Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa uma Curta Temporada, num total de 12 apresentações GRATUITAS na cidade de São Paulo, sendo 2 em região periférica e uma Circulação pelo interior e litoral do Estado de São Paulo, num total de 34 apresentações GRATUITAS, do espetáculo "Quarto de Despejo", livremente inspirado na obra de Carolina Maria de Jesus e encenada pela Evoé Cia de Teatro, além de 10 workshops teatrais GRATUITOS para promoção do incentivo à leitura e escrita, levando em consideração os problemas da fome, desigualdades sociais e miséria no país em contraponto com a visão poética e a leitura de mundo de uma autora marginalizada e menos presente nos cânones literários.
Sinopse do espetáculo: Quarto de Despejo O espetáculo conta a história de uma mulher negra, moradora da favela do Canindé, mãe solo, que não conseguia dormir sem ler um livro. Seu projeto literário encontrou dificuldades, devido à ausência de políticas públicas para os mais vulneráveis, mas sobreviveu. Baseado em seu diário, escrito em papéis encontrados nas ruas de São Paulo, o espetáculo narra a existência poética de uma mulher que, em meio aos excluídos, sonhou ser escritora. Salve, Carolina Maria de Jesus! SOBRE A AUTORA Carolina Maria de Jesus, apesar de ter cursado apenas dois anos da educação básica, registrou um mundo desconhecido para muitos, em papéis quase sempre retirados de cadernos que encontrava nas ruas de São Paulo. Mulher negra, nascida em 1914 em Sacramento/MG, residiu na favela do Canindé de 1948 a 1961, no bairro de Santana de 1961 a 1969 e, de 1969 até 1977, em Parelheiros, onde veio a falecer. Quarto de Despejo, seu primeiro livro, publicado em 1960, foi sucesso de vendas e de público. Traduzido para treze idiomas, ganhou o mundo. No Brasil, os exemplares alcançaram uma tiragem de mais de 100 mil livros vendidos em um ano. SOBRE A MONTAGEM O ponto principal da montagem está na potência artística e literária da obra de Carolina Maria de Jesus. Sem deixar de lado a difícil realidade das favelas, direcionamos nosso olhar para o universo poético contido em "Quarto de Despejo" e por ele trilhamos nosso caminho criativo. Dessa forma, palavra, corpo, voz, acessórios, música, iluminação, cenário, figurinos, foram inspirados nessa poética e ressignificados. Desejamos que o espectador conheça a Carolina escritora, envolvida com música, poesia, teatro e muita arte. Duração: 60 minutos Indicação etária: 13 anos Teaser do espetáculo: https://youtu.be/woQhlNXgY_o Link do espetáculo na íntegra: https://www.youtube.com/live/XIbqp3XuKy4?feature=shared Sinopse do workshop: A escrita de si e de nós O workshop "A escrita de si e de nós" promove o incentivo à leitura e o desenvolvimento da escrita pessoal, a partir de aproximaçõesdo conceito de 'Escrivivência' de Conceição Evaristo, relacionando essa forma de escrita com o universo de Carolina Maria de Jesus e da vida das/dos participantes. OBJETIVOS: Incentivar à leitura Experimentar a escrita pessoal e criativa Revisitar memórias e ancestralidade Relacionar vivências individuais e coletivas CARGA HORÁRIA: 3 horas e 30 minutos PÚBLICO-ALVO: Pessoas interessadas no geral - Até 20 participantes
Objetivo Geral Apresentar o espetáculo "Quarto de Despejo", proporcionando ao público o conhecimento da vida e obra da autora Carolina Maria de Jesus, para que reflita sobre a violência e desigualdades sociais contra o negro no Brasil, mais especificamente contra a mulher negra. Objetivos específicos: Realizar 12 apresentações GRATUITAS na cidade de São Paulo, sendo 2 em regiões periféricas; Realizar 34 apresentações GRATUITAS no interior e litoral do Estado de São Paulo; Alcançar jovens de 13 a 17 anos, com ao menos 10 apresentações GRATUITAS destinadas à escolas; Promover o incentivo à escrita e leitura, por meio de 10 workshops GRATUITOS com esse fim; Promover 46 debates GRATUITOS ao final do espetáculo, para reflexão da situação histórica, política e social do país e; Alcançar uma média de 200 pessoas por apresentação.
De acordo com Carolina Maria de Jesus: "[...] A democracia está perdendo seus adeptos. No nosso pais tudo está enfraquecendo. O dinheiro é fraco. A democracia é fraca e os políticos fraquíssimos. E tudo que está fraco, morre um dia." A partir dessa frase, destacamos a importância do projeto ao apresentar um espetáculo teatral com olhar decolonial, atento às questões acerca da população mais vulnerável de São Paulo, seja em favelas ou em situação de rua, propiciando ao público uma possibilidade de reflexão política, a fim de fortalecer a democracia. Acreditamos que apenas por meio da reflexão sobre a realidade, visando uma melhora da consciência política da população, podemos cobrar dos governantes por melhores condições de saneamento básico, segurança alimentar, moradia, menor desigualdade social, entre outros, de acordo com os princípios básicos de dignidade humana, que deveriam reger o Estado. Estreamos o espetáculo em junho de 2019, de forma independente, no teatro Polytheama em Jundiaí, no qual realizamos duas apresentações (manhã e noite). Em 2021, fomos contemplados pela Lei Aldir Blanc, por reconhecimento de nossa trajetória artística e assim pudemos realizar uma temporada online, no período da pandemia de COVID-19. De lá para cá, apresentamos em SESCs e Casas de Cultura, porém em menor quantidade do que gostaríamos e do que entendemos que o público mereceria, sabendo da relevância do tema. Assim, é por meio da lei de incentivo à cultura que vemos a possibilidade de realizar uma curta temporada na cidade de São Paulo (12 apresentações, sendo 2 em regiõês periféricas) e uma circulação pelo interior e litoral do Estado (34 apresentações, sendo 10 destinadas à escolas), em cidades que já circulamos de forma independente de 2016 a 2019 com outros espetáculos, fortalecendo a democratização do acesso, propiciando contato com a obra e vida de Carolina Maria de Jesus, que dispensa comentários, além de promover reflexão sobre temas relevantes e necessários de serem discutidos em nossa sociedade. Falar de Carolina Maria de Jesus é dar vez e voz a uma parcela enorme da população brasileira, que após anos de escravização se amontou em cortiços, que com o inchaço dos grandes centros urbanos foram derrubados para dar lugar aos edifícios, despejando essa população nos arredores da cidade: "Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a Cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos". Seus textos evocam uma dimensão política, histórica e social importantes para um entendimento aprofundado da população mais vulnerável da cidade de São Paulo nos anos de 1955 a 1960. Carolina Maria de Jesus é considerada pela crítica a primeira escritora a abordar na literatura o ponto de vista dos marginalizados e assim revelar a problemática da cidade de São Paulo que se vangloriava no caminho do progresso modernista. Carolina fez poesia com sua existência, registrou nomes de ruas, de pessoas, datas, numa forma documental como maneira de se fazer existir à margem da sociedade. Essa visão contribuiu na época de forma jornalística, como relata Audálio Dantas, que organizou os diários de Jesus: "[Carolina] colega minha, repórter que faz registro do visto e do sentido". A obra "Quarto de Despejo" revelou uma realidade desconhecida por muitos, tornando Carolina reconhecida como escritora, mulher negra, diversa, preenchendo uma lacuna de escritoras negras, que estão do outro lado da categoria hegemônica. Deu voz a essa parcela que carece de mais oportunidades. O espetáculo inicia com o primeiro texto do diário, escrito no mês de julho de 1955, no qual Carolina reclama de não ter dinheiro para comprar um par de sapatos para sua filha Vera Eunice. É importante salientar que o sapato foi durante muito tempo sinônimo de liberdade: "Os sapatos pareciam ser peças realmente decisivas nessas questões de escravidão e liberdade". Ele relata um episódio verificado num processo cível que teve lugar em 1852, no qual uma viúva busca legalmente revogar as alforrias que ela própria concedera a dois de seus escravos, sob a condição de que ambos continuassem a servi-la até sua morte. A prática era, aliás, comum à época, sobretudo entre pessoas idosas, como forma de garantir fidelidade e cuidados em seus últimos dias. Na reclamação judicial, a viúva queixa-se que seus escravos não mais acatavam suas ordens e comportavam-se como se já fossem livres. Prova disso, segundo ela, é que o rapaz até mesmo andava calçado" (CHALHOUB, 1990, p. 133). Outro fator importante de se analisar, é a aprovação da chamada Lei de terras em 1850, no mesmo ano em que se previa o fim do tráfico negreiro e o Brasil acenava para a abolição da escravatura, que só ocorreu em 1888. A Lei de Terras auxiliou a impedir que negros pudessem também se tornar donos de terras no Brasil. Os escravos assim libertos, agora sem moradia e condições para comprar terras, tinham que buscar abrigo em cortiços e posteriormente em favelas. O impacto causado pela publicação do já famoso Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, culminou na extinção da favela do Canindé pela Prefeitura, através dum plano pelo qual 60% dos seus moradores adquiriram casa própria, além de ampla divulgação de interpretação do problema que vem foi dada pelo Movimento Universitário de Desfavelamento (MUD), marcando o despertar da cidade de São Paulo para esse grave problema humano e social _ a favela (PMSP, 1962, p. 01). A importância e força da escrita de Carolina Maria de Jesus é inquestionável e por si só uma justificativa plausível para que seja relembrada. A extinção da favela do Canindé revelou a possibilidade do poder público de estender essa prática para o problema da habitação de forma ampla, mas o que aconteceu foi uma descontinuidade de ações, dando a entender que a ação foi adotada para apagar as denúncias contidas em "Quarto de Despejo" ou ainda para aproveitar a oportunidade de executar uma obra dessa grandeza social e que repercutiria na opinião pública. Para Burgos (1998) a intervenção proposta _ e em parte executada _ nos anos 1960 e 1970 foi a sua extinção, com a desocupação das casas e sua demolição. Mas as favelas continuaram a existir e a crescer. Em 1980, a política escolhida foi a de urbanização, com a proposta de melhoramento da infraestrutura nesses locais, com obras de saneamento, pavimentação de ruas, entre outras medidas. Todas essas questões estão presentes no espetáculo, que traz arte, poesia, com músicas executadas ao vivo, compostas e pensadas em exaltar a potência e memória de uma mulher negra, que como já dissemos, não conseguia dormir sem ler um livro. É por tudo isso que diremos quantas vezes forem necessárias: Salve Carolina Maria de Jesus! Sua importância é inquestionável.
Espetáculo: Quarto de Despejo Montagem do espetáculo: 120 minutos Desmontagem: 60 minutos Workshop: A escrita de si e de nós Sala ampla, com computador, som e projetor.
As apresentações ocorrerão em equipamentos culturais com acessibilidade física, que dispõem de rampas, banheiros e guias táteis. Em relação a acessibilidade de conteúdo, todas as apresentações serão realizadas com tradução simultânea em LIBRAS.
Todas as atividades são GRATUITAS e pensadas para chegar em regiões menos centralizadas, ou mesmo quando alocada em região central, foram considerados os alcances de populações periféricas. Assim, realizaremos 10 apresentações GRATUITAS em regiões centrais de São Paulo e 2 apresentações GRATUITAS em regiões periféricas da cidade de São Paulo, além de 34 apresentações GRATUITAS no interior e litoral do Estado de São Paulo e; Promoveremos o incentivo à leitura e escrita, por meio de 10 workshops GRATUITOS com esse fim.
Principais participantes: Arce Correia, Lucas Barbugiani, Luana Tonetti, Maggie Abbreu, Wesley Salatiel e Shanny Segade Músicas e letras: Arce Correia Direção Musical: Helle Simone Iluminação Carlos Marroco Figurinos e Visagismo: Gil Oliveira Adaptação, direção e produção: Rodrigo Ximarelli Realização Evoé Cia de Teatro. CURRÍCULO DA EVOÉ CIA DE TEATRO Somos uma Cia de Teatro sediada na cidade de São Paulo desde o ano de 2009. O coletivo é formado por artistas com cursos técnicos, graduação e pós-graduação na área artística, sendo, em sua grande maioria, arte-educadores. Para nós, o teatro deve atender a todos, sem exceção, pois acreditamos que o mesmo pode influenciar na formação das crianças, jovens e adultos, que tornam-se mais atentos a sua realidade e assim podem modificá-la, contribuindo para uma sociedade melhor para todas e todos. Assim, apresentamo-nos em escolas, casas de cultura, festivais de teatro, clubes, shoppings, SESCs, fábricas de cultura, centros comunitários, museus, entre outros, atendendo o público infantil, infanto-juvenil e adulto. O coletivo apresenta-se regularmente na cidade de São Paulo, Grande São Paulo e interior, totalizando mais de 400 apresentações com um público estimado em mais de 60 mil pessoas. As cidades visitadas, até o momento, foram: Bragança Paulista, Sorocaba, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Campinas, São José dos Campos, Santos, Jaú, Franca, Salto, Itu, Ilhabela, Ubatuba, Caraguatatuba, Mogi das Cruzes, São Joaquim da Barra, Taubaté, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, Itapecerica da Serra, São Caetano do Sul, Praia Grande, Botucatu, Guarulhos, Caconde, entre outras, além de participações pontuais na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Entre as últimas apresentações, destacam-se a participação no Recreio nas Férias 2024, organizado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo com o espetáculo "O Jogo do Folclore" e da Semana Guiomar Novaes na cidade de São João da Boa Vista em 2023, coordenada pela Associação Amigos da Arte com o espetáculo "As Aventuras de Peter Pan e Sininho. No ano de 2021, fomos premiados com a lei Aldir Blanc pela nossa trajetória, no qual recriamos o espetáculo “Quarto de Despejo” que realizou temporada online, na Sala Carlos Miranda - no Complexo Cultural Funarte, devido a pandemia de COVID-19. Também fomos premiados com a circulação do espetáculo “O Jogo do Folclore”, online, no mesmo ano. Antes disso, estivemos presentes no projeto “Recreio nas Férias”, em 2020, organizado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, com o espetáculo “As Aventuras de Peter Pan e Sininho”, realizamos a estreia do espetáculo “Quarto de Despejo”, em 2019, no Teatro Polytheama, em Jundiaí; a residência artística com o espetáculo “O Assalto”, em 2018, no Teatro de Arena – Eugênio Kusnet, na cidade de São Paulo, de sexta-feira a domingo; a circulação, a convite da APAA (Associação Paulista Amigos da Arte) com o espetáculo “O Gato de Botas”, também em 2018, em cima de um caminhão-palco nas cidades de Caraguatatuba, Ubatuba, Ilhabela e São Sebastião. Nossa contribuição social se dá além das apresentações artísticas. No ano de 2018, estivemos em cartaz aos finais de semana e feriados no Teatro Dr. Botica, desenvolvendo uma parceria social na qual disponibilizamos mais de 250 ingressos totalmente gratuitos, atendendo a várias ONGs da zona leste de São Paulo/SP. O compromisso social existe desde 2016, ao ofertamos espetáculos sempre a preços populares, e sempre que possível, com doação de ingressos a alunos de escolas públicas ou instituições como Fundação Casa. Em 2017, o coletivo firmou parceria com o “Eu Faço Cultura”, plataforma digital, beneficiando diversas ONGs e escolas públicas no interior de São Paulo, com ingressos na Grande São Paulo, capital e interior. Ainda em 2017, participamos do Festival Carpe Diem, em Salto/SP, com os espetáculos “As Aventuras de Peter e Sininho” e “O Assalto”, no qual obtivemos os prêmios de 2º Melhor Espetáculo, Melhor Direção para Carlos Marroco e Melhor Cenografia para o espetáculo “O Assalto”, além das indicações de Melhor Ator para Rodrigo Ximarelli e Lucas Barbugiani no mesmo espetáculo e indicação de Melhor Cenário para “As Aventuras de Peter Pan e Sininho”. Em 2016, nos apresentamos nos CEUs, por meio do projeto Proart – Programa da Secretaria da Educação de São Paulo e participamos do I Festita – Festival de Teatro em Itapevi, no qual ficamos em 2º lugar com o espetáculo “O Cortiço”, além dos prêmios de Melhor Ator Coadjuvante para Lucas Barbugiani de Barros, Melhor Direção para Rodrigo Ximarelli, indicação de Melhor Iluminação e de Melhor Atriz Coadjuvante para Luana Tonetti. Nossos espetáculos infantis contam com textos autorais e também clássicos da literatura, com revisitação dos temas, sempre contextualizados com questões contemporâneas. O mesmo acontece com os espetáculos infanto-juvenis e adultos, que utilizam a literatura brasileira como fonte de registro histórico, abordando questões atuais, pertinentes à reflexão sobre nosso povo e nosso país. Contamos ainda com espetáculos totalmente experimentais, com objetivo de aprimorar nosso desenvolvimento estético e artístico. Assim, os espetáculos tratam de temas como autoestima da criança, ("As Aventuras de Peter Pan e Sininho”); bullying ("Pinocchio"), ética, esporte, inclusão e cidadania ("Palhaçada Olímpica"), folclore brasileiro e resgate da oralidade ("O Jogo do Folclore"), desigualdades sociais, luta anti-racista, perspectiva decolonial e direitos humanos ("O Cortiço", "Quarto de Despejo"), inclusão da pessoa com deficiência ("A Pílula Falante", "Palhaçada Olímpica"), cultura queer, LGBTQIAP+ e assédio moral ("O Assalto"), dentre outros temas da atualidade, considerados de extrema importância social. Nossas apresentações para o público adolescente e adulto geralmente são seguidas de bate-papos ao final dos espetáculos. Também nos relacionamos com nosso público por meio de e-mail, site e nossas páginas nas redes sociais (Facebook e Instagram). Nossos espetáculos contemplam todos as idades, sendo públicos-alvo o infantil ou toda a família, termo que damos preferência, uma vez que os adultos também compõem o público desses espetáculos. Nos espetáculos literários, atendemos o público jovem. Porém em 2017, tivemos a oportunidade de apresentar os espetáculos “O Cortiço”, “A Pílula Falante”, “O Gato de Botas”, “Pinocchio - Uma História de Circo” e “As Aventuras de Peter Pan e Sininho” para um público com mais de 60 (sessenta) anos de idade, no Hotel Espaço Terra, em parceria com a Prevent Senior. Nossa realidade de trabalho relaciona-se constantemente com a população de menor renda na periferia da cidade de São Paulo, por meio das Fábricas de Cultura (Poiesis e Catavento) e em projetos independentes, contando com o auxílio na comunicação pelas Secretarias de Educação Municipais, Diretorias de Ensino e CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) das regiões atendidas. Entre nossas principais ações está a circulação de forma independente pelo interior de São Paulo, promovendo a descentralização da arte com a oferta de espetáculos envolvendo pesquisa e desenvolvimentos artísticos aprofundados e continuados. Nos últimos anos o coletivo movimentou a economia criativa, empregando diversos profissionais da área como atores, diretores, cenógrafos, figurinistas, costureiras, iluminadores, visagistas, maquiadores, coreógrafos, designers gráficos, produtores, entre outros. SITE: www.evoeteatro.com.br REDE SOCIAL: https://www.instagram.com/evoeteatro/
PROJETO ARQUIVADO.