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Em 2025, quando Belém sediará a Conferência sobre Mudanças Climáticas, COP 30, atraindo delegações de 190 países, empresários, ativistas e 45 mil visitantes estrangeiros e do país, marcará o lançamento de livro inédito: "Belém: Monumentos Paisagísticos, Históricos e Patrimônios Culturais no Pará". Entre 1890 e 1920, o comércio da borracha com a Europa trouxe o apogeu econômico e cultural à cidade; na Belém daBelle époque _ período de mudanças culturais e artísticas na França _ ergueram-se edificações imponentes, hoje tombados pelo IPHAN: catedrais, conjuntos arquitetônicos em praças e edifícios públicos monumentais, como o Mercado do Ver o Peso_ o mais conhecido e que concorre ao título, pela Unesco-ONU, de Patrimônio Cultural da Humanidade no Brasil. O projeto inclui Palestra, por ocasião do lançamento do livro, 10 a 21 de novembro de 2025, mesmo período da COP 30, em Belém, sobre oportunidades a jovens na Economia Criativa e no Turismo a partir das edificações histórico-culturais.
Belém: Monumentos Paisagísticos, Históricos e Patrimônios Culturais no Pará CAPÍTULO I Apresentação Em meados do século XIX, com o comércio da borracha, Belém se beneficiou com a industrialização iniciada pela Inglaterra. Nessa época, a cidade viveu seu apogeu econômico e cultural, entre 1890 e 1920. Surgiu, então, a Belém da Belle époque – o período de grandes mudanças culturais e artísticas registradas na história, a partir da França, na Europa, entre o final do século XIX e o início da 1ª Guerra Mundial, em 1914 – com seus prédios luxuosos e toda a influência estrangeira por meio das levas de imigrantes atraídos pelas oportunidades de trabalho. Às medidas de infraestrutura e saneamento urbano financiadas pelo saldo comercial favorável, aliaram-se ideais de conforto e arrojo arquitetônico, seja nas capelas de estilo barroco e palacetes residenciais neoclássicos e uso intensivo de azulejos nas fachadas, ou edifícios monumentais em art noveau. CAPÍTULO II Teatro Nossa Senhora da Paz - Teatro da Paz Construído entre 1874 e 1878, com projeto original do engenheiro José Tibúrcio de Magalhães. O neoclássico da fachada sofreu mudanças após reformas, a de 1904, que recuar o pórtico e reduziu as colunas de sete para seis. As intervenções não alteram sua arquitetura eclética, com ornatos e óculos sustentando o escudo oficial do Pará, e os quatro bustos representando os enredos teatrais: música, poesia, tragédia e comédia. CAPÍTULO III Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi As obras de implantação do Parque Zoobotânico foram iniciadas em 1895. Emílio Goeldi, fundador do Museu, planejou as linhas neoclássicas do edifício. Em 1911, foi inaugurado o aquário, com amostras de peixes ornamentais amazônicos. O Parque abrigou jardim zoológico, com cerca de 2.500 exemplares de animais da fauna amazônica, a área de piscicultura; horto de plantas medicinais, viveiro das aves aquáticas e das araras. CAPÍTULO IV Coleção arqueológica e etnográfica do Museu Paraense Emílio Goeldi A origem do Museu, 1866, remonta os tempos do Império, quando o naturalista Domingos Soares Ferreira Penna organizou associação cultural para recolher e preservar coleções etnográficas e arqueológicas. Em 1888, sob a direção do suíço Emílio Goeldi assumiu, o Museu incorporou as seções de zoologia, botânica, etnologia, arqueologia, geologia, mineralogia e biblioteca. CAPÍTULO V Cemitério de Nossa Senhora da Soledade Inaugurado em 1850, o Cemitério de Nossa Senhora da Soledade - com a Capela de Nossa Senhora da Soledade - foi construída pelo capitão Joaquim Vitorino de Sousa Cabral em estilo neoclássico, com gradeamento de ferro importado da Inglaterra. CAPÍTULO VI Solar do Barão de Guajará O atual Instituto Histórico e Geográfico do Pará é um dos mais antigos e belos solares de Belém. A construção tem inspiração portuguesa, com três pavimentos, sendo o último em forma de camarinha. O pátio interno demonstra a influência moura na arquitetura ibérica, transferida para a Amazônia. A fachada é revestida de azulejos, nas cores brancas e azuis, provavelmente vindos de Portugal. A CAPÍTULO VII Mercado do Ver o Peso A Casa do Ver o Peso foi instituída, no século XVIII, como mesa fiscal, onde eram pagos os impostos dos gêneros trazidos para a sede das capitanias. Em 1839, Belém estava abalada pela guerra civil da Cabanagem; porém, o mercado continuava a funcionar. Conhecido, nessa época como Mercado de Ferro, o Ver o Peso começou a ser construído em 1899. Com estrutura de ferro trazida da Europa e cobertura principal em telha tipo Marselha, quatro edifícios iguais abrigam centenas de lojas frequentadas, diariamente, por cerca de 50 mil visitantes. CAPÍTULO VIII Igreja de Santo Alexandre e antigo Colégio dos Jesuítas Erguida em 1616, pela Companhia Missionária Jesuítica, foi a primeira capela, ao lado do Forte do Castelo, de taipa e com um único altar. Em 1668, deu lugar à igreja, em alvenaria, dedicada a São Francisco Xavier, construída por Cristóvão Domingos. Atualmente, é sede o Palácio Arquiepiscopal. CAPÍTULO IX Palacete Pinho Um dos exemplares característicos do fim do século XIX, ápice econômico do Ciclo da Borracha, foi palco de manifestações culturais desde sua construção, pelo comendador José de Pinho. Arquitetura então rara no Brasil, tem influência dos palácios e vilas italianas do século XVI. CAPÍTULO X Palácio Antônio Lemos - Palacete Azul Edifício atual da Prefeitura Municipal de Belém, o projeto é de 1860, de autoria de José da Gama Abreu. A reforma de 1911, acrescentou revestimentos, móveis e objetos da moda europeia, assinados por mestres como Capranesi, De Angelis e Teodoro Braga. CAPÍTULO XI Palácio Lauro Sodré - Palácio do Governo Atual sede do Governo Estadual, o palácio foi construído entre 1676 e 1680, em taipa-de-pilão com dois pavimentos. Então chamada de "casa de residência", abrigava os governadores em inspeção à Capitania. A estrutura original, demolida em 1759, foi reerguida no estilo clássico italiano, projeto do arquiteto Antônio José Landi. Dessa capela, em 8 de setembro de 1797, partiu a primeira procissão do Círio de Nazareth. CAPÍTULO XII Convento e Igreja de Nossa Senhora das Mercês Os padres mercedários se fixaram no Pará, em 1640, construindo pequeno convento com ermida, que se conservaram por mais de 100 anos. O templo atual, concluído em 1777; foi intensamente utilizado durante a revolta da Cabanagem, em 1835. Após a restauração, em 1913, a Igreja foi reaberta. CAPÍTULO XIII Catedral de Belém - Igreja da Sé A primeira capela foi construída em 1616, no antigo Forte do Presépio, por Francisco Caldeira Castelo Branco. Transferida para o local atual, permaneceu como capela até 1719, quando foi elevada à categoria de Sé. Em 1748, o barroco predominava na península ibérica, que influenciava o estado do Grão-Pará, iniciou-se a construção da atual catedral. CAPÍTULO XIV Engenho do Murucutu: ruínas e Capela de Nossa Senhora da Conceição O engenho foi construído no decorrer do século XVIII, se tornando um dos mais bem equipados engenhos do Pará, produtor de açúcar e cachaça. A capela foi construída, em 1711, pelos frades mercedários, e restaurada na segunda metade do século XVIII pelo arquiteto Landi. CAPÍTULO XV Conjunto arquitetônico: Avenida Governador José Malcher e Travessa Rui Barbosa Conjunto de edificações com vocabulário neoclássico, acrescido de algumas característica luso-brasileiras, como azulejamento das fachadas, que definem a linguagem oitocentista nacional. CAPÍTULO XVI Conjunto arquitetônico: Avenida Nazareth O bairro de Nazaré começou a ser ocupado em 1774, com a construção de capela em devoção à Nossa Senhora de Nazaré, originando a mais importante manifestação religiosa do estado do Pará: o Círio de Nazaré. Ocupada pela população pobre, mais tarde os imóveis começaram a ser valorizados a partir da prosperidade com o Ciclo da Borracha e surgem edificações aristocráticas; exemplos são Palacete do Barão de Guamá e o Solar do Barão de Japuri. CAPÍTULO XVII Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos Inicialmente, uma pequena ermida, erguida, por volta de 1650, por escravos, em devoção à Nossa Senhora do Rosário. Em 1725, reconstruída, a partir de projeto do arquiteto José Landi. Ainda conserva, na fachada, as janelas com rótulas de urupêma, raras no Pará, influência árabe nos costumes portugueses. CAPÍTULO XVIII Igreja de Nossa Senhora de Santana Erguida em 1727, a pequena Campina era a segunda paróquia de Belém na época colonial. Em 1761, foi iniciada a construção da atual Igreja de Santana, com projeto do arquiteto José Landi. Apesar das alterações feitas no século XIX, a igreja ainda é uma referência da época de sua construção. Destacam-se a nave em cruz, teto abobadado, com altares e capela-mor revestidas de mármore.
OBJETIVO GERAL Em 2025, ano em que a capital paraense completa 410 anos, o livro "Belém: Monumentos Paisagísticos, Históricos e Patrimônios Culturais no Pará" retratará as dezessete (17) edificações tombadas pelo IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Trata-se do conjunto de catedrais, palacetes residenciais, museus, conjuntos arquitetônicos em praças e edifícios públicos monumentais no centro histórico, como o Mercado do Ver o Peso _ o mais conhecido e que concorre ao título, pela Unesco-ONU, de Patrimônio Cultural da Humanidade no Brasil. Por ocasião do lançamento do livro, entre 10 e 21 de novembro de 2025 _ mesmo período em que se realizará, em Belém, a COP 30 - Conferência da Organização da Nações Unidas, ONU, sobre Mudanças Climáticas _ , o Projeto realizará Palestras Educativas sobre oportunidades geradas a partir das edificações históricas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Livro - Produto Principal Edição com 220 páginas; com tiragem de 1.000 exemplares; texto em versão bilíngue Português e Inglês; design, editoração gráfica e acabamento em caraterísticas de livro de Arte. Serão retratadas as dezessete (17) edificações, hoje tombadas pelo IPHAN, no centro histórico e cultural de Belém. Os patrimônios retratados estão descritos no item SINOPSE. 2. Palestras Educativas Serão duas Palestras sobre oportunidades geradas a partir das edificações históricas. As palestras abordarão os enfoques sobre os bens tombados pelo IPHAN: a) na Economia Criativa para jovens; b) no Turismo Cultural, para moradores em comunidades no entorno dos patrimônios tombados pelo IPHAN. Local das Palestras: Em museu ou centro cultural (a ser confirmado: Museu Paraense Emílio Goeldi; Solar do Barão de Guajará _ atual Instituto Histórico e Geográfico _ ou escola pública na capital paraense. Datas: Durante o lançamento do livro, entre 10 e 21 de novembro de 2025 _ mesmo período em que se realizará, em Belém, a COP 30 - Conferência da Organização da Nações Unidas, ONU, sobre Mudanças Climáticas Contrapartida Social: As palestras se realizaráO em espaço público, com entrada franca, destinadas a 100 estudantes do Ensino Médio, EJAs, e representantes de povos originários e remacescentes quilombolas residentes no entorno do Centro Histórico, que ocuparam espaços e ergueram as primeiras habitações e ermitas, reedificadas a partir da Era da Borracha na Amazônia. Serão distribuídos, gratuitamente, exemplar do livro aos estudantes e microempreendedores presentes na palestra. 3. Exposição fotográfica: riqueza dos patrimônios de Belém Fotógrafo com trajetória inovadora, diversas premiações e um dos mais reconhecidos nos meios culturais do país, Octavio Cardoso traduzirá, para o livro, a presente Proposta Cultural em registros fotográficos dos patrimônios históricos de Belém. De modo a realçar esta riqueza material e cultural junto ao público, uma seleção de fotos do livro estarão em exposição, no evento de lançamento do Projeto, durante a quinzena da COP 30. 4. Website Fanpage do Projeto Domínio já registrado pelo Proponente: www.patrimoniosdebelem.com.br. Edição-síntese do livro, com destaque para imagens e vídeos, de modo a estimular engajamento do público. A fanpage conectará impulsionamento nas redes sociais, visitas virtuais e presenciais de turismo à capital paraense.
1. Lançamento do Projeto durante a realização da COP 30, em Belém No ano em que completa 410 anos, Belém, capital do Pará, sediará o mais importante evento mundial em nome da preservação do meio ambiente: a 30ª Conferência da Organização Mundial das Nações, ONU, sobre Mudanças Climáticas, a COP 30. Com investimentos de R$ 5 bilhões em infraestrutura, a capital paraense receberá chefes de Estados, delegações e líderes representando 190 países; pesquisadores, acadêmicos, profissionais, empresários, ativistas estrangeiros e de todo o Brasil, somando cerca de 45 mil visitantes. Em programações livres, paralelas à Conferência, entre 10 e 21 de novembro de 2025, essas pessoas terão dez dias interessados em visitas e atividades culturais. Portanto, o lançamento, no mesmo período, do livro "Belém: Monumentos Paisagísticos, Históricos e Patrimônios Culturais no Pará", possui claro potencial de atrair este público. 2. Valorizar patrimônios culturais brasileiros que concorrem à premiação da Unesco-ONU Periodicamente, os países submetem à Unesco-ONU indicação de bens culturais a serem eleitos Patrimônio Mundial. No Brasil, com quinze patrimônios já eleitos, o IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, indicou outros dez bens culturais; entre os quais o monumental Mercado Ver-o-Peso, na capital paraense. 3. Contribuir para a Economia Criativa e o Turismo Cultural Em diversas cidades brasileiras, pesquisadores das subsedes locais do IPHAN, profissionais de Arquitetura, História e Artes e produtores culturais vêm buscando o tombamento de bens histórico-culturais colocados em risco; contudo, poderes públicos locais e prefeituras resistem a ações que contribuam, efetivamente, para a Economia Criativa e o Turismo Cultural como segmentos geradores de renda -- sobretudo aos junto às novas gerações moradoras de comunidades no entorno desses patrimônios. 4. A Proposta Cultural se justifica, portanto, sob as finalidades da Lei 8313/91 A edição do livro e realização das palestras cumprirão as finalidades da Lei 8313/91, do Programa Nacional de Apoio à Cultura, Pronac, enquadrando-se nos Artigos 1º e 3º, nos Capítulos seguintes: - Artigo 1°, Capítulo II: "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." - Artigo 3°, Capítulo IV: "a) Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais" - Artigo 3°, Capítulo IV: "b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos." - Artigo 3°, Capítulo IV: "c) Distribuição gratuita e pública de produtos de conteúdo editorial."
EQUIPE DE PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS(AS) Octavio Cardoso Fotógrafo com trajetória inovadora e diversas premiações e um dos mais reconhecidos nos meios culturais do país, Octavio Cardoso traduzirá a presente Proposta Cultural em registros fotográficos dos patrimônios históricos-culturais de Belém. De modo a realçar a riqueza material e cultural dos patrimônios retratados, uma seleção de fotos do livro estarão em exposição, no evento de lançamento do projeto e nas Palestras Educativas. Graduado em engenharia civil, pela Universidade Federal do Pará, é reconhecido como um dos nomes mais emblemáticos profissionais da cena fotográfica paraense. Relaciona sua produção ao contexto amazônico, com destaque à cultura marajoara, a partir da mescla do registro documental com o onírico. Em sua trajetória, iniciada em 1984, na Associação FotoAtiva, se destacam: · Conquistou o prêmio Esso de Jornalismo, Regional Norte, atuando como repórter fotográfico no jornal O Liberal. · Em 1995, criou a WO Fotografia, com a fotógrafa Walda Marques. Assinou a fotografia still de curtas-metragens, como As mulheres choradeiras, em 1999. · Presidiu a FotoAtiva (2000 a 2017) pela qual realizou a série Lugares imaginários, primeira produção em fotografia digital do artista. · Em 2012, participou da exposição coletiva Amazônia: lugar da experiência, organizada pelo Museu da Universidade Federal do Pará (Mufpa). Seus trabalhos Sem Título (1985) e Sem Título (1987) passam a compor a Coleção Amazoniana de Arte da UFPA. · Os registros do vínculo entre o homem e o gado compõem a exposição Minha ilha – Campos abertos do Marajó (2015), no Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém (PA). A mostra foi selecionada pelo Prêmio Marc Ferrez, organizado pela Funarte/MinC. · Em 2010, Lugares imaginários conquistou o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. · Foi editor de fotografia do jornal Diário do Pará. Um dos curadores da mostra Diários da Cidade (2011), com trabalhos de fotojornalistas. · Em 2017, cinco obras desta série são selecionadas para a mostra Antilogias: o fotográfico na Pinacoteca, de São Paulo. Fonte: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa21121/octavio-cardoso Renata Eschiletti Estratégias de comunicação digital e engajamento Jornalista, especialista em Relações Públicas, Comunicação Corporativa e Marketing Digital. Atuando há dez na Europa, baseada na Espanha, especializou-se em estratégias de comunicação digital, em habilidades como SEO, Blogging e conteúdos para web, Meta e Google Ads. Ano passado, formou-se Master em Head of Corporate Communications, pela OBS Business School, programa da Universidade de Barcelona, Espanha. Pedro Antonio de Oliveira Tradução Texto Inglês Pós-graduando em ‘Mídia, Informação e Cultura’, pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação, CELACC – Universidade de São Paulo/USP. Residiu e cursou aperfeiçoamento em Inglês em Londres (2013). Principais trabalhos: - Livro “Creating the Future is Making History: Brazilian Geographical Indications of Coffee” - Sebrae, 2022. - Integra o coletivo SOMA Social (www.somasocial.com.br), que desenvolve projetos culturais junto a instituições e empresas, em apoio a jovens das periferias. - Ministra, como voluntário, cursos de Inglês para jovens de comunidades nas periferias, com enfoques em pré-vestibular e empregabilidade.
I) PLANO DE COMUNICAÇÃO, MÍDIA E INTERNET 1. Objetivo - Dialogar com editores nos veículos de Imprensa e influenciadores nas áreas culturais na internet, sobre a relevância que a ONU atribui aos patrimônios culturais dos países, o que significa valorizar bens tombados no Brasil, como as dezessete edificações no Centro Histórico de Belém, retratadas neste Projeto. - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. (Artigo 1°, Cap. II, da Lei 8313/91) 2. Ações de Assessoria de Imprensa 2.1. O Proponente disponibilizará sua rede de contatos em veículos de imprensa influentes (Leyer 1), com seleta e criteriosa apresentação dos temas-escopo do Projeto para possível veiculação espontânea. 2.2. Utilizará o domínio na redação de artigos de fundo por jornalistas da Equipe contratada para o tema dos patrimônios histórico-culturais, a serem publicados na mídia impressa local e regional de Belém e no Estado., especialmente entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, período da COP 30 na capital paraense: 2.3. Estratégia de relacionamento com a Imprensa: a) Mídia Regional: - Jornais O Liberal, Diário do Pará e Jornal Amazônia e programas de TV (TV Liberal, TV Guajará, TV Marabá, TV Tapajós, TV Marajoara) em Belém e no estado do Pará. b) Mídias na Internet: - Websites especializados em Cultura, História, Arquitetura e Turismo. - Perfis nas redes sociais de profissionais influenciadores. - Websites dos principais publicações de mídia estrangeiros: The Guardian (Inglaterra); The New York Times (EUA); The Times of India (Índia); The Washington Post (EUA); El País (Espanha); Financial Times (Inglaterra); Bild (Alemanha); National Geographic; c) Mídia Nacional - Imprensa e TV: - Editorias dos segmentos acima, nos veículos: O Globo (RJ), Folha de S. Paulo SP) e Correio Braziliense (DF); emissoras de TV: History Channel Brasil; Futura e Modo Viagem e GNT (Rede Globo); EBC; Arq.Doc/Youtube; e Discovery Chanel. 3. Mídia Online: Internet e Redes Sociais 1.1. Mobilização de redes de Profissionais Websites e perfis nas redes sociais de pesquisadores, profissionais, acadêmicos e estudantes: Cultura e Artes https://www.anap.art.br - Academia Nacional de Artes Plásticashttps://anpap.org.br - Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas Arquitetura https://caubr.gov.br - Conselho de Arquitetura e Urbanismo https://www.ufpa.br – Universidade Federal do Pará - UFPA História https://anpuh.org.br - Associação Nacional dos Professores Universitários de História https://www.cafehistoria.com.br https://revistahistoriador.com.br Turismo www.abbtur.org.br - Associação Brasileira de Turismólogos e Profissionais do Turismo Websites de Turismo: os 10 sites com maior audiência somam 83 milhões de visitas/mês: Booking: 15,3 milhões; Latam; 12,5 milhões; TripAdvisor, 11,6 milhões. II) PALESTRAS EDUCATIVAS - PROJETO PEDAGÓCIO Dinâmica e pedagogia das Palestras a) Em caráter de contrapartida social, a ação afirmativa será durante o lançamento do livro, em espaço público aberto, amplamente divulgado e com entrada franca, entre 10 e 21 de novembro de 2025, período em que Belém sediará a COP 30. b) As pessoas participantes receberão exemplar do livro, gratuitamente; os portadores de deficiência visual receberão o exemplar com 16 páginas do Encarte Especial, em Braile. Os participantes das palestras receberão, também, Apostila, com breves sugestões para os stakeholders locais melhor utilizarem seus patrimônios culturais. c) Serão ministradas a estudantes, microemprendedores e moradores em comunidades nas periferias/entorno dos patrimônios do Centro Histórico de Belém, tombados pelo IPHAN. d) Palestrantes convidados: acadêmico/pesquisador universidade pública; pesquisador vinculado ao IPHAN no Estado, ou membro do órgão nacional, por este indicado; servidor da Secretaria Municipal de Cultura ou Turismo, de Belém. e) Tanto o evento de lançamento do livro quanto as palestras terão coberturas de equipes contratadas pelo Proponente – independentemente do trabalho da Imprensa local – cujas fotos e vídeo produzidos com os participantes estimularão o compartilhamento e engajamento público ao tema dos patrimônios tombados no Centro Histórico da capital paraense. f) Metodologia pedagógica: palestras dinâmicas, com base no estímulo dialógico e participativo; estimulará ao(as) participantes a comparem a trajetória dos bens tombados com suas trajetórias de vida e suas famílias, que buscam oportunidades socioeconômicas por meio da Cultura e do Turismo local. g) Fomento à produção cultural e artística: estimulará os(as) participantes a sugerirem iniciativas em prol da preservação e promoção os bens culturais de Belém. h) Recursos tecnológicos: datashow; programas de apresentação (PPT, Canvas etc.) dinâmicos; uso de imagens, áudio e vídeos; recursos de tradução simultânea e legendas descritivas. III) LIVRO: CARACTERÍSTICAS GRÁFICAS Tiragem 1.000 exemplares Estrutura · Capa: 4 páginas – 4x1 cores, com laminação (frente) · Miolo: 22o páginas - 4x4 cores · Miolo: Caderno Braille - 16 páginas (inserção em parte da tiragem) – Caderno fornecido pelo Cliente Formatos · Miolo: 220x290 mm (fechado) – 440x290mm (aberto) · Capa: - Fechada: 220x290mm. - Aberta: 440mm + lombada + 180mm de duas “orelhas” (90+90mm) Papel: · Miolo: Couchê brilho, 120 g/m2 · Capa: Cartão Couchê brilho, 350 g/m2 (*Obs: a Gráfica deverá utilizar papéis certificados FSC Brasil). Acabamento · Miolo: cadernos costurados e colados · Capa: Lombada quadrada Embalagem · Individual: PVC, shrink-wrapp · Coletiva: caixa de papelão ondulado.
1. PRODUTO: LIVRO MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS Aos portadores de deficiência visual (cegas, com baixa visão e surdocegas) 7% da tiragem – porcentagem de brasileiros portadores de deficiência visual, de acordo com o IBGE - 2023 –, portanto,70 livros, terão Encarte Especial, de 16 páginas. Textos: impressão seguindo as Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, com textos e descrição de imagens com tratamento especial em relevo. Imagens: programação de algoritmos das fotos dos Patrimônios Culturais digitalizadas para versão tátil; as imagens são processadas para impressão em 3D. 2. PRODUTOS: PALESTRAS EDUCATIVAS E EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO O local será definido tendo-se em conta que esteja em acordo com as exigências que facilitam o acesso de pessoas com necessidades físicas especiais; os itens não existentes serão instalados sob responsabilidade deste Projeto: - Elevador ou, não havendo, rampa de acesso para cadeirantes; - Sinalização, com placas indicativas: visual, tátil e sonora; - Barras de parede e guias de piso; - Banheiros Adaptados, equipados com barras de apoio, espaço para transferência lateral, pia e sanitário acessíveis. - Na plateia: assentos reservados para PCDs, idosos e pessoas obesas. - Ônibus que transportarão estudantes de escolas distantes do local das palestras terão elevadores de cadeira de roda. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS - Intérprete de libras; - Sinalização, com dispositivos recursos táteis e visuais. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS - Intérprete de libras; - Sinalização, com dispositivos recursos táteis e visuais. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS NA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA - Grupos de pessoas deficientes visuais ou de baixa visão serão convidados a visitarem exposição fotográfica, acompanhadas por uma profissional especializada em audiodescrição. - A profissional detalhará ao Grupo as imagens simultaneamente à visita dialogada feita pela Curadoria do e o fotógrafo no Projeto. - Versão já gravada dessa audiodescrição será disponibilizada aos visitantes que queiram apreciar o material em outras oportunidades. - Sinalização, em placas com recursos táteis e sonoros. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS - Monitores treinados para pessoas com Transtorno do Espectro Autista, TEA. - Para facilitar a compreensão por parte de pessoas mesmo sem problemas de visão, porém pouco habituadas à dinâmica de palestras, essas serão em datashow, com legendas descritivas. ACOLHIMENTO Profissionais preparados, especialmente, para acolhimento de pessoas com deficiência física e acompanhantes, para: orientações de locomoção; serviços especiais disponíveis, como local reservado para lanche; e atender reclamações. 3. PRODUTO: WEBSITE (Fanpage) A versão do Projeto na plataforma online www.patrimoniosdebelem.com.br conterá recursos da tecnologia digital de audiodescrição: - Dispor link com gravação em áudio, com resumo explicativo dos patrimônios culturais que compõem a obra. - Terá recursos de ePub (eletronic publication), que permitem leitura, no celular e no PC, por pessoas com e sem deficiência. - Aplicará os programas MecDaisy (Digital Accessible Information System) e Ddreader, que permitem ajustes visuais, leitura com voz sintetizada e com áudio gravado. - Para navegabilidade dos leitores com deficiência visual (cegos e daltônicos), incorporará os recursos: Adblock Plus, que bloqueia pop-ups e anúncios, eliminado o risco do leitor clicar em links por engano; Color Enhancer, permite a daltônicos criarem um filtro de cores e diferencia tonalidades; Chrome Speak, que transforma o conteúdo textual em áudio.
1. PRODUTO: LIVRO A distribuição e circulação do livro, com tiragem de 1.000 exemplares, adotará medidas de ampliação de acesso, conforme a Instrução Normativa nº 01/2023, do MinC, em seu Artigo 28: a) 200 exemplares, 20% da tiragem: - Distribuição gratuita aos participantes das Palestras Educativas: serão 100 livros, distribuídos aos presentes nas duas palestras. b) 70 exemplares, 7% da tiragem: - Reparte se refere ao percentual de pessoas portadoras de deficiência visual no país (IBGE 2023): livros com Encarte Especial, de 16 páginas em Braile. c) 630 exemplares, 33% da tiragem: - Distribuição gratuita, com caráter social, e às bibliotecas públicas vinculadas ao Ministério da Educação; de instituições públicas e de pesquisa ligadas à História, Educação, Cultura e de Patrimônios estaduais. d) 100 exemplares, 10% da tiragem: - Destinados à instituição ou empresa Patrocinadora do Projeto. 2. PRODUTOS: PALESTRAS EDUCATIVAS E EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA a) Espaço público aberto, com entrada francaA ação afirmativa ocorrerá em espaço público aberto, amplamente divulgada e com entrada franca, em museus ou centro cultural (a ser confirmado: Museu Paraense Emílio Goeldi; Solar do Barão de Guajará – atual Instituto Histórico e Geográfico) ou escola publicada localizada no Centro Histórico. b) Distribuição gratuita do livro aos participantes:Nas duas palestras, receberão exemplares do livro os 100 a estudantes de Ensino Médio, EJAs, Escola de Educação para Adultos, moradores e microempreendedores em comunidades no entorno dos patrimônios retratados. c) Entrada franca na Exposição Fotográfica, de imagens representativas do livro, no evento de lançamento do Projeto, durante a quinzena da COP 30. 3. PRODUTO: WEBSITE (Fanpage) Todo o conteúdo do livro estará disponível na plataforma www.patrimoniosdebelem.com.br (domínio já registrado pelo Proponente), com acesso aberto e gratuito, a partir de cadastro simples (Nome e CPF) apenas para controle de visitação e segurança do sistema. a) Fanpage do projeto, com mapas de localização dos bens tombados em Belém; galeria de imagens e vídeos das obras artísticas, edificações históricas, paisagens desses patrimônios e programação das Palestras Educativas. b) Os internautas que acessarem a fanpage terão a experiência de turismo virtual: a partir de dispositivo móvel ou PC tendo instalado o aplicativo Google Arts & Culture (disponível para Android e iOS), visitarem os 25 patrimônios em tours de realidade virtual em 3D.
I) DINÂMICA DE REALIZAÇÃO DO PROJETO 1. Conjuntos arquitetônicos e edificações monumentais no Centro Histórico Em 2025, quando a capital do Pará completa 410 anos, o lançamento de livro inédito: “Belém: Monumentos Paisagísticos, Históricos e Patrimônios Culturais no Pará”. Tratam-se de bens tombados pelo IPHAN: catedrais, palacetes residenciais, museus, conjuntos arquitetônicos e edifícios públicos monumentais no centro histórico, como o Mercado Ver-o-Peso – que, por sua vez, concorre à eleição, pela Unesco-ONU, como Patrimônio Cultural da Humanidade. 2. Lançamento do Projeto durante a realização da COP 30, em Belém Belém sediará, entre 10 e 21 de novembro de 2025, a 30ª Conferência da Organização Mundial das Nações, ONU, sobre Mudanças Climáticas, a COP 30; o mais importante evento mundial para preservação do meio ambiente. O governo brasileiro e do estado do Pará estimam que Belém receberá 45 mil pessoas, entre chefes de Estados e líderes de 190 países; acadêmicos, profissionais, empresários, ativistas estrangeiros e visitantes de todo o Brasil. 3. Públicos de interesse mundial: Economia Criativa e Turismo Cultural Patrimônios atraem públicos de interesse e, portanto, oportunidades de negócios em comércio e serviços nas áreas de Educação, Artes, História, Arquitetura, Meio Ambiente e Turismo. Portanto, a proposta cultural estimulará ações públicas geradores de oportunidades nos segmentos da Economia Criativa e do Turismo Cultural. 4. Exposição fotográfica: riqueza dos patrimônios de Belém Fotógrafo com trajetória inovadora, diversas premiações e um dos mais reconhecidos nos meios culturais do país, Octavio Cardoso traduzirá, para o livro, a presente Proposta Cultural em registros fotográficos dos patrimônios históricos de Belém. De modo a realçar a riqueza material e cultural dos patrimônios retratados, uma seleção de fotos do livro estarão em exposição, no evento de lançamento do Projeto, durante a quinzena da COP 30. 5. Territórios: valorizar a cultura local em torno do Patrimônio na cidade Os visitantes da COP 30, estrangeiros, de todo o Brasil e os paraenses, de modo geral, têm o perfil de interesse em atividades culturais; portanto, o lançamento, no mesmo período, do livro atrairá amplo público. 6. Awareness e engajamento nas redes de internet A relevância dos temas-chave do projeto -- valorização dos patrimônios histórico-culturais de Belém, especialmente no período em que se realizará a COP 30 na capital paraense -- tem forte potencial de gerar awareness em públicos afluentes e formadores de opinião. Junto ao público amplo e diversificado, ensejará ativações junto a mídias de internet. Campanhas didáticas e culturais planejadas para alcançar públicos presenciais, nos monumentos retratados, ao mesmo tempo o público online. A fanpage www.patrimoniosdebelem.com.br e perfis do Projeto no Instagram e Facebook ensejarão o público a compartilhar e “instagramar” sua presença – selfies e vídeos curtos das visitas aos patrimônios. Com o investimento em campanhas de ativação, planejado por profissionais especializados em CEO, estima-se alcançar o público online, durante os 14 dias da COP 30, de 99.000 a 620.000 por dia (ver detalhado em Plano Estratégico de Comunicação - Item 5: Mídia Online). II) ATIVIDADES DO PROPONENTE Antonio Carlos Moreira Autor do Projeto e escritor do Livro Jornalista; repórter de Economia em dois veículos de Imprensa nacionais: revistas de Manchete e Veja. Iniciou na indústria gráfica em 1973; como Produtor Gráfico, trabalhou nas então maiores editoras do país: Bloch Editores, RJ, e Abril Cultural, SP; Gerente de Comunicação em empresa multinacional. Trajetória acadêmica: Pós-graduado em Economia, pela Fundação Instituto de Administração, FIA-USP, e especializado em Comunicação Integrada, pela Escola de Comunicações e Artes, ECA - Universidade de São Paulo, USP. Foi professor-titular de Comunicação Comparada, na Universidade Anhembi-Morumbi, SP. Gerente de Comunicação: Com orçamento/ano de R$ 6 milhões, desenvolveu projetos corporativos culturais e socioambientais em parcerias com: Unesco-ONU; FAO-ONU; Todos Pela Educação; The Nature Conservance; Ministério da Agricultura. Como 'share of voice' da companhia, teve diversos artigos na grande Imprensa. Currículo autoral: Autor, coautor e editor 06 de livros, três deles apoiados pela Lei Rouanet: - O Sol da Felicidade, conto selecionado entre 727 inscritos, para a coletânea Prêmio Off Flip; 2024. - Criar o Futuro é Fazer História; Sebrae, 2022. Autor - A Ciência da Terra; Secretaria Agricultura SP; 2008. Autor - História do Café no Brasil; Bradesco e Ford; Lei Rouanet, 2007. Autor - A Colonização do Cerrado; Panrural, 2003, apoio Lei Rouanet. Editor assistente - Terra e Alimento: 500 Anos de Agricultura no Brasil; Embrapa, 2000; Lei Rouanet, reedição 2002. Editor assistente. Diretor-owner de produtora cultural: Soma Estratégica Comunicação, produtora de branded contents corporativos e projetos culturais, em coworking em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e, na Europa, a partir da Espanha. Criador e coordenador de coletivo cultural: Criou e coordena a Soma Social, coworking de profissionais da Cultura e Educação que desenvolve parcerias junto a instituições e empresas, em apoio a projetos de jovens das periferias em Economia Criativa. Atuação na internet: - Linkedin: linkedin.com/in/acarlosmoreira - www.somaestrategica.com.br - Instagram: @somaestrategica - Realizações/cases: https://abrir.link/wokCu; https://abrir.link/dcFEp; https://youtu.be/opw5DaCcNOQ; https://youtu.be/H_iHRjcx6Gc Descrição detalhada das atividades do Proponente a) Autoria do Projeto, redação e edição do livro b) Planejamento geral, gestão da equipe de profissionais contratada. c) Supervisão geral pelas etapas de pesquisa, produção gráfica e distribuição do Livro; da plataforma na internet (fanpage) e das Palestras Educativas. d) Desenvolver o Plano Estratégico de Comunicação. III) CURADORIA E COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO Tainah Jorge Direção, Planejamento, Coordenação de Projetos para Leis de Incentivo Com mais de 20 anos de experiência, Tainah Jorge atua em produção e pesquisa audiovisual e cultural, oferecendo serviços especializados, como production services em português e inglês, além de direção e coordenação de produção e executiva. Formação em Ciências Sociais, pela Universidade da Amazônia, e envolvimento com políticas públicas conferem-lhe visão integrada das demandas culturais, com sensibilidade para sustentabilidade e diversidade. À frente da Menori Produção e Pesquisa, atende parceiros internacionais e projetos locais, oferecendo soluções completas para produções culturais. Entre as quais: · Diretora no Museu da Imagem e do Som · Direção e Produção do Festival "Sabores e Saberes" do Projeto Floresta Sensível na MCT / Museu Paraense Emilio Goeldi · Assessoria de Gestão Cultural na Federação das Associações de Municípios do Pará – FAMEP · Coordenadora de Fomento de Espaços Culturais na Secretaria de Estado de Cultura do Pará Planejamento de projetos · Produção executiva na Virada Sustentável · Produtora no filme "Manas" - Dirigido pela Marianna Brennand na Inquietude · Produtora para a empresa Prudential - Filmes "Franquias" e "Motivos", na Silence Produções · Coordenação de Produção de Biossegurança, na Santeria Produtora · Coordenação de Produção de Biossegurança, no filme "Mussum, O Filmis" · Fixer Production - Caravana das Drags for Prime Video, na Prime Video & Amazon Studios · Coordenadora de Fomento de Espaços Culturais na Secretaria de Estado de Cultura do Pará Instagram: https://www.instagram.com/tainahjorge/ (*) Demais integrante da Equipe, ver em OUTRAS INFORMAÇÕES.
PROJETO ARQUIVADO.