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PRONAC 2416087Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Prato Cheio de Arte e Cultura

FRANCISCO DAS CHAGAS AMORIM DE CARVALHO
Solicitado
R$ 391,4 mil
Aprovado
R$ 391,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PI
Município
Teresina
Início
2025-03-04
Término
2025-11-11
Locais de realização (1)
Teresina Piauí

Resumo

a) Criar portfólio/mapa criativo integrado para valorizar a troca de informações, facilitar mediações entre produtores e gestores da cultura; b) Partilhar esse portfólio para o mercado através de uma plataforma digital; c) Habilitar agentes culturais para realizarem as mediações necessárias entre contextos socioculturais, gestores, parceiros e consumidores; d) oferecer Cursos de formação e atualização profissional, provocando maior consciência sobre o poder da cultura e da economia criativa para a melhoria de vida. Este complexo de ações viabilizará a instalação na UFPI de um Hub de Criatividade e Empreeendedorismo Cultural, articulado a redes regionais, nacionais e internacionais.Na UFPI, dispomos de equipamentos que podem estar articulados. Através deste Hub de Criatividade os resultados dos cursos, os processos criativos, a economia criativa estarão à disposição da população; aprimorando e partilhando saberes; prestando serviços diversos e consultorias, oficinas, cursos.

Sinopse

Para efetividade das ações do Projeto [HUB de Criatividade] vamos recorrer aos suportes inovadores das metodologiasqualitativas, além do levantamento de dados, observações de campo, na pesquisa participante os sujeitos que vivem nosterritórios são protagonistas das ações, é a estratégia para [chegar] a tecer conclusões ou aproximações, entre os recursosdeste método estão as entrevistas, as rodas de conversa, onde os próprios usos ou fazer cultural traduz um modo depensar e sentir. Um cronograma de encontros, presenciais e também por mediação tecnológica, fóruns, buscam construir diálogos e perceber comunidades de sentido, objetivos comuns, e as interações entre culturas. O Curso em "ArtesIntegradas, Cultura e Sustentabilidade", será organizado em dois períodos: o primeiro através de seminários/disciplinas,mais teórico, com doutores nos temas: artes integradas, economia criativa, arte e tecnologias, sustentabilidade, e outrostemas necessários, neste período o participante permanece imerso no território, onde realiza duas ações: a) elabora umlevantamento do inventário dos bens culturais, constituindo um portifólio para a plataforma digital; b) partilha osaprendizados e conhecimentos construídos nas diferentes matérias do curso, na linguagem e condições locais. No segundoperíodo, organizados em grupos, atuarão nos territórios, onde os aprendizados do primeiro período resultam empropostas e trabalhos orientados pelos professores convidados, em diálogo e participação das comunidades. As açõesrealizadas no primeiro período serão partilhadas nos encontros semestrais. Antes destes encontros e a partir dosinventários, oficinas de extensão [Prato Cheio de Arte e Cultura] serão realizadas nos territórios e na UFPI, com essasoficinas objetiva-se abrir espaços de partilha de processos criativos entre universitários e sujeitos criativos dascomunidades. Além das edições semestrais do Prato Cheio de Arte e Cultura, semestralmente haverá um Seminário e umCongresso, em modo hibrido, porque teremos a colaboração de convidados da UFAM (UVERSIDADE DO AMAZONAS) eUNESP (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA): presencial e através de mediações tecnológicas; serão incluídas outrasações durante o Seminário e o Congresso: a Feira de Empreendedorismo Cultural e Inovação, Mostra das pesquisas(trabalhos orientados), palestras, publicações. Avaliações contínuas serão realizadas para referenciar os objetivos, asmetas e os rumos das ações.

Objetivos

No estado do Piauí, constata-se o atraso em relação aos outros estados da nação, não tem qualificação para profissionais da cultura, os gestores ignoram o poder da economia criativa. É preciso criar as condições para fortalecer a interação e a cooperação entre produtores e gestores da cultura, para que as políticas públicas, e os programas do governo na qualificação profissional na área da cultura possam alcançar melhores resultados pensando no desenvolvimento sustentável dos diferentes territórios. Realidade que pretendemos superar com as ações aqui propostas: a instalação do Hub de Criatividade e Empreendedorismo Cultural, oferecendo cursos, articulando pesquisa, moblizando saberes, mediações tecnológicas e ações de extensão, habilitando agentes culturais nos diferentes territórios. Com estas ações podemos colaborar para as comunidades adquirirem maior autonomia; criando as condições estratégicas para maior alcance das políticas públicas para a cultura, a economia criativa e o desenvolvimento sustentável. OBJETIVO GERAL: Constituir um Hub de Criatividade e empreendedorismo cultural; atarvés de diagnósticos/mapeamentos e ações de formação, para fortalecer a cooperação entre agentes, produtores e gestores dacultura, visando maior eficiência das políticas públicas, a superação de desafios das tecnologias sociais, viabilizando o potencial da economia criativa e do empreendedorismo cultural nas comunidades do território de Entre Rios. OBJETIVOS ESPECÍFICOSa) Realizar pesquisa teórica e de campo para construção de um portifólio e mapa dos ecossistemas criativos, servindo de referência para mediações entre produtores, gestores e consumidores da cultura, promovendo a economia criativa e oempreendedorismo cultural; b) Partilhar esse portfólio para o mercado através de uma plataforma digital; c) Habilitar agentes culturais para realizarem as mediações necessárias entre contextos socioculturais, gestores, parceiros e consumidores; d) Oferecer Cursos de formação e atualização profissional, provocando maior consciência sobre o poder da cultura e da economia criativa para a melhoria de vida. e) Articular pesquisa e ações de extensão, colaborando para maior autonomia das comunidades, e maior alcance das políticas públicas para a cultura, a economia criativa e o desenvolvimento sustentável. Para efetividade das ações do Projeto [HUB de Criatividade] vamos recorrer aos suportes inovadores das metodologias qualitativas, além do levantamento de dados, observações de campo, na pesquisa participante os sujeitos que vivem nos territórios são protagonistas das ações, é a estratégia para [chegar] a tecer conclusões ou aproximações, entre os recursos deste método estão as entrevistas, as rodas de conversa, onde os próprios usos ou fazer cultural traduz um modo de pensar e sentir. Um cronograma de encontros, presenciais e também por mediação tecnológica, fóruns, buscam construir diálogos e perceber comunidades de sentido, objetivos comuns, e as interações entre culturas. O Curso em "Artes Integradas, Cultura e Sustentabilidade", será organizado em dois períodos: o primeiro através de seminários/disciplinas, mais teórico, com doutores nos temas: artes integradas, economia criativa, arte e tecnologias, sustentabilidade, e outros temas necessários, neste período o participante permanece imerso no território, onde realiza duas ações: a) elabora um levantamento do inventário dos bens culturais, constituindo um portifólio para a plataforma digital; b) partilha os aprendizados e conhecimentos construídos nas diferentes matérias do curso, na linguagem e condições locais. No segundo período, organizados em grupos, atuarão nos territórios, onde os aprendizados do primeiro período resultam em propostas e trabalhos orientados pelos professores convidados, em diálogo e participação das comunidades. As ações realizadas no primeiro período serão partilhadas nos encontros semestrais. Antes destes encontros e a partir dos inventários, oficinas de extensão [Prato Cheio de Arte e Cultura] serão realizadas nos territórios e na UFPI, com essas oficinas objetiva-se abrir espaços de partilha de processos criativos entre universitários e sujeitos criativos das comunidades. [ObSERVAÇÃO: Importante destacar a relação que será feita entre a cultura local ou bens culturais do território, e a escola (estado ou município) onde 10 escolas serão selecionadas para articulação com o Projeto. nesta mediação serão selecionados estudantes das escolas, que receberão bolsas, para colaborarem nesta mediação. RESSALTAMOS: No Piauí, em Teresina, a violência, e as facções criminosas estão construindo milícias e arregimentando os jovens, é preciso que a cultura conquiste os jovens e colabore para a transformação desta situação. Os jovens das escolas junto com os universitários realizarão ações conjuntas em consonância com as ações deste Projeto.] Além das edições semestrais do Prato Cheio de Arte e Cultura, semestralmente haverá um Seminário e um Congresso, em modo hibrido, porque teremos a colaboração de convidados da UFAM (UVERSIDADE DO AMAZONAS) e UNESP (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA): presencial e através de mediações tecnológicas; serão incluídas outras ações durante o Seminário e o Congresso: a Feira de Empreendedorismo Cultural e Inovação, Mostra das pesquisas (trabalhos orientados), palestras, publicações. Avaliações contínuas serão realizadas para referenciar os objetivos, as metas e os rumos das ações.

Justificativa

O termo criatividade e capital social define o ativo criativo ou ativo cultural convertido em ativo econômico, gera valor por ser singular, inovador e fruto da diversidade. Além dos bens culturais: uma pintura, uma música, rendas, pratos típicos, um filme, abrange não apenas as coisas, mas modos de fazer e todas as soluções cabíveis na indústria da criatividade. O Piauí é riquíssimo em talentos artísticos, porém muitos são obrigados a deixar o estado para buscar complementação a sua formação em outras partes do mundo. Há territórios ricos em talentos artísticos e bens culturais, com limitadas possibilidades de crescimento. Com o poder da criatividade pretendemos superar a situação, convertendo o ativo cultural em ativo econômico. Considerando o artigo I (primeiro) da Lei 8313/91 de incentivo a Cultura, entre seus objetivos que se busca neste Projeto ressaltamos: contribuir para o acesso aos direitos culturais; promover e estimular a pluralidade de expressões culturais brasileiras, e valorização dos criadores de cultura e o acervo da cultura material e imaterial. Bem como esta Lei visa proteger as expressões culturais e seus criadores, preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro, salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; priorizar o produto cultural originário do País; comprendemos como bens culturais formadores também aqueles saberes das culturas dos povos tradicionais e presentes na cultura brasileira. Segundo levantamento da FIRJAN, em 2022, a indústria criativa gerou R$ 217 bilhões (em torno de 4% do PIB) e uma força de trabalho com mais de 935 mil trabalhadores formalizados. A economia criativa é por definição inclusiva e solidária, pois em seus processos e empreendimentos precisa da colaboração e da criatividade. A situação do Brasil na economia criativa, conforme estudo do Sebrae, está entre a dos melhores países, quando se trata de gerar experiências culturais únicas e transformá-las em um produto. No entanto, o Brasil teve dificuldades em transformar o sucesso criativo e cultural em ganhos sociais e econômicos, em qualidade de vida. Por isso, é necessário construir as condições para converter o ativo cultural em ativo econômico, um valor singular, inovador e fruto da diversidade. No Relatório da Economia Criativa, a UNCTAD (2010), a cidade criativa é o resultado do processo de globalização. Esse processo, tomou a criatividade como elemento básico do novo método de produção pós-industrial e a definiu a partir de três tipologias: 1) Criatividade artística: envolve imaginação e a capacidade de gerar ideias originais e interpretar novas formas de ver o mundo; 2) Criatividade científica: envolve a curiosidade e a capacidade de tentar solucionar problemas e estabelecer novas conexões; 3) Criatividade econômica: é um processo dinâmico que leva às inovações em tecnologia, práticas de negócios, marketing etc, e está intimamente relacionado à obtenção de resultados positivos através de modos alternativos, o ativo criativo convertido em ativo econômico e qualidade de vida. Para o enfrentamento e solução de grandes desafios sociais, é preciso articular conhecimento de diferentes áreas, considerando que todo fato social envolve diferentes fatores e dimensões. Bem explicita o Diagnóstico CHSSALLA: "O atual estágio de desenvolvimento mundial coloca extraordinários desafios para a ciência, a tecnologia e a geração de conhecimentos no futuro. É essencial reafirmar a necessidade de uma cidadania sensibilizada e consciente, com capacidades, atitudes e conhecimentos para participar da superação dos problemas nacionais e do mundo. Somente assim, é possível avançar a modos de vida que considerem, como eixos fundamentais do funcionamento da sociedade e como condições para garantir a continuidade da vida no planeta: o bem-estar social, a preservação do meio ambiente, o uso sustentável dos recursos naturais, a redução das desigualdades, o desenvolvimento local, a identidade cultural e a aproximação das culturas, reflexividade dos problemas históricos locais e nacionais." O Diagnóstico CHSSALLA, referido no parágrafo anterior, constata a "necessidade de uma cidadania sensibilizada e consciente", por isto as ações de formação precisam colaborar para a cidadania estética _ modo de habitar a cidade e o campo, consciente das interações entre cultura e natureza, o que implica pensar as diferentes paisagens -territórios- e as relações e influências destas nos sentidos ou projetos de vida, e nos comportamentos humanos. Uma alfabetização cultural é necessária para o cuidado do patrimônio cultural e natural, para a convivência sustentável. Os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (https://www.pactoglobal.org.br/ods), constituem as metas da Agenda 2030 proposta pela ONU. Esse deve ser um esforço conjunto; por isto, entre as ações a serem propostas podemos sugerir: encontros de cultura; cursos, seminário, palestras, ações de intervenção e colaboração, o que somente terá êxito tendo como fundamento uma ecologia epistêmica: considerar os diferentes modos de pensar e sentir, as diferentes lógicas presentes na organização da vida cultural, as repertorialidades, os modos e disposições necessários à vida e à convivência, à sinergia e à sobrevivência. Este Projeto tem por objetivo promover ações para formar agentes culturais com conhecimentos que os habilitem para mediar os processos de produção cultural, para as interações entre os atores sociais das diferentes expressões artísticas e culturais; fomentando a articulação, a economia criativa, e dando visibilidade e tornando acessível para a difusão, as trocas e o comércio. A UFPI tem longa e significativa inserção nos diferentes territórios, através de projetos de ensino, pesquisa e extensão tem colaborado para o conhecimento especializado, o aprimoramento técnico nos processos criativos. Porém, ainda precisa das condições estruturais para incentivar a economia criativa, os projetos em que os bens culturais são ativos e colaboram para a qualidade de vida. É preciso complementar a formação com experiências, estratégias e ações formativas que ampliem as possibilidades de atuação, e avançar com a educação para além da sala de aula, integrar a escola aos espaços de cultura, coletivos de produção, no território onde está situada. O Projeto consiste na instalação de um Hub de Criatividade e empreendedorismo cultural, prevê realizar ações que são complementares, entre estas, as ações de formação de agentes culturais, por isto a Lei 8313/91 de incentivo à cultura, no seu artigo 3°, que trata do "incentivo à formação artística e cultural" é tão importante; também, conforme inciso II, este Projeto tem ações de "fomento à produção cultural e artística", que objetivam articular os saberes dos cursos de artes da UFPI com o saberes artísticos e culturais das comunidades; também ações para o cuidado do patrimônio cultural e a mediação, ações referentes aos incisos III - "preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico" e IV - "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais". Assim, é necessária a formação profissional de agentes culturais, lembrando de contemplar aqueles já atuantes em diferentes comunidades, precisa atender as demandas existentes de comunidades onde ainda não existam tais agentes ou não existam agentes com a formação necessária. Portanto, instalar um Hub de criatividade e empreendedorismo cultural na UFPI, criará as condições para mobilizar a pluralidade de saberes em projetos multidisciplinares, ações de formação, articulando a universidade, as escolas e espaços culturais, através de pesquisas, processos criativos, e ações de formação, objetivando transformar a realidade social com educação, arte, cultura e lazer.

Estratégia de execução

DETALHES DA METODOLOGIA: Na Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2018) considerando as diferentes matrizes estéticas e culturais, a variedade de expressões culturais está organizada em unidades temáticas: Artes Cênicas, Música, Dança, Artes Visuais e inova com a unidade temática Artes Integradas, esta articula as diferentes formas de expressão artística e cultural, as novas tecnologias, além de potencializadas pelos meios de comunicação; utilizando a mediação tecnológica para fazer acessível ou democratizar a cultura. Precisamos de profissionais com conhecimento nas interações entre estes campos, munidos de estratégias artísticas e científicas, mediando sujeitos e processos criativos, o mercado e as políticas públicas. Para efetividade das ações do Projeto é preciso recorrer aos suportes inovadores das metodologias qualitativas, além do levantamento de dados, observações de campo, na pesquisa participante os sujeitos que vivem nos territórios são protagonistas das ações, é a estratégia para [chegar] a tecer conclusões ou aproximações, entre os recursos deste método estão as entrevistas, as rodas de conversa, onde os próprios usos ou fazer cultural traduz um modo de pensar e sentir. Um cronograma de encontros, presenciais e também por mediação tecnológica, fóruns, buscam construir diálogos e perceber comunidades de sentido, objetivos comuns, e as interações entre culturas. O Curso em Artes Integradas, Cultura e Sustentabilidade, será organizado em dois períodos: o primeiro através de seminários/disciplinas, mais teórico, com doutores nos temas: artes integradas, economia criativa, arte e tecnologias, sustentabilidade, e outros temas necessários, neste período o aluno bolsista e participante permanece imerso no território, onde realiza duas ações: a) elabora um levantamento do inventário dos bens culturais, constituindo um portifólio para a plataforma digital; b) partilha os aprendizados e conhecimentos construídos nas diferentes matérias do curso, na linguagem e condições locais. No segundo período, organizados em grupos, atuarão nos territórios, onde os aprendizados do primeiro período resultam em propostas e trabalhos orientados pelos professores convidados, em diálogo e participação das comunidades. As ações realizadas no primeiro período serão partilhadas nos encontros semestrais. Antes destes encontros e a partir dos inventários, oficinas de extensão [Prato Cheio de Arte e Cultura] serão realizadas nos territórios e na UFPI, com essas oficinas objetiva-se abrir espaços de partilha de processos criativos entre universitários e sujeitos criativos das comunidades. Além das edições semestrais do Prato cheio de arte e cultura, em novembro de cada ano, um seminário ou congresso, em modo hibrido: presencial e através de mediações tecnológicas; em nov./2025, serão incluídas outras ações: feira, mostra das pesquisas (trabalhos orientados), palestras, publicações. Avaliações contínuas serão realizadas para referenciar os objetivos, as metas e os rumos das ações. SOBRE SUPORTE DE APOIO INSTITUCIONAL: A UFPI, instituição sede deste Projeto colocará a disposição das ações do Projeto: - Laboratório de Informática com 40 computadores, e técnico assistente, será colocado a disposição dos participantes dos Cursos propostos neste Projeto; - Biblioteca setorial, equipada com 8 mil títulos, acesso a internet e rede wifi, computadores para pesquisas, e funcionário técnico para assistência. - O Restaurante universitário será colocado a disposição dos participantes, com refeições no mesmo valor oferecido aos discentes das graduações; outros serviços estarão a disposição. - Considerando que este Edital não financia custos ou despesas com certificados, a UFPI emitirá os certificados das ações culturais através da Pró-Reitoria de Extensão. - No decorrer deste Projeto, pleitearemos recursos de programas como: PIBIC - com bolsas de Iniciação a Pesquisa, o PIBEX com bolsas de Extensão para alunos, entre outros, para fortalecer as ações do Projeto. - Serviços da Gráfica da editora EDUFPI poderá estar a disposição para impressão de materiais diversos bem como para publicações. - o LABMÍDIA, Laboratório de Mídia do Curso de Comunicação e Jornalismo estará a disposição do Projeto para capacitar colaboradores, para os registros de imagens e videográficos, bem como irá assessorar na comunicação das ações. - Aprovada esta proposta, outros apoios podem ser oferecidos, apoio a pagamento de passagens, estadia de professores visitantes, entre outros, que constituem já ações de apoio a pesquisa e a internacionalização desta universidade. - O IFPI colocará a disposição deste Projeto a "ilha de edição" (Núcleo de Produção Digital) de vídeos e imagens, fundamental para registro das ações, criação e manutenção da Plataforma onde serão colocados o portfólio e inventário dos bens culturais. - No segundo período do Curso (2025), com a Plataforma Digital acolhendo e mediando demandas, prevemos que o projeto comece a gerar recursos que colabore para sua permanência e auto sustentação.

Especificação técnica

Com este Hub de criatividade e as ações articuladas, criaremos as condições para maior consciência sobre a importância da atualização profissional na área artística e cultural, sobre a importância da indústria criativa [a economia criativa, a sustentabilidade, a governança: gestão colaborativa], maior conhecimento da legislação específica e o fortalecimento dos processos criativos locais e interações multiculturais. - Formação de agentes culturais, habilitados na mediação dos processos criativos entre Artes, Cultura e Sustentabilidade. Aplicação de 10 projetos orientados em arte e cultura realizados em escolas públicas articuladas nos territórios, com as comunidades. - Centenas de pessoas terão acesso aos cursos de formação e atualização, acesso aos materiais (livros, e-books), e através de palestras, das rodas de conversa, dos encontros com profissionais com experiências diferentes, também o acesso a alta tecnologia: computadores, rede de telecomunicações (estrutura digital), serão propulsores do potencial criativo da vida cultural. - Instalação na UFPI de um espaço de pesquisa e diálogo permanente sobre produção cultural, indústria criativa e sustentabilidade. -Com as estratégias anteriores, as oficinas, os encontros, os seminários, haverá maior integração com e entre universidades, profissionais criativos, empresas de criatividade e organizações privadas e públicas. - Através do inventário dos bens culturais, do portfólio e da plataforma digital haverá maior aproximação entre instituições de pesquisa, produtores de cultura, gestores públicos e o mercado; resultando maior participação e autonomia. - Os conhecimentos produzidos serão publicados em forma de artigos científicos e livro impresso e digital. - Será produzido um vídeo-doc com os registros das ações para memória e difusão do projeto. Os impactos Socioeconômicos da Cultura, segundo o Conselho Europeu, podem ser observados a partir de alguns indicadores, consideramos estes mais diretamente relacionados com os eixos dos Cursos ofertados no decorrer do Projeto: a) Inovação e Criatividade: o projeto abrirá campo para empresas (startups) na indústria da cultura; a conectividade fará os produtos acessíveis ao mercado; oferecerá aos gestores públicos experiências da cultura como oportunidade de negócios; os cursos habilitarão 300 sujeitos criativos para o empreendedorismo, criando novos produtos e serviços; com as mediações tecnológicas: fóruns e a plataforma digital, haverá a participação em contextos mais amplos, além das culturas hegemônicas, valorizando culturas locais e reservas bioculturais. b) Educação: a formação de 30 especialistas em Artes Integradas, para mediação dos processos criativos, partilhando conhecimentos em diferentes territórios, incorporando estratégias colaborativas, as fábricas de criatividade. A alfabetização cultural influenciará com valores éticos as relações comerciais. c) Sustentabilidade: o uso de materiais recicláveis para construir objetos artísticos, provocará alterações nas formas de trabalho, reduzirá o extrativismo predatório, colaborando para o respeito à dignidade humana e à dignidade da natureza; formará públicos com novos valores, com disposição de pagar por economias criativas e hábitos sustentáveis. d) Influencias Econômicas: maior competitividade através do aprimoramento e acréscimo de valores [sociais, ecológicos, cultural]; maior articulação com as indústrias criativas, as cooperativas propiciam otimização de recursos e reduzem custos; em colaboração com o turismo [ecológico, rural]: novas rotas, as paisagens e os bens culturais abrem oportunidades de crescimento e de emprego. Além dos aportes das políticas públicas, também o patrocínio cultural oriundo de empresas comprometidas com as metas da Agenda 2030 da ONU; capital verde/reserva de carbono, selos ESG.

Acessibilidade

Na UFPI está se incorporando as políticas afirmativas, as políticas de equidade de inclusão. Temos um Curso de Libras e em todas nossas atividades e projetos contamos com apoio de professores, monitores e colaboradores para tornar acessíveis as ações dos projetos. Porém a acessibilidade tem múltiplas dimensões e é preciso pensar na diversidade de público a ser incluída, as pessoas em diferentes situações não típicas, neurodivergentes, idosas, com deficiências diversas que precisamos nos esforçar para reduzir as barreiras. É preciso a ampliação do conceito de acessibilidade, algo que deve ser implementado em diferentes esferas, para garantir direitos igualitários para todos os cidadãos. 1. Acessibilidade atitudinal Faremos uma campanha para uma consciência das relações sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Inicialmente convidaremos uma pessoa que represente e estude a este público, que também é diverso, mas que poderá colaborar com maior propriedade para que todas as ações sejam inclusivas e acessíveis a todas as pessoas. 2. Acessibilidade arquitetônica Temos realizado esforço em adequar e adaptar os espaços, no sentido de reduzir as barreiras físicas e ambientais nos ambientes na UFPI, a mobilidade nos espaços públicos e privados, exige edificações e equipamentos urbanos mais inclusivos. Já dispomos de elevadores, rampas e banheiros adaptados, algumas calçadas com piso tátil; em nossas ações buscaremos parceria com a prefeitura para o "transporte eficiente" que é um veículo com os rcursos para transportar cadeirantes e outros mecanismos possibilitam a mobilidade inclusiva. 3. Acessibilidade metodológica É importante considerar em nossos cursos de formação metologias, didáticas e recursos, que tornem possível acessibilidade pedagógica, a impressão de materiais em braile, ampliados, com tradução concomitante em libras, devem estar presentes nas ações presenciais e virtuais. 4. Acessibilidade instrumental Temos procurado tornar nossos instrumentos de ensio-aprendizagem acessíveis, porém, considerando que um dos equipamentos que servem como base dos acervos mapeados é uma plataforma digital, será necessários um aplicativo ou software para leitura de telas para pessoas cegas. 5. Acessibilidade programática Nossa sociedade é organizada através de normas que buscam construir padrões, mas as pessoas não estão todas dotadas das mesmas disposições físicas, biológicas, psicológicas, assim é preciso considerar as necessidades das pessoas com deficiência, utilizando adaptações para incluir a todas. Por exemplo, não lidamos todos da mesma forma com o tempo e o espaço, assim, algumas precisam de mais tempo, precisam ser avisadas antes, algumas precisam de mais espaço etc. 6. Acessibilidade nas comunicações No Projeto está previsto termos na equipe tradutor de língua de sinais (Libras), a autodescrição, para as comunicações escritas em livros, apostilas, revistas e comunicação virtual precisaremos dos recursos para tradução e leitura. 7. Acessibilidade natural Além das adaptações na edificação, nos espaços construídos, precisamos pensar em reduzir as barreiras presentes na natureza; seja para melhor mobilidade, ou para melhor acessibilidade a qualquer dos sentidos físicos.

Democratização do acesso

O direito a Cultura é lei; democratizar a cultura exige educar para a fruição, criar as condições para que todas as pessoas experimentem fazer e fruir cultura. Por isto neste Projeto vamos com as oficinas até as periferias, as comunidades do "sertão de dentro", e com eles fazer cultura. Entre as políticas de acesso está dar condições de permanência e continuidade das ações, exige pensar no bem-estar dos participantes, das comunidades em situação de vulnerabilidade; assim, nas ações será solicitado não pagamentos de ingressos, mas a doação de serviços, alimentos; colaborando com campanhas contra a fome; campanha de inclusão de grupos com deficiência ou em situação de vulnerabilidiade. Importante destacar a relação que será feita entre a cultura local ou bens culturais do território, e a escola (estado ou município) onde 10 escolas serão selecionadas para articulação com o Projeto. nesta mediação serão selecionados estudantes das escolas, que receberão bolsas, para colaborarem nesta mediação. RESSALTAMOS: No Piauí, em Teresina, a violência, e as facções criminosas estão construindo milícias e arregimentando os jovens, é preciso que a cultura conquiste os jovens e colabore para a transformação desta situação. Os jovens das escolas junto com os universitários realizarão ações conjuntas em consonância com as ações deste Projeto. A comunicação é uma das ações estratégicas deste projeto; é fundamental para a indústria da cultura, para a economia criativa, que os bens culturais e os serviços relacionados sejam conhecidos, tornem-se acessíveis; é preciso um plano de comunicação para integrar e tornar visível quem são [os criadores], o que fazem [as criações/produções], onde acontece [espaços culturais]. A comunicação é justamente um dos indicadores para avaliar a eficácia de um plano de desenvolvimento cultural. As ações deste projeto precisam alcançar as mídias já conhecidas, e avançar através das mídias alternativas: mídias sociais, rádios comunitárias, entre outros. Entre as ações previstas para divulgação científica, constam: 1) Pelo menos dois ENCONTROS, abertos ao público em geral, em que palestras e seminários serão apresentados, divulgando as pesquisas desenvolvidas no curso de Especialização em Artes Integradas, em linguagem acessível ao público não especializado; 2) Pelo menos dois EVENTOS ARTÍSTICOS, de médio porte, que poderão incluir feiras de artesanato, exposições e performances, abertos ao público em geral, em que os trabalhos, desenvolvidos junto às comunidades vulneráveis, possam ser divulgados e apreciados; 3) A PUBLICAÇÃO DE UM LIVRO, a partir da escrita de artigos acadêmicos que ilustrem os processos de investigação de professores e estudantes da Pós-Graduação em Artes Integradas, aqui proposta; 4) A realização de um VIDEODOCUMENTÁRIO, que ilustre os processos de desenvolvimento do Projeto e de todas as ações aqui propostas; 5) A DIVULGAÇÃO em mídias digitais, rádios e canais de TV, dos eventos e materiais artísticos e acadêmicos produzidos durante as ações; 6) Oficinas de fanzine, grafite e outras linguagens, parcerias com artistas de rua, do teatro e do circo, para comunicar as ações do projeto em espaços estratégicos da cidade. Uma das formas mais eficazes de formação de público, e comunicar a cultura, é envolver este público nos processos de produção, daí a importância das oficinas artísticas, abertas ao público. Uma peça teatral pode ser construída e circular pelas comunidades comunicando, através do espetáculo, de uma ação lúdica e prazerosa, os saberes necessários. 7) Articulação das ações do Projeto com jovens do Ensino Médio de escolas do Estado ou do município: integrando universidade, produtores locais de cultura e escolas. 8) A criação de uma PLATAFORMA DIGITAL, e um Portfólio, para informação e divulgação do Projeto, das ações e de todo material artístico e acadêmico criado durante o processo.

Ficha técnica

Esta proposta está sendo apresentada por um coletivo de pesquisadores e professores na área de arte, cultura e áreas afins que constituem o Núcleo de Pesquisa em Educação, Artes, Cultura e Lazer. Neste mês de agosto de 2024, a UFPI contratou 2 técnicos para a função de Produtor Cultural, para atender uma demanda provocada por este Núcleo, que também tem pleiteado junto ao Minc, e outras instituições públicas e privadas, ações para alcançar os objetivos deste Núcleo, entre eles: realizar ações para cumprir as metas do Plano Nacional de Cultura, visando colaborar para a efetividade das políticas públicas voltadas para a Sustentabilidade, a Inovação e a Inclusão. Na finalidade, objetivos e princípios do Núcleo estão os vínculos com a proposta: [Da finalidade do Núcleo] Art. 3º O Núcleo de Pesquisa em Educação, Artes, Cultura e Lazer, tem a finalidade de realizar estudos, ações formativas e estimular a produção artística e cultural — em seus sentidos, linguagens e especificidades —, no âmbito da instituição e das ações de Ensino, Pesquisa e Extensão, em consonância com a legislação vigente para os diferentes níveis da Educação, e de acordo com o Plano Nacional de Cultura, visando contribuir para o exercício dos direitos culturais, valorização do ensino e de manifestações artístico-culturais, registro e cuidado dos inventários da cultura material e imaterial e das reservas bioculturais, nos diferentes territórios". Também, no Art. 5º, são princípios deste Núcleo de Pesquisa: "XIII - Promoção da transversalidade dos projetos culturais, articulando Ensino, Pesquisa e Extensão, empreendedorismo e economias criativas; IX - Registro, cuidado, catalogação e valorização dos inventários culturais, e das relações ecológicas entre arte e cultura com as reservas naturais e ambientais; cuidado do patrimônio material, imaterial e das memórias de práticas educacionais e de processos criativos artísticos e culturais" Assim, considerando o compromisso da Universidade, deste Núcleo, dos seus parceiros, pesquisadores, educadores, que colocam à disposição da proposta de instalação de um Hub de criatividade e empreendedorismo cultural, além dos esforços dos colaboradores, também coloca-se a disposição os equipamentos necessários para acolher e promover as ações deste Hub, fundamental para atender demandas importantes da sociedade piauiense, além de colaborar para uma formação socialmente referenciada de nossos estudantes, também para cumprir com as metas das Agendas Globais, e objetivos do desenvolvimento sustentável [ODS]. Em termos objetivos, colaborando para a melhoria da qualidade de vida das comunidades nos diferentes territórios, mapeando, qualificando e promovendo o potencial de desenvolvimento através da cultura, especialmente no território do Entre Rios. Este Hub tem articulação com o Projeto Pedagógico Institucional. É importante destacar a compreensão que tem sobre a importância da cultura para a inserção regional: “a relação entre universidade e cultura e as condições de preservação, de apropriação da cultura, e de reflexão crítica sobre ela. [...] Essa articulação no atendimento à comunidade consolida a instituição na região, na medida em que oportuniza o desenvolvimento e o cumprimento de sua função social em diferentes áreas”. A Universidade reconhece que a cultura é uma das principais maneiras de atender demandas nas comunidades e cumprir sua função social. O estudante engajado nas ações de extensão percebe a importância do saber que constrói na universidade, e ao retornar para sua comunidade é também reconhecido e valorizado. Por isso o compromisso em criar e disponibilizar as condições para a instalação deste Hub de criatividade e apoio às suas ações. Este Hub será um importante equipamento inclusive para a Universidade cumprir com sua responsabilidade social na sua relação com a sociedade. No Projeto Pedagógico da UFPI, as ações de extensão e cultura são realizadas pela interação transformadora entre a Universidade e a sociedade: “Visa ao desenvolvimento mútuo, contribuindo sobremaneiracom o processo formativo dos acadêmicos, com a produção e socialização de saberes e tecnologias, a superação dos diversos problemas sociais do Estado do Piauí, em especial, reduzindo a vulnerabilidade social. Essas ações geram uma relação dialógica de troca de saberes e de impacto social entre a academia e as comunidades/sociedade, propiciando transformações sociais mútuas e inclusão social”. Com este Hub e suas ações de formação, especialmente a plataforma digital que tornará possível colaborar com as comunidades e agentes culturais situados nos diferentes territórios do Piauí. Outro aspecto a ressaltar no PPI da UFPI e que colabora para a realização da proposta é a curricularização da extensão, orientação que incentiva ações de extensão e cultura em todos os componentes curriculares. Com estas políticas e princípios a UFPI objetiva que o perfil dos estudantes egressos apresente entre suas habilidades e competências estarem aptos a “m) Atuar como empreendedor de ações inovadoras que promovam o desenvolvimento econômico, político, social e cultural, no contexto local, regional e nacional”; o que implica dizer que este Hub e seu conjunto de ações estará organicamente articulado com os cursos diretamente relacionados com o campo da cultura. As características deste Projeto apresentam inovação, é uma proposta de atuação inter e transdisciplinar; as tecnologias sociais podem ser impulsionadas através dos cursos de Artes e Cultura, os quais serão beneficiados: Artes Visuais. Música e Moda, além de atender as demandas das danças e das artes cênicas, como instrumento pedagógico para popularizar a ciência. Por sua facilidade em chegar até o grande público através dos meios de comunicação, das novas tecnologias, colabora para o acesso à informação e colocar em debate público e em espaços coletivos temas urgentes como a sustentabilidade e a inclusão. Prof. Dr. FRANCISCO A. CARVALHO, docente efetivo da UFPI. Formado em Artes Cênicas, Mestre Artes Visuais, Diploma de Estudos Avançados em Ciência, Filosofia y Estética (Salamanca/Esp), Criou e coordenou o Polo de Artes da UFPI, Coordena o Núcleo de Pesquisa em Educação, Artes, Cultura e Lazer; construiu o PPC de Artes Visuais da UFPI, coordena desde 2005 o Prato Cheio de Arte e Cultura e o Cultura Viva; mantém com recursos próprios projeto social e cultural na periferia de Teresina; suas ações foram reconhecidas nas parcerias com prefeituras, Departamentos Federais (Ministério do Desenvolvimento e Turismo-2007) e Internacionais (MAEC-AECID/Espanha/2007-2015). Entre as publicações na área: "Estética e Jogos para arte-educadores" (Ministério da Educação/Edufpi). Profa. Dra. DEBORAH MORAES GONÇALVES DE OLIVEIRA, docente efetiva da UFPI. Coordena o Projeto OCA (Oficina de Criação Artística - UFPI), propõe trabalhos multidisciplinares, pesquisa na área das artes, partilhados em eventos, performances, comunicações em Conferências Internacionais: ISME 2016 (Escócia), Artistic Research Symposium 2019 (Portugal), REACT 2022 (Suécia). O OCA trabalha em colaboração com o INET-md Aveiro, Portugal. Dra. Miriam Celeste Martins, do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte, e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo), com inúmeras publicações na área de mediação cultural irá colaborar com palestras, e acompanhar as diversas etapas do Projeto. Profa. Dra. KATHYA MATIA AYRES DE GODOY, professora do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes e no PROFArtes do Instituto de Artes da UNESP (Arte e Educação). Lidera o Grupo de Pesquisa Dança: Estética e Educação (GPDEE) certificado pelo CNPq. Assessora científica. Fábio Estefânio é Mestre em Arte, Museologia e meio ambiente, também técnico em registros videográficos; atuará principalmente na mediação com as comunidades e registros das ações; é vinculado ao IFPI e representará esta instituição nos espaços disponíveis em diferentes cidades do Piauí.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.