Mostra Virtual será uma plataforma online onde serão disponibilizados todos os registros do evento, incluindovídeos das batalhas, depoimentos, entrevistas e fotos. Essa iniciativa visa não só documentar as atividadesrealizadas, mas também ampliar o acesso ao conteúdo para quem não pôde estar presente. A Mostra Virtual seráuma forma de celebrar a cultura Hip Hop e de permitir que comunidades de todo o país possam participar, mesmoque virtualmente, dos acontecimentos. Esse acervo será compartilhado nas redes sociais e outros canais digitais. 6. Eu Tô Nas Batalhas A iniciativa "Eu Tô Nas Batalhas" oferecerá 240 vales de R$ 300,00 para dançarinos periféricos, garantindo quepossam participar das batalhas sem que as dificuldades financeiras os impeçam. Esses vales cobrirão custos detransporte, alimentação e, quando necessário, hospedagem, garantindo que os dançarinos possam competir emigualdade de condições. A ação será pautada pela equidade e acessibilidade, buscando eliminar barreiraseconômicas e incentivar a participação de artistas de áreas periféricas. Essa política de apoio está embasada noEstatuto da Cidade, que garante o direito a cidades inclusivas e acessíveis.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto "Nas Batalhas Resistência" tem como objetivo principal fortalecer e promover a cultura das danças urbanas, especialmente dentro do movimento Hip Hop, criando espaços inclusivos e acessíveis para a participação de jovens artistas negros e periféricos. O projeto visa consolidar o reconhecimento dessa arte como uma forma de resistência cultural afro diaspórica, com um foco especial nas interseções de gênero e raça. Além disso, buscaproporcionar oportunidades de desenvolvimento profissional, artístico e de representatividade, aliando arte, cultura e reflexões sociais. Objetivos Específicos: 1.Realizar eventos gratuitos de batalhas de dança e apresentações de Street Dance: -Promover competições e exibições de danças urbanas (batalhas, cyphers e showcases) em quatro localidades: SãoGonçalo (RJ), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Manaus (AM).-Convidar artistas e grupos locais para se apresentarem e interagirem com o público, promovento oportunidade evisibilidade a grupos locais. 2.Oferecer atividades formativas e culturais: -Realizar oficinas de dança urbana com diferentes estilos (Popping, Locking, Breaking etc.).-Oferecer aulas abertas de graffiti e arte urbana para iniciantes.-Conduzir rodas de conversa sobre temas como a cultura Hip Hop e suas intersecções com questões sociais eraciais. 3.Promover a inclusão e a acessibilidade no evento: -Garantir que todas as atividades sejam acessíveis a todos os públicos, com entradas gratuitas e locais adaptados.-Desenvolver ações voltadas à inclusão de pessoas com deficiência e com foco na diversidade de gênero eorientação sexual. 4.Criar contrapartidas sociais e culturais: -Organizar mostras virtuais com os materiais produzidos durante o projeto, como vídeos das batalhas e registrosfotográficos.-Desenvolver materiais e conteúdos para divulgação das atividades nas redes sociais, incluindo lives e vídeoseducativos. 5.Fortalecer a representatividade e capacitação de jovens artistas periféricos: -Proporcionar aos participantes o contato com profissionais experientes para orientações em produção cultural egestão de carreira.-Contribuir para a profissionalização dos jovens artistas, ampliando suas oportunidades no mercado cultural. 6.Engajar as comunidades locais: -Incentivar a participação das comunidades de cada região por meio de atividades culturais e eventos acessíveis eacolhedores.-Promover o engajamento do público por meio das redes sociais, garantindo uma maior visibilidade e adesão aoprojeto.

Justificativa

O projeto "Nas Batalhas Resistência" surge como uma resposta às necessidades urgentes de valorização, reconhecimento e promoção da cultura Hip Hop, especialmente no contexto das danças urbanas. A cultura Hip Hop, desde seu surgimento, tem sido uma poderosa ferramenta de expressão, resistência e inclusão para comunidades marginalizadas, sobretudo a juventude negra e periférica. Hoje, com o breaking como modalidade olímpica e as danças urbanas ganhando cada vez mais visibilidade, é crucial proporcionar espaços onde essa arte possa florescer, ser devidamente reconhecida e, sobretudo, acessível a todos. O projeto propõe um ciclo de festivais, oficinas e formações em quatro grandes regiões do Brasil: Rio de Janeiro(São Gonçalo), Minas Gerais (Belo Horizonte), São Paulo (capital) e Amazonas (Manaus). Nessas localidades, ocorrerão eventos de batalhas de dança, mostras culturais, oficinas formativas, rodas de conversa, além da produção de conteúdos digitais que serão divulgados amplamente para impactar ainda mais públicos. "Nas BatalhasResistência" vai além do entretenimento, busca ampliar o acesso à cultura e promover uma reflexão crítica sobre as interseções sociais e culturais dentro dessa arte, destacando questões como representatividade de gênero, racial e a importância das raízes afro diaspóricas nas street dances.Esses eventos terão entrada 100% gratuita, com estrutura de acessibilidade para atender todos os públicos. A proposta é criar um espaço seguro e inclusivo, que permita tanto a profissionalização dos jovens artistas envolvidos quanto a democratização do acesso a atividades culturais de qualidade. Cada ação do projeto trará consigo contrapartidas sociais, como oficinas de graffiti, aulas abertas de danças urbanas, rodas de conversa sobre a história e o papel do Hip Hop na sociedade, além de mostras virtuais para alcançar ainda mais pessoas. Outro ponto fundamental é a criação de um ambiente de trocas, onde artistas consagrados e emergentes possam compartilhar suas vivências e habilidades com o público, formando uma rede de apoio e incentivo à nova geração de talentos. O projeto também buscará, através das oficinas e formações, estimular o pensamento crítico e a profissionalização dos jovens, capacitando-os para navegar no mercado cultural, muitas vezes inacessível a artistas periféricos devido à falta de estrutura e oportunidades. Por que a Lei de Incentivo à Cultura? Para viabilizar a realização dessas ações em quatro estados brasileiros, é necessário um suporte financeiro robusto.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet) se faz fundamental para garantir a sustentabilidade do projeto e possibilitar que ele alcance seus objetivos de inclusão, diversidade e democratização do acesso à cultura. O projeto se enquadra nos incisos I e III do Art. 1º da Lei 8313/91, que tratam da promoção demanifestações culturais e da difusão de bens culturais de forma ampla, além de atender aos objetivos do Art. 3º, que visam: - Facilitar o acesso à cultura para todos os cidadãos,- Valorizar e difundir a diversidade cultural brasileira,- Promover a inclusão social por meio da arte e da educação cultural,- Fomentar o desenvolvimento da cultura brasileira em suas mais variadas formas de expressão. A Lei de Incentivo à Cultura permite que o projeto seja realizado com a magnitude necessária, garantindo não apenas a execução das atividades planejadas, mas também o cumprimento de seus objetivos sociais. A captação de recursos por meio desta lei é essencial para que o projeto atenda a um público diversificado e proporcione formação, entretenimento e reflexão cultural de maneira acessível e democrática. O incentivo à cultura também possibilitará a estruturação adequada dos eventos, incluindo contratação de profissionais, comunicação, divulgação, equipamentos técnicos, suporte logístico e todas as demandas necessárias para assegurar a qualidade e impacto do projeto nas comunidades onde será realizado. Dessa forma, a Lei Rouanet se apresenta como o principal mecanismo para garantir que o "Nas Batalhas" tenha o alcance e a transformaçãoque se propõe a realizar. Em resumo, "Nas Batalhas" é mais do que um projeto de batalhas de dança. Ele é um projeto de fortalecimento da cultura e identidade, com impacto social direto em jovens de comunidades periféricas. Seu sucesso depende da Lei de Incentivo à Cultura, que permitirá que ele seja amplamente executado, proporcionando à sociedade o acesso a manifestações artísticas essenciais para a preservação e evolução da cultura urbana no Brasil.

Estratégia de execução

PRINCIPAIS CONTRAPARTIDAS AOS PATROCINADORES: O foco será manter a visibilidade e engajamento do público, mas com otimização de recursos. Público-Alvo e Alcance PotencialParticipantes Presenciais: Cerca de 5.000 pessoas ao longo dos quatro eventos.Alcance Digital: Potencial para atingir mais de 100.000 pessoas nas redes sociais.Mídia Tradicional: Ações de imprensa, blogs, e influenciadores com uma estimativa de 10 a 15 coberturas/publicações ao longo do evento. Objetivos do Plano de DivulgaçãoMaximizar a Visibilidade do Patrocinador com uma estratégia otimizada de mídia digital e física.Engajar o Público-Alvo com campanhas nas redes sociais e durante os eventos presenciais.Garantir Retorno Positivo sobre o Investimento (ROI) com foco em mídias de alto impacto e baixo custo, como redes sociais e influenciadores. No contexto do projeto "Nas Batalhas", as principais contrapartidas oferecidas aos patrocinadores podem incluir: 1. Visibilidade da MarcaA exposição da marca do patrocinador em diversos meios, tanto online quanto offline, é uma das principais contrapartidas. Material de Divulgação: Inserção do logotipo e nome da marca patrocinadora em todos os materiais gráficos e digitais do projeto, incluindo: - Flyers, cartazes, banners - Publicações nas redes sociais - Vídeos promocionais e de cobertura - Site oficial e blog do projeto Exposição nos Eventos: - Totens, faixas e painéis com o logo da marca nos quatro eventos presenciais. - Logotipo nos ingressos, programas de evento e credenciais. - Distribuição de brindes ou materiais institucionais do patrocinador no local. 2. Citação em MídiaO patrocinador será mencionado em todas as interações e comunicações oficiais do projeto com a imprensa e mídia especializada. -Mídia Tradicional e Digital: Citação e visibilidade em entrevistas, releases de imprensa, blogs e sites culturais.-Cobertura em Redes Sociais: O nome da marca será mencionado nas postagens, histórias e vídeos ao longo das campanhas digitais, garantindo um público segmentado e amplo alcance. 3. Naming RightsDependendo do nível de patrocínio, a marca pode obter o direito de "naming rights", ou seja, associar seu nome ao evento. - Exemplo: O evento pode ser renomeado para "Festival Nas Batalhas", ou outra variante que melhor se adeque ao posicionamento da marca. 4. Exclusividade por SetorPara patrocinadores principais, pode-se garantir a exclusividade do segmento de atuação da empresa, o que significa que nenhum concorrente direto participará do evento. -Exemplo: Se uma marca de bebidas for patrocinadora, outra marca de bebidas não será aceita como parceira. 5. Presença VIP e NetworkingOs patrocinadores poderão contar com presença destacada e momentos de networking nos eventos. - Acesso VIP: O patrocinador receberá ingressos VIP para o evento, incluindo acesso a áreas exclusivas e convites para reuniões ou encontros com artistas e produtores.-Sessões de Networking: O patrocinador poderá interagir diretamente com os artistas, coletivos culturais e a comunidade durante o evento. 6. Participação em Conteúdos de ValorOs patrocinadores poderão se associar à produção de conteúdos de valor relacionados ao projeto. - Entrevistas e Depoimentos: O patrocinador poderá ser mencionado em entrevistas, documentários e conteúdos audiovisuais que serão criados ao longo do projeto e divulgados em redes sociais e plataformas digitais.- **Mostra Virtual**: A marca será incluída no conteúdo da Mostra Virtual, que contará com vídeos, fotos e registros de todos os eventos, garantindo presença a longo prazo. 7. Ações de Engajamento e AtivaçãoA marca patrocinadora poderá criar ações interativas e promocionais dentro do evento. - Estandes e Ativação de Marca: O patrocinador poderá ter um estande no evento, onde poderá realizar ações interativas com o público, distribuindo brindes, promovendo degustações ou outras formas de ativação.- Challenges e Concursos: A marca pode patrocinar desafios (como competições de dança ou batalhas) no ambiente digital, associando seu nome às ações que geram engajamento direto com o público. 8. Alinhamento com Impacto SocialOs patrocinadores estarão associados diretamente a uma iniciativa de impacto social e cultural significativa. -Responsabilidade Social: Apoiar o "Nas Batalhas" alinha o patrocinador com causas de inclusão social, promoção da diversidade e democratização da cultura, que podem ser destacadas em campanhas de marketing da própria marca.- **Protagonismo no Apoio à Cultura Hip Hop**: O projeto promove a valorização de artistas e coletivos periféricos, além de apoiar jovens com o programa "Eu To Nas Batalhas", oferecendo transporte e condições de competição para dançarinos de baixa renda. Isso reforça o compromisso da marca com o apoio às comunidades locais. 9. Relatórios e Métricas de ResultadosApós o evento, será entregue ao patrocinador um relatório detalhado, mostrando o impacto e os resultados alcançados. - Relatório de Métricas: O relatório incluirá métricas de engajamento nas redes sociais, número de participantes presenciais e digitais, cobertura de mídia, e resultados das campanhas de marketing.- Avaliação de ROI: Com dados claros de retorno, o patrocinador terá uma avaliação concreta do impacto de sua participação no evento. ---

Especificação técnica

"Proposta Pedagógica para o Projeto “Nas Batalhas” IntroduçãoA proposta pedagógica do projeto “Nas Batalhas” busca desenvolver e fomentar a cultura Hip Hop e as dançasurbanas como ferramentas pedagógicas de transformação social e emancipação cultural. Através de umaabordagem que envolve oficinas, rodas de conversa, batalhas e mostras culturais, o projeto pretende gerar espaçosde troca de saberes, valorização das identidades periféricas e a promoção de uma educação inclusiva. Com isso,promove-se o protagonismo dos jovens negros, periféricos e LGBTQIA+, ao mesmo tempo que se oferece um espaçoseguro para expressão e desenvolvimento artístico. A. Fundamentos TeóricosA proposta pedagógica será baseada em três eixos principais: Educação Emancipadora, Pedagogia Crítica eEducação para as Artes. Esses eixos são apoiados em referências teóricas que defendem a arte e a cultura comoferramentas para a construção de uma consciência crítica e libertadora. 1. Educação Emancipadora:- Inspirada nas teorias de Paulo Freire, essa abordagem defende que a educação deve libertar o sujeito de suaopressão. Através do Hip Hop e das danças urbanas, o projeto visa criar uma educação dialógica, onde osparticipantes são vistos como sujeitos ativos no processo de aprendizado, trazendo suas experiências para construirconhecimento coletivo.- Paulo Freire argumenta que a educação não deve ser um simples depósito de conhecimento, mas sim um processode libertação, em que educadores e educandos se encontram em uma relação horizontal, trocando saberes erefletindo criticamente sobre sua realidade. No contexto das danças urbanas e da cultura Hip Hop, essa reflexãocrítica inclui a consciência de raça, classe e gênero, que são centrais à vivência das periferias. 2. Pedagogia Crítica:- Henry Giroux defende a ideia de que a educação deve estar profundamente conectada ao contexto social epolítico do aluno. A pedagogia crítica aplicada nas atividades desenvolvidas no projeto “Nas Batalhas” visacapacitar os jovens a compreenderem e questionarem as estruturas de poder que moldam suas vidas,especialmente por meio de expressões culturais como a dança e o rap, que historicamente têm sido formas deresistência.- O Hip Hop, neste contexto, é uma ferramenta de resistência e uma prática cultural que ajuda os jovens adesenvolverem uma visão crítica do mundo em que vivem, permitindo-lhes tanto expressar suas angústias quantopropor alternativas de mudança social. 3. Educação para as Artes:- A educação artística permite que o indivíduo desenvolva habilidades criativas e críticas ao mesmo tempo em quese reconhece como sujeito social. O projeto se apoia em princípios de educação para as artes, onde as expressõesculturais urbanas, como a dança, o graffiti, e o rap, são vistas não apenas como manifestações estéticas, mas comoformas de narrativa e construção identitária.- De acordo com Bell Hooks, a arte tem um papel transformador, especialmente quando vinculada a questões deraça, gênero e classe. Para hooks, a prática da arte deve estar ligada à vida cotidiana, sendo uma forma deresistência contra opressões estruturais. O graffiti, as danças e o rap são, portanto, formas de empoderamentocultural. B. Metodologia de Ensino A metodologia de ensino aplicada no projeto “Nas Batalhas” será baseada em uma abordagem participativa,colaborativa e interdisciplinar, promovendo o diálogo entre educadores e educandos. As atividades propostas serãoguiadas pelos seguintes princípios:- Dialogicidade e Interação: A troca constante de saberes será promovida através de rodas de conversa e oficinas,onde os participantes poderão compartilhar suas experiências e aprender uns com os outros, criando um ambientecolaborativo.- Prática Crítica: Todas as atividades serão fundamentadas na reflexão crítica sobre o contexto social dosparticipantes. As oficinas de MCs, as batalhas de rima, dança e graffiti serão acompanhadas de momentos dereflexão sobre a cultura afro-diaspórica, racismo estrutural, gênero e representatividade.- Educação Inclusiva e Acessível: A proposta educativa do projeto prevê a inclusão de todas as pessoas,independentemente de suas habilidades físicas ou cognitivas, oferecendo acessibilidade com intérpretes de Librase atividades abertas a toda comunidade, respeitando a diversidade cultural e individual dos participantes. C. Objetivos PedagógicosO projeto “Nas Batalhas” tem os seguintes objetivos pedagógicos:1. Promover o desenvolvimento artístico e técnico nas danças urbanas e no graffiti, oferecendo ferramentas paraque os participantes possam aprimorar suas habilidades através de oficinas e batalhas, com o acompanhamento deprofissionais da área.2. Fomentar a reflexão crítica sobre questões sociais como racismo, machismo, lgbtfobia, exclusão social e o papelda cultura Hip Hop como resistência a essas opressões. Através das rodas de conversa, os participantes serãoincentivados a refletir sobre essas temáticas e a expressar suas vivências nas performances artísticas.3. Valorizar as tradições afro-diaspóricas e periféricas por meio da prática e do estudo das danças urbanas,buscando reconhecer e fortalecer as raízes culturais dos participantes. A cultura Hip Hop será tratada como umaherança afro-diaspórica que resiste e evolui, conectando os jovens com suas identidades e histórias.4. Incentivar a participação de minorias sub-representadas na cena de danças urbanas e Hip Hop, com focoespecial nas mulheres e na comunidade LGBTQIA+, garantindo que todos tenham um espaço para se expressarlivremente e sem preconceitos. D. Aplicação Prática das Atividades- Oficinas de MCs e Graffiti: As oficinas funcionarão como espaços de aprendizado técnico e ao mesmo tempo comoespaços de reflexão e troca. Durante a oficina de MCs, além de ensinar técnicas de improviso e rima, oseducadores trarão discussões sobre a importância do rap como forma de protesto e expressão das comunidadesnegras. Já na oficina de graffiti, além da prática artística, os grafiteiros discutirão o papel do graffiti como artepública e como ferramenta de empoderamento periférico.- Batalhas de Dança e Rima: As batalhas serão um momento de colocar em prática todo o conhecimento adquiridonas oficinas, ao mesmo tempo que servirão como espaço de inclusão e celebração da diversidade. Elas tambémserão acompanhadas de momentos de reflexão crítica, onde os participantes poderão discutir a importância dessaspráticas como formas de resistência cultural.- Rodas de Conversa: Cada roda de conversa será um espaço educativo, onde os temas discutidos (como a culturaafro-diaspórica, o embranquecimento das danças urbanas e a inclusão de minorias) serão aprofundados com baseem teorias e práticas culturais. A ideia é que essas rodas funcionem como espaços de conscientização e construçãode conhecimento coletivo. E. Avaliação PedagógicaA avaliação das atividades será contínua e baseada na participação dos alunos, na reflexão crítica e nodesenvolvimento técnico e artístico ao longo do projeto. Não haverá um processo de avaliação tradicional, masuma observação contínua da evolução dos participantes, suas reflexões e contribuições nas rodas de conversa esuas performances nas oficinas e batalhas.Os critérios principais de avaliação incluem:Engajamento e participaçãonas atividades;Capacidade de reflexão crítica;Desenvolvimento técnico e artístico;Respeito e colaboração com osdemais participantes ConclusãoA proposta pedagógica do projeto “Nas Batalhas” está alinhada a uma educação crítica e emancipadora, que visanão só desenvolver habilidades artísticas, mas também promover a conscientização social e o empoderamento dosparticipantes. Ao integrar práticas culturais da periferia com uma abordagem educativa inclusiva e reflexiva, o projeto contribui para a formação de indivíduos críticos, capazes de utilizar a arte como ferramenta detransformação social e expressão identitária.

Acessibilidade

1. Acessibilidade Física (Eventos Presenciais) Os eventos ocorrerão em diferentes localidades do Brasil, e é fundamental garantir que os espaços selecionadostenham estruturas adequadas para receber pessoas com deficiência. As ações previstas são: -Rampa de Acesso e Piso Tátil: Verificação e, se necessário, adaptação dos espaços com rampas e pisos táteis paraassegurar o acesso de cadeirantes e pessoas com deficiência visual.-Banheiros Adaptados: Garantir que os locais escolhidos tenham banheiros acessíveis e adequados para pessoas comdeficiência.-Áreas Reservadas para PCDs: Criação de áreas reservadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida,com boa visibilidade para as apresentações.-Sinalização Visual e Tátil: Implementação de sinalização com informações acessíveis em braille e textos visíveispara pessoas com deficiência visual. 2. Acessibilidade Comunicacional (Comunicação e Conteúdo) Os eventos e conteúdos produzidos precisam ser acessíveis para pessoas com deficiência auditiva e visual. As açõesplanejadas incluem: -Intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais): Presença de intérpretes de Libras durante os eventos e oficinaspara garantir a compreensão por parte do público surdo. A contratação será por evento, contemplando intérpretespara a totalidade dos eventos nas quatro localidades.-Legendagem dos Vídeos e Mostras Virtuais: Todos os vídeos produzidos, tanto os divulgados online quanto ostransmitidos nos eventos, terão legendas descritivas para inclusão de pessoas surdas e com deficiência auditiva.-Audiodescrição: Produção de audiodescrição para vídeos e mostras virtuais, permitindo que pessoas comdeficiência visual possam compreender as imagens e conteúdos apresentados.-Materiais de Divulgação Acessíveis: Todos os materiais de divulgação online e impressos, como convites, folhetos eposts nas redes sociais, serão produzidos em formatos acessíveis, com textos simples e adequados para leitores detela. 3. Acessibilidade Atitudinal (Sensibilização e Formação) A equipe do projeto e os espaços culturais envolvidos devem ser preparados para receber pessoas com deficiênciade maneira inclusiva e acolhedora. Para isso, serão previstas as seguintes ações: -Capacitação da Equipe: Formação da equipe de produção, monitores, recepcionistas e organizadores sobre ainclusão e atendimento de pessoas com deficiência, promovendo um atendimento respeitoso e eficaz.-Oficinas Inclusivas: As oficinas de graffiti, danças urbanas e rodas de conversa serão adaptadas para incluirpessoas com deficiência. As oficinas terão acompanhamento específico para oferecer suporte conforme asnecessidades individuais dos participantes. 4. Acessibilidade Digital (Plataforma e Redes Sociais) Considerando a divulgação e o alcance digital dos conteúdos, o projeto garantirá a acessibilidade nas plataformasonline e redes sociais, a fim de alcançar o maior público possível. As ações previstas são: -Website Acessível: O site e os formulários de inscrição serão acessíveis para pessoas com deficiência visual eauditiva, com compatibilidade para leitores de tela e navegação simplificada.-Lives Acessíveis: Durante as transmissões ao vivo (lives), será garantida a presença de intérpretes de Libras elegendas ao vivo, bem como audiodescrição quando necessário.

Democratização do acesso

A proposta "Nas Batalhas Resistência" visa garantir um amplo acesso ao público, tanto fisicamente quantodigitalmente, através de uma série de ações de democratização e ampliação de alcance. Abaixo estão descritas asprincipais estratégias para garantir que o projeto seja acessível a todos: Distribuição e Comercialização dos Produtos Os produtos resultantes do projeto, como vídeos, documentários, fotos, entrevistas, e web séries das batalhas e eventos, serão amplamente distribuídos por meio das plataformas digitais oficiais do projeto. Todo o conteúdo será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais, no YouTube e em plataformas de streaming de vídeo. Além disso, materiais complementares como e-books e artigos produzidos ao longo do projeto serão distribuídos gratuitamente em formato digital, facilitando o acesso e o compartilhamento do conhecimento gerado durante as atividades.Não haverá comercialização de produtos pagos, garantindo que todo o conteúdo cultural seja amplamente acessível a pessoas de diversas classes sociais e regiões. Medidas de Ampliação de Acesso Oficinas Paralelas: Serão oferecidas oficinas gratuitas de dança, grafite e produção cultural, em paralelo às batalhas, com foco na inclusão de jovens de comunidades periféricas e artistas emergentes. Essas oficinas servirão como uma forma de capacitação e aprendizado, ampliando o alcance do projeto e fomentando o desenvolvimento de novas habilidades. Transmissão pela Internet: Todos os eventos, incluindo as batalhas, rodas de conversa e oficinas, serão transmitidos ao vivo pela internet, utilizando plataformas como YouTube, Instagram e Facebook. Isso permitirá que pessoas de diferentes estados e regiões, que não possam estar presentes fisicamente, acompanhem o projeto remotamente, aumentando o acesso ao conteúdo cultural produzido. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência: Como parte do plano de acessibilidade, o projeto contará com medidas específicas, como interpretação em Libraspara as transmissões ao vivo, audiodescrição nos vídeos, e acessibilidade física nos espaços dos eventos, garantindoa participação de pessoas com deficiência auditiva, visual e mobilidade reduzida.Interações Virtuais e Mostras Online: Mostras virtuais e rodas de conversa online serão realizadas, permitindo quemais pessoas, especialmente aquelas que vivem longe dos centros urbanos ou que possuem dificuldades dedeslocamento, possam participar ativamente. As mostras virtuais contarão com conteúdos exclusivos que serãolançados em plataformas digitais, mantendo o público engajado durante e após o término das atividades. Impacto da Democratização de Acesso: Essa abordagem permite que o projeto atinja diferentes públicos, incluindo jovens periféricos, pessoas de outrasregiões do Brasil e até mesmo internacionalmente. Com a utilização de plataformas online e conteúdos gratuitos, oprojeto "Nas Batalhas" busca ir além das limitações geográficas e socioeconômicas, democratizando o acesso àcultura de forma inclusiva e inovadora.

Ficha técnica

JADE DA SILVA LYRIO - PROPONENTE E DIRETORA GERAL Pós-graduada em História e Cultura Africana pelo INE (2021). Formada em Licenciatura de Artes pela FPA (2015) epedagogia pela UNIABC (2009). Fez formação livre pelo Instituto Brincante (2013) de Novos Brincantes. Desde entãovem participando de diferentes propostas e grupos de manifestações populares, como "Agô Anama". Passou porprocedimentos da Dança da Indignação de Gal Martins, IGBASILẸ DUDU NI IJÓ - Registros Negros na Dança por LuizAnastácio, entre outros. É idealizadora do "Nas Batalhas" evento de batalhas de dança urbanas que discute asingularidades presentes na cena e a importância da afirmação e do reconhecimento do movimento Hip Hop como uma cultura afrodiaspórica. O projeto já passou pelas casas de cultura São Mateus, São Rafael, Guaianases, no SescVerão em Itaquera e Sesc Belenzinho no 50 anos de Hip Hop Produtora Cultural, criando, dirigindo e orientandodiferentes trabalhos de produção executiva e artística, tendo realizado diferentes produções pela SMC, SESC eeditais. Sendo suas produções do ano de 2023 : Festival Nas Batalhas SESC Verão, 1ª Etapa do Circuito Sesc deCorridas com Dj André, Folia "Nas Batalhas" no Carnaval de SP, Circulação estreia do espetáculo "IYA" pelas casas decultura e Sesc Itaquera. Virada Cultura com a atividade "Luz, Câmera e Dança", Dia do desafio com a ação"Quebrando a Rotina" no metro Itaquera, "No balanço do baile" Sesc Itaquera e Sesc Pinheiros, Escrita da propostade produção executiva: "Ecologia da Consciência" com a escritora Max Tovar, entre outras em andamento. SemanaMOVE no Sesc Belenzinho, Itaquera, Pinheiros e Consolação. Nas quebras projeto voltado intervenções de Breaking. EDUARDO RODRIGUES SANTOS - PROFESSOR E CURADOR DE DANÇAS URBANASArtista da Dança desde os anos 2000 com enfoque nas Street Dances e Danças Pretas Contemporâneas,desenvolvendo trabalhos em performances autorais como: “Meu dia é assim”, “Violência Konquix”, “Torto” e "ÌYÁ".Circulando pelo C.E.Us, F.A.Z.P. e em diversos eventos de Dança. Fez parte de produções cênicas em diferentesgrupos como Ritmos Base, Animatrix, Soul Dip e Fragmento Urbano, sendo neste último co-criador do espetáculo"Esquina" com estreia no Sesc Pinheiro e circulação em diversos espaços culturais e processo virtuais na pandemia.Formador de profissionais da dança atuando em grupos e cias. Contemplado no “Provocações Cênicas”, ação doprojeto Transversalidades Poéticas pelo CRD-SP, espaço para apreciação estético-crítica, escuta e olhares sobreprocesso criativo e construção dramatúrgica de sua pesquisa artística em andamento na qual surgiu o solo “ÌYÁ”com compartilhamento virtual aberto ao público. Eduardo é arte-educador no melhor sentido da palavra, graduadoem Pedagogia na Faculdade Zumbi dos Palmares e formado no Curso Técnico em Dança pela ETEC de Artes. Estudaa cultura Hip Hop desde dois mil, sendo que nos últimos anos tem desenvolvido pesquisa sobre as potencialidadesda cultura Hip Hop no processo de aprendizagem socioeducativa enquanto uma linguagem afro diaspórica. LETTICYA CRISTINA SCHRAMM - DIREÇÃO DE IMAGEM E CURADORA DE MC´SMais conhecida como Lee Schramm, trilhou corajosamente seu caminho rumo à arte, deixando para trás umacarreira em Direito em 2019 para se dedicar à fotografia. Desde então, ela tem se destacado como uma talentosafotógrafa, imprimindo sua marca em uma variedade de eventos e projetos notáveis.O currículo de Lee Schramm é pontuado por registros fotográficos de shows estelares, capturando momentos únicosde artistas renomados como Djonga, BK, DaniLeigh, Rafa Moreira, e muitos outros. Sua habilidade em transmitir aessência artística desses momentos a colocou no centro da cena musical. Em 2020, Lee Schramm fundou a Batalhada Brasilândia, um projeto que não apenas consolidou sua paixão pela arte, mas também trouxe impactoeconômico para a comunidade.Esta batalha de rimas não é apenas um sucesso local, mas se tornou um fenômeno em São Paulo, atraindo umpúblico semanal de 500 pessoas na praça onde ocorre e acumulando uma incrível base de seguidores de 56 mil noYouTube em menos de um ano. Atualmente, Lee Schramm desempenha um papel fundamental como sócia doestúdio de música, Quartinho 2x2. Além de sua contribuição como fotógrafa, ela também se destaca na direção devideoclipes e comobooker de artistas. Sua visão eclética e paixão pela arte continuam a impulsionar projetos inovadores, solidificandoseu nome como uma figura influente e multifacetada no cenário artístico de São Paulo. Lee Schramm não apenascaptura momentos, mas os transforma em experiências inesquecíveis e empreendimentos de sucesso. FLAVIA ALESSANDRA - PRODUÇÃO EXECUTIVA E CURADORIA EM GRAFFITIProdutora cultural de 26 anos, nascida em Maués, Amazonas. Com uma formação em Elaboração de ProjetosCulturais pelo Tendal da Lapa, em São Paulo, e atualmente cursando Design de Interiores, Flávia tem sedestacado ao longo de três anos de carreira, trabalhando com grandes agências do mercado de arte urbana. Suaatuação se concentra na arte visual, especialmente em murais e na organização de oficinas voltadas para temasrelacionados à arte urbana e à Amazônia. Flávia desenvolve projetos que enfatizam a resistência e a luta da regiãoamazônica, resgatando suas raízes ancestrais e trazendo essas narrativas para o espaço urbano. Por meio decolaborações com artistas do graffiti, Flávia transporta para o cotidiano das grandes cidades as histórias e vivênciasdas comunidades do Norte, contribuindo de forma significativa para a preservação e valorização das culturasamazônicas. Seu trabalho é um testemunho vivo da força e resiliência de sua terra natal, criando um elo poderosoentre a ancestralidade e a modernidade. JAB CUT - DJ E CURADORIA MUSICALBrasileiro, morador da capital paulista, Dj e aprendiz beatmaker. Pesquisador musical desde 2009, um curioso dosritmos nacionais, seu estilo gera destaque por dar notoriedade à estética musical brasileira nos eventos em que éconvidado. Sua pesquisa transita entre os gêneros musicais do Hip Hop, Funk & Soul, House Music, entre outrassonoridades. Considerado um dos DJs mais presentes na cena Breaking do Hip Hop de São Paulo, no ano de 2017,foi indicado pelo público e a crítica ao "Prêmio BreakSP Destaques de 2017". Em 2018, a convite do projeto HighFive, viajou à Alemanha para discotecar e apresentar a sua linha de pesquisa em eventos de danças urbanas emúsica brasileira na cidade de Berlin. Já apresentou o seu trabalho em eventos internacionais como The CypherJam Berlin 2018, Battle in Shanghai Qualifier Brazil 2018, São Paulo-SP; Word Bboy Classic Brazil 2018/19, São Paulo-SP; Vivadança 2019 Festival Internacional de Dança, Salvador-BA; e Circuito TITF Brazil 2021, São Paulo-SPAtualmente compõe o elenco de djs da Phenomenal Creative, faz parte do time de djs do Circuito SP Breaking - OEstadual, é dj residente dos eventos Breaking Ibira MAM SP e Fábrica Urbana. Além de artista foi também arteeducador de dança e discotecagem no programa Fábricas de Cultura SP, e atua como orientador e mentor artísticono Programa Território Hip Hop, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.