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O projeto "Amazônia Recicla" visa criar uma exposição artística na cidade de Belém através da reciclagem e reutilização de resíduos sólidos, como materiais expressivos e criativos. Unindo a arte e a sustentabilidade na promoção da reflexão. Com uma exposição interativa, oficinas educativas e um minidocumentário sobre o trabalho das mulheres catadoras, a proposta incentiva a preservação ambiental e valoriza a cultura local. Desta forma, os produtos culturais que compõem essa proposta são: Exposição, oficina, documentário.
O projeto Amazônia Recicla apresenta uma exposição artística interativa que utiliza resíduos sólidos como base para a criação de obras de arte, buscando conscientizar o público sobre a importância da reciclagem e da preservação ambiental. Através de instalações sensoriais e atividades educativas, o público será convidado a refletir sobre o impacto do consumo e o papel transformador da arte na construção de um futuro mais sustentável. Além da exposição, serão realizadas oficinas e um documentário, ampliando o alcance da iniciativa e promovendo o engajamento social em torno do tema.
Objetivos Geral O projeto tem como objetivo principal criar uma exposição artística através da reciclagem e reutilização de resíduos sólidos, como materiais expressivos e criativos. A exposição interativa e oficinas culturais promovem práticas sustentáveis e valorizam o trabalho das mulheres catadoras. Além disso, destaca a preservação da Amazônia e incentiva a reciclagem, especialmente entre as futuras gerações. Atendendo assim ao inciso I do artigo 3, do decreto 11.453 que diz: "valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão", ao inciso II "estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira". Objetivos Específicos: 01) Produto Exposição: A Exposição Amazônia Recicla é uma mostra artística interativa que reúne 40 obras de 9 artistas dos estados da Amazônia Legal. Ela ficará em Belém por 30 dias e espera-se beneficiar em média 100 pessoas por dia, ao todo 3000 pessoas. Será fechada uma parceria com escolas públicas para levarem seus alunos. A comprovação do público será feita através de lista de presença, fotos e vídeos. 02) Produto Oficina: 30 Oficinas de Instrumentos Musicais com Materiais Reciclados serão realizadas ao longo de 30 dias, para em média 50 alunos por turma, beneficiando um total de 1.500 alunos de escolas públicas, com idades entre 8 e 14 anos, promovendo o reaproveitamento criativo e a educação ambiental de forma lúdica e interativa. A comprovação do público será feita através de lista de presença, fotos e vídeos. 03) Produto documentário: Será produzido um documentário retratando a realidade e a importância das trabalhadoras que recolhem resíduos, destacando suas histórias e desafios. O documentário será exibido na própria exposição, disponível para o público com fones de ouvido, e acompanhado por uma mostra fotográfica. Almeja-se atender a um público total de 3000 pessoas. A comprovação do público será feita através de lista de presença, fotos e vídeos
O Instituto Amazônia do Amanhã (ICAA), criado há 8 anos pela jornalista e empreendedora social Liane Gaby, é uma organização sem fins lucrativos comprometida com o fomento e a preservação do patrimônio cultural e da sustentabilidade da Amazônia. Os projetos do ICAA buscam gerar oportunidades que empoderem os povos da região, que compartilhem democraticamente a arte e a cultura e que contribuam na construção de um legado à sociedade. Esta iniciativa artística se destaca por seu impacto cultural ao abordar a problemática dos resíduos sólidos por meio da arte, promovendo uma conscientização ambiental profunda e transformadora. A exposição interativa, composta por 40 obras de artistas dos nove estados da Amazônia Legal, utiliza linguagens como fotografia, videomapping e instalações para instigar uma reflexão coletiva sobre o passado, presente e futuro da região amazônica. Ao unir arte e meio ambiente, o projeto vai além da simples reciclagem, oferecendo uma nova perspectiva sobre a sustentabilidade e ressaltando a força da cultura como meio de transformação social. A valorização das manifestações artísticas regionais, aliada à urgência de preservar o patrimônio natural, eleva a relevância deste projeto para o público e para a sociedade brasileira. Ademais, ao promover a inclusão de mulheres catadoras no documentário e nas mostras fotográficas, a iniciativa humaniza essas figuras essenciais no processo de reaproveitamento de resíduos, conectando seus trabalhos invisíveis ao universo das artes. Através desse diálogo entre arte, meio ambiente e sociedade, o projeto fortalece o papel da cultura como agente de mudança e contribui diretamente para a democratização do acesso à arte e à educação ambiental. Assim, a Lei Rouanet torna-se fundamental para viabilizar esta proposta, que não só engrandece o patrimônio artístico e cultural do Brasil, mas também empodera comunidades marginalizadas e promove práticas de sustentabilidade. Detalhamento dos produtos culturais que compõem a proposta: Produto Exposição: A Exposição Amazônia Recicla é uma mostra artística interativa que reúne obras de artistas dos 9 estados da Amazônia Legal, abordando a conscientização sobre a destinação correta de resíduos sólidos e a sustentabilidade. Com linguagens como fotografia, videomapping e instalações, a exposição busca sensibilizar o público sobre os impactos ambientais na Amazônia. Durante 30 dias, cerca de 3000 alunos de escolas públicas, além do público geral, terão acesso gratuito à exposição, promovendo a reflexão e o engajamento com questões ambientais através da arte. Produto Oficina de Instrumentos com Materiais Recicláveis: As Oficinas de Instrumentos Musicais com Materiais Reciclados são atividades educativas e práticas que ocorrem após a visitação dos alunos à exposição. Com foco em incentivar a criatividade e a conscientização ambiental, os participantes aprendem a confeccionar instrumentos musicais utilizando materiais recicláveis, enquanto são introduzidos aos conceitos de reciclagem e sustentabilidade. Ao longo de 30 dias, serão realizadas 30 oficinas, beneficiando um total de 1.500 alunos de escolas públicas, com idades entre 8 e 14 anos, promovendo o reaproveitamento criativo e a educação ambiental de forma lúdica e interativa. Produto Documentário:O Minidocumentário sobre as Mulheres Catadoras retrata a realidade e a importância dessas trabalhadoras na cadeia de reaproveitamento de resíduos sólidos, destacando suas histórias e desafios, muitas vezes invisíveis à sociedade. O documentário será exibido na própria exposição, disponível para o público com fones de ouvido, e acompanhado por uma mostra fotográfica que humaniza e valoriza o papel dessas mulheres. Ao longo de 30 dias, o documentário será assistido por aproximadamente 3000 visitantes, incluindo estudantes e o público em geral, promovendo a empatia e o reconhecimento social dessas figuras essenciais. Tudo isso está sendo viabilizado para atender os seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Estes incisos são alcançados pois o projeto oferecerá todas as suas ações gratuitamente, tanto para os alunos da oficina, como para o público da exposição. Considerando a aplicabilidade do Art. 3°, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto vincula-se a: II - fomentar à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estimular ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. A realização deste projeto com a qualidade e excelência com as quais vem sendo planejado só é possível através do Mecanismo Incentivo Fiscal, pois, infelizmente não possuímos os recursos necessários para realizar a exposição, as oficinas e o documentário, organizar e gerenciar todas as demandas do projeto, divulgar, e arcar com todos os custos referentes à logística, equipe e equipamentos necessários para a realização do projeto. Garantimos a utilização dos recursos exclusivamente na realização deste projeto. Por estes motivos, a Lei de Incentivo à Cultura é a única forma de executar este projeto como vem sendo planejado e promover o acesso dele e da cultura à população a quem o projeto se destina.
Mensuração de 08 trechos ida e 08 trechos volta (voos nacionais e internacionais) para a realização da exposição (Rio Branco, Manaus, Macapá, São Luís, Cuiabá, Porto Velho, Boa Vista e Palmas.)
Local: Belém, Pará Público estimado: 3.000 pessoas durante o evento Atividades que compõe a exposição artística interativa:Instalações artísticas (Esculturas e pinturas).Videomapping.Realidade Virtual.Arte sonora.Documentário.Oficina. Duração: Exposição de 30 dias com participação gratuita
PRODUTO EXPOSIÇÃO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: serão selecionados espaços parceiros para acontecerem as atividades que já tenham corrimões, rampas e elevadores. Não haverá custos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O espaço estará devidamente sinalizado com placas em braile. Item orçamentário: Sinalização e recepcionista. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as atividades terão intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete libras. O espaço estará devidamente sinalizado. Item orçamentário: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: será contratado um monitor especializado para auxiliar os alunos que necessitem. Item orçamentário: monitor PRODUTO OFICINA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: serão selecionados espaços parceiros para acontecerem as atividades da oficina, que já tenham corrimões, rampas e elevadores. Não haverá custo ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as atividades formativas terão narradores de audiodescrição. Item orçamentário: Narrador audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as atividades formativas terão intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: será contratado um monitor especializado para auxiliar os alunos que necessitem. Item orçamentário: monitor PRODUTO DOCUMENTÁRIO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: serão selecionados espaços parceiros para acontecerem as atividades da oficina, que já tenham corrimões, rampas e elevadores. Não haverá custo ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as atividades formativas terão narradores de audiodescrição. Item orçamentário: Narrador audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as atividades formativas terão intérprete de libras. Item orçamentário: Intérprete libras, legenda descritiva, ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não se aplica.
Este projeto foi desenvolvido de forma a democratizar o acesso de seus produtos culturais para diversos públicos, seguindo as orientações do art. 29 da IN nº 01/2024 conforme o inciso I: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Todos os produtos disponibilizados para o público participar das ações do projeto serão destinados gratuitamente ao público alvo. Serão disponibilizados 10% dos ingressos aos patrocinadores, incentivadores e doadores que serão convidados a comparecer ao festival. Serão disponibilizados 10% dos ingressos para nossa equipe de colaboradores. Também atenderá ao art. 30 da IN nº 01/2024, no que estabelece os incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Este projeto pretende beneficiar em média 3000 pessoas, que poderão ser beneficiadas com as oficinas, ou participando do evento presencial que será a mostra/festival. Todas estas ações serão destinadas ao público de forma 100% gratuita.
O Instituto Cultural Amazônia do Amanhã foi criado com o intuito de desenvolver ações que preservem e promovam o patrimônio cultural da região da Amazônia, uma das mais importantes do país, cobrindo 61% do nosso território e abrigando mais de 24 milhões de brasileiros. Porém, a mesma região, mesmo diante de tamanha diversidade e riquezas naturais e culturais, enfrenta grandes dificuldades nos indicadores de Desenvolvimento Humano, com esse índice chegando à 0,667 na região Norte no país, comparado à 0,754 da média brasileira. Além disso, os dez municípios com os piores IDH estão na região Norte. Diante desse cenário, o ICAA busca agir através da colaboração e engajamento de diferentes atores da sociedade para promover a cultura da região Amazônia, contribuindo para um melhor amanhã para a região e seu povo. Liane Gaby - Coordenadora Geral Atua no mercado empresarial há 23 anos. Possui vasta experiência nas áreas de Comunicação cultural e empresarial; assessoria de imprensa; eventos corporativos; marketing político; media training; gerenciamento de crises e consultoria em comunicação. Com habilidades em formação de equipes de alta performance, é diretora do Departamento de Ação Cultural da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel). Fez parte do Comitê Belém 400 anos, responsável por planejar, organizar e captar recursos, durante 12 meses, para a realização das festividades que marcaram os 400 anos de Belém, em 2015. Atuou como coordenadora regional da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), diretora da Gaby Comunicação, empresa referência no Estado do Pará com extenso e significativo portfólio de clientes atendidos; com destaque para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA); Petrobras; Transpetro; Vale; Alcoa; Boulevard Shopping; Parque Shopping; Associação Comercial do Pará (ACP); Mc Donalds; Agropalma; Sebrae Pará; Banco da Amazônia; Banco do Brasil; Caixa Econômica Federal; Cyrela Brazil Realty; OI; Claro; TIM; Natura e Listel. A todos os clientes são oferecidos serviços de consultoria na área de projetos culturais; consultoria e assessoria em responsabilidade social; assessoria de imprensa; eventos corporativos; publicidade; produção de conteúdo; interatividade, além de redes sociais e endomarketing. Luis Fernando Machado - Coordenador de Comunicação É especialista em Territórios Amazônicos com ênfase em Comunicação Científica, pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará. Atua na área da Comunicação há mais de anos. Iniciou a carreira em 2011, na Rádio Cultura FM, onde teve experiências como chefe de reportagem, repórter, apresentador, editor e produtor. Já em televisão, passou pela TV Cultura do Pará e TV Liberal, afliada TV Globo, ambas em Belém. Em Santa Catarina foi repórter da NSC TV, afiliada TV Globo. Na área do Comunicação Coorporativa atendeu clientes regionais e nacionais como: Unimed Belém; Japan House; Boulevard Shopping Belém (Allos); McDonalds. Lívia Condurú – Diretora Artística Idealizadora e diretora executiva da Bienal das Amazônias, é Mestre em Artes, pela Universidade Federal do Pará, onde desenvolveu pesquisa sobre políticas públicas para a cultura no norte do Brasil. Atua há quase duas décadas como produtora cultural na Amazônia, elaborando e desenvolvendo ações socioculturais e em comunicação para e em parceria com as empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Mercado Livre, Vivo, Claro, Hydro, Vale, MRN, Fundo Vale e Natura. Sandro Santarém – Produtor Executivo Sandro Santarém é produtor Executivo da Samel Produção, é projetistas, professor e cantor. Teve como clientes o Parque Shopping, Boulevard Shopping, Equatorial Energegia, Hydro,Varanda de Nazaré e Gaby Comunicações. Trabalhou para vários artistas paraense como, Dayse Addario, Zarabatana Jazz, Àlibi de Orfeu, Ellie Valente, Wael Dou, Liege, Livia Mendes, Ed Vianna, Maria Mariane e Orquestra Filma. Produziu eventos como Casamento da cantora Gretchen com o músico Esdras de Souza, produziu o projeto Gastrônomia do Amanhã e Projeto Pipas da Equatorial Energia . Atualemte Sandro é produtor do cantor e apresentador Jeff Moraesm, Gigi Furtado e da cantora Naieme. Trabalha em projetos da Gaby comunicação em ações de desenvolvimento sociais e artísticos. Walda Marques – Curadoria Walda Marques é fotógrafa, produtora e técnica em publicidade, além de maquiadora e autora de seis livros. Ela recebeu a comenda de honra ao mérito do Governo Federal pela construção do Projeto Senhora Raiz. Com vasta experiência em fotografar projetos de música e teatro, também atua em direção de arte e direção de desfiles. Walda já monitorou vários cursos de fotografia, sendo o último para a Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará.
PROJETO ARQUIVADO.