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PRONAC 2416074Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O estado da música

MARRUA - ARTE E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 1,48 mi
Aprovado
R$ 1,48 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2025-02-03
Término
2025-08-31
Locais de realização (4)
Campo Grande Mato Grosso do SulDourados Mato Grosso do SulPonta Porã Mato Grosso do SulTrês Lagoas Mato Grosso do Sul

Resumo

"O estado da música" vai criar e produzir o show "Maria Alice canta Geraldo Espíndola" e o levará na bagagem para uma turnê por 4 cidades de Mato Grosso do Sul. O roteiro inclui Campo Grande, Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas. Uma programação de 11 shows; 5 na capital - quatro para estudantes e um para o público de todas as idades - e 6 no interior - um para estudantes e outro para o público geral em cada cidade - com a participação de escolas que trabalharão a obra tendo o apoio pedagógico e os artistas recebendo os estudantes e seus professores no Teatro em bate-papo após o show, e a oficina "A música é novidade e tradição", destinada a educadores e ministrada por especialista. Tudo de graça, durante 7 meses de execução. Cada show terá em média 75 minutos, a oficina 3 horas, o bate-papo, com exposição, perguntas e respostas, mais 50 minutos.

Sinopse

Produto principal – Apresentação Musical - CRIAÇÃO, PRODUÇÃO E CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO - MARIA ALICE CANTA GERALDO ESPÍNDOLA Com duração aproximada de 75 minutos, será juntamente com o álbum que está sendo finalizado e será lançado em março de 2025, uma homenagem ao artista e à obra de Geraldo Espíndola e seu repertório que perpassa suas principais criações musicais. O universo do compositor em 14 canções selecionadas e interpretadas pela cantora Maria Alice que revelam a sensibilidade e o olhar do músico sobre quatro temas que personalizam sua obra: as Raízes, o Amor, a Vida e o Homem. O show pulsará de ritmos binários, ternários e quaternários: polcas, chamamés, reggae e baladas marcarão presença. Os arranjos, criados por Pedro Ortale, serão assentados conectando harmonias originais e muitos riffs que Geraldo Espíndola criou para suas músicas em seu violão tocado com personalidade marcante. São questões referenciais que comporão com novos arranjos, seguindo uma estrada que liga a novidade à tradição. As mais diferentes fases de criação do compositor estarão simbioticamente ligadas nesse trabalho por meio da interpretação de Maria Alice, cantora cuja voz passeia pelos médios graves e imprime a sonoridade que resultará em um produto com identidade distinta, promotor de valores caros à vida de Geraldo Espíndola, molas propulsoras de sua criação. Serão utilizados instrumentos tradicionais como bateria, percussão, baixo, teclado, acordeon, violões de aço e nylon, guitarras, e outros pouco conhecidos do grande público como charango e bumbo leguero, instrumentos que ligam pontes e realçam as influências fronteiriças. As canções do repertório do show são: Kikio – Geraldo Espíndola; Pureza - Almir Sater / Geraldo Espíndola; Cunhataiporã – Geraldo Espíndola; Tuiuiú Jaburu – Geraldo Espíndola; Vida Cigana – Geraldo Espíndola; É necessário - – Geraldo Espíndola; Fala Bonito – Geraldo Espíndola; Em Pira Lenta – Geraldo Espíndola; Não Violência – Geraldo Espíndola; Deixei meu Matão - Geraldo Espíndola; Mixórdia – Geraldo/Humberto/Jerry Espíndola; Forasteiro - Geraldo Espíndola; Rosa em Pedra Dura - Geraldo Espíndola; Desesperada na Rua – Geraldo Espíndola. O/a profissional que fará a direção geral do espetáculo será definida na pré-produção, a direção artística de Jerry Espíndola buscará um encontro estético na dramaturgia musical e cênica com a obra do compositor, com plena assimetria com a direção geral, da dramaturgia com a concepção visual, cenografia, figurino, iluminação, linguagem gráfica etc, garantindo a atmosfera poética, o bom gosto, a dramaticidade e a beleza das composições. Produto secundário – Oficina/ Capacitação em Música - A MÚSICA É NOVIDADE E TRADIÇÃO A oficina de arte é uma alternativa para o trabalho educacional altamente motivador, por seu caráter interativo e lúdico, o professor que será capacitado pelo projeto estará habilitado a desenvolver atividades com seus alunos envolvendo música regional e diferentes disciplinas. Eles terão a oportunidade de expor aos seus alunos tudo o que foi aprendido em sua formação. Será ministrada por FLÁVIO FACCIONI, Graduado (2017), Mestre (2020) e Doutor (2024) em Letras pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, câmpus de Três Lagoas (UFMS/CPTL). Realizou Doutorado Sanduíche na Faculdade de Filoloxía da Universidade de Santiago de Compostela (PDSE/CAPES - Edital 19/2020). Foi professor contratado da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Dourados, e integrou, como cantor, a primeira formação da UEMS Regional Band. Atualmente, é Leitor Guimarães Rosa na Universidad Pública de El Alto (Bolívia) - Ministério das Relações Exteriores.

Objetivos

GERAL Promover um dos fenômenos artísticos mais representativos da cultura e da música regional urbana sul-mato-grossense, criando e produzindo o espetáculo "Maria Alice canta Geraldo Espíndola" e fazendo-o percorrer 4 cidades do Mato Grosso do Sul, refletindo modos de vida dos brasileiros desta região fronteiriça pantaneira, com uma turnê que homenageia uma de suas matrizes exponenciais: Geraldo Espíndola. Estimular novas vibrações com um fragmento da música originada nos limites geográficos e históricos da relação do Brasil com os países e culturas vizinhas: Paraguai, Bolívia, Argentina e Uruguai, que se consolidou ao longo dos anos 1980 e que é associado às representações da identidade cultural do Mato Grosso do Sul. Uma experiência em que a artista Maria Alice será acompanhada por sua banda, composta de músicos e musicistas de grande destaque, convidados e convidadas, e apresenta uma estética de alta qualidade em melodias e letras que fundiram o caipira fronteiriço com o universo urbano globalizado, conectando-se em cada cidade do roteiro com artistas locais, meios de comunicação e escolas. O projeto bebe na fonte da memória e interage com as pessoas do público atual propondo uma experimentação estética que reúne novidade e tradição, buscando inovar ao colocar esse fragmento para dialogar com pessoas de diferentes gerações. ESPECÍFICO 1. Fazer uma turnê com 11 apresentações do show "Maria Alice canta Geraldo Espíndola" que valoriza a produção artística de Mato Grosso do Sul, difundindo obras musicais e seus artistas criadores. Com entrada franca e tendo como palco teatros e centros culturais de 4 cidades do estado: Campo Grande (5 shows), Dourados (2), Ponta Porã (2) e Três Lagoas (2). 2. Selecionar 7 escolas, quatro na capital Campo Grande e três em cada cidade do interior, para a fruição e trabalho com o conteúdo do projeto por seus professores e alunos tendo como suporte o material pedagógico produzido pelo projeto com abordagens da música produzida nesta Região e as obras que compõem o show - sendo todas as faixas do precioso repertório do compositor Geraldo Espíndola e seus parceiros - , e setenta e seis ônibus para traslado de estudantes de suas escolas aos locais dos shows, para assistência e bate-papo com os artistas. 3. Realizar a oficina "A música é novidade e tradição", ministrada por um músico, pesquisador, destinada a educadores.

Justificativa

Fenomenal é a música popular rural e urbana que surgiu nos rincões fronteiriços do antigo Sul do estado do Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul. Pelo trânsito de diferentes correntes desbravadoras, e depois colonizadoras, formadas por bandeirantes mineiros e paulistas, que aqui encontraram populações indígenas e grupos originários dos países vizinhos, a produção musical do período entre o final dos anos 1960 e meados dos anos 1980 foi intensa e multifacetada. Influência europeia trazida por professores de música, instrumentistas e maestros de diferentes nacionalidades do Velho Continente, de gaúchos que ajudaram a popularizar ritmos como o vanerão e da penetração de música internacional por meios de comunicação como o rádio, seguido pelo cinema, a televisão e a internet. Muitos participaram, em maior ou menor intensidade, da trajetória da música regional sul-mato-grossense, mas três artistas são reconhecidos por muitos como as grandes referências dessa música urbana: PAULO SIMÕES, GERALDO ESPÍNDOLA e GERALDO ROCA, autores de canções emblemáticas como, por exemplo: Cunhataiporã, É Necessário, Quyquyho, Vida Cigana (Geraldo Espíndola); Japonês Tem Três Filhas, Mochileira, Polca Outra Vez (Geraldo Roca); Sonhos Guaranis, Comitiva Esperança (Paulo Simões e Almir Sater). Os três são matrizes criadoras desse fragmento extraordinário da música contemporânea de Mato Grosso do Sul, reconhecida por letras de sucesso nas vozes de Renato Teixeira, Maria Bethânia, Michel Teló, Almir Sater, Tetê Espíndola, Alzira E, Leci Brandão, Gilberto Correa, José Augusto, Raça Negra, João Pedro e Cristiano, Zeca Baleiro, Elza Soares, Eduardo Costa, César Menotti e Fabiano, Thiaguinho, Maria Alice, Márcio de Camillo e outros. Eles vivenciaram, desde os primeiros experimentos musicais, a emergência de talentos que descortinaram caminhos e criaram uma música diferenciada. GERALDO ESPÍNDOLA teve como um de seus primeiros parceiros Paulo Simões e com ele formou a banda "Os Bizarros". Ao final dos anos 1960 ocorreu em Campo Grande uma série de festivais de música, onde houve destaque para ambos. Na década seguinte, Tetê Espíndola, com a banda "Tetê e o Lírio Selvagem", formada com os irmãos Alzira E, Celito Espíndola e o próprio Geraldo Espíndola, lançou o primeiro LP de sua discografia, o primeiro long play de uma banda de rock de Mato Grosso do Sul a assinar contrato com uma grande gravadora. O álbum "Tetê e o Lírio Selvagem" (1978) é um marco na música (sul) mato-grossense, tanto pela temática ecológica das letras, quanto pela inédita fusão de ritmos da região - como polca paraguaia, guarânia, chamamé e cururu -, com o rock. Geraldo Espíndola é representante de uma música com forte influência fronteiriça, do Complexo Pantanal, construiu carreira em sua terra natal, sempre viveu e daqui abriu as porteiras para o mundo. Além de sua inserção nacional, conquistou carreira internacional de prestígio com apresentações e concertos realizados no Teatro do Centro Cultural de Assunción, Paraguai (1991), no Teatro Municipal Alberto Saavedra Perez, em La Paz, Bolívia (2005), com a turnê na costa oeste da França, Université Paris 1, Sorbonne, Paris, turnê na Tunísia (Tunis, Sousse, Sfax, Nabeul, Kairouan, Hammamet), e shows na Alemanha, Espanha e França (2012). O conterrâneo Almir Sater diz sobre ele: "Geraldo Espíndola compõe canções maravilhosas com influência da música paraguaia, com um jeito dele. Ele é um dos artistas mais completos que conheço". Elza Soares (em memória) irreverentemente lhe disse: "Geraldo, eu te amo, você é grande demais, o artista é isso, tem que ter esse lado meio sentimento, meio tesão, meio nada, meio tudo" Sua obra, como, por exemplo, a icônica canção da moderna música urbana de Mato Grosso do Sul, "Cunhataiporã", está nos mapas da Música Popular Brasileira como resultado de influências caipiras paulistanas e mineiras em contato com os contagiantes ritmos fronteiriços, ao lado de, entre outras, "Chalana" (Mário Zan), "Pé de Cedro" (Zacarias Mourão), "Prenda Querida" (Délio e Delinha), e "Trem do Pantanal" (Paulo Simões e Geraldo Roca). Desde os anos 1990, especialmente com a exibição da telenovela Pantanal, a música de Mato Grosso do Sul alcançou, de forma mais intensa, o sul-mato-grossense e o público de outras regiões do Mundo. No estado, a programação das emissoras de televisão e rádio educativas e estatais tinha uma importante influência, com grande parte de seu repertório envolvendo a música produzida aqui. Nesse período, a promoção cultural da música teve relevância também com a realização de projetos como o "Temporadas Populares" (1999 a 2022), que estabeleceu uma rica programação de música brasileira e um forte intercâmbio entre artistas de Mato Grosso do Sul e de outras regiões; e por uma rede de espaços culturais estabelecida que compreendeu edifícios teatrais, auditórios, centros culturais e os palcos de festivais como o "Festival de Inverno de Bonito", criado em 2000 e o "Festival América do Sul", em Corumbá, criado em 2004. Nos últimos anos, a programação no rádio reduziu muito o espaço para o repertório dessa música regional refletidora de tradições, de modos de vida, de múltiplas realidades e de características locais. Também foi reduzida a rede de espaços culturais e de convivência cultural programadora de música e artes em geral, com o abandono pelo Estado, Municípios e instituições como o Sesc, da manutenção dos espaços físicos e de uma programação diversificada em alternativa àquela imposta pela força dos meios, destinada pela indústria à massa, com suas vibrações grosseiras e agressivas. A cantora MARIA ALICE, desde os anos 1980, é uma das vozes mais expressivas do cenário musical regional, tendo lançado 3 álbuns solos: "No mundo a passeio" (1997); "Sertões" (2017); "Maria Alice canta Paulo Simões" (2022); e estar pronta para o lançamento de um novo álbum em março de 2025: "Maria Alice canta Geraldo Espíndola". Ela é voz ativa e agente atuante nos movimentos de valorização da música e dos trabalhadores regionais. Buscando contribuir para a consciência do padrão musical sul-mato-grossense que guarda afinidade com tradições e a realidade do estado, e para a convergência dessa vibração musical, como elemento fundamental para a educação, para a depuração do gosto das pessoas, para um aceleramento de vibrações cada vez mais forte diante de coisas sutis, mais nobres, ela desenvolveu com a produtora Marruá Arte e Cultura, sua agente desde sempre, esta proposta que pretende contribuir com o esforço de sintonizar as novas gerações com o padrão vibratório dessa música extraordinária. Considerando a relação que esta proposta tem com os objetivos, finalidades e diretrizes do PRONAC, nos termos dos artigos. 1.º e 3.º da Lei n. º 8.313/1991, relevamos os seguintes: Art. 1.º: incisos: I; II; III; IV; e VIII. Art. 3.º:incisos II - letra: c); e IV - letra: a). Afinal, como nas análises da professora Maria da Glória Sá Rosa sobre a trajetória de vida dos artistas que corporificam a ideia de uma música regional sul-mato-grossense, "talvez seja a música a forma de arte que melhor reflita a fisionomia cultural de Mato Grosso do Sul".

Estratégia de execução

A VISÃO DO DIRETOR ARTÍSTICO DO ESPETÁCULO Maria Alice interpreta a obra do maior cancioneiro do centro oeste, Geraldo Espíndola. Passeando por várias fases e temas do autor, a cantora escolheu 14 canções para gravar, as quais estão divididas entre 4 EPs. O primeiro EP é sobre a raiz de quem é sul-mato-grossense, nossos povos originários, a língua guarani, o Pantanal e o meio ambiente são representados nesta etapa. O segundo EP é voltado para o amor, e o jeito peculiar e poético, e nada convencional, de Geraldo compor sobre o tema. Entre as músicas o hit Vida Cigana, uma das músicas mais regravadas no Brasil. No terceiro EP o tema é a vida. A exaltação da natureza, a alma, a esperança, o divino, são os temas das canções escolhidas. E por fim, o quarto EP, falando do homem no mundo e as reflexões poéticas que o autor faz sobre temas como a violência, a guerra, a poluição e os grandes centros. PROJETO PEDAGÓGICO PARA AS OFICINAS O Projeto Pedagógico MARIA ALICE CANTA GERALDO ESPÍNDOLA capacita educadores e distribui material pedagógico com atividades práticas para a sala de aula. A oficina tem por objetivo viabilizar experiências práticas num ambiente de encantamento para que o educador e a educadora ampliem suas possibilidades de trabalho em sala de aula e fora dela. A partir da obra musical de Geraldo Espíndola e da influência musical sul-mato-grossense de Maria Alice, o(a) educador(a) fará contato com ferramentas musicais e cênicas para uma comunicação mais atrativa, favorecendo a aquisição/assimilação de vocabulário com atividades psicomotoras em formatos de música, dança, teatro e artes visuais. O trabalho prévio em sala de aula, que será realizado pelos professores que participarão das oficinas, é destinado para a preparação dos alunos com as atividades de fruição da plateia. Os jovens poderão interagir com os artistas após as apresentações, em bate-papos, o que gera um momento de celebração no fechamento do ciclo de aprendizagem. O projeto amplia as possibilidades de trabalho interdisciplinar através do guia de sugestões de atividades para a sala de aula A MÚSICA É NOVIDADE E TRADIÇÃO, disponibilizado após a capacitação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apresentação do guia digital: sugestões de atividades para a sala de aula a partir de 4 canções que destacam o universo do compositor e apresentam possibilidades de interação com as diversas disciplinas. Canção Kikio: raiz de quem é sul-matogrossense: povos originários, a língua guarani, o Pantanal e o meio ambiente. Apresentação da obra de Geraldo Espíndola através do poema/letra. Canção Vida Cigana: o amor e o jeito peculiar e poético, e nada convencional, de Geraldo Espíndola compor sobre o tema. Canção Não Violência Não!: A vida, a exaltação da natureza, a alma, a esperança, o divino. Canção Forasteiro - O homem no mundo e as reflexões poéticas que o autor faz sobre temas como a violência, a guerra, a poluição e os grandes centros. PRÁTICA PEDAGÓGICA Dinâmica para entrosamento e apresentação dos grupos. Estratégias para utilização do material pedagógico do projeto em sala de aula. O texto e o subtexto: investigação prática a partir dos diferentes sentidos, sons e ritmos. Ressignificação da palavra: atividade prática em grupo com roda de contação coletiva. DESAFIO EM GRUPO: a partir dos poemas/ letras de Geraldo Espíndola, aplicação de técnicas vivenciadas. Roda final para comentários e dúvidas. DESCRITIVO DE TRABALHO FORMATO: Oficina TEMÁTICA: Arte educação, música, novidade e tradição PÚBLICO-ALVO: Educadores do Ensino Médio QUANTIDADE: até 25 educadores por oficina INFRAESTRUTURA: Sala ou auditório com cadeiras para até 25 pessoas; Equipamento de projeção com periféricos e programas para imagem e áudio; Sala livre de cadeiras que comporte até 25 pessoas. SOBRE O INSTRUTOR MINISTRANTE Flávio Faccioni Graduado (2017), Mestre (2020) e Doutor (2024) em Letras pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, câmpus de Três Lagoas (UFMS/CPTL). Realizou Doutorado Sanduíche na Faculdade de Filoloxía da Universidade de Santiago de Compostela (PDSE/CAPES - Edital 19/2020). Foi professor contratado da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Dourados, e integrou, como cantor, a primeira formação da UEMS Regional Band. Atualmente, é Leitor Guimarães Rosa na Universidad Pública de El Alto (Bolívia) - Ministério das Relações Exteriores.

Especificação técnica

Produto principal – Apresentação Musical MARIA ALICE CANTA GERALDO ESPÍNDOLA Obras musicais: Geraldo Espíndola e seus parceiros Intérprete: Maria Alice Direção artística: Jerry Espíndola Arranjador e direção musical: Pedro Ortale Concepção visual: Linda Benites Coordenação geral: Belchior Cabral Instrutor ministrante da oficina: Flávio Faccioni Produção executiva e coordenação pedagógica: Andréa Freire Tempo de duração do espetáculo: cerca de 75 min Classificação etária: Livre Linguagem: Musical Público-alvo/ escolas: jovens de 15 a 29 anos (Ensino médio) estudantes de escolas da rede estadual de ensino Público-alvo geral: pessoas de todas as idades Público estimado: 700 crianças e 700 pessoas de todas as idades por sessão, na capital Campo Grande: 3.500 para as 5 apresentações; nas 3 cidades do interior: 1.500 para as 6 apresentações. Produto secundário – Oficina: A MÚSICA É NOVIDADE E TRADIÇÃO Tempo de duração da Oficina: 3 horas Número de oficinas: 4 Público-alvo: professores da rede pública de ensino Público estimado: 25 professores por oficina, 100 para as 4 oficinas

Acessibilidade

Produto principal – Apresentação musical Acessibilidade física. Os locais onde serão realizadas as apresentações atenderão os requisitos necessários pela legislação que vão desde vagas no estacionamento, plataformas elevatórias, rampas, pisos táteis, sanitários adaptados entre outros. Em relação ao item na planilha orçamentária, informa-se que não há previsão de gastos para acessibilidade física, uma vez que os espaços que serão locados para as apresentações estarão adequados e/ou adaptados à acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. A linguagem leve, músicas e cores do espetáculo permitirão que pessoas com deficiência cognitiva participem e se identifiquem com o conteúdo passado. Haverá participação de uma intérprete para a Libras e uma monitora para acompanhar as pessoas com deficiência e/ou dificuldades de mobilidade, como idosos, grávidas e outras. Os itens na planilha orçamentária são: intérprete de Libras (despesa vinculada da divulgação) e Monitora. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Haverá uma monitora/intérprete bilíngue para acompanhar pessoas que apresentem as limitações citadas acima. Itens na Planilha Orçamentária são: Monitora/ intérprete bilíngue (despesa vinculada da divulgação). Produto secundário – Oficina / Capacitação - Música Acessibilidade física. Os edifícios onde serão realizadas as oficinas atenderão aos requisitos necessários pela legislação que vão desde vagas no estacionamento, plataformas elevatórias, rampas, pisos táteis, sanitários adaptados entre outros. Não haverá item relacionado na planilha orçamentária, pois não estão previstos gastos para acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. As oficinas contarão com interpretação para a Libras e uma monitora para acompanhar as pessoas com deficiência e/ou dificuldade de mobilidade, caso se apresente esta necessidade na ficha de inscrição. O item na planilha orçamentária é o relacionado à intérprete de Libras e Monitora. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Haverá uma monitora/intérprete bilíngue para acompanhar professores que apresentem as limitações citadas acima. O item da Planilha Orçamentária relacionado é: Monitora. O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto terá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.

Democratização do acesso

Os produtos culturais resultantes desta proposta terão a sua distribuição 100% gratuita de acordo com a legislação brasileira e a IN 11/2024. Serão adotadas as seguintes medidas: Produto principal – Apresentação Musical Previsão de alcance do produto principal: 5.000 espectadores: jovens do ensino médio e seus professores; público geral interessado em música regional, arte, educação e diversão. Nesta previsão, serão 5 apresentações em Campo Grande, em Teatro e com o alcance de 3.500 pessoas (nas apresentações para estudantes e na apresentação para o público geral); e 6 apresentações em Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas, em espaço com pelo menos 250 assentos, com o alcance de 1.500 pessoas (nas apresentações para estudantes e nas apresentações para o público geral). I - a proposta vai doar, além do previsto na legislação, cinquenta por cento dos produtos-ingressos a escolas públicas do ensino médio; estudantes e seus professores acompanhantes, da capital Campo Grande e das quatro cidades do interior de Mato Grosso do Sul, PcD e pessoas com mobilidade reduzida e seus acompanhantes, com reservas, de acordo com a legislação, para o patrocinador e a divulgação; II - doar, além do previsto na legislação, cinquenta por cento dos produtos-ingressos ao público geral da capital Campo Grande e das quatro cidades do interior de Mato Grosso do Sul, a PcD e pessoas com mobilidade reduzida e seus acompanhantes, com reservas, de acordo com a legislação, para o patrocinador e a divulgação. Produto secundário – Oficina Previsão de alcance do produto secundário: 100 professores de escolas públicas da capital Campo Grande e das cidades do interior; Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas. I - doar, além do previsto na legislação, cem por cento dos produtos-vagas a escolas públicas, incluindo pessoas com mobilidade reduzida e seus acompanhantes, com reservas, de acordo com a legislação, para o patrocinador e a divulgação.

Ficha técnica

MARIA ALICE GARCIA MARTINS - MARIA ALICE – INTÉRPRETE RG: 223.058 SSP/MS – CPF: 407.270.251-04 - E-mail: mariagmartins@uol.com.br - Celular: (67) 98111-9515. Nascida no Rio, criada em Mato Grosso do Sul, desde os anos 1980, é uma das vozes mais expressivas do cenário musical regional, tendo lançado 3 álbuns solos: “No mundo a passeio” (1997); “Sertões” (2017); “Maria Alice canta Paulo Simões” (2022); e estar pronta para o lançamento de um novo álbum em março de 2025: “Maria Alice canta Geraldo Espíndola”. Ela é voz ativa e agente atuante nos movimentos de valorização da música e dos trabalhadores regionais. GERALDO CRISTÓVÃO MIRANDA ESPÍNDOLA - GERALDO ESPÍNDOLA - AUTOR | COMPOSITOR | CANTOR CONVIDADO RG: 562365 SSP/MS, CPF: 051.532.041-20 – E-mail: quiquihoproducoes@gmail.com - Celular: (67) 99186-4409. Compositor, músico e cantor brasileiro nascido em Mato Grosso do Sul é um dos mais importantes autores da moderna música popular brasileira de MS e do país. Nos 50 anos em que está na estrada, teve canções gravadas por cantores e músicos de prestígio nacional, como Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Zeca Baleiro, Elza Soares, Almir Sater, Leci Brandão, Gilberto Correa, José Augusto, Raça Negra e a dupla João Pedro & Cristiano. Nesse período, gravou seis álbuns, sendo dois LPs, quatro CDs e quatro álbuns coletivos. ANDRÉA ESCOBAR FREIRE – ANDRÉA FREIRE – COORDENADORA PEDAGÓGICA e PRODUTORA EXECUTIVA RG: 271.687 SSP/MS - CPF/CIN: 367.709.651-00 - E-mail: andreaefreire@gmail.com - Celular: (67) 98136-4680. Atriz, diretora/ professora de teatro e produtora cultural, atua na criação e direção artística, produção executiva, coordenação pedagógica e gestão de projetos. Foi coordenadora do Festival de Inverno de Bonito (2001 a 2007, 2015 e 2016); diretora de produção do I Festival Internacional do Chamamé de Porto Murtinho MS (2022); coordenadora-geral do Bonito CineSur - Festival de Cinema Sul-americano de Bonito (2023, 2024 e 2025), diretora executiva da Marruá Arte e Cultura. MARCOS JERONIMO MIRANDA ESPÍNDOLA - JERRY ESPÍNDOLA - DIREÇÃO ARTÍSTICA RG:256108 SSP/MS, CPF: 356.708.271-04 - E-mail: , telefone: (67) 99984-7914. Músico, compositor, cantor com dez discos gravados em 40 anos de carreira, é um dos precursores da “polca-rock”. Seu trabalho já foi selecionado em editais do Itaú Cultural e Petrobras Cultural, em 2008 recebeu da Funarte o prêmio Composição Popular. São mais de 140 músicas gravadas por ele e por mais de 35 artistas, entre eles, Ney Matogrosso, Paulinho Moska e Zélia Duncan. JULIANA DE SOUZA CONCEIÇÃO - JU SOUC – PERCUSSÃO E VOCAL RG: 1228411 SSP/MS, CPF: 009.048.401-07 – E-mail: soucju@gmail.com - Celular: (67) 9976-9898. Compositora, cantora e multi-instrumentista, dedicou- se ao piano erudito por uma década na Escola de Música Filarmônica Villa Lobos. Entre 2015 e 2023, lançou singles e acompanhou diversos artistas em turnês interestaduais. PEDRO SÉRGIO LIMA ORTALE - PEDRO ORTALE - ARRANJOS, DIREÇÃO MUSICAL E VIOLÃO NYLON RG: 77946 SSP/MS CPF: 238.397.241-04 – E-mail: ortalepedro@gmail.com - Celular: (67) 98122- 2147 Violonista e baixista. Já gravou e tocou com artistas como Almir Sater, Renato Teixeira, Alzira Espíndola, Gilson Espíndola, Geraldo Roca, Maria Alice, Paulo Simões e Geraldo Espíndola. JULIANA ARAUJO GOMES - JOOL – TECLADO E VOCAL RG: 2.26508 SSP-MS - CPF: 706.682.551-96 – E-mail: joolazul@gmail.com - Celular: (67) 99196-4114. Cantora, compositora, instrumentista e pesquisadora da performance. Cursa a faculdade de Licenciatura em Educação Musical pela UFMS. É também professora de canto, Analista Musical da Rádio Educativa UFMS, backing vocals e arranjadora vocal. JOÃO PEDRO MARTINS ORTALE – BATERIA RG: 2.180.196 SSP-MS - CPF: 061.036.351-44 – E-mail: jpmartinsortale@hotmail.com - Celular: (67) 98219-0009. Baterista, percussionista, arranjador e compositor. Trabalhou como compositor e arranjador de trilhas do programa Rota Gastronômica Pantaneira. Desde 2022, trabalha no arranjo e composição de trilhas para programas da TV Educativa de MS. LINDA BENITES – CONCEPÇÃO VISUAL CPF: 528 231 721 49 – Celular: (48) 99147-8094 Atua em Estética e Intencionalidade de espaços, criação de conceitos e conexão. Atuante na área de direção artística de eventos com clientes como: Federação das Indústrias de MS, SEBRAE MS, Fundação de Cultura de MS, Fundação de Turismo de MS, Prefeitura de Campo Grande/MS, Sesi/MT. GABRIEL DA SILVA BASSO - GABRIEL BASSO - BAIXISTA RG: 909800 SSP-MS - CPF: 983.980.081-72 – E-mail: gabrielsbass@hotmail.com - Celular: (67) 9166-2470. Músico, compositor, contrabaixista, membro do El Trio Jazz instrumental. Acompanha diferentes artistas ao longo da sua carreira. FLÁVIA ESCOBAR FREIRE BARBOSA - GESTÃO DE REDES SOCIAIS RG: 700357 SSP/MS - CPF: 639.668.671-68 – E-mail: financeiroffreire@gmail.com - Celular: (67) 98110-5978. Jornalista, especializada em cultura. Oferece os serviços de assessoria de imprensa, comunicação, de produção de materiais institucionais em português e em inglês, e gerenciamento e geração de conteúdo para redes sociais. GABRIEL MACIEL DE ANDRADE NOGUEIRA - GABRIEL DE ANDRADE – GUITARRA RG: 001460084 SSP-MS - CPF: 001.906.931-69 – E-mail: nogueira_maciel@hotmail.com - Celular: (67) 99227-6135. Músico e compositor, formado em música pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Trabalhou com diversos artistas, entre eles, Geraldo Espíndola, Antônio Porto e Guilherme Rondon, Gilson Espindola, Marina Peralta, Maria Alice, Tetê Espíndola. MILLENE CASTRO BATISTA - CLARINETISTA RG: 2402631 SSP-MS - CPF: nº095.612.541-74 - Celular: (67) 99337 - 4461 Musicista, clarinetista graduanda em música pela UFMS, é segundo clarinete na Orquestra Municipal de Campo Grande. Participou da banda sinfônica da UFMS no ano de 2022. FLÁVIO ZANCHETA FACCIONI - INSTRUTOR MINISTRANTE DA OFICINA RG: 40817253-8 SSP/MS - CPF:43589587881 E-mail:faccioniufms@gmail.com - Celular: (67)993333645 ..... Graduado (2017), Mestre (2020) e Doutor (2024) em Letras pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, câmpus de Três Lagoas (UFMS/CPTL). Realizou Doutorado Sanduíche na Faculdade de Filoloxía da Universidade de Santiago de Compostela (PDSE/CAPES/2020). Atualmente, é Leitor Guimarães Rosa na Universidad Pública de El Alto (Bolívia) - Ministério das Relações Exteriores. KARLA DOS SANTOS CORONEL - KARLA CORONEL - VOCAL RG: 001892500 SSP-MS - CPF: 055.316.251-97 – E-mail:karla.coronel123@gmail.com Celular:(67) 99157- 1877 Cantora de estilo marcante já gravou diversos covers e se apresentar com frequência nos bares da cidade, emocionando o público através da música. Sua trajetória combina força, talento e determinação. Acumula 730 mil views na plataforma YouTube. ANA LUCIA ROSSATE - MC ANARANDÁ - CANTORA CONVIDADA RG: 2.224.450 SSP/MS - CPF: nº 044.565.971-86 Musicista, cantora, Membra do Povo Guarani Kaiowá. É professora de Guarani, atleta, atriz, locutora na Rádio Indígena da Aldeia Bororó (Dourados), Digital Influencer e acadêmica em Gestão Ambiental na UFGD. Suas letras autorais têm cunho social, revolucionário de resistência e força feminina. MARRUÁ ARTE E CULTURA – PROPONENTE E PRODUTORA Produtora cultural fundada em 1992 em Campo Grande/MS. Realizou trabalhos em parceria com instituições públicas e privadas, empresas produtoras e grupos criadores. Busca ampliar o espaço para a circulação e difusão da produção cultural do Brasil. <http://marruaarteecultura.com.br/> BELCHIOR DONIZETE CABRAL - BELCHIOR CABRAL - REPRESENTANTE LEGAL DA PROPONENTE - PRODUTOR EXECUTIVO RG: 2.117.198 SSP/DF - CIN/CPF: 269.412.441-00 - E-mail: belchior.cabral@gmail.com - Celular: (67) 98164-0056. Desenvolvedor de projetos, analista, produtor e administrador cultural, diretor de produção - DRT 167/MS, trabalha a gestão de projetos no âmbito conceitual, organizacional e operacional. Sócio-diretor da produtora Marruá Arte e Cultura.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.