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PRONAC 2416054Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

no.som.bom.tom (título provisório)

ASSOCIACAO INSTITUTO CAJU
Solicitado
R$ 2,84 mi
Aprovado
R$ 2,84 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-02-01
Término
2026-02-28
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A ação visa fomentar a ESCOLA PÙBLICA como equipamentos cultural, ao total 5 escolas serão selecionadas para aplicação de aulas de música e interpretação. Nosso modelo de ensino musical se destaca ao diferenciar-se dos padrões convencionais e compreende que para praticar um ensino de música abrangente e inclusivo, se faz necessário propor a realização de trilhas inspiradas em contextos vinculados à temas literários, histórico artísticos nos quais os alunos tenham oportunidades para aprender harmonia,ritmo, composição e melodia, como parte de uma construção artística que visa a melhoria do aprendizado e a formação das identidades individuais e coletivas. O projeto contempla a criação da metodologia, sua aplicação em 5 escolas, construção de salas de músicas nas escolas e de uma plataforma ead para acesso do conteúdo online. As aulas acontecem no contraturno escolar durante o ano letivo.

Sinopse

O projeto contempla a criaçao e aplicação de uma metodologia de ensino musical para a aplicação em escolas públicas. Guiado por metodologias integrativas e dinâmicas, que visam a formação artística e cultural dos alunos, ao mesmo tempo em que se alinham ao desenvolvimento cognitivo e social. O currículo enfatiza o desenvolvimento de competências musicais por meio de práticas ativas, como a improvisação e a criação musical, tanto individualmente quanto em grupo. Essas atividades ajudam os alunos a experimentar diferentes aspectos da música, incluindo o uso de tecnologias musicais e a combinação de técnicas composicionais. Voltado para alunos do fundamental 1 e 2 e ensino médio. As aulas serão regulares no contraturno escolar durante o ano letivo. A coordenação do projeto fará visitas bimestrais para avaliar presencialmente o conteúdo aplicado.

Objetivos

- Criar uma metodologia de ensino musical baseada nos princípios educacionais do projeto que seja de fácil aplicação e possa ser aplicada em escolas de todo o território nacional;- Capacitar profissionais locais para atuarem como professores nas escolas públicas utilizando a metodologia de ensino desenvolvida para o projeto- Oferecer aulas diárias de música no contraturno escolar adaptada para cada ano escolar;- Realização de festivais de música e arte para a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos- Montagem de uma sala de aula de música com instrumentos tradicionais, computadores e instrumentos criados especialmente para o projeto. A proposta inicial prevê a criação de:- 9 trilhas de aprendizagem sendo 1 para cada ano escolar. As trilhas serão aplicadas ao longo de 1 ano de atividade- 1 sala de aula de música com instrumentos musicais e equipamentos eletrônicos em cada escola- Contratação de 1 a 2 profissionais de música por escola _ o número irá variar de acordo com o tamanho da escola;- Contratação de um suporte técnico que fará o treinamento aos professores e dará o suporte pedagógico e estrutural ao longo do projeto;- 3 festivais de arte com a apresentação de grupos e individuais de cada ano escolar com a participação da comunidade- Plataforma EAD para treinamento dos professores Objetivos em números quantitativos:- 5 escolas- Se calcularmos uma média de 400 alunos por escola, teremos o atendimento para aproximadamente 2.000 alunos no primeiro ano do projeto. Todo o material de pesquisa e a metodologia estarão disponíveis gratuitamente para que sejam aplicadas por escolas em todo o país.

Justificativa

Nosso modelo de ensino musical se destaca ao diferenciar-se dos padrões convencionais e compreende que para praticar um ensino de música abrangente e inclusivo, se faz necessário propor a realização de trilhas inspiradas em contextos vinculados à temas literários, histórico artísticos nos quais os pré-adolescentes e jovens tenham oportunidades para aprender harmonia, ritmo, composição e melodia, como parte de uma construção artística que visa a melhoria do aprendizado e a formação das identidades individuais e coletivas.As aulas serão ministradas no contraturno escolar, sem a necessidade de inscrição prévia, pois as turmas serão divididas por ano escolar, seguindo uma trilha de aprendizagem, criada para cada ano escolar, que dialogue com as outras áreas curriculares descritas na BNCC, sobretudo nos campos de Linguagens e Ciências Humanas. Neste modelo teremos uma padronização do ensino (replicabilidade) e um melhor gerenciamento das atividades propostas. E, em um segundo momento, o programa apresenta a possibilidade de abertura de subgrupos por interesse na escola, focados no ensino de música por meio do uso e prática com instrumentos musicais. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Democratização do Acesso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação;VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;

Estratégia de execução

As localidades serão definidas após a captaçao de recursos, nosso objetivo é ampliar o número de escolas a cada ano de projeto.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico - Flexibilidade e Autonomia dos Professores No projeto os professores têm autonomia para adaptar a metodologia ao contexto da turma e da escola. Isso permite personalizar o ensino musical conforme as necessidades dos alunos. Professores serão incentivados a escolher atividades de acordo com o nível e os interesses de seus alunos, mantendo uma trilha base definida, mas flexível o suficiente para permitir ajustes. Em um modelo flexível:Cada unidade pode sugerir atividades, instrumentos e temas, mas deixa o professor livre para escolher recursos.Espaço para práticas musicais interculturais ou regionais também fortalece a compreensão da diversidade musical. - Enfoque Colaborativo e Projetos Práticos O projeto acredita que o aprendizado colaborativo, envolvendo apresentações e projetos coletivos, seja um elemento central. Adotaremos práticas de grupo, como formações de pequenas bandas ou coros, para a criação de um ambiente onde os alunos podem aprender sobre arranjos, ritmo e harmonia de forma prática e cooperativa.Aulas interdisciplinares.Em projetos práticos, os alunos serão incentivados a trabalhar em apresentações regulares, que integram práticas de expressão artística e contribuem para o aprendizado, o desenvolvimento da confiança e da escuta ativa. - Metodologias Ativas e Abordagem Multissensorial (Orff e Dalcroze)Os métodos de Carl Orff e Émile Jaques-Dalcroze, promovem o aprendizado musical com ênfase no movimento e na exploração rítmica. Esses métodos ajudam a desenvolver habilidades fundamentais na infância e serão aplicados em trilhas de aprendizado como as seguintes:Anos Iniciais: Foco em atividades sensoriais e rítmicas usando percussão corporal, canto e instrumentos simples.Anos Finais: Desenvolvimento de leitura e composição, integrando tecnologias musicais modernas e atividades colaborativas. - Progressão Estruturada de Habilidades Criaremos uma estrutura curricular musical progressiva e orientada para objetivos claros em cada ano escolar. Uma trilha de aprendizado estruturada com marcos anuais permite que os alunos adquiram uma base musical sólida, especialmente nas áreas de:Ritmo e Melodia nos primeiros anos, com progressão para Harmonia e Composição nos anos mais avançados.Interpretação Musical através de práticas de grupo e individuais. - Integração da Tecnologia e Música Digital Nossa proposta é integrar tecnologias digitais no ensino. Incorporar softwares de composição musical e de prática instrumental em um modelo de trilha de aprendizado oferece um caminho acessível para o aprendizado, especialmente para adolescentes.O uso de aplicativos para compor ou remixar músicas permite que os alunos apliquem habilidades de maneira moderna e inovadora.Trilhas para o desenvolvimento de habilidades digitais ajudam a preparar os alunos para o uso da tecnologia em contextos musicais, promovendo uma compreensão mais ampla da música contemporânea. Modelo ResumidoFlexibilidade para adaptar conteúdos conforme a turma.Aprendizado Colaborativo e projetos práticos.Metodologias Ativas com base em movimento e ritmo.Progressão Estruturada de habilidades em leitura, prática instrumental e composição.Integração Tecnológica para aprendizado e criação musical digital.Essas abordagens integradas proporcionam uma experiência musical rica, que respeita o desenvolvimento gradual das habilidades musicais e motiva os alunos a explorar e criar. Aplicação Interdisciplinar com base na BNCC 1. Definir Competências e Habilidades para Cada Ano EscolarA BNCC organiza as competências por etapas: Educação Infantil, Ensino Fundamental - Anos Iniciais e Ensino Fundamental - Anos Finais. As trilhas de aprendizado devem contemplar as habilidades propostas para cada ciclo:Educação Infantil: Foca em práticas de escuta e experimentação musical com brincadeiras e atividades rítmicas, sem formalização.Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Desenvolve habilidades como cantar, identificar sons e ritmos, e experimentar instrumentos.Anos Finais do Ensino Fundamental: Os alunos avançam para a leitura de notação musical, análise de peças e composição básica.2. Estruturar o Conteúdo em Progressão de DificuldadeCada ano escolar traz atividades que se baseiam nas habilidades anteriores. Por exemplo:1º ao 3º Ano: Introdução ao ritmo e melodia, canto, percussão corporal e movimento rítmico.4º e 5º Ano: Introdução à leitura musical, exploração de instrumentos melódicos, e apreciação de diferentes gêneros musicais.6º ao 9º Ano: Ampliação da leitura musical, introdução à harmonia, e prática de composição e improvisação em grupo.3. Planejar Atividades Baseadas nos Eixos da BNCCA BNCC sugere quatro eixos para o ensino de Arte, incluindo Música: Criar, Perceber e Refletir, Contextualizar e Interpretar.Criar: Os alunos são incentivados a criar músicas simples, explorando sons e instrumentos. Por exemplo, podem criar melodias usando instrumentos de fácil acesso.Perceber e Refletir: Atividades que incentivam os alunos a refletirem sobre a música e sua estrutura, como ritmo, melodia e harmonia.Contextualizar: Aprender sobre a música em diferentes contextos culturais e históricos, reconhecendo a diversidade musical.Interpretar: Práticas de performance onde os alunos tocam ou cantam, permitindo que interpretem músicas de forma colaborativa.4. Desenvolver Planos de Aula com Metodologias AtivasCada plano de aula deve promover o engajamento prático e a experimentação, de acordo com a faixa etária e o ano escolar. O uso de métodos como Orff e Kodály é útil, pois ambos se alinham com os objetivos da BNCC ao promoverem a interação com o som e o ritmo de forma prática e lúdica.5. Incluir Avaliações FormativasAs avaliações devem considerar a progressão individual e coletiva. Isso pode incluir atividades como:Autoavaliação: Refletir sobre o que aprenderam e como se sentem em relação às atividades.Avaliação por Pares: Trabalhar em grupo e dar feedback aos colegas.Projetos: Realizar apresentações em grupo que demonstrem o conhecimento adquirido em ritmo, melodia e interpretação.Exemplo de Trilhas de Aprendizado para Diferentes CiclosEducação Infantil: Sons do cotidiano, brincadeiras musicais, exploração de instrumentos simples.Ensino Fundamental - Anos Iniciais: Jogos rítmicos, canções infantis, introdução a instrumentos de percussão.Ensino Fundamental - Anos Finais: Composição de músicas, leitura de partituras básicas, uso de softwares de composição.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados episo tátil.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: material em braileACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: professores treinados e sala sensorial para TEA.

Democratização do acesso

- Todas as atividades propostas no projeto são gratuitas e seu conteúdo será disponibilizado gratuitamente para consulta. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;

Ficha técnica

Concepção do Projeto + Proponência + Realização = Instituto Caju Organização Social criada em 2021, por profissionais experientes de diversas áreas da cultura que se uniram com o propósito de desenvolver ações culturais voltadas à cidadania, meio ambiente, cultura e educação. Apaixonados pelo Brasil, pela cultura de nosso país, por seu povo e com o propósito de contribuir para uma sociedade mais justa, ou seja, com menor desigualdade social, preconceitos, intolerância e desrespeito aos diferentes modos de vida.• Toda a equipe do Caju possui vasta experiência na execução de projetos culturais, conforme apresentado, o Instituto aprovou e captou seu primeiro projeto no ano passado na Lei Rouanet, no valor de R$ 1.100.000,00 (Pronac 236322).• E, nas diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura e sua regulamentação, no caso de a pessoa jurídica não possuir ações de natureza cultural realizadas, a comprovação poderá se dar por meio de: portfólio de comprovação da experiência na área cultural da equipe técnica, neste caso, de seus diretores. Direção Geral: Vivian Schaeffer Produtora e gestora cultural com sólido conhecimento no terceiro setor acumulado em 26 anos de carreira, participou de dezenas de projetos onde atuou como executiva, realizadora e consultora. Iniciou a carreira trabalhando na Representação Regional do Ministério da Cultura em São Paulo na gestão do Ministro Francisco Weffort, onde foi responsável pela comunicação e articulação institucional com os municípios para fomentar a utilização dos mecanismos da lei de incentivo à cultura. Em 2003 foi uma das fundadoras e primeira coordenadora do Instituto Possível, criado por Walter Derani, proprietário da Ripasa Papéis e Celulose, onde desenvolveu uma série de projetos sociais, culturais e esportivos em torno da atividade empresarial do mantenedor. Em 2008 tornou-se coordenadora de projetos na J.Leiva Cultura e Esporte com foco na implantação de políticas de patrocínio em empresas como EDP Energias do Brasil, Sanofi Aventis, Kimberly Clark, Cinemark, entre outras. Assumiu junto ao seu pai, fundador da empresa, a Ecovida Orgânicos, uma das maiores produtoras e comercializadora de orgânicos do país, atendendo mais de 60 lojas (supermercados) da capital e interior. Também em 2008 iniciou as atividades de consultoria. Desenvolveu projetos para várias instituições como a Galeria Lume, Gravadora Trama, Galeria Choque Cultural, Editora New Content, Editora Cosac Naif, ABRINQ, Bienal Internacional de Arquitetura, MASP, Festival de Cinema de Paraty, FAS – Fundação Amazônia Sustentável, entre outros. Desde então ministra cursos e workshops de capacitação para gestores e produtores culturais. Em 2009 ingressou como gestora no Instituto Mpumpalanga onde realizou o projeto Caravana da Artes uma ação conjunta com a UNICEF, Disney e ESPN. A Caravana é o maior projeto itinerante do Brasil, com mais de 180 municípios atendidos, que tem como objetivo a inserção da arte como ferramenta de educação no ensino público. Em cada localidade atende 3000 crianças de 7 a 14 anos e faz a formação de 100 professores da rede pública de ensino. Nesta oportunidade atuou na coordenação geral, advocacy, captação de recursos, atendimento a patrocinadores e parceiros institucionais e articulação junto ao poder público municipal, estadual e federal. Em 2018 assumiu a gestão nacional da Virada Sustentável, festival multicultural desenvolvido em parceria com a ONU, realizado em 7 capitais do país, o qual reúne centenas de artistas e organizações sociais que desenvolvem ações relacionadas aos 17 ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - estabelecidos pela ONU. Também em 2018 iniciou o projeto Sítio Sampa, maior horta urbana do Brasil com 2 hectares de extensão, localizada na divisa dos municípios de São Paulo e Osasco. O projeto tem como objetivo desenvolver atividades educacionais para crianças e jovens da rede pública e particular de ensino, capacitação profissional, desenvolver cursos, palestras e oficinas sobre alimentação saudável, produção agrícola, compostagem, entre outros. Produzir e comercializar orgânicos a preço justo. Produzir bokashi e mudas para fomentar a criação e dar suporte a outras hortas urbanas na cidade de São Paulo e criar um espaço onde a população possa ter contato com a natureza e aprender sobre a vida na terra. Em 2019 assumiu a Gerência de Marketing da São Paulo Companhia de Dança. E em 2020 foi convidada a retornar ao Instituto Mpumalanga – na criação e gerenciamento de projetos como a Caravana das Artes, Cozinha Itinerante, entre outros, onde permanece até o momento. Junto a profissionais diferentes habilidades, criou a Associação Instituto Caju, para o desenvolvimento de projetos educacionais, culturais e sociais associados à agricultura, alimentação saudável e segurança alimentar. É facilitadora do Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais, Conselheira do Instituto Choque Cultural, foi conselheira do CEU Butantã onde criou a horta pedagógica e desenvolveu diversos projetos educacionais, participa de congressos e eventos relacionados ao terceiro setor e a agricultura orgânica. Direção Pedagógica Fernanda Flores Formação acadêmica - Universidade de São Paulo Doutoranda, Psicologia jan de 2023 - nov de 2026 - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Mestrado em Educação, História, Política e Sociedade 2001 – 2003 - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Bacharelado em Psicologia, Psicologia 1990 – 1994 - Universidade de São Paulo Pós-graduação Stricto Sensu - Doutorado, Psicologia Clínica Experiência Profissional Diretora Pedagógica Escola da Vila jun de 2002 - mar de 2024 · 21 anos 10 meses Diretor Pedagógico Lekto Mar de 2024 - atual Diretor Financeiro Guilherme Maruxo Formado em Engenharia Civil com ênfase em planejamento urbano (FEI) com MBA em planejamento estratégico pela ESPM e especializações em Gestão de Projetos (PMI-USP), Controladoria Avançada (Sain Paul), História da Ocupação da Cidade de São Paulo (FESPSP) e diversos treinamentos em melhoria de processos, auditorias, compliance e gestão de pessoas. Atualmente, está como Diretor da Associação Instituto Caju e do Sitio Sampa. Há quatro anos, trabalhando na implementação e expansão de hortas urbanas totalizando 13 mil m2 de hortas com manejo orgânico sendo uma destas a maior horta urbana da zona oeste de São Paulo com 10 mil m2 e a outra uma horta de 3 mil m2 na laje do sétimo andar do Shopping Parque da Cidade. As atividades das hortas incluem a produção dos próprios insumos através da compostagem através do programa Acelerando Hortas (Adesampa) e um viveiro de produção de mudas (cronwdfunding) e experiencias de vivencia para escolas e empresas. Membro atuante no Conselho de Desenvolvimento Rural da cidade de São Paulo e parte da rede do programa de aceleração de empresas do Hub Green Sampa. Atuou por dezenove anos como Business Controller gerindo os departamentos de contas a pagar, contabilidade, compliance, controladoria, reporte de indicadores ESG e planejamento financeiro e estratégico em ambientes multiculturais e multinacionais de grande. Produção Graziella Cabral FORMAÇÃO ACADÊMICA Pós-Graduação – Especialização em Negócios Internacionais no Âmbito Têxtil Universidade Pompeu Fabra – Instituto de Educação Continua (IDEC) Barcelona – Espanha (janeiro a julho/2004) Graduação – Negócios da Moda Universidade Anhembi Morumbi São Paulo – Brasil (janeiro/1999 a dezembro/2002) EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL – De 2017 até o momento atual é produtora do Instituto Mpumalanga. Trabalhos anteriores: TV Cultura - (Fundação Padre Anchieta – FPA – Centro Paulista de Rádio e Tv Educativas) De 07/2013 a 03/2017 Coordenadora de Produção – Núcleo de Entretenimento Cultural e Infantil PROGRAMAS DE GRADE DESENVOLVIDOS PELA FPA/TVC: ∙ “Caçadores de Mito – Cabeças”, “Mestres do Riso – Cabeças”, “Clube do Filme – Cabeças”, “Era Uma Vez no Quintal”, “Quintal Da Cultura”, “Cartãozinho Verde”, “Cocoricó”, “Manos e Minas”, “Provocações”, “Viola, Minha Viola”, “Quem Sabe, Sabe!”, “Ensaio”, “Móbile”, “Sr. Brasil”, “Mostra Internacional de Cinema”, “Metrópolis”, “Cultura Livre”, “Cultura Mundo”, “Entrelinhas”, “Mais Cultura”, “Cultura Documentários”, “Persona em Foco”, “Se Liga na Ciência”, “Novela – 60 anos de Emoções”, “Terra Dois”. Grande experiência também em produção de eventos culturais e corporativos. Artista Luciana Oliveira, (@lucianaoliveira.cantora), DF, é cantora, compositora, graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília e Mestre em Comunicação Humana e Saúde pela PUC-SP. Gravou três álbuns autorais com um repertório influenciado pela música afro-brasileira, afro-americana e africana e com participações de Elza Soares, Xênia França, Guilherme Arantes, Fióti e Mateus Aleluia. Idealizou projetos como o “Vozes do Atlântico”, que estabelecia diálogos entre a música brasileira e a música africana e o projeto “Canções de Liberdade”, apresentado no Sesc Pompéia, e que reuniu diversos artistas brasileiros interpretando canções de protesto e de libertação. Cantora da banda Natiruts e com o compositor e cantor Guilherme Arantes. Atualmente é professora do Instituto de Arte e Educação Mpumalanga.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.