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O projeto consiste na realização da exposição "Entranhas Abertas" da Artista Livia Moura no Paço Imperial a cidade do Rio de Janeiro com duração de dois meses. . Publico estimado 10.000 pessoas
Apresentação: "Entranhas abertas” é uma encantaria de proteção e celebração do corpo de Nhandesy. Nhandesy, na cultura guarani nhandeva, é o próprio chão que nos sustenta, é um corpo de uma mulher, o corpo da Mãe Terra, o corpo- território. Essa exposição é u convite para adentrar as entranhas desse corpo num percurso de reencantamento. O público irá atravessar um parto, adentrando num primeiro ambiente que sugere uma fecundação/gestação (instalação) e desemboca num segundo ambiente que sugere nascimentos/criações (pinturas). Não há divisão entre os ambientes. Ambiente 1) Misericórdia: Ao adentrar no espaço expositivo, o público irá atravessar uma instalação toda feita com lã de carneiro tingida de azul. No centro do espaço se encontra um saco amniótico apoiado no chão conectado por um cordão umbilical a uma placenta flutuante. No teto estarão penduradas tiras de lã feltrada com as pontas tingidas de azul, formando um ambiente acolhedor em torno do útero de lã, como um céu ou uma chuva “caindo” sobre o público. Nesse ambiente um som mântrico acompanha a voz de Raiane Benites Samaniego que conta sua versão da queda do céu sob o ponto de vista feminista guarani nhandeva. Descrição técnica: Essa instalação será construída por Lívia Moura em parceria com a Cooperativa da Lã Mulheres Rurais da Montanha. A instalação será feita com diversas técnicas de lã - tecelagem, crochê, tricô, tufting e feltragem. As mulheres da Cooperativa serão convidadas e co-criar as formas e desenhos da instalação junto com a artista. O saco amniótico terá cerca de 2m de diâmetro e irá formar uma espécie de cama-útero que estará conectada por um cordão umbilical a uma placenta presa no teto por fios de nylon. No teto desse espaço serão penduradas também 300 tiras de feltro de lã com largura 8cm e comprimentos diversos - entre 50cm e 3m. A ponta dessas tiras será tingida de azul. Ambiente 2) Cosmogonias: No segundo ambiente, a artista apresenta 6 pinturas em grandes formatos - 1) 2,6mx4m , 2) 2,4mx3m , 3) 2mx2,4m, 4) 1,5mx4m , 5) 1,2m x 3m e 6) 1,2 mx2m - feitas com geotintas - pigmentos minerais - e corantes vegetais extraídos na região das Terras Altas da Mantiqueira. As pinturas, como pode ser visto nas páginas à seguir, sugerem cosmogonias, formas orgânicas, brotos, movimentos macro e microcósmicos, geografias, entranhas, rizomas e ritmos biológicos. Justificativa: A exposição "Entranhas Abertas" é um convite para entrar no ventre da Mãe Terra e nas veias abertas da América Latina no sentido tanto concreto quanto simbólico. A exposição será toda confeccionada por Lívia Moura em parceria com a Cooperativa da Lã Mulheres Rurais de Montanha com materiais naturais e processos artesanais tradicionais. Essa cooperativa é organizada pela artista na região onde mora, as Terras Altas da Mantiqueira. Além da Cooperativa, a artista organiza também um Ponto de Cultura Mineira - Vendo Ações Virtuosas - que promove o resgate de antigas tradições através do empoderamento das subjetividades, do sentimento comunitário e a soberania econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade. Tanto a escultura, a instalação, quanto as pinturas são um resgate de técnicas ancestrais de conexão com o próprio território brasileiro, seu rico patrimônio cultural imaterial e seus abundantes recursos naturais. . Os 2 ambientes integram linguagens; pintura, narrativa sonora, escultura e instalação, num percurso poético, político e espiritual sobre a potência do corpo- território da "mulher-biosfera" brasileira. Essa exposição é fruto do diálogo entre a artista Lívia Moura (artista carioca, empreendedora social e mãe solo) com seu orientador do doutorado, Luiz Guilherme Vergara (curador e professor da Universidade Federal Fluminense), Raiane Benites Samaniego (professora de educação ambiental e feminista guarani) e a Cooperativa da Lã Mulheres Rurais da Montanha. Na abertura da exposição, a artista, o curador,, Raiane Benites Samaniego e algumas mulheres da Cooperativa farão uma roda de conversa sobre suas lutas e ativismos, entrelaçando o corpo feminino, o corpo da mãe e o corpo da Terra. Entranhas Abertas apresenta as riquezas dos pigmentos minerais e vegetais do Brasil numa estética latino-americana que remete ao barroco carnavalesco. Esta exposição levanta uma reflexão decolonial sobre as veias/feridas abertas da América Latina e do corpo da mulher como produtora de comodities. Entretanto, tanto o processo de confecção da obra quanto a exposição celebram a reedição de uma po(ética) ancestral de manutenção da vida através de processos artesanais, cooperativos, feministas, comunitários, éticos e sustentáveis. Misericórdia, o primeiro ambiente, é uma encantaria de proteção para o útero ferido da Mãe Terra. Misericórdia em sua origem hebraica significa “voltar ao ventre materno” e, nesse espaço, o azul anil vegetal desempenha um papel espiritual de proteção celestial. Para muitas tradições sincréticas e afrobrasileiras o anil foi usado como elemento de limpeza, proteção e afastamento dos maus espíritos. Nesse ambiente, o Céu - as tiras penduradas no teto com tingimento azul nas pontas- fecunda a Terra - o saco amniótico e a placenta - tingindo a sua lã branca de azul. As tiras tingidas com anil vegetal se apresentam, portanto, como um céu de proteção caindo sobre o útero da Mãe Terra. Essa “narrativa” que ocupa o espaço material do primeiro ambiente se completa com o áudio de Raiane Benites Samaniego sobre a queda do céu e a necessidade de integração entre o feminino e o masculino. Segundo Samaniego, Nhanderu (o céu) pode cair sobre Nhandesy (a Terra) caso os homens não consigam controlar seu sangue quente. O fogo em excesso seria a fúria de Nhanderu que pode cair sobre a Terra, queimando-a. Na sua tradição, se diz que os homens tem o sangue quente por não menstruarem e, por conta disso, devem fazer 3 anos de rituais da entrada da adolescência para aprender a conduzir o sangue e não deixar a sua fúria/fogo descontrolada. Samaniego conta que saga de Nhandesy e Nhanderu é tradicionalmente contada para os jovens guarani nhandeva, relatando uma mulher grávida (Nhandesy) que é abandonada pelo companheiro (Nhanderu), terminando por morrer. Essa história teria uma função pedagógica: fazer com que os homens não abandonem as mulheres na criação e cuidado da vida humana e não humana. Nas suas pinturas, hiper coloridas, a artista Lívia Moura recolhe pedacinhos da paisagem - pigmentos minerais e corantes vegetais - para criar outras paisagens, começos de mundos -cosmogonias- em formas orgânicas férteis, barrocas, coloridas e pujantes, propondo novas perspectivas sobre questões da contemporaneidade, onde o fazer artístico se reintegra com a paisagem, a comunidade em torno, o meio ambiente e o cosmos. A exposição traz, literalmente, a terra como matéria prima para preencher os espaços expositivos -lã, corante vegetal e pigmento mineral. A terra concretamente e a Terra simbolicamente se tornam sujeitos que invadem a paisagem urbana de um museu. O resultado é uma exposição que celebra a força e a potência da mulher, do território brasileiro e a diversidade das suas tradições. Toda a lã de carneiro será tingida com diversos tons de corante azul extraídos e processados do anil vegetal pela artista Lívia Moura junto com a Cooperativa da Lã na região das Terras Altas da Mantiqueira. Esse espaço será preenchido também por um som hipnótico em looping feito com instrumentos indianos e a voz calma de Raiane Benites Samaniego contando a sua versão da queda do céu.
Geral Promover e estimular a produção de arte contemporânea criando novas oportunidades de diálogo e exposição para artistas emergentes; Proporcionar a fruição de arte contemporânea para diversos públicos, disponibilizando exposições de artes visuais gratuitas e abertas ao público Específicos A) Produto EXPOSIÇÃO - Realizar 1 (uma) exposição de obras de arte da artista Livia Moura no Paço Imperial Rio de Janeiro com duração de dois meses, entrada gratuita e classificação livre. Publico estimado de 10.000 pessoas no periodo. B) Produto PALESTRA: Realização de palestra (ampliação de acesso) seguidas de debate publico com a artista Livia Moura e o curador Luiz Guilherme Vergara A palestra sera realizada no lancamento da exposicao O projeto está fundamentado nos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 : II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;
A exposição Entranhas Abertas integra linguagens; pintura, performance, videoarte, instalação, com participação ativa do público, compondo em um percurso poético, crítico e reflexivo sobre corpo território da mulherbiosfera, sobre a conexão entre o corpo da mulher e o corpo da Terra numa concepção não antropocêntrica, e é fruto do diálogo da artista Lívia Moura (mãe solo erradicada no interior de MG) com seu orientador de doutorado, Luiz Guilherme Vergara (Universidade Federal Fluminense) e com a curadora guarani Sandra Benites sobre as lutas do corpo feminino, do corpo de mãe e do corpo da Terra. A exposição promove uma reflexão sobre essa Era que estamos vivendo onde estamos constantemente revirando as entranhas da Terra e desertificando seu solo. Na abertura da exposição o público será convidado a produzir pigmentos minerais naturais e a pintar o espaço expositivo, além de ser convidado a participar de 1 debate com a artista e o curador sobre o corpo da Terra e o corpo feminino como território de batalhas. As pinturas são um resgate de técnicas ancestrais de produção de tintas naturais e de resgate da conexão com o próprio território brasileiro e suas potencialidades naturais. Entranhas Abertas apresenta as riquezas dos pigmentos naturais do Brasil e técnicas variadas para produção de tinta natural através de pinturas, instalação e videoarte que expressam, através de forma orgânicas e coloridas a cultura latino-americana. Esta exposição levanta uma reflexão decolonial sobre as veias/feridas abertas da América Latina e do corpo da mulher como produtora de comodities para o mundo e traz, literalmente, a terra como matéria prima para o preencher o espaço expositivo, o que seria considerado uma sujeira numa concepção urbana. A terra e a Terra como sujeitos que invadem uma paisagem antropocentrica. Além disso, a artista faz uso de pigmentos provenientes de mineiradoras para ir além, da crítica e arregaçar as mangas para reencantar a Terra degradada criando novas paisagens orgânicas férteis, barrocas, coloridas e pujantes, em novas perspectivas sobre questões da contemporaneidade, rompendo paradigmas sobre o próprio fazer artístico. O projeto tem seu enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
nao se aplica
Proposta museográfica da exposição Ambiente 1: Misericórdia Iluminação- luz baixa difusa por todo o ambiente e dois focos de luz, um no saco amniótico e o outro na parte externa da placenta. Materiais - 40 kilos de lã de carneiro trabalhada em diversas técnicas e tingida corante azul anil vegetal. Som ambiente em looping Ambiente 2: Cosmogonias Iluminação sobre as pinturas Catálogo: tiragem de 1.000 exemplares, impressão Eurobulk 150/m², 20 páginas, 23x30cm fechado 23x60cm aberto. A proponente não é responsavel pela comercialização das obras expostas
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA A exposição será realizada no Paço Imperial que oferece acessibilidade para idosos e portadores de deficiência física com rampas nos principais acessos, elevador e escadas que atendem às salas expositivas e banheiros. Medidas de Acesso ao Conteúdo: ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS : De modo a propiciar o acesso ao conteudo a pessoas com deficiencia visual sera adotada a audiodescrição por meio da produção de audioguia bilíngue português/inglês; Item 11 na planilha orçamentária: Trilha Sonora/Audiodescrição ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES AUDITIVOS: De modo a propiciar o acesso ao conteudo a pessoas com deficiencia auditiva será produzido filme sobre a exposição contendo legenda, audiodescrição e libras e o conteúdo disponibilizado em QR Code; Item 07 na planilha orçamentária:Produção de imagem (audiovisual) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS:Utilização de comunicação acessível. Item na Planilha Orçamentária: Não se aplica. PRODUTO: PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA A palestra será realizada no Paço Imperial que oferece acessibilidade para idosos e portadores de deficiência física com rampas nos principais acessos, elevador e escadas que atendem às salas expositivas e banheiros. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS : - Será utilizado o recurso de audiodescrição . Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, os palestrantes : artista , curador e convidados farao a audiodescição sem custos incidentes. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES AUDITIVOS: - Intérprete de libras. Item 18 da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS:Utilização de comunicação acessível. Item na Planilha Orçamentária: Não se aplica.
Todas as atividades com acesso gratuito Em atendimento ao art. 28 da IN nº01/2023 A exposição irá: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto sendo remunerada por esta rúbrica e como artista. Direção Geral - Artista Lívia Barroso de Moura -Bacharelado em Artes pela Universidade Federal Fluminense (2009), Mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense (2018) e doutoranda em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense (2020-...). Trabalha com diversas linguagens artísticas tendo participado de importantes exposições, galerias e feiras de arte contemporânea do Brasil. É autora do material didático Raiz do Afeto, voltado para a área de competências socioemocionais para o Ensino Fundamental I publicados em 2019 pela ed. Raiz Educação. Em 2013 fundou a VAV- Vendo Ações Virtuosas, uma plataforma de arte socialmente engajada que trabalha com economia criativa e educação emocional. Em 2023 a VAV se tornou Ponto de Cultura Mineira com projetos de resgate do patrimônio cultural imaterial, formação de cooperativas e economia solidária. 2006 novembro: Instalação artística em exposição coletiva “O que é normal” no ECCO, Brasília. Curadoria: Wilson Lázaro. 2008- Graduação Bacharel em Artes pelo Instituto de Artes da UERJ 2009 Janeiro: Instalação, exposição coletiva "Nova Arte Nova", no Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo. Curadoria: Paulo Venâncio Filho. 2012-2013:Coordenação e concepção de projeto de arte colaborativa com mulheres ceramistas do sul da Itália “Pandora Ritrovata”, Salerno, Cava De Tirreni, Nápoles, Amalfi, Vietri Sul Mare, Itália. Curadoria: Marco Alfano. 2013 junho: Exposição individual, Galeria Inox, Rio de Janeiro. Curadoria: Luisa Duarte. 2015 agosto: Exposição individual e performance, Galeria Inox, Rio de Janeiro. Curadoria: Jessica Gogan e Guilherme Vergara. 2016-2018: Mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes- UFF 2016 setembro: Exposição coletiva com videoarte “Pandorama” com filmagem submarina, Museu de Arte Contemporânea, Niterói. Curadoria: Luiz Guilherme Vergara. 2017 abril: Exposição individual, dot ART, Belo Horizonte, curadoria: Wilson Lazaro. 2018 julho: Residência artística sobre a origem do patriarcado, Ixodos art exchang, Chipre, Grécia. Curadoria: Chrystalleni Loizidou and Evanthia Tselika. 2019 abril: Pintura em exposição coletiva, SP-ARTE, Estande Galeria Inox, Pavilhão da Bienal, São Paulo. 2020 outubro: live na programação da ArtRio, feira de arte internacional, com Gabriela Davis e Luiz Guilherme Vergara. 2021 agost: Ingresso no doutorado em Estudos Contemporâneos das Artes- UFF 2022 abril: pinturas em exposição coletiva no estande da Galeria Inox na Feira Internacional de Arte SP-art, Pavilhão da Bienal, São Paulo, SP. 2022 junho: Direção, roteiro, cenário, figurino e maquiagem para o video-clipe “Amar é a revolução” da cantora Monica Casagrande, Campo Redondo, Itamonte, MG. 2022 julho: Concepção artística e performance da video-arte “Ação uterina: encantaria para humanos” durante a residência artística “Sopro”, Bemposta, Rio de Janeiro. 2022 setembro: Pinturas em exposição coletiva, Feira de Arte Internacional Art-Rio, Galeria Inox, Rio de Janeiro. 2022 outubro: Concepção de arte, roteiro e direção do clipe “Amar é a revolução” da cantora Mônica Casagrande, Coordenação da pré-estréia, na mostra da Escola Municipal Bruno Fonseca Pinto Campo Redondo, Itamonte -MG. 2023 março a maio: Intercâmbio de doutorado com bolsa Erasmus Mundo na UNIC (University of Nicosia, Chipre, Gréacia). Curadoria: Luiz Guilherme de Barros Falcão Vergara (Rio de Janeiro, 1956-) Prof. PhD. Associado. Artes (UFF). Programa de Pós-graduação em Estudos Contemporâneos das Artes, linha de pesquisa-ação Lugar-Política e Institucionalidade. Estudos transdisciplinares com abordagem fenomenológica sobre práticas curatoriais, artísticas e pedagógicas nas reconfigurações contra-coloniais do sentido público das artes e suas institucionalidades no contemporâneo. Grupo de Pesquisa: 'Y'nterfluxes Contemporâneos das artes-comunidade-Natureza - CNPq. Co-Editor Revista Mesa (www.institutomesa.org). Curador Geral/diretor do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) de 2005-2008 e 2013-2016. Mestrado em Studio Art and Environment na New York University (1993) e PhD em Arte e Educação pela New York University (2006) Co-Editor Revista Mesa (www.institutomesa.org). No MAC Niterói desenvolveu projetos curatoriais com foco nas interfaces experimentais entre arte, educação e sociedade e o diálogo entre a arquitetura circular de Oscar Niemeyer, suas relações com a paisagem da Baía de Guanabara. Produção Executiva Patrícia Rodrigues - Graduada Turismo Hotelaria pela FATHVI-UNIVALE, Gestora de Turismo pelo /IFRJ , com capacitação como agente cultural com enfase m estratégias de Cultura e Arte para o Futuro pela Fundação Demócrito Rocha, em Sistema Nacional de Cultura: aspectos jurídicos, políticos e práticos pela ALMG e para o Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais (SEC/MG). Cursou Economia Criativa e Empreendedorismo com Ana Carla Fonseca Reis e Leandro Valiati pelo SEBRAE/Garimpo de Soluções e participou como convidada da elaboração da solução piloto Empreendedor Cultural do SEBRAE PE .(Articultura) Em 2000 associa-se a Brazilianmusic, agenciando e coordenando a produção em todo o Brasil de espetáculos de artistas como Luiz Melodia, Elba Ramalho, Jorge Vercilo, Ze Ramalho, Guilherme Arantes, Oswaldo Montenegro, Moraes Moreira, Danilo Caymmi, Chico Cesar, Egberto Gismonti, Toquinho, Renato Teixeira dentre outros. Nas artes visuais coordenou a produção da exposição “Belchior – “Todas as caras de Drummond”, da exposição "Mulheres de Olinda". Em Minas Gerais desde 2015, ministra cursos, palestras e dedica-se a assessorar artistas, empresas, órgãos públicos e instituições do terceiro setor no desenvolvimento de ações estratégicas para a criação de futuros desejáveis. Presta assessoria aos pontos de cultura Associação Voz da terra e Instituto Por Amor em gestão de projetos, assessorou ao Caxambu Convention Visitors Bureau em desenvolvimento institucional e elaboração de projetos , atuou na produção executiva junto ao Sindicomercio Sao Lourenço do II Congresso Mineiro de Sindicatos Patronais,e ao Sindicomercio Teofilo Otoni na elaboração de Plano de desenvolvimento Turístico e desenvolvimento institucional do Teofilo Otoni Convention Visitors Bureau. Desde 2015 presta assessoria ao São Lourenço Convention Visitors Bureau onde realiza desde a articulação institucional voltada a mobilização de recursos, junto a patrocinadores, parceiros e apoiadores públicos e privados, elaboração dos projetos técnicos/comerciais e submissão a editais públicos e privados, negociação patrocínios, acompanhamento nos órgãos competentes, gerenciamento de cronograma de desembolso de patrocínios ao acompanhamento de Prestação de contas. Desde 2016 assina a Coordenação de Produção, Produção Executiva e Direção Artística dos eventos Festival Mineiro de Doces, São Lourenço Jazz Blues, Degusta Festival Gastronômico de São Lourenço, Natal das Águas e Convention Música de Minas, é curadora do Encontro Nacional de Turismo Gastronomia e Criatividade. De 2020 e 2022 assessorou sessenta e dois projetos êxitosos em quatro estados. Atuou como assessora especial na Secretaria de Turismo e Cultura de Caxambu e como Assessora em Turismo e Cultura na Prefeitura de São Lourenço, onde acompanhou a gestão da Lab 1 como membro da comissão municipal, tendo atuado ainda como conselheira de cultura e patrimônio.
PROJETO ARQUIVADO.