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PRONAC 2416090Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Jalapoeiras

MAGNOLIA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 367,5 mil
Aprovado
R$ 367,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quilombolas
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-07
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa documentar por meio de um livro com fotografias e textos a vida e a cultura das mulheres quilombolas do Jalapão, destacando o papel que elas têm na conservação do Cerrado - nas áreas em que nasce o Capim Dourado, cujo artesanato é uma das principais fonte de renda da região. O livro busca então retratar o cotidiano dessas mulheres, promovendo o reconhecimento da cultura quilombola do Jalapão.

Sinopse

O livro Jalapoeiras é uma obra que celebra a cultura, a identidade e a resiliência das mulheres quilombolas do Jalapão, destacando suas práticas sustentáveis e seu papel na preservação do Cerrado. Através de fotografias e relatos, a obra documenta o cotidiano dessas mulheres que, por meio do artesanato com Capim Dourado, não apenas sustentam suas comunidades, mas também protegem o meio ambiente e mantêm vivas tradições seculares. O livro busca valorizar essas histórias, conectando-as com a urgência da conservação ambiental e do desenvolvimento sustentável. Além de promover o reconhecimento cultural, Jalapoeiras se apresenta como um convite para a construção de um futuro onde tradição e inovação caminham juntas. - Guardadoras do Cerrado- Artesanato Dourado- Turismo de Base- Vozes Quilombolas- O legado

Objetivos

GERAL O projeto visa celebrar o papel de guardiãs do Cerrado que as mulheres quilombolas do Jalapão desempenham, assegurando que suas histórias e contribuições sejam reconhecidas e valorizadas nacional e internacionalmente. Por meio da visibilidade gerada pelo livro, espera-se contribuir para o desenvolvimento de um turismo de base comunitária na região, que respeite e apoie as comunidades locais e suas práticas tradicionais. ESPECÍFICOS O projeto tem como meta realizar uma série de ações para garantir a produção e a disseminação de um livro que documente e valorize a cultura das mulheres quilombolas do Jalapão, ressaltando sua contribuição na conservação do Cerrado. - Realizar um mapeamento das principais comunidades quilombolas da região, com foco nas mulheres que desempenham papeis centrais na produção do artesanato de Capim Dourado e na conservação do Cerrado;- Realizar uma visita de campo para coletar informações sobre a história de vida dessas mulheres, seus processos de produção artesanal e seu envolvimento com a conservação ambiental;- Elaborar um relatório detalhado com informações sobre cada comunidade visitada, incluindo aspectos culturais, sociais e ambientais;- Realizar dez (10) entrevistas individuais com mulheres quilombolas do Jalapão, explorando suas histórias, visões de mundo, desafios e conquistas;- Transcrever e revisar todo o material coletado, garantindo que as vozes dessas mulheres sejam fielmente representadas no livro.- Realizar sessões fotográficas em cada uma das 05 comunidades quilombolas mapeadas com o objetivo de registrar o cotidiano das mulheres, suas atividades e o ambiente natural onde vivem- Realizar 05 workshops em escolas e universidades, com o objetivo de apresentar o livro e promover debates sobre a importância da conservação das culturas quilombolas e do Cerrado. Os workshops contarão com exposições das fotografias e discussões guiadas por especialistas em cultura afro-brasileira e conservação ambiental.- Cada workshop terá uma média de 25 participantes, resultando em aproximadamente 250 estudantes e educadores diretamente impactados pela iniciativa.

Justificativa

O livro Jalapoeiras tem como objetivo documentar e promover a cultura das mulheres quilombolas do Jalapão, destacando suas práticas sustentáveis e seu papel na preservação do Cerrado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população quilombola no Brasil é formada por mais de 1,1 milhão de pessoas distribuídas em cerca de 6 mil comunidades. No estado do Tocantins, especificamente no Jalapão, os quilombos preservam uma rica tradição cultural e possuem uma ligação profunda com o meio ambiente, sendo fundamentais para a conservação dos recursos naturais locais. O artesanato com Capim Dourado, uma das principais atividades dessas comunidades, não só é uma expressão cultural, mas também uma prática econômica sustentável que respeita os ciclos naturais da vegetação. Nesse sentido, o projeto se apresenta em alinhamento com incisos abaixo do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Logo, incisos do Art. 3º da Lei 8313/91, que serão atendidos por este projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Estudos realizados pela Fundação Cultural Palmares mostram que as comunidades quilombolas enfrentam desafios socioeconômicos e ambientais significativos, incluindo a falta de infraestrutura e a pressão do agronegócio sobre suas terras. Ao mesmo tempo, essas comunidades têm demonstrado uma grande resiliência e capacidade de desenvolver modelos de vida sustentável, como o manejo ecológico do Capim Dourado, que envolve a coleta consciente para garantir a regeneração do capim nos anos seguintes. Assim, o livro Jalopeiras busca dar visibilidade a essas práticas, valorizando o saber local e promovendo o reconhecimento da cultura quilombola como patrimônio cultural e ambiental brasileiro. A cultura quilombola também é essencial para a promoção de um modelo de turismo comunitário sustentável. Relatórios da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre turismo e comunidades tradicionais mostram que o turismo de base comunitária é uma alternativa eficaz para promover a inclusão social e econômica sem comprometer os ecossistemas locais. O Jalapão, com suas paisagens naturais e tradições culturais únicas, já é um destino turístico em expansão. Ao dar visibilidade ao cotidiano e à arte das mulheres quilombolas, o projeto busca não apenas fortalecer o turismo sustentável, mas também assegurar que os benefícios econômicos dessa atividade sejam distribuídos de forma justa para as comunidades locais. Além de seu impacto cultural e econômico, o livro contribuirá para o desenvolvimento de competências dos profissionais envolvidos no projeto, como jornalistas, fotógrafos e pesquisadores. A troca de saberes entre os membros das comunidades e a equipe do projeto enriquecerá ambos os lados, gerando um intercâmbio cultural significativo. Documentar e divulgar essas histórias é uma forma de preservar o patrimônio imaterial das comunidades quilombolas, evitando que suas tradições e conhecimentos se percam diante das mudanças sociais e econômicas. Além da produção do livro, o projeto terá um impacto direto em escolas e universidades por meio de workshops, onde serão apresentados o conteúdo e as fotografias coletadas. Os workshops não apenas divulgarão a cultura quilombola e a importância da preservação do Cerrado, mas também incentivarão reflexões críticas sobre a relação entre cultura, economia e meio ambiente. A realização desses encontros, com especialistas em cultura afro-brasileira e conservação ambiental, promoverá uma maior compreensão sobre a necessidade de integrar saberes tradicionais em modelos de desenvolvimento sustentável. Por fim, o livro Jalopeiras visa ampliar a visibilidade das mulheres quilombolas do Jalapão, reconhecendo seu papel como guardiãs da cultura e do meio ambiente. A produção cultural sobre essas comunidades é uma forma de resistência e empoderamento, que pode inspirar outras iniciativas semelhantes em diferentes territórios do Brasil. Além de promover a valorização da identidade quilombola, o projeto busca contribuir para o desenvolvimento do turismo comunitário e para a conservação do Cerrado, demonstrando que é possível integrar cultura, economia e sustentabilidade em um modelo de desenvolvimento que respeite e valorize as tradições locais.

Especificação técnica

Exemplares: 1.200unidades 200 páginas Capa dura Miolo em couchê fosco 150gr Acabamento em costuraTamanho: 21 x 28cm

Acessibilidade

Art. 27. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos, sendo devidamente justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 1º Os custos com as ações de acessibilidade devem estar previstos no orçamento analítico do projeto, mesmo que oriundos de recursos próprios, caso seja executado de forma voluntária e incorporado aos serviços dos profissionais contratados, deverá ser indicado e justificado pelo proponente, comprovando a qualificação profissional do mesmo. - Distribuição gratuita do livro em formato digital; - Fonte Acessível e Diagramação Inclusiva: Na versão impressa, o livro utilizará fontes com boa legibilidade e contraste adequado entre o texto e o fundo, facilitando a leitura para pessoas com baixa visão. A diagramação será projetada de forma a evitar sobrecarregar visualmente o leitor, com espaçamentos adequados entre linhas e imagens;- Impressão de exemplares em braile com texto descritivo de todas as imagens; - Disponibilização do livro em formato audiobook; - Os locais selecionados para os eventos de lançamento e workshops serão acessíveis, com rampas de acesso, elevadores e banheiros adaptados para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida;- Será garantido também que as atividades sejam realizadas em ambientes com assentos reservados para pessoas com deficiência e idosos, além de sinalização clara e suporte de monitores para auxiliar aqueles que precisarem.

Democratização do acesso

Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizar 05 workshops em escolas e universidades, com o objetivo de apresentar o livro e promover debates sobre a importância da conservação das culturas quilombolas e do Cerrado. Os workshops contarão com exposições das fotografias e discussões guiadas por especialistas em cultura afro-brasileira e conservação ambiental. Cada workshop terá uma média de 25 participantes, resultando em aproximadamente 250 estudantes e educadores diretamente impactados pela iniciativa. Workshops Os workshops têm como objetivo divulgar o conteúdo do livro Jalapoeiras, promover debates sobre a importância da cultura quilombola e destacar a relação entre o artesanato, a preservação do meio ambiente e o turismo de base comunitária no Jalapão. Além disso, visam fomentar o diálogo entre educadores, estudantes e especialistas, sensibilizando o público para a importância da valorização das tradições afro-brasileiras e da conservação ambiental. Metodologia e Etapas Apresentação Teórica Introdução à cultura quilombola e à sua importância para o patrimônio imaterial brasileiro. Apresentação do projeto e seu papel na valorização das mulheres do Jalapão. Contexto sobre o artesanato do Capim Dourado e sua relação com a preservação do Cerrado. Exposição Fotográfica e Leitura de Trechos do Livro Exibição das fotos capturadas nas cinco comunidades quilombolas visitadas, mostrando o cotidiano das mulheres e o trabalho artesanal. Leitura de trechos selecionados do livro para aprofundar as discussões sobre as histórias de vida, desafios e conquistas das artesãs. Debate Guiado por Especialistas Mesa-redonda com especialistas em cultura afro-brasileira e conservação ambiental. Discussão sobre como a cultura quilombola pode contribuir para o desenvolvimento de um turismo de base comunitária sustentável. Reflexão sobre o impacto das políticas públicas e o reconhecimento das comunidades tradicionais.

Ficha técnica

Coordenação Geral Priscila Oliveira - Jornalista formada com honra pelo programa Honors - Dean's List pela Anhembi Morumbi em 2018, atua desde 2012 na gestão e execução de projetos culturais, artísticos e de impacto social. Sua experiência abrange programação artística e cultural, consultoria para gestão de patrocínios incentivados, oferecendo suporte para a criação de políticas de responsabilidade social, análise de projetos e implementação de políticas institucionais para a cultura, além do acompanhamento de ações com impacto social. Fundou em 2014, a Magnólia Produções, com foco na produção de exposições, livros, comunicação para impacto social e eventos conectados com criatividade e circularidade. Desde 2016, é pesquisadora dos mecanismos e resultados de incentivos fiscais, com pesquisa sobre fomento ao cinema brasileiro publicada na revista Anagrama, da USP Direção Fotográfica Renata Larroyd - Nasceu em Florianópolis, mas treinou seu olhar viajando pelo mundo. Morou na Alemanha, Estados Unidos, Chile, Uruguai, Espanha, Rússia, África do Sul e, no Brasil, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Nessas andanças, assumiu de vez sua vocação quando, aos 26 anos, trocou a rotina de analista de marketing para a de fotojornalista. Sagaz e curiosa, aprendeu a usar a luz natural a seu favor, calculando o instante exato em que a melhor posição, luz e movimento se fundiam para contar histórias por meio de imagens. Conquistou seu espaço registrando o cotidiano familiar e o nascimento de muitas vidas. Ela também realizou projetos fotográficos pessoais relacionados à festividades brasileiras, mergulhando em comunidades rurais de artesanato, acompanhando os desafios do câncer infantil, personalidades musicais e, mais recentemente, explorando as histórias de viajantes em Joanesburgo.Renata dá vazão a sua criatividade para construir imagens cujas regras são determinadas a partir da sua conexão com pessoas e lugares. Assim, não basta apenas clicar aleatoriamente para onde se mira a câmera: é preciso se conectar com o outro para enxergar o que não é visível a olho nu. A execução de uma fotografia pode durar milésimos de segundos, no entanto, contém uma vida inteira de ideias e memórias afetivas, na qual a ação é guiada pela intuição. Em 2020, ela foi aceita no Centro Internacional de Fotografia em Nova York para retratar o empreendedorismo feminino na era Covid-19. Na Bahia, onde passou algumas temporadas, dedicou-se em retratar a cultura baiana com delicadeza e humanidade, vivenciando a cultura de um povo nas ruas, onde ela se manifesta de forma mais natural e potente. Em 2024, expôs seu trabalho de fotografia feito na Bahia intitulado "Raízes Compartilhadas" com intervenções de bordados na Cidade do Cabo, África do Sul. Edição de Texto Ligia Leme - Jornalista, redatora, roteirista e produtora de documentários, com mais de 15 anos de experiência em reportagens para diversas plataformas e na criação de conteúdo para marcas. Em 2007, colaborou na pesquisa e produção do livro "Tietê, um rio de muitas faces", da Editora Horizonte Geográfico, que explora a história e a importância do Rio Tietê, símbolo do Estado de São Paulo, desde a colonização até os dias de hoje. Lígia também atuou como assistente de direção na 02 Filmes, trabalhando ao lado de renomados diretores, como Fernando Meirelles, responsável pelo aclamado longa "Cidade de Deus". Em 2022, produziu e roteirizou um documentário sobre o projeto La League, da ONG Plan International, uma iniciativa voltada para combater o casamento infantil e a gravidez na adolescência em Codó, Maranhão. No ano seguinte, participou de uma expedição ao Jalapão, no Tocantins, onde escreveu o texto da exposição "Jalapoeira Apurada". O projeto reuniu mulheres de quilombos da região para criar esculturas de capim dourado e buriti, em uma parceria entre a ONG WWF, o Instituto AGente Transforma, do arquiteto e designer Marcelo Rosenbaum, a Central do Cerrado, o Quilombo Povoado do Prata, Quilombo Mumbuca e a Associação Comunitária dos Artesãos e Pequenos Produtores de Mateiros – ACAAPM. Direção de Projeto Gráfico Adriana Harumi - Designer paulista, formada em Comunicação e Multimeios pela PUC-SP, com vasta experiência em design gráfico editorial para mídias impressas e online. Acredita no design como ferramenta de transformação, usando seu trabalho para contar histórias, conectar pessoas e promover mudanças com propósito. Como designer ativista, busca sempre aliar criatividade e impacto social em suas criações. Produção Executiva Lidice Berman - Especialista em Territórios Criativos e Sustentáveis, é uma referência nacional em Economia Criativa, Circular e Gestão Colaborativa. Atuou na governança do comitê de gestão territorial com foco em Economia Circular do BNB, participou do programa “Elas na Economia Circular” a convite do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e contribuiu na Oficina Estratégia Nacional Oceano sem Plástico, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Destaca-se como embaixadora do movimento circular e criativo “Reinventando Futuros”, responsável por projetos como o primeiro Fórum de Economia Circular do Brasil (realizado em novembro de 2023, em Salvador), a exposição Maré de Mudanças, focada em mudanças climáticas, o projeto Conexões Humanas, Criativas e Diversas, com ênfase em inclusão e diversidade, e a Expedição Reinventando Futuros, uma jornada de economia circular por meio da cultura, diálogos e conteúdos acessíveis.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.