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PRONAC 2416020Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Padre Pinto

FIORAVANTE ARTES PRODUCOES E ENTRETENIMENTO LTDA
Solicitado
R$ 997,9 mil
Aprovado
R$ 997,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O espetáculo disseca e recria a controversa história do Padre Pinto, baiano que esteve à frente da Igreja da Lapinha em Salvador durante 32 anos, um ser humano complexo, dividido entre o corpo e o espírito, a imaginação e a realidade, o sagrado e o profano, o individual e o coletivo. No domínio do humano, despiu-se da aura de santidade e se permitiu viver sensações e experiências como artista, cidadão e ser desejante. Na esfera do numinoso, ele não se contentou com o que a religião de origem lhe oferecia e abraçou princípios e vivências das mitologias afro-brasileiras e ameríndias, defendidas com fervor. Foi o responsável pela revitalização de uma das mais famosas tradições populares da Bahia: os ternos de reis da Lapinha.. Serárealizada também a ação de contrapartida social.

Sinopse

José de Sousa Pinto, conhecido como Padre Pinto, foi um dos mais instigantes personagens da história viva do país. Envolto em mistérios, com uma biografia absolutamente desconhecida, ele surge inesperadamente no noticiário e explode para a Bahia e o Brasil após celebrar e dançar numa missa, vestido de Oxum, orixá feminino do candomblé. O episódio atrai a ira da igreja e a atenção da mídia nacional, enquanto os fiéis da Paróquia da Lapinha se dividem entre o apoio e o repúdio. Ofendido, um grupo de puritanos católicos exige sua expulsão, acusando-o de violar o decoro sacerdotal. Apoiado por fiéis e admiradores; padre Pinto justifica sua atitude como ato de defesa da tolerância religiosa e não aceita sair da paróquia que preside há mais de 30 anos. Pressionada, a Arquidiocese de Salvador convoca um emissário do Vaticano para investigar o ocorrido e definir o destino do padre. Após controversa investigação, emissário e arcebispo decidem por sua remoção da paróquia. Inconformado, ele denuncia a hipocrisia da igreja, expõe publicamente sua sexualidade reprimida e se inicia no candomblé. Transformado em superstar pela mídia, Padre Pinto abraça os holofotes e a vida cultural e mundana de Salvador, borrando as fronteiras do sagrado e do profano. A Arquidiocese intervém mais uma vez e o convence a internar-se numa casa de retiro católico, onde ele passa o resto da vida. Oprimido e deprimido, o padre morre aos 72 anos, vítima de complicações cerebrais. Três anos depois, um grupo de admiradores e fiéis decide revelar o que estava por detrás da vida e da morte de Padre Pinto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Pretende-se, com esta montagem, valorizar o teatro brasileiro, apresentando para quem ainda não tem conhecimento dessagrande obra, e para as novas gerações, questões pertinentes à condição humana. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Pretende-se realizar:- Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 18 apresentações da peça intitulada "PADRE PINTO" na cidade de São Paulo em espaço a serdefinido.- Contrapartida Social: Realizar um bate-papo, ou talk show, com um artista do projeto, podendo ser diretor, ator/atriz,coordenadores etc., sobre carreira profissional e montagem teatral.Ressalte-se que os 50% dos beneficiários desta contrapartida social serão de estudantes e professores de instituições públicasde ensino, atendendo, assim, o disposto no § 2º do art. 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania.

Justificativa

O projeto realiza um antigo sonho do artista baiano Ricardo Bittencourt, integrante do Teatro Oficina há mais de 20 anos, e ator nos espetáculos Fausto (protagonista), Esperando Godot, Os sertões, todos dirigidos por Zé Celso Martinez Corrêa (1973-2023). Sensibilizado com a obra social, política e de permanente combate a intolerância racial e religiosa do Padre José de Souza Pinto, um ser à frente de seu tempo, Ricardo apresenta-se mais uma vez como protagonista do espetáculo Padre Pinto, junto a um elenco de 15 atores/ atrizes, cantores/cantoras e dançarinos/dançarinas, refletindo a diversidade cultural em cena. José de Souza Pinto - Padre Pinto, nasceu em Salvador, em 1947. Dedicou 32 anos do seu sacerdócio à Paróquia da Lapinha, bairro da capital, onde desenvolveu atividades de combate à pobreza, ação política de inclusão social e revitalização de manifestações populares. Ao misturar personagens bíblicos com a cultura afro-cabocla, revitalizou um festejo secular do bairro: a Festa de Reis, manifestação que data do século XVIII, e que recria o momento místico da visita dos reis mago., tendo fundado o Terno da Anunciação, o mais famoso do cortejo. Padre Pinto tinha habilidades artísticas notáveis. Artista plástico, pintou mais de 500 telas, uma delas a grande escultura de Cristo com traços negros, indígenas e católicos, e expôs suas obras em galerias e museus icônicos da Bahia. Dançarino por formação, coreografava e dançava nas missas que oficiava, com trajes e cantos da cultura de povos originários. Em 1997, criou um presépio com os Reis Magos em cima da réplica do primeiro trio elétrico do Brasil. Em 2006, na festa de reis, celebrou uma missa vestido da orixá Oxum, e cantou e dançou pelas ruas da cidade. A proposta atende aos seguintes incisos do art. 1º da Lei Rouanet:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento,cultura e memória;Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

A dramaturgia, escrita perlo dramaturgo e encenador baiano Luiz Marfuz (autor de Traga-me a cabeça de Lima Barreto, 7 anos em cartaz no país) assemelha-se a uma cordilheira ritual, na qual a mitologia católica é o fio que enrosca os ritos de outras culturas, como contas de um único colar de fé e dúvida. Esse ciclo vida-morte-renascimento é uma tríade que perpassa a peça, como uma vela transmite sua chama a outra, e incendeia de luz a trajetória do religioso católico brasileiro mais controverso do século XXI. O texto parte da ideia de que o espetáculo humano e cultural, vivenciado por Padre Pinto, do nascimento à morte, se instaurou na vida cotidiana. Ou seja: ao invés de teatralizar a vida para uma plateia de teatro, Padre Pinto trouxe sua vivência espetacular para o dia a dia da igreja e da comunidade. Para isso, veste-se de Oxum e desfila na Festa de Reis, canta e dança ritos caboclos na missa, constrói um presépio sobre uma réplica do primeiro trio elétrico do carnaval baiano. O teatro agora recupera a espetacularidade do Padre Pinto e reinventa-o à luz da cena. A peça é dividida em Prólogo, Epílogo e três atos, sendo: Ato 1 - A ascensão de Padre Pinto; Ato II - A queda; Ato III - O silêncio de Deus. As cenas mostram uma fabulação crítica em torno da personagem, não sendo portanto uma biografia ou documentário cênico. Muito trechos são ficcionalizados de modo a inserir a presença da dimensão incorpórea na peça e das visões e delírios da personagem, num tecido dramatúrgico que mistura drama, humor, sensibilidade, canto e dança. Em tempos de intolerância religiosa e racial, a peça revela sua urgência e necessidade de levar sua mensagem para todos os cantos do país. QUEM FOI PADRE PINTO: José de Souza Pinto - Padre Pinto, nasceu em Salvador, em 1947. Dedicou 32 anos do seu sacerdócio à Paróquia da Lapinha, bairro da capital, onde desenvolveu atividades de combate à pobreza, ação política de inclusão social e revitalização de manifestações populares. Ao misturar personagens bíblicos com a cultura afro-cabocla, revitalizou um festejo secular do bairro: a Festa de Reis, manifestação que data do século XVIII, e que recria o momento místico da visita dos reis mago., tendo fundado o Terno da Anunciação, o mais famoso do cortejo. Padre Pinto tinha habilidades artísticas notáveis. Artista plástico, pintou mais de 500 telas, uma delas a grande escultura de Cristo com traços negros, indígenas e católicos, e expôs suas obras em galerias e museus icônicos da Bahia. Dançarino por formação, coreografava e dançava nas missas que oficiava, com trajes e cantos da cultura de povos originários. Em 1997, criou um presépio com os Reis Magos em cima da réplica do primeiro trio elétrico do Brasil. Em 2006, na festa de reis, celebrou uma missa vestido da orixá Oxum, e cantou e dançou pelas ruas da cidade. O fato teve repercussão nacional, gerou polêmica e ele foi ameaçado de expulsão. A grande maioria das pessoas o aplaudiu, em nome e em defesa da tolerância religiosa, mas fiéis tradicionais manifestaram incômodo, gerando discussões em setores da igreja. Um acordo entre o arcebispo de Salvador e o padre Ludovico emissário do Vaticano, decidiu pelo seu afastamento da Paróquia da Lapinha. Fora da igreja, Padre Pinto participa de shows e festas da cidade e tentar iniciar-se no candomblé, e participa de programas televisivos em rede nacional (Jô Soares, Adriane Galisteu etc.). Após nova intervenção da igreja, Padre Pinto é enviado ao Retiro da Paróquia da Divina Providência, no bairro de São Caetano. Já não celebrava as missas, cujos ardor e brilho encantaram gerações. Ele morre em 2019 devido a complicações de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), em Salvador. Em 2020, antes da Covid-19 grassar o país, o Terno de Reis Anunciação celebrou o legado do Padre Pinto em um cortejo com150 integrantes. "Um artista". "Umiluminado", "Um gênio". "Ele era tudo para gente" - assim se manifestaram moradores da Lapinha, projetando na memória coletiva a imagem inesquecível de um dos personagens mais controversas e misteriosas do imaginário religioso brasileiro.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASEspetáculo TeatralAcessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir o espaço de realização do projeto atendimento preferencial aidosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam ogozo e o pleno exercício de seus direitos culturaisPlanilha Orçamentária: 41(locação de teatro/espaço para realização).Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 2 (duas) apresentações com acessibilidadetotal, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais.Planilha Orçamentária itens: 29 (equipamento audio descrição).Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 2 (duas) apresentações comacessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos.Planilha Orçamentária itens: 35 (interprete de libras).ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOSCONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão asmedidas adotadas.Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusãotêm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalhoincansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores para o atendimento e divulgaçãoespecifica para o atendimento, a equipe contratada de recepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre asquestões de linguagens ou idiomas, através dos consultores vamos locar os equipamentos necessários para a realização daacessibilidade total.Planilha Orçamentária itens: 48(recepcionistas). CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir no espaço de realização da contrapartida (local será o teatrode apresentações) o atendimento preferencial a portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaçoe assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais.Planilha Orçamentária: Será em espaço gratuito e sem custo (locação de espaço para realização).Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de realização das contrapartidas, durante as palestras com100% de realização com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcDvisuais.Planilha Orçamentária itens: 51 (equipamento audio descrição).Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de realização das contrapartidas, durante as palestras com100% de realização com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos.Planilha Orçamentária itens: 49 (interprete de libras). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOSCONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão asmedidas adotadas.Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusãotêm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalhoincansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores, presentes e atuantes 100% no período de pré paração e apresentações, para o atendimento e divulgação especifica para o atendimento, a equipe contratada derecepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre as questões de linguagens ou idiomas, através dos consultoresvamos locar os equipamentos necessários para a realização da acessibilidade total.Planilha Orçamentária item: 50 (recepcionistas).

Democratização do acesso

Para atender à democratização da cultura, art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura.ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS- Disponibilizar 100% dos ingressos e serão divididos da seguinte forma:- 10% das apresentações para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;- Disponibilizar 10% dos ingressos para o(s) patrocinador(es);- Disponibilizar 10% dos ingressos para divulgação;- Disponibilizar 20% de ingressos ao público no valor promocional de R$ 40,00;- Disponibilizar 50% de ingressos ao público no valor (inteira) a partir de R$ 150,00;*O projeto prevê atender um público total de aproximadamente 12.000 pessoas - (média de 400 pessoas por apresentação).II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e nãocontempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outroseventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outrosmeios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos,palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).Além da disponibilização gratuita de 10% de ingressos;Acesso Palestras/Workshop, voltada prioritarimente para grupos de adolescentes de rede pública e professores. *sendo 50%do quantitativo de beneficiários voltados para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças emorfanatos ou idosos em casas de repouso.(V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos,palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;)- 2 encontros com 4 horas de duração e entrega de certificado após a conclusão;- Total em horas: 08 horas.- A divulgação para inscrição será realizada através de assessoria de imprensa e redes sociais do projeto.A estimativa de público para a oficina/palestras: 3000 (360 pessoas por encontro)

Ficha técnica

IDEALIZAÇÃO: LUIZ MARFUZ (DIREÇÃO/DRAMATURGIA) - Luiz Marfuz é diretor teatral, dramaturgo, jornalista, professor da Escola de Teatro da UFBA e membro da Academia de Ciências da Bahia; é doutor em Artes Cênicas, mestre em Comunicação e Cultura com Pós-Doutorado no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. É autor das peças Traga-me a cabeça de Lima Barreto, A filha da Monga, A última sessão de teatro, Cuida Bem de Mim (coautor Filinto Coelho) e Senhora dos Infiéis. Dirigiu peças de Beckett, Brecht, Nelson Rodrigues e adaptações de livros de Lima Barreto, Boccacio, Saul Below,entre outros. Publicou os livros Beckett e a implosão da cena (Ed. Perspectiva) e Dramaturgia do acontecimento no telejornal. Recebeu vários prêmios artísticos, entre eles Prêmio Braskem de Teatro (Melhor diretor, autor e espetáculo), Troféu Caymmi (Melhor direção artística) e Troféu Martim Gonçalves (Espetáculo e direção). MAURICIO MAGALHÃES (Comunicação e Marketing) - Maurício Magalhães, baiano, mora em São Paulo, é Administrador de Empresas com pós em Mkt, é um dos mais reconhecidos profissionais de Marketing do Brasil, em sua carreira trabalhou com Commodities, em seguida no Sistema Globo, Rede Bahia e em 2018 vendeu sua Agencia TUDO (uma das mais bem sucedidas star upsdo mercado de comunicação), para o Grupo americano Onminicon-EUA. Atualmente é empresário e tem uma Holding de Participações em empresas. É Sócio-CEO da Giros Filmes, sócio da Consultoria de Marketing Estratégico MUNDO REAL, Sócio do Grupo EVA. É também Conselheiro de empresas, e atua em organizações sociais e culturais como voluntário, atualmente é conselheiro do Hospital Irmã Dulce e da Cia Teatro BR116. RICARDO BITTENCOURT (ELENCO)- Ricardo Bittencourt é um renomado ator e diretor teatral brasileiro com 40 anos de carreira dedicados ao Teatro. Iniciou sua trajetória em 1981, aos 16 anos, com uma peça de Bertolt Brecht na Universidade Federal da Bahia, e em 1983 ingressou no curso de Teatro do Teatro Castro Alves e na Engenharia Sanitária da UFBA. Apesar de sua formação em Engenharia, Ricardo mergulhou definitivamente no Teatro, destacando-se no cenário nacional e internacional.Na Bahia, fundou a Companhia de Teatro Los Catedráticos em 1989, que apareceu em cartaz por mais de 15 anos. Atuou em diversas produções teatrais e foi mestre de cerimônias e apresentador em grandes eventos, como o Réveillon de Salvador e a Ópera de Carnaval com Daniela Mercury.Em 2000, mudou-se para São Paulo para integrar a Companhia do Teatro Oficina, onde atuou em clássicos como “Os Sertões” e “Rei da Vela”. Fundou a Cia de Teatro BR-116 em 2010, uma das primeiras OSCIPs de teatro do Brasil,Ricardo também atuou em filmes brasileiros e na televisão, incluindo os programas "Em Off" e "O Repórter". Em 2019, expandiu sua atuação para plataformas digitais com vídeos. Em 2022, participou de produções como “Esperando Godot” e “Fausto”, com direção de Zé Celso Martinez Corrêa. ELENCO: Ricardo Bittencourt Sergio MarroneLuciana Domscke Wilson FeitosaVictor Rosa Sylvia PradoThaise ReisMariano Matos Gabriel Frossard Tony ReisIto AlvesMoita MatosÁgatha MatosDarilia Ferreira Igor Nascimento EQUIPE TÉCNICA: João Milet Meirelles - diretor musicalMarilza Oliveira - coreografiaClaudia Manzo - preparação vocalRoderick Himeros - Assitente de direçãoRita Brandi - assitente de direção Cesar Pivetti - Iluminador Cris Cortilio - Cenógrafa Luis Ushirobira - Fotógrafo FERNANDA JULIA BARBOSA (ONISAJÉ) - Consultora artísticaCamila Bevilaqua - direção de produçãoFioravante Almeida- coordenador de projeto

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.