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PRONAC 2415973Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

14º Diário Contemporâneo de Fotografia - 2025

27.742.692 JOSE MARIANO KLAUTAU DE ARAUJO FILHO
Solicitado
R$ 998,6 mil
Aprovado
R$ 998,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O 14º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (DCF) reúne obras de fotografia, vídeo, instalações e projeções de artistas brasileiros e residentes no Brasil, explorando o tema "O rio que sou não sei ou me perdi." A edição de 2025 ocorrerá na Usina Progresso, em Belém do Pará, transformando o espaço em um laboratório urbano com três exposições principais, prêmios de aquisição e uma programação educativa voltada para a formação cultural e pesquisa em artes visuais.

Sinopse

O 14º Diário Contemporâneo de Fotografia traz uma exposição fotográfica, que se propõe a explorar temas de grande relevância socioambiental, conectando a arte fotográfica com a reflexão sobre a natureza, o espaço urbano e a cultura amazônica. Com o tema "EMERGÊNCIAS – O rio que sou não sei ou me perdi", a edição se alinha ao debate sobre o meio ambiente urbano e as tensões culturais e sociais da cidade de Belém, especialmente no contexto da COP 30. O projeto é composto por exposições, seminários, palestras, oficinas e intervenções artísticas, distribuídos ao longo de dois meses, criando um espaço de intercâmbio cultural e de diálogo entre artistas, pesquisadores e o público em geral. A programação inclui a mostra principal, “EMERGÊNCIAS”, com uma seleção de trabalhos documentais sobre temas ambientais e sociais; uma exposição especial da fotógrafa paraense Leila Jinkings, cujas obras trazem à tona questões políticas e sociais; e a intervenção “Cidade Floresta”, de Miguel Chikaoka, que promoverá oficinas de mapeamento e exploração do ambiente natural no espaço urbano das ruínas da Usina Progresso. Classificação Indicativa Livre.

Objetivos

Objetivo Geral - Fomento à cultura e preservação do patrimônio com exposições e intervenções urbanas em Belém do Pará, valorizando a história e o patrimônio arquitetônico da Usina Progresso, o que contribui para a preservação cultural e artística da cidade e fortalece a identidade amazônica e brasileira. - Incentivo à reflexão sobre temas relevantes ao desenvolvimento sustentável, abordando, por meio das exposições fotográficas e das obras de arte, questões ambientais e sociais que incentivam o público a refletir sobre a crise ambiental urbana, especialmente no contexto amazônico e em alinhamento aos compromissos da COP30. - Formação e educação pela arte ao realizar uma programação educativa que inclui oficinas, palestras e workshops para estudantes e professores da rede pública, promovendo o acesso à cultura e à educação artística com foco na sensibilização para temas ambientais e culturais. - Democratização do acesso à cultura tornando a arte acessível a diversas faixas etárias e a diferentes públicos, incluindo comunidades urbanas e ribeirinhas, ampliando a participação cidadã e o acesso às manifestações culturais através da fotografia e de atividades formativas. - Apoio a artistas nacionais ao conceder prêmios e fomentar a participação de artistas de todo o Brasil, incentivando a produção nacional e promovendo a diversidade cultural e criativa com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento artístico profissional. Objetivos Específicos: Produto: Exposição - Realizar a 14º edição do Diário Contemporâneo de Fotografia - TEMA: EMERGÊNCIAS _ O rio que sou não sei ou me perdi, com a participação de 30 artistas, sendo 15 selecionados e 15 convidados, com aproximadamente 100 trabalhos a serem montados no piso térreo da ocupação Usina Progresso _ parte edificada de 2 andares e coberta. Poderão participar trabalhos sob a forma de Prêmio Aquisição por meio de edital. Espera-se 5.000 visitantes no total. Como medida de ampliação do acesso, a mostra será convertida para o formato virtual. São esperadas 1.500 visualizações. Produto: Oficina - Realizar 2 oficinas gratuitas para 200 estudantes de artes visuais, pesquisadores em arte e artistas, entre outros interessados, que propõem o processo artístico voltado para as questões sobre cidade, meio ambiente e poéticas urbanas. - Realizar o Ciclo de Debate "Arte, Cidade e Ecossocialismo" com participação de artistas, pesquisadores e filósofos da teoria política formado por 3 núcleos de discussão com a participação de 9 palestrantes nacionais e 1 Conferência de Abertura com um teórico estrangeiro em encontros presenciais com difusão online. Espera-se atingir um total de 200 pessoas com a ação.

Justificativa

O 14º Diário Contemporâneo de Fotografia é uma oportunidade de destacar a rica produção fotográfica do Pará, especialmente em Belém. Desde os anos 1980, a fotografia paraense se consolidou como uma força significativa na arte contemporânea brasileira, refletindo a diversidade cultural e as experiências coletivas da região. O projeto se insere nesse contexto ao proporcionar um espaço para a circulação de obras e a troca de experiências entre artistas, promovendo um ambiente fértil para a criação e a reflexão. Nesta edição, o tema "EMERGÊNCIAS _ O rio que sou não sei ou me perdi" foca nas interseções entre meio ambiente e urbanidade, ressaltando a cidade como um ecossistema em crise. Essa abordagem não apenas contextualiza as questões ambientais, mas também valoriza as vozes de artistas cujas origens estão conectadas tanto à floresta quanto às periferias urbanas. Assim, o projeto se torna um palco para a discussão sobre quem são os verdadeiros guardiões das florestas e da cidade, promovendo um diálogo sobre a posse cultural e política dos territórios. O Diário Contemporâneo de Fotografia também se compromete com a educação e a formação cultural. As palestras, oficinas e workshops realizados em parceria com escolas públicas do ensino médio garantem que crianças e adolescentes tenham acesso a conhecimentos que ampliam sua visão sobre a linguagem fotográfica. Essa integração com a comunidade não só fortalece o circuito artístico local, mas também incentiva a participação ativa dos jovens na construção de sua própria narrativa cultural. Com um circuito artístico dinâmico em Belém, que inclui museus, galerias e espaços expositivos, o projeto atua como um catalisador para o desenvolvimento e a visibilidade da fotografia como forma de arte. A criação da Coleção DCF de Fotografia e a colaboração com curadores convidados demonstram a abertura e o amadurecimento do projeto, ampliando a participação de produções contemporâneas e reforçando seu papel como referência na arte fotográfica brasileira. Por meio de suas atividades e propostas curatoriais, o Diário Contemporâneo de Fotografia fortalece a conexão entre a arte e as questões sociais contemporâneas. Ao abordar temas urgentes e relevantes, como a crise ambiental e a identidade cultural, o projeto contribui para a reinvenção e a superação cultural da região. Essa iniciativa se configura como um marco para o reconhecimento e a valorização da arte visual no Pará, consolidando a cidade como um espaço de criatividade e reflexão crítica. O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprir com essas finalidades, ele se enquadra, também, nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

PASSAGENS AÉREAS São Paulo ( SP ) - Belém ( PA ) - Ida e Volta - 10 pessoas - Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Rio de Janeiro ( RJ ) - Belém ( PA ) - Ida e Volta - 10 pessoas - Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Porto Alegre ( RS ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Fortaleza ( CE ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Belo Horizonte ( MG ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Brasília ( DF ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades.

Especificação técnica

Proposta Museográfica e Planos Pedagógicos em anexo.

Acessibilidade

Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A exposição será realizada em espaços adequados para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de rampas de acesso, sinalizaçã, piso tátil, etc. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Será realizado treinamento à equipe dos eventos sobre como atender e interagir adequadamente com pessoas com deficiência visual, garantindo uma recepção amigável e acessível. Além de orientar que os profissionais ofereçam descrições e adaptações que permitam que participantes com deficiência visual possam seguir as atividades. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As obras da exposição serão descritas detalhadamente e interpretadas em Libras, com disponibilização na plataforma do projeto. Produto: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Será realizada em espaços adequados para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de rampas de acesso, banheiros para PCD, etc. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Será realizado treinamento à equipe dos eventos sobre como atender e interagir adequadamente com pessoas com deficiência visual, garantindo uma recepção amigável e acessível. Além de orientar que os profissionais ofereçam descrições e adaptações que permitam que participantes com deficiência visual possam seguir as atividades. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Haverá presença de Intérprete de Libras.

Democratização do acesso

Considerando que todas as atividades do projeto são gratuitas, ele está em conformidade com o artigo 29 da Instrução Normativa MINC Nº 11, de 30 de janeiro de 2024, a saber: Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em complemento, o projeto adotará as seguintes medidas de acessibilidade, conforme prevê o art. 30 da IN vigente: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; *MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO VÁLIDAS PARA TODOS OS PRODUTOS DO PROJETO.

Ficha técnica

José Mariano Klautau de Araújo Filho - Proponente/Coordenador Geral Artista, pesquisador em arte e fotografia, curador independente e professor na Universidade da Amazônia. PhD em Artes Visuais na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, ECA/USP. Mestre em Comunicação e Semiótica na PUC/SP. Curador do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, Belém desde 2010. Atuou como curador convidado e Consultor de Fotografia na Pinacoteca de São Paulo (2016-2017), onde foi curador da exposição “Antilogias: o fotográfico na Pinacoteca”. Participa de diversos projetos de fotografia e arte no Brasil, como festivais de fotografia, seminários de arte e curadoria. Participa de projetos de publicação como “O Poder da Multiplicação” do Instituto Goethe em Porto Alegre, em 2018; organizou e escreveu textos para “Antilogias: O Fotográfico na Pinacoteca” publicação de exposição homônima que teve sua curadoria: publicou artigos em periódicos importantes como “Concinnitas” da UFRJ, “Porto Arte” da UFRGS e “ARS” da Escola de Comunicação e Artes da USP. Participou do projeto “1CuradorX1Hora” do curador carioca Raphael Fonseca sobre os principais curadores no Brasil. Como artista, ele participou de várias exposições, como “+100 = 22/Quantos Patos na Lagoa?” na Galeria b_arco – SP (2022), “Arte Pará: Uma história da videoarte na Amazônia(Episódio 1): Pará”, “Triangular: arte deste século” - Casa Niemeyer – Brasília – DF (2019/2020), “Feito poeira ao vento: fotografia na coleção MAR” (MAR, 2017-2018), “Cidades invisíveis” – MASP – SP (2014), Bienal del Fin Del Mundo – Ushuaia – Argentina (2007), “Desindentidad” – IVAM – Valência, Espanha (2006), IX Bienal de Habana (2006) entre outras. Seus trabalhos fazem parte dos seguintes acervos: MAM-SP, MASP (Coleção Pirelli), Museu do Estado do Pará, Museu da Fotografia de Curitiba, Museu da UFPa, Museu Casa das Onze Janelas, Coleção Joaquim Paiva entre outras. O proponente será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica de Coordenador Geral. Jamillie Pinheiro Dias - Curadora Convidada Jamille é professora de Humanidades Ambientais no Instituto de Línguas, Culturas e Sociedades (ILCS) da Escola de Estudos Avançados (SAS) da Universidade de Londres. Anteriormente, na University of Manchester, foi pesquisadora associada do projeto Culturas do Antirracismo na América Latina, financiado pelo Conselho de Pesquisa em Artes e Humanidades do Reino Unido. É também colaboradora do Amazon Lab, iniciativa da Universidade de Duke. Seus estudos envolvem questões ambientais, produção cultural amazônica, artes indígenas e estudos da tradução na América Latina, com foco no Brasil. Miguel Chikaoka - Direção Executiva Fotógrafo e educador, vive e trabalha em Belém desde 1980, onde fundou a Associação Fotoativa e a Agência Kamara Kó Fotografias. Suas obras transitam entre imagens, instalações e objetos de caráter conceitual, pautados na experiência de religação dos sentidos. Desde a sua instalação em Belém, Chikaoka se destacou como um dos mais empenhados e singulares professores e curadores de fotografia do país, tendo exercido profunda influência sobre toda uma geração de fotógrafos paraenses graças a iniciativas como o Foto-Varal (que promovia exposições alternativas em locais públicos) e o grupo Fotoativa, que fundou em 1983 e foi transformada em associação em 2000, continuando em funcionamento até os dias de hoje. Possui obras nos acervos da Coleção Pirellli/MASP de Fotografia (São Paulo), da Fundação Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro) e do AMA (Washington), Museu de Arte do Rio – MAR, Museu Casa das Onze Janelas, Museu de Fotografia de Fortaleza etc. Recebeu em 2012 o Prêmio Brasil Fotografia e a Comenda da Ordem da Mérito Cultural, pela sua contribuição à fotografia brasileira. Deborah Araújo - Assessora de Imprensa Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Pará - UFPA em 2014 e possui uma especialização em Gestão Estratégica de Marketing pelo Centro Universitário SENAC em 2022. Atualmente, é coordenadora de Comunicação na UPbio Soluções Ambientais desde fevereiro de 2023. Anteriormente, atuou como analista de Comunicação na mesma empresa de julho de 2021 a dezembro de 2022, e também como assessora de imprensa para a Virada Cultural Amazônia de Pé de agosto a setembro de 2022. Além disso, teve experiências como criadora e estrategista de conteúdo na Agência TUDE de fevereiro de 2020 a dezembro de 2021, redatora na Enter Agência Digital de maio de 2020 a março de 2021, assessora de Comunicação do II FEMMEFEST - As Três Marias de janeiro a março de 2021, assessora de Comunicação do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia de janeiro de 2014 a dezembro de 2020, e trabalhou em planejamento na Enter Agência Digital de janeiro a março de 2020 e na Agência Trato Marketing de julho a outubro de 2019. Anteriormente, também foi assessora de imprensa da Exposição "Geografia do Espelho" de novembro de 2018 a janeiro de 2019, e assessora de imprensa da Universidade da Amazônia e Faculdade Maurício de Nassau - Belém de janeiro a maio de 2017. Irene Almeida de Almeida - Produtora e Oficineira Graduada em Pedagogia pela UEPA (1998), MBA em Cerimonial, Protocolo e Eventos - IESAM (2009). Iniciou seus estudos de fotografia em 1996, em oficinas da Fundação Curro Velho e Associação Fotoativa. Participou de diversas exposições coletivas, entre elas: “Fotoativa Pará Cartografias Contemporâneas”, Sesc São Paulo (2009); "Indicial" – Sesc Boulevard - Belém/PA (2010); 3o Salão da Vida – artista convidada (2010); “A Arte da Lembrança – a saudade na fotografia Brasileira”, seguintes locais: Itaú Cultural (SP) – Janeiro de 2015. Itinerância: Janeiro de 2016 no MAC-CE (Museu de Arte Contemporânea do Ceará). Agosto de 2016 - no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. Outubro de 2016, Salvador (BA) na Fundação Gregório de Mattos - Galeria da Cidade (Teatro Gregório de Mattos) e Galeria Juarez Paraíso (Espaço Cultural da Barroquinha). Exposição “Atravessamentos: Fotoativa ontem e hoje - Sesc Sorocaba (2018) e Sesc Ribeirão Preto (2019). Realizou a individual “Transitório”, no Espaço Cultural Conselheira Eva Andersen Pinheiro MPC (2012). Junto com Camila Fialho atuou comocuradora da mostra expositiva Atravessamentos, da Associação Fotoativa, no Cdf - Centro de Fotografia de Montevideo (2019). No projeto Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, atua na produção e assistência de Curadoria (2010 a 2021). Atualmente compõe o núcleo gestor da instituição de 2017 a 2020 e de 2021 a 2023 na gestão como presidenta da Associação Fotoativa. Atua também como fotojornalista desde 2014 no Jornal o Diário do Pará e como arte educadora em fotografia em instituições públicas e privadas com público diverso.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.