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Realização de temporada da peça "Dóceis", na cidade de Curitiba, com 30 apresentações gratuitas e realização de oficinas de contrapartida social.
O projeto de montagem desse pequeno conto de Fiodor Dostoievski teve início em fevereiro de 2022, de forma independente e com recursos próprios. A peça, cumpriu breve temporada em Curitiba, com grande repercussão, e também se apresentou nas cidades de Maringá, Campo Mourão e Ponta Grossa. Em uma das últimas apresentações na capital, o ator e diretor Licurgo Spínola, depois de assistir a montagem, acabou por se disponibilizar para assumir a direção da peça. Assim, no segundo semestre do ano retrasado, a peça foi remontada e reconcebida, com um novo olhar sobre o espetáculo e o resultado final. Essa versão foi apresentada em Curitiba também, nos últimos meses de 2022, também com grande receptividade por parte do público.Ao longo do ano de 2023, a peça ficou em compasso de espera, por conta de outros projetos profissionais da equipe e também pela mudança no elenco. Nesse primeiro semestre de 2024 está prevista sua remontagem, para conseguinte nova temporada.A equipe da peça "Dóceis" é formada pelo diretor e ator Licurgo Spínola, oriundo de grupos universitários de Curitiba, como o Tanahora/Puc e que depois disso, desenvolveu profícua carreira na televisão e audiovisual brasileiros; pelo ator e diretor Emerson Rechenberg, estudioso da obra do autor russo e que apresenta há quase duas décadas uma versão para palco do conto "Notas do Subsolo" e também pela atriz Natalie Fronczak, que tem se notabilizado por trabalhos consistentes no teatro e audiovisual.O conto, nessa transcrição para o palco, trata de temas extremamente atuais, como a falta de diálogo nas relações, a toxicidade no convívio entre os personagens e as concessões feitas a partir de necessidades humanas básicas. Na estória, uma jovem órfã acaba se envolvendo com um usurário frustrado e o resultado dessa relação é absolutamente trágico. Incapazes de externar e contornar suas diferenças, transformam seu convívio em um verdadeiro pesadelo, com consequências infernais.A expertise da equipe criativa aliada a um texto desafiador, resulta em um trabalho de grande densidade interpretativa e com uma estética que transita entre o sonho e a realidade, entre o leve o e denso, entre o belo e o miseravelmente sujo, enfim, um mergulho nas profundezas da alma humana, tão presente na obra do mestre russo. Nesse projeto, todas as etapas e necessidades da montagem serão explicitadas, a fim de esclarecer os detalhes que aproximarão a peça do público, promovendo a discussão e fomentando a reflexão sobre as relações humanas, substrato básico para todo o teatro ocidental. Com base nas mais de 30 apresentações já realizadas, a proposta dessa recriação se baseia na necessidade dessa discussão e na retomada de um trabalho extremamente relevante, tanto como forma, quanto como conteúdo. Imagina-se que, esse trabalho, retomado através do aporte desse edital, será apresentado no Teatro de Bolso de Curitiba e seguirá em temporada por diversos outros espaços da cidade e do país. Duração: 70 mins
OBJETIVOS GERAIS1. Fomentar o contato do público com os grandes nomes da literatura mundial, através da adaptação para teatro do conto "Uma criatura boa e dócil"2. Favorecer a formação de plateia teatral na cidade, atingindo novas camadas de público3. Ofertar produto cultural de qualidade e relevância gratuitamente4. Valorizar artistas locais em suas mais diversas linguagens5. Popularizar o processo de criação teatral, que muitas vezes fica restrito às equipes envolvidas OBEJTIVOS ESPECÍFICOS1. Retomar e reensaiar a peça "Dóceis"; já em fase inicial de ensaios2. Realizar temporada gratuita com 30 apresentações, no Teatro de Bolso de Curitiba3. Realizar contrapartidas sociais e democratização do acesso (conforme descrito em aba respectiva) que aproximem o público e demais artistas do processo criativo;4. Fomentar a discussão sobre temas relevantes como: relacionamentos tóxicos e abusivos, contexto histórico das relações pessoais, frustração e resolução de conflitos;5. Promover o diálogo artístico entre profissionais de áreas distintas, como teatro e música, com a participação de um músico de formação clássica como sonoplasta do trabalho;6. Favorecer o intercâmbio e a troca de experiências entre artistas de gerações distintas;7. Esmiuçar o processo de trabalho através de bate-papos e oficinas presenciais e ações virtuais, democratizando assim o acesso;8. Fomentar a utilização de espaços cênicos localizados fora do centro da cidade, descentralizando o acesso aos bens culturais;9. Valorizar os artistas locais, possibilitando a remuneração por sua força de trabalho, gerando assim emprego e renda;10. Alavancar o trabalho já existente dessa equipe de trabalho, consolidando seu futuros resultados estéticos.
Transcrever a genialidade de Dostoievski para a cena é a principal justificativa não só desse projeto, mas também da montagem original, que realizaou temporada em 2022.. As discussões filosóficas, os personagens complexos e a ambientação árida são convites indeclináveis para transpor a literatura para o teatro. Recriar essa obra, agora com as condições preconizadas por esse edital de retomada, abre novos horizontes e renova o fôlego da equipe para trazer novamente ao público essa estória trágica e tão atual. A repercussão da montagem, junto ao público na primeira temporada, também ajuda a justificar essa remontagem. Outro item que justifica essa proposta é a extensa pesquisa realizada pela empresa proponente, na figura de seu coordenador, Emerson Rechenberg, que há quase 20 anos assina a direção e a performance de outro conto de Dostoievski, "Notas do Subsolo". Batizada de "Memórias do Subterrâneo", a montagem já contabiliza centenas de apresentações por todo o país, e a continuidade da pesquisa sobre a teatralidade de Dostoivski é extremamente relevante para o cenário local.A soma das expertises do diretor e do ator também é uma justificativa plausível. Licurgo Spínola tem uma trajetória consolidada no panorama das artes cênicas, e em seu retorno há Curitiba, há alguns anos, têm proposto a troca e o intercâmbio com seus antigos colegas locais. Dessa iniciativa surge a proposta da retomada, que agrega ainda a jovem atriz Natalie Fronczak e o músico e compositor Chico Paes, compondo assim uma equipe coesa e multiáreas artísticas, resultando em um trabalho de grande impacto visual e sonoro.A retomada e subsequente temporada da peça "Dóceis" ressalta também o espírito investigativo dos envolvidos, externando uma inquietude que é comum a esse núcleo artístico. Redescobrir, repensar, testar e refazer são verbos caros à equipe, que busca através do processo de experimentação e pesquisa, a melhoria consrante dos processos e dos resultados. Certamente, a peça ganhará novas temporadas na cidade a partir dessa possibilidade ofertada pelo edital de retomada, e quiçá, torne-se tão longeva quanto a outra montagem de Dostoievski assinada pela Casa de Artes Helena Kolody. A manutenção dessa equipe, que já está em fase de ensaios para esse retorno, serve também de terreno fértil para a alavancagem de outros trabalhos artísticos, o que também justifica o pleito por essa temporada proposta nesse edital. Da mesma forma, a a gratuidade nas apresentações reforça o compromisso de alcançar cada vez um público mais amplo.A gratuidade da temporada, proposta por esse edital, também é uma das justificativas do projeto, uma vez que possibilita o acesso a um público que muitas vezes não dispõe dos valores cobrados em produções realizadas com recursos próprios, o que garante a democratização da fruição de obras de grande quilate e o contato com autores imprescindíveis para o debate e a construção de uma sociedade mais plural e enriquecida de conceitos filosóficos.
Transcrever a genialidade de Dostoievski para a cena é a principal justificativa não só desse projeto, mas também da montagem original, que realizaou temporada em 2022.. As discussões filosóficas, os personagens complexos e a ambientação árida são convites indeclináveis para transpor a literatura para o teatro. Recriar essa obra, agora com as condições preconizadas por esse edital de retomada, abre novos horizontes e renova o fôlego da equipe para trazer novamente ao público essa estória trágica e tão atual. A repercussão da montagem, junto ao público na primeira temporada, também ajuda a justificar essa remontagem. Outro item que justifica essa proposta é a extensa pesquisa realizada pela empresa proponente, na figura de seu coordenador, Emerson Rechenberg, que há quase 20 anos assina a direção e a performance de outro conto de Dostoievski, "Notas do Subsolo". Batizada de "Memórias do Subterrâneo", a montagem já contabiliza centenas de apresentações por todo o país, e a continuidade da pesquisa sobre a teatralidade de Dostoivski é extremamente relevante para o cenário local.A soma das expertises do diretor e do ator também é uma justificativa plausível. Licurgo Spínola tem uma trajetória consolidada no panorama das artes cênicas, e em seu retorno há Curitiba, há alguns anos, têm proposto a troca e o intercâmbio com seus antigos colegas locais. Dessa iniciativa surge a proposta da retomada, que agrega ainda a jovem atriz Natalie Fronczak e o músico e compositor Chico Paes, compondo assim uma equipe coesa e multiáreas artísticas, resultando em um trabalho de grande impacto visual e sonoro.A retomada e subsequente temporada da peça "Dóceis" ressalta também o espírito investigativo dos envolvidos, externando uma inquietude que é comum a esse núcleo artístico. Redescobrir, repensar, testar e refazer são verbos caros à equipe, que busca através do processo de experimentação e pesquisa, a melhoria consrante dos processos e dos resultados. Certamente, a peça ganhará novas temporadas na cidade a partir dessa possibilidade ofertada pelo edital de retomada, e quiçá, torne-se tão longeva quanto a outra montagem de Dostoievski assinada pela Casa de Artes Helena Kolody. A manutenção dessa equipe, que já está em fase de ensaios para esse retorno, serve também de terreno fértil para a alavancagem de outros trabalhos artísticos, o que também justifica o pleito por essa temporada proposta nesse edital. Da mesma forma, a a gratuidade nas apresentações reforça o compromisso de alcançar cada vez um público mais amplo.A gratuidade da temporada, proposta por esse edital, também é uma das justificativas do projeto, uma vez que possibilita o acesso a um público que muitas vezes não dispõe dos valores cobrados em produções realizadas com recursos próprios, o que garante a democratização da fruição de obras de grande quilate e o contato com autores imprescindíveis para o debate e a construção de uma sociedade mais plural e enriquecida de conceitos filosóficos.
Apresentações da peça "Dóceis" Quantidade: 30 - gratuitas Público-alvo: público em geral
ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Entrada e acesso ao local de apresentações com fácil aceso, sem existência de degraus; - Local reservado para cadeirantes no espaço de apresentações; - Acompanhantes treinados fazem parte do staff do local, para sinalização e acomodação das pessoas com necessidades especiais. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - Intérprete de LIBRAS nas 30 apresentações previstas; - Intérprete de LIBRAS nos bate-papos previstos pós- apresentações; - Janela de LIBRAS no minidoc que será produzido e veiculado ao final da temporada. Democratização do Acesso e Contrapartida Social: 1. Como forma de democratizar o acesso ao produto final, serão oferecidas 08 apresentações gratuitas, em temporada regular, totalizando em torno de 540 ingressos, distribuídos por ordem de chegada ao espaço de apresentação. 2. Da mesma forma, serão realizados bate-papos (realização de 01 (uma) atividade educativa de até 30 (trinta) minutos de duração cada, após todos os espetáculos, visando formação de plateia para as ArtesCênicas – Teatro, que complementem as atividades do presente edital)após cada uma das apresentações, a fim de levar ao público os meandros do processo de adaptação do texto, ensaios e criação dos personagens. (1200 pessoas). 3. Realização de 3 (três) masterclass com o diretor da peça, Licurgo Spínola, com as seguintes características:- Tema: masterclasss teatral para adolescentes ou adultos periféricos- Metodologia Básica: o teatro imagem de Augusto Boal- Duração : 03 horas aula, cada masterclass- Conteúdo resumido: aquecimento corporal, alongamentos, exercícios de caminhada e posturais pra despertar a linguagem corporal.Após aquecimento geral da turma, o alunos são incentivados a buscarem imagens de cenas cotidianas através de seu corpo, essas imagens são compartilhadas entre eles e em pequenos grupos criarão cenas a partir das imagens percebidas e entendidas.- Avaliação de resultados: ao término, ministrante e alunos mensuram na prática os resultados obtidos- Público-alvo: adolescentes de regiões periféricas da cidade- Local: a definir- Vagas: 20 por masterclass 4. Realização de material audiovisual(minidoc) sobre a montagem e suas respectivas etapas, a ser veiculado gratuitamente no canal do youtube da Casa de Artes Helena Kolody, com público estimado mínimo de 1000 pessoas. 5. Tradução em Libras para as 30 apresentações previstas no edital e também dos bate-papos posteriores às apresentações, promovendo assim a acessibildiade
1 - Gratuidade nos ingressos: visando a ampliação de público e o acesso democrático aos bens artísticos, as apresentações da peça serão gratuitas, de acordo com a disponibilidade do espaço de apresentação, com a distribuição dos ingressos por ordem de chegada. 2 - Realização de rodas de conversa: após as apresentações será feito um bate- papo com o diretor e com o elenco, a fim de explanar sobre o processo de trabalho do grupo, as escolhas estéticas e as temáticas propostas pelo texto e pela encenação. Esse dinâmica acontecerá em dias específicos ao longo da temporada, informados previamente no material de divulgação. Democratização do Acesso e Contrapartida Social: 1. Como forma de democratizar o acesso ao produto final, serão oferecidas 08 apresentações gratuitas, em temporada regular, totalizando em torno de 1200 ingressos, distribuídos por ordem de chegada ao espaço de apresentação. 2. Da mesma forma, serão realizados bate-papos (realização de 01 (uma) atividade educativa de até 30 (dez) minutos de duração cada, após todos os espetáculos, visando formação de plateia para as ArtesCênicas – Teatro, que complementem as atividades do presente edital)após cada uma das apresentações, a fim de levar ao público os meandros do processo de adaptação do texto, ensaios e criação dos personagens. (1200 pessoas). 3. Realização de 3 (três) masterclass com o diretor da peça, Licurgo Spínola, com as seguintes características:- Tema: masterclasss teatral para adolescentes ou adultos periféricos- Metodologia Básica: o teatro imagem de Augusto Boal- Duração : 03 horas aula, cada masterclass- Conteúdo resumido: aquecimento corporal, alongamentos, exercícios de caminhada e posturais pra despertar a linguagem corporal.Após aquecimento geral da turma, o alunos são incentivados a buscarem imagens de cenas cotidianas através de seu corpo, essas imagens são compartilhadas entre eles e em pequenos grupos criarão cenas a partir das imagens percebidas e entendidas.- Avaliação de resultados: ao término, ministrante e alunos mensuram na prática os resultados obtidos- Público-alvo: adolescentes de regiões periféricas da cidade- Local: a definir- Vagas: 20 por masterclass 4. Realização de material audiovisual(minidoc) sobre a montagem e suas respectivas etapas, a ser veiculado gratuitamente no canal do youtube da Casa de Artes Helena Kolody, com público estimado mínimo de 3000 pessoas. 5. Tradução em Libras para as 30 apresentações previstas no edital e também dos bate-papos posteriores às apresentações, promovendo assim a acessibildiade
Emerson Rechenberg - Ator • Jurado no Festival de Teatro dos Países do Mercosul – Mal.Cândido Rondon 98/99 • Jurado no Festival de Teatro Costa Oeste – Itaipulândia 1999 • Jurado no X e XV Festival de Teatro do Centro-Oeste - Guarapuava 2000/2005 • Jurado no I Festival de Teatro de Pato Branco – 2000 • Jurado no XXVI Festin – Etapa Teatro Nacional – Toledo 2001 • Jurado no I e II e III Ato de Piraquara – Festival de Teatro – 2001/2002/2003 • Jurado no III FESTTA – Festival de Teatro Amador de São Mateus do Sul 2003 • Jurado no FENATA– Festival Nacional de Teatro Amador – Ponta Grossa 2003/2007/2009 • Instrutor de Oficina Um outro olhar sobre o teatro/Novas abordagens 1997/1999 • Instrutor de Oficinas de Formação de Ator – Sec. Cultura/Pr e Cursos Livres 1996/2000 • Instrutor de Oficina Teatro Contemporâneo –Pato Bco/Umuarama/Jacarezinho 2000/2001 • Instrutor de Oficina de Interpretação – Francisco Beltrão – 2002 • Instrutor de Oficina de Direção Teatral – Piraquara/São Mateus do Sul/Umuarama 2002/2003 • Instrutor de Oficina de Direção Teatral - XIV Festival de Inverno da UFPR – Antonina 2004 • Participante do ECUM – Encontro Mundial de Artes Cênicas – BH 1998 • Gerente de Espaço no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - 1997/1998 • Coordenador do Projeto de Implantação de Grupo Teatral – Carlópolis/Pr 2002 • Coordenador da Programação Especial do Projeto Kafka - 1998 • Coordenador da II e III Mostra de Teatro da Faculdade de Artes do Pr 1995/1996 • Participante da Banca de Seleção do Vestibular da F.A.P. - 1999 • Palestrante de Aspectos de um Teatro Contemporâneo - Univ. do Amazonas – 2000 • Redator e apresentador do programa Coqueluche – Radio Cultura – Curitiba 2003 • Coordenador Artístico da Casa de Artes Helena Kolody – Curitiba – 2004/2023 • Ministrante de Oficina de Direção no FERA – Toledo 2005 • Ministrante de Oficina de Direção no Festival de Teatro de Cascavel/2006 • Coordenado de Curso de Direção, Produção e Dramaturgia – Projeto Caldeirão Cultural – Minc 2010/2011 • Ministrante de Oficina de Formação de Grupos – Sesc/Ponta Grossa 2012 • Coordenador do Projeto Sexta à Meia Noite – Fundação Municipal de Turismo – Ponta Grossa 2014/2015 • Técnico de Atividades – Apresentações Artísticas – Sesc Pato Branco – 2017 • Gerência e Coordenação do Teatro de Bolso – 2022/23 • Diretor e Coordenador do Grupo de Teatro Cidade de Ponta Grossa – 2022/23 • Produtor de espaço do Festival de Teatro de Curitiba – 2022 • Parecerista no Prêmio Aniceto Matti – Maringá – 2021 • Ministrante de Oficina "Direção Teatral" – Festival de Teatro de Campo Mourão - 2022 Natalie Fronczak - Atriz Natalie Fronczak atua como atriz profissional desde 2019 no audiovisual e palcos paranaenses (quando tirou seu DRT de atriz pela banca do SATED-PR). São inúmeras as campanhas publicitárias em seu currículo, destacam-se as de alcance nacionais, a campanha "Dúvidas" para o Banrisul em 2021 e a campanha de Páscoa para Snickers em 2023. No cinema sua estreia foi protagonizando Ana Letícia no curta-metragem "Coisas da Vida" de Isabela Cersosimo. Também deu vida à personagem Catarina no drama "O que Aconteceu com Catarina" de Lennon Augusto. Em 2022 se aventurou na Web série "Doze" (com estreia em 2024) com a divertida personagem "Bárbara", assim como também atuou em seu primeiro filme de época no curta-metragem "Julia da Costa" de Herminia Motta. Em 2023 voltou aos palcos com Geraldine Barclay na peça "O que o Mordomo Viu" de Joe Orton e direção de Emerson Rechenberg. Também protagonizou seu primeiro conteúdo de ficção científica vivendo Karen com o curta-metragem futurista "Um Casamento Artificial" de Raphael de Jesus. 2023 também foi sua estreia na categoria longa-metragem, com o drama/suspense "Amálgama" de Tiago Lipka, com a personagem Ângela. Licurgo Spínola - Diretor Licurgo iniciou sua carreira em 1989 no grupo de teatro TaNaHora da Puc/Paraná, onde ficou 5 anos trabalhando em diversas peças, se profissionalizando em 1993 pela banca do sated/pr. Em 1994 foi convidado a frequentar a oficina de atores da Rede Globo, sendo contratado pela emissora no ano seguinte. Desde 1995, esteve participando de novelas, séries, programas de humor e seriados em diversas emissoras. São mais de 33 anos de carreira como ator de tv, cinema e teatro. A partir do ano de 2004, iniciou um trabalho de oficinas de teatro com crianças na educação infantil, aulas de teatro juntamente com professores de portugues na criação coletiva de textos e cenas com os alunos. Esse trabalho foi realizado juntamente com a escola Ceat/rio, uma escola de excelência baseada nos princípios piagetianos. Licurgo desenvolveu muitas peças com as crianças até 2009 trabalhando com livros tipo; "Ludi vai a praia", "Ludi na revolta da vacina" e "Ludi na tv" de Luciana Sandroni, assim como poesias infantis de Vinicius de Moraes, além de textos inéditos criados em parceria com os alunos. Licurgo nomeou a oficina como "Teatro Identidade" e a partir de 2010 iniciou trabalhos com jovens em risco social. Executou oficinas com jovens em tratamento de dependência química, criando peças sobre o tema e levando para a comunidade assistir e debater sobre o assunto logo após as apresentações, em Maceió. Conseguiu levar a peça "Sem Fissura" para mais de 15.000 jovens da rede pública de ensino, fazendo apresentações em escolas, clubes, templos , igrejas e praças públicas. Desde então, Licurgo realizou oficinas com grande êxito, tais como: "Sou Gente Sim" com moradores de rua e albergados ( Semas/Maceió), "Liberdade, Liberdade"com jovens no programa liberdade assistida ( Semas/Maceió), campanhas contra exploração sexual de crianças e adolescentes ( Ministério Público Estadual/Alagoas), campanha contra o uso de drogas (prefeitura de Belo Jardim/PE), identidade indígena na tribo krenak de Minas Gerais, campanha de incentivo à leitura nas escolas da rede pública, campanha pela paz em escolas públicas e em torcidas organizadas de futebol, oficinas de teatro em rede pública contra o bullying, entre outras mais. Já são mais de 14 anos da existência das oficinas "Teatro Identidade". Em 2013, Licurgo aproveitando de sua experiência de ator e diretor de oficinas, dirige sua primeira peça profissional, a comédia "Nunca Abra a Porta Depois da Meia-noite", uma adaptação teatral do filme " o Corujão e a Gatinha", estreada no teatro Botafogo/Rio. Em 2017 faz sua segunda direção teatral profissional, "O Boca do Inferno", peça baseada na obra satírica de Gregório de Mattos apresentada no teatro Parque das Ruínas no Rio e também no teatro Gregório de Mattos em Salvador. Em 2018 faz a supervisão artística da comédia "Angelus Mortem" em Curitiba no teatro Mini Guaíra. Em 2017, também fez a direção artística do show "de Gonzaga a Dominguinhos" com apresentação de mais de 10 artistas, coral e orquestra sinfônica no teatro Gustavo Leite em Maceió, para mais de 1200 pessoas. Licurgo também dirigiu clipes musicais de grande relevância como: "Desarme-se" ( campanha a favor do desarmamento realizado com artistas locais e crianças quilombolas), clipe "Aquela Que Te Ama" de Pollyanna Maria e "O Ó do Bobó" de Wilma Araújo. Em 2022, fez a direção da peça "Dóceis", uma adaptação do conto "Uma Criatura Dócil" de Dostoiévski no teatro de Bolso de Curitiba. Também realizou duas oficinas de resgate de auto estima, uma com a temática bullying nas escolas e a outra na questão de busca da sua identidade social com jovens moradores do antigo lixão na vila Emater2, ambas em Maceió.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.