Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2416036Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Hello, Édipo (Circulação)

DE HARO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 952,3 mil
Aprovado
R$ 952,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-12-10
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Porto Alegre Rio Grande do SulSanta Maria Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Circulação do espetáculo teatral, "Hello, Édipo (Panóptico/Foucault)" da Cia Veneno do Teatro, com temporada na cidade de São Paulo e circulação nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre e Santa Maria (RS). Realizaremos 25 apresentações. Ações de contrapartida estão previstas.

Sinopse

Édipo na rua... no meio do cruzamento. Um grupo de pessoas que tenta encenar uma peça chamada O Inferno é para quem se acha no Céu se amotina e tomando o público como refém decide contar a sua versão de Édipo Rei dentro de uma encruzilhada urbana desrespeitando a faixa de segurança onde Foucault tenta consertar o semáforo que entrou em pane. Estamos em um confinamento, onde ocorre uma rebelião, um motim violento e metafórico; os atores "amotinados” capturam o público e seus personagens como reféns e os guardam dentro de si, clandestinamente. Vestidos e imbuídos dessa nova e poética insurreição nada mais resta a fazer senão percorrer o labirinto, os túneis, enfim, tentar fugir do cativeiro. Medo, prazer, poesia – estamos em um tribunal onde a verdade será revelada com o desdobramento dos inquéritos e testemunhos. O rescaldo caberá a todos. “Antes de ficar cego, Édipo não fez outra coisa em sua vida, senão brincar de cabra-cega com o Destino.” – M. Yourcenar.

Objetivos

A meta da Cia é proporcionar ao público um evento de máxima teatralidade (atuação, concepção, trilha original ao vivo, dramaturgia inovadora), encenando um dos clássicos mais emblemáticos de toda a história da civilização e suas conexões com a sociedade brasileira. A herança do genial Sófocles continua inquietando nos dias de hoje e para a tradução desse enigma lançamos mão de uma dramaturgia original onde a tradição e ruptura, inerentes à Arte, propõem um testemunho inédito entre artistas e público. A encenação mescla visões de outros autores e as nossas próprias, possibilitando ao público identificação e conexão com a sua vivência cotidiana. Nestes recortes/cenas a temática de Michel Foucault (Panoptismo/Vigiar e Punir) ganha destaque e torna-se a base deste processo que confronta os indivíduos e os meios/estratagemas ocultos de poder, controle e punição. As ações da Cia têm caráter transdisciplinar e estabelecem conexão com outras áreas da cultura e do conhecimento e visam estimular o senso crítico e o diálogo entre artistas e sociedade. O ineditismo na escolha do repertório e concepção artística original são marcas preponderantes da Cia Veneno do Teatro. A profusão de grupos com histórico constrói instigante diversidade nas artes cênicas e nosso trabalho se reflete na formação e motivação de plateias. As propostas e iniciativas artísticas da Cia estão vinculadas a outras áreas do conhecimento e prezam pela cidadania e o indivíduo. Nesta adaptação original que integra o processo de pesquisa continuada da Cia Veneno do Teatro, temos como objetivo realizar a circulação e apresentações de 25 sessões do espetáculo teatral Hello, Édipo (Panóptico/Foucault), nos estados de SP, RJ e RS, além de realizar um ciclo de debates acerca da pesquisa e conexões com o mundo contemporâneo. Objetivos específicos: - Realizar ensaios e temporada de 16 apresentações do espetáculo teatral Hello, Édipo (Panóptico/Foucault) na cidade de São Paulo; - Realizar circulação do espetáculo, executando 03 apresentações nas cidades do Rio de Janeiro-RJ, PortoAlegre-RS e Santa Maria-RS; - Realizar um ciclo de debates composto por 04 encontros, um em cada cidade como contrapartida social; - Realizar 04 sessões com tradução em libras, uma em cada cidade; - Publicar em hotsite específico do espetáculo, material de pesquisa e criação acerca da encenação e circulação;

Justificativa

Hello, Édipo (Panóptico/Foucault) conta a genial tragédia Édipo Rei de Sófocles, onde o detetive é o próprio criminoso, vítima e fará também o papel de juiz. A proposta da Cia. é apresentar ao público uma adaptação do texto clássico com encenação dinâmica que permita, através da narrativa teatral, a compreensão do enredo e suas conexões com nossa vida cotidiana gerando uma vivência de reflexão e emoção por atalhos que suscitam questionamentos sobre os sistemas de poder e seus desdobramentos. Em Hello, Édipo PF, a Cia. se inspira na temática de Michel Foucault. A consciência dos atos e como se desdobram sem a devida percepção dos indivíduos que são vigiados permanentemente, pode desembocar no exercício do poder alienado. A tomada da palavra por parte do povo, dos anônimos, são alguns dos elementos fundantes nesta adaptação. Conspirando com a criação de autores como M. Yourcenar, R. M. Rilke, O. Bilac e outros, pretendemos evocar os mitos, os arquétipos, disfarçados e/ou ocultos nas "encruzilhadas" da cidade, em um contexto urbano e atual. Um ato violento e metafórico que nos faz refletir sobre a condição humana, suas ações e consequências. Tal qual uma máquina desejante, o grupo se amotina e exclama: Hello, Édipo! Após uma profunda pesquisa de valores e conflitos da atualidade, retornamos ao pensamento grego - manancial da civilização. Trilhando o caminho de Sófocles e relendo outros autores, desembocamos nesta adaptação inédita que mantém conexões com a trajetória do povo brasileiro: aspectos sociais e políticos, o estado de direito, as transgressões, sua mística, seu processo de individuação, a complexidade das diversas etapas da vida (casamento, família, sexo, filhos, inclusão e exclusão do indivíduo). Evocamos em Hello, Édipo (PF) a responsabilidade dos atos, que segundo Foucault estão sendo vigiados, a degradação, o poder, a voz do povo são alguns dos elementos fundantes nesta adaptação. Todos os elementos cênicos que inserimos estabelecem um diálogo entre o clássico e o contemporâneo: o metateatro, marcações inusitadas, sonoridades clássicas, batuques, rap original executado ao vivo, poesia urbana, grafite, cenários/figurinos/adereços feitos de material reciclado e desconstruído, iluminação que reflete atmosferas misteriosas e poéticas, resenhas de textos atuais que interagem com a ação, além de dois (2) vídeos que são exibidos durante a peça (uma entrevista polêmica de Foucault e outro original com as marcas da expressão dos guetos, ocupações, danças do "eterno retorno"). Um espetáculo coeso, harmônico, repleto de associações que é performado por atuantes plenos em cena. Tudo isso para provocar, impactar e proporcionar ao público a potência com sensibilidadeque o Teatro oferece. "(...) A tragédia de Édipo é o primeiro testemunho que possuímos das práticas judiciárias gregas. É uma história onde pessoas, ignorando uma certa verdade, vão conseguir, através de uma série de técnicas, descobrir uma verdade que coloca em questão a própria soberania do soberano."(...) Gostaríamos de finalizar dizendo que Édipo foi o condutor do inquérito, o promotor, o juiz, o carrasco e o réu de si mesmo. Ele consegue ter êxito no inquérito, êxito esse que o destrói. FOUCAULT. Michel. A Verdade e as Formas Jurídicas. Rio de Janeiro: Nau Editora, 2002. A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 01 Temporada na cidade de São Paulo , com 16 apresentações Circulação com 09 apresentações, sendo 03 em cada uma das seguintes cidades: Rio de Janeiro – RJ, Porto Alegre/RS e Santa Maria/RS. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Conforme orienta o Art. 30. da IN 01/2023 será oferecido ao público: - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Será realizado 04 encontros culturais gratuitos, em cada uma das cidades, com a participação dos atuantes, diretor e equipe técnica, sobre o processo de criação do espetáculo.

Acessibilidade

Diversidade, igualdade e acessibilidade são características preponderantes nas ações empreendidas pela De Haro Produções Artísticas, porque age-se na perspectiva de que a pluralidade e a alteridade são entendidas como fontes de energia e potencial criativo, elementos que quebram paradigmas anacrônicos e provocam transformações socioculturais. A produção pretende intensificar diferentes iniciativas que contemplem pessoas com deficiência auditiva e de espectros ou síndromes, para que todas consigam acessar o conteúdo informativo oferecido pelo projeto. Produto Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: - Escolha prioritária do espaço de apresentações que deverá ser adaptado para o pleno acesso de cadeirantes e contemple a estrutura completa para acessibilidade física, incluindo banheiros e rampas de acesso, conforme NORMAS ABNT NBR 950 ("Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos". Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 2 (duas) apresentações com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais. Planilha Orçamentária item: 84 (audiodescrição) - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #ParaTodosVerem, como forma de atender a deficientes visuais; Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 4 (quatro) apresentações com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos. Planilha Orçamentária itens: 27,50,73 e 97 (interprete de libras). Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais. Auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos pelo espetáculo. Planilha Orçamentária item: 29, 52, 75 e 101 (Monitor) e 17, 40, 63 e 87 (Consultor) Produto Contrapartida Social Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Escolha prioritária de espaços que já atendam às normas de acessibilidade física. Caso não possuam, a equipe se responsabiliza por facilitar o acesso a portadores de deficiência física ou com dificuldades de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #ParaTodosVerem, como forma de atender a deficientes visuais; Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras na ação de contrapartida social. Planilha Orçamentária item: 111, 114, 117, e 120 (intérprete de libras) Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais na ação de contrapartida social. Auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos. Planilha Orçamentária item: 112, 115, 118 e 121 (Monitor).

Democratização do acesso

O projeto respeitará o Art. 29º da IN Nº 11/2024, contendo em seu plano de distribuição: - 10% dos ingressos das atividades para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Sendo assim: - Disponibilizar 10% dos ingressos para o(s) patrocinador(es); - Disponibilizar 10% dos ingressos para divulgação; - Disponibilizar 10% de ingressos ao público exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Disponibilizar 20% de ingressos ao público no valor promocional de R$ 40,00; - Disponibilizar 50% de ingressos ao público no valor (inteira) a partir de R$ 80,00 até R$ 250,00; *O projeto prevê atender um público total de aproximadamente 6.250 pessoas - (média de 250 pessoas por apresentação). Conforme Art. 30º da IN Nº 11/2024, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Será realizada 04 encontros culturais gratuitos, com a participação dos atuantes, diretor e equipe técnica, sobre o processo de criação do espetáculo; - Publicar, em hotsite específico do espetáculo, material de pesquisa e criação acerca da encenação e da circulação. Inciso IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; A produção irá disponibilizar imagens das apresentações para veiculação, será realizado através da assessoria de imprensa contratada. Inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Será realizada 04 encontros culturais gratuitos, com a participação dos atuantes, diretor e equipe técnica, sobre o processo de criação do espetáculo em cada uma das cidades;

Ficha técnica

A DE HARO Produções Artísticas Ltda. é uma empresa com identidade própria que busca promover projetos de excelência cultural para atender à sua Cia. Veneno do Teatro, além de parceiros, sempre primando pelo ineditismo na escolha de repertório e concepção artística original. Tendo como sócios proprietários Bartholomeu de Haro e Elen Londero, profissionais oriundos do teatro de pesquisa e com participação efetiva em importantes produções, sua missão é fazer com que seus parceiros realizem um investimento consciente, potencializando os benefícios do marketing social e cultural, levando ao grande público um evento artístico de excelente qualidade e organização. Direção e Dramaturgia: BARTHOLOMEU DE HARO Atuantes: Édipo/Adão: JOSÉ SAMPAIO Jocasta/Psicóloga: SOL FAGANELLO Tirésias/Diretor: SILVIO RESTIFFE Estrangeira/Eva: ELEN LONDERO Creonte/Amotinado: PEDRO HENRIQUE MOUTINHO Cécrops: BARTHOLOMEU DE HARO Mulher do Côro/Sphingo: DARÍLIA FERREIRA Amotinado Cariclô: TED O’REY Guia: MARINA SOVERAL Cenário: J. C. SERRONI Iluminação: GUILHERME BONFANTI Figurinos: TELUMI HELLEN Direção Musical: BATHOLOMEU DE HARO Sonoplasta: ANDRÉ OMOTE Cenotécnico: ALÍCIO SILVA Técnico de Luz: EMERSON FERNANDES Técnico de Palco: FABRICIO BRAGHINI Operador de Som: FELIPE SILOTTO Fotografia: ANDRÉ STEFANO Desenho “Death of Oedipus”: IAN DE HARO Design Gráfico, Edição de Imagens e Vídeo: HENRIQUE MELLO Produtor Executivo: DANILO STAVALE Assistente de Produção: MARCELO LUIS Assessoria de Imprensa: MARIA FERNANDA TEIXEIRA/ARTE PLURAL Direção de Produção: ELEN LONDERO / DE HARO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS Realização: CIA VENENODO TEATRO/ DE HARO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS Bartholomeu De Haro | DIREÇÃO ARTÍSTICA, DRAMATURGIA E ATOR Ator, diretor e produtor cultural. Iniciou sua carreira em 1984 com a peça “A Mãe”, de Brecht, no TBC. Integrou o elenco de várias montagens sob a direção de importantes diretores com destaque para “Rosa de Cabriúna” e “Paraíso Zona Norte”, de Antunes Filho, no Centro de Pesquisa Teatral do SESC; “Rei Lear”, com Raul Cortez e direção de Ron Daniels; “Os Lusíadas”, com direção de Márcio Aurélio e produção de Ruth Escobar; “Hamlet” e “Rei Lear” (com Paulo Autran), direção de Ulysses Cruz. Participou dos seguintes festivais internacionais: Cervantino (México), Caracas (Venezuela), FITEI (Portugal), FILO (Londrina-PR) e São José do Rio Preto (SP). Em TV, integrou o elenco das novelas “Amor à Vida”, “Passione”, “Esperança”; e das minisséries “Força Tarefa”, “Um Só Coração”, “Carandiru – Outras Histórias” (Rede Globo) e “Independências” (Cultura). Em cinema, trabalhou em “O Condomínio”, de Jean Paulo Lasmar; “Hans Staden”, de Luís Alberto Pereira; e “Vôo Cego Rumo ao Sul”, de Hermano Penna. Dirigiu os espetáculos: “Hello, Édipo (Panóptico/Foucault)”, onde também fez a adaptação dramatúrgica; “WNS– World Nelson Shakespeare”, diálogo encenado entre as obras de Nelson Rodrigues e William Shakespeare; e “O Veneno do Teatro”, de Rodolf Sirera (autor espanhol inédito no Brasil). Ministrou aulas de teatro no Centro de Pesquisa Teatral/SESC, EITALC, Indac, Carmina Escola de Atores, SP Escola de Teatro e MT Escola de Teatro. Como curador de mostras teatrais, já produziu a Circulação Teatral Zonal Leste, Jornada Cultural e Mostra Expressões da Leste. É fundador da Cia. Veneno do Teatro e sócio da De Haro Produções Artísticas. Elen Londero | ATRIZ E DIRETORA DE PRODUÇÃO Atriz, pesquisadora e produtora cultural. Mestre em Pedagogia do Teatro na ECA/USP. Estudou bacharelado em Artes Cênicas na Universidade Federal de Santa Maria/RS. Atuou em “Mademoiselle Chanel”, texto de Maria Adelaide Amaral estrelado por Marília Pêra, sob direção de Jorge Takla, em “O Veneno do Teatro”, de Rodolf Sirera e “Hello, Édipo (Panóptico/Foucault) com direção de Bartholomeu de Haro. É atriz fundadora e integrante da Cia. Veneno do Teatro. Coordenou, de 2011 a 2013 a reinauguração, gestão artística, logística e técnica do Teatro Aliança Francesa de São Paulo. Foi uma das organizadoras do livro “Projeto Estação SP: Pedagogias da Experiência”, e dos livros “O Sujeito Histórico do Teatro de Grupo na cidade de SP e grande SP” e “Teatro de Grupo em tempos de Ressignificação: Criações Coletivas, Sentidos e Manifestações Cênicas no Estado de São Paulo”, ambos editados pelo Selo Lucias da ADAAP. Colaboradora da SP Escola de Teatro desde 2010, atualmente é responsável pelo Desenvolvimento Institucional, integrante do Conselho de Administração da Instituição e membro do conselho editorial do Selo Lucias. É sócia da De Haro Produções Artísticas. José Sampaio | ATOR Ator, diretor, escritor e produtor. Formado pelo CPT de Antunes Filho, pelo curso de Atuação da SP Escola de Teatro e em Palhaço pelos Doutores da Alegria. É também Bacharel em Economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP), ganhador do prêmio de melhor tese em Economia da Arte e da Cultura de 2009. Realizou mais de 50 obras como ator, diretor e dramaturgo, entre peças teatrais, séries, curtas-metragens, performances e obras multimídias em trabalhos autorais e dentro de importantes companhias e produções de São Paulo em obras premiadas com Shell, APCA e prêmio CPT, trabalhando com nomes como: Antunes Filho, Rodolfo García Vázquez, Ivam Cabral, Os Satyros, Andressa Cabral, Marici Salomão, Tatiana Stepantchenko (Academia Russa de Artes), Leonardo Moreira, Luciana Ramin, Miwa Yanagizawa, ExCompanhia de Teatro, José Fernando Peixoto de Azevedo, Maria Shu, Dione Carlos, Ed Anderson, Cynthia Falabella, Ricardo Grasson, Lívia Gaudêncio, Marília Duarte, Dino Bernardi, Michelle Ferreira, Fernando Aveiro, entre outros. No audiovisual, destacam-se as atuações nas premiadas séries “A Menina Sem Qualidades”, de Felipe Hirsch e “O Negócio” da HBO. Durante a pandemia criou duas séries para internet: “NA CAMA” e “Música Desaparecendo no Rosto”, pelo |C A S A _ coletivo de arte|. Pedro Henrique Moutinho | ATOR Formado no Teatro Escola Célia Helena fez sua estreia profissional em agosto de 2000 ao lado de Raul Cortez e grande elenco no espetáculo Rei Lear, dirigido por Ron Daniels. Consolidou sua carreira no teatro, chegando agora ao seu trigésimo espetáculo. Ao longo desses mais de vinte anos trabalhou com alguns dos maiores nomes tanto da direção quanto da atuação tanto em grandes produções como no teatro alternativo. Nos últimos anos esteve muito presente na televisão e no cinema com personagens de destaque e já conta com seis novelas, sete longas-metragens, mais de quinze curtas e algumas séries no currículo. Também tem se dedicado à direção audiovisual com quatro curtas, um média metragem e uma série ficcional de podcasts realizados nos últimos anos. Artista plástico, formado pela FAAP, se mantém atuante também nessa cena com suas pinturas e desenhos em exposições individuais e coletivas. Sol Faganello | ATRIZ Foi dirigida por Fátima Ortiz em “Conto da Ilha Desconhecida” (2006) e “Vila Paraíso” (2007). Por Nadja Naira em "Bolacha Maria, um punhado de neve que restou na tempestade" (2008), Maira Lour em "Diga Aonde Dói" (2009), Diego Fortes em "Café Andaluz" (2011), Felipe Hirsch na Sutil Companhia de Teatro, nos espetáculos "A Vida é Cheia de Som e Fúria" (2006), "Avenida Dropsie" (2009) e "Cinema" (2010), por Silvana Garcia nos espetáculos "VoraZcidade" (2012), codireção com Mônica Montenegro, e "Não Vejo Moscou da Janela do Meu Quarto" (2014), este último ganhador do prêmio Shell 2014 nas categorias direção para Silvana Garcia e iluminação para Beto Bruel. Por Isabel Teixeira em "Eleutheria" (2013), por Carla Candiotto em "Cimbeline" (2013), por Grace Passô e Kenia Dias em "Carne Moída" (2014), por Victor Mendes em "Melancia" (2016). Por Janaina Leite em "Feminino Abjeto" (2017). Por Silvana Garcia em "Senhora X, Senhorita Y" (2018). Por Sérgio de Carvalho da Companhia do Latão em "O Pão e a Pedra" (2016), na leitura encenada "O Evangelho Segundo Zebedeu" (2018) e "Estação da Luz" (2019), entre outras(os). Silvio Restiffe | ATOR Formado como ator pelo INDAC, foi fundador do Círculo dos Comediantes, encabeçada pelo diretor Marco Antônio Braz onde realizou diversas montagens de Nelson Rodrigues: "Perdoa-me por me Traíres", "Bonitinha, mas Ordinária" e "O Beijo no Asfalto". Com a Companhia da Mentira, participou das montagens "O que você foi quando era criança?" de Lourenço Mutarelli, "Soslaio" de Priscila Gontijo e "Music-Hall" de Jean-Luc Lagarce dirigida por Luiz Päetow. Com a Mundana Companhia participou das montagens, "O Idiota", de Dostoiévski dirigida por Cibele Forjaz, "Tcheckhov 4: uma experiência cênica" e "Pais e Filhos" de Ivan Turguêniev (ambas dirigida pelo russo Adolf Shapiro). Com a Velha Companhia participou das montagens de “Cais, ou da indiferença das embarcações”, "Crepúsculo" , "O Travesseiro" e “Sínthia”. Como ator convidado participou de "Barrela" de Plínio Marcos, dirigida por Sérgio Ferrara, "Fala comigo doce como a chuva" de Tennessee Williams, dirigida por Nilton Bicudo. “Galileu Galilei” de Brecht, com Denise Fraga no papel título. “Veraneio” de Leonardo Cortez dirigida por Pedro Granato. Na área de arte educação, integrou durante sete anos o projeto Vocacional como artista educador de teatro. No cinema e televisão, destacam-se "Tatuagem" de Hilton Lacerda; "Permanência" de Leonardo Lacca, "Jardim Europa" e "A >Performance" (ambos de Mauro Baptista Védia), A Serpente” de Jura Capela e "Som e Fúria" de Fernando Meirelles. Darília Ferreira | ATRIZ Mulher Preta, atriz, cantora e arte educadora. Nascida e criada na manifestação afro-brasileira Congada. Formada na Escola de Arte Dramática da USP, estudante do curso Licenciatura em Teatro na Universidade Federal da Bahia. Realizou a formação fazedoras do Memória Negra na Casa Sueli Carneiro em 2022 e 2023.Intercâmbio no México pesquisando atuação em 2013. É autora do livro “Arte na medida 2” lançado em 2018 pela ONG Ação Educa􀀡va. Tem participação em mais de trinta trabalhos teatrais, atuou junto importantes coletivos como Grupo Caldeirão, Cia os Crespos, Coletivo Ópera Urbe, Subito Companhia. Na música foi vocalista da Banda Xamãs Urbanos, do Bloco Afropercusivo Zumbiido e do Bloco da Palhaçarya de Rua. Produtora nos Festivais “I Festival de Rua Palhaçarya de Rua -Conexão Aldeia”, Festival Caldeirão 20’, “Caldeirão 21”, “Caldeirão 22”, Caldeirão 23”. Na Audiovisual: Documentário- Negror em Paisagens (Sidney Santiago Kuanza/Oxalá Produções), Série: Na Batalha ( 2012) Condomínio B12 (2015) As Aventuras de José e Durval (2023). É uma das fundadoras do Selo Dona Onélia. Marina Soveral | ATRIZ Artista circense, acrobata e ginasta olímpica. Trabalhou como acrobata de solo pela S.E.P. de 1996 a 2005. Ministrou o Curso intensivo de Lira junto com Nathália Furlan – Galpão Parlapatões e cursos de extensão em Circo nas modalidades de, acrobacia de Solo e técnica de aéreos na SP Escola de Teatro. Desde 2015 trabalha em pesquisa de movimentações e técnicas de aéreos, solo e dança com a companhia Essa Trupe da qual faz parte. Atuou nos espetáculos: Cabaré Excêntrico Cotidiano, A Nave louca do Circo no Theatro Municipal de São Paulo, Variedades Femininas – 7º Festival Paulista de Circo, Sala de Espelhos com os Parlapatões Sarau das cordas e Circo na Mata da Essa Trupe, Variedades Trupianas – Festival Internacional de Circo de São Paulo 2019, Festa Circus Freak com Coletivo Circus Freak, Noite de Gala de Circo Theatro Municipal de São Paulo 2021 e Operá Café no Theatro Municipal de São Paulo em 2022. Ted O’Rey | ATOR Licenciado ator pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, Pedro Santos do Carmo, conhecido como Ted O Rey é arte educador desde 1998. Com uma intensa pesquisa sobre as danças brasileiras e a cultura dos povos originários vem desenvolvendo ao longo dos anos, espetáculos e intervenções artísticas, mesclando artistas e público em geral. Ted O Rey é soteropolitano, está em São Paulo desde 1989, é estudioso do pluralismo cultural na formação do Brasil e tem contribuído para um novo fazer pedagógico com a linguagem corporal e sonora, denotando os traços da cultura afrodescendente e como ela intervém no cotidiano das pessoas. Começou trabalhando com crianças e adolescentes em Centros de Juventude, Centros de Convivência e ONG’s que trabalham com pessoas em situação de risco. J.C. Serroni | CENOGRAFIA Desde 1989, realiza projetos de arquitetura e consultorias para elaboração de edifícios teatrais. Dentre outros, participou dos projetos: Novo Teatro Oficina, reformas dos Teatros Paulo Eiró e Artur Azevedo, Teatro do Sesc Vila Mariana, Teatro do Sesc Araraquara, reforma do Teatro São Pedro de São Paulo, Teatro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Teatro do Colégio Santa Cruz, Teatros dos Centros Educacionais Unificados (CEU) da Prefeitura de São Paulo, Espaços Teatrais do Complexo do antigo presídio do Carandiru. Foi coordenador, em junho de1992, no Rio de Janeiro, do 1º Encontro Internacional de Arquitetura Cênica, no projeto Resgate e Desenvolvimento de Técnicas Cênicas promovido pela O.E.A., no Centro Técnico de Artes Cênicas do I.B.A.C. Participou das Quadrienais de Cenografia, Indumentária e Arquitetura Teatral de Praga, República Tcheca, nos anos de 1987, 1991, 1995, 1999, 2003 e 2012; e é o coordenador geral da edição de 2023. Coordenou por dez anos, de 1987 a 1997, o núcleo de cenografia e figurinos do CPT–Centro de Pesquisa Teatral, do Sesc, dirigido por Antunes Filho, e participou de diversos festivais internacionais de teatro com espetáculos do Grupo Macunaíma, sendo sempre o responsável pela cenografia e figurinos. Recebeu diversos prêmios em cenografia e figurinos no Brasil, tais como APCA, Mambembe, Governador do Estado, Shell, Pananco, APETESP e, por quatro vezes, o Molière, considerado um dos mais importantes prêmios de teatro no Brasil; além de outros internacionais, incluindo “Association of Hispanic Critics of New York” e a láurea da ITI – Associação Internacional de Críticos de Teatro da América Latina. Guilherme Bonfanti | DESENHO DE LUZ Guilherme Bonfanti é designer de iluminação desde 1988. Com intensa carreira internacional, iniciou sua trajetória no espaço OFF. Trabalhou com dezenas de diretores, entre eles Márcio Aurélio, Gabriel Villela, Eduardo Tolentino, José Fernando Peixoto. Colaborou, também, com diversos cenógrafos, incluindo nomes como Gringo Cardia, J.C Serroni, Hélio Eichbauer e Marcos Pedroso. No campo da arquitetura, esteve ao lado de Isay Weinfelde, Paulo Mendes da Rocha, Marcelo Ferraz, entre outros. Com Antônio Araújo, fundou o Teatro da Vertigem, do qual é membro atuante, e ganhou parte de seus inúmeros prêmios. Desenhou luz para óperas e ainda atuou em dança, com os principais coreógrafos do País. Atuou na área de música com artistas como Criolo, Titãs, Zeca Baleiro, Chico Cesar. Tem, também, atuação destacada nas Bienais de São Paulo (artes visuais). Atualmente, exerce o cargo de coordenador do curso regular de Iluminação da SP Escola de Teatro. Telumi Hellen - FIGURINISTA Iniciada nas artes plásticas desde os 15 anos, é cenógrafa e figurinista. Formada em Educação Artística pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), com pós-graduação em Processo de Criação Artística com o Desenvolvimento para a Psicologia da Arte. Integrou o Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado pelo diretor Antunes Filho, entre os anos de 1987 e 1997, sempre em parceria com o cenógrafo J.C. Serroni. Já realizou dezenas de figurinos para espetáculos teatrais. Entre os anos de 1998 e 2009, ministrou no curso prático de cenografia e figurinos do Espaço Cenográfico. Participou cinco vezes da Quadrienal de Praga e tem seus projetos de figurinos para teatro publicados no livro “Vestindo os Nus”,de Rosane Muniz. Desde a inauguração da SP Escola de Teatro é formadora do curso de Cenografia e Figurinos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.