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O maior e mais frequentado espaço cultural do Rio Grande do Sul, a Casa de Cultura Mario Quintana, está instalada no antigo Hotel Majestic, na Rua dos Andradas em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. A transição do antigo estabelecimento (desde 1923) para um amplo equipamento cultural, no final da década de 1980, até os dias atuais, é uma história peculiar que agrega a mobilização da classe artística e a iniciativa de funcionários do Estado com episódios de aventura e de resistência que reverteram uma ameaça de demolição. Essa trajetória será contada através de: 1.Livro ilustrado com fotos, plantas, documentos e depoimentos, que terá uma versão em braile. 2. Exposição de 40 itens - fotos, mapas, iconografia, videos e audiodescrição gravada (a exposição será totalmente doada para a Associação dos Amigos da CCMQ); 3. Seminário de três dias sobre: a preservação cultural e patrimonial; a história da Casa, que comemora 35 anos de atividade; e ideias para o futuro.
A criação da Casa de Cultura Mario Quintana representa o ciclo completo e ideal sonhado pelas comunidades culturais de qualquer país que preserva a sua memória: a conversão de um prédio histórico, cuja função original se extinguiu, em um equipamento cultural, a partir da mobilização e escuta das comunidades e preservando suas características arquitetônicas. Na comemoração dos 35 anos da criação da Casa, estamos propondo um projeto que resgata essa história, desde a construção do Hotel Majestic, de autoria do arquiteto alemão Theo Wiederspahn, até os dias de hoje como centro cultural completo dispondo de cinemas, teatro, livraria, discoteca, auditório, biblioteca, salas de multiuso, espaço para crianças e gastronomia. Como hotel, abrigou os escritores Erico Verissimo, que morou ali com sua esposa Mafalda, logo ao chegar de Cruz Alta, e Mario Quintana, que viveu vários anos a ponto de receber a homenagem de ter seu nome no futuro centro cultural. Getúlio Vargas teve um quarto no Majestic quando veio estudar em Porto Alegre, e vários artistas abrigaram-se no hotel quando vinham à capital gaúcha. Além de contar as histórias do tempo áureo do Majestic, vamos falar da crise que determinou sua falência, as ameaças de demolição, a resistência da comunidade cultural e o empenho de uma equipe de servidores públicos que tomou a si a tarefa de redimensionar o espaço e praticamente reconstruir suas estruturas abaladas pelo abandono, até toda a mobilização somada levou ao tombamento do prédio e sua designação como espaço cultural. Essa trajetória será contada através de uma exposição de fotos, mapas e iconografia, um seminário sobre a preservação patrimonial destacando o “case” Casa de Cultura e a edição de um livro fartamente ilustrado e destinado a imortalizar essa histórica ao mesmo tempo peculiar e representativa, na qual passado e presenta da cidade se unem no maior e mais frequentado espaço cultural do Rio Grande do Sul. O livro irá reproduzir, fotos, plantas e depoimentos de pessoas que participaram dessa grande aventura.
Objetivo Geral Qualquer espaço cultural e turístico do mundo possui sua história em livros e publicações para que seja conhecida pelos que o visitam. O prédio do antigo Hotel Majestic completou cem anos em 2023 e a sua transformação em Casa de Cultura completará 35 anos em 2025. Embora seja um dos espaços mais visitados da cidade, carece de registros que contem sua história ainda desconhecida de grande parte da população da cidade e dos visitantes. Queremos suprir esta lacuna com a publicação de um livro; a realização de uma exposição de fotografias para consolidar esse resgate histórico; a realização de um seminário que chamará a atenção sobre a importância da preservação do patrimônio cultural e histórico a partir do case CCMQ. Objetivos específicos Entre as ações propostas temos: 1. Edição do livro "Casa de Cultura Mario Quintana _ Jornada de resistência", do jornalista e escritor Rafael Guimaraens, responsável pela publicação de 20 obras, sendo a maioria delas sobre a história de Porto Alegre. A tiragem será de dois mil exemplares, no formato biografia (15,5cm x 22,5cm), ilustrado com fotos e documentos; capa 4x1 CMYK, com orelhas de 14 cm, acabamento fosco e verniz localizado; miolo de 304 páginas, 4x4, papel couché 115 gramas, costurado, com schrink individual e marcadores. Esta obra terá uma versão em braile, com resumo do livro (cem páginas em A4), e impressas 5 cópias a serem entregues a entidades ligadas aos deficientes visuais. 2. Exposição de 40 itens, emoldurados e devidamente identificados, entre fotos e documentos relativos à história do prédio, desde o Hotel Majestic e a transformação na Casa de Cultura. Faremos 20 cartazes (A3, 4x0, em papel couche fosco 240 gramas) e 2 mil folderes (tamanho 19cm x 13cm, com 12 páginas, couche 160, 4x4, com dois grampos). Como legado do projeto, a exposição, que terá audidescrição gravada, será doada integralmente para a Associação dos Amigos da Casa de Cultura para sua itinerância e livre uso. 3. Seminário "Casa de Cultura Mario Quintana _ Jornada de resistência", com curadoria de Flávio Kiefer, arquiteto, professor e responsável técnico pela restauração na década de 1980. Contará com tradução em libras e será transmitido pela internet (nos canais da Libretos: facebook e youtube). A programação constará de: a. Palestra de abertura no primeiro dia, "Patrimônio Histórico e Cultural de Porto Alegre", com Francisco Marshall, arqueólogo, professor e historiador, com ênfase na preservação da memória, o maior bem imaterial. Neste dia, haverá lançamento do livro com comercialização a preços populares, que será operada pela Livraria Taverna, localizada dentro da Casa de Cultura Mario Quintana e que sofreu com a enchente perdas de exemplares e mobiliário. b. Segundo dia: mesa sobre "CCMQ - A trajetória", desde o Hotel Majestic ao funcionamento atual, com os responsáveis na época pela consolidação do espaço cultural, de servidores, arquitetos e técnicos que atuaram no processo, e artistas envolvidos na mobilização. Com Flavio Kiefer, curador, e Rafael Guimaraens, autor do livro. c. Terceiro dia: mesa "CCMQ - uma história de futuro", com a diretoria da Casa e sua Associação de Amigos e funcionários, sobre retrospectiva de 35 anos e planejamento do que está por vir.
A Casa de Cultura sofreu com a enchente de 2024, na sua estrutura térrea e no seu equipamento técnico e instalações elétricas, assim como a parceira deste projeto: Livraria Taverna, instalada no prédio da CCMQ, que perdeu exemplares e mobiliário, permanecendo fechadas de maio a agosto. Esta livraria irá comercializar a tiragem reservada para venda a preços populares. A gráfica ANS, que imprimirá os livros, também sofreu perdas com a enchente de 2024. A Libretos Editora (proponente) perdeu 80% de seu estoque de livros, que se encontrava em um depósito na Av. Voluntários da Pátria, equivalente a 13 mil livros em perda estimada de R$ 478 mil reais (notas em anexo), o que significa mais de um ano de faturamente da empresa. Na proposta "Casa de Cultura Mario Quintana _ Jornada de resistência", o incentivo governamental justifica-se por viabilizar a construção da memória de um povo e nos propomos a cumprir esta missão social. Nosso trabalho editorial, de reconhecida qualidade e relevância, pode ser avaliado pela publicação de livros como "Mercado Público - palácio do povo"; "Rua da Praia - um passeio no tempo"; "Teatro de Arena - palco de resistência"; "Trem de volta - Teatro de Equipe" e muitos outros. Estes livros de grande repercussão só puderam ser realizados através de leis de incentivo e chegaram ao público com preços subsidiados e acessíveis, todos com prestações de contas aprovadas. Reiteramos nossas argumentações lembrando que esta proposta contempla os seguintes itens da Lei 8313 23/11/1991 Artigo 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Artigo 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A Libretos, embora seja uma pequena editora, é reconhecida por sua ênfase na preservação da memória. Atuamos como promotores culturais em vários eventos, e podemos exemplificar: "Sarau Libretos", atividades culturais realizadas em seis bairros da capital com artistas convidados e locais de cada comunidade; a exposição "Ainda cabe minha aldeia no mundo", selecionada pelo edital de ocupação de espaços da Caixa Cultural em Brasília, do fotógrafo Marco Nedeff, parceiro neste projeto. Ambas realizadas com apoio de iniciativas públicas.
Livro: 2 mil exemplares. Formato Biografia: 15,5 x 22,5cm, 304 páginas. Capa em cartão supremo 300 gramas, com orelhas de 14 cm, 4x1 cores, acabamento prolan fosco e UV localizado brilho. Miolo em 4x4, papel couche 115 gramas, schrink individual e marcadores. Esta obra terá versão em braile: Compilação do conteúdo do livro para cem páginas A4, cinco volumes. Além do livro, o projeto prevê atividades que acontecerão nas instalações públicas da Casa de Cultura Mario Quintana, cedidas conforme anuência. Exposição: 40 imagens, emolduradas, coloridas, com etiquetas de identificação. Com 2 mil folders/catálogo com 12 páginas, formato 19 cm x 13 cm, em papel Couche Brilho 150 g/m, 4 x 4, grampeados. 20 cartazes A3 coloridos. Audiodescrição gravada. Abertura no primeiro dia do seminário. Vai durar duas semanas. Banners: dois banners alusivos ao evento para serem colocados na Casa de Cultura. 84cm x 1,20. Lona fosca. Faremos mais 2 banners com recursos próprios. Seminário: com tradução em libras e transmissão pela internet (nos canais da Libretos: facebook e youtube). A programação terá 3 mesas de 2 horas cada, em três dias de duração (uma noite e duas manhãs). Serão concedidos certificados a quem necessitar e solicitar.
Acessibilidade física: Em 2022, a Casa de Cultura foi uma das vencedoras do Prêmio de Acessibilidade, concedido anualmente pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e pelo Conselho do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado. A CCMQ foi a instituição pública melhor avaliada na região sul do país, e a segunda melhor classificada de todo o Brasil na categoria Educação, Cultura e Arte. Este projeto acontecerá, conforme anuência, nas instalações da Casa, portanto, a acessibilidade física estará garantida para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias tãteis). Acessibilidade de conteúdo: Produziremos 5 exemplares de uma versão do livro em braile, que serão disponibilizadas a entidades ligadas a portadores de deficiência visual. A exposição constante no projeto terá audiodescrição gravada. E, por esforços próprios, o proponente assume a responsabilidade de custear tradução em libras para o seminário.
O livro terá 30% de distribuição gratuita para: 1. Patrocinador financiador (5%) 2. População: (20%) 3. Divulgação (5%) sendo população: a. Casa de Cultura, através de sua Associação de Amigos; b. Sistema Estadual de Bibliotecas (10%) c. Bibliotecas escolares (via Seduc) (10%) d. Bibliotecas comunitárias (via Cirandar) (5%) e. Secretaria de Turismo (5%) A exposição terá entrada franca, com duração de duas semanas. Previsão de público:cinco mil visitantes, levando em conta a frequência diária da Casa. Sendo a exposição doada para a ACCMQ para reapresentação em outras oportunidades, o alcance de público será bem maior. O seminário tem previsão de público de 400 pessoas e, sendo transmitido pela internet ao vivo em nosso canal do facebook (@libretoseditora) e armazenado em nosso canal no youtube (libretos100), ampliaremos o acesso, pois o material estará sempre disponível. Para democratizar o acesso ao livro, 20% da tiragem será comercializado ao preço unitário de R$ 42,00 (quarenta e dois reais), conforme as regras deste edital, com o apoio do parceiro neste projeto, a Livraria Taverna, localizada dentro da Casa, que deverá comercializar os livros a este valor popular.
A empresa proponente do projeto, Libretos Editora, será responsável por toda a execução e contratação de colaboradores em suas diversas fases. A Libretos atua desde 2001 na área de memória e humanidades com cerca de 200 livros publicados, entre romances, contos, não-ficção, infantis, juvenis, ebooks e audiolivros, além das séries Universidade e Poche, de bolso. A editora recebeu os prêmios Destaque Açorianos/SMC/PMPA; Parceiros da Escrita/ AGES e Troféu Cultura Econômica/JC. Cerca de 40 livros da Libretos receberam prêmios literários, como o Troféu Açorianos da PMPA, o Prêmio da Associação Gaúcha de escritores AGES e Prêmio Minuano, do Instituto Estadual do Livro em parceria com a Faculdade de Letras da UFRGS. A Libretos é representada por sua diretora Clô Barcellos, que exercerá a coordenação do projeto e executará o design gráfico (projeto gráfico e editoração do livro). Além dos abaixo-relacionados, farão parte do projeto através do proponente, profissionais do setor administrativo, revisão ortográfica, bibliotecária, profissional de tratamento de imagens, área comercial, e técnicos de som e imagem. Equipe: CLÔ BARCELLOS É jornalista (PUC/RS), designer (ULBRA) e artista plástica (UFRGS). Na área de design editorial (livros e revistas) atua desde 1982. Desde 1999, dirige sua própria empresa: Libretos Comunicação Ltda. Em 1996 criou a Libretos Editora. Recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura, categoria Projeto Gráfico e o Prêmio Bornancini /I Salão Apdesign, categoria design editorial, pelo livro "50 anos do Margs (Museu de Artes do Rio Grande do Sul)" em 2006. Com os livros "Os Farrapos" (selecionado na III Bienal de Design Gráfico da Associação dos Designers Gráficos /ADG) e "Astrologia, o cosmos e você" foi premiada com o Troféu Açorianos de Literatura. Em 2008, recebeu o prêmio destaque como editor, no Açorianos de Literatura. Em 2012, criou o selo Poche, com o formato livros de bolso. Criou também o selo Libretos Universidade. Em 2022 e 2023 foi contemplada com o projeto Sarau Libretos no edital do sistema Pro-cultura, da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, do Fundo de Apoio à Cultura, realizando cinco encontros na periferia da Capital, com autores e livros. Através da Libretos, editou e produziu design para seus títulos próprios. O catálogo completo da editora está em seu site/loja www.libretos.com.br. EDGAR VASQUES Ilustrador, chargista, caricaturista e autor de HQs, publicou 35 livros como autor ou co-autor, entre eles, "O Analista de Bagé" (com Luis Fernando Veríssimo) e "Tangos & Tragédias" (com Cláudio Levitan e Hique Gomes). Criador do personagem Rango, publicou oito álbuns oito álbuns com as aventuras do personagem e sua turma. Em 2010, ilustrou "Triste Fim de Policarpo Quaresma", de Lima Barreto (com Flavio Braga). Vencedor do Troféu HQ Mix, como melhor desenhista nacional, em 1998, por duas vezes venceu o Prêmio ARI, da Associação Rio-grandense de Imprensa e outros dois do Salão Internacional de Imprensa de Porto Alegre. Na imprensa, colaborou com a Folha da Manhã, onde foi num dos criadores do Quadrão, Coojornal, Diário do Sul, Playboy, Pasquim, Versus e diversas outras publicações. RAFAEL GUIMARAENS Jornalista e escritor, é autor de 20 livros, entre os quais "Trem de Volta, Teatro de Equipe" (com Mario de Almeida, finalista do Prêmio Açorianos), "Tragédia da Rua da Praia" (Prêmio “O Sul Nacional e os Livros”, narrativa longa), "A Dama da Lagoa", "Teatro de Arena – Palco de Resistência" (Prêmio Açorianos Livro do Ano), "A Enchente de 41" (Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, não-ficção), "O Sargento o Marechal e o Faquir" (Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, categoria Especial), "20 Relatos Insólitos de Porto Alegre" (Prêmio Minuano de Literatura), "Fim da Linha - Crime do Bonde" (finalista Prêmio, AGES), "O Espião que Aprendeu a Ler" (Prêmio AGES, narrativa longa), "1935" (Menção Honrosa Troféu Açorianos), "O Incendiário" (Prêmio AGES Não ficção) e "Barra 77", mais os infantis "O Livrão e o Jornalzinho" e "Bolita de Gude". Recebeu o Prêmio Açorianos de LIetratura 2024 pelo conjunto da obra. É Cidadão Emérito de Porto Alegre, título concedido pela Câmara Municipal de Porto ALegre. MARCO NEDEFF Fotógrafo profissional desde 1987 nas mais diversas áreas: documental, publicitária e artística. Produziu as fotos para diversas publicações, das quais destacamos os livros "Rua da Praia – Um Passeio no Tempo", "Mercado Público – Palácio do Povo" e "Águas do Guaíba", todos publicados pela Editora Libretos, respectivamente, em 2010, 2012 e 2015. Vencedor do Prêmio Nacional Nordeste/Transbank, em 2003. Exposições fotográficas como "Ainda cabe minha aldeia no mundo?", no Centro Cultural da Caixa Econômica, em Brasília, em 2010, e "Brasília 50 anos", na Galeria Nacional, Museo de los Niños – San José – Costa Rica, também em 2010. Entre 2020 e 2023 participou com ensaios fotograficos nos livros: "Floresta Aurora - 150 anos fazendo história"; "Onde está Isabel?"; "G.E Renner - O cometa eterno"; " Tamoyo - O time de Viamão, todos da Libretos Editora. SIMONE LERSCH Formada em Comunicação Social pela PUCRS (2000), Simone Lersch atua como assessora de comunicação há mais de vinte anos. Na condição de assessora de imprensa - especializada em Literatura - já realizou a divulgação de mais de cem livros. Desde 2008 é assessora da Editora Libretos, tendo trabalhado em lançamentos do escritor Rafael Guimaraens, como A Enchente de 41, A dama da lagoa, O sargento, o marechal e o faquir, 20 relatos insólitos de Porto Alegre, Fim da linha – o crime do bonde, O espião que aprendeu a ler e 1935; da poeta Fátima Farias (Mel e Dendê), Sopapo Poético: Pretessência e Travessias de Amanaã, além de outros títulos. Também atende o escritor Alcy Cheuiche (desde 2011) e já divulgou publicações de Diego Petrarca, Jéferson Tenório, Cristóvão Tezza, Alice Ruiz e Conceição Evaristo. Foi assessora de comunicação da Associação de Cegos do Rio Grande do Sul - ACERGS (2011 a 2012) e da Sala de Cinema SindBancários (2008 a 2009). Também possui experiência em redação jornalística como colaboradora do jornal Brasil de Fato RS. FLÁVIO KIEFER Dirige o escritório Kiefer Arquitetos SS LTDA (www.kiefer.com.br), professor da Faculdade de Arquitetura PUCRS. Graduado em Arquitetura, 1979, UFRGS, Porto Alegre; Especialista em Transportes Urbanos, 1981, Paris; Mestre em Arquitetura por UFRGS, 1998, Porto Alegre. Organização e publicação de livros. Tem dezenas de artigos publicados em periódicos especializados, conferencista convidado de seminários e congressos. Realizou projeto e fiscalização das obras de reciclagem do Majestic Hotel em Casa de Cultura Mário Quintana, com Joel Gorski, concluído em 1990. É colunista quinzenal do site Sler, e, em 2024 laançou livro Cidade Abstrata, da Editora Libretos. FRANCISCO MARSHALL Historiador e arqueólogo, professor titular de História no IFCH, Dr. em. História Social com pos-doutorado nas Universidades de Princeton (EUA) e Heidelberg (Alemanha), pesquisador Humboldt, membro da Academia Nacional de Ciências de Buenos Aires, cidadão emérito de Porto Alegre, diretor do Instituto Latino Americano de Estudos Avançados, pianista e produtor cultural. CARLA QUADROS Atualmente produtora na área cultural, depois de muitos anos atuando no Magistério e em gestãoe educacional. Graduada em Matemática, 1985, UFRGS, Porto Alegre. Especialista em Álgebra, 1987, IMPA, Rio de Janeiro. Especialista em Educação Matemática, 1991, Porto Alegre. Mestrado em Gestão Educacional, 2002, Porto Alegre. De 1983 a 1992, atuou como Professora na Associação Educacional Universitário, na Associação Educacional São José, Fundação Educacional João XXIII (quando foi diretora), Colégio Israelita Brasileiro. Foi fundadora, professora e Diretora Geral da Associação Educacional Anita Garibaldi Ltda - Colégio João Paulo I até 2020.
PROJETO ARQUIVADO.